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Teatro Raul Cortez

EM cartaz

Assassinato para dois



O sucesso internacional Assassinato para dois chega ao Teatro Raul Cortez.

Na trama, o que seria apenas uma festa vira uma cena de crime. A partir daí, os atores Thiago Perticarrari e Marcel Octavio dedilham o piano para contar o andamento das investigações.

Perticarrari é o policial, enquanto Octavio assume o papel de todos os suspeitos nesta comédia de suspense policial.

Venha se divertir com esta investigação e descobrir quem é o assassino!

SOBRE O TEATRO

Inaugurado em 2005, ainda como teatro Fecomercio, o teatro Raul Cortez reúne luxo, sofisticação e tecnologia em um só lugar.
Idealizado para ser um dos grandes palcos da cidade de São Paulo, o espaço reúne versatilidade e modernidade permitindo sua utilização, tanto como auditório, quanto como teatro, simultaneamente nos períodos diurno e noturno.



O teatro já foi palco de peças clássicas e contemporâneas como "A Tempestade", de William Shakespeare, que ganhou uma nova montagem sob a direção de Marcelo Lazzaratto; "Dom Juan de Moliére", dirigida por William Pereira, com Rodrigo Lombardi; “As favas com os escrúpulos”, dirigida por Jô Soares, com Bibi Ferreira e Juca de Oliveira (autor da peça); “As centenárias”, escrita por Newton Moreno, com as atrizes Andrea Beltrão e Marieta Severo; "A saga da bruxa Morgana e a família real", um texto de Alonso Alvarez e dirigida por Christiane Tricerri, com Rosi Campos e Tadeu de Pyetro; e "Raimunda, Raimunda", de Francisco Pereira da Silva, com direção e atuação de Regina Duarte.


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ESPAÇO

Conheça o espaço do teatro Raul Cortez


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ÚLTIMOS ESPETÁCULOS

Nome Completo:
Raul Christiano Machado Pinheiro de Amorim Cortez.

Nascimento:
28 de agosto de 1932 em São Paulo/SP - Brasil.

Morte:
18 de julho de 2006 (73 anos) em São Paulo/SP - Brasil.

Raul Cortez, o ator

"Um grande teatro à altura de um grande ator", a frase foi proferida pelo ilustre Paulo Autran na solenidade de inauguração. Amigo e admirador de Raul Cortez, Paulo Autran sabia da importância desta homenagem prestada pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) ao ator. Paulistano, nascido em 28 de agosto de 1932, Raul Cortez entrou para o teatro ao 22 anos para se consagrar um dos maiores nomes das artes cênicas brasileiras.

Seja no teatro, na TV ou no cinema, seus personagens continuam na memória do público. Sua longa trajetória inclui nada menos que 66 peças teatrais, 20 telenovelas, seis minisséries, 28 filmes e vários prêmios, entre eles cinco Molière – a mais importante premiação do teatro brasileiro.

Ousado e irreverente, Raul encarnou um travesti na peça “Os Monstros”, em 1969. No ano seguinte, surpreendeu o público ao protagonizar o primeiro nu do teatro brasileiro em “O Balcão”, de Jean Genet.A consagração nos palcos veio em 1979 com “Rasga Coração”, última peça escrita pelo reconhecido Oduvaldo Vianna Filho. No espetáculo, Raul vivia um amargurado funcionário público e ex-militante comunista, que terminava a peça amarrado por cordas nos pés e dependurado no ponto mais alto do palco.

No cinema também transitou por todos os gêneros. Destacam-se o romance policial “O Outro Lado da Rua”, em que protagonizou, ao lado de Fernanda Montenegro, uma história de amor na terceira idade. Esteve também em clássicos nacionais como “Lavoura Arcaica” e “Beto Rockefeller”.

Na televisão deu vida a tipos que continuam na memória do público. Quem não se lembra do italiano Jeremias Berdinazzi, da novela “O Rei do Gado”, papel que lhe rendeu reconhecimento internacional.

Sua última novela foi “Senhora do Destino”, em 2005. Devido ao avanço da doença que causaria sua morte no ano seguinte, ele teve que deixar o folhetim, mas retornaria às telas interpretando Antônio Carlos, na minissérie “JK”, a biografia do ex-presidente Juscelino Kubitschek.

Raul morreu às vésperas de completar cinquenta anos de carreira, em 18 de julho de 2006, em decorrência do agravamento de um câncer no pâncreas. Mas deixou sua marca na história e será sempre lembrado, principalmente neste Teatro que leva seu nome e traz sua trajetória expressa em um enorme painel interno que reúne os melhores momentos deste astro em cena.

Prêmios e Indicações

Teve duas indicações ao Grande Prêmio Cinema Brasil na categoria de melhor ator, por Lavoura Arcaica e O Outro Lado da Rua.

Recebeu o Prêmio Candango de melhor ator coadjuvante, no Festival de Brasília, por Capitu.

Recebeu os prêmios Molière, APCA (Associação Paulista dos Críticos de Arte) e Mambembe de melhor ator por seu desempenho na peça O Lobo de Ray-Ban.

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