<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" version="2.0"><channel><title>&lt;![CDATA[Pesquisas - Economia - FecomercioSP]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/noticias/economia/pesquisas</link><description>&lt;![CDATA[Descrição.]]</description><lastBuildDate>Fri, 26 Jun 2026 17:36:27 -0300</lastBuildDate><language>pt-br</language><image><title>&lt;![CDATA[Pesquisas - Economia - FecomercioSP]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/noticias/economia/pesquisas</link><url>https://www.fecomercio.com.br/assets/img/fecomercio-sp-image-share.jpg</url></image><category>&lt;![CDATA[Economia]]</category><category>&lt;![CDATA[Pesquisas]]</category><item><title>&lt;![CDATA[Um terço dos paulistanos já faz apostas buscando aumentar a renda doméstica]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/noticia/um-terco-dos-paulistanos-ja-faz-apostas-buscando-aumentar-a-renda-domestica-1</link><description>&lt;![CDATA[Dados apontam que um quarto da população guardaria o dinheiro usado para apostar; há ainda um contingente de pessoas que já precisou buscar ajuda financeira]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;Um terço (35%) dos paulistanos faz apostas em plataformas online com o plano de aumentar a renda doméstica de maneira rápida, segundo dados de um estudo da &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/"&gt;&lt;strong&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;sobre esses hábitos. O número representa um salto de 10 pontos porcentuais (p.p.) em comparação à pesquisa realizada pela Entidade em 2024.&amp;nbsp;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/upload/file/29b45e3e24eed30e903b866c3921c198cce48f58.pdf" target="_blank" class="fr-file" rel="noopener noreferrer"&gt;Veja a sondagem completa aqui!&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Por outro lado, caiu a proporção de pessoas que dizem apostar para investir, de 9%, em 2024, para 5%, em 2026. Quase 1 em cada 10 entrevistados (7%) diz estar viciado nos jogos [&lt;em&gt;gráfico 1&lt;/em&gt;].&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;[GRÁFICO 1]&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;O que te leva a apostar online&lt;em&gt;?&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Fonte: FecomercioSP&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;img src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/fcf0ba79c41696bcd1136d0469d1338e1892313c.png" style="width: 733px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na leitura da FecomercioSP, os resultados são mais desafiadores quando vistos a partir do recorte das classes sociais: entre pessoas cuja renda não ultrapassa dois salários mínimos (cerca de R$ 3 mil), 40% apostam para elevar o orçamento doméstico. Essa proporção cai para 30%, na faixa entre dois e cinco salários, e para 29%, entre as famílias que ganham entre cinco e dez salários.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O sinal é de que pessoas em situação de vulnerabilidade financeira têm recorrido cada vez mais a esse tipo de consumo de risco, como uma maneira de superar as condições difíceis do orçamento.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Não é à toa, inclusive, que metade (50%) da população aposte com frequência — o mesmo número de dois anos atrás. Mas, entre as faixas de renda, as classes baixas e médias dizem se valer das plataformas com mais ênfase do que aquelas de rendimentos mais altos [&lt;em&gt;gráfico 2&lt;/em&gt;]. Isso acontece porque são essas faixas que mais demandam a expansão da própria renda.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;[GRÁFICO 2]&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Com que frequência você faz apostas online?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Fonte: FecomercioSP&lt;/em&gt;&amp;nbsp;&lt;img src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/1ce5b27ed183952188020d2461450ae8b305c96f.png" style="width: 733px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Menos poupança, mais risco&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Nesse período, mudou também a destinação dos recursos usados para apostas caso as plataformas não existissem. Um quarto (26%) dos paulistanos diz, agora, que &lt;strong&gt;se não apostasse,&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;guardaria esse dinheiro.&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;Na pesquisa anterior, essa margem era de 19%. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os dados ainda apontam que parte significativa das pessoas usaria os recursos para consumos essenciais, como pagar as contas domésticas (14%) e comprar alimentos (13%). Nesse caso, as informações sugerem que as apostas disputam, agora, um espaço que antes estava ocupado pelo consumo tradicional das famílias — em atividades como o comércio, a alimentação e os serviços —, mas também à organização financeira dessas apostas.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;[GRÁFICO 3]&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Se você não gastasse esse dinheiro com apostas esportivas, como você o utilizaria?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Fonte: FecomercioSP&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;img src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/3b464ce7d1059f20cf2a948d477077a75c39e319.png" style="width: 733px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Entre os recortes de gênero, vale observar como as mulheres dizem que usariam o dinheiro para comprar comida (18%) mais do que os homens (11%). Elas ainda pagariam mais as contas (18%, contra 13%). Já homens guardariam mais (28%) do que elas (18%).&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Ajuda para apostar&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Embora a proporção seja pequena, a FecomercioSP considera importante notar o fato de &lt;strong&gt;12% dos paulistanos terem buscado algum tipo de ajuda financeira para seguir apostando&lt;/strong&gt;. Desses, 5% pediram dinheiro emprestado para amigos ou familiares, enquanto outros 4% ainda recorreram a empréstimos bancários. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Sob a óptica socioeconômica, esse é um dos dados mais sensíveis da pesquisa, uma vez que revela que 1 em cada 10 paulistanos já teve problemas financeiros em apostar, e precisou recorrer a terceiros para regularizar a situação.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O tíquete médio, porém, segue baixo, reforçando a percepção de que, no Brasil, prevalece a lógica do “pequeno apostador”: metade dos entrevistados (54%) afirma não gastar mais do que R$ 50 por mês nas &lt;em&gt;bets&lt;/em&gt;, enquanto outros 16% gastam até R$ 100 e outros 12% investem até R$ 200 nas plataformas. São números parecidos aos de 2024 [gráfico 5], embora tenha crescido de forma significativa o número de quem gasta até R$ 100 com apostas.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;[GRÁFICO 4]&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Você chegou a ficar com a renda comprometida para pagamento de outros compromissos do dia a dia por causa das apostas? O que fez para resolver?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Fonte: FecomercioSP&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;img src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/408ea50f4ba3303225fd647a2969be04b1383052.png" style="width: 733px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;[GRÁFICO 5]&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Qual é o valor médio mensal que você gasta com apostas online?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Fonte: FecomercioSP&lt;/em&gt;&amp;nbsp;&lt;img src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/457f8e6fca93b0bad5d3a56535cf178fcc85bae7.png" style="width: 733px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A leitura da FecomercioSP é pessimista: os dados mostram o contexto de uma cidade (reflexo do País) afetada socioeconomicamente pelo fenômeno. Isso aconteceu muito por causa da exposição cada vez mais intensa das plataformas nas redes sociais, mas também pela expansão dos meios de pagamento instantâneos (96% dos entrevistados pagam os jogos com PIX) e pela explosão de novas plataformas facilmente acessíveis por meio dos smartphones&lt;em&gt;.&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Isso ocorre, porém, em meio a um quadro econômico complexo, marcado por endividamento e juros altos. Só a &lt;strong&gt;Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC)&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;da Federação de abril mostrou, por exemplo, que 72,9% das famílias da cidade estavam endividadas, o maior nível em três anos. Em cada dez delas, duas (21%) estavam inadimplentes.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A FecomercioSP segue pedindo às autoridades a implementação das políticas de regulamentação e fiscalização das apostas online (inclusive atenção às plataformas não autorizadas e ilegais)&lt;em&gt;&amp;nbsp;&lt;/em&gt;que possam impactar dados como esses, além de ajudar a elaborar programas de orientação e proteção aos consumidores que, hoje, integram esse universo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Acesse a sondagem completa:&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/upload/file/29b45e3e24eed30e903b866c3921c198cce48f58.