<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" version="2.0"><channel><title>&lt;![CDATA[FecomercioSP]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/</link><description>&lt;![CDATA[Reúne líderes empresariais, especialistas e consultores para fomentar o desenvolvimento do empreendedorismo. ]]</description><lastBuildDate>Mon, 20 Jul 2026 18:23:11 -0300</lastBuildDate><language>pt-br</language><image><title>&lt;![CDATA[FecomercioSP]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/</link><url>https://www.fecomercio.com.br/assets/img/fecomercio-sp-image-share.jpg</url></image><item><title>&lt;![CDATA[Para onde vai a renda?]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/noticia/para-onde-vai-a-renda</link><description>&lt;![CDATA[Estimativas apontam que os brasileiros podem movimentar entre R$ 300 bilhões e R$ 400 bilhões por ano em apostas online]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;&lt;em&gt;Fabio Pina*&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os indicadores econ&amp;ocirc;micos recentes mostram um cen&amp;aacute;rio aparentemente positivo para o Brasil. A renda m&amp;eacute;dia do trabalhador cresceu nos &amp;uacute;ltimos anos, assim como a massa de rendimentos, e o mercado de trabalho permaneceu relativamente resiliente. Ainda assim, a sensa&amp;ccedil;&amp;atilde;o predominante continua distante de uma percep&amp;ccedil;&amp;atilde;o concreta de melhoria financeira. A explica&amp;ccedil;&amp;atilde;o para esse paradoxo passa por um conjunto de fatores que vem comprimindo o or&amp;ccedil;amento das fam&amp;iacute;lias e reduzindo a capacidade de consumo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O primeiro deles &amp;eacute; o elevado endividamento. Dados da Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;mostram que cerca de 80% das fam&amp;iacute;lias brasileiras est&amp;atilde;o endividadas, muitas pagando juros elevados, sobretudo em modalidades como cart&amp;atilde;o de cr&amp;eacute;dito e cr&amp;eacute;dito pessoal &amp;mdash; e em muitos casos, as taxas anuais superam 100%. Esse cen&amp;aacute;rio indica que uma parcela importante do aumento da renda n&amp;atilde;o se transforma em consumo ou poupan&amp;ccedil;a, mas &amp;eacute; absorvida pelo pagamento de presta&amp;ccedil;&amp;otilde;es, juros e d&amp;iacute;vidas acumuladas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Outro ponto relevante &amp;eacute; a infla&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos alimentos. Entre janeiro de 2022 e abril de 2025, o &amp;Iacute;ndice Nacional de Pre&amp;ccedil;os ao Consumidor Amplo (IPCA) geral subiu 23% enquanto a alimenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o aumentou 29%. Ao olharmos para o per&amp;iacute;odo entre janeiro e abril de 2026, a infla&amp;ccedil;&amp;atilde;o geral foi de 1,5%, com os alimentos subindo quase 3%. Mesmo em per&amp;iacute;odos de desacelera&amp;ccedil;&amp;atilde;o inflacion&amp;aacute;ria, os pre&amp;ccedil;os de itens essenciais da cesta b&amp;aacute;sica avan&amp;ccedil;aram acima da m&amp;eacute;dia geral da infla&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Como os gastos com alimenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o pesam proporcionalmente mais no or&amp;ccedil;amento das fam&amp;iacute;lias de baixa renda, o efeito sobre a percep&amp;ccedil;&amp;atilde;o econ&amp;ocirc;mica &amp;eacute; muito mais intenso do que sugerem os &amp;iacute;ndices agregados.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Agora, soma-se a isso um novo fen&amp;ocirc;meno: o avan&amp;ccedil;o explosivo das apostas online. Pesquisa recente da FecomercioSP mostrou que 35% dos paulistanos fazem apostas buscando aumentar rapidamente a renda dom&amp;eacute;stica, um salto de 10 pontos porcentuais (p.p.) em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o a 2024. Entre as fam&amp;iacute;lias com renda de at&amp;eacute; dois sal&amp;aacute;rios m&amp;iacute;nimos, esse porcentual chega a 40%. Esse dado revela um fato preocupante: parte crescente da popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o passou a enxergar as &lt;em&gt;bets&lt;/em&gt; n&amp;atilde;o como entretenimento controlado, mas como tentativa de sobreviv&amp;ecirc;ncia financeira.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;[veja_tambem]&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O estudo traz outros sinais alarmantes. Um quarto dos entrevistados afirmou que, se n&amp;atilde;o apostasse, guardaria esse dinheiro. Outros disseram que destinariam os recursos para pagar contas ou comprar alimentos. Isto &amp;eacute;, as apostas passaram a disputar espa&amp;ccedil;o diretamente com o consumo tradicional das fam&amp;iacute;lias e at&amp;eacute; com a forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o de poupan&amp;ccedil;a.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o torna-se ainda mais grave quando se observa que 12% dos entrevistados afirmaram j&amp;aacute; ter buscado ajuda financeira para continuar apostando, incluindo empr&amp;eacute;stimos banc&amp;aacute;rios e pedidos de dinheiro para familiares ou amigos. Trata-se de um processo que pode aprofundar o endividamento e ampliar a vulnerabilidade social.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;As cifras envolvidas ajudam a dimensionar o problema. Estimativas apontam que os brasileiros podem movimentar entre R$ 300 bilh&amp;otilde;es e R$ 400 bilh&amp;otilde;es por ano em apostas online. Mesmo considerando uma reten&amp;ccedil;&amp;atilde;o m&amp;eacute;dia de 15% pelas plataformas, porcentual previsto no modelo regulat&amp;oacute;rio, essa movimenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o representaria algo pr&amp;oacute;ximo de R$ 50 bilh&amp;otilde;es drenados do consumo das fam&amp;iacute;lias para empresas de apostas. Para efeito de compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o, esse valor equivale a cerca de um ter&amp;ccedil;o do or&amp;ccedil;amento anual do Bolsa Fam&amp;iacute;lia.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Al&amp;eacute;m disso, parte relevante dessas opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es ocorre em plataformas ilegais ou sediadas fora do Pa&amp;iacute;s, ampliando o vazamento de renda da economia. Diferentemente de atividades presenciais, como cassinos e&amp;nbsp;&lt;em&gt;resorts&lt;/em&gt;, que ao menos geram empregos, turismo e arrecada&amp;ccedil;&amp;atilde;o local, as apostas virtuais t&amp;ecirc;m baix&amp;iacute;ssima capacidade de multiplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o econ&amp;ocirc;mica.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O resultado &amp;eacute; uma economia em que a renda cresce estatisticamente, mas uma parcela relevante desse ganho &amp;eacute; capturada por juros, infla&amp;ccedil;&amp;atilde;o de itens essenciais e apostas online. O consumidor sente menos melhoria porque, na pr&amp;aacute;tica, sobra menos dinheiro dispon&amp;iacute;vel para consumir, investir ou construir patrim&amp;ocirc;nio.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;*Economista e assessor t&amp;eacute;cnico da&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Fri, 17 Jul 2026 10:07:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Artigos]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Endividamento das famílias paulistanas permanece no maior nível em quase quatro anos]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/noticia/endividamento-das-familias-paulistanas-permanece-no-maior-nivel-em-quase-quatro-anos</link><description>&lt;![CDATA[Quase sete em cada dez famílias paulistanas tinham contas a pagar em junho, cerca de 3,33 milhões de lares]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;Quase sete em cada dez famílias paulistanas (74,1%) estavam endividadas em junho. É o maior o maior patamar em quatro anos de acordo com a &lt;strong&gt;Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC)&lt;/strong&gt;, da&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/"&gt;&amp;nbsp;&lt;/a&gt;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/"&gt;&lt;strong&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Segundo o levantamento, o endividamento está praticamente estável em relação aos 74,2% registrados em maio, mas acima dos 71,4% observados em junho de 2025 [gráfico 1]. Em números absolutos, cerca de 3,33 milhões de lares na capital paulista estão com algum tipo de dívida.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;[GRÁFICO 1]&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC)&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;12 meses&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Fonte:&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;FecomercioSP&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;img src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/930977525af5934bc91ab4b969dcc90a87a42738.png" style="width: 733px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Em contrapartida, a inadimplência diminuiu para 20,7%, registrando uma queda de 0,4 ponto porcentual (p.p.) em relação ao mês anterior. O indicador oscila entre 20% e 22% há vários meses, mas já está abaixo do registrado em junho do ano passado, quando atingiu 21,6%.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na avaliação da FecomercioSP, o resultado de junho foi mais favorável do que o esperado diante da inflação ainda elevada dos alimentos e da manutenção dos juros em patamar restritivo. Embora o endividamento permaneça historicamente alto, os principais sinais de deterioração das finanças familiares não se confirmaram em junho.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Inadimplência recua em todas as faixas de renda&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A melhoria foi observada tanto entre as famílias com renda de até dez salários mínimos quanto entre aquelas com renda superior. No grupo de menor renda, a inadimplência passou de 25,5% para 25,1%. Já entre os lares com renda acima de dez salários mínimos, o índice caiu de 10% para 9,8%.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O nível de endividamento permaneceu praticamente estável em ambas as faixas — de 77,5% para 77,4% entre as famílias de menor renda, e de 64,6%, para 64,5% entre as de maior renda. Ainda assim, os porcentuais seguem acima dos registrados em junho de 2025, quando eram de 76% e 58%, respectivamente, apontando que o aumento do uso do crédito ocorreu entre diferentes perfis de renda.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Cartão de crédito segue como principal modalidade de dívida&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O cartão de crédito continua sendo a principal modalidade de dívida, usado por 79,8% das famílias, porcentual praticamente estável em relação a maio. Já o financiamento imobiliário atingiu 17,6%, o maior da série histórica da pesquisa, reflexo de um mercado de trabalho aquecido e dos juros regulados desse tipo de crédito, que nem sempre acompanham as variações da Selic [gráfico 2].&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;[GRÁFICO 2]&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Modalidades de dívidas das famílias paulistanas&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Junho de 2026&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Fonte:&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&amp;nbsp;FecomercioSP&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;img src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/bc15427184bdf93b7cb4250a765a4a0f649eea15.png" style="width: 733px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No perfil das dívidas, o crédito consignado avançou de 5,8% para 6,2%, o seu maior patamar dos últimos meses, enquanto o crédito pessoal voltou a subir (12,4%).