<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" version="2.0"><channel><title>&lt;![CDATA[Sindicatos - FecomercioSP]]</title><link>http://www.fecomercio.com.br/sindicatos</link><description>&lt;![CDATA[Área de divulgação de notícias sobre sindicatos]]</description><lastBuildDate>Sun, 24 May 2026 08:40:02 -0300</lastBuildDate><language>pt-br</language><image><title>&lt;![CDATA[Sindicatos - FecomercioSP]]</title><link>http://www.fecomercio.com.br/sindicatos</link><url>http://www.fecomercio.com.br/upload/img/2021/05/18/60a436d93045b-portal_imgvazia.jpg</url></image><category>&lt;![CDATA[Sindicatos]]</category><item><title>&lt;![CDATA[Beleza Patronal ressalta risco de fragmentação do setor e defende manutenção da estética nos salões]]</title><link>http://www.fecomercio.com.br/noticia/beleza-patronal-ressalta-risco-de-fragmentacao-do-setor-e-defende-manutencao-da-estetica-nos-saloes</link><description>&lt;![CDATA[Com apoio da FecomercioSP, Sindicato afirma que medida amplia insegurança no setor e ameaça pequenos negócios integrados]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;O &lt;a href="https://belezapatronal.portaldocomercio.org.br/"&gt;Beleza Patronal&lt;/a&gt;, com apoio da &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br"&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt;, manifesta preocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o com discuss&amp;otilde;es que defendem a retirada dos servi&amp;ccedil;os de est&amp;eacute;tica das estruturas tradicionais dos sal&amp;otilde;es de beleza. Segundo o Sindicato, a medida amea&amp;ccedil;a um modelo multidisciplinar consolidado h&amp;aacute; d&amp;eacute;cadas e pode gerar impactos econ&amp;ocirc;micos, trabalhistas e regulat&amp;oacute;rios em todo o Pa&amp;iacute;s.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A discuss&amp;atilde;o ganhou for&amp;ccedil;a ap&amp;oacute;s posicionamentos ligados &amp;agrave; deputada federal Geov&amp;acirc;nia de S&amp;aacute; (Republicanos/SC), apontada por representantes do setor como apoiadora da proposta. Segundo o Beleza Patronal, a medida provocou forte rea&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre profissionais e empres&amp;aacute;rios que defendem a perman&amp;ecirc;ncia da est&amp;eacute;tica dentro dos sal&amp;otilde;es de beleza.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O Sindicato afirma que representantes do Movimento Nacional de Beleza e Est&amp;eacute;tica, representado por FecomercioSP, Beleza Patronal, &lt;a href="https://probeleza.org.br/"&gt;Sindicato Nacional Pr&amp;oacute;-Beleza&lt;/a&gt; e &lt;a href="https://www.saloesbrasil.com.br/"&gt;Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Brasileira de Servi&amp;ccedil;os de Beleza (ABSB&lt;/a&gt;), tentam formalizar uma agenda com a parlamentar desde 22 de outubro de 2025. Mesmo ap&amp;oacute;s sucessivos contatos e tentativas de aproxima&amp;ccedil;&amp;atilde;o, segundo as lideran&amp;ccedil;as do movimento, n&amp;atilde;o houve retorno do gabinete.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o do setor, a falta de di&amp;aacute;logo amplia a preocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos empres&amp;aacute;rios diante da possibilidade de avan&amp;ccedil;o de propostas que possam restringir a atua&amp;ccedil;&amp;atilde;o integrada entre est&amp;eacute;tica e sal&amp;otilde;es de beleza. Representantes do movimento afirmam ainda que a deputada estaria priorizando exclusivamente pautas defendidas por uma associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de esteticistas e cosmet&amp;oacute;logos do Rio de Janeiro, descrita no documento como uma entidade sem sede ou endere&amp;ccedil;o f&amp;iacute;sico.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Integra&amp;ccedil;&amp;atilde;o hist&amp;oacute;rica do setor&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O Beleza Patronal ressalta que a est&amp;eacute;tica no Brasil surgiu historicamente dentro dos pr&amp;oacute;prios sal&amp;otilde;es de beleza e que essa integra&amp;ccedil;&amp;atilde;o tamb&amp;eacute;m aparece formalmente na classifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o oficial das atividades econ&amp;ocirc;micas do Pa&amp;iacute;s. Segundo o Sindicato, a Classifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o Nacional de Atividades Econ&amp;ocirc;micas (CNAE) enquadra os servi&amp;ccedil;os de est&amp;eacute;tica na mesma categoria dos sal&amp;otilde;es de cabeleireiro, sob o c&amp;oacute;digo 96.02-5.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Outro ponto destacado pelo setor envolve as qualifica&amp;ccedil;&amp;otilde;es t&amp;eacute;cnica e acad&amp;ecirc;mica dos profissionais da beleza. O Sindicato rebate afirma&amp;ccedil;&amp;otilde;es de que o segmento n&amp;atilde;o tem base cient&amp;iacute;fica e sustenta que muitos cabeleireiros, barbeiros, maquiadores e profissionais da &amp;aacute;rea s&amp;atilde;o graduados e p&amp;oacute;s-graduados em cursos como Visagismo e Imagem Pessoal, Cosmetologia e Est&amp;eacute;tica Capilar, oferecidos por universidades e institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es tradicionais h&amp;aacute; d&amp;eacute;cadas. Para o Beleza Patronal, desconsiderar essa estrutura profissional significa ignorar a evolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o t&amp;eacute;cnica do setor e a forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o especializada constru&amp;iacute;da ao longo dos anos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Impactos econ&amp;ocirc;micos e sociais&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Segundo o Sindicato, a proposta pode atingir diretamente pequenos neg&amp;oacute;cios que operem em modelo integrado, especialmente em Estados com forte presen&amp;ccedil;a do segmento de beleza. O documento cita Santa Catarina como exemplo de mercado consolidado, com milhares de CNPJs funcionando de forma integrada.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o do movimento, retirar a est&amp;eacute;tica desses espa&amp;ccedil;os pode comprometer a viabilidade financeira de pequenos neg&amp;oacute;cios e afetar, principalmente, mulheres empreendedoras e trabalhadoras do setor, que representam a maior parte da for&amp;ccedil;a de trabalho da atividade de beleza e bem-estar.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O Beleza Patronal afirma que a preocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o n&amp;atilde;o se limita ao reflexo econ&amp;ocirc;mico, mas tamb&amp;eacute;m ao risco de fragmenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um segmento que historicamente opera de maneira multidisciplinar.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Declara&amp;ccedil;&amp;otilde;es em evento na Bahia geram rea&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Outro epis&amp;oacute;dio que ampliou a repercuss&amp;atilde;o do debate foi a divulga&amp;ccedil;&amp;atilde;o de v&amp;iacute;deos gravados durante um evento realizado na Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Comercial da Bahia (ACB), em Salvador. Na ocasi&amp;atilde;o, uma professora de Est&amp;eacute;tica questionou publicamente as qualifica&amp;ccedil;&amp;otilde;es t&amp;eacute;cnica e intelectual de profissionais de sal&amp;atilde;o para atuar no segmento est&amp;eacute;tico.