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<rss xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" version="2.0"><channel><title>&lt;![CDATA[Brasil - Economia - FecomercioSP]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/noticias/economia/brasil</link><description>&lt;![CDATA[]]</description><lastBuildDate>Thu, 10 Sep 2026 21:46:45 -0300</lastBuildDate><language>pt-br</language><image><title>&lt;![CDATA[Brasil - Economia - FecomercioSP]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/noticias/economia/brasil</link><url>https://www.fecomercio.com.br/assets/img/fecomercio-sp-image-share.jpg</url></image><category>&lt;![CDATA[Economia]]</category><category>&lt;![CDATA[Brasil]]</category><item><title>&lt;![CDATA[PEC da Segurança Pública deve ser aprovada, mas sem deixar responsabilidade fiscal de lado]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/noticia/pec-da-seguranca-publica-precisa-ser-aprovada-mas-sem-deixar-responsabilidade-fiscal-de-lado</link><description>&lt;![CDATA[Proposta amplia integração e combate ao crime organizado, mas Senado deve resistir às pressões de categorias para a concessão de benefícios que aumentem gastos públicos]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;A &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/"&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt;entende como fundamental a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição 18/2025, ou “PEC da Segurança Pública”, em tramitação no Senado Federal, mas alerta para que essa Casa Legislativa resista a eventuais pressões de categorias por concessão de benefícios ou aposentadorias especiais que resultariam em aumento dos gastos públicos.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Texto aprimora combate ao crime organizado&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O substitutivo aprovado na Câmara dos Deputados trouxe melhorias significativas em relação ao que havia sido proposto inicialmente pelo Executivo. Ao manter um equilíbrio federativo e estruturar o Sistema Único de Segurança Pública (SUSP), com coordenação nacional e uma execução descentralizada, o projeto preserva autonomia dos Estados e valoriza a cooperação com os municípios.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O resultado é mais interoperabilidade tecnológica, com compartilhamento de informações e maior atuação integrada por meio de forças-tarefas, que diminuem o excesso de burocracias desnecessárias. Outra alteração importante foi a previsão de criação de um regime jurídico especial a organizações de alta periculosidade, que inclui sanções rigorosas, restrições a benefícios e instrumentos eficazes de apreensão de bens obtidos com atividades criminosas.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Também merece destaque a previsão de modernização e fortalecimento da gestão do sistema prisional, que deve ajudar a combater um dos problemas estruturais da segurança pública no País: a utilização de presídios como centros de comando e articulação criminosa.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Por fim, a vinculação de recursos ao Fundo Nacional de Segurança Pública (FNSP) e ao Fundo Penitenciário Nacional (Funpen), com critérios de distribuição e vedação de contingenciamento, permite previsibilidade orçamentária, fundamental aos setores produtivos.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Insegurança afeta empresas e investimentos&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Uma &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/upload/file/028533dd95e5f6a2d75a425e48a9a64b76c93338.pdf"&gt;sondagem realizada pela FecomercioSP&lt;/a&gt; há um mês mostrou, por exemplo, que 52,2% dos negócios do Comércio paulistano gastaram com segurança privada para se protegerem da violência,&amp;nbsp;função que deveria ser garantida pelo Estado. Desses, 25,6% investiram em câmeras e monitoramento; 6,4%, em vigilância ou rondas; e 3%, em reforço físico, enquanto outros 15,6% adotam mais de uma dessas medidas.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mais do que investimentos nesses mecanismos de proteção, o crime organizado também desestimula as empresas a injetarem mais recursos nas operações, encarece os seguros, amplia perdas logísticas e compromete a criação de postos de trabalho e de renda.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Em setores como o Turismo e Comércio, altamente dependentes da circulação de pessoas e de mercadorias, o impacto dessa insegurança pode ser observado na diminuição da competitividade do País em comparação com outras nações quando o assunto é a escolha de destinos para viagens.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Desde o início da discussão, a FecomercioSP tem defendido a PEC como uma oportunidade para o Estado brasileiro reorganizar competências, integrar estruturas e fortalecer instrumentos de enfrentamento do crime organizado. A Entidade segue atuante no Congresso a fim de que a proposta final consolide uma política para segurança pública integrada e sustentável fiscalmente. Para saber mais sobre a agenda da FecomercioSP para a segurança pública, clique &lt;a href="https://feclink.fecomercio.net.br/cl/PXwJ_/A/2211/0/BMNv/CO6sRegC3ch/1/" target="_blank"&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Tue, 08 Sep 2026 16:06:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Brasil]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Indústria automobilística vai na contramão da perda de ritmo dos setores produtivos]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/noticia/industria-automobilistica-sustenta-perda-de-ritmo-dos-setores-produtivos</link><description>&lt;![CDATA[Crédito para o segmento está próximo de R$ 300 bilhões]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;Em meio a um cenário de incertezas internas e externas – que vão do ajuste fiscal pós-período eleitoral à guerra no Oriente Médio –, os setores produtivos do País já dão sinais de exaustão, observa o Conselho Superior de Economia, Sociologia e Política (CSESP) da FecomercioSP.&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os dados e a análise estão na &lt;strong&gt;Carta de Conjuntura&lt;/strong&gt; do conselho, divulgada nesta semana. &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/upload/file/39f3501c0b9f137755fbe06df834e03a32462d8b.pdf" target="_blank" class="fr-file" rel="noopener noreferrer"&gt;Acesse aqui!&amp;nbsp;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A indústria cresceu 1,5% no acumulado dos 12 meses até junho, o mesmo ritmo do comércio restrito. Os serviços, que costumam puxar a direção da economia, subiram 2,5% no mesmo período.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No entanto, o comércio ampliado caminha bem, muito por conta do ótimo momento das lojas de carros. As vendas nesse segmento cresceram 11% entre junho de 2026 e o mesmo período do ano passado, e os emplacamentos já atingiram marca de 1,6 milhão de unidades até julho – em 2025 todo, o número foi de 2,5 milhões.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Isso está acontecendo por causa do crédito que, no caso desse mercado, está perto de bater na casa dos R$ 300 bilhões. Não é trivial que a Fenabrave Federação Nacional Distribuição Veículos Automotores (Fenabrave) tenha revisado a projeção de crescimento de 2026 de 3%, no começo do ano, para 8,8% agora.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A &lt;strong&gt;Carta de Conjuntura&lt;/strong&gt; ainda aborda como a política econômica de Donald Trump, nos Estados Unidos, já preocupa o mercado global a longo prazo, à medida em que o presidente norte-americano tem expandido gastos em busca de um resultado mais favorável nas &lt;em&gt;midterms&lt;/em&gt;, as eleições legislativas de novembro. &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/upload/file/39f3501c0b9f137755fbe06df834e03a32462d8b.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Acesse!