<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" version="2.0"><channel><title>&lt;![CDATA[Economia - FecomercioSP]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/economia</link><description>&lt;![CDATA[Área de divulgação de índices, estudos técnicos da assesoria econômica e sondagens do comércio, além de posicionamentos sobre a economia do país]]</description><lastBuildDate>Sat, 11 Apr 2026 05:03:12 -0300</lastBuildDate><language>pt-br</language><image><title>&lt;![CDATA[Economia - FecomercioSP]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/economia</link><url>https://www.fecomercio.com.br/assets/img/fecomercio-sp-image-share.jpg</url></image><category>&lt;![CDATA[Economia]]</category><item><title>&lt;![CDATA[Setor de Serviços bateu recorde de faturamento em 2025, somando R$ 994,5 bilhões]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/noticia/setor-de-servicos-bateu-recorde-de-faturamento-em-2025-somando-r-994-5-bilhoes</link><description>&lt;![CDATA[Levantamento da FecomercioSP revela alta de 11,2% em relação ao mesmo período de 2024, a maior cifra da série histórica]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;O ano passado terminou com o maior faturamento hist&amp;oacute;rico desde 2010 no setor de Servi&amp;ccedil;os na capital paulista. Segundo os dados da&lt;strong&gt;&amp;nbsp;Pesquisa Conjuntural do Setor de Servi&amp;ccedil;os (PCSS),&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;elaborada pela &lt;strong&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/strong&gt; com base nas informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es da Secretaria da Fazenda do Munic&amp;iacute;pio de S&amp;atilde;o Paulo (Sefaz/SP), a alta foi de 11,2% em compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o com 2024, registrando faturamento de R$ 994,5 bilh&amp;otilde;es [tabela 1].&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;[TABELA 1]&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Pesquisa Conjuntural de Servi&amp;ccedil;os&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;Relat&amp;oacute;rio de faturamento real acumulado de 2025&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Fonte: Secretaria da Fazenda do Munic&amp;iacute;pio de S&amp;atilde;o Paulo/FecomercioSP&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;img src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/75b0f161236eec827edf2a1fa4a6970f7792707a.png" style="width: 733px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;De acordo com a an&amp;aacute;lise da Entidade, os fatores que impulsionaram a demanda por servi&amp;ccedil;os foram a baixa do desemprego, a forte gera&amp;ccedil;&amp;atilde;o de vagas com carteira assinada e o aumento da renda das fam&amp;iacute;lias em 2025. Contudo, algumas atividades, como presta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de servi&amp;ccedil;o &amp;agrave; fam&amp;iacute;lias, j&amp;aacute; come&amp;ccedil;am a mostrar taxas de crescimento mais modestas &amp;mdash; por exemplo, o segmento de educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Dentre as 13 atividades analisadas, 11 apontaram aumento das receitas na compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o anual, ao passo que dez delas alcan&amp;ccedil;aram o maior faturamento da hist&amp;oacute;ria no ano passado. No grupo de outros servi&amp;ccedil;os houve a maior taxa de crescimento (42,3%) e o maior faturamento da s&amp;eacute;rie, com R$ 36,6 bilh&amp;otilde;es, seguido pela atividade de mercadologia e comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o, com alta de 22,1%. O segmento de servi&amp;ccedil;os jur&amp;iacute;dicos tamb&amp;eacute;m apresentou eleva&amp;ccedil;&amp;atilde;o (10,9%) e, com a maior receita, exerceu a maior contribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o positiva para o resultado geral no ano passado.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;[TABELA 2]&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Pesquisa Conjuntural de Servi&amp;ccedil;os &amp;mdash; Munic&amp;iacute;pio de S&amp;atilde;o Paulo&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;Varia&amp;ccedil;&amp;atilde;o do faturamento real em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao mesmo m&amp;ecirc;s do ano anterior&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Fonte: Secretaria da Fazenda do Munic&amp;iacute;pio de S&amp;atilde;o Paulo/FecomercioSP&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;img src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/0bd7e8c7a148a2f78d362b5c57912d0f2ffdbbeb.png" style="width: 733px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Sendo assim, &amp;eacute; poss&amp;iacute;vel observar que o desempenho dos Servi&amp;ccedil;os ao longo de 2025 foi marcado pelo crescimento relativamente disseminado entre as atividades, mesmo que em ritmos distintos, em que os servi&amp;ccedil;os t&amp;eacute;cnicos e profissionais, al&amp;eacute;m dos intensivos em conhecimento t&amp;eacute;cnico, se destacaram. Entretanto, juros elevados j&amp;aacute; influenciam o resultado de alguns segmentos &amp;mdash; como a constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o civil, que recuou 2,4%, enquanto o faturamento da atividade de representa&amp;ccedil;&amp;atilde;o caiu 6,3%.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Em dezembro passado, o faturamento real do setor na capital paulista atingiu R$ 100,3 bilh&amp;otilde;es, alta de 12,7% em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao mesmo m&amp;ecirc;s do ano anterior, visto que &amp;eacute; o maior faturamento mensal desde o in&amp;iacute;cio da s&amp;eacute;rie hist&amp;oacute;rica &amp;mdash; iniciada em janeiro de 2010. Em termos absolutos, significa um crescimento de quase R$ 11,3 bilh&amp;otilde;es nas receitas em compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o com dezembro de 2024 [gr&amp;aacute;fico 1].&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;[GR&amp;Aacute;FICO 1]&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Pesquisa Conjuntural do Setor de Servi&amp;ccedil;os &amp;mdash; Munic&amp;iacute;pio de S&amp;atilde;o Paulo&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;Varia&amp;ccedil;&amp;atilde;o do faturamento real em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao mesmo m&amp;ecirc;s do ano anterior&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Fonte: Secretaria da Fazenda do Munic&amp;iacute;pio de S&amp;atilde;o Paulo/FecomercioSP&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;img src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/260bc9bd7c558dcd2fc266a3a3b61661e437fdbb.png" style="width: 733px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/em&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Tue, 07 Apr 2026 09:51:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Pesquisas]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Inadimplência aumenta em todas as faixas de renda em São Paulo]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/noticia/inadimplencia-aumenta-em-todas-as-faixas-de-renda-em-sao-paulo</link><description>&lt;![CDATA[Cidade tem 3,2 milhões de famílias endividadas e 940 mil com contas atrasadas; cartão de crédito segue como principal fator de dívida]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;Os reajustes das tarifas de transportes e dos cursos educacionais prejudicaram o orçamento das famílias, fazendo endividamento e inadimplência subirem neste começo de ano, apesar de o mercado de trabalho ainda estar consolidado em São Paulo. Dados &lt;strong&gt;da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&lt;/strong&gt; mostram que o porcentual de lares com algum tipo de dívida aumentou de 70%, em fevereiro, para 71,1%, em março, e a inadimplência passou de 20,4% para 20,9% no mesmo período [gráfico 1].&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os números da &lt;strong&gt;Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC)&lt;/strong&gt;, realizada mensalmente pela Federação, sugerem uma piora relativa nas condições econômicas das famílias, com mais necessidade de crédito para manter o consumo básico e maior dificuldade para quitar os compromissos assumidos.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;[GRÁFICO 1]&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC)&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;12 meses&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Fonte:&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;FecomercioSP.&lt;/em&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;img src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/443b97572ed87231f737ba267bbd2fdd44c65db8.png" style="width: 733px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Atualmente, a capital paulista tem 3,2 milhões de famílias endividadas e cerca de 940 mil inadimplentes. Os porcentuais cresceram até mesmo em relação ao ano passado, quando o endividamento atingia 69,2% dos lares, e 19,3% da população não havia quitado os compromissos assumidos.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A &lt;strong&gt;FecomercioSP&lt;/strong&gt; avalia, no entanto, que o cenário ainda não é tão negativo a ponto de gerar reflexos mais amplos na economia da cidade.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Inadimplência aumenta em todas as faixas de renda&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A dificuldade em honrar os compromissos assumidos está presente não apenas entre as famílias com renda menor do que dez salários mínimos, mas também entre aquelas que ganham acima desse valor. No grupo com salários mais baixos, o não pagamento dos compromissos saiu de 25,2% para 25,6%. No outro grupo, o porcentual cresceu de 8,6% para 9,2%.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Quanto aos endividados, o porcentual entre as famílias com renda menor que dez salários mínimos ficou em 74,5%, enquanto, entre aquelas que ganham acima desse valor, foi de 61,3%. Ambos os grupos, porém, estão acima do observado em fevereiro (73,5% e 59,8%, respectivamente) e em março de 2025 (73,3% e 57,2%).&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A maioria das pessoas está endividada no cartão de crédito (79,3%) — em fevereiro, eram 78,7%. Na sequência, aparecem o financiamento imobiliário (16%), o crédito pessoal (12,3%) e o financiamento de veículos (10,5%). O crédito consignado (5,8%) atingiu o maior patamar desde outubro de 2024.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Dentre os inadimplentes, o tempo médio de atraso aumentou ao longo dos meses. Em março, registrou 66 dias, contra 65,2 no mês anterior, indicando uma leve piora no equilíbrio das contas domésticas.