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Segundo o documento apresentado pelo setor, a fala gerou indigna&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre empres&amp;aacute;rios e profissionais da beleza. &amp;ldquo;Discute-se que cabeleireiro, manicure, barbeiro possam ser considerados profissionais da beleza, esteticistas. S&amp;oacute; que h&amp;aacute; um grande detalhe: ao se sentar &amp;agrave; mesa com esses profissionais para atender e lecionar a respeito da pele, de algumas propriedades, eles n&amp;atilde;o t&amp;ecirc;m conhecimento. E, mais do que isso, existem pr&amp;eacute;-requisitos para se estar em alguns ambientes, e esses precisam ser respeitados&amp;rdquo;, afirmou a professora.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O Beleza Patronal afirma que a fala foi recebida com rep&amp;uacute;dio por representantes do setor, que interpretaram o posicionamento como uma tentativa de criar reservas de mercado e desqualificar profissionais da beleza.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;ldquo;Dizer que um profissional que domine a complexa qu&amp;iacute;mica capilar e a fisiologia n&amp;atilde;o tem capacidade ou pr&amp;eacute;-requisitos para atuar na est&amp;eacute;tica &amp;eacute; um erro t&amp;eacute;cnico crasso e um desrespeito humano&amp;rdquo;, declarou o Sindicato.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Mobiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o em Bras&amp;iacute;lia&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ainda segundo o Beleza Patronal, o setor continuar&amp;aacute; mobilizado em Bras&amp;iacute;lia para sensibilizar parlamentares e defender a manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o da est&amp;eacute;tica como atividade integrada aos sal&amp;otilde;es de beleza em todo o Brasil.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para o Sindicato, qualquer debate regulat&amp;oacute;rio precisa considerar a realidade operacional das empresas, a trajet&amp;oacute;ria hist&amp;oacute;rica do setor, a forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o t&amp;eacute;cnica dos profissionais e os impactos econ&amp;ocirc;micos e sociais de eventuais mudan&amp;ccedil;as sobre milhares de pequenos neg&amp;oacute;cios brasileiros.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Wed, 20 May 2026 14:17:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Acontece]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Sindiautoescola.SP alerta para agravamento da crise no setor após mudanças na regulamentação da CNH]]</title><link>http://www.fecomercio.com.br/noticia/sindiautoescola-sp-alerta-para-agravamento-da-crise-no-setor-apos-mudancas-na-regulamentacao-da-cnh</link><description>&lt;![CDATA[Com apoio da FecomercioSP, entidade destaca fechamento acelerado de empresas e perda de empregos formais no Estado de São Paulo]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;O &lt;a href="https://sp.sindautoescola.org.br/"&gt;&lt;strong&gt;Sindicato das Auto Moto Escolas e Centros de Formação de Condutores no Estado de São Paulo (Sindiautoescola.SP)&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;, com o apoio da &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br"&gt;&lt;strong&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;, chama a atenção para os efeitos da Resolução Contran 1.020/2025 sobre o setor de formação de condutores. Dados apurados recentemente pela FecomercioSP mostram um cenário de forte retração econômica, com aumento no fechamento de empresas, redução acelerada de empregos formais e dificuldade de adaptação das autoescolas às novas exigências regulatórias.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No Estado de São Paulo, o número de baixas de CNPJ no segmento cresceu 92% no quarto trimestre de 2025, na comparação com o mesmo período do ano anterior. Já no primeiro trimestre deste ano, o avanço foi de 72% em relação aos três primeiros meses do ano passado. Em âmbito nacional, o movimento segue a mesma tendência, com crescimento de 76% e 88%, respectivamente.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Mercado de trabalho&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Além do fechamento das empresas, o setor enfrenta um impacto direto sobre o mercado de trabalho. Em poucos meses, mais de 22 mil empregos formais foram eliminados no Brasil, afetando instrutores, equipes administrativas e outros profissionais ligados à cadeia de formação de condutores.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;São Paulo, principal mercado do segmento no País, registrou uma das situações mais críticas. Entre outubro de 2025 e fevereiro de 2026, o estoque de empregos formais caiu de forma expressiva, com perda de aproximadamente um terço dos postos de trabalho do setor, em apenas quatro meses.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os dados também mostram que o ritmo das demissões continua acelerando. Entre outubro de 2025 e fevereiro de 2026, os desligamentos cresceram 200% no Estado. Para o Sindiautoescola.SP, o cenário revela não apenas dificuldades operacionais, mas um problema estrutural que compromete a sustentabilidade econômica das empresas e a manutenção de profissionais qualificados no mercado.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Segundo o Sindicato, o setor necessita de diálogo técnico e avaliação dos efeitos práticos da regulamentação para evitar novos fechamentos e ampliar a previsibilidade aos empresários. A preocupação também envolve a segurança viária e a continuidade da formação qualificada de novos condutores.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A apuração integra as discussões do &lt;a href="https://representa.fecomercio.com.br/programa-i-nova"&gt;Programa (I)Nova&lt;/a&gt;, iniciativa voltada à modernização e ao fortalecimento dos Sindicatos Empresariais. A proposta é ampliar o debate sobre os impasses enfrentados pelas autoescolas e construir conteúdos que contribuam para informar empresários, trabalhadores e a sociedade sobre os reflexos das mudanças regulatórias no setor.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Tue, 19 May 2026 16:05:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Acontece]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Encontro em Pirassununga debate impactos da jornada de trabalho e transformação digital no varejo ]]</title><link>http://www.fecomercio.com.br/noticia/encontro-em-pirassununga-debate-impactos-da-jornada-de-trabalho-e-transformacao-digital-no-varejo</link><description>&lt;![CDATA[Reunião, sediada pelo Sincomercio Pirassununga, reuniu lideranças empresariais de 11 municípios da região nordeste do Estado]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;O poss&amp;iacute;vel fim da escala 6x1 e os impactos econ&amp;ocirc;micos para o setor produtivo estiveram no centro dos debates da reuni&amp;atilde;o da C&amp;acirc;mara Regional Nordeste do &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/public/conselhos/conselho-do-comercio-varejista"&gt;Conselho do Com&amp;eacute;rcio Varejista&lt;/a&gt;, &amp;oacute;rg&amp;atilde;o da &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/"&gt;&lt;strong&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;, realizada no dia 6 de maio, pelo &lt;a href="https://www.scvpirassununga.com.br/"&gt;&lt;strong&gt;Sindicato do Com&amp;eacute;rcio Varejista (Sincomercio) de Pirassununga&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;. O evento reuniu representantes de 11 Sindicatos Patronais da regi&amp;atilde;o para discutir temas considerados estrat&amp;eacute;gicos aos empres&amp;aacute;rios do com&amp;eacute;rcio varejista.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Durante a reuni&amp;atilde;o, a FecomercioSP advertiu sobre os &lt;strong&gt;impactos do poss&amp;iacute;vel fim da escala 6x1 e da redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o da jornada semanal de trabalho por imposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o legal.