FecomercioSP debate uso do gás de xisto como promissora fonte de energia

A polêmica fonte de energia utilizada pelos Estados Unidos, o gás de xisto, é tema de debate realizado pelo Conselho de Sustentabilidade da FecomercioSP, no dia 17 de maio. A exploração do gás, também chamado de gás não convencional, representa uma alternativa a um mundo dependente do petróleo, porém, divide a opinião de especialistas sobre os riscos para o meio ambiente.

A produção do xisto começou a partir de uma nova tecnologia que permitiu perfurar e injetar substâncias em poços que atravessam rochas de baixa permeabilidade. Além de possuir grandes reservas nos Estados Unidos, a nova fonte de energia está presente no Brasil e começará a ser explorada, o que pode trazer benefícios para o país, mas, também, contaminação do solo e lençóis d’água.

Para discutir tudo isso, o evento contará com José Goldemberg, presidente do Conselho de Sustentabilidade da FecomercioSP, Colombo Celso Gaeta Tassinari, vice-diretor do Instituto de Eletrotécnica e Energia, Adriano Pires, diretor do Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE), e Silvio Jablonski – chefe de Gabinete Diretoria Geral da ANP.

O seminário é gratuito e as inscrições podem ser feitas no site da FecomercioSP.

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3ª edição do Prêmio Fecomercio de Sustentabilidade premiou oito projetos de cinco cidades do Brasil

Em jantar na noite do dia 11 de abril, a FecomercioSP anunciou os oito projetos vencedores do 3º Prêmio Fecomercio de Sustentabilidade, realizado em parceria com a Fundação Dom Cabral. As iniciativas campeãs são das cidades de São Paulo (SP), Indaiatuba (SP), Praia Grande (SP), Goiânia (GO) e Uberaba (MG).

A terceira edição do Prêmio teve como foco a inovação. Entre os vencedores estão ideias como a fabricação de ração para cachorros e gatos com restos de pescados jogados, atualmente, em canais que levam ao mar em Santos; substituição de recipiente plástico para germinação de sementes por embalagem biodegradável produzida com fibras da cana-de-açúcar e cascas de café e arroz; e até programa de descarte de medicamentos com máquina coletora que rastreia, por código de barra, a medicação até o destino final para comprovar sua incineração – conheça mais abaixo os oito projetos vencedores.

O 3º Prêmio Fecomercio de Sustentabilidade mobilizou mais de mil pessoas e recebeu 247 projetos, vindos das cinco regiões do Brasil. As inscrições foram distribuídas em oito categorias: microempresa, pequena/média empresa, grande empresa, indústria, entidade empresarial, órgão público, professor e estudante. Os vencedores receberam um título de capitalização ou previdência no valor de R$ 15 mil.

A avaliação dos projetos foi realizada por especialistas na área socioambiental e baseada nos critérios de inovação, relevância para o negócio, amplitude, resultado e nível de atendimento a um ou mais itens que compõem os 16 Princípios do Varejo Responsável, estabelecidos pelo Centro de Desenvolvimento da Sustentabilidade no Varejo da Fundação Dom Cabral, parceira na realização do Prêmio.

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Conheça os projetos finalistas do 3º Prêmio Fecomercio de Sustentabilidade

Já foram selecionados os finalistas do 3º Prêmio FecomercioSP de Sustentabilidade. Em cada categoria avaliada haverá três concorrentes a vencedor.

Uma das novidades da terceira edição do prêmio, que este ano focou na inovação como tema, está na adição da premiação para Indústria, integrada às categorias Microempresa, Pequena/Média Empresa, Grande Empresa e Entidade Empresarial.

Nesta edição, o Prêmio contou com 314 projetos inscritos, de 19 Estados, das cinco regiões do Brasil. Foram selecionados 28 finalistas que concorreram nas categorias Empresa (Microempresa, Pequena/Média Empresa, Grande Empresa e Entidade Empresarial/Sindical); Órgão Público e Academia (Professor e Estudante), e cada uma delas contemplou um vencedor.