&amp;nbsp;&amp;nbsp;Na análise da FecomercioSP, esse movimento indica que parte das famílias estão em busca de linhas de crédito mais baratas e com prazos mais controlados para lidar com o avanço dos preços de itens essenciais, especialmente alimentos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Atraso nas dívidas e tempo de comprometimento da renda diminuem&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Pela primeira vez no ano, o tempo médio de atraso no pagamento das dívidas recuou — de 66,7 dias, em maio, para 66,1 dias, em junho —, registrando a primeira redução desde o início do ano. Também houve diminuição nas dívidas em atraso superior a 90 dias, que passou de 54,1% para 53%, o que pode indicar que parte das famílias conseguiu regularizar compromissos mais antigos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Em junho, a parcela da renda destinada ao pagamento de débitos caiu para 26%. Dessa forma, o comprometimento da renda com dívidas manteve a trajetória de queda iniciada em janeiro, quando estava em 27,5%. Já o tempo médio de comprometimento permaneceu estável em 6,8 meses, abaixo dos 7,4 meses observados no mesmo período do ano passado.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;[GRÁFICO 3]&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Tempo de comprometimento com dívida&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Junho de 2026&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Fonte&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;: FecomercioSP&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;img src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/530faea0ae25da9c4036174b232e67a97b2e2d2c.png" style="width: 733px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/em&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Além disso, o comprometimento da renda continuou diminuindo e a parcela de famílias que afirmam não ter condições de quitar os débitos caiu de 8,9% para 8,5%.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A intenção de contrair crédito ou financiamento nos próximos três meses recuou de 11,2% para 10,8%, movimento esperado para o período do ano sem datas comemorativas que estimulem o consumo. Entre os lares que pretendem recorrer a crédito, a maioria (81,5%) planeja usar o dinheiro para consumo e compras.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O cenário reforça a leitura de que o crédito continua sendo utilizado como instrumento para suavizar os efeitos da inflação sobre o orçamento doméstico, mas ainda dentro dos limites que a renda da população consegue administrar, favorecida por um mercado de trabalho aquecido.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Thu, 16 Jul 2026 11:07:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Pesquisas]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Rodadas de negócios conectam empresas brasileiras a fornecedores taiwaneses; participe!]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/noticia/rodadas-de-negocios-conectam-empresas-brasileiras-a-fornecedores-taiwaneses-participe</link><description>&lt;![CDATA[Encontros multissetoriais em agosto abrem espaço para novas parcerias entre companhias de ambos os países; FecomercioSP apoia a iniciativa]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;A missão empresarial de Taiwan ao Brasil reunirá, em agosto e setembro, empresas dos dois países em rodadas de negócios com os objetivos de aproximar fornecedores taiwaneses de potenciais parceiros brasileiros e abrir espaço para novas parcerias comerciais. Organizada pelo Escritório Comercial de Taiwan em São Paulo, a iniciativa conta com o apoio da &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/"&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt;. &lt;a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdl0WcoWOc5PtNl8s-N8cIddlLLZ5FQWPPEmLaohNBprWys8A/viewform" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Inscreva-se para participar!&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A etapa multissetorial de agosto reunirá 33 companhias de Taiwan em dois encontros. O primeiro ocorrerá no dia 18, em São Paulo, no Renaissance São Paulo Hotel; o segundo, no dia 20, em Curitiba, no Qoya Hotel Curitiba. Ambas as rodadas ocorrerão das 9h30 às 17h.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Participarão dessas rodadas empresas de segmentos como:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;mobiliário doméstico e mobiliário público;&lt;span class="Apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;higiene profissional e exterminador de pragas;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;construção civil, hidráulica e infraestrutura;&lt;span class="Apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;segurança industrial — Equipamentos de Proteção Individual (EPIs);&lt;/li&gt;&lt;li&gt;máquinas, bombas, válvulas, indústria frigorífica e borracha;&lt;span class="Apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC), elétrica e eletrônica;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;autopeças, bicicleta e moto e equipamentos esportivos;&lt;span class="Apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;ferramentas e equipamentos de embalagem;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;ferragens e componentes para móveis.&lt;span class="Apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;Em 15 de setembro, a missão terá nova etapa voltada para o segmento de alimentos orientais, também em São Paulo, no Intercontinental Hotel. Na ocasião, 18 empresas do setor — de biscoitos e bebidas a ingredientes — participarão de uma rodada de negócios, das 9h às 17h.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Serviço&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Missão Empresarial de Taiwan ao Brasil — Rodadas de Negócios&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Etapa multissetorial (33 empresas)&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;São Paulo — 18 de agosto (terça-feira), das 9h30 às 17h&lt;br&gt;Renaissance São Paulo Hotel — Alameda Santos, 2233, Jardim Paulista — São Paulo/SP&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Curitiba — 20 de agosto (quinta-feira), das 9h30 às 17h&lt;br&gt;Qoya Hotel Curitiba — Av. Sete de Setembro, 4211, Centro — Curitiba/PR&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Etapa de alimentos orientais (18 empresas)&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;São Paulo — 15 de setembro (terça-feira), das 9h às 17h&lt;br&gt;Intercontinental Hotel — Alameda Santos, 1123, Jardim Paulista — São Paulo/SP&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="https://67tjk6azgo.preview-beefreecontent.com/KGHk?utm_campaign=Apoio+Taiwan+Trade+Center&amp;utm_content=%5BNo+title%5D&amp;utm_medium=email&amp;utm_source=dinamize&amp;utm_term=Fecomercio+Internacional+apoia+a+Rodada+de+Neg%C3%B3cios+com+33+empresas+multissetoriais+de+Taiwan.+Participe%21"&gt;Inscreva-se aqui!&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Thu, 16 Jul 2026 10:55:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Internacional]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Consumidor paulistano continua seletivo, mas menos pessimista]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/noticia/consumidor-paulistano-continua-seletivo-mas-menos-pessimista</link><description>&lt;![CDATA[Indicadores de junho avançam positivamente; melhoria da percepção das famílias ainda contrasta com um elevado nível de endividamento]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;As famílias paulistanas observaram melhorias nas condições atuais de consumo, indicando uma recuperação da confiança em junho. É o que releva o Índice de Confiança do Consumidor (ICC), produzido mensalmente pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), que atingiu 124,1 pontos, com alta de 2,9% em relação a maio [gráfico 1]. No comparativo interanual, o índice avançou 9,9%. O resultado de junho mostra um avanço mais disseminado, tanto a percepção sobre a situação presente quanto às expectativas futuras evoluíram positivamente.&lt;/p&gt;&lt;p dir="ltr" style="font-style: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; text-decoration: none; caret-color: rgb(0, 0, 0); color: rgb(0, 0, 0); font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16px; text-align: justify; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p dir="ltr" style="font-style: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; text-decoration: none; caret-color: rgb(0, 0, 0); color: rgb(0, 0, 0); font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16px; text-align: center; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 9pt; font-family: arial, sans-serif; color: rgb(162, 0, 0); font-weight: bold; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-position: normal; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;[GRÁFICO 1]&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p dir="ltr" style="font-style: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; text-decoration: none; caret-color: rgb(0, 0, 0); color: rgb(0, 0, 0); font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16px; text-align: center; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 9pt; font-family: arial, sans-serif; font-weight: bold; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-position: normal; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;Índice de Confiança do Consumidor (ICC)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p dir="ltr" style="font-style: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; text-decoration: none; caret-color: rgb(0, 0, 0); color: rgb(0, 0, 0); font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16px; text-align: center; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 9pt; font-family: arial, sans-serif; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-position: normal; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;Série histórica (13 meses)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p dir="ltr" style="font-style: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; text-decoration: none; caret-color: rgb(0, 0, 0); color: rgb(0, 0, 0); font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16px; text-align: center; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 9pt; font-family: arial, sans-serif; font-style: italic; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-position: normal; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;Fonte: FecomercioSP&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p dir="ltr" style="font-style: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; text-decoration: none; caret-color: rgb(0, 0, 0); color: rgb(0, 0, 0); font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16px; text-align: center; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"&gt;&lt;img src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/7f14448faebcbc76eaa40a399f26a86eea713a13.png" style="width: 733px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p id="isPasted"&gt;Segundo a FecomercioSP, o mercado de trabalho exerce papel fundamental na sustentação da confiança e da intenção de compra, as quais refletem o comportamento otimista. No entanto, a política monetária ainda restritiva e o elevado custo de crédito continuam impondo moderação ao ritmo de expansão do consumo, afetando as limitações dos componentes ligados ao consumo efetivo e aos bens duráveis.