Teatro Raul Cortez

Um Amor de Vinil

Em Cartaz

Um Amor de Vinil

O Teatro Raul Cortez recebe, a partir de 11 de novembro, o musical “Um Amor de Vinil”. Sob direção de André Paes Leme, a peça é estrelada pela atriz Françoise Forton e pelo ator Maurício Baduh, acompanhados pelo ator e músico Marco Gérard.

O musical conta o romance de Amanda (Françoise Forton) e Maurício (Maurício Baduh), personagens muito diferentes que se envolvem embalados por 22 clássicos da música popular brasileira.

Dona de uma loja de discos de vinil, que sobreviveu ao auge do CD, Amanda nunca se prendeu, de verdade, a homem algum. Mas acaba tendo um relacionamento com um dos seus clientes mais fiéis, Maurício, que é casado, em função do interesse comum pela música. Martinho (Marco Gérard) faz a transição das emoções e sentimentos, através das canções.

Segundo Flavio Marinho, autor da peça, “Um Amor de Vinil” é um “espetáculo que aborda a memória emotiva através da música e do humor, que retrata o amor como agente de transformação”. Ele define o musical como “uma história de amor entre um homem que ensina uma mulher a chorar e uma mulher que ensina um homem a sorrir”.

Confira o repertório do musical:

1) “É Papo Firme” – Renato Corrêa e Donaldson Gonçalves
2) “Ar de Bom Moço” – Niquinho e Othon Russo
3) “Negro Gato” – Getúlio Cortes
4) “Nasci pra Chorar” – Dio Dimucci – Versão Erasmo Carlos
5) “Não Precisa Chorar” – Edson Ribeiro
6) “Rua Ramalhete” – Ney Azambuja e Tauito
7) “Só Vou Gostar de Quem Gosta de Mim” – Rossini Pinto
8) “Revelação” – Clodô Ferreira e Clésio Ferreira
9) “Começar de Novo” – Ivan Lins e Vitor Martins
10) “Custe o que Custar” – Edson Ribeiro e Hélio Justo
11) “É Tempo de Amar” – José Ari e Pedro Camargo
12) “Falando Sério” – Maurício Duboc e Carlos Colla
13) “Você Pediu e Eu Já Vou Daqui” – Antônio Marcos
14) “Evidências” – José Augusto e Paulo Sérgio Valle
15) “O Tempo Vai Apagar” – Getúlio Cortes e Paulo César Barros
16) “Esqueça” – M. Anthony e Roberta Corte Leal
17) “Como Vai Você” – Antônio Marcos
18) “Outra Vez” – Isolda
19) “Muito Romântico” – Caetano Veloso
20) “Nuvem de Lágrimas” – Paulo Debétio e Paulinho Rezende
21) “Paula e Bebeto” – Milton Nascimento e Caetano Veloso
22) “Toda Forma de Amor” – Lulu Santos

Ficha Técnica:

Texto: Flávio Marinho
Direção: André Paes Leme
Direção musical: Liliane Secco
Música tema: Liliane Secco e Flávio Marinho 
Elenco: Françoise Forton e Mauricio Baduh
Ator / músico: Marco Gérard
Cenário: Carlos Alberto Nunes
Figurinos: Ticiana Passos
Iluminação: Paulo Denizot
Direção Coreográfica: Marina Salomon
Programação visual: Felipe Braga
Fotografia: Pedro Murad
Direção de produção: Elaine Moreira
Produção e assessoria de imprensa: Barata Comunicação

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Um Amor de Vinil

11/11/2016 a 18/12/2016

Sexta a domingo

Sexta às 21h30
Sábado às 21h
Domingo às 17h

Ingressos:
R$ 80 (inteira), R$ 40 (meia).

Recomendação etária: 
a partir de 12 anos. 

Programação Receba a programação
do Teatro Raul Cortez

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Bilheteria

Terça a domingo

Terça a quinta das 14h até as 20h.

Sexta a domingo das 14h até o início do espetáculo.

Contato:

Telefones 
(11) 3254-1631 ou (11) 3254-1632

Local 
Rua Dr. Plínio Barreto, 285 Bela Vista, São Paulo, SP

Estacionamento no Local

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Sobre o Teatro

Inaugurado como Teatro Fecomercio em 2005, tornou-se um dos principais espaços dedicados ao meio artístico-cultural. Em razão de sua representatividade e, também, em homenagem a um dos maiores atores brasileiros, ganhou, mais tarde, o nome de Teatro Raul Cortez. A versatilidade de suas instalações permitiu, ainda, que o ambiente fosse utilizado tanto para apresentações de grandes espetáculos, como para a realização de importantes eventos corporativos e, hoje, sua identidade reúne a imponência de sua estrutura e a grandiosidade do universo teatral.