&lt;/strong&gt; Um estudo da Entidade &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/fim-da-escala-6x1-custo-de-ate-r-610-bilhoes-na-folha-penalizara-quem-mais-gera-empregos"&gt;estima uma eleva&amp;ccedil;&amp;atilde;o de at&amp;eacute; &lt;strong&gt;R$ 158 bilh&amp;otilde;es&lt;/strong&gt; na folha de pagamentos&lt;/a&gt; em um cen&amp;aacute;rio conservador. Al&amp;eacute;m disso, a redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o da jornada de 44 para 40 horas pode &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/desemprego-e-aumento-do-custo-de-vida-sao-efeitos-nocivos-do-fim-da-escala-6x1-afirma-lucas-redecker"&gt;&lt;strong&gt;elevar o custo da hora trabalhada entre&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;10% e 22%&lt;/strong&gt;, muito acima do padr&amp;atilde;o hist&amp;oacute;rico de 1% a 3%&lt;/a&gt;. Esse choque de custos, sem ganhos de produtividade, comprometeria a competitividade das empresas e poderia inviabilizar opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es, sobretudo em setores intensivos em m&amp;atilde;o de obra.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A FecomercioSP tamb&amp;eacute;m destacou que &lt;strong&gt;Micro, Pequenas e M&amp;eacute;dias Empresas (MPMEs) seriam as mais afetadas,&lt;/strong&gt; principalmente nos setores de Com&amp;eacute;rcio, Constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o e Agroneg&amp;oacute;cio, que dependem de opera&amp;ccedil;&amp;atilde;o cont&amp;iacute;nua e m&amp;atilde;o de obra intensiva. De acordo com a Entidade, o aumento dos custos pode &lt;strong&gt;reduzir contrata&amp;ccedil;&amp;otilde;es, pressionar pre&amp;ccedil;os, diminuir a competitividade e at&amp;eacute; inviabilizar neg&amp;oacute;cios.&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para al&amp;eacute;m dos preju&amp;iacute;zos &amp;agrave;s empresas, a ideia de &lt;strong&gt;mudar a jornada de trabalho&lt;/strong&gt; por via legal ou constitucional &lt;strong&gt;afetar&amp;aacute; prefeituras, governos estaduais e at&amp;eacute; mesmo a Uni&amp;atilde;o, que adotam o modelo de terceiriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de servi&amp;ccedil;os&lt;/strong&gt; e, dessa forma, ter&amp;atilde;o que arcar com a eleva&amp;ccedil;&amp;atilde;o da folha de pagamento das empresas contratadas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Por isso, a Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o refor&amp;ccedil;ou o posicionamento de que &lt;strong&gt;mudan&amp;ccedil;as na jornada laboral devem ocorrer por meio de negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva, respeitando as particularidades de cada setor econ&amp;ocirc;mico.&lt;/strong&gt; A FecomercioSP e seus Sindicatos filiados v&amp;ecirc;m atuando de forma permanente no Congresso Nacional, no Executivo e junto a autoridades de diferentes inst&amp;acirc;ncias para sensibilizar parlamentares e defender um di&amp;aacute;logo equilibrado sobre o tema.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A reuni&amp;atilde;o &amp;mdash; que teve como anfitri&amp;atilde;o o presidente do Sincomercio Pirassununga, Paulo Alonso &amp;mdash; contou com as participa&amp;ccedil;&amp;otilde;es do &lt;a href="https://www.instagram.com/ivodallacqua.oficial/"&gt;presidente em exerc&amp;iacute;cio da FecomercioSP, Ivo Dall&amp;rsquo;Acqua J&amp;uacute;nior&lt;/a&gt;, do assessor jur&amp;iacute;dico Paulo Igor de Souza e da assessora Kelly Carvalho, ambos tamb&amp;eacute;m da Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, al&amp;eacute;m do presidente do Conselho do Com&amp;eacute;rcio Varejista e do &lt;a href="https://sincomercioararaquara.com.br/"&gt;Sincomercio Araraquara&lt;/a&gt;, Ant&amp;ocirc;nio Deliza Neto. Tamb&amp;eacute;m estiveram presentes representantes de Sindicatos Patronais pertencentes &amp;agrave; C&amp;acirc;mara Regional Nordeste nas cidades de Ribeir&amp;atilde;o Preto, Ituverava, S&amp;atilde;o Jos&amp;eacute; do Rio Pardo, Sert&amp;atilde;ozinho, Ja&amp;uacute;, Bebedouro, Botucatu, Franca, S&amp;atilde;o Carlos e S&amp;atilde;o Jo&amp;atilde;o da Boa Vista.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;ldquo;Receber um encontro regional como esse ressalta o protagonismo da cidade no com&amp;eacute;rcio varejista do interior paulista e cria uma oportunidade importante para troca de experi&amp;ecirc;ncias, alinhamento institucional e fortalecimento dos neg&amp;oacute;cios da nossa regi&amp;atilde;o. &amp;Eacute; fundamental que os sindicatos estejam unidos para discutir temas que afetam diretamente a atividade empresarial e o desenvolvimento econ&amp;ocirc;mico local&amp;rdquo;, destacou Alonso.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Empreendedorismo e transforma&amp;ccedil;&amp;atilde;o digital&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Al&amp;eacute;m do debate sobre jornada de trabalho, a programa&amp;ccedil;&amp;atilde;o tamb&amp;eacute;m trouxe conte&amp;uacute;dos voltados para o fortalecimento da atividade empresarial. Em palestra conduzida pelo assessor Paulo Igor, foram abordadas estrat&amp;eacute;gias para aumentar as chances de sucesso ao empreender no varejo, com destaque para planejamento financeiro, escolha do ponto comercial, defini&amp;ccedil;&amp;atilde;o do regime tribut&amp;aacute;rio e formaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o adequada da empresa. O conte&amp;uacute;do enfatizou ainda a import&amp;acirc;ncia do conhecimento do mercado e da estrutura&amp;ccedil;&amp;atilde;o jur&amp;iacute;dica correta para garantir sustentabilidade aos neg&amp;oacute;cios.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Outro tema apresentado foi a transforma&amp;ccedil;&amp;atilde;o digital no varejo, conduzido por Kelly Carvalho. A economista afirmou que o setor enfrenta press&amp;atilde;o crescente sobre margens em raz&amp;atilde;o dos juros elevados, da concorr&amp;ecirc;ncia digital e do novo perfil do consumidor, cada vez mais conectado e sens&amp;iacute;vel a pre&amp;ccedil;os. Segundo a especialista, investir em canais digitais, integra&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre plataformas, uso de dados e estrat&amp;eacute;gias &lt;strong&gt;omnichannel&lt;/strong&gt; deixou de ser diferencial para se tornar condi&amp;ccedil;&amp;atilde;o essencial de competitividade e sobreviv&amp;ecirc;ncia no mercado atual.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Fri, 15 May 2026 14:44:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Acontece]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Piracicaba sedia reunião regional com  debates estratégicos para o Varejo]]</title><link>http://www.fecomercio.com.br/noticia/piracicaba-sedia-reuniao-regional-com-debates-estrategicos-para-o-varejo</link><description>&lt;![CDATA[Encontro, realizado pelo Sincomercio Piracicaba, reuniu lideranças empresariais com o objetivo de discutir jornada de trabalho, empreendedorismo e transformação digital]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;O possível fim da escala 6x1 e os impactos econômicos para o setor produtivo estiveram no centro das discussões da reunião da Câmara Regional Sudeste do Conselho do Comércio Varejista (CCV), órgão da &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br"&gt;&lt;strong&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;, realizada na última terça-feira (5), pelo &lt;a href="http://www.sincomerciopiracicaba.com.br/"&gt;&lt;strong&gt;Sindicato do Comércio Varejista (Sincomercio) de Piracicaba&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;. O encontro reuniu representantes de oito sindicatos patronais da região para discutir temas considerados estratégicos para os empresários do comércio varejista.