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A melhoria na percepção das famílias ainda contrasta com um elevado nível de endividamento. De acordo com a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC) da FecomercioSP, mais de 70% das famílias paulistanas permanecem endividadas, ao passo que as inadimplentes seguem acima dos níveis observados antes do ciclo inflacionário recente. Dessa forma, o cenário limita a capacidade de expansão do consumo, visto que uma parcela relevante da renda continua comprometida com pagamento de dívidas, reduzindo espaço para novas compras e o consumo com bens e serviços não essenciais.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Famílias estão mais otimistas, mas sem mudanças estruturais&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os componentes do ICC marcaram uma mudança importante comparada com o mês de maio, deixando de serem sustentados apenas pelas expectativas e voltando a progredirem na avaliação das condições correntes. O Índice das Condições Econômicas Atuais (ICEA) avançou para 117,6 pontos, altas de 4,6%, no mês, e de 9%, na comparação interanual. Já o Índice de Expectativas do Consumidor (IEC) atingiu 128,4 pontos, com crescimentos de 1,9%, na margem, e de 10,5%, em relação a junho do ano anterior [tabela 1].&lt;span style="font-style: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-align: start; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; text-decoration: none; caret-color: rgb(0, 0, 0); color: rgb(0, 0, 0); font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16px; float: none; display: inline !important;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p dir="ltr" style="font-style: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; text-decoration: none; caret-color: rgb(0, 0, 0); color: rgb(0, 0, 0); font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16px; text-align: center; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 9pt; font-family: arial, sans-serif; color: rgb(162, 0, 0); font-weight: bold; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-position: normal; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;[TABELA 1]&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p dir="ltr" style="font-style: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; text-decoration: none; caret-color: rgb(0, 0, 0); color: rgb(0, 0, 0); font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16px; text-align: center; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 9pt; font-family: arial, sans-serif; font-weight: bold; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-position: normal; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;Índice de Confiança do Consumidor (ICC) — renda, gênero e idade&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p dir="ltr" style="font-style: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; text-decoration: none; caret-color: rgb(0, 0, 0); color: rgb(0, 0, 0); font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16px; text-align: center; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 9pt; font-family: arial, sans-serif; font-style: italic; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-position: normal; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;Fonte: FecomercioSP&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p dir="ltr" style="font-style: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; text-decoration: none; caret-color: rgb(0, 0, 0); color: rgb(0, 0, 0); font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16px; text-align: center; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;div style="font-style: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; text-decoration: none; caret-color: rgb(0, 0, 0); color: rgb(0, 0, 0); font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16px; text-align: center;"&gt;&lt;img src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/26508c24dba74d2fbee1c51dc39a23cb76f76057.png" style="width: 733px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p id="isPasted"&gt;O resultado do ICEA sugere que as famílias perceberam melhoria nas condições presentes, mas ainda não há evidências de uma mudança estrutural do ambiente econômico. A recuperação mensal ocorreu de forma disseminada entre todos os segmentos pesquisados, com destaque para consumidores com renda inferior a dez salários mínimos (6,1%), mulheres (4,7%) e consumidores com 35 anos ou mais (4,6%). No comparativo interanual, também se observa alta em todos os segmentos, com destaque para aqueles que ganham menos de dez salários mínimos (11,2%), consumidores com 35 anos ou mais (11%) e mulheres (10,6%).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os dados do IEC, por sua vez, sugerem que parte dos lares continua acreditando em um quadro favorável para os próximos meses, sustentado pela expectativa de progresso gradual das condições financeiras. Por outro lado, o comportamento das famílias com renda superior a dez salários mínimos sofreu leve recuo de 1% no mês. O movimento pode indicar mais cautela desse público diante da alta da taxa Selic, da desaceleração econômica esperada para o segundo semestre e das incertezas associadas ao cenário internacional.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Além disso, programas de renegociação de dívidas, como o Desenrola Brasil, também podem contribuir para melhorar as expectativas de parte dos consumidores, especialmente entre as famílias de menor renda. Entretanto, os efeitos surgem, primeiro, nas expectativas e, posteriormente, nas condições efetivas de consumo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Mercado de trabalho e renda sustentam consumo das famílias&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A Intenção de Consumo das Famílias (ICF), também mensurada pela FecomercioSP, na capital paulista atingiu 112,8 pontos em junho — com leve recuo de 0,4% em comparação com maio. Apesar da acomodação mensal, o indicador permanece em patamar elevado, apresentando crescimento de 7,3% na comparação com junho de 2025 e evidenciando que a disposição das famílias para consumir continua superior ao ano anterior [gráfico 2].&lt;span style="font-style: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-align: start; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; text-decoration: none; caret-color: rgb(0, 0, 0); color: rgb(0, 0, 0); font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16px; float: none; display: inline !important;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p dir="ltr" style="font-style: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; text-decoration: none; caret-color: rgb(0, 0, 0); color: rgb(0, 0, 0); font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16px; text-align: center; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 9pt; font-family: arial, sans-serif; color: rgb(162, 0, 0); font-weight: bold; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-position: normal; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;[GRÁFICO 2]&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p dir="ltr" style="font-style: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; text-decoration: none; caret-color: rgb(0, 0, 0); color: rgb(0, 0, 0); font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16px; text-align: center; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 9pt; font-family: arial, sans-serif; font-weight: bold; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-position: normal; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;Índice de Intenção de Consumo das Famílias (ICF)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p dir="ltr" style="font-style: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; text-decoration: none; caret-color: rgb(0, 0, 0); color: rgb(0, 0, 0); font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16px; text-align: center; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 9pt; font-family: arial, sans-serif; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-position: normal; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;Série histórica (13 meses)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p dir="ltr" style="font-style: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; text-decoration: none; caret-color: rgb(0, 0, 0); color: rgb(0, 0, 0); font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16px; text-align: center; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 9pt; font-family: arial, sans-serif; font-style: italic; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-position: normal; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;Fonte: FecomercioSP&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p dir="ltr" style="font-style: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; text-decoration: none; caret-color: rgb(0, 0, 0); color: rgb(0, 0, 0); font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16px; text-align: center; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 9pt; font-family: arial, sans-serif; font-style: italic; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-position: normal; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;&lt;img src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/cdbed1e0fc1453e5e58ba794661f34666fa10d7f.png" style="width: 733px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p dir="ltr" style="font-style: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; text-decoration: none; caret-color: rgb(0, 0, 0); color: rgb(0, 0, 0); font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16px; text-align: center; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p id="isPasted"&gt;O subíndice do ICF Emprego Atual permanece em patamar elevado (142,9 pontos), com crescimento de 6,8% em relação a junho do ano passado. O indicador segue como principal sustentação da intenção de consumo, contribuindo para reduzir a percepção de risco das famílias e reforçando a confiança quanto à manutenção da renda [tabela 2].&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O item Perspectiva Profissional (120,9 pontos) sugere que os consumidores continuam avaliando positivamente as perspectivas futuras, embora com mais cautela. O resultado estável do subíndice Renda Atual (140,5 pontos) reforça a percepção de estabilidade da renda familiar, mas sem aceleração do poder de compra, já que a inflação continua limitando ganhos mais expressivos de renda disponível.