São eles:

• Micro (Alô Som Componentes Eletrônicos, Bio green – Indústria de Produtos Biodegradáveis Ltda e Yagasai – You are greengood and so am I)

• Pequena/Média (Bazza Produções Sustentáveis, BHS – Brasil Health Service e TerraCycle do Brasil)

• Grande (Pontal Engenharia, Supermercados São Vicente e Unimed Volta Redonda)

• Indústria (Beraca Sabará Quimicos e Ingredientes S/A, Ondatec Tecnologia Industrial em Microondas Ltda e Tricostyl Modas)

• Entidades (Associação Brasileira do Varejo Têxtil, Sindicato dos Comerciários de São Paulo e Sistema Fecomercio Minas)

• Órgãos Públicos (Prefeitura Municipal de Indaiatuba, Prefeitura Municipal de Indaiatuba e Prefeitura Municipal de Mogi das Cruzes)

• Professor (Julio Cesar de S. Loureiro, Luciana Aparecida Farias e Tereza Cristina Melo de B. Carvalho)

• Estudante (Anderson Moura dos Santos, Cláudia Lopes Borio e Gabriel Estevam Domingos)

O evento, que reforça a preocupação da FecomercioSP com a responsabilidade corporativa e o desenvolvimento sustentável a fim de sensibilizar a comunidade empresarial de que a construção de uma sociedade mais justa não é apenas tarefa do poder público, ocorre por meio de seu Conselho de Sustentabilidade, em parceria com a Fundação Dom Cabral (FDC), por intermédio do Centro de Desenvolvimento do Varejo Responsável (CDVR).

Vale lembrar que a premiação aos vencedores de cada categoria ocorrerá no dia 11 de abril.

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José Goldemberg recebe Prêmio Zayed de Energia do Futuro

O físico José Goldemberg, presidente do Conselho de Sustentabilidade da FecomercioSP, ganhou o Prêmio Zayed de Energia do Futuro (Zayed Future Energy Prize) na categoria Life Achievement, concedido a profissionais de destaque na área de energia renovável. O prêmio de US$ 500 mil foi entregue pelo xeique Mohammed bin Zayed Al Nahyan, príncipe herdeiro de Abu Dhabi em uma cerimônia na capital dos Emirados Árabes Unidos.

“Fiquei admirado por ter recebido o prêmio, porque não só é um reconhecimento do trabalho científico que tenho feito, mas também de que a bioenergia é um ingrediente importante para um futuro sustentável”, diz Goldemberg.

Segundo Goldemberg, nos anos anteriores – esta é a quinta edição do Zayed de Energia do Futuro – eram laureados trabalhos em energia fotovoltaica e eólica e sobre conservação de energia. “É a primeira vez que eles premiam alguém cujo trabalho principal não foi nessa área, mas em bioenergia, o que chama atenção, porque se trata de um prêmio concedido no Oriente Médio”, afirma o físico em entrevista à Agência Fapesp.

O júri foi composto por personalidades como o presidente da Islândia, Ólafur Ragnar Grímsson, a ex-reitora do Massachusetts Institute of Techology (MIT) Susan Hofkfield e o ator e ativista norte-americano Leonardo DiCaprio. Foram avaliados o impacto, a inovação, a visão a longo prazo e a liderança nas áreas de energia renovável e sustentabilidade ao longo da carreira dos indicados.

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Inscrições para 3º Prêmio Fecomercio de Sustentabilidade estão chegando ao fim

As inscrições para o 3º Prêmio Fecomercio de Sustentabilidade terminam em 30 de novembro. Para incluir o seu projeto no concurso, basta acessar o site.

Nesta edição, a premiação promovida pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), em parceria com a Fundação Dom Cabral (FDC), tem como foco o quesito inovação e concederá a cada um dos vencedores um título de capitalização ou previdência no valor de R$ 15 mil.

A avaliação dos projetos será baseada nos critérios relevância para o negócio, amplitude, resultado e nível de atendimento de um ou mais itens que compõem os 16 Princípios do Varejo Responsável, estabelecidos pela FDC.

Uma das novidades desta edição é a premiação para a Indústria, integrada às categorias Microempresa, Pequena/Média Empresa, Grande Empresa e Entidade Empresarial/Sindical, além das categorias Órgão Público e Academia (Professor e Estudante).

Na edição passada, o Prêmio contou com 314 projetos inscritos, de 19 Estados, das cinco regiões do Brasil. Foram selecionados 28 finalistas que concorreram nas categorias Empresa (Microempresa, Pequena/Média Empresa, Grande Empresa e Entidade Empresarial/Sindical), Órgão Público e Academia (Professor e Estudante).

Conheça os Princípios do Varejo Responsável

São constituídos por 16 elementos construídos como resultado dos trabalhos de pesquisa e de validação de conteúdo realizados pelo Centro de Desenvolvimento do Varejo Responsável, e que representam uma sugestão de conduta a ser adotada pelas empresas em suas práticas sustentáveis. Confira cada um dos 16 Princípios do Varejo Sustentável.