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Chama atenção, no entanto, o recuo do tempo médio de comprometimento com dívidas, que passou de 7 para 6,8 meses. Segundo a &lt;strong&gt;FecomercioSP&lt;/strong&gt;, esse registro pode indicar maior cautela das famílias com dívidas de longo prazo, ao mesmo tempo em que precisam de recursos para pagamentos mais imediatos.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Renda comprometida no menor nível da série histórica&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Um ponto que traz algum alívio é o fato de a parcela da renda comprometida com dívidas ter atingido 26,7% em março, um dos menores níveis já observados na série. Esse registro pode indicar que as famílias que estão tomando crédito no curto prazo ainda o fazem em volume relativamente moderado, sem gerar grande pressão no orçamento doméstico.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Também cresceu o número de lares que pretende contratar crédito ou financiamento nos próximos três meses, passando de 10,8% para 11,4%. Dentre elas, 83% afirmaram que devem destinar os recursos para consumo e compras, ante 81,2% no mês anterior.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O PIX segue liderando entre as modalidades consideradas mais vantajosas, com 29,7%. Na sequência, aparece o cartão de crédito parcelado, com 23,6%. A &lt;strong&gt;FecomercioSP&lt;/strong&gt; chama atenção para a queda no primeiro e o avanço no segundo, o que pode refletir menor disponibilidade de dinheiro em conta para realizar compras e maior necessidade de recorrer ao crédito.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Com a passagem do Natal e das liquidações de início de ano — período em que os varejistas incentivaram o pagamento por meio de PIX com descontos atrativos —, os hábitos de uso de crédito e dinheiro tendem a se ajustar, o que ajuda a explicar esse movimento.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Mon, 06 Apr 2026 16:12:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Pesquisas]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Fachadas inativas]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/noticia/fachadas-inativas</link><description>&lt;![CDATA[Problemas estruturais deixam vazios imóveis comerciais; solução passa pela criatividade para propiciar uma cidade mais viva e segura]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;Do luxo da Rua Oscar Freire, nos Jardins, &amp;agrave;s lojas populares da Rua 25 de Mar&amp;ccedil;o e arredores, no Centro, n&amp;atilde;o faltam na cidade de S&amp;atilde;o Paulo refer&amp;ecirc;ncias de sucesso do com&amp;eacute;rcio de rua. Pr&amp;eacute;dios paulistanos com integra&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre resid&amp;ecirc;ncias e com&amp;eacute;rcio tamb&amp;eacute;m s&amp;atilde;o refer&amp;ecirc;ncias, como os &amp;iacute;cones arquitet&amp;ocirc;nicos Conjunto Nacional, na Avenida Paulista, ou o Edif&amp;iacute;cio Copan, na regi&amp;atilde;o da Pra&amp;ccedil;a Rep&amp;uacute;blica. Mesmo com essa tradi&amp;ccedil;&amp;atilde;o, a cidade enfrenta dificuldades para ocupar os espa&amp;ccedil;os comerciais de novos empreendimentos.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Muitas das chamadas fachadas ativas &amp;mdash; &amp;aacute;reas destinadas ao com&amp;eacute;rcio e servi&amp;ccedil;os no t&amp;eacute;rreo de edif&amp;iacute;cios residenciais, incentivadas pelo Plano Diretor de 2014 e pela Lei de Parcelamento, Uso e Ocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Solo, de 2016 &amp;mdash; est&amp;atilde;o ociosas. A desocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o tem causas m&amp;uacute;ltiplas e complexas, que passam por quest&amp;otilde;es culturais, localiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o e projetos inadequados.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Fachada ativa &amp;eacute; o nome do mecanismo econ&amp;ocirc;mico que incentiva o mercado imobili&amp;aacute;rio a construir edif&amp;iacute;cios de uso misto.&lt;/strong&gt; Em troca da reserva de um espa&amp;ccedil;o comercial no t&amp;eacute;rreo, h&amp;aacute; desconto no valor pago para aumentar o potencial construtivo do terreno. Assim, &amp;eacute; poss&amp;iacute;vel lucrar com a venda de mais unidades residenciais numa mesma &amp;aacute;rea de solo.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O uso misto traz uma s&amp;eacute;rie de vantagens para a cidade, incluindo mais seguran&amp;ccedil;a, pois as &lt;a href="https://revistapb.com.br/seguranca/sorria-voce-esta-sendo-filmado/"&gt;cal&amp;ccedil;adas ganham mais ilumina&amp;ccedil;&amp;atilde;o e maior circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o de pedestres&lt;/a&gt;. H&amp;aacute;, ainda, uma potencial diminui&amp;ccedil;&amp;atilde;o de polui&amp;ccedil;&amp;atilde;o e congestionamentos, porque os residentes ganham op&amp;ccedil;&amp;otilde;es de produtos e servi&amp;ccedil;os mais perto de casa, reduzindo deslocamentos de carro.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A realidade das ruas, por&amp;eacute;m, &amp;eacute; que a maior parte das fachadas ativas segue sem uso. &lt;strong&gt;Entre 60% e 80% delas estavam dispon&amp;iacute;veis para compra ou aluguel at&amp;eacute; o ano passado, segundo pesquisa realizada pela Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Comercial de S&amp;atilde;o Paulo (ACSP).&lt;/strong&gt; Os dados mostram a Vila Mariana, na Zona Sul, com mais de 80% de vac&amp;acirc;ncia nas fachadas ativas. L&amp;aacute;, quando a pesquisa foi realizada, era poss&amp;iacute;vel encontrar im&amp;oacute;veis dessa natureza, com 600 metros quadrados, por cerca de R$ 11 milh&amp;otilde;es. O aluguel? Pelo menos R$ 40 mil. Os problemas, contudo, iam muito al&amp;eacute;m do pre&amp;ccedil;o. Aus&amp;ecirc;ncia de estacionamento, p&amp;eacute;-direito baixo, ventila&amp;ccedil;&amp;atilde;o inadequada, falta de espa&amp;ccedil;o para carga e descarga foram alguns dos entraves registrados pela ACSP.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Por meio de nota, a Prefeitura de S&amp;atilde;o Paulo informou que, &lt;strong&gt;desde 2014, 920 empreendimentos utilizaram o instrumento de fachada ativa, mas n&amp;atilde;o h&amp;aacute; monitoramento de quantos espa&amp;ccedil;os foram de fato ocupados&lt;/strong&gt;. &amp;ldquo;&amp;Eacute; importante destacar que &amp;aacute;reas de fachada ativa atualmente n&amp;atilde;o ocupadas n&amp;atilde;o s&amp;atilde;o consideradas infra&amp;ccedil;&amp;otilde;es e podem estar relacionadas a fatores econ&amp;ocirc;micos, de localiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou de projeto. Por&amp;eacute;m, caso constatado desvirtuamento do alvar&amp;aacute; por constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou ocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de forma diversa do autorizado, o respons&amp;aacute;vel legal pelo empreendimento estar&amp;aacute; sujeito a san&amp;ccedil;&amp;otilde;es&amp;rdquo;, afirma a Prefeitura.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Em 2024, a administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o municipal editou um decreto para detalhar as regras de implementa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de fachadas ativas, com pormenores t&amp;eacute;cnicos sobre a interface da edifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o e o paisagismo, al&amp;eacute;m de ressaltar a necessidade de continuidade do piso da cal&amp;ccedil;ada.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Muro alto ou loja vazia?&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Antonio Carlos Pela, coordenador do Conselho de Pol&amp;iacute;tica Urbana da ACSP&lt;/strong&gt;, aponta que a variedade de com&amp;eacute;rcio e servi&amp;ccedil;os de um bairro &amp;eacute; um fator fundamental para tornar uma regi&amp;atilde;o mais ou menos atraente para se viver, mas o padr&amp;atilde;o de constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o visto a partir dos anos 1980 estava acabando com essa riqueza. &amp;ldquo;A pessoa mudava para Perdizes, por exemplo, para ter as facilidades do bairro: a padaria, a lavanderia, o chaveiro, o mercadinho, tudo perto. Mas os incorporadores compravam os terrenos e, quando os pr&amp;eacute;dios ficavam prontos, as pessoas passavam a encontrar nas ruas apenas pared&amp;otilde;es e garagens. O com&amp;eacute;rcio n&amp;atilde;o estava mais l&amp;aacute;&amp;rdquo;, relata.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Por essa raz&amp;atilde;o, a ideia de incentivar as fachadas ativas foi bem-recebida. Com o passar dos anos, no entanto, poucos espa&amp;ccedil;os estavam de fato ativos. Foi a partir da percep&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos associados da ACSP que a pesquisa nasceu, com o objetivo de quantificar o problema. &amp;ldquo;Os incorporadores, de maneira geral, haviam olhado s&amp;oacute; para um lado da equa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, que era aumentar o volume dos edif&amp;iacute;cios. Mas n&amp;atilde;o levaram em considera&amp;ccedil;&amp;atilde;o as caracter&amp;iacute;sticas da fachada, do que poderia ser alocado no espa&amp;ccedil;o&amp;rdquo;, explica Pela, da ACSP.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Em muitos casos, houve mesmo erro de projeto. &amp;ldquo;Em alguns espa&amp;ccedil;os, n&amp;atilde;o se pensou na quest&amp;atilde;o da eletricidade para se colocar um resfriamento. H&amp;aacute; tamb&amp;eacute;m problemas de acessibilidade: uma loja n&amp;atilde;o pode ter um degrau na entrada. &amp;Agrave;s vezes, n&amp;atilde;o h&amp;aacute; nem banheiros&amp;rdquo;, cita o coordenador sobre alguns dos problemas encontrados na pesquisa.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Embora as pessoas, de modo geral, queiram ter servi&amp;ccedil;os e com&amp;eacute;rcios pr&amp;oacute;ximos, muitas vezes n&amp;atilde;o desejam que sejam assim t&amp;atilde;o pr&amp;oacute;ximos. &lt;strong&gt;Stephany Matsuda, diretora de Gest&amp;atilde;o Patrimonial e Loca&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Secovi-SP,&lt;/strong&gt; sindicato patronal do mercado imobili&amp;aacute;rio, conta que sabe de v&amp;aacute;rios neg&amp;oacute;cios que se tornaram invi&amp;aacute;veis por causa das conven&amp;ccedil;&amp;otilde;es de condom&amp;iacute;nio. Por lei, os cond&amp;ocirc;minos podem vetar um com&amp;eacute;rcio que n&amp;atilde;o considerem adequado no edif&amp;iacute;cio. &amp;ldquo;&amp;Agrave;s vezes pro&amp;iacute;bem restaurantes ou academias para evitar o movimento at&amp;eacute; tarde. As conven&amp;ccedil;&amp;otilde;es v&amp;atilde;o restringindo tanto que impossibilitam o uso&amp;rdquo;, detalha. Nesse contexto, a diretora do Secovi-SP garante que o pre&amp;ccedil;o &amp;eacute; o menor dos problemas. &amp;ldquo;Se tem um interessado, com um projeto vi&amp;aacute;vel, o pre&amp;ccedil;o a gente discute e acerta&amp;rdquo;, garante.