<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" version="2.0"><channel><title>&lt;![CDATA[FecomercioSP]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/</link><description>&lt;![CDATA[Reúne líderes empresariais, especialistas e consultores para fomentar o desenvolvimento do empreendedorismo. ]]</description><lastBuildDate>Sun, 13 Sep 2026 04:44:09 -0300</lastBuildDate><language>pt-br</language><image><title>&lt;![CDATA[FecomercioSP]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/</link><url>https://www.fecomercio.com.br/assets/img/fecomercio-sp-image-share.jpg</url></image><item><title>&lt;![CDATA[Corda bamba: Comércio paulista sofre pressão de estoques, dívidas e juros altos]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/noticia/corda-bamba-comercio-paulista-sofre-pressao-de-estoques-dividas-e-juros-altos</link><description>&lt;![CDATA[Varejo perde R$ 44,7 bilhões em faturamento no primeiro semestre, em um cenário de maior endividamento de empresas e famílias; confira no Panorama do Comércio]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;O Comércio paulista anda na corda bamba, com estoques cheios, juros no topo, famílias sem espaço para se endividar mais e confiança do consumidor em queda. Esse é o retrato analisado na última edição do &lt;strong&gt;Panorama do Comércio&lt;/strong&gt;. &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/upload/file/b6a82ea002ae4e27b747fbf8a2671859958aa87a.pdf" target="_blank" class="fr-file" rel="noopener noreferrer"&gt;Acesse aqui!&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Hoje, 28,8% do empresariado paulistano diz ter excesso de mercadorias nas prateleiras. É o maior nível desde março de 2023. Esse acúmulo já reduz pedidos a fornecedores, aperta margens e começa a cobrar o preço em empregos e investimentos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;As dívidas apertam dos dois lados. Empresas somam R$ 86,1 bilhões em atrasos há três meses, o maior volume da série histórica do Banco Central (BC). Micro, pequenos e médios negócios respondem por R$ 3 a cada R$ 4 em atraso. Entre as famílias, 75% estão endividadas e 20,4% já são inadimplentes. A Serasa Experian alerta que há 9,1 milhões de CPNJs negativados no País, somando, juntos, mais de R$ 230 bilhões.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O varejo tem sentido isso no bolso. O faturamento bruto do setor caiu 5,7% no primeiro semestre, R$ 44,7 bilhões a menos que em 2025. Oito das nove atividades centrais recuaram. Eletrodomésticos e lojas de departamento caíram 25,6%.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A edição traz também o radar de indicadores do mês (Selic, IPCA, INPC, ICC), a queda nos empregos no varejo e a análise da &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/"&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt; para proteger o negócio neste momento: revisão de planos, corte de estoque, crédito e controle de investimentos. Acesse!&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/upload/file/b6a82ea002ae4e27b747fbf8a2671859958aa87a.pdf" class="botao"&gt;&lt;strong id="isPasted"&gt;Panorama do Comércio&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Fri, 11 Sep 2026 11:49:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Brasil]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Endividamento das famílias paulistanas permanece no maior nível em quase quatro anos]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/noticia/endividamento-das-familias-paulistanas-permanece-no-maior-nivel-em-quase-quatro-anos-1</link><description>&lt;![CDATA[Inadimplência permanece estável e comprometimento de renda volta a recuar]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;Sete em cada dez famílias paulistanas (75,5%) estão endividadas atualmente, segundo a &lt;strong&gt;Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC)&lt;/strong&gt;, realizada pela&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/"&gt;&amp;nbsp;&lt;/a&gt;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/"&gt;&lt;strong&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;. É o maior patamar desde novembro de 2022, quando esse número era de 76,3%.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Foi a segunda alta consecutiva: em julho, o indicador estava na casa dos 74,8%, um avanço de 0,7 ponto porcentual (p.p.) [gráfico 1]. Antes, em junho, era de 74,1%. Em números absolutos, pelo menos 3,4 milhões de lares têm alguma dívida na cidade.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;[GRÁFICO 1]&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC)&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;12 meses&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Fonte:&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;FecomercioSP&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;img src="https://fecomercio.com.br/upload/img/0caec06eed175f6e7b4932250f30843cae8885da.png" style="width: 733px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/em&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Por outro lado, a inadimplência ficou estável, ao passar de 20,2%, no mês anterior, para 20,4%, agora, um aumento de 0,2 p.p. Vale dizer que o indicador continua bem abaixo do registrado em agosto do ano passado (22,7%), sugerindo que as contas desses lares seguem sob controle.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na avaliação da FecomercioSP, os números de agosto confirmam a trajetória de alta do endividamento na capital paulista, sem a correlativa piora na capacidade de pagamento. Não é à toa que a parcela das famílias que não têm condições de pagar as dívidas em atraso subiu para 8,4%, abaixo dos patamares mais altos da série histórica.&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Endividamento está maior entre as famílias de renda mais alta&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O avanço do endividamento em agosto foi puxado, principalmente, pelas famílias de maior poder aquisitivo. Entre lares com renda superior a dez salários mínimos, o porcentual de endividados subiu de 65,4% para 67%, uma alta significativa de 1,6 p.p.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A inadimplência nesse grupo, por sua vez, recuou de 9% para 8,8% [gráfico 2].&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;[GRÁFICO 2]&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC)&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Classe social&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Agosto de 2026&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Fonte:&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&amp;nbsp;FecomercioSP&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;img src="https://fecomercio.com.br/upload/img/3118ac45a513215812023f8b802e93b63de4dcb1.png" style="width: 733px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Já entre lares com renda de até dez salários mínimos, o endividamento cresceu de forma mais moderada, passando de 78,1% para 78,5%. A inadimplência nesse grupo subiu de 24,6% para 24,9%, abaixo dos 27,1% observados em agosto do ano passado.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Tempo de atraso no pagamento das dívidas diminuem&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O tempo médio de atraso no pagamento das dívidas recuou novamente, de 64,3 dias, em julho, para 64,1 dias, em agosto, seguindo a trajetória de queda dos últimos meses. Também houve diminuição nas dívidas em atraso superior a 90 dias, que passou de 50,4% para 49,3%, o que pode indicar que parte das famílias conseguiu regularizar dívidas mais antigas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Já a parcela média da renda comprometida com o pagamento de dívidas ficou estável em 26,2%, patamar considerado saudável e abaixo dos 26,5% de um ano antes. Mesmo com o endividamento no maior nível em quase quatro anos, esses lares não têm destinado uma grande parte da renda ao pagamento de débitos.