&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Thu, 27 Aug 2026 16:14:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Brasil]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Metade das empresas paulistanas contabiliza gastos para se proteger do crime]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/noticia/metade-das-empresas-paulistanas-contabiliza-gastos-para-se-proteger-do-crime</link><description>&lt;![CDATA[Negócios apontam que consumidores estão preferindo comprar online e evitam circular em alguns horários em razão da insegurança na cidade]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;Ao operarem em regiões inseguras, ou se relacionarem com consumidores com medo, e ainda expostas a casos de violência, &lt;strong&gt;metade (52%) das&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;empresas do Comércio na cidade de São Paulo gasta parte das receitas para se proteger da insegurança&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;[&lt;em&gt;tabela 1&lt;/em&gt;]&lt;strong&gt;.&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O dado faz parte de uma sondagem sobre segurança pública da &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/"&gt;&lt;strong&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;, que ouviu 500 empresas do setor na capital paulista. &amp;nbsp;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/upload/file/028533dd95e5f6a2d75a425e48a9a64b76c93338.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer" style="margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; font-style: normal; font-variant-caps: normal; font-width: inherit; font-size: 16px; line-height: inherit; font-size-adjust: inherit; font-kerning: inherit; font-variant-alternates: inherit; font-variant-ligatures: inherit; font-variant-numeric: inherit; font-variant-east-asian: inherit; font-variant-position: inherit; font-variant-emoji: inherit; font-feature-settings: inherit; font-optical-sizing: inherit; font-variation-settings: inherit; vertical-align: baseline; text-decoration: none; list-style: none; font-family: Open Sans, sans-serif; font-weight: 300; color: rgb(120, 86, 255); outline: medium; display: inline; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-align: start; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; background-color: rgb(255, 255, 255);" id="isPasted"&gt;Acesse o estudo!&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O estudo mostra que cerca de um quarto (25,6%) investe em câmeras e sistemas de monitoramento, enquanto outras 6,4% optaram por serviços de vigilância ou rondas. Além disso, 15,6% combinam estratégias diferentes. Em outras palavras, &lt;strong&gt;mais da metade das empresas do setor paga por uma função que deveria ser do Estado&lt;/strong&gt;.&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Quando perguntado sobre a mudança mais relevante nessa rotina dos negócios, 24,8% do empresariado aponta aumento de gastos com a segurança, enquanto 12,6% notam uma redução no fluxo de consumidores [&lt;em&gt;tabela 3&lt;/em&gt;].&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A sondagem também revela um contraste intrigante: 62% dos negócios afirmam não terem sido afetados por problemas de segurança no último ano [&lt;em&gt;tabela 2&lt;/em&gt;]. Na verdade, apenas 12% foram impactados diretamente e 15% no entorno, com 11% afetados de forma indireta. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A avaliação da Federação é que, embora essa exposição direta ao crime seja minoritária, a resposta defensiva é majoritária. Assim, a &lt;strong&gt;insegurança pública se tornou um custo estrutural,&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;porque foi incorporada aos custos para além da experiência concreta de casos de violência. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Um dado que corrobora esse diagnóstico é que mais da metade das empresas não avalia o ambiente ao redor de suas operações como efetivamente seguro.&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;[TABELA 1]&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;A sua empresa gasta recursos para lidar com a insegurança? Se sim, esses custos são destinados a que tipo de medida?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;Fonte:&lt;em&gt;&amp;nbsp;FecomercioSP&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0" width="449"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="67.92873051224944%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;Sim, com vigilância privada e/ou rondas&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="32.071269487750556%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;6,4%&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="67.92873051224944%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;Sim, com câmeras, alarmes ou monitoramento&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="32.071269487750556%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;25,6%&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="67.92873051224944%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;Sim, com seguros, escolta ou proteção logística&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="32.071269487750556%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;1,6%&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="67.92873051224944%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;Sim, com reforço físico&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="32.071269487750556%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;3,0%&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="67.92873051224944%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;Sim, com mais de uma dessas medidas&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="32.071269487750556%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;15,6%&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="67.92873051224944%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;Não tenho gastos adicionais&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="32.071269487750556%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;47,8%&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;[TABELA 2]&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;A sua empresa foi afetada por algum caso de violência nos últimos 12 meses?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;Fonte: &lt;em&gt;FecomercioSP&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0" width="449"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="67.92873051224944%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;Sim, diretamente&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="32.071269487750556%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;12,0%&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="67.92873051224944%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;Sim, no entorno da empresa&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="32.071269487750556%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;15,0%&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="67.92873051224944%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;Sim, indiretamente&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="32.071269487750556%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;11,0%&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="67.92873051224944%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;A empresa não foi afetada&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="32.071269487750556%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;62,0%&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;[TABELA 3]&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Qual é o principal impacto da insegurança sobre as operações do seu negócio?