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Apesar das dificuldades, h&amp;aacute; exemplos de sucesso, o que acontece quando, desde o projeto, &amp;eacute; definido quem vai ocupar o espa&amp;ccedil;o. &amp;ldquo;H&amp;aacute; uma incorporadora com 98% de ocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Ela procura a quem interessa certa localiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o antes do in&amp;iacute;cio das obras, faz contratos de longo prazo e desenha o projeto pensando nas necessidades espec&amp;iacute;ficas daquelas empresas&amp;rdquo;, acrescenta Stephany. Para os espa&amp;ccedil;os que hoje est&amp;atilde;o ociosos, ela defende criatividade e flexibilidade. J&amp;aacute; existem imobili&amp;aacute;rias especializadas na comercializa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de fachadas ativas, por exemplo.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Mudan&amp;ccedil;a de comportamento&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Outro obst&amp;aacute;culo apontado pela diretora do Secovi-SP &amp;eacute; o longo intervalo entre os planos diretores. Desde a promulga&amp;ccedil;&amp;atilde;o do &amp;uacute;ltimo, h&amp;aacute; mais de dez anos, o mundo mudou: teve pandemia, surgiu a Intelig&amp;ecirc;ncia Artificial (IA)&amp;hellip; Fatores que transformam comportamentos. Nas ruas e cal&amp;ccedil;adas de cada cidade, as experi&amp;ecirc;ncias s&amp;atilde;o distintas e refletem-se diretamente nas formas de consumir.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;ldquo;O fluxo das pessoas mudou, algumas regi&amp;otilde;es ficaram mais vazias. O ponto &amp;eacute; muito importante. Costumamos falar, por exemplo, que o dono da farm&amp;aacute;cia escolhe a cal&amp;ccedil;ada da sombra porque &amp;eacute; onde as pessoas v&amp;atilde;o circular. Basta estar na outra cal&amp;ccedil;ada que o movimento se perde&amp;rdquo;, &lt;strong&gt;afirma F&amp;aacute;bio Pina, assessor econ&amp;ocirc;mico da Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/strong&gt;. Outro problema &amp;eacute; que, numa cidade como S&amp;atilde;o Paulo &amp;eacute;, sim, necess&amp;aacute;rio pensar em vagas para estacionar. &amp;ldquo;Alguns lugares s&amp;atilde;o de alto fluxo, mas de carro. Numa cidade com um tr&amp;acirc;nsito problem&amp;aacute;tico como S&amp;atilde;o Paulo, se eu n&amp;atilde;o tiver onde encostar o carro, n&amp;atilde;o vou parar&amp;rdquo;, pontua.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;As mudan&amp;ccedil;as nos h&amp;aacute;bitos de consumo, com presen&amp;ccedil;a cada vez mais relevante do e-commerce, diminui a compra por impulso na rua. Nesse contexto, os &lt;strong&gt;shoppings&lt;/strong&gt;, que re&amp;uacute;nem v&amp;aacute;rios estabelecimentos num lugar s&amp;oacute; &amp;mdash; e estacionamento &amp;mdash; t&amp;ecirc;m vantagens. &amp;ldquo;Vou l&amp;aacute; para fazer um furo a mais no meu cinto e aproveito para comer, tudo no mesmo espa&amp;ccedil;o. Talvez uma das sa&amp;iacute;das para as fachadas ativas seja justamente conseguir um mix interessante de servi&amp;ccedil;os nas redondezas&amp;rdquo;, sugere Pina.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;A&amp;ccedil;o e concreto&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;H&amp;aacute;, ainda, quest&amp;otilde;es culturais, observa Maria Lucia Refinetti Martins, professora na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de S&amp;atilde;o Paulo (FAU-USP). Embora S&amp;atilde;o Paulo tenha, historicamente, muito com&amp;eacute;rcio na rua, a partir do fim do s&amp;eacute;culo 20, ganhou for&amp;ccedil;a o desenho de centros comerciais fechados. &amp;ldquo;O modelo do &lt;strong&gt;shopping center&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;veio com uma ideia de modernidade, de um espa&amp;ccedil;o separado das resid&amp;ecirc;ncias, com um fim espec&amp;iacute;fico, que traria seguran&amp;ccedil;a e organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;rdquo;, enfatiza.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ao mesmo tempo, a arquitetura passou a jogar contra. Os projetos de pr&amp;eacute;dios altos, de 30 andares ou mais, passou a exigir recuos maiores em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave;s cal&amp;ccedil;adas, distanciando os pedestres. &amp;ldquo;Esse t&amp;eacute;rreo afastado n&amp;atilde;o &amp;eacute; atrativo para atividades comerciais&amp;rdquo;, opina. Maria Lucia lembra que a pr&amp;oacute;pria produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o de riqueza da cidade mudou e passou a demandar outras formas de ocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos espa&amp;ccedil;os e constru&amp;ccedil;&amp;otilde;es. &amp;ldquo;O desenvolvimento atual tem base em servi&amp;ccedil;os especializados, do setor terci&amp;aacute;rio superior, como as atividades de inform&amp;aacute;tica e de investimento financeiro, que usam outro tipo de arquitetura e de rua&amp;rdquo;, avalia. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Contudo, argumenta a professora, &amp;eacute; justamente a mistura que gera uma cidade viva e segura. &amp;ldquo;O bom &amp;eacute; ter uma certa bagun&amp;ccedil;a, uma certa desordem, a ilumina&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos com&amp;eacute;rcios, as janelas para a rua. Onde tem gente olhando, a rua &amp;eacute; segura e interessante&amp;rdquo;, conclui Maria Lucia.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em style='margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; font-style: italic; font-variant-caps: normal; font-width: inherit; font-size: 16px; line-height: inherit; font-size-adjust: inherit; font-kerning: inherit; font-variant-alternates: inherit; font-variant-ligatures: inherit; font-variant-numeric: inherit; font-variant-east-asian: inherit; font-variant-position: inherit; font-variant-emoji: inherit; font-feature-settings: inherit; font-optical-sizing: inherit; font-variation-settings: inherit; vertical-align: baseline; text-decoration: none; list-style: none; font-family: "Open Sans", sans-serif; font-weight: 300; color: rgb(92, 92, 92); outline: medium; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-align: start; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px;' id="isPasted"&gt;Texto publicado originalmente na&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;a href="https://revistapb.com.br/infraestrutura/o-preco-da-agua/" target="_blank" rel="noopener noreferrer" style='margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; font-style: normal; font-variant-caps: normal; font-width: inherit; font-size: 16px; line-height: inherit; font-size-adjust: inherit; font-kerning: inherit; font-variant-alternates: inherit; font-variant-ligatures: inherit; font-variant-numeric: inherit; font-variant-east-asian: inherit; font-variant-position: inherit; font-variant-emoji: inherit; font-feature-settings: inherit; font-optical-sizing: inherit; font-variation-settings: inherit; vertical-align: baseline; text-decoration: none; list-style: none; font-family: "Open Sans", sans-serif; font-weight: 300; color: rgb(120, 86, 255); outline: medium; display: inline; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-align: start; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px;'&gt;&lt;em style='margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; font-style: italic; font-variant-caps: inherit; font-width: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit; font-size-adjust: inherit; font-kerning: inherit; font-variant-alternates: inherit; font-variant-ligatures: inherit; font-variant-numeric: inherit; font-variant-east-asian: inherit; font-variant-position: inherit; font-variant-emoji: inherit; font-feature-settings: inherit; font-optical-sizing: inherit; font-variation-settings: inherit; vertical-align: baseline; text-decoration: none; list-style: none; font-family: "Open Sans", sans-serif; font-weight: 300; color: rgb(92, 92, 92); outline: medium;'&gt;Revista Problemas Brasileiros&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em style='margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; font-style: italic; font-variant-caps: normal; font-width: inherit; font-size: 16px; line-height: inherit; font-size-adjust: inherit; font-kerning: inherit; font-variant-alternates: inherit; font-variant-ligatures: inherit; font-variant-numeric: inherit; font-variant-east-asian: inherit; font-variant-position: inherit; font-variant-emoji: inherit; font-feature-settings: inherit; font-optical-sizing: inherit; font-variation-settings: inherit; vertical-align: baseline; text-decoration: none; list-style: none; font-family: "Open Sans", sans-serif; font-weight: 300; color: rgb(92, 92, 92); outline: medium; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-align: start; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px;'&gt;, uma realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP).&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Mon, 06 Apr 2026 09:42:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Brasil]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Cesta da Páscoa tem inflação menor do que em 2025, apesar do chocolate mais caro]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/noticia/cesta-da-pascoa-tem-inflacao-menor-do-que-em-2025-apesar-do-chocolate-mais-caro</link><description>&lt;![CDATA[Item mais procurado para a data subiu quase 30% em um ano, enquanto produtos que atravessam as celebrações ficaram abaixo da inflação geral]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;&lt;strong&gt;A P&amp;aacute;scoa dos brasileiros n&amp;atilde;o ser&amp;aacute; t&amp;atilde;o salgada em 2026&lt;/strong&gt;. C&amp;aacute;lculos feitos pela &lt;strong&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/strong&gt;,&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;com base nos dados do IPCA-15 do IBGE, indicam que os itens aliment&amp;iacute;cios tradicionalmente mais procurados pelos consumidores para essa data apontaram alta de 0,59% no intervalo de um ano &amp;mdash; muito abaixo da infla&amp;ccedil;&amp;atilde;o acumulada em 12 meses at&amp;eacute; fevereiro, de 4,1%.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A eleva&amp;ccedil;&amp;atilde;o t&amp;iacute;mida dos pre&amp;ccedil;os tamb&amp;eacute;m &amp;eacute; bem menor do que a da P&amp;aacute;scoa anterior, em que esses mesmos produtos subiram 2,45%, segundo FecomercioSP.