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A sustentabilidade irá nortear também o mercado mundial de vinhos

Aproveitando o aumento do consumo de vinho no País e a preocupação cada vez maior do consumidor em saber como e de onde vêm os produtos que está consumindo, o Comitê do Vinho e o Conselho de Sustentabilidade da FecomercioSP realizaram o debate Vinho e Sustentabilidade, no último dia 05.

O evento contou com a presença de produtores e importadores que ressaltaram as vantagens e a tendência do cultivo da uva e da produção de vinhos cada vez mais voltados para a preservação do meio ambiente, uma filosofia já utilizada em 5% da produção mundial de vinhos, em que se destacam França e Itália e que tem o maior número de consumidores na Alemanha.

Ouça no podcast o que disseram os palestrantes do evento.

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Instituto Millenium realiza evento sobre economia verde

O Instituto Millenium realizou no dia 31 de outubro 2012, o evento “Economia verde: exemplos de empresas orientadas para a sustentabilidade”, na FecomercioSP. Foram apresentadas iniciativas de desenvolvimento sustentável no país. Cases de sucesso mostraram como agir com transparência, produtividade e resultado, sem deixar de lado a preocupação com o impacto de suas atividades para o meio ambiente, estimulando pesquisas e investimentos na área.

Na abertura, José Goldemberg, ex-ministro do Meio Ambiente e presidente do Conselho de Sustentabilidade da FecomercioSP, deu boas-vindas aos participantes e destacou a importância do evento: “A Fecomercio está muito alinhada aos pensamentos do Imil. Ficamos muito felizes em apoiar esta iniciativa”. Goldemberg afirmou que na época da Rio 92 todos imaginavam que a mudança em direção a uma sociedade mais sustentável viria do topo, das altas esferas governamentais. O ex-ministro lembrou que, “passados 20 anos, não se pode mais esperar por isso: A mudança precisa do apoio de todas as esferas da sociedade”.

José Goldemberg, presidente do Conselho de Sustentabilidade da FecomercioSP, palestrou no evento

No primeiro painel, “Case study: Suzano, Natura e Ambev”, os representantes das empresas mostraram como estão estimulando investimentos em sustentabilidade. O cientista político e especialista do Instituto Millenium Eduardo Viola disse que um evento como esse seria “impensável há 10 anos”.

Em sua apresentação, Alexandre Di Ciero, gerente executivo de sustentabilidade da Suzano Papel e Celulose, alertou que cada vez mais os consumidores vão pautar suas compras “na análise da pegada de carbono” e destacou que “o solo é o maior patrimônio da Suzano”. Di Ciero informou que a empresa trabalha com a certificação FSC (Forestry Stewardship Council) em toda a cadeia: “Temos hoje 72 propriedades de fornecedores FSC. A empresa que não tem o selo perde competitividade. O cliente exige”, explicou. O painelista lembrou que a Suzano é pioneira na medição da quantidade de CO2 que emite: “É uma política presente em toda a cadeia produtiva, desde o plantio até a comercialização”.

Natura

Denise Alves, diretora de sustentabilidade da Natura, lembrou que a empresa foi a primeira a lançar produtos com refil. Segundo ela, a escolha dos fornecedores passa por avaliação criteriosa de sustentabilidade: “A Natura reduziu emissões de carbono em 25,4% desde 2006”.
A representante ressaltou ainda que o “Compromisso 2020” é gerar negócios de biodiversidade na Amazônia: “Queremos aumentar de 10% para 30% o consumo de insumos produzidos na região”. Alves ressaltou ainda que a empresa quer fomentar a pesquisa nas universidades da região. “Queremos transformar a Amazônia no Vale do Silício brasileiro”, explica.

Ambev

Ricardo Amorim, diretor de relações socioambientais da Ambev, afirmou que a missão da empresa é levar a economia verde para dentro das casas: “É preciso o engajamento de todos”. Ele diz que bater metas de conservação da água é fundamental para a política ambiental da Ambev.
Mércia Cristina Guimarães, especialista de meio ambiente, também da empresa de bebidas, disse que a conservação de água é uma meta importante para a companhia. “Tivemos 34 grandes iniciativas de diminuição do uso da água em 2011. Hoje temos uma economia anual de 1.385.000 m3 de água”.A painelista acrescentou que, antes de reciclar, a empresa quer também reduzir o uso de materiais.