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O tempo médio de comprometimento de renda também se manteve estável, em 6,8 meses, abaixo dos 7 meses observados em 2025 [gráfico 3].&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;[GRÁFICO 3]&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Tempo de comprometimento com dívida&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Agosto de 2026&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Fonte&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;: FecomercioSP&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;img src="https://fecomercio.com.br/upload/img/e3e9e7c279f5b4e25a904f5fd75976b7eb1925f5.png" style="width: 733px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A intenção de contrair crédito ou financiamento nos próximos três meses ficou praticamente estável (10,4%). Na composição dessa intenção, o uso para pagamento de dívidas recuou de 13,7% para 11,6%, enquanto o pagamento de contas apontou uma leve alta para 7%.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;De forma geral, o resultado de agosto mantém um tom relativamente positivo, visto que a inadimplência permanece estável, o tempo médio de atraso segue em queda e o comprometimento da renda continua controlado, favorecidos por uma inflação mais amena nos últimos meses. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No entanto, o endividamento no maior nível desde novembro de 2022 — somado às incertezas nos campos político e econômico — deixa a situação das famílias paulistanas em um ponto de atenção, uma vez que, com a renda próxima do limite, a margem de folga é estreita e qualquer choque mais forte de inflação ou desemprego tende a se refletir rapidamente na inadimplência.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Fri, 11 Sep 2026 10:19:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Pesquisas]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[El Niño entra na conta das empresas e exige revisão de riscos]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/noticia/el-nino-entra-na-conta-das-empresas-e-exige-revisao-de-riscos</link><description>&lt;![CDATA[Fenômeno previsto para 2026 e 2027 pode afetar abastecimento, logística, contratos e seguros e elevar custos de empresas despreparadas]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;O pr&amp;oacute;ximo El Ni&amp;ntilde;o pode chegar ao caixa das empresas antes mesmo de atingir suas instala&amp;ccedil;&amp;otilde;es. Interrup&amp;ccedil;&amp;otilde;es no transporte, escassez de insumos e press&amp;atilde;o sobre &amp;aacute;gua e energia podem percorrer a cadeia de valor e comprometer opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es. Diante de previs&amp;otilde;es, antecipar essas vulnerabilidades deve fazer parte da gest&amp;atilde;o do neg&amp;oacute;cio.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;ldquo;A omiss&amp;atilde;o n&amp;atilde;o resolve. Fazer de conta que esse &amp;eacute; um tema que n&amp;atilde;o &amp;eacute; relevante n&amp;atilde;o vai ajudar o neg&amp;oacute;cio. Quem acompanha vai conseguir tomar decis&amp;otilde;es bem embasadas&amp;rdquo;, afirmou Ana Luci Grizzi, conselheira independente e consultora s&amp;ecirc;nior.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Durante a reuni&amp;atilde;o do &lt;a href="https://fecomercio.com.br/conselhos/conselho-de-sustentabilidade" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Conselho de Sustentabilidade&lt;/a&gt; da &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt;, presidido pelo professor &lt;a href="https://notaveis.fecomercio.com.br/hotsite/jose-goldemberg/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Jos&amp;eacute; Goldemberg&lt;/a&gt;, Ana apresentou os impactos esperados do &lt;strong&gt;El Ni&amp;ntilde;o 2026/2027&lt;/strong&gt; e importantes medidas de prepara&amp;ccedil;&amp;atilde;o e adapta&amp;ccedil;&amp;atilde;o para reduzir as vulnerabilidades e fortalecer a resili&amp;ecirc;ncia dos neg&amp;oacute;cios.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;As proje&amp;ccedil;&amp;otilde;es indicam mais chuvas e eventos extremos no Sul, secas intensas no Norte e Nordeste e calor, baixa umidade e press&amp;atilde;o sobre reservat&amp;oacute;rios no Centro-Oeste. Mas os efeitos n&amp;atilde;o respeitam fronteiras regionais. Uma empresa pode estar distante do evento clim&amp;aacute;tico e ainda sofrer com a interrup&amp;ccedil;&amp;atilde;o de uma rota, a falta de mat&amp;eacute;ria-prima ou problemas na produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um fornecedor.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Por isso, o mapeamento deve alcan&amp;ccedil;ar ativos, fornecedores cr&amp;iacute;ticos, corredores log&amp;iacute;sticos e depend&amp;ecirc;ncia de &amp;aacute;gua e energia. Essa avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o, segundo Ana, ainda avan&amp;ccedil;a lentamente na alta gest&amp;atilde;o. Em consultas realizadas pela especialista, apenas entre 10% e 15% dos conselhos ou comit&amp;ecirc;s haviam discutido especificamente os riscos do El Ni&amp;ntilde;o e a prepara&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos neg&amp;oacute;cios.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Identificadas as fragilidades, &amp;eacute; preciso definir alternativas de abastecimento e transporte, avaliar estoques de seguran&amp;ccedil;a e estabelecer respons&amp;aacute;veis e protocolos para situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es cr&amp;iacute;ticas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Previsibilidade muda a gest&amp;atilde;o do risco&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A capacidade de antecipar eventos extremos tamb&amp;eacute;m traz implica&amp;ccedil;&amp;otilde;es jur&amp;iacute;dicas. Se o risco era conhecido e havia medidas poss&amp;iacute;veis para reduzir os efeitos, a alega&amp;ccedil;&amp;atilde;o de for&amp;ccedil;a maior pode exigir mais aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o das empresas. &amp;ldquo;Invocar for&amp;ccedil;a maior sem ter, de fato, feito monitoramento e sem contar com um plano de a&amp;ccedil;&amp;atilde;o, de conting&amp;ecirc;ncia e de mitiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o pode ser um tiro no pr&amp;oacute;prio p&amp;eacute;&amp;rdquo;, alertou Ana. A orienta&amp;ccedil;&amp;atilde;o da especialista &amp;eacute; revisar contratos, obriga&amp;ccedil;&amp;otilde;es de fornecedores e coberturas de seguros, al&amp;eacute;m de documentar medidas de preven&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A exposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o clim&amp;aacute;tica pode chegar ainda ao custo do capital, conforme investidores e financiadores incorporem esses riscos &amp;agrave;s an&amp;aacute;lises. &amp;ldquo;Quem ignorar esse risco vai pagar duas vezes. Na hora que o risco se materializar, o resultado vai embora. N&amp;atilde;o bastasse isso, o custo de capital tamb&amp;eacute;m vai subir&amp;rdquo;, afirmou.