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;Fonte: &lt;em&gt;FecomercioSP&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0" width="457"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="74.0174672489083%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;Aumentamos os gastos com segurança&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="25.982532751091703%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;24,8%&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="74.0174672489083%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;Notamos uma redução do fluxo de consumidores&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="25.982532751091703%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;12,6%&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="74.0174672489083%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;Lidamos com restrição de horários de operação&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="25.982532751091703%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;2,6%&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="74.0174672489083%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;Temos dificuldade para contratar/manter colaboradores&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="25.982532751091703%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;8,0%&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="74.0174672489083%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;Registramos perdas com furtos, roubos e fraudes&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="25.982532751091703%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;6,0%&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="74.0174672489083%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;Não houve impacto relevante sobre as operações&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="25.982532751091703%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;46,0%&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Em relação aos reflexos da insegurança nos hábitos dos consumidores, 12,8% dos negócios notaram aumento da preferência por compras online ou no modelo delivery. Outros 12,6% observam os clientes evitarem ir ao local físico nos horários e nos dias que tendem a ser mais perigosos [&lt;em&gt;tabela 4&lt;/em&gt;].&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;E qual é o maior temor?&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Hoje é, sobretudo, de sofrer um assalto (63% dos casos), seguido de quem teme que um cliente ou os funcionários sejam roubados (56%). Crimes digitais figuram como a terceira maior preocupação (55%), à frente do vandalismo e do roubo de carga [&lt;em&gt;tabela 6&lt;/em&gt;].&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;[TABELA 4]&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Qual é o principal impacto da insegurança sobre seus clientes?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;Fonte: &lt;em&gt;FecomercioSP&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0" align="left" width="449"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="67.92873051224944%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;Reduziu significativamente o fluxo&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="32.071269487750556%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;9,6%&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="67.92873051224944%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;Os consumidores evitam certos horários e dias&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="32.071269487750556%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;12,6%&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="67.92873051224944%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;Aumentou a preferência por comprar online&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="32.071269487750556%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;12,8%&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="67.92873051224944%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;Na verdade, os impactos são poucos&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="32.071269487750556%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;23,6%&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="67.92873051224944%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;Não afeta em nada&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="32.071269487750556%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;41,4%&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;[TABELA 5]&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Qual é o principal impacto para a operação?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;Fonte: &lt;em&gt;FecomercioSP&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0" align="left" width="449"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="67.92873051224944%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;Reduziu horário de funcionamento&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="32.071269487750556%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;8,8%&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="67.92873051224944%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;Deixou de operar em determinadas regiões&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="32.071269487750556%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;2,0%&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="67.92873051224944%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;Migrou parte das vendas para digital/delivery&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="32.071269487750556%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;2,8%&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="67.92873051224944%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;Recusou entregas, visitas ou serviços&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="32.071269487750556%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;5,8%&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="67.92873051224944%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;Não alterou operação, mas aumentou custos&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="32.071269487750556%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;15,6%&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="67.92873051224944%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;Não houve alteração&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="32.071269487750556%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;65,0%&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;[TABELA 6]&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Qual é o tipo de crime que mais preocupa o seu negócio?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;Fonte: &lt;em&gt;FecomercioSP&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0" width="449"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="67.92873051224944%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;Furto/roubo ao estabelecimento&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="32.071269487750556%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;63,4%&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="67.92873051224944%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;Furto/roubo a clientes e colaboradores&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="32.071269487750556%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;56,4%&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="67.92873051224944%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;Roubo/furto ou desvio de cargas e estoques&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="32.071269487750556%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;38,0%&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="67.92873051224944%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;Fraudes, golpes e crimes digitais&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="32.071269487750556%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;55,0%&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="67.92873051224944%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;Vandalismo, depredação ou invasão&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="32.071269487750556%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;38,6%&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="67.92873051224944%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;Extorsão, ameaças ou organizações criminosas&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="32.071269487750556%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;29,4%&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="67.92873051224944%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;Furto de cabos/fios/equipamentos&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="32.071269487750556%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;40,8%&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="67.92873051224944%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;Outro&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="32.071269487750556%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;11,2%&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A FecomercioSP também perguntou ao empresariado quais medidas observa serem mais necessária para melhorar a situação, ouvindo de 32% que uma presença mais ostensiva da polícia é fundamental. Na sequência, o combate ao crime organizado e à receptação, com 18,2%.