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Entretanto, os indicadores Nível de consumo atual (89,4 pontos) e Momentos para Duráveis (79,6 pontos) permanecem abaixo dos 100 pontos. Apesar de o consumo atual ter avançado 8,2% em relação ao ano anterior, o nível pessimista aponta que a execução do consumo ainda ocorre de forma moderada. Já a alta interanual de 9,7% na perspectiva, sinaliza que os consumidores mantêm expectativa favorável para as compras nos próximos meses, embora com menor intensidade do que a observada no início do ano. &lt;span style="font-style: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-align: start; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; text-decoration: none; caret-color: rgb(0, 0, 0); color: rgb(0, 0, 0); font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16px; float: none; display: inline !important;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p dir="ltr" style="font-style: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; text-decoration: none; caret-color: rgb(0, 0, 0); color: rgb(0, 0, 0); font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16px; text-align: center; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 9pt; font-family: arial, sans-serif; color: rgb(162, 0, 0); font-weight: bold; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-position: normal; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;[TABELA 2]&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p dir="ltr" style="font-style: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; text-decoration: none; caret-color: rgb(0, 0, 0); color: rgb(0, 0, 0); font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16px; text-align: center; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 9pt; font-family: arial, sans-serif; font-weight: bold; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-position: normal; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;Intenção de Consumo das Famílias (ICF) — Faixa de renda&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p dir="ltr" style="font-style: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; text-decoration: none; caret-color: rgb(0, 0, 0); color: rgb(0, 0, 0); font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16px; text-align: center; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 9pt; font-family: arial, sans-serif; font-style: italic; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-position: normal; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;Fonte: FecomercioSP&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p dir="ltr" style="font-style: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; text-decoration: none; caret-color: rgb(0, 0, 0); color: rgb(0, 0, 0); font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16px; text-align: center; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"&gt;&lt;img src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/bf07ea7487d3fc3bd297dc1e07f1822ca12d0bbc.png" style="width: 733px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p id="isPasted"&gt;&lt;strong&gt;Diferenças entre as faixas de renda permanece&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Entre as faixas de renda, o indicador das famílias com renda de até dez salários mínimos atingiu 111,5 pontos, mantendo-se praticamente estável em relação a maio e registrando crescimento de 8,9% na comparação com junho de 2025. Os principais destaques desse grupo foram os itens Momento para Duráveis, que avançou 20,6% em 12 meses, alcançando 77,7 pontos; Acesso ao Crédito, com alta de 13,9% (111 pontos); Perspectiva de Consumo, que cresceu 11,7% (105,2 pontos); e Nível de Consumo Atual, que registrou expansão de 11,2% (85,8 pontos). Apesar da evolução observada, os indicadores relacionados ao consumo efetivo permanecem abaixo da linha, indicando que a recuperação do consumo ainda ocorre de forma gradual.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Já quanto aos consumidores com renda superior a dez salários mínimos, o ICF alcançou 116,5 pontos, com queda mensal de 1% e crescimento de 3% em relação a junho de 2025. Embora permaneçam em patamar mais elevado, esses consumidores mostraram mais cautela no mês, especialmente nos indicadores relacionados ao crédito e à compra de bens duráveis. O componente Momento para Duráveis recuou 4% em comparação com maio, mesmo resultado que Acesso ao Crédito, sugerindo mais sensibilidade ao custo de oportunidade em um ambiente de juros ainda elevados.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A diferença entre as faixas de renda continua apontando para uma recuperação heterogênea do consumo. Em junho, o ICF das famílias de maior renda superou o das famílias de menor renda em aproximadamente 5 pontos, mantendo o padrão observado ao longo dos últimos meses. A maior diferença permanece concentrada no Nível de Consumo Atual, em que os consumidores de maior renda registram 99,6 pontos, contra 85,8 pontos entre aqueles com renda de até dez salários mínimos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Análise para o varejo&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para o varejo, o resultado de junho é positivo, uma vez que revelam que a confiança do consumidor paulista retoma a sua força, sustentada tanto pela melhoria nas condições atuais quanto pela manutenção de expectativas positivas. Assim, reduzem-se os sinais de cautela, mas ainda não se eliminam os obstáculos impostos pelo ambiente financeiro restritivo.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Wed, 15 Jul 2026 15:06:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Pesquisas]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Em um mundo hiperconectado, a experiência humana é o principal diferencial ]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/noticia/em-um-mundo-hiperconectado-a-experiencia-humana-e-o-principal-diferencial</link><description>&lt;![CDATA[Lizete Ribeiro, do Grupo Tauá de Hotéis e Resorts, analisa as transformações do comportamento do consumidor e seus impactos para os setores da economia]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p style='margin-top:0cm;margin-right:0cm;margin-bottom:8.0pt;margin-left:0cm;line-height:115%;font-size:16px;font-family:"Aptos",sans-serif;' id="isPasted"&gt;A tecnologia transformou a forma como as pessoas trabalham, consomem e se relacionam. Ao mesmo tempo que a hiperconectividade ampliou o acesso à informação e facilitou a rotina, também intensificou a busca por um ativo cada vez mais escasso: conexões humanas genuínas. Nesse contexto, empresas que conseguem criar experiências relevantes e memoráveis passaram a ocupar uma posição de destaque em um mercado cada vez mais competitivo.&lt;/p&gt;&lt;p style='margin-top:0cm;margin-right:0cm;margin-bottom:8.0pt;margin-left:0cm;line-height:115%;font-size:16px;font-family:"Aptos",sans-serif;'&gt;Essa é uma das principais reflexões do novo episódio do &lt;strong&gt;Mercado &amp;amp; Perspectivas&lt;/strong&gt;, mesacast da &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt;. A convidada da vez é Lizete Ribeiro, CEO do Grupo Tauá de Hotéis e Resorts, que compartilha a sua visão sobre as mudanças no comportamento do consumidor e os desafios para as empresas que desejam construir relacionamentos duradouros com seus clientes.&lt;/p&gt;&lt;p style='margin-top:0cm;margin-right:0cm;margin-bottom:8.0pt;margin-left:0cm;line-height:115%;font-size:16px;font-family:"Aptos",sans-serif;'&gt;Segundo a executiva, a pandemia acelerou transformações que continuam influenciando o turismo e diversos outros segmentos da economia. As pessoas passaram a valorizar mais o tempo livre, as relações familiares e as experiências capazes de gerar significado, bem-estar e lembranças positivas. Como consequência, viajar deixou de representar apenas deslocamento ou hospedagem para se tornar uma oportunidade de conexão e convivência.&lt;/p&gt;&lt;p style='margin-top:0cm;margin-right:0cm;margin-bottom:8.0pt;margin-left:0cm;line-height:115%;font-size:16px;font-family:"Aptos",sans-serif;'&gt;Essa mudança de comportamento acabou por alterar o papel dos empreendimentos turísticos. Se, antes, a escolha de um hotel estava fortemente associada à localização ou à infraestrutura, hoje, a experiência vivida durante a estadia ganhou protagonismo. Para Lizete, o retorno do cliente está cada vez mais relacionado à forma como ele se sentiu acolhido, à qualidade das interações e às memórias construídas ao longo da viagem.&lt;/p&gt;&lt;p style='margin-top:0cm;margin-right:0cm;margin-bottom:8.0pt;margin-left:0cm;line-height:115%;font-size:16px;font-family:"Aptos",sans-serif;'&gt;A executiva observa que a tecnologia continua desempenhando papel fundamental na gestão dos negócios, mas seu uso deve estar orientado à melhoria da experiência do consumidor. Em vez de substituir o contato humano, ferramentas digitais podem aumentar a eficiência operacional e liberar equipes para atividades que exijam escuta, empatia e personalização do atendimento. Como resume a executiva, a questão está em equilibrar o &lt;strong&gt;high-tech&lt;/strong&gt; com o &lt;strong&gt;high-touch&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p style='margin-top:0cm;margin-right:0cm;margin-bottom:8.0pt;margin-left:0cm;line-height:115%;font-size:16px;font-family:"Aptos",sans-serif;'&gt;&lt;strong&gt;Cultura organizacional como vantagem competitiva&lt;br&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;Outro ponto de destaque da conversa foi a relação entre experiência do cliente e cultura organizacional. Para a CEO do Tauá, as empresas que desejam construir vínculos duradouros com seus públicos precisam começar pela valorização de seus colaboradores.&lt;/p&gt;&lt;p style='margin-top:0cm;margin-right:0cm;margin-bottom:8.0pt;margin-left:0cm;line-height:115%;font-size:16px;font-family:"Aptos",sans-serif;'&gt;O grupo, que atualmente emprega milhares de profissionais em diferentes unidades do País, adota uma estratégia baseada na formação contínua de lideranças e no fortalecimento de uma cultura organizacional centrada no cuidado com as pessoas. Na avaliação de Lizete, a experiência entregue ao cliente é reflexo direto da experiência vivida pelos funcionários dentro da empresa.&lt;/p&gt;&lt;p style='margin-top:0cm;margin-right:0cm;margin-bottom:8.0pt;margin-left:0cm;line-height:115%;font-size:16px;font-family:"Aptos",sans-serif;'&gt;A executiva também destaca tendências que devem permanecer no radar das empresas nos próximos anos, como a crescente preocupação dos consumidores com práticas ambientais responsáveis, a busca por bem-estar físico e emocional e a valorização da cultura local como elemento diferenciador das experiências de consumo.&lt;/p&gt;&lt;p style='margin-top:0cm;margin-right:0cm;margin-bottom:8.0pt;margin-left:0cm;line-height:115%;font-size:16px;font-family:"Aptos",sans-serif;'&gt;Mais do que uma discussão sobre hotelaria, o episódio debate como em um ambiente marcado pela abundância de informações e pela disputa constante por atenção, negócios capazes de combinar eficiência, propósito e conexões autênticas tendem a construir relações mais sólidas e duradouras com seus clientes.&lt;/p&gt;&lt;p style='margin-top:0cm;margin-right:0cm;margin-bottom:8.0pt;margin-left:0cm;line-height:115%;font-size:16px;font-family:"Aptos",sans-serif;'&gt;Para uma visão completa de como as mudanças de comportamento do consumidor vem transformando os negócios, assista ao episódio completo do &lt;strong&gt;Mercado &amp;amp; Perspectivas&lt;/strong&gt; de julho, disponível no canal da Entidade no YouTube.&lt;/p&gt;&lt;p style='margin-top:0cm;margin-right:0cm;margin-bottom:8.0pt;margin-left:0cm;line-height:115%;font-size:16px;font-family:"Aptos",sans-serif;'&gt;&lt;span contenteditable="false" draggable="true" class="fr-video fr-deletable fr-fvc fr-dvb fr-draggable"&gt;&lt;iframe width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/CYp-Sy3j6BU?&amp;amp;wmode=opaque&amp;amp;rel=0" frameborder="0" allowfullscreen="" class="fr-draggable"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/span&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='margin-top:0cm;margin-right:0cm;margin-bottom:8.0pt;margin-left:0cm;line-height:115%;font-size:16px;font-family:"Aptos",sans-serif;'&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Wed, 15 Jul 2026 10:47:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Turismo]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[NR-1 e o direito do luto: a dor que se tornou ofício]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/noticia/nr-1-e-o-direito-do-luto-a-dor-que-se-tornou-oficio</link><description>&lt;![CDATA[Norma amplia a atenção aos riscos psicossociais e impõe ao setor funerário o desafio de proteger a saúde mental de quem convive diariamente com a dor e o luto]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;&lt;em&gt;Eduardo Pastore, Luiza Melo e Leonardo Battistuzzo&lt;sup&gt;*&lt;/sup&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;“Nascemos morrendo. O fim de cada dia é um passo a mais em direção ao fim.”