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Goldemberg refor&amp;ccedil;ou que as previs&amp;otilde;es j&amp;aacute; justificam provid&amp;ecirc;ncias. &amp;ldquo;&amp;Eacute; muito importante n&amp;oacute;s tomarmos algumas precau&amp;ccedil;&amp;otilde;es, porque, ao que tudo indica, o El Ni&amp;ntilde;o deste ano ser&amp;aacute; mais intenso do que nos anos passados&amp;rdquo;, reiterou. Para o presidente do conselho, as empresas devem identificar o que pode ser feito em suas atividades e transformar a preocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o em medidas concretas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;O que revisar agora&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mapear fornecedores, instala&amp;ccedil;&amp;otilde;es e rotas expostas; preparar alternativas de abastecimento e transporte; avaliar estoques e depend&amp;ecirc;ncia de &amp;aacute;gua e energia; revisar contratos e seguros; atualizar a matriz de riscos; e monitorar as previs&amp;otilde;es para ajustar os planos de conting&amp;ecirc;ncia.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para o setor produtivo, a prepara&amp;ccedil;&amp;atilde;o deve come&amp;ccedil;ar antes do evento extremo. Quanto mais cedo a empresa identificar onde a cadeia pode falhar, maior ser&amp;aacute; a capacidade de proteger a opera&amp;ccedil;&amp;atilde;o, os contratos e os resultados.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;[veja_tambem]&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Fri, 11 Sep 2026 10:18:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[ESG]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Qual Simples Nacional escolher? Live esclarece dúvidas sobre os regimes regular e híbrido]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/noticia/qual-simples-nacional-escolher-live-esclarece-duvidas-sobre-os-regimes-regular-e-hibrido</link><description>&lt;![CDATA[Empresas têm até o fim de setembro para decidir; FecomercioSP e Receita Federal discutem as diferenças entre os modelos e o que pesar antes da escolha]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;Empresas optantes pelo Simples Nacional têm até o fim de setembro para escolher entre o modelo tradicional de apuração de tributos e o regime híbrido, no qual o IBS e a CBS são recolhidos separadamente. Empresas que estão fora do Simples Nacional, mas pretendem ingressar no regime, também precisam fazer a opção ainda neste mês.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O regime híbrido começa a valer em janeiro de 2027. Na comparação entre os dois modelos, o tradicional mantém a simplicidade tradicional do regime, enquanto o híbrido pode ampliar a competitividade do negócio na apuração de créditos, mas exige uma rotina tributária mais complexa. Com um prazo curto para decidir, quais fatores devem ser considerados na escolha?&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para esclarecer as principais dúvidas de empresários e contadores e ajudar na tomada de decisão, a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) realiza, em 18 de setembro, live orientativa com representante da Receita Federal, a partir das 17h.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Participam da live:&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Daniela Godoy de Vasconcellos – analista tributária da Receita Federal&lt;br&gt;Sarina Manata&amp;nbsp;– assessora da FecomercioSP&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Simples Nacional: regime regular ou híbrido?&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;&lt;a href="https://www.youtube.com/@fecomerciosp" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Live no canal da FecomercioSP no YouTube&lt;/a&gt;&lt;br&gt;18 de setembro, das 17h às 18h&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Fri, 11 Sep 2026 10:10:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Impostos]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Viagens corporativas terão menos margem para erros em 2027]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/noticia/viagens-corporativas-entram-em-2027-com-menos-margem-para-erros</link><description>&lt;![CDATA[Mercado deve movimentar R$ 205,6 bilhões neste ano, mas juros altos e crédito pressionado exigem eficiência, tecnologia e decisões mais criteriosas]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;O mercado brasileiro de viagens corporativas deve movimentar R$ 205,6 bilhões em 2026, um crescimento de cerca de 5% e novo recorde nominal. O resultado confirma a força de uma atividade que movimenta uma extensa cadeia de serviços, mas também antecipa o desafio para o ano que vem: crescer em um ambiente econômico que exigirá mais eficiência, planejamento e retorno das empresas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Esse foi o cenário apresentado pela &lt;a href="https://feclink.fecomercio.net.br/cl/PXwNf/A/94b1/0/BMNv/BsneApdz1WJ/1/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt; na última quarta-feira (9), durante o &lt;a href="https://conheca.govoll.com/travel-connect" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Travel Connect 2026&lt;/a&gt;, no WTC Golden Hall, em São Paulo. Em palestra sobre os indicadores e as tendências que vão moldar a gestão de viagens no próximo ano, Guilherme Dietze, economista e presidente do &lt;a href="https://fecomercio.com.br/conselhos/conselho-de-turismo" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Conselho de Turismo&lt;/a&gt; da Entidade, mostrou como economia, juros, crédito e tecnologia devem influenciar as decisões do setor.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Crescimento menor aumenta a seletividade&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;As projeções econômicas ajudam a explicar por que a gestão das viagens tende a ganhar ainda mais atenção. Após um crescimento estimado de 2% em 2026, a expectativa indicada pelo &lt;a href="https://www.bcb.gov.br/publicacoes/focus" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Boletim Focus&lt;/a&gt; é de avanço de 1,5% do Produto Interno Bruto (PIB) no próximo ano, com recuperações de 1,9%, em 2028, e 2%, em 2029.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os juros também continuarão pesando sobre empresas e consumidores. A apresentação aponta a Selic em 12% ao ano (a.a.) em 2027, ainda elevada apesar da trajetória esperada de queda.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A pressão aparece também no crédito. O volume de operações empresariais com atraso superior a 90 dias chegou a R$ 86,1 bilhões em junho, recorde da série apresentada. Pequenas e médias empresas concentram 75,6% desse total, sinal de um ambiente que exige mais atenção aos custos e ao caixa.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;“O mercado de viagens corporativas continua crescendo, mas 2027 vai exigir decisões mais criteriosas. Não se trata apenas de controlar custos, mas de entender onde a viagem gera valor e como torná-la mais eficiente”, afirmou Dietze.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Viagens mantêm fôlego e movimentam uma ampla cadeia&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Apesar do ambiente mais restritivo, o setor segue avançando. O Levantamento de Viagens Corporativas (LVC), realizado pela FecomercioSP em parceria com a &lt;a href="https://alagev.org/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Associação Latino Americana de Gestão de Eventos e Viagens Corporativas&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;(Alagev)&lt;/a&gt;, registra crescimento trimestral contínuo, embora em ritmo mais moderado. A alta, que chegou a 12% em junho de 2025, ficou em 5% em junho deste ano.