Sustentabilidade x Desenvolvimento

Mariana Meirelles, vice-presidente do Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento e mediadora do painel “Sustentabilidade X desenvolvimento”, abriu o segundo ciclo de debates explicando que a economia verde é só um instrumento para se chegar a uma sociedade sustentável. Não é uma substituição.

Para Pedro Moura Costa, sócio-fundador da Bolsa de Valores Ambientais do Rio de Janeiro (BVRio), associação sem fins lucrativos, o setor verde é interessante economicamente. “O setor de baixo carbono envolve 9000 empresas e gera 160 mil empregos em Londres”. O palestrante abordou as várias formas de trabalhar com a economia verde, seja com créditos de sequestro de carbono, créditos de conservação florestal e cotas de reserva ambiental. Para Costa, o maior desafio à combinação desenvolvimento e sustentabilidade é cultural: “Ainda existe uma resistência à mudança”.
Ivan Tomaselli, diretor presidente da STCP Engenharia de Projetos Ltda, empresa de consultoria ambiental, afirmou que a sustentabilidade é uma questão inerente a qualquer atividade, seja ela pública ou privada. “A competitividade é fundamental para assegurar a sustentabilidade”, conclui.
Para João Accioly, diretor-presidente da Bio100 Agroindustrial S.A, empresa que trabalha com um portfólio de agricultura, óleos vegetais e energia, a sustentabilidade está ligada à maximização do uso do espaço. “As fazendas da empresa têm cerca de 40% de cobertura vegetal”.

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Empresa de iluminação a LED estará na Expocietec 2012

A fim de ingressar no crescente mercado de iluminação a LED, a Inoveled contou com o apoio do Centro de Inovação, Empreendedorismo e Tecnologia (Cietec) para estruturar a empresa e ganhar a credibilidade dos primeiros clientes. Incubada no início de 2011, a empresa buscou o auxilio da entidade para o aprimoramento em áreas administrativas e de mercado, para consolidar a ideia.

De acordo com Sérgio Corrêa, engenheiro de Aplicação da Inoveled, faz toda a diferença para uma startup ter a chancela do Cietec. Ele salienta que em algumas situações, empresas estreantes precisam de um histórico de sucesso, que ainda não possuem, para serem levadas a sério nas primeiras visitas a grandes clientes. “Ser incubada dá um status de micro-pequena empresa com futuro”, afirma Corrêa. Além da credibilidade que o Cietec proporciona, por ser a maior incubadora da América Latina, a empresa usufrui também de inúmeras palestras, coaching em gestão, formação de preço, patentes, desenvolvimento de marca, feiras, assessoria de imprensa, elaboração de projetos de subvenção, entre outras opções que a entidade disponibiliza para as suas incubadas.

A Inoveled é uma empresa especializada em iluminação a LED e iluminação corporativa. Conta com uma linha de luminárias especialmente desenvolvidas para ambientes corporativos, escolas, lojas, postos de gasolina, farmácias e hospitais.

As lâmpadas LED não emitem radiação ultravioleta (UV) preservando as cores de seus objetos e quadros. Além da economia, o cliente pode escolher a cor da luz e até optar por lâmpadas RBG que reproduzem mais de 6.000 cores incluindo azul neon. Segundo a empresa, a iluminação a LED tem qualidade e durabilidade superiores às lâmpadas incandescentes, além de proporcionarem uma economia energética de até 90%.

Nascida de uma ideia inovadora, que cresceu e ganhou forma no Cietec, hoje a empresa conta com mais de 15 clientes e está em fase de desenvolvimento de novos parceiros comerciais. Agora a Inoveled leva a sua experiência de sucesso a Expocietec 2012 – Exposição e Conferência de Inovação e Empreendedorismo de Base Tecnológica. O evento, que será realizado nos dias 15 e 16 de outubro, na sede da FecomercioSP, será um grande encontro brasileiro do empreendedorismo, com expositores nas áreas de Biotecnologia, Tecnologia da Informação, Medicina e Saúde, Sustentabilidade, Eletroeletrônica e Química.

A programação contará com uma Rodada de Negócios, onde os empreendedores participantes da Expocietec 2012 apresentarão seus produtos e serviços para potenciais clientes, em SeedForum, com foco em investidores e a Conferência, cujo tema central é “O Mapa da Inovação na Micro e Pequena Empresa”.

O Expocietec tem o patrocínio do CNPQ e apoio da Anpei; Amprotec; Assespro; BRAiN; Ciesp; Clarke, Modet &Co – Brasil; Exponor; PTO de Contato; Sebrae e MyJobSpace.