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;[TABELA 7]&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Qual seria a medida pública de maior impacto para melhorar a segurança?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;Fonte: &lt;em&gt;FecomercioSP&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0" width="449"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="67.92873051224944%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;Maior presença ostensiva das polícias&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="32.071269487750556%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;32,0%&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="67.92873051224944%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;Integração entre órgãos públicos&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="32.071269487750556%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;13,2%&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="67.92873051224944%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;Investigação mais rápida e efetiva&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="32.071269487750556%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;4,8%&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="67.92873051224944%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;Mais tecnologia, câmeras, dados e inteligência&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="32.071269487750556%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;9,8%&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="67.92873051224944%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;Endurecimento das penas&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="32.071269487750556%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;12,8%&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="67.92873051224944%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;Combate ao crime organizado e receptação&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="32.071269487750556%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;18,2%&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="67.92873051224944%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;Todas as anteriores (não foi lida aos entrevistados)&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="32.071269487750556%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;9,2%&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Grandes mais afetadas&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os dados da sondagem também mostram que insegurança reflete nas empresas conforme o porte. De um lado, as grandes se sentem mais expostas à violência tanto no entorno (22%, contra 15% da média geral) como diretamente (16%), enquanto nas micro e pequenas, esse porcentual é de12%.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;As grandes também têm mais dificuldades de contratar e manter funcionários por causa da segurança (16%, contra 14% das médias e 4% das micro). Uma possível explicação para essa discrepância nos resultados é que grandes empresas do varejo costumam trabalhar em horário estendidos (noturno) e até mesmo em operações 24 horas, períodos em que a insegurança e os casos de violência são maiores.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Por outro lado, as micro e pequenas empresas são as mais atingidas no fluxo de consumidores (15,9% relatam redução de fluxo como principal impacto, ante 8,1% nas médias e 4% nas grandes). Assim, o segmento com menos capacidade de absorver perdas é justamente o mais penalizado no consumo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Pleitos por melhorias&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os dados da sondagem são, na leitura da FecomercioSP, sintomáticos de uma conjuntura marcada por medo. Os consumidores estão mudando os hábitos de compra (quase 6 em cada 10 empresas já notaram o fenômeno) para evitar casos de violência e, com isso, forçam as empresas a gastarem mais com dispositivos de proteção. Isto é, essa situação não é mais problema só de quem experiencia a violência, mas de toda a sociedade. &lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A FecomercioSP tem atuado para mudar essa realidade. Na visão da Entidade, é preciso &lt;strong&gt;enrijecer as medidas de punição a criminosos&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;e investir em meios de &lt;strong&gt;inteligência para minar os mercados ilegais que financiam todo o crime.&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A Federação acompanhou a tramitação e apoiou a &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/apos-forte-articulacao-empresarial-comercio-conquista-endurecimento-de-penas-para-furtos-e-roubos"&gt;aprovação do Projeto de Lei (PL) 3.780/2023, convertido na Lei 15.397/2026&lt;/a&gt;, que aumentou a pena para crimes como roubo, furto e receptação e, agora, apoia a aprovação da PEC da Segurança Pública no Senado Federal.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Além disso, a Federação entende que enfrentamento do crime organizado exige mais integração e instrumentos jurídicos mais rigorosos. A criação de regimes jurídicos especiais a organizações criminosas de alta periculosidade é uma medida proporcional à gravidade do problema. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para saber mais sobre a &lt;strong&gt;agenda da FecomercioSP para a segurança pública&lt;/strong&gt;, clique &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/pec-da-seguranca-publica-precisa-garantir-integracao-nacional-rigor-penal-e-responsabilidade-fiscal"&gt;aqui&lt;/a&gt;.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/upload/file/028533dd95e5f6a2d75a425e48a9a64b76c93338.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer" style="margin: 0px auto 40px; padding: 9px 17px; border: 0px rgb(45, 114, 187); font-style: normal; font-variant-caps: normal; font-width: inherit; font-size: 14px; line-height: 25px; font-size-adjust: inherit; font-kerning: inherit; font-variant-alternates: inherit; font-variant-ligatures: inherit; font-variant-numeric: inherit; font-variant-east-asian: inherit; font-variant-position: inherit; font-variant-emoji: inherit; font-feature-settings: inherit; font-optical-sizing: inherit; font-variation-settings: inherit; vertical-align: baseline; text-decoration: none; list-style: none; font-family: Open Sans, sans-serif; font-weight: bold; color: rgb(255, 255, 255); outline: medium; display: block; background: rgb(45, 114, 187); width: fit-content; cursor: pointer; border-radius: 50px; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-align: start; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px;" id="isPasted"&gt;Sondagem: Segurança pública na cidade de São Paulo em 2026&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Fri, 21 Aug 2026 15:19:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Brasil]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Copom deve baixar Selic, mas discussão deveria atingir estrutura de gastos e revisão de despesas públicas]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/noticia/copom-deve-baixar-selic-mas-discussao-deveria-atingir-estrutura-de-gastos-e-revisao-de-despesas-publicas</link><description>&lt;![CDATA[FecomercioSP aponta que, se quadro fiscal não for revertido, País terá dois cenários em breve: crise de confiança ou ajuste via inflação, o que prejudica os mais pobres]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;O Comit&amp;ecirc; de Pol&amp;iacute;tica Monet&amp;aacute;ria (Copom), do Banco Central (BC), deve seguir o plano de flexibiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da taxa b&amp;aacute;sica de juros, a Selic, na reuni&amp;atilde;o desta semana, com um &lt;strong&gt;novo corte, de 0,25 ponto porcentual (p.p.),&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;levando-a para 14% ao ano (a.a.).