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No acumulado anual, a projeção de R$ 205,6 bilhões em 2026 consolida a dimensão das viagens de negócios e sua capacidade de movimentar companhias aéreas, hotéis, agências, mobilidade, tecnologia, eventos e uma ampla rede de serviços.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A hotelaria acompanha esse movimento. Entre janeiro e julho, a ocupação média passou de 60,3%, em 2025, para 60,6%, neste ano. A diária avançou 5,4%, para R$ 441,80, enquanto a receita por apartamento disponível (RevPar) cresceu 5,9%, chegando a R$ 267,60.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No transporte aéreo, a relação entre o preço das passagens e o querosene de aviação (QAV) permanece no radar. A evolução desses indicadores reforça a necessidade de acompanhar variáveis capazes de pressionar os orçamentos corporativos e influenciar o planejamento dos deslocamentos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Tecnologia entra na estratégia&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Nesse contexto, a resposta das empresas não passa apenas pela redução de despesas. A tendência apontada pela FecomercioSP é de um processo de decisão mais cauteloso, combinado à busca por produtividade e ao uso da Inteligência Artificial (IA) como parte da estratégia das operações.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Dados, automação e novas ferramentas podem apoiar escolhas, ampliar a capacidade de comparação e tornar processos mais ágeis. Para gestores de viagens, o desafio será usar esses recursos para equilibrar custos, experiência do viajante e objetivos de cada deslocamento.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;“As viagens continuarão sendo importantes aos negócios. O que muda é a régua: as empresas precisarão combinar experiência, eficiência, tecnologia e retorno a fim de tomar decisões cada vez melhores”, concluiu Dietze.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Thu, 10 Sep 2026 12:23:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Turismo]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Juros altos elevam inadimplência de bares, restaurantes e hotéis a recorde de R$ 3,2 bilhões]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/noticia/juros-altos-elevam-inadimplencia-de-bares-restaurantes-e-hoteis-a-recorde-de-r-3-2-bilhoes</link><description>&lt;![CDATA[Crédito em atraso há mais de 90 dias nos segmentos de alojamento e alimentação atingiu o maior valor da série histórica em julho]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p style='margin:0cm;font-size:16px;font-family:"Aptos",sans-serif;' id="isPasted"&gt;O ciclo prolongado de juros elevados continua pressionando o caixa das empresas do setor de Turismo. O cr&amp;eacute;dito em atraso h&amp;aacute; mais de 90 dias nas atividades de alojamento e alimenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o somou cerca de R$ 3,2 bilh&amp;otilde;es em julho, o maior patamar da s&amp;eacute;rie hist&amp;oacute;rica. &amp;Eacute; o que revela um novo estudo da &lt;a href="https://fecomercio.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt;, com base nos dados do Banco Central (BC) e considerando valores atualizados pela infla&amp;ccedil;&amp;atilde;o (IPCA).&lt;/p&gt;&lt;p style='margin:0cm;font-size:16px;font-family:"Aptos",sans-serif;'&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p style='margin:0cm;font-size:16px;font-family:"Aptos",sans-serif;'&gt;O montante corresponde ao estoque de d&amp;iacute;vidas em atraso, ou seja, ao saldo acumulado, e n&amp;atilde;o a um fluxo mensal de novos vencimentos. J&amp;aacute; a taxa de inadimpl&amp;ecirc;ncia do segmento est&amp;aacute; em 9,1%, com alta de 0,66 ponto porcentual (p.p.) em 12 meses.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='margin:0cm;font-size:16px;font-family:"Aptos",sans-serif;'&gt;&lt;strong&gt;Uma trajet&amp;oacute;ria de quase tr&amp;ecirc;s anos de alta&lt;br&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;Mais do que o n&amp;uacute;mero isolado, chama a aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o a trajet&amp;oacute;ria da taxa de inadimpl&amp;ecirc;ncia: desde a m&amp;iacute;nima hist&amp;oacute;rica de 3,57%, registrada em setembro de 2020 &amp;mdash; patamar artificialmente baixo em raz&amp;atilde;o das car&amp;ecirc;ncias e prorroga&amp;ccedil;&amp;otilde;es do cr&amp;eacute;dito emergencial concedido durante a pandemia &amp;mdash;, o indicador cresceu de forma praticamente ininterrupta (e praticamente triplicou).&lt;/p&gt;&lt;p style='margin:0cm;font-size:16px;font-family:"Aptos",sans-serif;'&gt;O ponto de aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o do estudo, no entanto, est&amp;aacute; nos &amp;uacute;ltimos 12 meses. O estoque em atraso saiu de cerca de R$ 2,9 bilh&amp;otilde;es, em julho de 2025, para R$ 3,2 bilh&amp;otilde;es em julho de 2026 &amp;mdash; um avan&amp;ccedil;o de aproximadamente R$ 0,3 bilh&amp;atilde;o, ou 10,1% em termos reais, ante uma alta de apenas 2,1% na carteira real no mesmo per&amp;iacute;odo. Isto &amp;eacute;, a piora recente j&amp;aacute; n&amp;atilde;o decorre apenas do maior volume de cr&amp;eacute;dito concedido, mas de uma expans&amp;atilde;o da inadimpl&amp;ecirc;ncia em si.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='margin:0cm;font-size:16px;font-family:"Aptos",sans-serif;'&gt;&lt;strong&gt;Alimenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o sente concorr&amp;ecirc;ncia e alta de custos&lt;br&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;No segmento de alimenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o, o cen&amp;aacute;rio &amp;eacute; pressionado por um consumo ainda limitado, pela forte concorr&amp;ecirc;ncia &amp;mdash; tanto no atendimento presencial quanto no delivery &amp;mdash; e pela dificuldade de repassar aos pre&amp;ccedil;os o aumento dos alimentos e dos demais custos. A escassez de m&amp;atilde;o de obra agrava o quadro, ao reduzir a produtividade e limitar os retornos das empresas.&lt;/p&gt;&lt;p style='margin:0cm;font-size:16px;font-family:"Aptos",sans-serif;'&gt;Um caso recente e emblem&amp;aacute;tico &amp;eacute; o da rede Habib&amp;rsquo;s, que entrou com pedido de recupera&amp;ccedil;&amp;atilde;o judicial. O movimento, no entanto, n&amp;atilde;o se restringe &amp;agrave; alimenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o: tamb&amp;eacute;m atingiu o varejo, com os pedidos de recupera&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Casas Bahia e da Marabraz.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='margin:0cm;font-size:16px;font-family:"Aptos",sans-serif;'&gt;&lt;strong&gt;Alojamento sente desacelera&amp;ccedil;&amp;atilde;o ap&amp;oacute;s ano forte&lt;br&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;J&amp;aacute; o segmento de alojamento vinha de um 2025 bastante produtivo, com aumento de dois d&amp;iacute;gitos na taxa de ocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e na di&amp;aacute;ria m&amp;eacute;dia real. Esse desempenho n&amp;atilde;o se repete em 2026 &amp;mdash; &amp;nbsp;muitos estabelecimentos operam, agora, com leve redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o na ocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e alta relativamente modesta na di&amp;aacute;ria, mantendo um RevPAR (receita por quarto dispon&amp;iacute;vel) ainda positivo, mas em ritmo mais fraco.