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O estudo selecionou 14 itens historicamente mais buscados pelos brasileiros na P&amp;aacute;scoa, como chocolates, pescados, vinho e p&amp;atilde;es, conformando uma &lt;strong&gt;Cesta de P&amp;aacute;scoa.&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;Ent&amp;atilde;o, isolaram-se esses produtos e se calculou a infla&amp;ccedil;&amp;atilde;o m&amp;eacute;dia em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave; eleva&amp;ccedil;&amp;atilde;o geral dos pre&amp;ccedil;os no Pa&amp;iacute;s. &lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;[GR&amp;Aacute;FICO 1]&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Infla&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Cesta da P&amp;aacute;scoa (2025&amp;ndash;2026)&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Brasil&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;/strong&gt; FecomercioSP&lt;/p&gt;&lt;table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" align="left" width="395"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="67.59493670886076%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Item&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="16.20253164556962%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;2025&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="16.20253164556962%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;2026&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="67.59493670886076%"&gt;&lt;p&gt;Chocolate em barra e bombom&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="16.20253164556962%"&gt;&lt;p&gt;15,62&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="16.20253164556962%"&gt;&lt;p&gt;26,11&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="67.59493670886076%"&gt;&lt;p&gt;Chocolate e achocolatado em p&amp;oacute;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="16.20253164556962%"&gt;&lt;p&gt;13,27&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="16.20253164556962%"&gt;&lt;p&gt;20,16&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="67.59493670886076%"&gt;&lt;p&gt;Tomate&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="16.20253164556962%"&gt;&lt;p&gt;-18,42&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="16.20253164556962%"&gt;&lt;p&gt;9,63&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="67.59493670886076%"&gt;&lt;p&gt;Azeitona&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="16.20253164556962%"&gt;&lt;p&gt;12,01&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="16.20253164556962%"&gt;&lt;p&gt;9,03&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="67.59493670886076%"&gt;&lt;p&gt;Bacalhau&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="16.20253164556962%"&gt;&lt;p&gt;9,13&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="16.20253164556962%"&gt;&lt;p&gt;8,01&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="67.59493670886076%"&gt;&lt;p&gt;Panificados&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="16.20253164556962%"&gt;&lt;p&gt;3,38&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="16.20253164556962%"&gt;&lt;p&gt;5,58&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="67.59493670886076%"&gt;&lt;p&gt;Lim&amp;atilde;o&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="16.20253164556962%"&gt;&lt;p&gt;29,88&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="16.20253164556962%"&gt;&lt;p&gt;4,85&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="67.59493670886076%"&gt;&lt;p&gt;Pescados&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="16.20253164556962%"&gt;&lt;p&gt;-0,67&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="16.20253164556962%"&gt;&lt;p&gt;-0,81&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="67.59493670886076%"&gt;&lt;p&gt;Vinho&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="16.20253164556962%"&gt;&lt;p&gt;3,88&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="16.20253164556962%"&gt;&lt;p&gt;-0,84&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="67.59493670886076%"&gt;&lt;p&gt;Cebola&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="16.20253164556962%"&gt;&lt;p&gt;-30,25&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="16.20253164556962%"&gt;&lt;p&gt;-3,67&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="67.59493670886076%"&gt;&lt;p&gt;Ovo de galinha&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="16.20253164556962%"&gt;&lt;p&gt;0,72&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="16.20253164556962%"&gt;&lt;p&gt;-5,14&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="67.59493670886076%"&gt;&lt;p&gt;Alho&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="16.20253164556962%"&gt;&lt;p&gt;29,08&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="16.20253164556962%"&gt;&lt;p&gt;-21,53&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="67.59493670886076%"&gt;&lt;p&gt;Azeite de oliva&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="16.20253164556962%"&gt;&lt;p&gt;17,91&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="16.20253164556962%"&gt;&lt;p&gt;-24,12&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="67.59493670886076%"&gt;&lt;p&gt;Arroz&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="16.20253164556962%"&gt;&lt;p&gt;-1,28&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="16.20253164556962%"&gt;&lt;p&gt;-28,09&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="67.59493670886076%"&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Cesta da P&amp;aacute;scoa&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="16.20253164556962%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;2,45&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="16.20253164556962%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;0,59&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="67.59493670886076%"&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;IPCA-15 (12 meses)&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="16.20253164556962%"&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;4,96&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="16.20253164556962%"&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;4,10&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Se essa &amp;eacute; a boa not&amp;iacute;cia, a m&amp;aacute; &amp;eacute; que o item geralmente mais comprado na P&amp;aacute;scoa (o chocolate) est&amp;aacute; muito mais caro agora, ao subir 26,11% em um ano, depois de j&amp;aacute; ter encarecido 15,6% na P&amp;aacute;scoa do ano passado, para os tipos de barra e os bombons. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Isso se explica, sobretudo, pela forte eleva&amp;ccedil;&amp;atilde;o do pre&amp;ccedil;o do cacau no mercado internacional de 2024 em diante &amp;mdash; que, mesmo com um arrefecimento no &amp;uacute;ltimo ano, ainda tem pressionado os valores localmente. Como o IBGE n&amp;atilde;o mensura as varia&amp;ccedil;&amp;otilde;es do ovo de P&amp;aacute;scoa, por ser um produto sazonal, a tend&amp;ecirc;ncia &amp;eacute; que se acompanhe a eleva&amp;ccedil;&amp;atilde;o do chocolate.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na contram&amp;atilde;o, est&amp;aacute; o arroz, que caiu 28% em um ano, al&amp;eacute;m do azeite, cuja retra&amp;ccedil;&amp;atilde;o foi de 24,12% (na verdade, trata-se de uma recupera&amp;ccedil;&amp;atilde;o depois da forte eleva&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 18%, em 2025). Itens relevantes nas refei&amp;ccedil;&amp;otilde;es pascoais, com peso relativo na cesta, ajudaram a diminuir a sua infla&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Produtos como o alho (-21,5%) e o ovo (-5,14%) tamb&amp;eacute;m ficaram mais baratos.&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;S&amp;atilde;o Paulo com cesta mais cara&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Se a m&amp;eacute;dia nacional &amp;eacute; baixa, os consumidores da Regi&amp;atilde;o Metropolitana de S&amp;atilde;o Paulo (RMSP) ter&amp;atilde;o uma Cesta de P&amp;aacute;scoa relativamente mais salgada, embora tamb&amp;eacute;m abaixo da infla&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Os c&amp;aacute;lculos da FecomercioSP apontam para um aumento de 3,48% nos 13 itens que comp&amp;otilde;em os produtos mais buscados na data. O IPCA dos 12 meses na regi&amp;atilde;o &amp;eacute; de 4,69%. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;[GR&amp;Aacute;FICO 2]&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Infla&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Cesta da P&amp;aacute;scoa (2025&amp;ndash;2026)&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Regi&amp;atilde;o Metropolitana de S&amp;atilde;o Paulo&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;/strong&gt; FecomercioSP&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="395"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="67.59493670886076%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Item&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="16.20253164556962%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;2025&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="16.20253164556962%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;2026&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="67.59493670886076%"&gt;&lt;p&gt;Chocolate em barra e bombom&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="16.20253164556962%"&gt;&lt;p&gt;15,34&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="16.20253164556962%"&gt;&lt;p&gt;26,74&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="67.59493670886076%"&gt;&lt;p&gt;Chocolate e achocolatado em