O teatro já foi palco de peças clássicas e contemporâneas como "A Tempestade", de William Shakespeare, que ganhou uma nova montagem sob a direção de Marcelo Lazzaratto; "Dom Juan de Moliére", dirigida por William Pereira, com Rodrigo Lombardi; “As favas com os escrúpulos”, dirigida por Jô Soares, com Bibi Ferreira e Juca de Oliveira (autor da peça); “As centenárias”, escrita por Newton Moreno, com as atrizes Andrea Beltrão e Marieta Severo; "A saga da bruxa Morgana e a família real", um texto de Alonso Alvarez e dirigida por Christiane Tricerri, com Rosi Campos e Tadeu de Pyetro; e "Raimunda, Raimunda", de Francisco Pereira da Silva, com direção e atuação de Regina Duarte.

Informações técnicas

- Capacidade para 513 lugares, sendo 10 espaços para portadores de necessidades especiais e 20 cadeiras extras
- Plataforma para acesso de cadeiras de roda
- Foyer com sanitários masculino, feminino e para portadores de necessidades especiais
- Bilheteria*
- 4 camarins climatizados com banheiro*
- 3 cabines de tradução climatizadas
- Cabine de audiovisual climatizada e equipada
- Sanitários para a área de apoio técnico
- Metragem do palco: 264m²*
- Boca de cena: 12,60 de largura x 5,00m de altura
- Altura do palco: 5,90m até as vigas e 1,15m entre as vigas
- Largura do palco: 19m*
- Profundidade do palco: 13,20m*
- Carga máxima estática e dinâmica admitida no palco: 500K
- Estacionamento no local

*Itens não contemplados na locação de espaço. Solicite o Rider Técnico para a locação desta área.

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Além de receber espetáculos variados e artistas de renome, nosso teatro também é palco de importantes debates, fóruns e seminários.

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Espaço

Conheça o espaço do Teatro Raul Cortez

Nome Completo:
Raul Christiano Machado Pinheiro de Amorim Cortez.

Nascimento:
28 de agosto de 1932 em São Paulo/SP - Brasil.

Morte:
18 de julho de 2006 (73 anos) em São Paulo/SP - Brasil.

Prêmios e Indicações

Teve duas indicações ao Grande Prêmio Cinema Brasil na categoria de melhor ator, por Lavoura Arcaica e O Outro Lado da Rua.

Recebeu o Prêmio Candango de melhor ator coadjuvante, no Festival de Brasília, por Capitu.

Recebeu os prêmios Molière, APCA (Associação Paulista dos Críticos de Arte) e Mambembe de melhor ator por seu desempenho na peça O Lobo de Ray-Ban.

Raul Cortez, o ator

"Um grande teatro à altura de um grande ator", a frase foi proferida pelo ilustre Paulo Autran na solenidade de inauguração. Amigo e admirador de Raul Cortez, Paulo Autran sabia da importância desta homenagem prestada pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) ao ator. Paulistano, nascido em 28 de agosto de 1932, Raul Cortez entrou para o teatro ao 22 anos para se consagrar um dos maiores nomes das artes cênicas brasileiras.

Seja no teatro, na TV ou no cinema, seus personagens continuam na memória do público. Sua longa trajetória inclui nada menos que 66 peças teatrais, 20 telenovelas, seis minisséries, 28 filmes e vários prêmios, entre eles cinco Molière – a mais importante premiação do teatro brasileiro.

Ousado e irreverente, Raul encarnou um travesti na peça “Os Monstros”, em 1969. No ano seguinte, surpreendeu o público ao protagonizar o primeiro nu do teatro brasileiro em “O Balcão”, de Jean Genet.A consagração nos palcos veio em 1979 com “Rasga Coração”, última peça escrita pelo reconhecido Oduvaldo Vianna Filho. No espetáculo, Raul vivia um amargurado funcionário público e ex-militante comunista, que terminava a peça amarrado por cordas nos pés e dependurado no ponto mais alto do palco.

No cinema também transitou por todos os gêneros. Destacam-se o romance policial “O Outro Lado da Rua”, em que protagonizou, ao lado de Fernanda Montenegro, uma história de amor na terceira idade. Esteve também em clássicos nacionais como “Lavoura Arcaica” e “Beto Rockefeller”.

Na televisão deu vida a tipos que continuam na memória do público. Quem não se lembra do italiano Jeremias Berdinazzi, da novela “O Rei do Gado”, papel que lhe rendeu reconhecimento internacional.

Sua última novela foi “Senhora do Destino”, em 2005. Devido ao avanço da doença que causaria sua morte no ano seguinte, ele teve que deixar o folhetim, mas retornaria às telas interpretando Antônio Carlos, na minissérie “JK”, a biografia do ex-presidente Juscelino Kubitschek.

Raul morreu às vésperas de completar cinquenta anos de carreira, em 18 de julho de 2006, em decorrência do agravamento de um câncer no pâncreas. Mas deixou sua marca na história e será sempre lembrado, principalmente neste Teatro que leva seu nome e traz sua trajetória expressa em um enorme painel interno que reúne os melhores momentos deste astro em cena.

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