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Um olhar sobre
os números
dessa economia

São Paulo é a cara do comércio. E ele representa não só culturalmente a cidade, mas economicamente também.

E nós temos dados para comprovar. Aqui, você confere esses números com indicadores econômicos como Inflação, Endividamento, Faturamento e Empregos, além de outros estudos que demonstram a opinião pública de SP, como os Indicadores de Confiança, que medem os ânimos dos empresários e dos consumidores paulistanos. Todos esses números representam a grandeza da maior cidade do País e a sua situação atual.

Estudos REcentes

Indicadores
Antecedentes

Diferentemente do resultado obtido em 2015, os indicadores de confiança encerraram 2016 em uma perspectiva mais otimista por parte de empresários e consumidores. Apesar de dois dos três índices terem fechado o ano abaixo dos 100 pontos, considerado patamar de pessimismo, a tendência é positiva, o que pode ser um indicativo que, em 2017, haja melhora na atividade econômica da cidade de São Paulo.

Descrição

Índice de Confiança do Consumidor

A confiança do consumidor iniciou o ano em um nível muito baixo, aos 89,0 pontos, ainda mais se considerarmos a base fraca de comparação em relação a 2015. O sentimento de pessimismo predominou na passagem de 2015 para 2016 com o cenário de instabilidade socioeconômica em que se encontrava o país. A persistência de pressões de preço sobre determinados bens, crédito mais caro e escasso, falta de perspectiva para desatar a crise política e, principalmente, a escalada do desemprego aumentaram cada vez mais a apreensão dos consumidores e atingiram diretamente a vida financeira das famílias.

A partir de maio o índice entrou numa rota positiva voltando para área de otimismo em agosto ao atingir 100,0 pontos. Afetado tanto por fatores objetivos (juros, crédito, inflação e emprego) como subjetivos (ambiente político e qualidade de vida na cidade) o ICC atingiu 110,7 pontos em dezembro sendo o único, entre os indicadores antecedentes calculados pela FecomercioSP a encerrar o ano na área de otimismo (acima dos 100 pontos).

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Fonte: FecomercioSP 2,2 mil entrevistados mensalmente na capital. Segmentação por renda, gênero e idade disponível no site da Federação.

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Índice de Intenção de Consumo das Famílias

O Índice de Intenção de Consumo das Famílias enfrentou em 2016 o seu pior período desde o início da série em 2010. A partir de março o indicador registrou quatro quedas consecutivas e atingiu 63,0 pontos em junho, o menor patamar histórico. Essa evolução da insatisfação foi resultado da recessão econômica com forte aumento do desemprego e inflação e pela turbulência política.

Com o voto de confiança à nova equipe econômica, houve a partir de julho seis elevações seguidas atingindo os 75,6 pontos em dezembro, alta 14,6% em relação ao mesmo período de 2015. Porém, essa sequência positiva do ICF foi puxada principalmente pela melhora das expectativas do que uma mudança positiva no dia a dia do paulistano, tendência de crescimento que deve permanecer neste início de ano. Entretanto, para que esse aumento de satisfação se reverta em consumo de forma mais significativa só quando as variáveis de emprego e renda melhorarem.

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Fonte: FecomercioSP (2,2 mil entrevistados mensalmente na capital). Segmentação por renda disponível no site da Federação.

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Índice de Confiança dos Empresários do Comércio

O empresário do comércio começou o ano de 2016 demonstrando as mesmas preocupações vividas ao longo de 2015. A deterioração de variáveis como inflação, emprego e renda e a baixa confiança do consumidor teve impacto negativo sobre as vendas e, consequentemente, sobre a confiança dos empresários do comércio.

A contração do nível de atividade econômica acarretou um desalento generalizado entre os empresários, que colocaram o pé no freio no quesito investimentos e contratações. Assim, de dezembro de 2015 até maio de 2016, o ICEC manteve-se praticamente estável ao redor de 75 pontos.

A estabilidade do indicador nesse período refletia o pessimismo dos empresários em relação à recessão econômica em curso, que atingiu praticamente todos os setores, e também pela falta de perspectivas de resolução do quadro político. Assim como o ICC, as expectativas também começaram a dar sinais de elevação a partir da segunda fase do impeachment puxando a alta do indicador que saltou dos 75,9 pontos em maio para 97,9 pontos em dezembro.

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Fonte: FecomercioSP (600 empresas entrevistadas mensalmente na capital). Segmentação por porte, disponível no site da Federação.

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Inflação

Em 2016, os paulistanos sentiram os efeitos da inflação de dois dígitos. A boa notícia é que o ano encerrou com a inflação em baixa. Infelizmente, a queda para um patamar mais adequado é decorrente da baixa demanda por conta do número elevado de desempregados.

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Participação no orçamento doméstico

A cidade de São Paulo é reconhecidamente uma das mais caras para se viver no Brasil. Por isso, é tão importante acompanhar a evolução do custo de vida da população paulistana.