&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;H&amp;aacute; motivos para isso: a infla&amp;ccedil;&amp;atilde;o acumulada em 12 meses (4,64%), embora ainda permane&amp;ccedil;a acima do teto meta, est&amp;aacute; em desacelera&amp;ccedil;&amp;atilde;o. A alta de junho (0,16%) foi mais sazonal do que estrutural, vindo a reboque da alta na energia el&amp;eacute;trica. Os &amp;uacute;ltimos dados do IPCA-15 vieram abaixo das expectativas do mercado. Al&amp;eacute;m disso, um novo corte n&amp;atilde;o significa, necessariamente, afrouxamento, j&amp;aacute; que a taxa real permanece entre 9% e 10% a.a., ainda bastante elevada.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O que a &lt;strong&gt;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br"&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;insiste em refor&amp;ccedil;ar &amp;eacute; como a pol&amp;iacute;tica monet&amp;aacute;ria do BC est&amp;aacute; sendo usada como uma ferramenta de uma situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o que n&amp;atilde;o pode resolver: o quadro fiscal do Pa&amp;iacute;s, o qual segue muito deteriorado.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A d&amp;iacute;vida p&amp;uacute;blica, somando Uni&amp;atilde;o, Estados e munic&amp;iacute;pios, j&amp;aacute; est&amp;aacute; perto dos 80% do Produto Interno Bruto (PIB). Com os precat&amp;oacute;rios, as contas do governo est&amp;atilde;o outra vez no vermelho e, para piorar, o Brasil acaba de voltar a uma conjuntura de conflito tarif&amp;aacute;rio com os Estados Unidos &amp;mdash; segundo parceiro comercial do Pa&amp;iacute;s &amp;mdash;, al&amp;eacute;m das incertezas globais que, dentre outras coisas, pressionam os pre&amp;ccedil;os do petr&amp;oacute;leo.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Soma-se a isso o endividamento. Uma em cada tr&amp;ecirc;s fam&amp;iacute;lias (29,9%) convivia com contas atrasadas em junho, segundo os dados da &lt;a href="https://portaldocomercio.org.br/"&gt;Confedera&amp;ccedil;&amp;atilde;o Nacional do Com&amp;eacute;rcio (CNC)&lt;/a&gt;. Quase um ter&amp;ccedil;o da renda dos lares brasileiros (29,3%) tinha destino certo no m&amp;ecirc;s: pagar despesas. Como boa parte dessas d&amp;iacute;vidas originam pelo cart&amp;atilde;o de cr&amp;eacute;dito e pelo credi&amp;aacute;rio, o consumidor fica sujeito ao custo efetivo total, ainda que decida o valor da parcela mensal.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;img src="https://fecomercio.com.br/upload/img/78b9f52e800171740817742e3bdeabb84ab6fcc8.png" style="width: 533px;" class="fr-fic fr-dib fr-fil"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p id="isPasted"&gt;Em outras palavras, o juro b&amp;aacute;sico n&amp;atilde;o desestimula o consumo das fam&amp;iacute;lias mais pobres, mas encarece o custo de vida, empurrando-as para a inadimpl&amp;ecirc;ncia. E esse ciclo &amp;eacute; perverso &amp;mdash; como o aperto dos juros altos caem sobre quem investe, (ou seja, as empresas), a capacidade produtiva cai.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na leitura da FecomercioSP, o poss&amp;iacute;vel corte da Selic nesta semana n&amp;atilde;o resolve nada do ponto de vista estrutural, j&amp;aacute; que os gastos p&amp;uacute;blicos seguir&amp;atilde;o elevados e os resultados nominais continuar&amp;atilde;o piorando. &amp;Eacute; urgente &lt;strong&gt;avan&amp;ccedil;ar para o controle de gastos obrigat&amp;oacute;rios, revisando todas as indexa&amp;ccedil;&amp;otilde;es e despesas vinculadas.&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ou esse caminho &amp;eacute; seguido ou ent&amp;atilde;o teremos dois cen&amp;aacute;rios no futuro pr&amp;oacute;ximo: uma crise de confian&amp;ccedil;a do empresariado e do consumo de grandes propor&amp;ccedil;&amp;otilde;es, ou o ajuste &amp;ldquo;silencioso&amp;rdquo; pela infla&amp;ccedil;&amp;atilde;o, cuja conta &amp;eacute; paga pelos menos abonados.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Mon, 03 Aug 2026 14:07:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Brasil]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Incertezas nos EUA devem valorizar o dólar e manter juros altos pelo mundo]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/noticia/incertezas-nos-eua-devem-valorizar-o-dolar-e-manter-juros-altos-pelo-mundo</link><description>&lt;![CDATA[Carta de Conjuntura analisa o cenário externo e os efeitos sobre varejo, indústria e inflação no Brasil]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;Dólar mais forte frente ao real. Juros elevados em vários mercados globais. Mais tempo de combustíveis pressionados, tarifas de importação mais altas e, não tão menos importante, incertezas bélicas. É esse o contexto da economia do mundo hoje – e, provavelmente, do futuro de médio prazo.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Cálculos do Conselho Superior de Economia, Sociologia e Política, da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), mostram que os &lt;em&gt;players&lt;/em&gt; importantes para o Brasil subiram as tarifas de importação de 2025 para cá. Nos EUA, essa variação foi de 7,5 pontos porcentuais (p.p), saindo de 2,5%, em média, para 10%. Na China, a alta foi de 14,3 p.p: de 20,7% para 35%. Os dados estão na Carta de Conjuntura do conselho. &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/upload/file/40deeecd5435e830d673baa556e7d11de10cfc8a.pdf" target="_blank" class="fr-file" rel="noopener noreferrer"&gt;Acesse aqui! &amp;nbsp;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;As incertezas repercutem nas previsões de crescimento econômico do mundo: o FMI estima que, em 2026, o planeta cresça 3%. A taxa era de 3,1% em abril. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A Carta de Conjuntura do CSESP também analisa dados da economia do País: o varejo segue crescendo acima da média, enquanto a indústria retrai mês a mês – apesar da previsão de alta entre 1,5% e 2% neste ano.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A inflação, por sua vez, preocupa: a proximidade do El Niño vai elevar os custos dos alimentos daqui alguns meses, embora o IPCA sinta os impactos com mais força apenas no começo de 2027. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O documento ainda traz &lt;em&gt;insights&lt;/em&gt; sobre a indústria automobilística brasileira e um diagnóstico pessimista sobre a China.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Acesse:&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/upload/file/40deeecd5435e830d673baa556e7d11de10cfc8a.