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer" class="botao"&gt;ECONOMIA CAPTURADA PELAS PLATAFORMAS ONLINE&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Fri, 26 Jun 2026 15:49:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Pesquisas]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Faturamento das plataformas de apostas online cresceu 27,3% em março em São Paulo]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/noticia/faturamento-das-plataformas-de-apostas-online-cresceu-27-3-em-marco-em-sao-paulo</link><description>&lt;![CDATA[Segmento apresentou segundo maior desempenho entre as atividades do setor de Serviços, analisadas pela FecomercioSP ]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;O faturamento das plataformas de apostas online cresceu 27,3% em março, em São Paulo, na comparação com o mesmo período do ano passado. De acordo com a &lt;strong&gt;Pesquisa Conjuntural do Setor de Serviços (PCSS), da&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/"&gt;&lt;strong&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;, no terceiro mês do ano, a receita bruta do segmento atingiu R$ 1,7 bilhão, superando o registrado em março do ano passado, quando a atividade somou R$ 1,4 bilhão. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;[TABELA 1]&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Faturamento real do Setor de Serviços — março de 2026&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Fonte: FecomercioSP&lt;/em&gt;&amp;nbsp;&lt;img src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/2bacf205f498918befcdcd372d708ddc3f55e54c.png" style="width: 733px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Em 2026, o grupo já acumula alta de 23,1%, mantendo-se entre as atividades de maior expansão dentro do setor. Segundo a FecomercioSP, o avanço do segmento tem sido influenciado pela digitalização do consumo, pela consolidação do PIX como principal infraestrutura de pagamentos instantâneos e pela elevada recorrência no uso das plataformas em dispositivos móveis. Por se tratar de uma atividade com forte capacidade de captura de renda e elevada escalabilidade, os serviços de aposta têm crescido mesmo em um ambiente macroeconômico desafiador.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Prova disso é a expansão da atividade em um contexto de desaceleração do consumo e mais restrição financeira entre as famílias, somadas aos juros elevados, ao crédito mais seletivo, à inadimplência e ao comprometimento da renda. Parte do dinheiro disponível das famílias está sendo direcionado a plataformas de apostas, muitas vezes com a expectativa de complementação de receita ou obtenção de ganhos rápidos. &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/um-terco-dos-paulistanos-ja-faz-apostas-buscando-aumentar-a-renda-domestica?%2Fnoticia%2Fum-terco-dos-paulistanos-ja-faz-apostas-buscando-aumentar-a-renda-domestica="&gt;De acordo com sondagem recente realizada pela FecomercioSP, um terço (35%) dos paulistanos faz apostas em plataformas online com o objetivo de aumentar a renda doméstica&lt;/a&gt;.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Esse comportamento acaba produzindo efeitos sobre os segmentos dependentes do consumo discricionário, especialmente varejo, lazer, alimentação fora de casa, turismo e serviços pessoais, alterando gradualmente a dinâmica do consumo urbano. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na avaliação da FecomercioSP, que acompanha o tema desde a regulamentação das plataformas no Brasil, é necessário um fortalecimento do debate sobre publicidade, proteção dos consumidores e preservação dos equilíbrios econômico e social, levando em conta, inclusive, o combate às plataformas clandestinas e as internacionais não autorizadas a operar no País.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Setor de Serviços cresce, mas de forma heterogênea&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Em março, o faturamento real dos Serviços na capital paulista atingiu R$ 89,5 bilhões, apontando crescimentos de 12,1%, em relação ao mesmo mês de 2025, e de 10,1%, na comparação com fevereiro. Em valores absolutos, são R$ 9,7 bilhões adicionais. O que explica esse crescimento, em parte, é o carnaval — que, no ano passado, ocorreu em março —, reduzindo o número de dias úteis e impactando diversas atividades empresariais na ocasião. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Como neste ano a festa aconteceu em fevereiro, a FecomercioSP avalia que houve uma ampliação da base operacional no período, contribuindo para um crescimento mais intenso em diversos segmentos. No acumulado do ano, o faturamento registra expansão de 11,4%, enquanto em 12 meses, houve um avanço de 12,1%.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Embora o setor demonstre uma trajetória positiva, esse crescimento não tem ocorrido da mesma forma em todos os segmentos. O avanço está concentrado em atividades relacionadas a digitalização, intermediação, tecnologia, comunicação, saúde e serviços corporativos. Esses grupos, tradicionalmente, apresentam mais resiliência em ambientes de crédito restritivo e menor dinamismo do consumo das famílias.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Construção civil avança 13,4% no comparativo interanual&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Além das apostas virtuais, as principais altas na comparação interanual foram registradas nos serviços de agenciamento, corretagem e intermediação (28,3%), mercadologia e comunicação (20,8%), serviços técnico-científicos (17,2%), serviços de saúde (15,6%), outros serviços (14,2%) e construção civil (13,4%).&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Este último chama a atenção pela alta acumulada no ano, de 28%. Para a Entidade, os investimentos em infraestrutura urbana, mobilidade e saneamento e a continuidade de projetos contratados anteriormente estão sustentando a atividade, ainda que também haja uma influência da base de comparação mais favorável em comparação com o ano passado.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Turismo perde dinamismo em março&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O segmento de turismo, hospedagem, eventos e assemelhados (-28,6%) e serviços de representação (-10,9%), por sua vez, apresentaram quedas, refletindo, no caso do turismo, um ambiente de consumo mais cauteloso e a própria influência da realização do Carnaval em março de 2025. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O setor acumula quedas de 17,4%, no ano, e de 2,5%, em 12 meses, sugerindo uma perda de dinamismo recente, principalmente em atividades mais dependentes da renda familiar disponível e do fluxo corporativo.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Já a cautela das empresas diante do elevado custo do crédito e das incertezas que ainda cercam o ambiente de negócios ajuda a explicar o mau desempenho dos serviços de representação.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Ambiente econômico exige adaptação dos negócios&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para a FecomercioSP, os resultados de março confirmam a continuidade da expansão do setor, ainda que de forma seletiva e concentrada em atividades específicas. Nesse contexto, a competitividade dos Serviços dependerá não apenas da expansão da demanda, mas da capacidade das empresas de operar com eficiência, utilizar inteligência de mercado, fortalecer canais digitais e adaptar-se rapidamente às mudanças estruturais no comportamento do consumidor.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Fri, 26 Jun 2026 15:27:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Pesquisas]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Serviços criam 20,3 mil novas vagas em abril, mas Varejo fecha 5,7 mil postos no mês ]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/noticia/servicos-criam-20-3-mil-novas-vagas-em-abril-mas-varejo-fecha-5-7-mil-postos-no-mes</link><description>&lt;![CDATA[Logística e saúde sustentam as contratações, enquanto o comércio segue pressionado pelo consumo mais fraco]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;O setor de Serviços paulista criou mais de 20,3 mil novas vagas formais em abril, o quarto resultado positivo consecutivo no ano [gráfico 1], segundo dados da Pesquisa de Emprego no Estado de São Paulo (PESP),realizada pela &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/"&gt;&lt;strong&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No total, entre janeiro e abril, o setor já gerou 147.999 vagas no Estado, enquanto o Varejo, ao contrário, encerrou esse período com o fechamento de 18.933 postos.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;[GRÁFICO 1]&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Variação na geração de empregos no setor de Serviços no Estado de São Paulo&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Fonte: Caged/FecomercioSP&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;img src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/c2f481172be3e92af31699e4b970e21c2a938120.png" style="width: 733px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Dentre as atividades que mais cresceram, destacam-se os segmentos de transporte, armazenagem e correio, com saldo positivo de 8.651 postos — entre contratações e demissões —, e o de saúde humana e serviços sociais, que gerou 5.187 novas vagas&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;[tabela 1].