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FecomercioSP discutirá melhorias para São Paulo

O planejamento atual da cidade de São Paulo não corresponde às expectativas de quem transita diariamente pelas ruas de SP: de um lado pedestres com espaço limitado para transitar e de outro, carros engarrafados por todas as regiões da metrópole. Além do trânsito, poluição, barulho e violência, são problemas que também fazem parte de uma cidade grande como São Paulo. Pensando nisso, o Conselho de Mobilização e Integração Comunitária da FecomercioSP realizará um debate “São Paulo para Pessoas”, também baseado no projeto “Cidade para Pessoas”, da jornalista Natália Garcia.

Nos painéis, coordenados pela jornalista, serão abordadas ações de planejamento urbanístico, quanto ao aproveitamento dos espaços públicos, para que São Paulo seja uma cidade mais agradável, seguindo exemplos de grandes capitais de Países desenvolvidos.

Entre os palestrantes estão Beth Salgado, autora do livro Planejamento Urbano de Bairros, que vai falar sobre como o urbanismo pode se dar em escala local, pensando apenas no bairro a partir do estudo de caso do plano de Perus. Alexandre Delijaicov, autor do projeto Anel Hidroviário de São Paulo, apresentará o projeto “como fazer com que os rios Tietê e Pinheiros sejam navegáveis até 2040”, criando um anel hidroviário na cidade. Ladislau Dowbor, doutor em ciências econômicas e conselheiro do Instituto Pólis, abordará a importância de produzir indicadores para o planejamento de uma cidade.

Além deles, Lucas Foster, do Movimento São Paulo Cidade Criativa, fará um panorama sobre o olhar criativo da cidade. Lucas Pretti, do Movimento Baixo Centro, apresentará o case “Movimento artístico de ocupação civil do centro de São Paulo financiado por crowdfunding”.

Gostou? Participe! As inscrições são gratuitas e limitadas, e podem ser feitas pelo site.

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Esclarecimento sobre a distribuição de sacolas plásticas pelo comércio

Em continuidade ao debate sobre a distribuição das sacolinhas plásticas a Assessoria Jurídica da FecomercioSP esclarece os seguintes pontos:

1. No Estado de São Paulo não existe legislação que proíba a distribuição de sacolas plásticas;
2. Em vários municípios foram publicadas leis que proíbem a distribuição gratuita de sacolas plásticas pelo comércio, sendo que a maioria destas leis teve seus efeitos anulados pelo Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo;
3. A Associação Paulista de Supermercados (APAS) firmou protocolo voluntário de intenções com Governo Estadual, com efeitos apenas entre seus associados, para deixar de distribuir as sacolas descartáveis nas lojas;
4. Posteriormente, foi assinado um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com o Ministério Público do Estado de São Paulo e a APAS, para garantir a redução gradual da distribuição das sacolas, com prazo para adaptação dos consumidores;
5. Em 19 de junho o Conselho Superior do Ministério Público não homologou o TAC. Sendo que a falta de homologação, nos termos do art. 9º, § 4º da Lei 7.343/85 (Lei da Ação Civil Pública) enseja a designação de outro órgão do Ministério Público para ajuizamento de Ação Civil Pública, que neste caso, seria contra o protocolo voluntário firmado entre a APAS e o Governo do Estado de São Paulo, para requerer sua nulidade;
6. O Conselho Superior do Ministério Público determinou que a APAS e demais supermercados encontrem uma forma de que o consumidor não fique em situação de desvantagem, diante da situação que antes desfrutava;
7. A APAS informou que apresentará ao Governo do Estado de São Paulo uma nova proposta para ajudar os consumidores a se adaptarem à substituição das sacolas descartáveis nos supermercados;
8. Em 25 de junho, a juíza da 1º Vara Central da capital, na Ação Civil Pública movida pela Associação Civil SOS Consumidor contra a APAS, Sonda Supermercados, Walmart e Companhia Brasileira de Distribuição, deferiu a tutela de urgência e determinou que os supermercados;
a) em 48 horas, adotem providências necessárias e retornem o fornecimento de embalagens (sacolas) adequadas e em quantidade suficiente para que os consumidores levem suas compras, gratuitamente;
b) em 30 dias, passem a fornecer, também gratuitamente e em quantidades suficiente, embalagens de material biodegradável ou de papel adequadas para que os consumidores levem suas compras;
c) proibição da cobrança por embalagens para acondicionamento de compras.

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