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer" class="botao"&gt;&lt;strong id="isPasted"&gt;Carta de Conjuntura&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Thu, 30 Jul 2026 11:27:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Brasil]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Tarifa de 25% atinge comércio exterior paulista e expõe urgência de inserção internacional do Brasil]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/noticia/tarifa-de-25-atinge-comercio-exterior-paulista-e-expoe-urgencia-de-insercao-internacional-do-brasil</link><description>&lt;![CDATA[Impacto alcança quase todos os setores, mas recai sobretudo sobre indústria, têxtil-calçadista e bens de capital]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;A partir desta quarta-feira (22), os produtos brasileiros exportados aos Estados Unidos passarão a pagar uma tarifa adicional de 25%. De acordo com a &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/"&gt;&lt;strong&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;, a tarifa se soma a outras taxas já incidentes sobre as exportações brasileiras, aumentando o custo total de quem vende para os norte-americanos e exigindo atenção de quem exporta ou depende de insumos do país.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Inicialmente, a Federação orienta especialmente os pequenos e médios empresários a identificarem com precisão a classificação tarifária de seus produtos, verificando qual código da Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM) corresponde à classificação no sistema americano Harmonized Tariff Schedule (HTS). A correta identificação do código é fundamental, pois a classificação tarifária determina se o produto está sujeito à tarifa adicional de 25% ou se se enquadra em uma das exceções previstas pelos Estados Unidos.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Outras orientações são: revisar contratos em andamento, checar se existem cláusulas que permitam repassar o custo da tarifa ao comprador americano e manter contato com o despachante aduaneiro, bem como com o &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/conselhos/conselho-de-relacoes-internacionais"&gt;Conselho de Relações Internacionais da FecomercioSP&lt;/a&gt;, para acompanhar eventuais mudanças que possam ocorrer na lista de exceções. Cumpre lembrar que o processo de negociação deve seguir aberto e que o próprio governo americano já ampliou a lista uma vez, atendendo a pedidos do setor privado.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Quais são os setores mais afetados?&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A nova cobrança atinge praticamente todos os setores, mas o impacto será sentido, principalmente, na indústria de transformação, no setor têxtil-calçadista e entre os fabricantes de máquinas e equipamentos, trazendo efeitos, em especial, ao comércio exterior paulista. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Dentre os produtos sujeitos à tarifa de 25%, destacam-se aço, açúcar, etanol, itens têxteis, calçados, papel, máquinas agrícolas, equipamentos de mineração, ferramentas de jardinagem, maquinário elétrico, bens de capital em geral e uma variedade de produtos químicos — inclusive a celulose solúvel de alta pureza, que fica de fora da isenção concedida à celulose comum por ser usada como insumo químico industrial.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Apesar do amplo alcance da medida, alguns produtos estratégicos permaneceram foram da lista, principalmente no Agronegócio e no segmento aeroespacial. No segmento de proteína animal, por exemplo, carne bovina fresca, refrigerada e congelada (carcaças, meias-carcaças e cortes com e sem ossos), carnes processadas — como &lt;em&gt;corned beef&lt;/em&gt;, miudezas bovinas e tilápia (exceto alguns tipos de filé) —, atum, cavala, espadarte, lagosta, lagostins-do-mar e mel orgânico certificado são algumas das exceções.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Além desses, também ficaram de fora da sobretaxa os cafés em grão e o solúvel puro, o suco de laranja, produtos farmacêuticos (medicamentos, vacinas, insulina, antibióticos, vitaminas e insumos farmacêuticos ativos), fertilizantes, peças e componentes de aviação civil, ferro-gusa, metais preciosos, hidróxido de alumínio, sucatas de ferro e aço, couros e alguns produtos de madeira. Juntos, os itens isentos respondem por cerca de um terço de tudo o que o Brasil vendeu aos Estados Unidos no primeiro semestre de 2026.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Como vai funcionar a nova taxação?&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;As mercadorias que já estavam ou estarão em trânsito para os Estados Unidos até 22 de julho não serão incluídas na nova taxação, desde que registradas para consumo até 29 de julho de 2026. Contudo, o governo norte-americano já sinalizou que a lista pode ser revista caso o Brasil apresente práticas comerciais que possam ser consideradas problemáticas pelas autoridades americanas.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Vale lembrar que o país norte-americano conduz uma investigação sobre trabalho forçado em cadeias produtivas que envolve 90 países, incluindo o Brasil. A expectativa é de que, caso sejam confirmadas falhas na proibição e na fiscalização dessas práticas, o governo americano aplique uma tarifa adicional de 12,5% aos países envolvidos. Se essa segunda tarifa for confirmada, poderá incidir sobre os mesmos produtos simultaneamente à tarifa de 25%, elevando a taxa total para até 37,5% em alguns casos.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Necessidade de mais abertura comercial&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O governo brasileiro classificou as medidas como injustas e acionou a Lei da Reciprocidade, apresentando uma reclamação formal à Organização Mundial do Comércio (OMC). Contudo, essas respostas não têm reflexo imediato sobre o que já está valendo.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na avaliação da FecomercioSP, mais do que uma retaliação, o Brasil deveria reduzir sua dependência de poucos mercados consumidores e buscar uma estratégia de integração ao comércio internacional e abertura comercial. Atualmente, mais de 40% das exportações brasileiras têm como destino a China e os Estados Unidos, o que aumenta substancialmente a vulnerabilidade do País frente à decisão do governo Trump. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Por meio do seu Conselho de Relações Internacionais, a FecomercioSP entende que os caminhos ideais do Brasil passam por novos acordos de livre-comércio, redução de barreiras tarifárias e desburocratização do ambiente de negócios. Apesar de ser a nona maior economia do mundo, o País participa de apenas 2% do fluxo do comércio internacional.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Wed, 22 Jul 2026 09:38:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Brasil]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Sistema Comércio entrega Agenda de Prioridades a presidenciáveis]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/noticia/sistema-comercio-entrega-agenda-de-prioridades-a-presidenciaveis</link><description>&lt;![CDATA[Encontro em Brasília reúne federações, sindicatos e pré-candidatos à Presidência; documento consolida propostas para fortalecer setores representados]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;O Sistema Comércio elaborou uma agenda de proposições aos pré-candidatos à Presidência da República, com subsídios a políticas públicas voltadas para o crescimento sustentável da economia brasileira. Reunindo propostas para estimular investimentos, geração de empregos, inovação e desenvolvimento em todas as regiões do País, a Agenda dos Presidenciáveis 2026 foi entregue na última quarta-feira (8), durante evento em Brasília, com a presença da &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/"&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Promovido pela&amp;nbsp;&lt;a href="https://portaldocomercio.org.br/"&gt;Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC)&lt;/a&gt;, o encontro reuniu presidentes de federações, lideranças dos setores produtivo e sindical, governadores e presidenciáveis. Dentre os pré-candidatos presentes, estavam o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), e o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo). Além de receber o documento, eles debateram temas estratégicos para os setores, como infraestrutura, Reforma Administrativa, endividamento das empresas, mercado de trabalho, combate ao comércio ilegal e inserção do Brasil no comércio internacional.