&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;[TABELA 1]&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Variação na geração de empregos no setor de Serviços no Estado de São Paulo&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Por atividade&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Fonte: Caged/FecomercioSP&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&amp;nbsp;&lt;img src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/42ac34664ea9909d6d9f5138fe64aae54d9deb55.png" style="width: 733px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O desempenho reflete, segundo a FecomercioSP, a força das atividades ligadas à logística e aos serviços essenciais, que continuam sustentando a geração de empregos mesmo em um ambiente econômico marcado por condições de crédito mais restritivas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Comércio paulista em queda&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na contramão dos Serviços, o Comércio paulista encerrou o mês de abril com um saldo negativo de 5.765 postos celetistas [tabela 2]. No acumulado do ano, esse número já chega a 13.466 vagas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O resultado foi influenciado pelo Varejo, que fechou 5.721 vagas em abril e, com isso, já acumula uma perda de 18.933 empregos.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;[TABELA 2]&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Variação na geração de empregos no Comércio no Estado de São Paulo&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Por atividade&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Fonte: Caged/FecomercioSP&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;img src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/91b5cd115f84abdd213760a5e4b2ade80c33b263.png" style="width: 733px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A comparação com abril de 2025 aponta uma desaceleração no setor: no mesmo mês do ano passado, o Comércio paulista havia criado quase 12 mil vagas. Em abril deste ano, porém, o saldo foi negativo em 5,7 mil postos.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;[GRÁFICO 2]&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Variação na geração de empregos no Comércio no Estado de São Paulo&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Fonte: Caged/FecomercioSP&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;img src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/6c3391c6fcbe297b38fe7d58d157236cae93944c.png" style="width: 733px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/em&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O cenário reflete os efeitos do crédito mais caro sobre o consumo familiar, especialmente nos segmentos mais dependentes de financiamento e parcelamento das compras. Com os juros elevados, os consumidores gastam menos, o que afeta diretamente o Varejo, um dos setores mais sensíveis às oscilações do consumo, com reflexos na geração de empregos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Capital acompanha tendência estadual&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na Cidade de São Paulo, por sua vez, o comportamento dos setores foi semelhante ao do Estado. O Comércio paulistano fechou abril com saldo negativo de 1.894 vagas — e já acumula perda de pouco mais de 5 mil postos neste ano [tabela 3]. O Varejo respondeu pela maior parte desse resultado, com fechamento de 6,1 mil empregos entre janeiro e abril.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Esses números apontam a mesma pressão do crédito caro sobre o consumo observada no restante do Estado.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;[TABELA 3]&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Variação na geração de empregos no Comércio na Cidade de São Paulo&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Por atividade&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Fonte: Caged / FecomercioSP&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&amp;nbsp;&lt;img src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/f381ed64561095c5b81d7c2682bed5b0856fd824.png" style="width: 733px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Já o setor de Serviços manteve desempenho positivo na capital pelo quarto mês consecutivo. Em abril, foram criados quase 2 mil empregos formais, elevando para 42.051 o saldo acumulado no ano. Os segmentos que registraram mais crescimento do mês ficaram por conta das atividades de saúde humana e serviços sociais, com 1.787 vagas, e alojamento e alimentação, com 842 postos. [tabela 4].&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;[TABELA 4]&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Variação na geração de empregos no Setor de Serviços na Cidade de São Paulo&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Por atividade&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Fonte: Caged/FecomercioSP&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;img src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/55c0dce568cfcc5a3f1cd5f4a7e26c8400ac12d7.png" style="width: 733px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O desempenho do mercado de trabalho paulista continuará condicionado à evolução do crédito e da atividade econômica ao longo do segundo semestre. Enquanto os Serviços tendem a manter crescimento mais consistente, o Comércio ainda depende de uma recuperação mais sólida do consumo para retomar o ritmo de contratações observado nos anos anteriores.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Fri, 26 Jun 2026 10:25:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Pesquisas]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Serviços entram em compasso de espera, mas mantêm pressão sobre inflação e juros]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/noticia/servicos-entram-em-compasso-de-espera-mas-mantem-pressao-sobre-inflacao-e-juros</link><description>&lt;![CDATA[Setor opera próximo do recorde histórico, perde fôlego na expansão e mostra que o avanço das receitas continua mais associado aos preços do que ao aumento da demanda]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;Depois de liderar a retomada da economia nos &amp;uacute;ltimos anos, o setor de Servi&amp;ccedil;os d&amp;aacute; sinais claros de acomoda&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Os dados de abril da Pesquisa Mensal de Servi&amp;ccedil;os (PMS), do IBGE, mostram uma atividade praticamente est&amp;aacute;vel em patamar elevado, enquanto a diferen&amp;ccedil;a crescente entre faturamento e volume prestado corrobora a persist&amp;ecirc;ncia da infla&amp;ccedil;&amp;atilde;o de servi&amp;ccedil;os, um dos principais obst&amp;aacute;culos para a redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o da taxa b&amp;aacute;sica de juros.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A leitura revela um mercado que ainda sustenta demanda, mas que j&amp;aacute; n&amp;atilde;o oferece o mesmo espa&amp;ccedil;o para expans&amp;atilde;o acelerada observado ap&amp;oacute;s a pandemia. Hoje, o setor opera apenas 0,3% abaixo do maior n&amp;iacute;vel da s&amp;eacute;rie hist&amp;oacute;rica, alcan&amp;ccedil;ado em outubro de 2025, e cerca de 20% acima do per&amp;iacute;odo pr&amp;eacute;-pandemia.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mais do que o crescimento mensal, o dado que merece aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; a desacelera&amp;ccedil;&amp;atilde;o gradual do ritmo de atividade. Na compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o com abril do ano passado, os Servi&amp;ccedil;os avan&amp;ccedil;aram 1,9%, acumulando o 25&amp;ordm; resultado positivo consecutivo. Apesar da sequ&amp;ecirc;ncia expressiva, a expans&amp;atilde;o ocorre de forma n&amp;atilde;o t&amp;atilde;o disseminada &amp;mdash; pouco mais da metade das atividades pesquisadas apresentou crescimento, sinalizando um ambiente de mais seletividade para os neg&amp;oacute;cios.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;img src="https://fecomercio.com.br/upload/img/11af1e1dc7f010ec83e4156ea798d318c84f9d70.png" style="width: 533px;" class="fr-fic fr-dib fr-fil"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Tecnologia segue puxando a atividade&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Dentre as atividades, a tecnologia continua sendo a principal locomotiva do setor. O segmento de informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o cresceu 6,3% em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao mesmo per&amp;iacute;odo do ano passado, enquanto os servi&amp;ccedil;os de Tecnologia da Informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o (TI) avan&amp;ccedil;aram 9,6%.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A demanda por desenvolvimento de software, consultoria especializada e hospedagem de dados segue aquecida, refletindo o avan&amp;ccedil;o da digitaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o das empresas e a busca por ganhos de produtividade.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na dire&amp;ccedil;&amp;atilde;o oposta, o transporte perdeu f&amp;ocirc;lego. O segmento recuou 1,4% na compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o anual, pressionado principalmente pelo transporte a&amp;eacute;reo, que registrou queda de 12%. Custos elevados, c&amp;acirc;mbio desfavor&amp;aacute;vel e a normaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da demanda p&amp;oacute;s-pandemia ajudam a explicar o desempenho.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;img src="https://fecomercio.com.br/upload/img/3897b8ae4ca310481e92a0f9976170ea32e8b0fe.png" style="width: 533px;" class="fr-fic fr-dib fr-fil"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;O sinal que mais preocupa est&amp;aacute; nos pre&amp;ccedil;os&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para a gest&amp;atilde;o empresarial, por&amp;eacute;m, o principal alerta n&amp;atilde;o est&amp;aacute; no volume de servi&amp;ccedil;os, mas no comportamento da receita.