&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;— Sêneca,&amp;nbsp;&lt;em&gt;Cartas a Lucílio&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Não conhecemos sociedade humana que não tenha inventado algum rito para seus mortos. Há mais de 60 mil anos, neandertais já depositavam flores junto aos corpos de seus companheiros — porque cuidar do morto parece mais antigo do que muita coisa que chamamos de “civilização”. Os egípcios fizeram da morte uma política de Estado; Roma tinha os&amp;nbsp;&lt;em&gt;pollinctores&lt;/em&gt;, que preparavam os corpos para o funeral.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A função é, portanto, velha como a espécie. A novidade é que, no Brasil de hoje, ela tem CNPJ, convenção coletiva e sindicato — o Sindicato dos Cemitérios e Crematórios Particulares do Brasil (Sincep).&amp;nbsp;&amp;nbsp;Agora, precisa responder a seus representados à Norma Regulamentadora 1 (NR-1). Não qualquer norma, mas a que coloca os riscos psicossociais no centro da agenda de saúde ocupacional brasileira.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Existe uma curiosa lei da visibilidade social: quanto mais essencial um serviço, menos se fala dele. Cemitérios, crematórios e funerárias formam um setor econômico sólido porque sua “demanda” é a única absolutamente garantida da economia. Todos nós, sem exceção, seremos seus clientes um dia. A questão é que, enquanto ignoramos esse setor, homens e mulheres que nele trabalham carregam, dia após dia, o peso que a sociedade não quer ver.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;É um setor que vive da urgência alheia. Ninguém telefona para um&amp;nbsp;cemitério&amp;nbsp;com calma, com antecedência, com tempo para cotação. O cliente chega em pânico, em choque, ainda com a notícia da morte ecoando como um zumbido dentro da cabeça. É nesse encontro entre a urgência de um lado e a rotina do outro que nasce o problema que este artigo quer iluminar.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Pense nos profissionais da linha de frente — o sepultador, que lida diretamente com&amp;nbsp;a&amp;nbsp;urna funerária&amp;nbsp;(a morte em sua face mais concreta, física, irrevogável); o atendente do cemitério ou crematório, que recebe famílias em choque, muitas vezes agressivas não por maldade, mas porque a dor precisa escoar em algum lugar (e o balcão de atendimento está ali, presente, humano); o motorista do carro funerário; e o administrativo, que, todos os dias, transforma burocracia em acolhimento. Todos compartilham algo raro em qualquer outra profissão: o cliente está, por definição, vivendo o pior dia de sua vida.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Se a dor do trabalho já é, por si, objeto da NR-1 em qualquer setor — operário de fábrica, atendente de telemarketing, motorista de ônibus etc. —, imagine essa mesma dor quando o pano de fundo cotidiano é a morte de outra pessoa, repetida, sem pausa, dia após dia.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A modernidade empurra a morte para o hospital; depois, para o cemitério, criando uma cadeia de profissionais cuja função é nos proteger do contato com a finitude. Pagamos para que outros lidem, em nosso lugar, com o que mais tememos. E aqui está o nó do problema. Terceirizamos as providências que a morte exige, mas o luto não se terceiriza. Continua pertencendo a quem ama e perde. E apenas ganha, nesse encontro, uma testemunha diária e involuntária — o profissional do setor funerário.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;São eles que acolhem os primeiros choros, escutam histórias interrompidas, administram conflitos familiares exacerbados pela dor, orientam decisões difíceis quando a capacidade de decidir está comprometida pelo sofrimento. Enfim, permanecem presentes (serenos, profissionais e contínuos) quando a dor do outro se manifesta em sua forma mais intensa.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Agimos coletivamente como se esses trabalhadores fossem blindados ao impacto emocional dessa convivência permanente com a perda.&amp;nbsp;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Não há blindagem.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; O que pode haver (e, muitas vezes, há) é adoecimento silencioso. E é justamente esse silêncio que a NR-1 vem, finalmente, obrigar a romper. O adoecimento no setor do luto não é um problema individual, tampouco fragilidade do sepultador nem sensibilidade excessiva do atendente. Trata-se de um problema da organização do trabalho, reconhecer isso é o que muda tudo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A pergunta deixa de ser “por que este trabalhador adoeceu?” e passa a ser “quais aspectos da organização do trabalho produziram esse adoecimento?”. Essa é a mudança de paradigma que a ergonomia contemporânea propõe — e que a NR-1 atualizada incorpora como obrigação legal. Ergonomia, aqui, não é sobre cadeiras ou bancadas, mas sobre escalas, previsibilidade de demandas, protocolos de acolhimento após atendimentos especialmente dolorosos, existência (ou ausência) de espaços seguros para elaborar o que foi vivido. É sobre a relação entre as cargas cognitiva e emocional do trabalho e a capacidade humana de sustentá-la com saúde. Mais do que nunca, sobre a saúde da organização do trabalho.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A NR-1 atualizada rompe com décadas de invisibilidade do sofrimento psíquico no trabalho. Durante muito tempo, a proteção à saúde ocupacional concentrou-se, legitimamente, nos riscos físicos, químicos e biológicos. O sofrimento psíquico ficou de fora, tratado como questão pessoal. A nova abordagem da norma reconhece que saúde ocupacional e saúde mental são indissociáveis. O adoecimento psicológico produz efeitos concretos: aumento do absenteísmo, afastamentos previdenciários e elevação da rotatividade, passivos trabalhistas decorrentes da omissão diante de riscos conhecidos. A prevenção não é custo; é investimento.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Quando prevenção trabalhista,&amp;nbsp;&lt;em&gt;compliance&lt;/em&gt;, saúde ocupacional e ergonomia atuam de forma integrada, a empresa deixa de enxergar o adoecimento como problema individual e passa a compreendê-lo como indicador da própria organização laboral. No setor do luto, essa integração é especialmente urgente.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Este artigo fala em “direito do luto” em dois sentidos que se completam. O primeiro é&amp;nbsp;&lt;strong&gt;existencial&lt;/strong&gt;: o direito ao luto como experiência humana legítima; não apenas de quem perde um ente querido, mas, inclusive — e este é o ponto que com frequência se esquece —, de quem trabalha todos os dias absorvendo o luto alheio. Sepultadores, atendentes, motoristas e administrativos também têm direito a elaborar, processar e sofrer com o que testemunham. Negar-lhes esse direito, tratando-os como peças neutras de uma engrenagem operacional, é, em si, uma forma de violência silenciosa.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O segundo é&amp;nbsp;&lt;strong&gt;jurídico&lt;/strong&gt;. A NR-1 impõe um conjunto de obrigações a esse setor por reconhecer a sua exposição, de forma estrutural e contínua, a riscos psicossociais de elevada intensidade. Poucos estão tão expostos quanto. Para o setor do luto, isso significa avançar para além do cumprimento formal: mapear quais funções estão mais expostas (e todas, em alguma medida, estão), capacitar lideranças para reconhecer sinais de adoecimento, estabelecer canais seguros de escuta e desenvolver protocolos de acolhimento interno. As duas faces convergem num ponto inegociável. O setor só cumprirá bem as obrigações da NR-1 se compreender, antes, a dimensão existencial do problema. Não é planilha. É gente. E gente precisa ser vista.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Sêneca escreveu que morremos um pouco todos os dias —&amp;nbsp;&lt;em&gt;cotidie morimur&lt;/em&gt; —, porque cada dia que passa também é um dia que não volta. Epicuro lembrava que “a morte não é nada para nós: enquanto existimos, ela não está presente; quando está presente, já não existimos”, consolo lógico que pouco ajuda às 3 da manhã, mas que aponta para algo que importa — o medo da morte é, na maior parte das vezes, medo de&amp;nbsp;&lt;em&gt;pensar&lt;/em&gt; nela.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os trabalhadores do setor do luto não têm esse privilégio. Estão lá, todos os dias, diante da morte com nome e sobrenome, com família e história, com alguém que chora do outro lado do balcão. Praticam, involuntária e cotidianamente, o que a filosofia trata como exercício de sabedoria: conviver com a finitude. Mas conviver com a finitude sem suporte, sem reconhecimento, sem estrutura organizacional que acolha esse peso não é sabedoria, mas sofrimento.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Não se trata apenas de cumprir uma exigência regulamentária, elaborar relatórios ou atualizar documentos internos. Trata-se de construir uma cultura organizacional que reconheça a saúde mental dos trabalhadores e de todos que lidam com o setor do luto como ativo estratégico e condição indispensável para a prestação de um serviço digno à população. Afinal, uma sociedade que deseja ser acolhida em seus momentos mais difíceis precisa começar por acolher quem dedica sua vida profissional a cuidar da dor dos outros&lt;strong&gt;&lt;em&gt;.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Rendemos nossa homenagem a todos que compõem esse setor — sepultadores, atendentes, motoristas, administrativos, empresários, profissionais de RH etc. —, que, todos os dias, emprestam seus ombros para que o resto de nós atravesse, com um pouco menos de peso, o momento mais difícil da vida. E a NR-1 assume papel fundamental para o setor do luto em acolher quem acolhe.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;*Eduardo Pastore, assessor da FecomercioSP e advogado trabalhista; Leonardo Battistuzzo, advogado especializado em Direito do Luto e Direito Funerário; e Luiza Melo, ergonomista e especialista em saúde ocupacional e gestão de riscos psicossociais.&lt;br&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;&amp;nbsp;Artigo publicado originalmente no portal Contábeis em 13 de julho de 2026.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Tue, 14 Jul 2026 15:54:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Artigos]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Sistema Comércio entrega Agenda de Prioridades a presidenciáveis]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/noticia/sistema-comercio-entrega-agenda-de-prioridades-a-presidenciaveis</link><description>&lt;![CDATA[Encontro em Brasília reúne federações, sindicatos e pré-candidatos à Presidência; documento consolida propostas para fortalecer setores representados]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;O Sistema Comércio elaborou uma agenda de proposições aos pré-candidatos à Presidência da República, com subsídios a políticas públicas voltadas para o crescimento sustentável da economia brasileira. Reunindo propostas para estimular investimentos, geração de empregos, inovação e desenvolvimento em todas as regiões do País, a Agenda dos Presidenciáveis 2026 foi entregue na última quarta-feira (8), durante evento em Brasília, com a presença da &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/"&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Promovido pela&amp;nbsp;&lt;a href="https://portaldocomercio.org.br/"&gt;Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC)&lt;/a&gt;, o encontro reuniu presidentes de federações, lideranças dos setores produtivo e sindical, governadores e presidenciáveis. Dentre os pré-candidatos presentes, estavam o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), e o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo). Além de receber o documento, eles debateram temas estratégicos para os setores, como infraestrutura, Reforma Administrativa, endividamento das empresas, mercado de trabalho, combate ao comércio ilegal e inserção do Brasil no comércio internacional.