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25 de Março, A rua que é de todos e tem de tudo

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O lugar mais famoso
do comércio popular
no Brasil.

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Vendedores atingidos por enchentes deram início ao maior centro de comércio popular da América Latina
Comerciantes da 25 de Março passaram a vender suas mercadorias com preços atrativos após constantes inundações

Antes chamada Beco das Sete Voltas e Rua de Baixo, a 25 de Março recebeu o nome atual em 1865, em homenagem ao dia da promulgação da primeira Constituição brasileira, de 1824. As enchentes sempre foram uma constante na região, localizada na parte baixa do Centro de São Paulo. Assim, alguns comerciantes passaram a vender os produtos que conseguiam salvar das inundações a preços convidativos – a prática acabou transformando a 25 de Março no maior centro de comércio popular da América Latina.

Adoniran Barbosa já foi vendedor na 25 de Março
Veja essa e outras curiosidades sobre uma das ruas mais populares de São Paulo

A Rua 25 de Março reúne muitas curiosidades, entre elas, a de que o compositor Adoniran Barbosa trabalhou como atendente em uma loja de tecidos no local, em 1935, mas acabou demitido por estar sempre batucando no balcão. A primeira loja a ser aberta na 25 de Março foi a Nami Jafet & Irmãos, de armarinhos, em 1893. A casa mais antiga ainda em funcionamento na rua é a Doural, que, desde a inauguração, em 1905, até hoje, destaca-se na venda de utilidades domésticas e produtos de cama, mesa e banho.

Loja mais movimentada da 25 de Março chega a receber 12 mil consumidores em um único dia
Armarinhos Fernando vendem artigos de papelaria, perfumaria e brinquedos, entre outros

A 25 de Março recebe pessoas vindas de todo o Brasil. De acordo com a SPTuris, 70% dos consumidores compram produtos no local para revender em suas cidades. A loja Armarinhos Fernando, a mais movimentada da rua, recebe diariamente de 7 mil a 8 mil clientes – nos dias que antecedem datas tradicionais, como Natal, Dia das Mães e Dia das Crianças, esse número chega a alcançar de 10 mil a 12 mil consumidores. Os artigos mais procurados na casa são dos setores de papelaria, brinquedos, armarinhos e perfumaria.

Lema dos comerciantes da 25 de Março é ganhar no volume de vendas
Artigos de armarinhos e para festas, brinquedos, utilidades domésticas e bijuterias são o carro-chefe dos negócios

Os lojistas da 25 de Março oferecem, a preços populares, artigos de armarinhos, papelaria, produtos para festas, brinquedos, itens para casa, bijuterias e acessórios, fazendo da rua o “paraíso das compras”. O lema da maioria deles é reduzir o porcentual de lucro na venda de cada peça para ganhar no volume total. Com isso, o comércio consegue empregar milhares de trabalhadores na região – somente a loja Armarinhos Fernando, a mais movimentada da rua, tem cerca de 300 funcionários.

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