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='margin:0cm;font-size:16px;font-family:"Aptos",sans-serif;'&gt;Os custos, por&amp;eacute;m, seguem subindo e, somados aos juros altos, tornam mais dif&amp;iacute;cil a quita&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos compromissos assumidos no sistema financeiro. Esse esfriamento tamb&amp;eacute;m aparece em outro indicador da pr&amp;oacute;pria FecomercioSP: o faturamento do segmento de alojamento avan&amp;ccedil;ou apenas 1,8% no primeiro semestre deste ano, ante alta de 10% no mesmo per&amp;iacute;odo do ano anterior.&lt;/p&gt;&lt;p style='margin:0cm;font-size:16px;font-family:"Aptos",sans-serif;'&gt;Como os dados do BC s&amp;atilde;o divulgados de forma conjunta aos dois segmentos, n&amp;atilde;o &amp;eacute; poss&amp;iacute;vel precisar exatamente quanto do cr&amp;eacute;dito &amp;mdash; e do respectivo atraso &amp;mdash; cabe a cada um. Ainda assim, os juros elevados e os sinais que v&amp;ecirc;m sendo observados em ambos apontam para a mesma dire&amp;ccedil;&amp;atilde;o: o aumento da inadimpl&amp;ecirc;ncia.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='margin:0cm;font-size:16px;font-family:"Aptos",sans-serif;'&gt;&lt;strong&gt;Reflexo de um cen&amp;aacute;rio mais amplo&lt;br&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;O estudo pondera que a inadimpl&amp;ecirc;ncia de alojamento e alimenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o n&amp;atilde;o &amp;eacute; um fen&amp;ocirc;meno espec&amp;iacute;fico do setor, mas acompanha uma tend&amp;ecirc;ncia mais ampla da economia brasileira, marcada pela desacelera&amp;ccedil;&amp;atilde;o da atividade e por um ciclo longo de juros elevados &amp;mdash; quadro sobre o qual a Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o vem reiteradamente alertando, diante do impacto negativo sobre a economia, os consumidores e as empresas.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Thu, 10 Sep 2026 10:57:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Pesquisas]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[A transformação silenciosa da China: país deixou de ‘copiar’ para liderar a revolução tecnológica ]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/noticia/a-transformacao-silenciosa-da-china-pais-deixou-de-copiar-para-liderar-a-revolucao-tecnologica</link><description>&lt;![CDATA[Estado asiático combinou estratégia de longo prazo e aprendizado com o Ocidente para inovar na Indústria, no Comércio e nos Serviços]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;A China é, hoje, referência em inovação. O país concentra cerca de um terço da produção mundial e possui Produto Interno Bruto (PIB) per capita até 30% superior ao do Brasil. Mas a história nem sempre foi essa. Em 1975, o PIB chinês equivalia a praticamente um décimo do brasileiro. O que explica, então, o novo patamar do país asiático?&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Segundo Rodolfo Fücher, vice-presidente de Relações Institucionais do Instituto Brasil Digital e membro do &lt;a href="https://fecomercio.com.br/conselhos/conselho-de-economia-digital-e-inovacao"&gt;Conselho de Economia Digital e Inovação&lt;/a&gt; da &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/"&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt;, a chave para entender o avanço chinês nos últimos 50 anos está na visão estratégica do país e na busca constante por conhecimento.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Inspirada nos planos de longo prazo para a reindustrialização da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS), desde 1953 a China vem implementando planos de desenvolvimentos econômico e social, com focos reavaliados pelo governo a cada cinco anos. O país combinou a própria tradição de organização social, educação rigorosa e disciplina coletiva com uma visão estratégica promovida pela ciência para construir a tecnologia do século 21. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;“A China mostrou claramente que, apesar de toda essa cultura milenar, não tem conflito com a inovação”, comentou Fücher, durante reunião do conselho, realizada em 28 de agosto. De acordo com ele, o Estado chinês entendeu que investir em ciência e tecnologia seria uma forma de garantir crescimento socioeconômico para o país, com ganho de produtividade e geração de renda. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mais do que uma revolução tecnológica, contudo, a China apostou na transformação humana, retirando mais de 800 milhões de pessoas da extrema pobreza, o que contribuiu para construir um enorme mercado consumidor. Entre 1978 e 1980, durante a sua abertura econômica, o país enviou mais de 8,8 milhões de cidadãos para estudar em universidades europeias e norte-americanas. Desse grupo, pelo menos 6 milhões retornaram ao país, aplicando o conhecimento adquirido do exterior. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Competir com a China é competir contra um ecossistema&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Se, durante muito tempo, a China foi vista como um país que copiava tecnologias de outras nações, a realidade é que esse período também serviu para que o país compreendesse como estas funcionavam e, posteriormente, desenvolvesse iniciativas próprias. Com mão de obra barata e políticas que facilitaram a instalação de fábricas, a China passou a atrair empresas estrangeiras interessadas em produzir no país para exportar. Ao mesmo tempo, empresas chinesas começaram a ser contratadas para fabricar produtos de marcas internacionais, consolidando a nação asiática como a “fábrica do mundo”.&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Hoje, o país se destaca pela capacidade de produzir em larga escala, com rapidez e crescente sofisticação tecnológica. O governo define prioridades estratégicas, enquanto universidades, capital, mercado, empresas e fornecedores atuam de forma articulada para desenvolver e levar essas tecnologias ao mercado. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O vice-presidente do Instituto Brasil Digital acredita que é preciso uma mudança de percepção quando refletimos sobre os fatores que explicam a competitividade do país. “Não estamos competindo com uma empresa chinesa, mas com todo um ecossistema que se formou atrás daquele produto ou serviço que está vindo da China”, apontou ele.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Para onde a China está olhando agora?&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Entre 2006 e 2010, o país asiático investiu em ciência e infraestrutura, com o objetivo de desenvolver capacidade tecnológica própria. Em 2011 e 2015, o foco passou a ser a manufatura avançada, com investimentos em indústrias estratégicas e novos setores.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Já entre 2016 e 2020, a inovação esteve no centro da estratégia, com destaque para Big Data, computação em nuvem, Internet das Coisas (IoT) e Internet Plus. De 2021 a 2025, o país passou a olhar para a economia digital, com ênfase em dados e digitalização industrial.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Agora, a China colocou a Inteligência Artificial (IA) como uma infraestrutura transversal a toda a economia. Na prática, isso significa incorporar a IA à manufatura, com fábricas inteligentes e produção autônoma, e ao Comércio, com experiências digitais e cadeias de suprimentos mais eficientes. Além disso, na saúde, diagnósticos mais precisos e medicina personalizada; nas finanças, com análise preditiva e gestão de riscos; e na agricultura, com monitoramento de clima e solos e aumento da produtividade, entre outros casos.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Atualmente, Pequim concentra o desenvolvimento de ciência e IA; Xangai, capital e mercado; Hangzhou, dados e economia digital; e Shenzhen, engenharia e manufatura.