p&amp;oacute;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="16.20253164556962%"&gt;&lt;p&gt;14,78&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="16.20253164556962%"&gt;&lt;p&gt;22,57&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="67.59493670886076%"&gt;&lt;p&gt;Tomate&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="16.20253164556962%"&gt;&lt;p&gt;-19,79&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="16.20253164556962%"&gt;&lt;p&gt;15,35&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="67.59493670886076%"&gt;&lt;p&gt;Azeitona&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="16.20253164556962%"&gt;&lt;p&gt;14,88&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="16.20253164556962%"&gt;&lt;p&gt;7,53&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="67.59493670886076%"&gt;&lt;p&gt;Panificados&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="16.20253164556962%"&gt;&lt;p&gt;4,38&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="16.20253164556962%"&gt;&lt;p&gt;6,85&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="67.59493670886076%"&gt;&lt;p&gt;Cebola&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="16.20253164556962%"&gt;&lt;p&gt;-14,73&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="16.20253164556962%"&gt;&lt;p&gt;3,77&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="67.59493670886076%"&gt;&lt;p&gt;Lim&amp;atilde;o&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="16.20253164556962%"&gt;&lt;p&gt;37,35&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="16.20253164556962%"&gt;&lt;p&gt;3,48&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="67.59493670886076%"&gt;&lt;p&gt;Pescados&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="16.20253164556962%"&gt;&lt;p&gt;0,12&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="16.20253164556962%"&gt;&lt;p&gt;-2,23&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="67.59493670886076%"&gt;&lt;p&gt;Vinho&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="16.20253164556962%"&gt;&lt;p&gt;-0,3&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="16.20253164556962%"&gt;&lt;p&gt;-2,51&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="67.59493670886076%"&gt;&lt;p&gt;Ovo de galinha&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="16.20253164556962%"&gt;&lt;p&gt;0,02&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="16.20253164556962%"&gt;&lt;p&gt;-4,42&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="67.59493670886076%"&gt;&lt;p&gt;Alho&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="16.20253164556962%"&gt;&lt;p&gt;21,85&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="16.20253164556962%"&gt;&lt;p&gt;-10,81&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="67.59493670886076%"&gt;&lt;p&gt;Arroz&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="16.20253164556962%"&gt;&lt;p&gt;0,34&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="16.20253164556962%"&gt;&lt;p&gt;-24,01&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="67.59493670886076%"&gt;&lt;p&gt;Azeite de oliva&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="16.20253164556962%"&gt;&lt;p&gt;18,18&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="16.20253164556962%"&gt;&lt;p&gt;-25,49&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="67.59493670886076%"&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Cesta da P&amp;aacute;scoa&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="16.20253164556962%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;4,38&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="16.20253164556962%" valign="bottom"&gt;&lt;p&gt;3,48&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td width="67.59493670886076%"&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;IPCA-15 (12 meses)&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="16.20253164556962%"&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;5,02&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;td width="16.20253164556962%"&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;4,69&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;p&gt;Em 2025, vale lembrar, a cesta subiu 4,38% na RMSP, segundo o c&amp;aacute;lculo da Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Da mesma forma, o vil&amp;atilde;o da data na capital paulista ser&amp;aacute; o chocolate, que subiu 26,74%, no caso dos de barra e bombons, e 22,57%, no caso do achocolatado. O tomate (15,35%) e a azeitona (7,53%) tamb&amp;eacute;m pressionaram a cesta, em cuja queda mais significativa foi do azeite de oliva (-25,49%).&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para a FecomercioSP, os dados indicam uma P&amp;aacute;scoa positiva para o varejo. Os brasileiros ainda est&amp;atilde;o sustentados por um mercado de trabalho aquecido que, por sua vez, mant&amp;eacute;m a din&amp;acirc;mica econ&amp;ocirc;mica ativada. Os chocolates devem sentir mais os impactos da demanda, muito porque os pre&amp;ccedil;os mais altos far&amp;atilde;o com que alguns consumidores revejam seus planos. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para o empresariado, assim, &amp;eacute; relevante trabalhar modelos de promo&amp;ccedil;&amp;otilde;es, criar descontos especiais e flexibilizar formas de pagamento.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Mon, 30 Mar 2026 16:44:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Pesquisas]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Educação e transporte puxam alta de 0,95% no custo de vida em São Paulo]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/noticia/educacao-e-transporte-pressionam-custo-de-vida-em-sao-paulo-e-puxam-alta-de-0-95</link><description>&lt;![CDATA[Acumulado de doze meses, até fevereiro, chegou a 4,78%; movimento é sazonal&#13;
]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;Os reajustes no transporte público e nas mensalidades escolares pressionaram o custo de vida em fevereiro. De acordo com o índice &lt;strong&gt;Custo de Vida por Classe Social (CVCS),&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;mensurado mensalmente pela &lt;strong&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&lt;/strong&gt;, na Região Metropolitana de São Paulo (RMSP) houve um aumento expressivo de 0,95% em fevereiro, acumulando alta de 4,78% nos últimos doze meses — o efeito desse aumento foi similar entre todas as faixas de renda analisadas.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;[GRÁFICO 1]&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Custo de Vida por Classe Social&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;Série histórica&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Fonte: IBGE/FecomercioSP.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;img src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/405f13b27ca61b2e8b20ee38da22ad96acb0e46c.png" style="width: 733px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;De acordo com a Federação, os principais fatores que puxaram a alta do custo de vida na capital foram sazonais, como educação e transporte, o que não deve ocorrer nos próximos meses. No entanto, a crise no Irã tem pressionado por reajustes nos preços dos combustíveis, como o óleo diesel, o que deve interferir negativamente no resultado de março e deve também pressionar a cadeia logística nas gôndolas, atingindo os consumidores.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A alta foi puxada principalmente pelo grupo de transportes, com alta de 1,55% em fevereiro — representando cerca de um terço da alta geral. Com isso, as famílias de renda mais baixa foram mais afetadas, com variação de 2,13% para a Classe E e 2,06% para a Classe D, visto que o transporte público sofreu reajuste no início do ano — o ônibus urbano subiu 2,3% e o preço dos combustíveis, como etanol (1,4%) e gasolina (0,4%), também. Ademais, as passagens aéreas tiveram aumento de 16,9% devido ao feriado de carnaval, período de alta demanda.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;[TABELA 1]&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Custo de Vida por Classe Social&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;Fevereiro de 2026&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Fonte: IBGE/FecomercioSP.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;img src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/96f83a73ec96d78dd41025beef36318baaee922e.png" style="width: 733px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;Os reajustes dos cursos escolares também exerceram influência na alta do custo de vida. No grupo de educação, a elevação foi de 4,91% em fevereiro — com reflexo similar nas faixas de rendas. As elevações mais expressivas foram registradas no ensino médio (8,4%), no ensino fundamental (8,3%), no ensino infantil (8%) e no ensino superior (4,5%).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No grupo de alimentos e bebidas, o aumento de preços foi de 0,83%, atingindo mais fortemente as famílias de renda mais baixa, em razão da alta mais intensa na alimentação no domicílio em relação à alimentação fora do domicílio. Os itens que mais puxaram a alta foram o feijão (11,4%), a alface (5%) e cortes de carne como chão de dentro (3,9%), contrafilé (2,5%) e alcatra (2,1%).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O grupo de habitação teve aumento mensal de 0,39%, influenciado pela alta de 0,9% na energia elétrica residencial e de 0,7% nos serviços de mão de obra. No lado do varejo, o gás de botijão subiu, em média, 1,5% na RMSP. Por isso, as consequências para as famílias de renda mais baixa foram ligeiramente maiores do que para as classes superiores: 0,46% para a Classe E, contra 0,32% para a Classe A.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;[TABELA 2]&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Custo de Vida na Região Metropolitana de São Paulo&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;Acumulado dos últimos 12 meses&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Fonte: IBGE/FecomercioSP.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;img src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/050b9494735170e530a0412201334495f15ed299.png" style="width: 733px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;O custo de vida segue mais pressionado para as famílias de menor renda no acumulado de 12 meses, com a inflação chegando a 5,13% para a Classe E e a 4,94% para a Classe D. Entre as faixas de renda mais alta, as variações foram menores: 4,56% para a Classe B e 4,75% para a Classe A. A diferença é explicada pela composição dos gastos, já que as famílias de menor poder aquisitivo concentram maior parte do orçamento em itens com peso elevado e maior pressão inflacionária.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Fri, 27 Mar 2026 17:40:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Pesquisas]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Marco Legal do Comércio Exterior deve priorizar proporcionalidade e razoabilidade]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/noticia/marco-legal-do-comercio-exterior-deve-priorizar-proporcionalidade-e-razoabilidade</link><description>&lt;![CDATA[FecomercioSP propõe ajustes ao PL 4.423/2024 a fim de assegurar uma legislação moderna e eficiente para o fluxo aduaneiro]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;Para defender regras mais justas e promover o crescimento das Micro e Pequenas Empresas (MPE) no com&amp;eacute;rcio internacional, o Conselho de Rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es Internacionais da &lt;strong&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/strong&gt; apresentou ao Congresso Nacional, na &amp;uacute;ltima ter&amp;ccedil;a-feira (24), sugest&amp;otilde;es de aprimoramento do Projeto de Lei 4.423/2024. O texto, j&amp;aacute; aprovado no Senado Federal, est&amp;aacute; em tramita&amp;ccedil;&amp;atilde;o na C&amp;acirc;mara dos Deputados.