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Durante a reunião, a Federação alertou para os &lt;strong&gt;impactos do possível fim da escala 6x1 e da redução da jornada semanal de trabalho por imposição legal.&lt;/strong&gt; Um estudo da Entidade estima uma elevação &lt;a href="https://fecomercio.com.br/noticia/reducao-de-jornada-de-trabalho-para-40-horas-custaria-r-158-bilhoes-as-empresas-calcula-fecomerciosp"&gt;de até &lt;strong&gt;R$ 158 bilhões&lt;/strong&gt; na folha de pagamentos&lt;/a&gt; em um cenário conservador. Além disso, a redução da jornada de 44 para 40 horas pode &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/desemprego-e-aumento-do-custo-de-vida-sao-efeitos-nocivos-do-fim-da-escala-6x1-afirma-lucas-redecker"&gt;&lt;strong&gt;elevar o custo da hora trabalhada entre&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;10% e 22%&lt;/strong&gt;, muito acima do padrão histórico, de 1% a 3%&lt;/a&gt;. Esse choque de custos, sem ganhos de produtividade, comprometeria a competitividade das empresas e poderia inviabilizar operações, sobretudo em setores intensivos em mão de obra.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A FecomercioSP também destacou que &lt;strong&gt;Micro, Pequenas e Médias Empresas (MPMEs) seriam as mais afetadas,&lt;/strong&gt; principalmente nos setores de comércio, construção e agronegócio, que dependem de operação contínua e mão de obra intensiva. De acordo com a Federação, o aumento dos custos pode &lt;strong&gt;reduzir contratações, pressionar preços, diminuir a competitividade e até inviabilizar negócios.&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para além dos prejuízos às empresas, a ideia de &lt;strong&gt;mudar a jornada de trabalho&lt;/strong&gt; por via legal ou constitucional &lt;strong&gt;afetará prefeituras, governos estaduais e até mesmo a União, que adotam o modelo de terceirização de serviços&lt;/strong&gt; e, dessa forma, terão que arcar com a elevação da folha de pagamento das empresas contratadas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Diante disso, a Entidade reforçou o posicionamento de que &lt;strong&gt;mudanças na jornada de trabalho devem ocorrer por meio de negociação coletiva, respeitando as particularidades de cada setor econômico.&lt;/strong&gt; A FecomercioSP e seus Sindicatos filiados vêm atuando de forma permanente no Congresso Nacional, no Executivo e junto a autoridades de diferentes instâncias para sensibilizar parlamentares e defender um diálogo equilibrado sobre o tema.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A reunião — que teve como anfitrião o presidente do Sincomercio Piracicaba, Itacir Nozella — contou com as participações do &lt;a href="https://www.instagram.com/ivodallacqua.oficial/"&gt;presidente em exercício da FecomercioSP, Ivo Dall’Acqua Júnior&lt;/a&gt;, do assessor jurídico Paulo Igor de Souza e da assessora Kelly Carvalho, ambos também da Federação, além do presidente do &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/conselhos/conselho-do-comercio-atacadista"&gt;Conselho do Comércio Varejista da Entidade&lt;/a&gt; e do &lt;a href="https://sincomercioararaquara.com.br/"&gt;Sincomercio Araraquara&lt;/a&gt;, Antônio Deliza Neto. Também estiveram presentes representantes de Sindicatos Patronais pertencentes à Câmara Regional Sudeste nas cidades de Itu, Campinas, Rio Claro, Jundiaí, Itapira, Itapeva e Americana.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;“Receber uma reunião regional da FecomercioSP em Piracicaba é motivo de grande satisfação para o nosso Sindicato, especialmente por promover discussões tão relevantes e atuais para os empresários do Varejo. São temas que impactam diretamente a competitividade das empresas e o ambiente de negócios, reforçando a importância da atuação sindical e do diálogo permanente com o setor produtivo”, destacou Nozella.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Empreendedorismo e transformação digital&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Além do debate sobre jornada de trabalho, a programação também trouxe conteúdos voltados para o fortalecimento da atividade empresarial. Em palestra conduzida pelo assessor Paulo Igor, foram abordadas estratégias para aumentar as chances de sucesso ao empreender no setor, com destaque para planejamento financeiro, escolha do ponto comercial, definição do regime tributário e formalização adequada da empresa. O conteúdo reforçou ainda a importância do conhecimento do mercado e da estruturação jurídica correta para garantir sustentabilidade aos negócios.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Outro tema apresentado foi a transformação digital no Varejo, conduzido pela economista Kelly Carvalho. A especialista destacou que o setor enfrenta pressão crescente sobre margens em razão dos juros elevados, da concorrência digital e do novo perfil do consumidor, cada vez mais conectado e sensível a preços. Segundo a economista, investir em canais digitais, integração entre plataformas, uso de dados e estratégias &lt;strong&gt;omnichannel&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;deixou de ser diferencial para se tornar condição essencial de competitividade e sobrevivência no mercado atual.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Thu, 14 May 2026 13:34:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Acontece]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Empresas de Catanduva recebem orientação gratuita sobre as novas regras da NR-1]]</title><link>http://www.fecomercio.com.br/noticia/empresas-de-catanduva-recebem-orientacao-gratuita-sobre-as-novas-regras-da-nr-1</link><description>&lt;![CDATA[Sincomercio Catanduva e FecomercioSP explicam como lidar com riscos psicossociais no ambiente de trabalho, agora previstos em lei]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;Estresse, press&amp;atilde;o emocional e outros fatores que afetam a sa&amp;uacute;de mental dos trabalhadores fazem parte das responsabilidades legais das empresas, desde que entraram em vigor as novas regras da Norma Regulamentadora 1 (NR-1). Para esclarecer como lidar com esse cen&amp;aacute;rio, o &lt;strong&gt;Sindicato do Com&amp;eacute;rcio Varejista (Sincomercio) de Catanduva&lt;/strong&gt; &amp;mdash; com os apoios da &lt;strong&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/strong&gt;, do Sesc e do Senac &amp;mdash; promove a palestra gratuita &lt;strong&gt;NR-1 &amp;mdash; O que &amp;Eacute; e como se Preparar?&lt;/strong&gt; O evento ocorre no dia 5 de maio, &amp;agrave;s 19h30, na sede do Sincomercio.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O encontro &amp;eacute; voltado para empres&amp;aacute;rios, profissionais de Recursos Humanos (RH), contadores, t&amp;eacute;cnicos em seguran&amp;ccedil;a do trabalho e demais interessados. &lt;strong&gt;As inscri&amp;ccedil;&amp;otilde;es s&amp;atilde;o gratuitas e podem ser feitas pelo WhatsApp (17) 3531-5900.