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A FecomercioSP foi representada&amp;nbsp;&lt;a href="https://www.instagram.com/ivodallacqua.oficial/"&gt;pelo presidente, Ivo Dall'Acqua&lt;/a&gt;; pelo vice-presidente Rubens Medrano; e pelo presidente do&amp;nbsp;&lt;a href="https://sincovaga.com.br/"&gt;Sincovaga SP&lt;/a&gt;, Álvaro Furtado.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Em seu pronunciamento, Luiz Carlos Bohn, vice-presidente da CNC, afirmou que a agenda resulta de um amplo diálogo com federações, sindicatos e empresários de todas as regiões, refletindo as demandas de quem empreende, investe e gera empregos. “Entregamos aos presidenciáveis um verdadeiro tratado para o avanço e a prosperidade do Brasil.”&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Bohn enfatizou a defesa coletiva das federações e dos sindicatos empresariais por um ambiente tributário mais simples, justo e transparente, destacando a Reforma Administrativa, o equilíbrio fiscal, a redução dos juros e a diminuição da carga tributária como medidas em prol da competitividade nacional. No plano internacional, ressaltou a ampliação da presença do Brasil em mercados estratégicos e a valorização dos diferenciais competitivos do País — a diversidade energética, os recursos naturais, o mercado consumidor e o potencial turístico.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Leia a íntegra&lt;/strong&gt; da Agenda dos Presidenciáveis da CNC&amp;nbsp;&lt;a href="https://portal-bucket.azureedge.net/wp-content/sites/389/2026/07/Agenda-dos-Presidenciaveis-2026.pdf" target="_blank"&gt;aqui&lt;/a&gt;&lt;u&gt;.&lt;/u&gt;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Tue, 14 Jul 2026 10:02:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Brasil]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Agentes de IA mudam relação entre marcas e consumidores e desafiam comércio digital]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/noticia/agentes-de-ia-mudam-relacao-entre-marcas-e-consumidores-e-desafiam-comercio-digital</link><description>&lt;![CDATA[Tecnologia transforma a maneira como empresas são encontradas, recomendadas e escolhidas no ambiente online]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;Um estudo da consultoria Gartner, realizado em janeiro deste ano, mostrou que 60% das principais marcas pretendem utilizar agentes de Inteligência Artificial (IA) para interações com consumidores até 2028. O movimento aponta para uma tendência de transformação nas relações de consumo, com esses sistemas de software passando a intermediá-las e assumindo um papel cada vez mais importante no comércio digital. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na prática, isso significa que se, antes, as empresas precisavam investir apenas na otimização para mecanismos de busca (SEO) a fim de que seus sites fossem indexados pelos principais buscadores, agora, também terão que adaptar os próprios conteúdos, com o objetivo de que sejam encontrados, compreendidos e recomendados pelos agentes de IA.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;“É como se para todos os produtos e serviços digitais que fôssemos criar a partir de agora, precisássemos pensar em duas interfaces: uma para o usuário final e outra para os agentes de IA”, explica o cientista cognitivo, professor na PUC-SP e integrante do &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/conselhos/conselho-de-economia-digital-e-inovacao"&gt;Conselho de Economia Digital e Inovação&lt;/a&gt; da &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/"&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt;, Diogo Cortiz.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Se no modelo tradicional, os buscadores interpretavam a intenção do usuário e faziam uma pesquisa a partir de palavras-chave presentes nos conteúdos indexados, retornando com resultados em formato de links, os modelos de linguagem (LLMs) analisam um volume muito maior de informações, consultam diversas páginas, sintetizam o conteúdo encontrado e apresentam uma resposta direta à pergunta do usuário.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os agentes de IA são capazes de planejar e executar tarefas de forma autônoma, além de encadear múltiplas ações, utilizar ferramentas externas e perseguir objetivos de longo prazo. Eles apresentam uma evolução até mesmo em relação aos chatbots&lt;em&gt;&amp;nbsp;&lt;/em&gt;tradicionais&lt;em&gt;,&amp;nbsp;&lt;/em&gt;que, em geral, eram desenvolvidos para responder a solicitações específicas (quando perguntados), executar fluxos mais limitados (uma tarefa por vez) e depender das instruções diretas dos usuários.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Cortiz afirma que, nos buscadores tradicionais, o consumidor pesquisa com uma ideia do produto que queria adquirir e busca mais informações sobre ele — ou sobre onde estaria disponível. Com esses agentes, porém, a tecnologia passa a participar ativamente da decisão de compra do cliente.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;“A IA entra muito mais como parte de uma conversa, como um interlocutor que pode dar dicas e guiar o consumidor para descobrir coisas que ele nem imaginava”, comentou, durante reunião do conselho realizada em 3 de julho.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Como os agentes de IA se comportam?&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Além da utilização em buscas, os agentes de IA também podem realizar compras em nome dos usuários. Um estudo realizado pelas universidades Columbia e Yale, em dezembro de 2025, revelou como essas ferramentas compram e quais vieses influenciam suas decisões. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A pesquisa, intitulada O que o seu Agente de IA está Comprando?, apontou que produtos identificados pelas plataformas como “mais vendidos” ou “mais selecionados” registraram um aumento na seleção, em geral, de 340%. Outra conclusão importante diz respeito ao comportamento quanto aos anúncios. A seleção de conteúdos identificados como patrocinados registrou uma queda de 21%. Esses padrões indicam uma nova tendência no comércio digital, em que as plataformas passam a atuar como “árbitras” do ecossistema.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Além disso, abrem também uma nova discussão sobre os limites da tecnologia. Isto é, os agentes de IA &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/ia/materias/agentes-de-ia-fomentam-a-eficiencia-no-varejo-e-nos-servicos-mas-criam-novos-impasses-de-protecao-de-dados-e-governanca"&gt;devem atuar apenas mediante consentimento do usuário ou ter autonomia para tomar decisões&lt;/a&gt;? &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;De acordo com os estudiosos da área, no primeiro caso, seria necessário obter autorizações para diferentes ações, o que poderia gerar uma “fadiga de consentimento”, semelhante à dos avisos de cookies, que muitas pessoas aceitam automaticamente sem ler. Já um modelo de autonomia total ampliaria os riscos relacionados à privacidade, ao acesso não autorizado e à responsabilização difusa. &lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Como ser encontrado pelos agentes de IA?&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Dados da empresa americana de tecnologia Adobe revelam que, na última Black Friday, o tráfego de e-commerce proveniente de conversas com a IA cresceu 805%. Já uma pesquisa feita pela consultoria empresarial McKinsey &amp;amp; Company descobriu que 44% dos consumidores preferem a IA à busca tradicional, com a ferramenta sendo utilizada especialmente nas etapas de descoberta e consideração sobre a compra.&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Diante do aumento do seu uso pelos consumidores, empresas passam agora a se preocupar em como ser encontradas e recomendadas pela tecnologia. Os estudos já apontam que algumas práticas podem ajudar marcas, produtos e serviços na Otimização para Mecanismos Generativos (GEO), como adaptar o conteúdo para formatos de perguntas e respostas (FAQ) e traduzi-lo para o inglês, já que a grande maioria dos LLMs ainda é treinada na língua estrangeira. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;“Pode ser uma pessoa no Brasil pesquisando uma loja de sapatos no interior de São Paulo e, mesmo assim, a IA vai fazer buscas em inglês”, pontuou Cortiz.&amp;nbsp;“Pegamos as dez pesquisas mais usadas por brasileiros no Google e replicamos nos agentes. Eles fizeram 90% das pesquisas assim”, complementou o especialista, que também citou como um viés recorrente nesses sistemas a predominância das respostas de domínios “.com”&lt;em&gt;.&lt;/em&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Agentes desafiam modelos do comércio atual&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O uso dos agentes de IA implica não apenas a necessidade de uma melhor otimização das páginas das empresas para que os seus produtos sejam selecionados, como também mudanças de controle aos negócios — pequenos, médios ou grandes. Um desses exemplos é a perda do &lt;strong&gt;rastreamento da jornada individual&lt;/strong&gt;, já que, ao contrário dos usuários humanos, os agentes não deixam rastros que poderiam ser utilizados por ferramentas de análise para entender melhor a jornada de compra. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Isso significa que informações como a origem do acesso, o caminho percorrido, as páginas visitadas, os produtos visualizados, a inclusão de itens no carrinho e outras etapas deixam de ser registradas. “Todos esses são dados analíticos que ajudam muito no processo de criação de inteligência. Quando um agente está fazendo isso, você perde essas informações porque não sabe quem é o usuário, e o agente apresenta um viés de comportamento totalmente diferente”, afirmou Cortiz.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Outro impacto para os negócios é a perda da personalização &lt;strong&gt;baseada no comportamento do usuário&lt;/strong&gt;, já que, sem uma jornada visível, não há como colher dados comportamentais. Em outras palavras, a conversão acontece, mas não fica claro por quais motivos foi influenciada. Soma-se a isso a &lt;strong&gt;dificuldade de mensurar o tráfego gerado pelos agentes&lt;/strong&gt;, que nem sempre encaminham o usuário ao site da empresa.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Além dos problemas de mensuração, também há &lt;strong&gt;pouca transparência sobre as fontes utilizadas&lt;/strong&gt; pelos agentes de IA. Como diferentes plataformas recorrem a bases distintas de avaliações e recomendações, nem sempre é possível identificar de onde as informações foram extraídas, o que dificulta a definição de estratégias para ampliar a visibilidade de marcas e negócios.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Antes, as empresas de e-commerce conseguiam personalizar a experiência de compra dos usuários com anúncios direcionados e sistemas de recomendação, estratégias que contribuíam para elevar o tíquete médio das vendas. Esse modelo perde eficácia quando as compras são realizadas por agentes de IA. Isso acontece porque esses sistemas são indiferentes a gatilhos que poderiam influenciar decisões de compra entre humanos, como o senso de urgência, a escassez e a emoção.