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A FecomercioSP foi representada&amp;nbsp;&lt;a href="https://www.instagram.com/ivodallacqua.oficial/"&gt;pelo presidente, Ivo Dall'Acqua&lt;/a&gt;; pelo vice-presidente Rubens Medrano; e pelo presidente do&amp;nbsp;&lt;a href="https://sincovaga.com.br/"&gt;Sincovaga SP&lt;/a&gt;, Álvaro Furtado.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Em seu pronunciamento, Luiz Carlos Bohn, vice-presidente da CNC, afirmou que a agenda resulta de um amplo diálogo com federações, sindicatos e empresários de todas as regiões, refletindo as demandas de quem empreende, investe e gera empregos. “Entregamos aos presidenciáveis um verdadeiro tratado para o avanço e a prosperidade do Brasil.”&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Bohn enfatizou a defesa coletiva das federações e dos sindicatos empresariais por um ambiente tributário mais simples, justo e transparente, destacando a Reforma Administrativa, o equilíbrio fiscal, a redução dos juros e a diminuição da carga tributária como medidas em prol da competitividade nacional. No plano internacional, ressaltou a ampliação da presença do Brasil em mercados estratégicos e a valorização dos diferenciais competitivos do País — a diversidade energética, os recursos naturais, o mercado consumidor e o potencial turístico.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Leia a íntegra&lt;/strong&gt; da Agenda dos Presidenciáveis da CNC&amp;nbsp;&lt;a href="https://portal-bucket.azureedge.net/wp-content/sites/389/2026/07/Agenda-dos-Presidenciaveis-2026.pdf" target="_blank"&gt;aqui&lt;/a&gt;&lt;u&gt;.&lt;/u&gt;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Tue, 14 Jul 2026 10:02:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Brasil]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Câmbio vai depreciar no segundo semestre. Como o Banco Central agirá?]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/noticia/cambio-vai-depreciar-no-segundo-semestre-como-o-banco-central-agira</link><description>&lt;![CDATA[Qualquer sinalização de flexibilização prematura do órgão teria reflexos nas expectativas de inflação e na curva de juros; leia a carta de conjuntura!]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;As atuais condições globais — guerra no Oriente Médio em meio às tentativas de negociação, incertezas nos Estados Unidos, indicadores dúbios da China — apontam que o câmbio deve depreciar no segundo semestre, diz o Conselho Superior de Economia, Sociologia e Política (CSESP) da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP).&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A Carta de Conjuntura de junho do Conselho, divulgada nesta terça-feira (30), pode ser &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/upload/file/93947eea9e9189b2edb96c3639f508dc3fcfce6f.pdf" target="_blank" class="fr-file" rel="noopener noreferrer"&gt;acessada aqui&lt;/a&gt;.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os juros internacionais estão em alta, os termos de trocas seguem deteriorando e a situação externa pressiona o preço do barril do petróleo. O Banco Central (BC) está, neste momento, com a tarefa inglória de acertar o passo.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O problema é que o órgão ainda tem os desafios internos, sobretudo no fiscal. O governo deve injetar R$ 210 bilhões na economia neste ano, com o mercado de trabalho aquecido, a inflação acima da meta e o câmbio desfavorável.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O BC conseguirá preservar credibilidade no ambiente de pressões cruzadas, ou seja, de choque de oferta que virá do câmbio depreciado e busca por &lt;em&gt;commodities&lt;/em&gt;, de um lado, e do choque pela demanda do impulso fiscal, de outro?&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;“A expansão dos gastos públicos seguirá como um dos pontos mais significativos da política econômica brasileira neste próximo semestre”, observa o economista Antônio Lanzana, presidente do CSESP.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;“Ela tende a amenizar a desaceleração da atividade econômica, com condições até de revertê-la de alguma forma. Mas, de outro lado, política fiscal pressionará nossa inflação – percepção reforçada pela resiliência do mercado de trabalho, pelos efeitos do El Niño sobre os preços dos alimentos, as incertezas externas e uma possível pressão cambial a partir de agora”, conclui.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na leitura do CSESP, qualquer sinalização de flexibilização prematura do Banco Central seria lida pelo mercado como capitulação, com reflexos nas expectativas de inflação e na curva de juros.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;“O cenário impactará diretamente as empresas, na medida em que obrigará o BC a manter a taxa básica de juros do País na casa dos 14%”, conclui Lanzana. &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/upload/file/93947eea9e9189b2edb96c3639f508dc3fcfce6f.pdf"&gt;Acesse a carta de conjuntura!&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Tue, 30 Jun 2026 16:21:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Brasil]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Resposta a possíveis tarifas de Trump deve ser abertura comercial, e não retaliação]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/noticia/resposta-a-tarifas-de-trump-deve-ser-abertura-comercial-e-nao-retaliacao</link><description>&lt;![CDATA[Momento pode ser aproveitado para avançar em acordos de livre-comércio e reduzir barreiras tarifárias]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;O governo dos Estados Unidos concluiu, nesta terça-feira (2), a investigação comercial iniciada contra o Brasil em 2025, propondo a aplicação de uma tarifa adicional de 25% sobre todos os produtos nacionais importados pelo país norte-americano, com diversas exceções. A medida, ainda não definitiva, foi proposta pelo Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR) com base na Seção 301 da Lei de Comércio de 1974, que classifica práticas brasileiras em seis áreas como “irrazoáveis” e prejudiciais ao comércio estadunidense. O prazo para decisão final do presidente Donald Trump expira em 15 de julho, após consulta pública e audiência marcada para 6 de julho.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Esta é a segunda rodada de pressão tarifária americana no período. &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/setor-produtivo-nao-pode-pagar-o-preco-de-disputas-ideologicas-de-ambos-os-lados-diz-fecomerciosp" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Em julho do ano passado, Trump havia imposto tarifas de até 50%&lt;/a&gt; sobre exportações brasileiras — medidas derrubadas pela Suprema Corte do País em fevereiro deste ano. O novo tarifaço tem fundamentação mais técnica, mas a leitura de especialistas é de que se trata de um instrumento de pressão geopolítica tanto quanto comercial.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O USTR identificou seis eixos de litígio:&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;comércio digital — decisões judiciais brasileiras que ordenaram remoção de conteúdo político e suspensão de perfis em plataformas americanas, com bloqueio de ativos às empresas que não cumpriram;&amp;nbsp;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;serviços de pagamento eletrônico — com foco no PIX;&amp;nbsp;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;tarifas preferenciais desleais ao México e à Índia em detrimento dos Estados Unidos;&amp;nbsp;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;combate à corrupção;&amp;nbsp;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;proteção da propriedade intelectual, citando nominalmente a Rua 25 de Março e o prazo de cerca de nove anos para análise de patentes biofarmacêuticas;&amp;nbsp;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;desmatamento ilegal, apontado como vantagem competitiva injusta para o Agronegócio brasileiro.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;PIX e 25 de Março em risco?