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Fonte: FecomercioSP, IBGE

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Participação no orçamento doméstico por classe social

Mensalmente, a FecomercioSP divulga dados que permitem acompanhar a evolução do custo de vida. O gráfico mostra que alimentação, habitação, educação e saúde são os itens que mais pesam no orçamento doméstico.

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Fonte: FecomercioSP, IBGE. Classe A: mais de R$ 12.207,23; Classe B: de R$ 7.324,34 até R$ 12.207,23; Classe C: de R$ 1.464,88 até R$ 7.324,33; Classe D: de R$ 976,59 até R$ 1.464,87; Classe E: até R$ 976,58

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Aumento do custo de vida por classe social

Por meio dos dados, é possível verificar que a alta dos preços foi sentida por todas as classes sociais de forma generalizada, o que mostra que a crise não faz seleção por renda.

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Fonte: FecomercioSP, IBGE. Classe A: mais de R$ 12.207,23; Classe B: de R$ 7.324,34 até R$ 12.207,23; Classe C: de R$ 1.464,88 até R$ 7.324,33; Classe D: de R$ 976,59 até R$ 1.464,87; Classe E: até R$ 976,58

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Índice de preços do varejo e índice de preços de serviços

Em relação aos preços, as classes E e D foram mais afetadas em relação à alta. Itens como transporte, artigos do lar e gastos pessoais pesaram mais no bolso dos paulistanos.

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Fonte: FecomercioSP, IBGE

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Endividamento

A crise trouxe muito receio para as famílias paulistanas, o que também ocorreu em relação aos bancos. Por isso, tanto o endividamento como a inadimplência ficaram estáveis em 2016.

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Índice de Intenção de Financiamento:

O Índice de Intenção de Financiamento apontou um consumidor muito conservador e consciente dos efeitos da crise econômica sobre o orçamento doméstico, a começar pelo desemprego que atingiu patamares recordes em 2016. Esse consumidor não mostra propensão para se endividar, sabendo que não pode comprometer o orçamento que tem sido corroído pela inflação (que foi alta em 2015 e se manteve ainda elevada ao longo do ano passado) e ameaçado pelo desemprego.

Este indicador ainda não reagiu aos ventos relativamente positivos que sopraram a partir do segundo semestre de 2016, até porque o desemprego continuou a crescer e assustar as famílias, apesar da redução recente do ritmo de cortes de vagas.

Certamente as famílias vão esperar esse cenário um pouco mais positivo se consolidar, com as expectativas se convertendo efetivamente em novos investimentos, emprego e renda, para apenas depois voltarem aos crediários. O mesmo ocorre com os bancos, que endureceram as regras para novos financiamentos durante a crise e ainda vão esperar um pouco antes de relaxar as restrições.

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Fonte: FecomercioSP (2.200 entrevistas realizadas mensalmente na capital)

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Proporção de famílias paulistanas endividadas

Em 2016, a proporção de famílias endividadas na capital paulista não apresentou grandes oscilações, abrindo o ano com 51,8% e em dezembro 51,9% das famílias paulistanas declararam ter algum tipo de dívida. Diante de toda a instabilidade do quadro político e econômico, houve um esforço do consumidor em manter o orçamento equilibrado, sendo que em junho, foi registrada a menor proporção do ano, de 49%.

O cenário econômico caracterizado por uma inflação e taxas de juros elevadas, redução da renda além do desemprego em ascensão resultou no aumento da insegurança por parte do consumidor em relação às suas decisões de compra de bens e serviços, o que fica evidente ao observar a retração generalizada das vendas.

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Fonte: FecomercioSP (2,2 mil entrevistas realizadas mensalmente na capital. Segmentação por renda disponível no site da Federação.)

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Proporção de famílias paulistanas com contas em atraso

Ao analisarmos os dados desde fevereiro de 2015, verificamos uma alta expressiva na porcentagem de famílias paulistanas com contas atrasadas. Porém, de agosto a dezembro de 2016, é possível identificar uma tendência de queda.

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FecomercioSP (2.200 entrevistas realizadas mensalmente na capital). Segmentação por renda disponível no site da Federação

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Proporção de famílias paulistanas que não terão condições de pagar as contas no próximo mês

Assim como é identificada uma tendência de queda no número de famílias com contas em atraso, também é possível verificar queda na porcentagem de famílias que não conseguem quitar seus débitos.

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Fonte: FecomercioSP (2.200 entrevistas realizadas mensalmente na capital). Segmentação por renda disponível no site da Federação

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Faturamento

Os indicadores antecedentes mostram uma melhora de confiança, porém, a economia real está longe do ideal. A recuperação virá de forma lenta e gradual.

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Faturamento real em R$ bilhões

O comércio de bens e serviços é a principal atividade econômica da cidade de São Paulo. Segundo dado do IBGE, de 2013, o setor respondia por 70% do PIB paulistano. A FecomercioSP mede mensalmente a evolução do faturamento real do comércio varejista e do setor de serviços paulistano. Dados da Federação indicam que o comércio varejista deve encerrar o ano de 2016 com vendas iguais às do ano anterior.

