Sobre

Congresso Fecomercio de Crimes Eletrônicos


Em foco, o debate e a disseminação de soluções contra os crimes virtuais

Para garantir maior segurança no ambiente corporativo, as empresas estão investindo em tecnologia. De acordo com o Brazil Semiannual Security Software Tracker, estudo realizado pelo International Data Corporation (IDC), no País, o aporte de dinheiro para esse fim cresceu 13%, apesar de o percentual ainda ser pequeno comparado à média mundial. 

Falta conhecimento dos perigos da rede, principalmente nas pequenas e médias empresas. As áreas de tecnologia da informação precisam se articular para a precaução contra esses riscos, identificar os pontos vulneráveis, ter um plano de ação para garantir a segurança e estar em dia com a regulamentação da lei de crimes eletrônicos.

O problema da prática de crimes por meio de das vias virtuais é assunto recorrente e de grande interesse da sociedade. A cada dia surgem novas formas de crime e novos modelos de software de proteção.

Após a realização do I Congresso Crimes Eletrônicos e Formas de Proteção pela FecomercioSP, tornou-se clara para participantes e organizadores a real necessidade de continuação dos debates a respeito da temática, para maior aprofundamento da matéria epara exploração de novos subtemas.


Objetivos

Disseminar soluções para que o empresário reduza a incidência de crimes virtuais em sua empresa;

Promover o debate sobre formas de educar e conscientizar os funcionários a respeito de práticas que possam ser caracterizadas como crime eletrônico e afetar a imagem da instituição;

Reunir empresários que produzam, vendam e comprem serviços de segurança de informação e criar um ambiente de networking que estimule a geração de negócios.


Público-alvo

Diretores, CTOs e CEOs de empresas que utilizam mídias sociais para a comunicação com seus públicos de interesse: infraestrutura e serviços de rede, segurança da Informação, comércio – varejo, serviços, indústria, telecomunicações;

Profissionais de marketing e comunicação de empresas com atuação na rede;

Novos profissionais liberais e empreendedores – geração Y;

Profissionais do poder público;

Acadêmicos, pesquisadores;

Agências especializadas na geração de conteúdo para a rede;

Agências e empresas com foco no desenvolvimento de aplicativos, games e novas ferramentas de comunicação e interação.