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Considerando a import&amp;acirc;ncia da consolida&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um marco regulat&amp;oacute;rio para o com&amp;eacute;rcio exterior, o projeto estabelece regras que, na avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, podem dificultar e inviabilizar a inser&amp;ccedil;&amp;atilde;o competitiva das MPE no mercado internacional. As propostas de melhoria foram apresentadas para os deputados federais Luiz Philippe de Orl&amp;eacute;ans e Bragan&amp;ccedil;a, presidente da Comiss&amp;atilde;o de Rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es Exteriores&amp;nbsp;e de Defesa Nacional (CREDN), e Luiz Gast&amp;atilde;o (PSD-CE), com ampla atua&amp;ccedil;&amp;atilde;o em defesa nos setores de Com&amp;eacute;rcio e Servi&amp;ccedil;os.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Entre os principais pontos de preocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o est&amp;aacute; o car&amp;aacute;ter excessivamente punitivo da proposta, que imp&amp;otilde;e obriga&amp;ccedil;&amp;otilde;es r&amp;iacute;gidas e multas elevadas mesmo para operadores regulares e adimplentes. Representaram a &lt;strong&gt;FecomercioSP&lt;/strong&gt; o presidente do Conselho de Rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es Internacionais e vice-presidente da Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, Rubens Torres Medrano, acompanhado do assessor jur&amp;iacute;dico, Fernando Sousa, e do consultor aduaneiro, ex-auditor fiscal da Receita Federal e integrante desse conselho da FecomercioSP, Augusto Oliveira da Silva Neto. Eles defenderam a simplifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de processos, a redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de entraves burocr&amp;aacute;ticos e o fortalecimento da seguran&amp;ccedil;a jur&amp;iacute;dica.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;ldquo;Os ajustes propostos visam a garantir previsibilidade normativa, transpar&amp;ecirc;ncia e efici&amp;ecirc;ncia operacional, elementos fundamentais para contribuir com a constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um pa&amp;iacute;s mais justo, competitivo e integrado &amp;agrave;s cadeias globais de valor, e com o desenvolvimento sustent&amp;aacute;vel do com&amp;eacute;rcio exterior&amp;rdquo;, afirma Medrano.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o equilibrada&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A &lt;strong&gt;FecomercioSP&lt;/strong&gt; prop&amp;otilde;e a revis&amp;atilde;o do cap&amp;iacute;tulo de infra&amp;ccedil;&amp;otilde;es e penalidades, com a exclus&amp;atilde;o de infra&amp;ccedil;&amp;otilde;es desproporcionais; a ado&amp;ccedil;&amp;atilde;o de crit&amp;eacute;rios de dupla visita, com a possibilidade de corre&amp;ccedil;&amp;atilde;o de eventuais irregularidades; a imposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de prazos para libera&amp;ccedil;&amp;atilde;o de mercadorias pelos agentes alfandeg&amp;aacute;rios; e a cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o de regime simplificado de importa&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Dentre outras sugest&amp;otilde;es, est&amp;atilde;o a inclus&amp;atilde;o de diretrizes como a continuidade dos servi&amp;ccedil;os aduaneiros, o tratamento diferenciado para pequenas empresas e a valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos operadores log&amp;iacute;sticos e despachantes aduaneiros.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Segundo Silva Neto, &amp;eacute; necess&amp;aacute;rio trazer para a mat&amp;eacute;ria regras mais justas para estabelecer direitos dos operadores e deveres da Receita Federal, assegurando prazos razo&amp;aacute;veis, tratamento ison&amp;ocirc;mico e estabelecendo san&amp;ccedil;&amp;otilde;es pelo descumprimento de obriga&amp;ccedil;&amp;otilde;es administrativas.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Outro ponto defendido &amp;eacute; a cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um cap&amp;iacute;tulo espec&amp;iacute;fico que trate dos direitos dos operadores e dos deveres da Administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o Aduaneira, assegurando prazos adequados, contradit&amp;oacute;rio nos processos e maior equil&amp;iacute;brio na rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre o setor privado e o Poder P&amp;uacute;blico.&lt;/p&gt;&lt;div id="_com_1" language="JavaScript"&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;]]</content:encoded><pubDate>Fri, 27 Mar 2026 07:39:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Internacional]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Após quatro altas seguidas, confiança do empresário do comércio recua em fevereiro]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/noticia/apos-quatro-altas-seguidas-confianca-do-empresario-do-comercio-recua-em-fevereiro</link><description>&lt;![CDATA[Juros elevados e inadimplência em alta mantêm empresários cautelosos com investimentos e estoques]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;Ap&amp;oacute;s impulso das vendas do fim de ano que geraram quatro altas consecutivas, em fevereiro, o &lt;strong&gt;&amp;Iacute;ndice de&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;Confian&amp;ccedil;a do Empres&amp;aacute;rio do Com&amp;eacute;rcio (ICEC)&lt;/strong&gt; da capital paulista recuou 0,6%, ao passar de 104 pontos em janeiro para 103,3 pontos &amp;mdash; em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao mesmo per&amp;iacute;odo do ano passado, o indicador mant&amp;eacute;m-se est&amp;aacute;vel [gr&amp;aacute;fico 1]. Por outro lado, o &lt;strong&gt;&amp;Iacute;ndice de Expans&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio (IEC) do Munic&amp;iacute;pio de S&amp;atilde;o Paulo&lt;/strong&gt;, avan&amp;ccedil;ou 4,2% no comparativo interanual e apresentou leve alta (0,5%) em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao m&amp;ecirc;s de janeiro, com 107,6 pontos [gr&amp;aacute;fico 2].&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;[GR&amp;Aacute;FICO 1]&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;&lt;strong&gt;&amp;Iacute;ndice de Confian&amp;ccedil;a do Empres&amp;aacute;rio do Com&amp;eacute;rcio (ICEC)&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Fonte&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;: FecomercioSP&lt;/em&gt;&amp;nbsp;&lt;img src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/5dbd06b2c4957bc6c98547cd1ce8e61e486722cf.png" style="width: 733px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os indicadores s&amp;atilde;o elaborados mensalmente pela &lt;strong&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/strong&gt;, que j&amp;aacute; preveniu os empres&amp;aacute;rios sobre o cen&amp;aacute;rio de desacelera&amp;ccedil;&amp;atilde;o das vendas e at&amp;eacute; mesmo a queda em alguns segmentos, diante de um cen&amp;aacute;rio de juros elevados e inadimpl&amp;ecirc;ncia em alta. Por esse motivo, a Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o continua alertando para que as empresas se prepararem e adotem uma postura mais cautelosa em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o a novos investimentos e a forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o de estoques.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;[GR&amp;Aacute;FICO 2]&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;&lt;strong&gt;&amp;Iacute;ndice de Expans&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio (IEC)&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Fonte&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;: FecomercioSP&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;img src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/43573b0facf7374c04ceb823cd8008edba77bd34.png" style="width: 733px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;Empres&amp;aacute;rios est&amp;atilde;o preocupados com o cen&amp;aacute;rio econ&amp;ocirc;mico&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O ICEC &amp;eacute; composto por tr&amp;ecirc;s sub&amp;iacute;ndices. O &lt;strong&gt;&amp;Iacute;ndice das Condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es Atuais do Empres&amp;aacute;rio do Com&amp;eacute;rcio (ICAEC)&lt;/strong&gt;, foi o &amp;uacute;nico indicador que registrou um avan&amp;ccedil;o t&amp;iacute;mido, de 1,1%, em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o a janeiro, mas o indicador est&amp;aacute; pelo 36&amp;ordm; m&amp;ecirc;s consecutivo em patamar pessimista (78 pontos) e 2,7% abaixo de fevereiro do ano passado. Esses dados refletem que, mesmo com o crescimento das vendas nos &amp;uacute;ltimos meses, os empres&amp;aacute;rios da capital n&amp;atilde;o est&amp;atilde;o satisfeitos com outros aspectos, como rentabilidade, press&amp;atilde;o de custos, juros elevados e pol&amp;iacute;tica econ&amp;ocirc;mica do governo.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O &lt;strong&gt;&amp;Iacute;ndice de Expectativa do Empres&amp;aacute;rio do Com&amp;eacute;rcio (IEEC&lt;/strong&gt;) caiu 2,1%, de 129,4 pontos em janeiro para 126,7 pontos em fevereiro, e no comparativo anual houve queda de 1,9%. O &lt;strong&gt;&amp;Iacute;ndice de Investimento do Empres&amp;aacute;rio do Com&amp;eacute;rcio (IIEC)&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;permanece est&amp;aacute;vel, com 105,3 pontos &amp;mdash; 5,1% acima do apurado no mesmo per&amp;iacute;odo do ano anterior. Segundo a avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Entidade, a flutua&amp;ccedil;&amp;atilde;o do indicador em torno dos 100 pontos significa que os empres&amp;aacute;rios est&amp;atilde;o adotando uma postura mais cautelosa em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o a novos investimentos, diante das incertezas que devem permanecer em ano eleitoral [gr&amp;aacute;fico 3]. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na an&amp;aacute;lise da &lt;strong&gt;FecomercioSP&lt;/strong&gt;, se, por um lado, o in&amp;iacute;cio do ciclo de queda da taxa Selic e as vendas do Dia das M&amp;atilde;es podem surtir um efeito positivo sobre a confian&amp;ccedil;a nos pr&amp;oacute;ximos meses, por outro, a guerra no Oriente M&amp;eacute;dio e seus efeitos sobre a infla&amp;ccedil;&amp;atilde;o, decorrentes do pre&amp;ccedil;o do petr&amp;oacute;leo, &amp;eacute; fonte de preocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;[GR&amp;Aacute;FICO 3]&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Sub&amp;iacute;ndices do ICEC: ICAEC, IEEC e IIEC&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Fonte:&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&amp;nbsp;FecomercioSP&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;img src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/e6dfbb840aeeb8522e714a52eb04f4ca8a1cd601.png" style="width: 733px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;Empres&amp;aacute;rios est&amp;atilde;o investindo menos&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O &lt;strong&gt;&amp;Iacute;ndice de Expectativa para Contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Funcion&amp;aacute;rios (ECF)&lt;/strong&gt;, sub&amp;iacute;ndice respons&amp;aacute;vel pela alta do IEC, avan&amp;ccedil;ou 1,4% e registrou 120 pontos no m&amp;ecirc;s de fevereiro. Ap&amp;oacute;s o melhor per&amp;iacute;odo de vendas para o setor, a propens&amp;atilde;o para contratar segue elevada, com alta de 7,4% acima de fevereiro de 2025. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;[GR&amp;Aacute;FICO 4]&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Sub&amp;iacute;ndices do IEC: Expectativa para Contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Funcion&amp;aacute;rios&amp;nbsp;&lt;br&gt;e N&amp;iacute;vel de Investimento das Empresas&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Fonte:&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&amp;nbsp;FecomercioSP&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;img src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/61a565c9ef8ba45fd1f71bd9b442f5cd7b9be034.png" style="width: 733px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/em&gt;O &lt;strong&gt;&amp;Iacute;ndice de N&amp;iacute;vel de Investimento das Empresas (NIE)&lt;/strong&gt;, tamb&amp;eacute;m sub&amp;iacute;ndice do IEC, registrou 95,2 pontos e queda de 0,7% &amp;mdash; permanece na zona de pessimismo pelo 15&amp;ordm; m&amp;ecirc;s consecutivo &amp;mdash; resultado da postura conservadora do empres&amp;aacute;rio paulistano em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o a investimentos em m&amp;aacute;quinas, equipamentos, reformas e aberturas de lojas diante do cen&amp;aacute;rio econ&amp;ocirc;mico.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Thu, 26 Mar 2026 18:01:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Pesquisas]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Serviços retomam vagas, mas Comércio mantém cautela na geração de empregos em São Paulo]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/noticia/servicos-retomam-vagas-mas-comercio-mantem-cautela-na-geracao-de-empregos-em-sao-paulo</link><description>&lt;![CDATA[Após contratações de fim de ano, mercado de trabalho recompõe-se e reduz ritmo]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;O mercado de trabalho paulista gerou 3.001 vagas no setor de Servi&amp;ccedil;os em janeiro, em meio a uma recomposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos postos ap&amp;oacute;s as contrata&amp;ccedil;&amp;otilde;es sazonais do fim de 2025 [&lt;em&gt;tabela 1&lt;/em&gt;]. Segundo a &lt;strong&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/strong&gt;, a tend&amp;ecirc;ncia &amp;eacute; que os primeiros meses do ano apresentem um ritmo mais moderado na retomada das contrata&amp;ccedil;&amp;otilde;es. Segundo a Entidade, o ambiente de cr&amp;eacute;dito seletivo e de condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es financeiras restritivas tende a causar maior cautela por parte das empresas. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;De acordo com a Pesquisa de Emprego no Estado de S&amp;atilde;o Paulo (PESP), realizada pela &lt;strong&gt;FecomercioSP&lt;/strong&gt; com base nos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), o movimento ocorre ap&amp;oacute;s o forte ajuste observado em dezembro, quando houve o desligamento de 129.955 postos [&lt;em&gt;gr&amp;aacute;fico 1&lt;/em&gt;].&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;[Tabela 1]&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Movimenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Emprego no Setor de Servi&amp;ccedil;os no Estado de S&amp;atilde;o Paulo &amp;ndash; janeiro/2026&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Fonte: Caged / Elabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o: FecomercioSP.&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&amp;nbsp;&lt;img src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/32dacfae2c87dee3b0ebb5b8ba39f2b40e85bd56.png" style="width: 733px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Apesar da retomada das contrata&amp;ccedil;&amp;otilde;es, o desempenho foi mais moderado na compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o com o mesmo m&amp;ecirc;s de 2025, com resultado inferior em 6.091 vagas. Ainda assim, o setor mant&amp;eacute;m estoque elevado de empregos formais &amp;mdash; com 7,7 milh&amp;otilde;es de v&amp;iacute;nculos e desempenho positivo em doze meses (176.274).&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os segmentos que mostraram maior gera&amp;ccedil;&amp;atilde;o l&amp;iacute;quida de empregos em janeiro se concentraram nos servi&amp;ccedil;os corporativos, educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e atividades profissionais, enquanto os ligados ao consumo presencial e &amp;agrave; log&amp;iacute;stica apresentaram ajustes negativos [&lt;em&gt;tabela 1&lt;/em&gt;].&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;[Gr&amp;aacute;fico 1]&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Movimenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Emprego no Setor de Servi&amp;ccedil;os no Estado de S&amp;atilde;o Paulo &amp;ndash; janeiro/ 2025 a janeiro/2026&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Fonte: Caged / Elabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o: FecomercioSP.&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;img src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/827a53ace21de017df763d613933a6cbb887d7d2.png" style="width: 733px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Saldo negativo no com&amp;eacute;rcio&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No Com&amp;eacute;rcio, janeiro registrou saldo negativo de 20.677 postos de trabalho [&lt;em&gt;tabela 2&lt;/em&gt;], apontando para uma intensifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o do encerramento das contrata&amp;ccedil;&amp;otilde;es tempor&amp;aacute;rias realizadas para atender &amp;agrave; Black Friday e ao Natal &amp;mdash; movimento j&amp;aacute; presente em dezembro, quando o resultado havia sido de -19.242 vagas. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;[Tabela 2]&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Movimenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Emprego no Setor de Com&amp;eacute;rcio no Estado de S&amp;atilde;o Paulo &amp;ndash; janeiro/2026&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Fonte: Caged / Elabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o: FecomercioSP.&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&amp;nbsp;&lt;img src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/d6e409f7e828fb48cbae99067c1ab75c00da63ff.png" style="width: 733px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Em compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o com janeiro de 2025, o mercado de trabalho paulista apresentou um ajuste ainda mais intenso, com 3.427 postos a menos. Na ocasi&amp;atilde;o, o volume havia sido de -17.250 vagas [&lt;em&gt;gr&amp;aacute;fico 2&lt;/em&gt;].&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Dentre as divis&amp;otilde;es do setor de Com&amp;eacute;rcio, o Varejista &amp;mdash; o mais aquecido durante o per&amp;iacute;odo de maior demanda sazonal &amp;mdash; foi o que mais contribuiu para o resultado negativo do m&amp;ecirc;s, com a elimina&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 20.073 vagas. Na sequ&amp;ecirc;ncia, ficaram os segmentos de Com&amp;eacute;rcio e Repara&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Ve&amp;iacute;culos (-305) e o Atacadista (-299) [&lt;em&gt;tabela 2&lt;/em&gt;].&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;[Gr&amp;aacute;fico 2]&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Movimenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Emprego no Setor de Com&amp;eacute;rcio no Estado de S&amp;atilde;o Paulo &amp;ndash; janeiro/ 2025 a janeiro/2026&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Fonte: Caged / Elabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o: FecomercioSP.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;img src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/46bd3bbc4cf770a4ae84f04f3d0d35e483a0b9b5.png" style="width: 733px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;De acordo com a &lt;strong&gt;FecomercioSP&lt;/strong&gt;, o ambiente de estoques mais ajustados, as margens pressionadas e o custo elevado do cr&amp;eacute;dito t&amp;ecirc;m limitado movimentos mais intensos de contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o no Com&amp;eacute;rcio Atacadista. E o segmento de Ve&amp;iacute;culos sofreu os reflexos das restri&amp;ccedil;&amp;otilde;es impostas pelo alto custo do financiamento e pela postura mais cautelosa do consumidor, em especial na compra de bens de maior valor.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Apesar do desempenho mensal negativo, o estoque de empregos formais no setor de Com&amp;eacute;rcio avan&amp;ccedil;ou em 58.011 postos, um crescimento de 2%, passando de 2,97 milh&amp;otilde;es, em janeiro de 2025, para 3 milh&amp;otilde;es no mesmo m&amp;ecirc;s de 2026 [&lt;em&gt;tabela 2&lt;/em&gt;]. Em doze meses, registrou a cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 54.634 postos.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na vis&amp;atilde;o da Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, ainda que seja esperado um retorno a saldos positivos nos pr&amp;oacute;ximos meses, como tradicionalmente ocorre ap&amp;oacute;s o in&amp;iacute;cio do ano, o comportamento recente do mercado de trabalho sugere maior cautela na gera&amp;ccedil;&amp;atilde;o de empregos, indicando que o ritmo de expans&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio em 2026 pode ser mais moderado do que o observado no ano anterior.