Pesquisa de Risco e Intenção de Endividamento

Intenção de financiamento cai 2,8% em março

Enquanto as condições econômicas do País seguem se recuperando de maneira lenta e gradual, os consumidores acompanham esta tendência e, pouco a pouco, também retomam seus projetos de vida. O resultado disso é a estabilidade na intenção de tomar empréstimos e na segurança de crédito. Em março, de acordo com a Pesquisa de Risco e Intenção de Endividamento (PRIE), elaborada mensalmente pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), o Índice de Intenção de Financiamento registrou 18,1 pontos, queda de 2,8% em relação a fevereiro, porém, é 16,7% maior do que o aferido em março de 2016, quando o indicador alcançou 15,5 pontos. Isso significa que apenas 8,5% dos paulistanos tem intenção de contrair financiamento nos próximos 3 meses.

De acordo com a assessoria econômica da FecomercioSP, são fortes os sinais de que a economia começa a voltar ao normal no Brasil, depois de mais de dois anos de recessão e inflação. No âmbito do crédito, no período, foi reduzida a oferta e a demanda por financiamentos, por conta do risco e da perda de confiança dos agentes econômicos, onde o consumidor aflito com o desemprego e bancos com receio da inadimplência levaram o mercado de crédito para um de seus piores momentos. Porém, com a retomada gradual da normalidade, a Federação acredita que a PRIE deve captar a revitalização deste mercado em 2017, principalmente na segunda metade do ano, mas já será possível ver alguma reação em curto prazo.

Para ter acesso à análise completa, clique aqui.

Sobre

A Pesquisa de Risco e Intenção de Endividamento identifica a evolução do grau de endividamento das famílias e a cobertura eventual de dívidas com base na existência de poupança familiar. A pesquisa também acompanha a proporção de existência de poupança familiar de acordo com a condição das famílias, se estão endividadas ou não.

Como é obtido

Os dados são coletados em 2.200 entrevistas mensais, na capital paulista. Cada questionário tem seis questões relativas ao grau de endividamento familiar, à propensão em abrir crediário no prazo de até três meses, na existência e tipo de poupança/aplicação financeira de cada família.

Utilidades

Acompanhar a evolução da propensão à tomada de crédito e o risco inerente às operações devido à existência ou não de cobertura familiar para esse endividamento com base na poupança prévia de endividados e não endividados.

Análise de Índice

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