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Segundo Cortiz, todas essas transformações reforçam a necessidade de repensar processos. “As empresas estão usando IA como uma ferramenta de produtividade. Esse é um primeiro passo. Só que não podemos parar por aí. Um dos maiores entraves — &amp;nbsp;e um dos maiores erros de 90% das organizações — é entender a IA como uma ferramenta. Ela não é. Trata-se de uma tecnologia que está criando uma infraestrutura, que vai começar a mediar o relacionamento entre marcas, organizações e produtos”, pontuou.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O conselheiro acredita que a tecnologia gera um efeito tão estrutural que já se discute que os estudos sobre economia comportamental, hoje concentrados apenas nos vieses que influenciam as decisões humanas, podem precisar considerar o comportamento agêntico. Uma parcela significativa das transações comerciais passará a ser realizada por agentes de IA, que, apesar de serem treinados com dados, objetivos e vieses diferentes, podem apresentar padrões comuns de comportamento que permitam compreender e prever como esses sistemas influenciarão as decisões e interações no mercado.&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para as empresas, fica ainda o impasse em relação à privacidade, ao consentimento e à segurança de marca: segundo dados da pesquisa Consumer Survey, da Gartner, realizada entre outubro e novembro de 2025, para 78% dos consumidores a rotulagem explícita de um produto como IA é o principal fator de confiança para uma compra, indicando que as marcas precisarão ser cada vez mais transparentes sobre como a tecnologia está sendo utilizada.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Tue, 14 Jul 2026 09:53:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Economia Digital]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[SincofarmaSP promove encontro para esclarecer efeitos da Reforma Tributária no varejo farmacêutico]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/noticia/sincofarmasp-promove-encontro-para-esclarecer-efeitos-da-reforma-tributaria-no-varejo-farmaceutico</link><description>&lt;![CDATA[Fase de implementação exige adaptação das empresas; palestra online explica mudanças, efeitos e estratégias para o setor]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;A Reforma Tribut&amp;aacute;ria, enfim, come&amp;ccedil;ou a sair do papel, passando a exigir aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o redobrada dos empres&amp;aacute;rios. Para ajudar o varejo farmac&amp;ecirc;utico a entender o que muda e como se preparar para a transi&amp;ccedil;&amp;atilde;o do sistema de impostos, o&amp;nbsp;&lt;a href="https://sincofarmasp.com.br/"&gt;Sindicato do Com&amp;eacute;rcio Varejista de Produtos Farmac&amp;ecirc;uticos no Estado de S&amp;atilde;o Paulo (Sincofarma SP)&lt;/a&gt; promove a palestra Reforma Tribut&amp;aacute;ria no Varejo Farmac&amp;ecirc;utico: O Que Muda, O Que Fazer e Como se Preparar, no dia 14 de julho, das 12h &amp;agrave;s 14h, em formato online, contando com os apoios da&amp;nbsp;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br"&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt;, da Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Brasileira do Com&amp;eacute;rcio Farmac&amp;ecirc;utico&amp;nbsp;&lt;a href="https://site.abcfarma.org.br/"&gt;Abcfarma&lt;/a&gt; e do&amp;nbsp;&lt;a href="https://panoramafarmaceutico.com.br/"&gt;canal informativo Panorama Farmac&amp;ecirc;utico&lt;/a&gt;. O evento &amp;eacute; gratuito e as inscri&amp;ccedil;&amp;otilde;es podem ser feitas&amp;nbsp;&lt;a href="https://sincofarmasp.tcsdigital.com.br/digital/inscricoes/evento3.aspx?evento=780&amp;idativa=50000&amp;_gl=1*1ith6hv*_gcl_au*MzAxMzkyMzY3LjE3ODM1MTY4NzQ.*_ga*MTk3MDYyOTMzNS4xNzgzNTE2ODc1*_ga_VKXM82ZN6D*czE3ODM1MTY4NzQkbzEkZzAkdDE3ODM1MTY4NzQkajYwJGwwJGgw"&gt;&lt;strong&gt;aqui&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O encontro ser&amp;aacute; conduzido por Sarina Manata, assessora da FecomercioSP, mestre em Direito Tribut&amp;aacute;rio e conselheira tribut&amp;aacute;ria municipal em S&amp;atilde;o Paulo. A especialista apresentar&amp;aacute; uma an&amp;aacute;lise pr&amp;aacute;tica das principais mudan&amp;ccedil;as previstas na nova legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o e seus efeitos para farm&amp;aacute;cias, drogarias e demais empresas do varejo farmac&amp;ecirc;utico.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Dentre os pontos que ser&amp;atilde;o abordados, destacam-se a substitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos atuais tributos pelos novos Imposto sobre Bens e Servi&amp;ccedil;os (IBS) e Contribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o sobre Bens e Servi&amp;ccedil;os (CBS), o cronograma de implementa&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Reforma Tribut&amp;aacute;ria e os impactos das novas regras para o com&amp;eacute;rcio de medicamentos, produtos de higiene e itens relacionados &amp;agrave; sa&amp;uacute;de.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A programa&amp;ccedil;&amp;atilde;o tamb&amp;eacute;m inclui temas que ainda geram d&amp;uacute;vidas entre empres&amp;aacute;rios, como os regimes diferenciados aplic&amp;aacute;veis ao setor farmac&amp;ecirc;utico, as novas regras para aproveitamento de cr&amp;eacute;ditos tribut&amp;aacute;rios, o funcionamento do sistema de &lt;strong&gt;split payment&lt;/strong&gt;, seus reflexos no fluxo de caixa das empresas e os impactos a neg&amp;oacute;cios enquadrados no Simples Nacional, incluindo a avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o do regime h&amp;iacute;brido.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Durante o encontro, Sarina tamb&amp;eacute;m apresentar&amp;aacute; um plano de a&amp;ccedil;&amp;atilde;o pr&amp;aacute;tico para auxiliar gestores e propriet&amp;aacute;rios na prepara&amp;ccedil;&amp;atilde;o de suas empresas para o novo cen&amp;aacute;rio tribut&amp;aacute;rio. Ao fim da palestra, os participantes poder&amp;atilde;o esclarecer d&amp;uacute;vidas em um espa&amp;ccedil;o dedicado a perguntas e respostas, com media&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Sincofarma SP.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A iniciativa integra as a&amp;ccedil;&amp;otilde;es do SincofarmaSP, em parceria com a FecomercioSP, voltadas para a atualiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o e a capacita&amp;ccedil;&amp;atilde;o do empresariado. A proposta &amp;eacute; ampliar o acesso a informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es essenciais acerca de uma das maiores transforma&amp;ccedil;&amp;otilde;es do sistema tribut&amp;aacute;rio brasileiro e contribuir para que o varejo farmac&amp;ecirc;utico atravesse o per&amp;iacute;odo de transi&amp;ccedil;&amp;atilde;o com mais seguran&amp;ccedil;a e previsibilidade.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Servi&amp;ccedil;o&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Palestra:&lt;/strong&gt; Reforma Tribut&amp;aacute;ria no Varejo Farmac&amp;ecirc;utico: O Que Muda, O Que Fazer e Como se Preparar&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Data:&lt;/strong&gt; 14 de julho&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Hor&amp;aacute;rio:&lt;/strong&gt; das 12h &amp;agrave;s 14h&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Formato:&lt;/strong&gt; online&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Fa&amp;ccedil;a sua inscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;a href="https://sincofarmasp.tcsdigital.com.br/digital/inscricoes/evento3.aspx?evento=780&amp;idativa=50000&amp;_gl=1*1ith6hv*_gcl_au*MzAxMzkyMzY3LjE3ODM1MTY4NzQ.*_ga*MTk3MDYyOTMzNS4xNzgzNTE2ODc1*_ga_VKXM82ZN6D*czE3ODM1MTY4NzQkbzEkZzAkdDE3ODM1MTY4NzQkajYwJGwwJGgw"&gt;&lt;strong&gt;aqui&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Evento gratuito | Vagas limitadas&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Mon, 13 Jul 2026 17:19:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Acontece]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Preços dos alimentos e conta de energia puxam alta do custo de vida em maio na RMSP, aponta FecomercioSP]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/noticia/precos-dos-alimentos-e-conta-de-energia-puxam-alta-do-custo-de-vida-em-maio-na-rmsp-aponta-fecomerciosp</link><description>&lt;![CDATA[Nos cinco primeiros meses do ano, índice acumula expansão de 3,12%, patamar superior ao do mesmo período de 2025]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;Pre&amp;ccedil;o dos alimentos e conta de luz impactam o custo de vida na Regi&amp;atilde;o Metropolitana de S&amp;atilde;o Paulo (RMSP). De acordo com o &amp;iacute;ndice Custo de Vida por Classe Social (CVCS), mensurado pela Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP), a alta foi de 0,57% em maio, acelerando 0,44% em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao m&amp;ecirc;s de abril. O acumulado dos &amp;uacute;ltimos 12 meses foi de 5,26%, enquanto nos cincos primeiros meses do ano, houve uma expans&amp;atilde;o de 3,12% [gr&amp;aacute;fico 1].&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="caret-color: rgb(0, 0, 0); color: rgb(0, 0, 0); font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16px;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p dir="ltr" style="font-style: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; text-decoration: none; caret-color: rgb(0, 0, 0); color: rgb(0, 0, 0); font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16px; text-align: center; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: arial, sans-serif; color: rgb(153, 0, 0); font-weight: bold; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-position: normal; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;[GR&amp;Aacute;FICO 1]&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p dir="ltr" style="font-style: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; text-decoration: none; caret-color: rgb(0, 0, 0); color: rgb(0, 0, 0); font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16px; text-align: center; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: arial, sans-serif; font-weight: bold; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-position: normal; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;Custo de Vida por Classe Social &amp;mdash; s&amp;eacute;rie hist&amp;oacute;rica&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p dir="ltr" style="font-style: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; text-decoration: none; caret-color: rgb(0, 0, 0); color: rgb(0, 0, 0); font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16px; text-align: center; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: arial, sans-serif; font-style: italic; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-position: normal; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;Fonte: IBGE/FecomercioSP.