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Enquanto a atividade cresceu 1,9% em termos reais, a receita nominal avan&amp;ccedil;ou 8,1% no mesmo per&amp;iacute;odo. Nos &amp;uacute;ltimos 12 meses, a diferen&amp;ccedil;a tamb&amp;eacute;m permanece elevada: 7,5% de aumento no faturamento contra 2,9% de crescimento do volume.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na pr&amp;aacute;tica, essa dist&amp;acirc;ncia indica que boa parte da expans&amp;atilde;o das receitas continua sendo sustentada por reajustes de pre&amp;ccedil;os, e n&amp;atilde;o por aumento efetivo da demanda. O fen&amp;ocirc;meno ratifica o fato de que a infla&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos Servi&amp;ccedil;os perdura &amp;mdash; componente considerado um dos mais resistentes da economia brasileira.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;img src="https://fecomercio.com.br/upload/img/78dd7846249642b44dbfa1a3f8378f7256aed3df.png" style="width: 533px;" class="fr-fic fr-dib fr-fil"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para empres&amp;aacute;rios, o cen&amp;aacute;rio exige aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o redobrada ao planejamento financeiro. Embora a capacidade de repassar custos ainda esteja presente em parte do mercado, a desacelera&amp;ccedil;&amp;atilde;o da atividade indica que esse movimento tende a encontrar limites mais claros nos pr&amp;oacute;ximos meses.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A consequ&amp;ecirc;ncia macroecon&amp;ocirc;mica &amp;eacute; direta: com os servi&amp;ccedil;os pr&amp;oacute;ximos do pico hist&amp;oacute;rico, mercado de trabalho aquecido e infla&amp;ccedil;&amp;atilde;o ainda resistente, o Banco Central (BC) encontra poucos argumentos para iniciar um ciclo de redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos juros. O resultado &amp;eacute; a manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o de condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es financeiras mais restritivas a empresas e consumidores.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o da &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt;, os dados confirmam a percep&amp;ccedil;&amp;atilde;o de que o setor entrou em uma fase de acomoda&amp;ccedil;&amp;atilde;o ap&amp;oacute;s o forte ciclo de expans&amp;atilde;o observado no p&amp;oacute;s-pandemia. Ainda que a atividade permane&amp;ccedil;a em n&amp;iacute;vel elevado, o crescimento tende a ocorrer em ritmo mais moderado, tornando ganhos de produtividade, efici&amp;ecirc;ncia operacional e diferencia&amp;ccedil;&amp;atilde;o competitiva fatores cada vez mais decisivos para a atua&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos neg&amp;oacute;cios.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Wed, 17 Jun 2026 10:30:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Pesquisas]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Vendas do Comércio Varejista de São Paulo registraram queda de 4,5% no primeiro trimestre]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/noticia/vendas-do-comercio-varejista-de-sao-paulo-registraram-queda-de-4-5-no-primeiro-trimestre</link><description>&lt;![CDATA[Em cenário de juros elevados e famílias endividadas, atividades que comercializam bens duráveis foram impactadas negativamente]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;As vendas do Comércio varejista paulista atingiram R$ 127,7 bilhões em março, queda de 2,7% em relação ao mesmo período do ano passado. Os dados são da Pesquisa Conjuntural do Comércio Varejista (PCCV), elaborada mensalmente pela &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/"&gt;&lt;strong&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;em parceria com a Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo (Sefaz/SP). No acumulado do primeiro trimestre, o faturamento real caiu 4,5%, o que representa R$ 16,8 bilhões a menos, mas no acumulado dos últimos 12 meses, ainda apresenta variação positiva de 0,9% [tabela 1].&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;[TABELA 1]&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Faturamento Comércio Varejista — Estado de São Paulo&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;Fonte: Sefaz-SP/FecomercioSP&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;img src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/8e6756d144a39c18f91026a7d781cf572085c560.png" style="width: 733px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;Segundo a FecomercioSP, a pesquisa indica que os elevados níveis de endividamento das famílias e a restrição do crédito decorrente dos juros altos seguem impactando negativamente o setor varejista. Desse modo, os segmentos que comercializam bens duráveis, cuja compra normalmente depende de financiamento, foram os que registraram as maiores quedas. Contudo, é importante mencionar que o varejo paulista vem de uma base forte de comparação, de maneira que essa desaceleração já era esperada. &lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Mesmo com quadro desafiador, Estado registra 2º maior resultado da série&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Embora tenha recuado 2,7% em março, o faturamento de R$ 127,7 bilhões foi o segundo maior da história para o mês, indicando que fatores como aumento da renda e desemprego baixo seguem sustentando o consumo.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Das nove atividades da pesquisa, quatro apresentaram aumento em seu faturamento real: concessionárias de veículos (16,3%); lojas de vestuário, tecidos e calçados (2,5%); lojas de móveis e decoração (2,3%); e farmácias e perfumarias (0,9%). Já as retrações foram observadas nos grupos de eletrodomésticos, eletrônicos e lojas de departamentos (-22%); materiais de construção (-8,2%); outras atividades (-5,2%); supermercados (-5%); e autopeças e acessórios (-2,4%) [tabela 2].&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;[TABELA 2]&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Faturamento Comércio Varejista — Estado de São Paulo&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;Fonte: Sefaz-SP/FecomercioSP&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;img src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/770341bc3555c5c0b2e2b27c356f7a2954745454.png" style="width: 733px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Em edições anteriores da pesquisa, a Entidade já alertava para o cenário de desaceleração frente a uma conjuntura de juros elevados, inflação em patamar desconfortável e famílias endividadas, além de uma forte base de comparação, já que o setor atingiu o maior faturamento da história em 2025. A chegada de datas comemorativas, aliada ao aumento da renda e à resiliência do mercado de trabalho, pode trazer um novo fôlego para as vendas nos próximos meses.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Tue, 16 Jun 2026 17:18:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Pesquisas]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Custo de vida desacelerou na RMSP, mas inflação de transportes e alimentos impediu alívio no orçamento familiar ]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/noticia/custo-de-vida-desacelerou-na-rmsp-mas-inflacao-de-transportes-e-alimentos-impediu-alivio-no-orcamento-familiar-1</link><description>&lt;![CDATA[Reajuste dos medicamentos contribuiu para o avanço dos preços em abril; CVCS variou 0,44% no mês]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;O custo de vida desacelerou em abril na Regi&amp;atilde;o Metropolitana de S&amp;atilde;o Paulo (RMSP), embora siga pressionado. De acordo com a &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/"&gt;&lt;strong&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;, houve desacelera&amp;ccedil;&amp;atilde;o em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o a mar&amp;ccedil;o, quando o &amp;iacute;ndice havia avan&amp;ccedil;ado 0,72%. Contudo, o custo de vida segue pressionado, acumulando alta de 4,92% em 12 meses. Al&amp;eacute;m disso, o reajuste sazonal dos medicamentos contribuiu para a alta de 0,44% do custo de vida no m&amp;ecirc;s. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Segundo a Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, o resultado refor&amp;ccedil;a um cen&amp;aacute;rio de infla&amp;ccedil;&amp;atilde;o menos concentrada em choques sazonais e mais influenciada por press&amp;otilde;es estruturais relacionadas &amp;agrave;s varia&amp;ccedil;&amp;otilde;es nos combust&amp;iacute;veis, al&amp;eacute;m dos custos log&amp;iacute;sticos e dos servi&amp;ccedil;os de sa&amp;uacute;de.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O custo de vida na RMSP &amp;eacute; acompanhado mensalmente pelo &amp;iacute;ndice &lt;strong&gt;Custo de Vida por Classe Social (CVCS)&lt;/strong&gt;, produzido pela FecomercioSP. O indicador &amp;eacute; composto pelo &amp;Iacute;ndice de Pre&amp;ccedil;os do Varejo (IPV) e pelo &amp;Iacute;ndice de Pre&amp;ccedil;os de Servi&amp;ccedil;os (IPS) e avalia a varia&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos pre&amp;ccedil;os de produtos e servi&amp;ccedil;os em oito categorias que mais impactam o or&amp;ccedil;amento familiar. No quarto m&amp;ecirc;s do ano, nenhum dos itens avaliados apresentou decr&amp;eacute;scimo.