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Brasil: parceiro estratégico&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O avanço expressivo da China também faz refletir &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/fecomerciosp-recebe-delegacao-chinesa-para-promover-comercio-investimentos-e-novas-parcerias-empresariais"&gt;sobre as oportunidades para o Brasil&lt;/a&gt;. De acordo com Fücher, o país é extremamente importante para o gigante asiático. Enquanto a China concentra capacidades em áreas como IA, robótica, manufatura e produção em escala, o Brasil se destaca pela produção de energia limpa — um dos pontos estratégicos para os planos de desenvolvimento chineses e para seus objetivos relacionados à redução das emissões de carbono.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mas a relação entre ambos não se resume à produção. Fücher ressaltou que o Brasil também pode representar um elo para empresas e serviços chineses interessados em alcançar outros mercados. “Graças ao &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/acordo-entre-mercosul-e-uniao-europeia-abre-mercado-e-cria-nova-rota-de-crescimento-para-empresas-brasileiras?%2Fnoticia%2Facordo-entre-mercosul-e-uniao-europeia-abre-mercado-e-cria-nova-rota-de-crescimento-para-empresas-brasileiras="&gt;recente acordo entre o Mercosul e a União Europeia,&lt;/a&gt; o Brasil pode ser uma ponte a empresas e serviços chineses chegarem até a comunidade europeia”, afirmou.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para se ter uma ideia desse potencial, o Mercosul reúne cerca de 260 milhões de pessoas e movimenta, aproximadamente, US$ 3 trilhões em PIB. Na América Latina, o mercado potencial alcança 650 milhões de pessoas e um PIB estimado entre US$ 6 trilhões e US$ 7 trilhões. A União Europeia amplia as perspectivas de integração com um mercado de cerca de 450 milhões de pessoas e PIB de aproximadamente US$ 18 trilhões. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Contudo, na visão do conselho da FecomercioSP, mais do que do que ser um parceiro estratégico, o Brasil poderia se inspirar no exemplo chinês de planejamento e visão de longo prazo. “Se olharmos para a história do País, nós praticamente fizemos o que a China está fazendo. É o caso da Embraer”, citou o conselheiro, ao explicar que para a criação da empresa também houve um processo de busca por conhecimento no exterior, com professores sendo trazidos para cá. “Quer dizer, nós temos um modelo, sabemos fazer. Eu acho que é uma questão muito mais de foco, planejamento e, obviamente, desejo político”, concluiu.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Wed, 09 Sep 2026 12:02:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Economia Digital]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Incerteza sobre alíquota da CBS preocupa empresas do Simples ]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/noticia/incerteza-sobre-aliquota-da-cbs-preocupa-empresas-do-simples</link><description>&lt;![CDATA[FecomercioSP e Sebrae pedem mudanças antes do fim do prazo para a escolha entre os regimes tradicional e híbrido]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;As empresas optantes pelo Simples Nacional t&amp;ecirc;m um desafio e tanto pela frente. &lt;a href="https://fecomercio.com.br/noticia/momento-decisivo-conheca-as-adaptacoes-que-as-empresas-do-simples-nacional-devem-fazer-ainda-em-2026"&gt;At&amp;eacute; 30 de setembro, precisam decidir se permanecem no regime tradicional de recolhimento &amp;mdash; com todos os tributos em uma guia &amp;uacute;nica (DAS) &amp;mdash; ou migram para o chamado &amp;ldquo;regime h&amp;iacute;brido&amp;rdquo;&lt;/a&gt;, no qual a Contribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o sobre Bens e Servi&amp;ccedil;os (CBS) e o Imposto sobre Bens e Servi&amp;ccedil;os (IBS) passam a ser apurados separadamente, com direito a cr&amp;eacute;ditos. Os efeitos pr&amp;aacute;ticos da decis&amp;atilde;o valer&amp;atilde;o a partir de 1&amp;ordm; de janeiro de 2027, mas as empresas podem voltar atr&amp;aacute;s at&amp;eacute; 30 de novembro.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O problema, segundo a&amp;nbsp;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/"&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt;, o&amp;nbsp;&lt;a href="https://fecomercio.com.br/conselhos/conselho-de-assuntos-tributarios"&gt;Conselho de Assuntos Tribut&amp;aacute;rios&lt;/a&gt; da Entidade e o&amp;nbsp;&lt;a href="https://sebrae.com.br/"&gt;Servi&amp;ccedil;o de Apoio &amp;agrave;s Micro e Pequenas Empresas do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (Sebrae-SP)&lt;/a&gt;, &amp;eacute; que as empresas est&amp;atilde;o sendo for&amp;ccedil;adas a decidir no escuro. Em of&amp;iacute;cio conjunto enviado ao secret&amp;aacute;rio especial da Receita Federal, Robinson Sakiyama Barreirinhas, as entidades apontam dois gargalos principais que p&amp;otilde;em em risco a seguran&amp;ccedil;a jur&amp;iacute;dica e a neutralidade tribut&amp;aacute;ria que a reforma prometia.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Apag&amp;atilde;o da al&amp;iacute;quota&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;At&amp;eacute; o momento, n&amp;atilde;o h&amp;aacute; n&amp;uacute;mero oficial para a al&amp;iacute;quota da CBS. A refer&amp;ecirc;ncia mais pr&amp;oacute;xima &amp;eacute; a estimativa do Comit&amp;ecirc; Gestor do IBS (CGIBS), que projeta um Imposto sobre Valor Agregado (IVA) de 27,91% &amp;mdash; sendo 9,21% de CBS e 18,7% de IBS. Mas o pr&amp;oacute;prio comit&amp;ecirc; admite que esse n&amp;atilde;o &amp;eacute; o porcentual definitivo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A defini&amp;ccedil;&amp;atilde;o oficial ainda depende de homologa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Tribunal de Contas da Uni&amp;atilde;o (TCU) e fixa&amp;ccedil;&amp;atilde;o pelo Senado Federal, cujo prazo legal &amp;eacute; at&amp;eacute; 31 de outubro. A legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o prev&amp;ecirc;, contudo, que caso o Senado n&amp;atilde;o fixe as al&amp;iacute;quotas at&amp;eacute; 22 de dezembro, ser&amp;atilde;o aplicadas as al&amp;iacute;quotas de refer&amp;ecirc;ncia calculadas pelo TCU. Assim, n&amp;atilde;o h&amp;aacute; garantia de que o contribuinte conhe&amp;ccedil;a a al&amp;iacute;quota definitiva da CBS at&amp;eacute; 30 de novembro, data-limite para o cancelamento da op&amp;ccedil;&amp;atilde;o pelo regime h&amp;iacute;brido.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Sem a al&amp;iacute;quota, segundo as entidades, as empresas n&amp;atilde;o conseguem avaliar os impactos tribut&amp;aacute;rios e econ&amp;ocirc;micos da migra&amp;ccedil;&amp;atilde;o. A solu&amp;ccedil;&amp;atilde;o proposta pela FecomercioSP e pelo Sebrae-SP &amp;eacute; prorrogar o prazo para cancelamento da op&amp;ccedil;&amp;atilde;o pelo regime h&amp;iacute;brido caso a al&amp;iacute;quota n&amp;atilde;o seja divulgada at&amp;eacute; 30 de novembro, garantindo tempo razo&amp;aacute;vel para reavalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;O enigma dos estoques&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Outra preocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o diz respeito ao aproveitamento de cr&amp;eacute;ditos de PIS e Cofins sobre bens estocados na data da mudan&amp;ccedil;a de regime. A&amp;nbsp;&lt;a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/lcp/lcp214.htm"&gt;Lei Complementar 214/2025&lt;/a&gt; prev&amp;ecirc; cr&amp;eacute;dito presumido de CBS sobre o estoque de abertura, mas a FecomercioSP e o Sebrae-SP apontam que a regra n&amp;atilde;o deixa claro o tratamento a empresas que optarem pelo regime h&amp;iacute;brido.