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p dir="ltr" style="font-style: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; text-decoration: none; caret-color: rgb(0, 0, 0); color: rgb(0, 0, 0); font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16px; text-align: center; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"&gt;&lt;img src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/e994f48ce28f393df6ff877b2ec685768289372d.png" alt="" style="width: 550px; height: 308px;" class="fr-fic fr-dii"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p id="isPasted"&gt;Segundo a FecomercioSP, o resultado do m&amp;ecirc;s revela uma infla&amp;ccedil;&amp;atilde;o disseminada, deixando de ocorrer em grupos pontuais e sazonais. A press&amp;atilde;o no segmento de habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o, combinada com a continuidade do encarecimento dos alimentos e os servi&amp;ccedil;os de sa&amp;uacute;de em constante expans&amp;atilde;o, indica que o or&amp;ccedil;amento familiar na RMSP seguir&amp;aacute; pressionado nos pr&amp;oacute;ximos meses, particularmente para os lares de menor renda.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Altas pressionam or&amp;ccedil;amento das fam&amp;iacute;lias&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O grupo de habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o avan&amp;ccedil;ou 1,27% e foi destaque em maio, com a maior contribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o para o resultado do indicador. A conta de energia el&amp;eacute;trica residencial subiu 3,69%, pressionando especialmente os lares de menor renda, que destinam uma quantia mais significativa do or&amp;ccedil;amento para esse item.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Tamb&amp;eacute;m pressionaram os servi&amp;ccedil;os de m&amp;atilde;o de obra (0,74%) e o aluguel residencial (0,26%). No varejo, os materiais de constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o continuam registrando altas em torno de 2,5%. Nos &amp;uacute;ltimos 12 meses, o grupo acumula varia&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 7,84%, o maior entre todos os grupos do CVCS.&lt;/p&gt;&lt;p dir="ltr" style="font-style: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; text-decoration: none; caret-color: rgb(0, 0, 0); color: rgb(0, 0, 0); font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16px; text-align: center; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: arial, sans-serif; color: rgb(153, 0, 0); font-weight: bold; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-position: normal; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;[TABELA 1]&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p dir="ltr" style="font-style: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; text-decoration: none; caret-color: rgb(0, 0, 0); color: rgb(0, 0, 0); font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16px; text-align: center; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: arial, sans-serif; font-weight: bold; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-position: normal; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;Custo de vida por classe social &amp;mdash; maio de 2026&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p dir="ltr" style="font-style: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; text-decoration: none; caret-color: rgb(0, 0, 0); color: rgb(0, 0, 0); font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16px; text-align: center; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: arial, sans-serif; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-position: normal; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;Fonte: IBGE/FecomercioSP&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p dir="ltr" style="font-style: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; text-decoration: none; caret-color: rgb(0, 0, 0); color: rgb(0, 0, 0); font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16px; text-align: center; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"&gt;&lt;img src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/8e2c168408152c8c86a420a7a933a26c21db34d2.png" alt="" style="width: 665px; height: 128px;" class="fr-fic fr-dii"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-style: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-align: start; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; text-decoration: none; caret-color: rgb(0, 0, 0); color: rgb(0, 0, 0); font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16px; float: none; display: inline !important;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p id="isPasted"&gt;O grupo de alimenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o e bebidas foi o segundo com maior contribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o, avan&amp;ccedil;ando 0,82% no m&amp;ecirc;s. A alta se concentrou na alimenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o no domic&amp;iacute;lio, com altas nos produtos in natura nos supermercados: tomate (25,3%), batata-inglesa (31,2%), cebola (11,3%) e cenoura (8,3%) foram os itens que mais encareceram. Contudo, essa expans&amp;atilde;o &amp;eacute; sazonal e deve diminuir ao longo dos pr&amp;oacute;ximos meses.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Alimentos tamb&amp;eacute;m importantes nas casas continuam pressionando o or&amp;ccedil;amento, como o feij&amp;atilde;o-carioca (5%) e as carnes, como alcatra (2,5%) e m&amp;uacute;sculo (3,2%5). J&amp;aacute; a alimenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o fora do domic&amp;iacute;lio avan&amp;ccedil;ou de forma mais moderada, com a refei&amp;ccedil;&amp;atilde;o subindo 0,47%.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A sa&amp;uacute;de variou 0,94% em maio, revelando uma press&amp;atilde;o mais ampla que abrange tanto produtos de higiene e beleza quanto servi&amp;ccedil;os. No varejo, destacaram-se perfume (4,6%), produto para cabelo (2,6%), produto para pele (2,9%), higiene bucal (2,2%), sabonete (1,7%), antigripal (1,6%) e analg&amp;eacute;sicos (1,6%). Nos medicamentos, psicotr&amp;oacute;picos e anorex&amp;iacute;genos subiram 2,1% e hipotensores, 0,9%.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os servi&amp;ccedil;os de sa&amp;uacute;de tamb&amp;eacute;m apresentaram altas: dentista avan&amp;ccedil;ou 1,2%; m&amp;eacute;dico, 1%; psic&amp;oacute;logo, 0,7%; e plano de sa&amp;uacute;de, 0,5%. O grupo acumula alta de 3,87% nos cinco primeiros meses de 2026, demonstrando o car&amp;aacute;ter estrutural dessa infla&amp;ccedil;&amp;atilde;o no or&amp;ccedil;amento das fam&amp;iacute;lias.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No grupo de despesas pessoais, a alta foi de 0,73%, impulsionada por servi&amp;ccedil;os como hotel (3,9%), boate e danceteria (2,7%) e despachante (2,2%), refletindo a demanda aquecida no per&amp;iacute;odo. Os grupos de vestu&amp;aacute;rio (0,44%), artigos do lar (0,42%) e comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o (0,41%) tamb&amp;eacute;m avan&amp;ccedil;aram, contribuindo para a dissemina&amp;ccedil;&amp;atilde;o da alta entre os grupos de consumo.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;J&amp;aacute; a atividade de transportes fechou o m&amp;ecirc;s de maio em queda de 0,21%. Com a redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o generalizada dos combust&amp;iacute;veis, o etanol recuou 7,5%, o &amp;oacute;leo diesel caiu 1,9% e a gasolina cedeu 0,6%. No entanto, os servi&amp;ccedil;os de transportes e as passagens a&amp;eacute;reas avan&amp;ccedil;aram 7%, sinalizando que os custos operacionais das companhias a&amp;eacute;reas, ainda afetadas pela alta do querosene, continuam sendo repassados ao consumidor.&lt;/p&gt;&lt;p dir="ltr" style="font-style: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; text-decoration: none; caret-color: rgb(0, 0, 0); color: rgb(0, 0, 0); font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16px; text-align: justify; margin-top: 0pt; margin-bottom: 10pt;"&gt;&lt;strong&gt;Classes de menor renda t&amp;ecirc;m reflexo mais intenso &lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p dir="ltr" style="font-style: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; text-decoration: none; caret-color: rgb(0, 0, 0); color: rgb(0, 0, 0); font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16px; text-align: center; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: arial, sans-serif; color: rgb(153, 0, 0); font-weight: bold; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-position: normal; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;[TABELA 2]&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p dir="ltr" style="font-style: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; text-decoration: none; caret-color: rgb(0, 0, 0); color: rgb(0, 0, 0); font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16px; text-align: center; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: arial, sans-serif; font-weight: bold; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-position: normal; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;Custo de vida na Regi&amp;atilde;o Metropolitana de S&amp;atilde;o Paulo &amp;mdash; acumulado dos &amp;uacute;ltimos 12 meses&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p dir="ltr" style="font-style: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; text-decoration: none; caret-color: rgb(0, 0, 0); color: rgb(0, 0, 0); font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16px; text-align: center; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: arial, sans-serif; font-variant-ligatures: normal; font-variant-caps: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-position: normal; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;Fonte: IBGE/FecomercioSP&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p dir="ltr" style="font-style: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; text-decoration: none; caret-color: rgb(0, 0, 0); color: rgb(0, 0, 0); font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16px; text-align: center; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"&gt;&lt;img src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/2bb7833baa221eda8d7e08918027e440fdea3a00.png" alt="" style="width: 665px; height: 121px;" class="fr-fic fr-dii"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-style: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-align: start; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; text-decoration: none; caret-color: rgb(0, 0, 0); color: rgb(0, 0, 0); font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16px; float: none; display: inline !important;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p dir="ltr" style="font-style: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; text-decoration: none; caret-color: rgb(0, 0, 0); color: rgb(0, 0, 0); font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16px; text-align: justify; margin-top: 0pt; margin-bottom: 10pt;"&gt;Na an&amp;aacute;lise por faixa de renda, o impacto foi mais intenso nas classes de menor renda. A classe D registrou a maior varia&amp;ccedil;&amp;atilde;o do m&amp;ecirc;s, com alta de 0,73%, seguida pela classe E (0,64%) e pela classe C (0,58%). Nas classes de renda mais elevada, o avan&amp;ccedil;o foi mais moderado: 0,49% para classe B e 0,44% para a classe A. A diferen&amp;ccedil;a &amp;eacute; explicada pelo maior peso que habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o e alimenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o no domic&amp;iacute;lio exerce nos or&amp;ccedil;amentos familiares de classe mais baixa. No acumulado de 12 meses, a disparidade se mant&amp;eacute;m: &amp;nbsp;5,85% para a classe D e 5,81% para a classe E, contra 4,76% para a classe B e 4,94% para a classe A.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Mon, 13 Jul 2026 09:27:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Pesquisas]]</category></item></channel></rss>