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;[Tabela 1]&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Custo de Vida (segmentos) &amp;mdash; abril/2026&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Fonte: IBGE&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&amp;nbsp;Elabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o: FecomercioSP&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;img src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/fc6afedc2fe69d18de5b218e79ac02193625f6a7.png" style="width: 733px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mesmo com a desacelera&amp;ccedil;&amp;atilde;o do &amp;iacute;ndice geral, a Entidade adverte que o quadro segue preocupante, especialmente porque os grupos que continuam pressionando a infla&amp;ccedil;&amp;atilde;o, como alimentos e transportes &amp;mdash; este &amp;uacute;ltimo ainda afetado pelo petr&amp;oacute;leo acima dos US$ 100, que mant&amp;eacute;m os combust&amp;iacute;veis pressionados &amp;mdash;, t&amp;ecirc;m peso importante no or&amp;ccedil;amento das fam&amp;iacute;lias. Isso sugere a manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um ambiente de custo de vida elevado nos pr&amp;oacute;ximos meses.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Medicamentos lideram press&amp;atilde;o sobre o or&amp;ccedil;amento&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O reajuste nos pre&amp;ccedil;os dos medicamentos levou o grupo de sa&amp;uacute;de a avan&amp;ccedil;ar 1,56% no quarto m&amp;ecirc;s do ano. O segmento respondeu, sozinho, por cerca de 0,20 ponto porcentual (p.p.) para o resultado geral. As maiores influ&amp;ecirc;ncias vieram dos aumentos nos pre&amp;ccedil;os de antibi&amp;oacute;ticos (4,6%), horm&amp;ocirc;nios (4,4%), anti-inflamat&amp;oacute;rios e antirreum&amp;aacute;ticos (3,8%) e analg&amp;eacute;sicos e antit&amp;eacute;rmicos (3,5%). Al&amp;eacute;m desses itens, outros produtos farmac&amp;ecirc;uticos tamb&amp;eacute;m registraram altas disseminadas no m&amp;ecirc;s.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;As fam&amp;iacute;lias de menor renda, em especial as pertencentes &amp;agrave; classe E, foram as mais impactadas, com varia&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 2%.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Alimentos e combust&amp;iacute;veis mant&amp;ecirc;m custo de vida elevado&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Outro grupo importante para o or&amp;ccedil;amento familiar, o de alimentos e bebidas, apresentou varia&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 0,48%. O resultado foi influenciado pela alta dos cortes bovinos (como costela, contrafil&amp;eacute;, ch&amp;atilde; de dentro, patinho e alcatra), al&amp;eacute;m de produtos in natura, como tomate, cenoura, alho, cebola e frutas.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;De acordo com a FecomercioSP, o movimento reflete o encarecimento recente da arroba bovina, que continua sendo repassado ao consumidor final. Ao mesmo tempo, o aumento dos custos log&amp;iacute;sticos, estimulado pelos combust&amp;iacute;veis, contribuiu para manter os alimentos pressionados nos supermercados.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O ponto positivo &amp;eacute; que a arroba vem registrando quedas sequenciais. Contudo, esse movimento ainda deve levar alguns meses para chegar ao consumidor final.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Queda nas passagens a&amp;eacute;reas ameniza &amp;iacute;ndice&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Influenciado pela queda nos pre&amp;ccedil;os das passagens a&amp;eacute;reas, que registraram retra&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 11,9%, o grupo de transportes variou 0,18%. A redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o nos pre&amp;ccedil;os dos t&amp;iacute;quetes ajudou a conter um avan&amp;ccedil;o mais intenso do grupo frente &amp;agrave; alta dos combust&amp;iacute;veis. A gasolina, por exemplo, subiu 1,8%, enquanto o &amp;oacute;leo diesel avan&amp;ccedil;ou 3,1%.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No entanto, a FecomercioSP chama a aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o para o fato de que essa redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o ocorreu mais por uma quest&amp;atilde;o metodol&amp;oacute;gica do Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&amp;iacute;stica (IBGE) do que por um al&amp;iacute;vio efetivo nos custos das fam&amp;iacute;lias. Isso acontece porque a capta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de pre&amp;ccedil;os das passagens a&amp;eacute;reas &amp;eacute; realizada cerca de dois meses antes do m&amp;ecirc;s de refer&amp;ecirc;ncia. Assim, os reajustes ocorridos em abril, principalmente ap&amp;oacute;s os aumentos expressivos do querosene de avia&amp;ccedil;&amp;atilde;o, ainda n&amp;atilde;o foram capturados integralmente pelo &amp;iacute;ndice corrente.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Dessa forma, o reflexo mais intenso desse encarecimento dever&amp;aacute; aparecer nos indicadores de junho e julho. Segundo a Entidade, como os combust&amp;iacute;veis continuaram pressionando o or&amp;ccedil;amento da popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o, o arrefecimento observado no m&amp;ecirc;s n&amp;atilde;o representa, necessariamente, um al&amp;iacute;vio efetivo para o consumidor.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;[Tabela 2]&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Custo de Vida por Classe Social &amp;mdash; abril/2026&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Fonte: IBGE&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&amp;nbsp;Elabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o: FecomercioSP&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;img src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/0639d2a5b3ae2ded5bbb36d93d8ffbc3e7633a0e.png" style="width: 733px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/em&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Fam&amp;iacute;lias de menor renda sentem mais os efeitos&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Quando se observa o impacto do custo de vida entre as classes sociais, o CVCS mostra que a alta mensal ficou disseminada entre os grupos, embora com diferen&amp;ccedil;as na composi&amp;ccedil;&amp;atilde;o. As classes D e A registraram as maiores varia&amp;ccedil;&amp;otilde;es mensais, ambas pr&amp;oacute;ximas de 0,45%, enquanto a classe B apresentou alta mais moderada, de aproximadamente 0,42%. Entre as fam&amp;iacute;lias de menor renda, os maiores efeitos vieram dos grupos sa&amp;uacute;de, habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o e alimenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;J&amp;aacute; entre as fam&amp;iacute;lias de renda mais elevada, chamaram a aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o as press&amp;otilde;es mais intensas nos grupos alimenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o (0,48%), artigos do lar (0,47%) e comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o (0,28%). No acumulado de 12 meses, por&amp;eacute;m, as classes de menor renda seguem enfrentando infla&amp;ccedil;&amp;atilde;o mais elevada: a classe E acumula alta de 5,4%, ao passo que a classe D, de 5,32% &amp;mdash; ante 4,75% da classe A e 4,52% da classe B.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;[Tabela 3]&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Custo de Vida por Classe Social &amp;mdash; 12 meses&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Fonte: IBGE&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&amp;nbsp;Elabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o: FecomercioSP&lt;/em&gt;&amp;nbsp;&lt;img src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/79f63aa8e8f248e421d0feee14bac0286a2c04af.png" style="width: 733px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Al&amp;eacute;m dos segmentos citados, vestu&amp;aacute;rio (0,37%), comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o (0,28%) e habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o (0,14%) tamb&amp;eacute;m apontaram alta no quarto m&amp;ecirc;s do ano.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&amp;Iacute;ndice de Pre&amp;ccedil;os do Varejo (IPV)&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Em abril, o IPV apontou alta de 0,68%, acumulando avan&amp;ccedil;o de 2,88% no ano e de 3,29% em 12 meses. Entre os oito grupos que comp&amp;otilde;em o indicador, dois encerraram o quarto m&amp;ecirc;s do ano com varia&amp;ccedil;&amp;otilde;es negativas: habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o (-0,13%) e educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o (-0,03%).&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Quando se avalia o IPV por estratos de renda, observa-se que as classes menos abastadas percebem de forma mais intensa o aumento nos pre&amp;ccedil;os dos produtos em compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o com as fam&amp;iacute;lias de maior poder aquisitivo. Para as classes D e E, as varia&amp;ccedil;&amp;otilde;es mensais foram de 0,84% e 0,80%, respectivamente. J&amp;aacute; para as classes A e B, os avan&amp;ccedil;os foram mais moderados, de 0,54% e 0,55%.