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Capital paulista: retomada dos Servi&amp;ccedil;os e queda no Com&amp;eacute;rcio&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na cidade de S&amp;atilde;o Paulo, o setor de Servi&amp;ccedil;os registrou, em janeiro, 2.977 vagas, ap&amp;oacute;s 160.966 admiss&amp;otilde;es e 157.989 desligamentos [&lt;em&gt;tabela 3&lt;/em&gt;]. Em dezembro, havia reduzido 42.133 postos. Em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o a janeiro de 2025, quando registrou 9.092 empregos, houve uma redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 6.115 postos de trabalho. Em doze meses, a capital tamb&amp;eacute;m mant&amp;eacute;m saldo positivo, com 70.912 vagas. &amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;[Tabela 3]&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Movimenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Emprego no Setor de Servi&amp;ccedil;os &amp;ndash; Cidade de S&amp;atilde;o Paulo &amp;ndash; janeiro/2026&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Fonte: Caged / Elabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o: FecomercioSP.&lt;/em&gt;&amp;nbsp;&lt;img src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/0c6981bb834d350c226d24d1e7282e87905bcdc7.png" style="width: 733px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O Com&amp;eacute;rcio paulistano terminou janeiro com saldo negativo de 6.559 vagas, resultado de 36.973 admiss&amp;otilde;es e 43.532 desligamentos [&lt;em&gt;tabela 4&lt;/em&gt;]. O resultado representa um ajuste mais intenso do que o observado em janeiro de 2025, que apresentou saldo negativo de 4.550 vagas, mas em menor escala em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o a dezembro (menos 7.664). O estoque de empregos formais passou de 907.085 v&amp;iacute;nculos, em janeiro de 2025, para 920.797 em janeiro de 2026, um acr&amp;eacute;scimo de 13.712 postos &amp;mdash; crescimento de 1,5%. Em doze meses, a capital registrou saldo positivo de 13.692 vagas.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;[Tabela 4]&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Movimenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Emprego no Setor de Com&amp;eacute;rcio &amp;ndash; Cidade de S&amp;atilde;o Paulo &amp;ndash; janeiro/2026&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Fonte: Caged / Elabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o: FecomercioSP.&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br&gt;&lt;em&gt;&amp;nbsp;&lt;img src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/d75c56030b283a95a98d3ce143b429f33e6b860b.png" style="width: 733px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Thu, 26 Mar 2026 10:56:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Pesquisas]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Carta de Conjuntura: inflação esgota ciclo de queda]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/noticia/carta-de-conjuntura-inflacao-esgota-ciclo-de-queda-e-deve-retomar-alta</link><description>&lt;![CDATA[Conselho Superior de Economia, Sociologia e Política avalia que medidas do Planalto para atenuar impacto da guerra no Oriente Médio sobre os combustíveis terão efeito limitado]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;O IPCA chegou ao seu ponto mínimo no acumulado de 12 meses até fevereiro: 3,81%, quase no centro da meta anual do Banco Central. Porém, esse é o limite. A leitura do &lt;strong&gt;Conselho Superior de Economia, Sociologia e Política (CSESP)&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;da FecomercioSP é que, por conta das pressões externas e do cenário interno, os preços vão voltar a subir daqui em diante.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A &lt;strong&gt;Carta de Conjuntura de março do CSESP&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;já está disponível.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Por um lado, as medidas do Planalto para atenuar os impactos da guerra pelo Oriente Médio sobre os combustíveis serão limitadas, embora tenham efeito. A tendência é que as famílias mais pobres sejam especialmente mais penalizadas, já que os custos da gasolina e do diesel pesam mais sobre elas – e eles ficarão mais caros. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No cenário interno, o mercado de trabalho permanece aquecido – o desemprego ficou em 5,1% no fim do último trimestre de 2025 –, o que pressiona, sobretudo, o setor de Serviços. Na composição do IPCA, ele tem uma alta mais robusta, de 6%, enquanto os produtos do varejo não subiram mais do que 1,5% no período. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;É por isso que, na reunião da semana passada do Comitê de Política Monetária (Copom), do Banco Central, o ajuste na taxa básica de juros, a Selic, que poderia ser de 0.50 p.p., foi a metade disso (0.25 p. p.).&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;“A economia mundial passa por um momento robusto de incertezas. A guerra no Oriente Médio é muito grave, e o impactos serão globais. Para o Brasil, os efeitos virão na inflação do petróleo, que vai elevar o custo de vida das famílias – ainda mais aquelas das camadas mais baixas”, analisa o economista Antonio Lanzana, presidente do CSESP. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;“Isso deve fazer o Banco Central medir novamente seu ciclo de cortes dos juros, retraindo o ritmo dos ajustes na Selic. Não é uma boa notícia para um país cujos primeiros indicadores do ano mostram um comportamento setorial diferenciado: indústria em queda, comércio estável e serviços, ao contrário, em ritmo elevado”, continua ele.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A Carta de Conjuntura de março ainda discute os impactos econômicos nos EUA da guerra no Irã e as dinâmicas cambiantes da China.&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/upload/file/0dde79aecd376f06a4843a4e2550ac6bb801ec0c.pdf" target="_blank" class="fr-file botao" rel="noopener noreferrer"&gt;Leia a Carta de Conjuntura!&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Thu, 26 Mar 2026 10:39:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Brasil]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[FecomercioSP reúne-se com autoridades da Lituânia para debater nova fase de relação comercial]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/noticia/fecomerciosp-reune-se-com-autoridades-da-lituania-para-debater-nova-fase-de-relacao-comercial</link><description>&lt;![CDATA[Criação de câmara bilateral e acordo Mercosul-UE devem fortalecer frentes de negócios voltadas à economia digital]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;A recente criação da Câmara de Comércio Brasil-Lituânia, no dia 12 de março, marca um novo momento na relação entre os dois países e deve impulsionar a agenda de negócios bilaterais. Nesse contexto, o Conselho de Relações Internacionais da &lt;strong&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;recebeu, na sede da Entidade, representantes do governo lituano para discutir oportunidades de aproximação econômica e comercial.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Atualmente, os dados do intercâmbio comercial entre as duas nações indicam o quanto ainda há espaço para crescer. Em 2024, a corrente de exportações entre Brasil e Lituânia somou cerca de US$ 130 milhões, com saldo de US$ 50 milhões favorável ao país europeu. Os números são modestos diante do tamanho das duas economias — o Brasil, com Produto Interno Bruto (PIB) de US$ 2,17 trilhões, e a Lituânia, com US$ 80 bilhões.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A delegação foi composta pelo vice-ministro de Relações Exteriores da&amp;nbsp;Lituânia, Taurimas Valys; pela cônsul-geral da Lituânia em São Paulo, Audra Čiapienė; e pelo diretor de Relações Econômicas Externas do país, Donatas Tamulaitis. Do lado da Federação, participaram o presidente do&amp;nbsp;&amp;nbsp;Conselho de Relações Internacionais, Rubens Medrano, e os assessores Natália Tafarello, Douglas Dias e Pedro Silveira.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O vice-ministro Valys classificou o volume atual de trocas como “inacreditavelmente pequeno” e acredita que o acordo entre a União Europeia e o Mercosul, combinado à criação da câmara bilateral, será um ponto de inflexão para mudar esse quadro. “Vemos a América Latina — e o Brasil, seu maior país — como uma das regiões mais promissoras para a exportação de bens e serviços lituanos”, afirmou. Além do potencial de crescimento, o interesse na região também está ligado à estratégia de diversificação de mercados, com o objetivo de reduzir dependências e ampliar a presença em economias emergentes.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Tamulaitis destacou que, nos últimos 20 anos, desde a entrada da Lituânia na União Europeia, na Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), na zona do euro e na&amp;nbsp;Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico&amp;nbsp;(OCDE), o PIB&amp;nbsp;&lt;em&gt;per capita&amp;nbsp;&lt;/em&gt;do país cresceu sete vezes mais rápido do que a média europeia. Atualmente, a Lituânia ocupa o primeiro lugar no continente em número de licenças&amp;nbsp;&lt;em&gt;fintech&lt;/em&gt; emitidas e também se destaca em cibersegurança e no índice internacional de empreendedorismo, além de figurar entre as economias mais abertas do bloco econômico, com forte inserção no comércio internacional de bens e serviços, tecnologias avançadas e Inteligência Artificial (IA).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para Medrano, áreas como cibersegurança,&amp;nbsp;&lt;em&gt;fintechs&lt;/em&gt; e outros segmentos da economia digital são estratégicas para o Brasil fortalecer sua competitividade e a segurança digital, de modo que uma aproximação comercial representa um trunfo para ambos os lados.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O presidente do Conselho apresentou a estrutura da &lt;strong&gt;FecomercioSP&lt;/strong&gt; e sua capacidade de apoiar empresas estrangeiras interessadas no mercado paulista. “Se precisarem de dados econômicos, informações sobre legislação trabalhista, tributação ou mesmo a organização de uma agenda de negócios, as portas da Federação estão abertas, inclusive para receber delegações com suas empresas”, enfatizou.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Durante a reunião, Natália detalhou os serviços do Conselho de Relações Internacionais e da Fecomercio Internacional, que apoiam empresas na simplificação de processos. A equipe atua desde o mapeamento de mercado até a organização de agendas com importadores, distribuidores e certificadores, além de auxiliar exportadores brasileiros na busca por novos mercados. “Trabalhamos tanto para trazer empresas para o Brasil, quanto para ajudar empresas brasileiras a se internacionalizarem”, concluiu.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Thu, 26 Mar 2026 09:44:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Internacional]]</category></item></channel></rss>
