São Paulo Qual é a sua?

Al. Gabriel Monteiro da Silva O ambiente de negócios mais sofisticado da cidade.

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O endereço que é sinônimo de decoração.

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Gabriel Monteiro da Silva faz parte da história de SP
Advogado dá nome a via cujos terrenos eram da família de sua esposa

O advogado mineiro Gabriel Monteiro da Silva foi secretário da Presidência da República no ano de 1946, durante o governo do general Eurico Gaspar Dutra. Pouco antes de falecer, em dezembro do mesmo ano, tomou posse como presidente da Sociedade dos Funcionários Públicos Civis da União. Membro do Partido Social Democrata, Monteiro da Silva morreu em dezembro de 1946, num acidente de carro na antiga estrada Rio–São Paulo.

Naquele período, a estrada passava por um trecho denominado “Rua D. Hipólita”, homenagem a Hipólita Rosa, avó da esposa de Gabriel Monteiro da Silva, cuja família era proprietária dos terrenos da região. Em 1948, a via recebeu o nome de Gabriel Monteiro da Silva. Em 1954, foi oficializado que a Rua Gabriel Monteiro da Silva compreenderia o trecho da Avenida Brigadeiro Faria Lima até a Rua Hungria. Na década de 1970, instalaram-se as primeiras galerias de arte na região. Com a transferência de muitos escritórios para a Avenida Faria Lima, a via recebeu as primeiras lojas de decoração para atender empresários.

Se o móvel é autêntico, está na Gabriel Monteiro da Silva
Em lojas bonitas e com ambientes montados, é mais fácil para cliente efetivar compras

Lojas especializadas em certos cômodos ou objetos são marca registrada da rua, que oferece aos clientes negócios com expertise em cozinhas, salas de estar ou iluminação de ambientes, entre outros. É possível trazer projetos prontos ou usar as consultorias disponíveis em cada estabelecimento para planejar a decoração dos espaços. Os lojistas – que valorizam o ponto por sua proximidade de bairros nobres da capital paulista – prometem curadoria cuidadosa, produtos assinados por artistas conhecidos e as principais novidades do mercado de arte, moda e design.

Para os comerciantes, mais que produtos, os espaços vendem ideias e conceitos que proporcionam lares aconchegantes e planejados cuidadosamente. Lojas bonitas e com os ambientes já montados facilitam as vendas, e a rua conta ainda com a facilidade de possuir várias lojas com objetos decorativos especiais, umas próximas das outras.

Clientes diversos merecem produtos personalizados
De apartamentos para quem está morando sozinho pela primeira vez até residências para famílias de três gerações, todos têm espaço para decorar a casa na Alameda

Situada no bairro Jardim Paulistano, um dos mais nobres da capital, próximo à Avenida Brigadeiro Faria Lima e ao Shopping Iguatemi, a Alameda Gabriel Monteiro da Silva é considerada expressão máxima das tendências do design e de mobiliário no País. Com bagagem do mercado nacional e empresas estrangeiras, a região atrai movimento pelos produtos selecionados e consultoria especializada fornecida pelas lojas. “Não tem como mobiliar uma casa sem dar uma passada aqui, para conhecer os estilos que existem na rua e saber dos lançamentos disponíveis na cidade, pois somos referência do design no Brasil”, diz a proprietária de uma das lojas à reportagem.

Os lojistas dizem que o ideal é escutar a história dos clientes – se a decoração é para uma casa de aluguel, se são recém-casados ou uma família com netos – para, então, indicar os produtos mais adequados a cada público. “Com base no contato, você personaliza uma proposta totalmente direcionada para aquela necessidade”, explica um comerciante.

Produtos diferenciados dão o tom das compras
Alameda se consolidou como vitrine para galerias de arte e moda do mundo todo

Segundo os comerciantes, a via Gabriel Monteiro das Silva é para os móveis o que a Rua Oscar Freire representa para a moda, já que ambos são ícones de São Paulo. “Se você é do ramo dos móveis e tem produtos autênticos, exclusivos, você tem que ter um ponto aqui”, define uma das lojistas da Alameda. Para as marcas, é estratégico ter um ambiente na região, que se consolidou como vitrine para o Estado e para o País. “Quem faz uma visita a Gabriel, está também fazendo uma visita aos maiores polos de decoração do mundo”, diz um comerciante. A ideia, segundo ele, é mostrar que é possível fazer coisas incríveis com os ambientes que os clientes nem sabiam existir. Para eles, a expertise dos vendedores torna a rua um cluster da alta decoração em São Paulo.

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