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Fonte: FecomercioSP/Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo/ Secretaria Municipal de Finanças e Desenvolvimento Econômico.

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Faturamento real

Após registrar queda no faturamento real no primeiro semestre de 2016, o comércio varejista se recuperou a partir de junho, porém, os resultados ainda estão negativos.

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Fonte: FecomercioSP, Sefaz, E-bit/Buscapé

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Faturamento Real do Comércio Eletrônico na Cidade de São Paulo - em R$ milhões

O comércio eletrônico ainda representa pouco em relação ao varejo físico, cerca de 4,5%. Apesar disso, também se recuperou no final do ano passado e voltou para o positivo no acumulado de 12 meses até janeiro.

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Fonte: FecomercioSP, E-bit, Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo (Sefaz)

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Faturamento real em R$ bilhões

Os supermercados continuam sendo decisivos para o recente ciclo de crescimento mensal do segundo semestre de 2016 e a expectativa, segundo a Entidade, é de que o setor encerre o ano com aumento acumulado nas vendas reais acima de 6%, com o melhor desempenho do ano na capital.

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Fonte: FecomercioSP, Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo (Sefaz)

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Faturamento real

O setor ainda amarga os seus piores resultados desde o período de crise. Porém, vale ressaltar que foi o último segmento a entrar no negativo, depois da indústria e do comércio.

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Fonte: FecomercioSP, Secretaria de Finanças e Desenvolvimento Econômico

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Faturamento real em R$ bilhões

O setor de serviços continua registrando resultados negativos, porém, em ritmo menor de queda, como previsto anteriormente pela FecomercioSP. Ainda segundo a Federação, as perdas registradas pelo setor somente serão recuperadas à medida que os setores da indústria e do comércio retomarem as vendas, que ajudarão a melhorar os indicadores de emprego, renda, crédito, dentre outras variáveis determinantes para o consumo.

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Fonte: FecomercioSP, Secretaria Municipal de Finanças e Desenvolvimento Econômico

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Emprego

O emprego foi o último segmento a entrar em crise e também deve ser o último a sair. Enquanto os dados não melhoram de forma mais expressiva, os setores que já ajustaram o quadro de funcionários, cortando custos, trabalharão a partir de agora com esse novo patamar de empregados.

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Estoque de emprego formal em mil

A FecomercioSP analisa mensalmente os dados do mercado de trabalho do comércio varejista, atacadista e do setor de serviços paulistano, pois esses dados são fundamentais tanto para gestores públicos quanto para os empresários. Diante da crise, com a queda das receitas e o aumento dos custos, as empresas do setor de comércio e serviços precisaram cortar despesas, além de readequar o quadro funcional ao novo cenário.

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Fonte: FecomercioSP, Caged

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Variação do número de empregados formais

Em 2016, o setor de serviços, responsável por 80,4% do estoque de trabalhadores da cidade de São Paulo, registrou no último trimestre (dados referentes a agosto, setembro e outubro) saldo negativo de 8.963 empregos. Já no varejo e no atacado, o saldo ficou positivo em 1.876 e 1.592 empregos, respectivamente.

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Fonte: FecomercioSP, Caged

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Número de postos de trabalho formal ATACADO

De acordo com a FecomercioSP, o atacado paulista voltou a gerar vagas celetistas no mês de outubro de 2016, o que significa praticamente um aumento residual do mercado de trabalho, porém, como a Entidade havia projetado, já se esperava um desempenho positivo de vagas puxado exatamente por uma recuperação, também tímida, dos indicadores do comércio varejista. Há uma correlação direta das vendas do varejo e dos pedidos no atacado, e tal realidade é ainda mais visível próximo ao Natal, quando o varejo se abastece para a melhor data do ano.

A Federação reitera que, por mais que a atual realidade econômica se mantenha ainda muito crítica, há melhores expectativas para 2017. Esse otimismo garante desligamentos mais amenos, o que, por sua vez, impossibilita, no curto prazo, grandes saldos negativos.

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Fonte: FecomercioSP, Caged

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Número de postos de trabalho formal VAREJO

De acordo com a FecomercioSP, se observa, mesmo que de forma ainda tímida, mais otimismo e, consequentemente, geração de empregos. Esse novo cenário também é visto nos indicadores de confiança de consumidores e empresários apurados pela Federação, que estão evoluindo positivamente desde o fim do primeiro semestre de 2016. A reação das vendas, melhores expectativas, inflação em queda e juros baixando proporcionam uma perspectiva mais positiva, mesmo frente a uma realidade ainda muito grave, principalmente em relação ao poder de compra das famílias.

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Fonte: FecomercioSP, Caged

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Número de postos de trabalho formal SERVIÇO

Segundo a FecomercioSP, o desempenho do mercado de trabalho do setor de serviços do Estado de São Paulo não é mais de grandes perdas mensais de vagas. Essa realidade se dá por uma estagnação do processo de diminuição dos quadros funcionais das empresas, que vem desde meados de 2015, e de uma reação das expectativas dos empresários, que vislumbram uma recuperação da economia em 2017.

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Fonte: FecomercioSP, Caged

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