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;De acordo com as entidades, a aus&amp;ecirc;ncia dessa defini&amp;ccedil;&amp;atilde;o poder&amp;aacute; resultar na incid&amp;ecirc;ncia da CBS sobre as opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es realizadas a partir do ano que vem sem o correspondente aproveitamento da carga incorporada aos estoques, em desacordo com os princ&amp;iacute;pios da neutralidade e da n&amp;atilde;o cumulatividade. A demanda &amp;eacute; por um ato normativo que assegure o aproveitamento dos cr&amp;eacute;ditos de PIS/Cofins referentes aos bens existentes em estoque na data de ingresso no regime h&amp;iacute;brido, evitando efeitos cumulativos e distor&amp;ccedil;&amp;otilde;es concorrenciais.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O of&amp;iacute;cio conjunto refor&amp;ccedil;a que o atendimento das demandas contribuir&amp;aacute; para a seguran&amp;ccedil;a jur&amp;iacute;dica, a neutralidade e a previsibilidade &amp;agrave; transi&amp;ccedil;&amp;atilde;o das empresas do Simples para o regime regular da CBS.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A expectativa &amp;eacute; que a Receita Federal se manifeste nos pr&amp;oacute;ximos dias sobre os pleitos, j&amp;aacute; que o prazo para a escolha come&amp;ccedil;ou, oficialmente, no &amp;uacute;ltimo dia 1&amp;ordm; de setembro e se estende at&amp;eacute; o dia 30.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Wed, 09 Sep 2026 11:17:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Reforma Tributária]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Manifesto à nação brasileira]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/noticia/manifesto-a-nacao-brasileira</link><description>&lt;![CDATA[Supremo Tribunal Federal é o guardião da Constituição, mas guardião algum está dispensado de prestar contas]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;O Brasil, como &amp;eacute; not&amp;oacute;rio, atravessa uma crise institucional de extrema gravidade, e o seu epicentro &amp;eacute;, precisamente, a Corte de Justi&amp;ccedil;a a quem a Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o confiou a &amp;uacute;ltima palavra. N&amp;atilde;o se trata de epis&amp;oacute;dio isolado nem de ru&amp;iacute;do passageiro.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;N&amp;atilde;o h&amp;aacute; Estado de Direito sem ju&amp;iacute;zes acima de qualquer suspeita. A autoridade de um tribunal n&amp;atilde;o decorre da toga nem do cargo, mas da legitimidade que s&amp;oacute; a imparcialidade, a transpar&amp;ecirc;ncia e a exemplaridade conferem. Se a legitimidade &amp;eacute; questionada, tudo o mais se torna incerto: a seguran&amp;ccedil;a jur&amp;iacute;dica, a confian&amp;ccedil;a nas institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es e a pr&amp;oacute;pria paz social.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O Supremo Tribunal Federal &amp;eacute; o guardi&amp;atilde;o da Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o, mas guardi&amp;atilde;o algum est&amp;aacute; dispensado de prestar contas. Quem julga a Na&amp;ccedil;&amp;atilde;o h&amp;aacute; de submeter-se, com id&amp;ecirc;ntico rigor, ao julgamento do Direito, da Sociedade e da Hist&amp;oacute;ria. A Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o que a Corte protege &amp;eacute; a mesma que lhe imp&amp;otilde;e julgamentos transparentes, justos e decis&amp;otilde;es fundamentadas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A Sociedade Brasileira exige que o Plen&amp;aacute;rio do Supremo &lt;strong&gt;examine em sess&amp;atilde;o p&amp;uacute;blica os fatos, decida com absoluta urg&amp;ecirc;ncia,&lt;/strong&gt; sem subterf&amp;uacute;gios e sem corporativismo. A resposta que a Na&amp;ccedil;&amp;atilde;o aguarda n&amp;atilde;o admite prazo!&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Cada dia &amp;eacute; um dia a mais de descr&amp;eacute;dito.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O Pa&amp;iacute;s j&amp;aacute; venceu crises profundas e delas saiu mais forte, porque, em cada uma, houve quem se recusasse a calar.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ningu&amp;eacute;m, ningu&amp;eacute;m est&amp;aacute; acima da &lt;strong&gt;LEI&lt;/strong&gt;!&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="https://manifestoanacao.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer" class="botao"&gt;&lt;strong&gt;N&amp;Atilde;O SE CALE. ASSINE AGORA E FA&amp;Ccedil;A A DIFEREN&amp;Ccedil;A!&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Confira, a seguir, a lista de sindicatos filiados &amp;agrave; FecomercioSP que j&amp;aacute; aderiram ao manifesto:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p id="isPasted"&gt;SINCOMERCIO BEBEDOURO &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SINDIOPTICA-SP &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SINCOMERCIO ARA&amp;Ccedil;ATUBA &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SINCOMERCIO RIO PRETO &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SINCOMERCIO ARARAQUARA &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SINCOMERCIO JUNDIAI &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SINCOMERCIO S&amp;Atilde;O ROQUE &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SINAPEL &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SAGASP &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SINCAMESP &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SICAP &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SINDASP &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SINCOMERCIO BOTUCATU E REGI&amp;Atilde;O &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SINCOMERCIO PIRASSUNUNGA &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SINCOMERCIO BARRETOS &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SINCOMERCIO BIRIGUI &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SINDILAV &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SIRCESP &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SINCOFARMA-SP &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SELEMAT &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SINCOMERCIO BRAGAN&amp;Ccedil;A &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SINCOMERCIO S&amp;Atilde;O CARLOS &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;FEIRANTES RIBER&amp;Atilde;O PRETO &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SINCOMERCIO MOGI GUA&amp;Ccedil;U &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SINCOMACO &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SINCOM&amp;Eacute;RCIO SJBVISTA &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SINCOQUIM &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SINDIFLORES &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SINCAVESP &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SINCOMERCIO ITAPETININGA &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SINCOMAVI &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SCV FEIRANTES DE JUNDIA&amp;Iacute; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SINCAF-SP &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SINCOMERCIO ITARAR&amp;Eacute; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SINCOMERCIO MAT&amp;Atilde;O &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SINCOMERCIO LUCELIA &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SINCOM&amp;Eacute;RCIO ITAPEVA &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SCAF&amp;Eacute; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SCAF &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SINCOMERCIO VOTUPORANGA &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SINCOMERCIO DE FRANCA &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SINCOMERCIO CATANDUVA &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SINDITECIDOS &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SINDESPACHANTE &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SINDTUR &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SINAPREM &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SINACOUROS &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SINAPESP &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SINDITECIDOS &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SINDESPACHANTE &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SINDTUR &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SINAPESP &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SINDIMASP &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SINCOVAMI - SCV ITUVERAVA &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SINDINESFA &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SINBFIR - RIB PRETO &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SINDILOC &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SINDILOJAS CAMPINAS &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SINCOMERCIO OSVALDO CRUZ &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SINCOMERCIO GUARATINGUET&amp;Aacute; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SINCOMERCIO JACARE&amp;Iacute; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SINCOPE&amp;Ccedil;AS &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SINCOMERCIO PEN&amp;Aacute;POLIS &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SINCOM&amp;Eacute;RCIO SERT&amp;Atilde;OZINHO E REGI&amp;Atilde;O &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SICAP &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SINCOMERCIO RIO CLARO &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SECIESP &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SINCOMERCIO DE PINDAMONHANGABA &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SINCOMERCIO DE JA&amp;Uacute; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SINCOMERCIO MOGI MIRIM &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SINCOMERCIO DE S&amp;Atilde;O JOS&amp;Eacute; DOS CAMPOS &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;SINCOMERCIO AMERICANA &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Wed, 09 Sep 2026 10:08:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Institucional]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[PEC da Segurança Pública deve ser aprovada, mas sem deixar responsabilidade fiscal de lado]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/noticia/pec-da-seguranca-publica-precisa-ser-aprovada-mas-sem-deixar-responsabilidade-fiscal-de-lado</link><description>&lt;![CDATA[Proposta amplia integração e combate ao crime organizado, mas Senado deve resistir às pressões de categorias para a concessão de benefícios que aumentem gastos públicos]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;A &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/"&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt;entende como fundamental a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição 18/2025, ou “PEC da Segurança Pública”, em tramitação no Senado Federal, mas alerta para que essa Casa Legislativa resista a eventuais pressões de categorias por concessão de benefícios ou aposentadorias especiais que resultariam em aumento dos gastos públicos.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Texto aprimora combate ao crime organizado&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O substitutivo aprovado na Câmara dos Deputados trouxe melhorias significativas em relação ao que havia sido proposto inicialmente pelo Executivo. Ao manter um equilíbrio federativo e estruturar o Sistema Único de Segurança Pública (SUSP), com coordenação nacional e uma execução descentralizada, o projeto preserva autonomia dos Estados e valoriza a cooperação com os municípios.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O resultado é mais interoperabilidade tecnológica, com compartilhamento de informações e maior atuação integrada por meio de forças-tarefas, que diminuem o excesso de burocracias desnecessárias. Outra alteração importante foi a previsão de criação de um regime jurídico especial a organizações de alta periculosidade, que inclui sanções rigorosas, restrições a benefícios e instrumentos eficazes de apreensão de bens obtidos com atividades criminosas.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Também merece destaque a previsão de modernização e fortalecimento da gestão do sistema prisional, que deve ajudar a combater um dos problemas estruturais da segurança pública no País: a utilização de presídios como centros de comando e articulação criminosa.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Por fim, a vinculação de recursos ao Fundo Nacional de Segurança Pública (FNSP) e ao Fundo Penitenciário Nacional (Funpen), com critérios de distribuição e vedação de contingenciamento, permite previsibilidade orçamentária, fundamental aos setores produtivos.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Insegurança afeta empresas e investimentos&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Uma &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/upload/file/028533dd95e5f6a2d75a425e48a9a64b76c93338.pdf"&gt;sondagem realizada pela FecomercioSP&lt;/a&gt; há um mês mostrou, por exemplo, que 52,2% dos negócios do Comércio paulistano gastaram com segurança privada para se protegerem da violência,&amp;nbsp;função que deveria ser garantida pelo Estado. Desses, 25,6% investiram em câmeras e monitoramento; 6,4%, em vigilância ou rondas; e 3%, em reforço físico, enquanto outros 15,6% adotam mais de uma dessas medidas.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mais do que investimentos nesses mecanismos de proteção, o crime organizado também desestimula as empresas a injetarem mais recursos nas operações, encarece os seguros, amplia perdas logísticas e compromete a criação de postos de trabalho e de renda.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Em setores como o Turismo e Comércio, altamente dependentes da circulação de pessoas e de mercadorias, o impacto dessa insegurança pode ser observado na diminuição da competitividade do País em comparação com outras nações quando o assunto é a escolha de destinos para viagens.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Desde o início da discussão, a FecomercioSP tem defendido a PEC como uma oportunidade para o Estado brasileiro reorganizar competências, integrar estruturas e fortalecer instrumentos de enfrentamento do crime organizado. A Entidade segue atuante no Congresso a fim de que a proposta final consolide uma política para segurança pública integrada e sustentável fiscalmente. Para saber mais sobre a agenda da FecomercioSP para a segurança pública, clique &lt;a href="https://feclink.fecomercio.net.br/cl/PXwJ_/A/2211/0/BMNv/CO6sRegC3ch/1/" target="_blank"&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Tue, 08 Sep 2026 16:06:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Brasil]]</category></item></channel></rss>