&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O objetivo &amp;eacute; orientar gestores sobre as recentes mudan&amp;ccedil;as da NR-1. Desde maio de 2025, passou a incluir, em car&amp;aacute;ter orientativo, os riscos psicossociais, como ansiedade, conflitos interpessoais e sobrecarga, entre outros aspectos que devem ser considerados na sa&amp;uacute;de e na seguran&amp;ccedil;a laboral. Agora, a partir de 26 de maio deste ano, come&amp;ccedil;am a valer as multas e autua&amp;ccedil;&amp;otilde;es a quem descumprir a norma. &lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Palestra&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O palestrante ser&amp;aacute; Eduardo Pastore, assessor jur&amp;iacute;dico da &lt;strong&gt;FecomercioSP&lt;/strong&gt; e especialista no tema. Ele alerta que o per&amp;iacute;odo de car&amp;aacute;ter orientativo e educativo da nova regra, conforme definido pelo Minist&amp;eacute;rio do Trabalho e Emprego (MTE), representou uma oportunidade valiosa para as empresas se adaptarem, servindo para evitar as autua&amp;ccedil;&amp;otilde;es imediatas. Contudo, com esse prazo se encerrando, &amp;eacute; necess&amp;aacute;rio estar preparado para as novas exig&amp;ecirc;ncias.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;ldquo;A mudan&amp;ccedil;a exige aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o e preparo, principalmente por parte dos pequenos neg&amp;oacute;cios, que muitas vezes n&amp;atilde;o contam com estrutura t&amp;eacute;cnica. Por isso, a palestra vai explicar justamente os caminhos para atender &amp;agrave; NR-1&amp;rdquo;, explica Pastore.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A &lt;strong&gt;FecomercioSP&lt;/strong&gt; e o &lt;strong&gt;Sincomercio Catanduva&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;destacam que, embora a inclus&amp;atilde;o dos riscos psicossociais seja importante, &amp;eacute; preciso garantir seguran&amp;ccedil;a jur&amp;iacute;dica e clareza sobre as obriga&amp;ccedil;&amp;otilde;es de cada empresa, considerando suas realidades e capacidades.&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Servi&amp;ccedil;o&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Palestra:&lt;/strong&gt; NR-1 &amp;mdash; O que &amp;Eacute; e como se Preparar?&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Data:&lt;/strong&gt; 5 de maio&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Hor&amp;aacute;rio:&lt;/strong&gt; 19h30&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Local:&lt;/strong&gt; Sincomercio Catanduva &amp;mdash; Avenida Benedito Zancaner, 720 &amp;mdash; Catanduva/SP&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Inscri&amp;ccedil;&amp;otilde;es pelo WhatsApp (17) 3531-5900&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Evento gratuito | Vagas limitadas&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Mon, 04 May 2026 16:25:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Acontece]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Reciclagem ganha fôlego com nova lei de aproveitamento de créditos tributários]]</title><link>http://www.fecomercio.com.br/noticia/reciclagem-ganha-folego-com-nova-lei-de-aproveitamento-de-creditos-tributarios</link><description>&lt;![CDATA[Atuação do setor garante correção de distorção histórica no PIS/Cofins, reduz custos e fortalece a cadeia de materiais recicláveis no País]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;Depois de anos travada por uma distor&amp;ccedil;&amp;atilde;o tribut&amp;aacute;ria, a cadeia da reciclagem finalmente ter&amp;aacute; melhor &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/setor-de-reciclagem-conquista-isencao-e-aproveitamento-de-creditos-tributarios?%2Fnoticia%2Fsetor-de-reciclagem-conquista-isencao-e-aproveitamento-de-creditos-tributarios="&gt;aproveitamento de cr&amp;eacute;ditos para compra e venda de res&amp;iacute;duos&lt;/a&gt;. A san&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Lei 15.394/2026 reequilibra a cobran&amp;ccedil;a de PIS e Cofins sobre materiais recicl&amp;aacute;veis, reduz custos e melhora a competitividade do setor.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Resultado de articula&amp;ccedil;&amp;atilde;o da &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br"&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt; com o &lt;a href="https://sindinesfa.org.br/"&gt;Sindicato do Com&amp;eacute;rcio Atacadista de Sucata Ferrosa e N&amp;atilde;o Ferrosa do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (Sindinesfa)&lt;/a&gt; e entidades do Com&amp;eacute;rcio, a nova regra permite isen&amp;ccedil;&amp;atilde;o na venda desses insumos e garante o aproveitamento de cr&amp;eacute;ditos tribut&amp;aacute;rios ao longo da cadeia.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A nova legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o, publicada em abril, tramitava no Congresso desde 2021. A norma altera dispositivos da chamada &amp;ldquo;Lei do Bem&amp;rdquo; e corrige um entrave que penalizava empresas de reciclagem. Agora, fornecedores de materiais como papel, vidro, pl&amp;aacute;stico e metais ficam isentos de recolher PIS e Cofins na venda, enquanto os compradores passam a ter direito ao cr&amp;eacute;dito desses tributos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Isso trar&amp;aacute; um sistema mais equilibrado. Quem compra insumos recicl&amp;aacute;veis pode abater valores na etapa seguinte, o que reduz o custo final e melhora a competitividade frente ao uso de mat&amp;eacute;ria-prima virgem. O benef&amp;iacute;cio alcan&amp;ccedil;a desde empresas estruturadas at&amp;eacute; cooperativas e organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es de catadores.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Corre&amp;ccedil;&amp;atilde;o de rota&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A mudan&amp;ccedil;a vem na esteira de uma decis&amp;atilde;o do Supremo Tribunal Federal (STF) que derrubou regras antigas e acabou eliminando incentivos que existiam havia d&amp;eacute;cadas. O resultado foi um cen&amp;aacute;rio de inseguran&amp;ccedil;a jur&amp;iacute;dica e aumento de custos para o setor. Com a nova lei, esse descompasso &amp;eacute; corrigido. A legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o anterior impedia o aproveitamento de cr&amp;eacute;ditos nas opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es com recicl&amp;aacute;veis, contrariando princ&amp;iacute;pios constitucionais ligados &amp;agrave; prote&amp;ccedil;&amp;atilde;o ambiental e &amp;agrave; diferencia&amp;ccedil;&amp;atilde;o de atividades conforme o seu impacto.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A atua&amp;ccedil;&amp;atilde;o conjunta do Sindicato com entidades do Com&amp;eacute;rcio foi decisiva para transformar o projeto em lei, conectando pautas econ&amp;ocirc;micas e ambientais para garantir um ambiente mais favor&amp;aacute;vel aos neg&amp;oacute;cios.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Efeitos para o setor&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O reflexo tende a ser direto no dia a dia das empresas. Com menor carga tribut&amp;aacute;ria e mais previsibilidade, o setor ganha est&amp;iacute;mulo para organizar a produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o, ampliar opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es e gerar emprego e renda.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Al&amp;eacute;m disso, a medida refor&amp;ccedil;a a Pol&amp;iacute;tica Nacional de Res&amp;iacute;duos S&amp;oacute;lidos (PNRS) ao incentivar a destina&amp;ccedil;&amp;atilde;o adequada de materiais e fortalecer toda a cadeia de reciclagem. O avan&amp;ccedil;o tamb&amp;eacute;m dialoga com a agenda da Reforma Tribut&amp;aacute;ria. A tend&amp;ecirc;ncia &amp;eacute; que o novo sistema mantenha a neutralidade fiscal, evitando que o uso de reciclados seja mais caro do que o de insumos tradicionais.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Nesse contexto, a PEC da Reciclagem aparece como pr&amp;oacute;ximo passo, com a proposta de manter carga tribut&amp;aacute;ria pr&amp;oacute;xima de zero para o setor e garantir competitividade no novo modelo.