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O caso do PIX merece atenção especial. O USTR argumenta que o Banco Central do Brasil (BCB) age ao mesmo tempo como regulador e proprietário do sistema, favorecendo-o em detrimento de concorrentes privados, especialmente empresas norte-americanas como Visa, Mastercard e operadoras de cartão.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt; defende o PIX como uma política pública legítima e bem-sucedida: lançado em novembro de 2020, o sistema — que conta com mais de 160 milhões de usuários — democratizou o acesso a serviços financeiros e reduziu estruturalmente os custos de transação na economia brasileira. O sucesso da modalidade de pagamento não configura prática comercial desleal, mas, sim, reflete uma escolha soberana de política pública, cujos benefícios são amplamente distribuídos entre cidadãos, empresas e o próprio Estado. Tentar enquadrá-lo como barreira ao comércio dos Estados Unidos é distorcer o instrumento da Seção 301.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A Rua 25 de Março é citada no relatório do USTR como símbolo das falhas brasileiras na proteção à propriedade intelectual, ao lado da pirataria digital e do atraso na concessão de patentes.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A FecomercioSP reconhece que o combate à pirataria e ao comércio de produtos falsificados é uma prioridade legítima — não por pressão externa, mas porque prejudica diretamente os comerciantes que operam dentro da lei, distorce a concorrência e expõe consumidores a riscos. A Federação defende o reforço de ações coordenadas de fiscalização nos polos de comércio popular, em âmbito interno. Ao mesmo tempo, é imprescindível distinguir os infratores dos milhares de comerciantes que exercem sua atividade de forma regular e contribuem para a economia de São Paulo (e do Brasil).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Resposta do Brasil deve ser a abertura comercial&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A FecomercioSP m&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/public/noticia/tarifaco-de-trump-que-entra-em-vigor-hoje-deve-servir-de-estimulo-a-abertura-comercial-do-brasil-aponta-fecomerciosp" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;antém a posição que tem defendido desde o início da escalada tarifária:&lt;/a&gt; a resposta do Brasil deve ser de abertura comercial, e não de retaliação protecionista. O País é a nona maior economia do mundo, mas participa de menos de 2% do fluxo comercial internacional. Mais de 40% das exportações brasileiras têm como destino apenas China e Estados Unidos, uma concentração que representa vulnerabilidade estrutural.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Este momento deve ser aproveitado para avançar em acordos de livre-comércio, como o do Mercosul com a União Europeia, além de reduzir barreiras tarifárias e não tarifárias domésticas, desburocratizar o ambiente de negócios e fortalecer a proteção à propriedade intelectual e não como concessões, mas como reformas que o Brasil precisa fazer pelos próprios méritos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A Entidade é igualmente clara quanto aos limites que não podem ser cruzados. Utilizar a Seção 301 para interferir em decisões soberanas do Brasil — na regulação financeira, nas políticas do BCB ou na condução de processos judiciais — extrapola os limites do que constitui um litígio comercial legítimo.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O PIX e as decisões do Judiciário brasileiro são expressões de soberania nacional, não objetos de barganha tarifária. Com o prazo de 15 de julho se aproximando, o representante americano Jamieson Greer sinalizou abertura para continuar as negociações. O Brasil deve chegar a essa mesa com disposição para avançar onde há espaço e com firmeza onde estão em jogo princípios inegociáveis.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Tue, 02 Jun 2026 17:59:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Brasil]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Impasse no Oriente Médio está perto de afetar mais seriamente o Brasil]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/noticia/impasse-no-oriente-medio-esta-perto-de-afetar-mais-seriamente-o-brasil</link><description>&lt;![CDATA[Carta de Conjuntura detalha como os efeitos devem repercutir nos juros, na inflação e até no emprego]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;Enquanto Estados Unidos e Ir&amp;atilde; negociam o fim do conflito no Oriente M&amp;eacute;dio, os efeitos da crise come&amp;ccedil;am a se espraiar de forma mais estrutural sobre mercados globais. Como eles n&amp;atilde;o sabem se o pre&amp;ccedil;o do petr&amp;oacute;leo vai subir mais do que hoje, a sa&amp;iacute;da tem sido precificar um futuro com a commodity mais alta. Neste momento, o pre&amp;ccedil;o do barril do petr&amp;oacute;leo brent est&amp;aacute; cotado, na m&amp;eacute;dia, a R$ 111.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Se as bolsas n&amp;atilde;o sentem tantos esses efeitos, porque s&amp;atilde;o ligadas a segmentos tecnol&amp;oacute;gicos &amp;mdash; semicondutores e Intelig&amp;ecirc;ncia Artificial (IA) &amp;mdash; a economia real j&amp;aacute; est&amp;aacute; sendo impactada. Para o Conselho Superior de Economia, Sociologia e Pol&amp;iacute;tica (CSESP), isso ser&amp;aacute; visto logo mais nos juros, na infla&amp;ccedil;&amp;atilde;o e at&amp;eacute; nos dados de empregos. A an&amp;aacute;lise est&amp;aacute; na Carta de Conjuntura de maio, que pode ser acessada &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/upload/file/d3c749d6486d2876d781857e1fd8652469b2176c.pdf"&gt;&lt;strong&gt;aqui&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;img data-fr-image-pasted="true" src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/40970d3e121137c915a05edb2645fe0ec47e81aa.png" style="height: auto; max-width: 100%; border: 0px; cursor: pointer; padding: 0px 1px; caret-color: rgb(65, 65, 65); color: rgb(65, 65, 65); font-family: sans-serif; font-size: 14px; font-style: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-align: left; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; text-decoration-line: none; text-decoration-thickness: auto; text-decoration-style: solid; width: 733px;" id="isPasted" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;br&gt;O documento tamb&amp;eacute;m aponta que a economia brasileira ver&amp;aacute; uma eleva&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos pre&amp;ccedil;os, nos pr&amp;oacute;ximos meses, por uma s&amp;eacute;rie de fatores. Os gastos p&amp;uacute;blicos est&amp;atilde;o altos &amp;ndash; o que injeta mais recursos no Pa&amp;iacute;s, mas pressiona os produtos e servi&amp;ccedil;os para cima. Al&amp;eacute;m disso, o fen&amp;ocirc;meno El Ni&amp;ntilde;o vai afetar as colheitas e impactar nos alimentos. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;ldquo;A infla&amp;ccedil;&amp;atilde;o ser&amp;aacute;, de novo, um problema para o Brasil&amp;rdquo;, afirma Antonio Lanzana, economista que preside o CSESP. &amp;ldquo;Para al&amp;eacute;m de aspectos estruturais, como um mercado de trabalho aquecido pressionando Servi&amp;ccedil;os e expans&amp;atilde;o descontrolada dos gastos p&amp;uacute;blicos (que gera um choque de oferta), a guerra no Oriente M&amp;eacute;dio s&amp;oacute; agrava esse cen&amp;aacute;rio&amp;rdquo;, completa ele.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A Carta de Conjuntura tamb&amp;eacute;m se debru&amp;ccedil;a sobre os indicadores econ&amp;ocirc;micos da China e d&amp;aacute; algumas dicas para o empresariado planejar os neg&amp;oacute;cios para 2027. Acesse:&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/upload/file/d3c749d6486d2876d781857e1fd8652469b2176c.pdf" target="_blank" class="fr-file botao" rel="noopener noreferrer"&gt;Carta de Conjuntura&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Fri, 29 May 2026 13:40:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Brasil]]</category></item></channel></rss>