&lt;/p&gt;&lt;div id="_com_1" language="JavaScript"&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;]]</content:encoded><pubDate>Wed, 29 Apr 2026 10:37:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Acontece]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Sindióptica SP propõe ajuste em projeto sobre comércio ambulante com apoio da FecomercioSP]]</title><link>http://www.fecomercio.com.br/noticia/sindioptica-sp-propoe-ajuste-em-projeto-sobre-comercio-ambulante-com-apoio-da-fecomerciosp</link><description>&lt;![CDATA[Sugestão busca proibir a venda ambulante de produtos ópticos, reforçando a proteção à saúde visual e a segurança jurídica no setor]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;O Projeto de Lei (PL) 575/2025, que trata do com&amp;eacute;rcio ambulante no Pa&amp;iacute;s, pode passar por um ajuste relevante para o varejo &amp;oacute;ptico. Em atua&amp;ccedil;&amp;atilde;o conjunta com a &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/"&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt;, o &lt;a href="https://www.sindioptica-sp.com.br/"&gt;Sindicato do Com&amp;eacute;rcio Varejista de Material &amp;Oacute;ptico, Fotogr&amp;aacute;fico e Cinematogr&amp;aacute;fico no Estado de&amp;nbsp;S&amp;atilde;o Paulo (Sindi&amp;oacute;ptica SP)&lt;/a&gt; apresentou uma proposta de emenda para vedar a comercializa&amp;ccedil;&amp;atilde;o ambulante de produtos &amp;oacute;pticos, como &amp;oacute;culos e lentes, com foco na prote&amp;ccedil;&amp;atilde;o da sa&amp;uacute;de da popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o e no equil&amp;iacute;brio do ambiente de neg&amp;oacute;cios.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A sugest&amp;atilde;o n&amp;atilde;o questiona a import&amp;acirc;ncia da atividade ambulante, mas chama a aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o para a necessidade de regras espec&amp;iacute;ficas quando se trata de itens diretamente ligados &amp;agrave; sa&amp;uacute;de visual, que exigem controle t&amp;eacute;cnico, estrutura adequada e supervis&amp;atilde;o profissional.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O ponto levantado pelo sindicato &amp;eacute; simples, mas sens&amp;iacute;vel. Diferentemente de outros produtos, itens &amp;oacute;pticos n&amp;atilde;o podem ser tratados como mercadorias comuns. A venda de &amp;oacute;culos de grau, por exemplo, depende de prescri&amp;ccedil;&amp;atilde;o feita por profissional habilitado e de uma s&amp;eacute;rie de exig&amp;ecirc;ncias t&amp;eacute;cnicas e sanit&amp;aacute;rias que garantem a adequa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do produto ao consumidor&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Esse processo envolve estrutura f&amp;iacute;sica adequada, equipamentos espec&amp;iacute;ficos, controle de qualidade e presen&amp;ccedil;a de um respons&amp;aacute;vel t&amp;eacute;cnico. Por isso, a comercializa&amp;ccedil;&amp;atilde;o em formato ambulante, pela pr&amp;oacute;pria natureza itinerante, n&amp;atilde;o consegue atender a esses requisitos de forma consistente.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Outro ponto importante &amp;eacute; que j&amp;aacute; existe, em S&amp;atilde;o Paulo, uma legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o que pro&amp;iacute;be esse tipo de venda fora de estabelecimentos regularizados. A aus&amp;ecirc;ncia de uma previs&amp;atilde;o semelhante no projeto federal pode abrir espa&amp;ccedil;o para interpreta&amp;ccedil;&amp;otilde;es equivocadas, dificultando a fiscaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o e criando inseguran&amp;ccedil;a jur&amp;iacute;dica ao setor.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Nesse contexto, a proposta apresentada pelo Sindi&amp;oacute;ptica SP sugere a inclus&amp;atilde;o de um dispositivo claro no texto do PL, vedando a comercializa&amp;ccedil;&amp;atilde;o ambulante de produtos &amp;oacute;pticos em todo o territ&amp;oacute;rio nacional. A medida tamb&amp;eacute;m busca harmonizar a futura lei com regras sanit&amp;aacute;rias j&amp;aacute; consolidadas e evitar distor&amp;ccedil;&amp;otilde;es concorrenciais entre as empresas que seguem a regulamenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o e aquelas que atuem &amp;agrave; margem dessas exig&amp;ecirc;ncias.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Sa&amp;uacute;de, concorr&amp;ecirc;ncia e previsibilidade&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A proposta tamb&amp;eacute;m refor&amp;ccedil;a a prote&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao consumidor. A venda de produtos &amp;oacute;pticos sem controle t&amp;eacute;cnico adequado pode expor a popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o a itens de proced&amp;ecirc;ncia incerta, sem garantia de qualidade ou orienta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de uso. Ao exigir que a comercializa&amp;ccedil;&amp;atilde;o ocorra em estabelecimentos licenciados, o modelo assegura mais transpar&amp;ecirc;ncia, rastreabilidade e possibilidade de responsabiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o em caso de problemas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Al&amp;eacute;m disso, o ajuste contribui para um ambiente concorrencial mais equilibrado, evitando que neg&amp;oacute;cios que cumpram exig&amp;ecirc;ncias legais e sanit&amp;aacute;rias sejam prejudicados por pr&amp;aacute;ticas irregulares. Para o empres&amp;aacute;rio, isso se traduz em regras mais claras e previs&amp;iacute;veis para operar.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A atua&amp;ccedil;&amp;atilde;o conjunta entre FecomercioSP e Sindi&amp;oacute;ptica SP ressalta justamente esse papel de di&amp;aacute;logo t&amp;eacute;cnico na constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o de pol&amp;iacute;ticas p&amp;uacute;blicas. Ao levarem contribui&amp;ccedil;&amp;otilde;es qualificadas ao debate legislativo, as entidades ajudam a aprimorar projetos em tramita&amp;ccedil;&amp;atilde;o e a garantir que a regula&amp;ccedil;&amp;atilde;o acompanhe as especificidades de cada setor.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Thu, 23 Apr 2026 17:35:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Acontece]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[PL que muda regras para embalagens termoformadas transfere custos ao Varejo]]</title><link>http://www.fecomercio.com.br/noticia/pl-que-muda-regras-para-embalagens-termoformadas-transfere-custos-ao-varejo</link><description>&lt;![CDATA[Proposta de reciclagem de etiquetas cria exigências fora da capacidade técnica das empresas; FecomercioSP e Sindilojas-SP atuam por ajustes]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;Uma proposta que mira a reciclagem pode acabar elevando custos no Comércio. A &lt;a href="https://fecomercio.com.br/"&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt;, em parceria com o &lt;a href="https://sindilojas-sp.org.br/"&gt;Sindicato do Comércio Varejista de São Paulo (Sindilojas-SP)&lt;/a&gt;, iniciou articulação para barrar o avanço do Projeto de Lei (PL) 499/2025, que cria novas obrigações relacionadas às etiquetas em embalagens termoformadas. Embora o objetivo da proposta seja facilitar o processo de reciclagem, a avaliação das entidades é de que o texto transfere responsabilidades ao varejo sem atacar os pontos centrais da cadeia produtiva, o que tende a gerar mais custos do que resultados efetivos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Em ofício encaminhado ao Legislativo estadual, a Federação manifesta posicionamento contrário à proposta e aponta inconsistências na forma como as atribuições foram distribuídas. Um dos principais problemas identificados é a exigência de que comerciantes verifiquem a adequação dos adesivos utilizados nas etiquetas, tarefa para a qual a maioria das empresas não tem capacidade técnica nem instrumentos de validação. A medida cria uma obrigação de difícil cumprimento e amplia o risco de penalizações.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Cadeia desalinhada&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Outro ponto central levantado pela FecomercioSP diz respeito à lógica da reciclabilidade. Segundo a Entidade, a efetividade desse processo depende, antes de tudo, da Indústria, responsável por desenvolver embalagens com características que facilitem a separação de materiais. Além disso, o papel do consumidor é determinante na etapa final, com a correta higienização e destinação das embalagens. Ao concentrar exigências no Comércio, o PL desconsidera essas etapas e compromete o resultado ambiental pretendido.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Nesse aspecto, importadores e distribuidores têm função limitada, restrita à orientação sobre a responsabilidade ambiental do consumidor. Ainda assim, o projeto atribui a esses agentes obrigações que extrapolam a sua atuação na cadeia, o que, na avaliação das entidades, distorce responsabilidades e reduz a eficácia da medida.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Pressão sobre o varejo&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O impacto tende a ser mais relevante entre Pequenas e Médias Empresas (PMEs), que já operam sob restrições estruturais, como escassez de mão de obra, rotinas operacionais intensas e elevada carga tributária. A introdução de novas exigências amplia a sobrecarga administrativa e pressiona custos em um ambiente de negócios que já exige alto grau de eficiência para manter a operação sustentável.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Outro fator de preocupação é o prazo previsto para adaptação. O projeto estabelece seis meses para que as empresas se adequem às novas regras, o que pode resultar em perdas financeiras substanciais, especialmente pela necessidade de descarte de estoques e pelo risco de sanções. Para a FecomercioSP, esse cenário reforça a necessidade de revisão do texto antes de qualquer avanço na tramitação.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Diante desse contexto, a atuação conjunta com o Sindilojas-SP busca não apenas interromper o andamento da proposta nos moldes atuais, mas também contribuir para um debate mais equilibrado. A intenção é alinhar a pauta ambiental com a realidade operacional das empresas, evitando que medidas bem-intencionadas acabem gerando distorções e prejuízos ao setor produtivo.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Fri, 17 Apr 2026 08:51:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Acontece]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Novas regras trabalhistas e operacionais pressionam adaptações dos empresários]]</title><link>http://www.fecomercio.com.br/noticia/novas-regras-trabalhistas-e-operacionais-pressionam-adaptacoes-dos-empresarios</link><description>&lt;![CDATA[Especialistas debatem as principais mudanças que tendem a impactar diretamente o setor produtivo]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;Quem acompanha o dia a dia da empresa sabe que as regras mudam rápido e, quase sempre, chegam com mais dúvidas do que respostas. Por isso, na última sexta-feira (10), o Comitê de Relacionamento das Assessorias Jurídicas (CRAJ) da &lt;a href="https://fecomercio.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt; colocou em pauta os temas mais sensíveis para o setor neste momento. Da Norma Regulamentadora 1 (NR-1) à jornada de trabalho, passando por licença-paternidade, funcionamento aos feriados e logística reversa, a reunião promoveu ampla discussão entre os operadores do Direito, com o objetivo de orientar a respeito das mudanças e prever eventuais riscos. Mais do que acompanhar a legislação, o empresário precisa entender como essas mudanças chegam à rotina empresarial.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;NR-1 levanta dúvidas e aumenta preocupação com segurança jurídica&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A atualização da &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/fecomerciosp-esclarece-mitos-e-verdades-sobre-a-nr-1-no-setor-de-servicos" title="https://www.fecomercio.com.br/noticia/fecomerciosp-esclarece-mitos-e-verdades-sobre-a-nr-1-no-setor-de-servicos" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;NR-1&lt;/a&gt; foi um dos pontos que mais geraram debate. Rogério Lins, assessor jurídico do &lt;a href="https://sagasp.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Sindicato do Comércio Atacadista de Gêneros Alimentícios no Estado de São Paulo (Sagasp)&lt;/a&gt;, chamou a atenção para a subjetividade na aplicação da norma. Segundo ele, a ausência de critérios claros para a avaliação de riscos, especialmente os psicossociais, abre espaço para interpretações diferentes entre empresas e fiscalização, o que pode gerar insegurança.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ainda assim, o assessor destacou que essa subjetividade tem gerado diversos questionamentos, a ponto de ter sido distribuída medida judicial no Supremo Tribunal Federal (STF), por ausência de metodologia ou ferramenta para avaliar os fatores de risco à saúde mental.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Nesse sentido, a FecomercioSP defende mais objetividade na norma e participação do setor produtivo na regulamentação, além de tempo razoável para que as empresas possam se adaptar à nova dinâmica de aplicação do texto legal.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Escala de trabalho entra no radar, com reflexo direto nos custos&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A discussão sobre o fim da escala 6x1 e possíveis mudanças na &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/extincao-da-escala-6x1-ameaca-folha-precos-e-empregos-no-turismo" title="https://www.fecomercio.com.br/noticia/extincao-da-escala-6x1-ameaca-folha-precos-e-empregos-no-turismo" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;jornada de trabalho&lt;/a&gt; acendeu o alerta. Reiner Leite, assessor de Relações Institucionais da FecomercioSP, analisou as propostas em debate no Congresso, incluindo modelos com redução da jornada semanal. O ponto central é o impacto econômico. Alterações podem elevar custos operacionais e afetar a competitividade, principalmente em um cenário de eleições, o que pode comprometer a participação adequada e efetiva do Congresso Nacional.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A Entidade atua para que as mudanças considerem a realidade econômica e preservem a sustentabilidade das empresas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Licença-paternidade avança, mas ainda traz incertezas&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A ampliação da &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/pmes-terao-dificuldade-de-absorver-custo-operacional-com-a-ampliacao-da-licenca-paternidade" title="https://www.fecomercio.com.br/noticia/pmes-terao-dificuldade-de-absorver-custo-operacional-com-a-ampliacao-da-licenca-paternidade" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;licença-paternidade&lt;/a&gt;, sancionada em 31 de março, também entrou na pauta. A advogada Daiane Masson, assessora jurídica do &lt;a href="https://sincovarp.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Sindicato do Comércio Varejista de Ribeirão Preto (Sincovarp)&lt;/a&gt;, e Paula Tateishi, a assessora jurídica da FecomercioSP, explicaram que o texto melhorou quanto à proposta inicialmente discutida no Legislativo, bem como o consenso político viabilizou a aprovação. Entretanto, ainda há pontos em aberto que demandam uma regulamentação adequada da norma.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A duração do benefício e sua aplicação prática levantam dúvidas, principalmente na gestão de pessoal. A implementação será gradual, com ampliação progressiva até 20 dias, e o pagamento contará com compensação via Previdência Social, o que tende a reduzir o impacto direto para o empregador. Outro ponto relevante é a previsão de suspensão do benefício em casos de abandono ou violência doméstica, que ainda depende de regulamentação.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para o empresário, o desafio será adaptar processos sem perder previsibilidade. A FecomercioSP acompanha a regulamentação para garantir clareza e viabilidade operacional.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Trabalho aos feriados passa a depender mais da negociação coletiva&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O funcionamento do comércio aos &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/trabalho-no-comercio-aos-feriados-nada-muda-por-enquanto" title="https://www.fecomercio.com.br/noticia/trabalho-no-comercio-aos-feriados-nada-muda-por-enquanto" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;feriados&lt;/a&gt; também ganhou destaque. Segundo Daiane, do Sincovarp, a autorização passa a depender de ajuste entre Sindicatos, com vigência prevista para julho deste ano. A nova interpretação tem gerado dúvidas&lt;s&gt;,&lt;/s&gt; em especial na distinção entre feriados e domingos, exigindo atenção para evitar irregularidades.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Nesse âmbito, a negociação coletiva ganha protagonismo, servindo como principal instrumento para viabilizar a operação. Por isso, a Federação orienta as empresas a buscarem respaldo nas convenções coletivas para garantir segurança jurídica.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Logística reversa avança e amplia as responsabilidades das empresas&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;As novas exigências de &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/projeto-especial/logistica-reversa" title="https://www.fecomercio.com.br/projeto-especial/logistica-reversa" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;logística reversa&lt;/a&gt; também entraram na pauta, com efeitos diretos sobre a operação, especialmente para o comércio físico e eletrônico. Alexsandra Ricci, assessora do &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/public/conselhos/conselho-de-sustentabilidade" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Conselho de Sustentabilidade&lt;/a&gt; da FecomercioSP, ressaltou que as regras passam a exigir das empresas não só a destinação adequada de resíduos, mas também a participação ativa no sistema, como orientar consumidores e viabilizar o retorno de produtos e embalagens.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Além disso, propostas em discussão indicam que o cumprimento dessas obrigações pode se tornar condição para licenças e alvarás, elevando o nível de exigência regulatória. A FecomercioSP acompanha o tema e orienta os negócios a se estruturarem com apoio de entidades gestoras para atender às novas regras.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Thu, 16 Apr 2026 17:41:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Acontece]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Proposta da FecomercioSP e do Sindilojas Campinas para estimular empregabilidade 50+ vira projeto de lei]]</title><link>http://www.fecomercio.com.br/noticia/proposta-da-fecomerciosp-e-do-sindilojas-campinas-para-estimular-empregabilidade-50-vira-projeto-de-lei</link><description>&lt;![CDATA[Protocolado pelo senador Laercio Oliveira, PL é fruto de construção técnica para reduzir custos de contratação desse público]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;O Brasil está envelhecendo rápido e o mercado de trabalho ainda não se adaptou completamente a essa realidade. Enquanto muitas empresas sofrem para encontrar mão de obra qualificada, profissionais acima dos 50 anos se deparam com uma barreira invisível para retornar ao emprego formal. Trata-se de um desperdício de experiência que o País não pode mais negligenciar.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Entendendo o problema e ouvindo as demandas empresariais, a&amp;nbsp;&lt;a href="https://fecomercio.com.br/" id="isPasted"&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt; e o&amp;nbsp;&lt;a href="https://sindilojascampinas.com.br/"&gt;Sindilojas&amp;nbsp;Campinas&lt;/a&gt; estruturaram uma proposta legislativa que foge de soluções paliativas ou onerosas e atuaram pela sua formalização no Congresso. A ideia foi recebida pelo senador Laercio Oliveira (PP/SE) e protocolada em Projeto de Lei (PL 1.655/2026) no último dia 7 de abril, fruto direto dessa construção técnica.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O projeto concentra-se na redução de custos para quem contrata, sem criar novas obrigações ou dispositivos acessórios na legislação. O objetivo do PL é reduzir temporariamente em 50% os encargos patronais (INSS e FGTS) para novas contratações desse público. A ideia não é forçar o empresário por meio de cotas, mas oferecer um incentivo real para que ele traga os trabalhadores 50+ para dentro do negócio. Agora, a FecomercioSP atua no Senado para acelerar a tramitação e buscar o regime de urgência com as lideranças do Congresso.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O Sindilojas Campinas, a Federação e o senador avaliam que se trata de uma solução de mercado para um problema social, desenhada para ser simples, sem gerar ônus ou insegurança jurídica. Tanto que o escopo é restrito à contribuição previdenciária básica, sem afetar direitos trabalhistas ou criar um incentivo de larga escala.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A proposta foi pensada com base em diretrizes internacionais, como as da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), garantindo que o benefício seja eficiente e temporário — o suficiente para viabilizar a reinserção 50+ sem comprometer o equilíbrio fiscal do Brasil. O objetivo é, também, facilitar a avaliação de resultados para não cristalizar renúncias fiscais permanentes, conforme o PL.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;“O projeto foi protocolado e, agora, vamos começar a trabalhar para que avance. É uma satisfação receber algo assim das mãos da FecomercioSP, uma ideia maravilhosa que certamente vai melhorar as relações de trabalho no País”, pontou o senador Oliveira, durante reunião com a comitiva da Federação. “Os trabalhadores com mais de 50 anos terão um novo horizonte de oportunidade pela frente.”&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Representando a FecomercioSP, Carlos Augusto Gobbo, presidente do Sindilojas Campinas, e idealizador da proposta com a Federação, enfatizou que aproveitar a capacidade produtiva de quem já passou dos 50 é uma necessidade estratégica para manter a economia brasileira crescendo. “Procuramos o senador Laercio para abraçar essa causa, pois sabemos da habilidade que tem para tratar de temas como este”, concluiu.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Wed, 15 Apr 2026 10:41:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Acontece]]</category></item></channel></rss>