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;[Tabela 4]&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&amp;Iacute;ndices: IPV, IPS e CVCS &amp;mdash; abril/12 meses (2026)&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Fonte: IBGE&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&amp;nbsp;Elabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o: FecomercioSP\&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;img src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/bec88ddee953d39228b189b7169f8259bc081393.png" style="width: 733px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/em&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&amp;Iacute;ndice de Pre&amp;ccedil;os de Servi&amp;ccedil;os (IPS)&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O IPS assinalou avan&amp;ccedil;o de 0,18% em abril, acumulando alta de 2,16% no ano e de 5,97% nos &amp;uacute;ltimos 12 meses. Dentre os oito grupos que comp&amp;otilde;em o indicador, apenas o de transportes encerrou o quarto m&amp;ecirc;s do ano com varia&amp;ccedil;&amp;atilde;o negativa, de -0,82%.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Quando se observa o IPS por estratos de renda, nota-se que as classes de maior poder aquisitivo sentiram de forma mais intensa o aumento nos pre&amp;ccedil;os dos servi&amp;ccedil;os. Para as classes A e B, as varia&amp;ccedil;&amp;otilde;es mensais foram de 0,38% e 0,31%, respectivamente. J&amp;aacute; para as classes D e E, os &amp;iacute;ndices registraram retra&amp;ccedil;&amp;atilde;o de -0,12% e -0,10%.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Mon, 15 Jun 2026 15:59:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Pesquisas]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Percentual de famílias paulistanas endividadas atinge maior nível em quase quatro anos]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/noticia/percentual-de-familias-paulistanas-endividadas-atinge-maior-nivel-em-quase-quatro-anos</link><description>&lt;![CDATA[São 3,3 milhões de lares com algum tipo de dívida e 946,7 mil famílias inadimplentes na capital]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;Quase oito em cada dez famílias paulistanas (74,2%) estavam endividadas em maio – o maior nível em quatro anos, mostra a &lt;strong&gt;Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC)&lt;/strong&gt;, da &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/"&gt;&lt;strong&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;. A taxa era de 72,9% em abril de 2026 e, no mesmo mês do ano passado, estava em 71,2%.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Hoje, em números absolutos, são 3,33 milhões de lares na capital paulista com algum tipo de dívida [gráfico 1].&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;[GRÁFICO 1]&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC)&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;12 meses&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Fonte:&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;FecomercioSP&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;img src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/d97439673288706d6f8a81fcd5330e3ee621b081.png" style="width: 733px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/strong&gt;Os dados indicam que as famílias seguem recorrendo ao crédito para manter o padrão de consumo, diante de um cenário de inflação que segue próxima do teto da meta estabelecida pelo Banco Central, pressionando o orçamento doméstico.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Apesar da alta do endividamento, a parcela média da renda comprometida com dívidas recuou novamente, passando de 26,5% em abril para 26,1% em maio, um dos menores níveis da série histórica recente. À primeira vista, isso representa um aspecto positivo, indicando que o avanço do crédito ainda não está pressionando excessivamente o orçamento doméstico. Por outro lado, o cenário também sugere que parte das famílias tem utilizado crédito de menor valor e prazo mais curto para financiar despesas correntes do dia a dia, diante de uma renda menos suficiente para absorver todos os gastos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Sobre os índices de inadimplência, o mercado de trabalho e o aumento da renda seguem evitando um descontrole. Em maio, 21,1% das famílias paulistanas declararam ter contas em atraso, estável em relação a abril (21,0%) e 0,6 p.p. abaixo do apurado em maio do ano passado, quando 21,7% das famílias estavam inadimplentes. Além disso, 8,9% das famílias afirmaram que não terão condições de pagar as contas no próximo mês, também praticamente estável em relação ao mês anterior e ao mesmo período de 2025.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A tendência no curto prazo, assim, é de manutenção do endividamento em patamar elevado e de uma leve piora da inadimplência ao longo dos próximos meses, embora ainda dentro de níveis considerados razoáveis.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A conjuntura ainda está distante de uma crise, mas a combinação de endividamento em máxima histórica recente, atrasos mais longos, expansão do crédito de curto prazo e pressão inflacionária persistente merece atenção. Qualquer enfraquecimento do mercado de trabalho pode acelerar essa deterioração.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Cartão de crédito como fator de endividamento&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O avanço do endividamento cresceu em todas as faixas de renda. Entre as famílias que ganham até dez salários mínimos, o percentual daquelas que têm dívidas subiu de 76,3% para 77,5%. Já entre as de renda superior a dez salários mínimos, a alta foi de 63,1% para 64,6%.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O cartão de crédito segue como a principal modalidade de dívidas, citada por oito em cada dez famílias (79,3%), seguida pelo financiamento da casa [gráfico 2].&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;[GRÁFICO 2]&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Modalidades de dívidas das famílias paulistanas&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Maio de 2026&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Fonte:&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&amp;nbsp;FecomercioSP&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;img src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/5fa35ca4f4ba25a57376da030616eee87b95b78e.png" style="width: 733px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/em&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O tempo de comprometimento de renda com dívidas no prazo de até três meses subiu para 34,3% em maio, acima dos 33,6% de abril e dos 27,7% registrados no mesmo período do ano passado [gráfico 3]. Esse é um movimento típico do cartão de crédito, modalidade de curto prazo que foi escolhida pelos endividados e corrobora o diagnóstico de que as famílias estão recorrendo ao crédito para manter padrão de consumo. Já no prazo de até um ano, o índice passou de 34,3% para 34,5% e segue bem abaixo dos 40,4% registrados no mesmo período do ano passado — perfil associado a financiamentos de maior duração, como os de imóveis e veículos.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;[GRÁFICO 3]&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Tempo de comprometimento com dívida&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Maio de 2026&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Fonte&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;: FecomercioSP&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;img src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/963cc6dcc2ff9db20907d742f06c1935dd168c86.png" style="width: 733px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A Entidade avalia que as medidas do Desenrola 2.0 do governo federal têm eficácia limitada, por ser paliativa. Os descontos ajudam quem já tem alguma capacidade de pagamento, mas não resolvem a situação de quem simplesmente não consegue pagar. A eventual liberação do FGTS pode oferecer um alívio pontual, mas não combate o problema na raiz. Segundo a Federação, o caminho mais efetivo passa pela redução dos juros cobrados ao consumidor, pela ampliação da educação financeira e por políticas que garantam a sustentação da renda de forma consistente.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Thu, 11 Jun 2026 11:13:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Pesquisas]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Faturamento do Comércio deve crescer 2,1% em junho, impulsionado pelo Dia dos Namorados]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/noticia/faturamento-do-comercio-deve-crescer-2-1-em-junho-impulsionado-pelo-dia-dos-namorados</link><description>&lt;![CDATA[Projeção é que os segmentos mais afetados pela data faturem cerca de R$ 78,6 bilhões no período; R$ 1,6 bilhão a mais em comparação com junho de 2025]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;Estimuladas pelo Dia dos Namorados e eventos festivos, as vendas do com&amp;eacute;rcio paulista devem crescer 2,1% em junho. De acordo com proje&amp;ccedil;&amp;atilde;o da&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/"&gt;&amp;nbsp;&lt;/a&gt;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/"&gt;&lt;strong&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;, a expectativa &amp;eacute; que o faturamento das cinco atividades mais impactadas pela data atinja cerca de &lt;strong&gt;R$ 78,6 bilh&amp;otilde;es&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;no m&amp;ecirc;s, &lt;strong&gt;R$ 1,6 bilh&amp;atilde;o&lt;/strong&gt; a mais em compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o com o mesmo per&amp;iacute;odo do ano passado. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O Dia dos Namorados &amp;eacute; uma das principais datas comemorativas do primeiro semestre em termos de movimenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o econ&amp;ocirc;mica para o com&amp;eacute;rcio, e, ap&amp;oacute;s um in&amp;iacute;cio de ano fraco para o setor, o momento &amp;eacute; de oportunidade de alavancar as vendas [tabela 1].&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;[TABELA 1]&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Proje&amp;ccedil;&amp;atilde;o de vendas dos segmentos do varejo mais sens&amp;iacute;veis ao Dia dos Namorados&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Estado de S&amp;atilde;o Paulo &amp;mdash; junho de 2026&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;/strong&gt; FecomercioSP&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;img src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/94885916e7d71523c906c493036955e86cd90186.png" style="width: 733px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Segundo a FecomercioSP, embora a economia brasileira esteja passando por um processo de desacelera&amp;ccedil;&amp;atilde;o frente a um cen&amp;aacute;rio marcado por juros altos e fam&amp;iacute;lias endividadas com n&amp;iacute;vel de inadimpl&amp;ecirc;ncia em alta, as expectativas otimistas podem ser explicadas pelo aumento de renda e do mercado de trabalho formal. Essa conjuntura significa que h&amp;aacute; um contingente maior de pessoas com capacidade de consumir. Al&amp;eacute;m disso, eventos como a Copa do Mundo e as festas juninas, que tamb&amp;eacute;m ocorrem durante o m&amp;ecirc;s, ajudam a explicar o cen&amp;aacute;rio mais favor&amp;aacute;vel. &lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Farm&amp;aacute;cias e perfumarias devem liderar crescimento, com alta de 4,8% nas vendas&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o acredita que, apesar de o crescimento previsto para junho parecer t&amp;iacute;mido, &amp;eacute; preciso considerar a forte base de compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o do ano anterior. Al&amp;eacute;m disso, as cinco atividades consideradas no levantamento devem apresentar alta do faturamento em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao mesmo per&amp;iacute;odo do ano passado.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A proje&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; que as vendas das farm&amp;aacute;cias e perfumarias cres&amp;ccedil;am 4,8%, refletindo a din&amp;acirc;mica recente de forte expans&amp;atilde;o do setor e a prefer&amp;ecirc;ncia pela compra de produtos de beleza, cosm&amp;eacute;ticos e autocuidado na hora de presentear no Dia dos Namorados.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;As lojas de vestu&amp;aacute;rios, tecidos e cal&amp;ccedil;ados, outro segmento muito escolhido na ocasi&amp;atilde;o, devem avan&amp;ccedil;ar 3,5%, o que significa R$ 400 milh&amp;otilde;es a mais do que o apurado um ano atr&amp;aacute;s. Diante da concorr&amp;ecirc;ncia com a Copa do Mundo, &amp;eacute; importante que o empres&amp;aacute;rio esteja atento &amp;agrave; forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos estoques, j&amp;aacute; que pode haver uma mudan&amp;ccedil;a no perfil do presente deste ano, com a prefer&amp;ecirc;ncia por camisas de sele&amp;ccedil;&amp;otilde;es entre outros artigos esportivos ou relacionados ao evento.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A tradi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de jantares e celebra&amp;ccedil;&amp;otilde;es a dois incentivam o crescimento dos supermercados, com expectativa de alta de 1,3%. O grupo sofrer&amp;aacute; o segundo maior impacto monet&amp;aacute;rio sobre o total geral, j&amp;aacute; que apresenta o maior faturamento entre as atividades.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O contexto de juros elevados e de fam&amp;iacute;lias endividadas, somado &amp;agrave;s incertezas econ&amp;ocirc;micas, acaba refletindo negativamente na venda de bens dur&amp;aacute;veis, j&amp;aacute; que a compra depende do cr&amp;eacute;dito e do comprometimento da renda por v&amp;aacute;rios meses. Dessa forma, as atividades de eletrodom&amp;eacute;sticos, eletr&amp;ocirc;nicos e lojas de departamentos (0,3%) e as lojas de m&amp;oacute;veis e decora&amp;ccedil;&amp;atilde;o (0,7%) devem apresentar as menores taxas de crescimento no m&amp;ecirc;s.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Wed, 10 Jun 2026 13:04:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Pesquisas]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Confiança do consumidor paulistano caiu, mas expectativas sustentaram algum otimismo em maio]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/noticia/confianca-do-consumidor-paulistano-caiu-mas-expectativas-sustentaram-algum-otimismo-em-maio</link><description>&lt;![CDATA[Compras a longo prazo recuam com juros altos, mas renda e emprego aquecidos mantêm o consumo acima da linha do otimismo]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;O consumidor paulistano segue relativamente confiante com o futuro, mas j&amp;aacute; come&amp;ccedil;a a dar sinais de que as contas dom&amp;eacute;sticas est&amp;atilde;o mais pressionadas no presente. &lt;strong&gt;O &amp;Iacute;ndice de Confian&amp;ccedil;a do Consumidor (ICC), da&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/"&gt;&lt;strong&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;,&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;recuou 0,4% em maio, para 120,6 pontos, ante os 121,1 pontos de abril. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o com o mesmo m&amp;ecirc;s de 2025, o &amp;iacute;ndice, por outro lado, registra avan&amp;ccedil;o de 7,9%, sinalizando que a confian&amp;ccedil;a permanece em n&amp;iacute;vel elevado, embora com sinais de acomoda&amp;ccedil;&amp;atilde;o no ciclo do consumo [gr&amp;aacute;fico 1].&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;[GR&amp;Aacute;FICO 1]&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&amp;Iacute;ndice de Confian&amp;ccedil;a do Consumidor (ICC)&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;S&amp;eacute;rie hist&amp;oacute;rica (13 meses)&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Fonte: FecomercioSP&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; text-align: center; font: 10.0px Arial; color: #000000;"&gt;&lt;img src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/5a8bfb0be411e46ba590ce57e384b0cc3f41867b.png" style="width: 733px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p id="isPasted"&gt;Na leitura da FecomercioSP, para entender essa conjuntura, &amp;eacute; preciso olhar para o ambiente econ&amp;ocirc;mico atual. A taxa b&amp;aacute;sica de juros (Selic) est&amp;aacute; em 14,5% ao ano, o que torna o cr&amp;eacute;dito mais caro e dificulta compras parceladas e financiadas. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Al&amp;eacute;m disso, a infla&amp;ccedil;&amp;atilde;o, em especial no setor de Servi&amp;ccedil;os, segue pressionada, com proje&amp;ccedil;&amp;otilde;es de mercado pr&amp;oacute;ximas de 4,9% para 2026, acima do centro da meta. Esse cen&amp;aacute;rio faz com que o consumidor fique mais seletivo &amp;mdash; ele n&amp;atilde;o para de consumir, mas come&amp;ccedil;a a planejar melhor, comparar pre&amp;ccedil;os com mais frequ&amp;ecirc;ncia e adiar compras de valor mais alto.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O ICC &amp;eacute; formado por dois sub&amp;iacute;ndices, cujas leituras foram opostas em maio. O &lt;strong&gt;&amp;Iacute;ndice das Condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es Econ&amp;ocirc;micas Atuais (ICEA)&lt;/strong&gt;, que mede como o consumidor avalia a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o econ&amp;ocirc;mica presente, caiu de 119,1 pontos, em abril, para 112,4 pontos, em maio &amp;mdash; retra&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 5,6% no m&amp;ecirc;s, sinalizando que as fam&amp;iacute;lias est&amp;atilde;o avaliando condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es financeiras moment&amp;acirc;neas com mais inseguran&amp;ccedil;a. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;J&amp;aacute; &lt;strong&gt;o &amp;Iacute;ndice de Expectativas do Consumidor (IEC)&lt;/strong&gt;, que capta as perspectivas para o futuro pr&amp;oacute;ximo, subiu de 122,4 pontos no m&amp;ecirc;s anterior para 126 pontos, alta de 2,9% no m&amp;ecirc;s e de 7,5% em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o a maio do ano anterior. O resultado aponta que o paulistano ainda acredita que os pr&amp;oacute;ximos meses ser&amp;atilde;o melhores, mas est&amp;aacute; mais incerto com o que vive agora [gr&amp;aacute;fico 2].&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;[GR&amp;Aacute;FICO 2]&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&amp;Iacute;ndice das Condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es Econ&amp;ocirc;micas Atuais (ICEA)&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;e de Expectativas do Consumidor (IEC)&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;S&amp;eacute;rie hist&amp;oacute;rica (13 meses)&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Fonte: FecomercioSP&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Arial; color: #000000; min-height: 14.0px;"&gt;&lt;img src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/acad6bb5f7f36fb3da3d257b8df78c8dcc54fe68.png" style="width: 733px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p id="isPasted"&gt;&lt;strong&gt;Pessimismo &amp;eacute; mais intenso entre mais velhos&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A queda do ICEA foi mais intensa entre consumidores com 35 anos ou mais (-7,3% no m&amp;ecirc;s), fam&amp;iacute;lias com renda de dez sal&amp;aacute;rios m&amp;iacute;nimos ou mais (-7%) e mulheres (-6%), grupos que costumam ser mais resilientes financeiramente e que, agora, refletem com mais for&amp;ccedil;a a press&amp;atilde;o das contas no curto prazo. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No campo das expectativas, no IEC, por&amp;eacute;m, foram justamente os jovens com menos de 35 anos (5,8%), as mulheres (4,9%) e as fam&amp;iacute;lias de maior renda (5%) os mais otimistas com o futuro, o que sugere que esses grupos antecipam algum al&amp;iacute;vio &amp;agrave; frente, ainda que no presente estejam mais apertados financeiramente. No ICC geral, o contraste por faixa et&amp;aacute;ria tamb&amp;eacute;m chama a aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Consumidores com menos de 35 anos registraram alta de 1,6% no m&amp;ecirc;s, enquanto os com 35 anos ou mais recuaram 3,8%.&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Um fator que pode estar contribuindo para sustentar as expectativas &amp;eacute; o novo Desenrola Brasil, programa que oferece descontos de at&amp;eacute; 90% em d&amp;iacute;vidas de cart&amp;atilde;o de cr&amp;eacute;dito, cheque especial e cr&amp;eacute;dito pessoal. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A FecomercioSP observa que o programa pode melhorar a percep&amp;ccedil;&amp;atilde;o futura das fam&amp;iacute;lias sobre a pr&amp;oacute;pria reorganiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o financeira, mas seus efeitos concretos sobre o consumo devem ser graduais e dependem da ades&amp;atilde;o efetiva, das condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es oferecidas pelas institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es financeiras e da real capacidade familiar de pagamento.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Inten&amp;ccedil;&amp;atilde;o de consumo acumula terceira queda consecutiva&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Esse mesmo movimento de acomoda&amp;ccedil;&amp;atilde;o gradual tamb&amp;eacute;m &amp;eacute; mensurado pela &lt;strong&gt;Inten&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Consumo das Fam&amp;iacute;lias (ICF)&lt;/strong&gt;, indicador mensurado mensalmente pela FecomercioSP que mede a disposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos lares para consumir. Em maio, recuou 0,2%, para 113,2 pontos &amp;mdash; a terceira queda consecutiva na margem &amp;mdash;, mas segue com alta de 8,6% em compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o com o mesmo per&amp;iacute;odo do ano passado e acima dos 100 pontos, limiar que indica predisposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao consumo [gr&amp;aacute;fico 3].&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;[GR&amp;Aacute;FICO 3]&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&amp;Iacute;ndice de Inten&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Consumo das Fam&amp;iacute;lias (ICF)&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;S&amp;eacute;rie hist&amp;oacute;rica (13 meses)&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Fonte: FecomercioSP&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; text-align: center; font: 10.0px Arial; color: #000000;"&gt;&lt;em&gt;&lt;img src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/2fa2458da3141927cea6e1c7c5613b596852360a.png" style="width: 733px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; text-align: center; font: 10.0px Arial; color: #000000; min-height: 11.0px;"&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p id="isPasted"&gt;Na an&amp;aacute;lise da Entidade, o mercado de trabalho aquecido &amp;eacute; o principal fator que mant&amp;eacute;m o ICF positivo. O componente emprego atual avan&amp;ccedil;ou 2,6% no m&amp;ecirc;s, atingindo 142,4 pontos, ao passo que a renda atual subiu 0,9%, para 140,3 pontos, os dois maiores patamares entre todos os itens do indicador. Isso significa que, em grande parte, os paulistanos ainda t&amp;ecirc;m emprego e percebem renda, o que mant&amp;eacute;m o consumo ativo mesmo num ambiente mais restritivo.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O problema est&amp;aacute; onde os juros afetam mais as fam&amp;iacute;lias: nas compras a prazo. O componente momento para dur&amp;aacute;veis, que mede a disposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o para adquirir bens como geladeiras, televisores e autom&amp;oacute;veis (geralmente comprados de forma parcelada), caiu 5,8% no m&amp;ecirc;s e chegou a 80,9 pontos &amp;mdash; na faixa do pessimismo. O acesso ao cr&amp;eacute;dito, por sua vez, tamb&amp;eacute;m recuou 1% no m&amp;ecirc;s, para 112,1 pontos. Os dois movimentos s&amp;atilde;o consequ&amp;ecirc;ncia direta da taxa Selic alta, que encarece o parcelamento e reduz o interesse por compras de maior valor.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na an&amp;aacute;lise por faixa de renda, as fam&amp;iacute;lias com at&amp;eacute; dez sal&amp;aacute;rios m&amp;iacute;nimos registraram alta de 10,2% no ICF, na compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o anual, sustentadas pelo emprego e pela renda ainda em expans&amp;atilde;o. Entre as fam&amp;iacute;lias de renda mais alta, o avan&amp;ccedil;o foi mais modesto, de 4,5% no mesmo per&amp;iacute;odo, acompanhado de mais cautela quanto &amp;agrave;s compras n&amp;atilde;o essenciais e que podem ser postergadas.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Impactos sobre o varejo&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O resultado de maio aponta para uma mudan&amp;ccedil;a no perfil do consumo, mas n&amp;atilde;o para uma revers&amp;atilde;o. O consumidor paulistano n&amp;atilde;o abandonou as compras, por&amp;eacute;m passou a ser mais cauteloso, mais atento a pre&amp;ccedil;os e mais seletivo. Esse padr&amp;atilde;o &amp;eacute; t&amp;iacute;pico de uma fase de acomoda&amp;ccedil;&amp;atilde;o do ciclo econ&amp;ocirc;mico: o consumo n&amp;atilde;o recua de forma abrupta, mas perde intensidade e se concentra em itens essenciais e de menor comprometimento financeiro.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para o varejo, a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o pede mais precis&amp;atilde;o estrat&amp;eacute;gica. Segmentos que dependam de cr&amp;eacute;dito e parcelamento, como eletrodom&amp;eacute;sticos, eletr&amp;ocirc;nicos e ve&amp;iacute;culos, devem continuar se deparando com mais volatilidade na demanda, enquanto setores ligados a conveni&amp;ecirc;ncia, servi&amp;ccedil;os essenciais e itens do dia a dia tendem a se sair melhor. O varejista que apostar em pol&amp;iacute;tica de pre&amp;ccedil;os bem calibrada, promo&amp;ccedil;&amp;otilde;es direcionadas e comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o clara de valor estar&amp;aacute; mais bem posicionado para passar por esse per&amp;iacute;odo de acomoda&amp;ccedil;&amp;atilde;o do consumo.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O &lt;strong&gt;Panorama do Com&amp;eacute;rcio&lt;/strong&gt; de junho traz algumas orienta&amp;ccedil;&amp;otilde;es sobre como adotar estrat&amp;eacute;gias para esse momento. Clique &lt;a href="https://drive.google.com/file/d/156biVUoLRM5dOR2CJz9hwDVhN6QRUKae/view"&gt;&lt;strong&gt;aqui&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; para fazer o download.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Tue, 09 Jun 2026 09:21:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Pesquisas]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Itens mais buscados para assistir jogos da Copa estão mais favoráveis do que no Mundial de 2022]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/noticia/itens-mais-buscados-para-assistir-jogos-da-copa-estao-mais-favoraveis-do-que-no-mundial-de-2022</link><description>&lt;![CDATA[Cesta de churrasco cresceu 3,1%; cenário menos inflacionado é mais propício a reunir amigos e familiares para celebrar os jogos em comparação com a última edição do torneio, realizada no Qatar]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;Aqueles que pretendem reunir amigos e familiares para acompanhar os jogos em casa perceberão que o cenário de preços está mais favorável, em comparação com as vésperas da Copa do Qatar, em 2022. Segundo levantamento da &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/"&gt;&lt;strong&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;, elaborado com base em itens selecionados do IPCA, do IBGE, a alta média da &lt;strong&gt;cesta de produtos de churrasco,&lt;/strong&gt; nos últimos 12 meses, é de &lt;strong&gt;3,1%&lt;/strong&gt; até abril, enquanto na última edição era de 12,54% [tabela 1].&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;[TABELA 1]&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Inflação Cesta Copa do Mundo&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Acumulado em 12 meses até abril&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Fonte: IBGE/FecomercioSP&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;img src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/4795d08f7da84ed73b2e911a845c84071de220dc.png" style="width: 733px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;De acordo com a FecomercioSP, o quadro é considerado positivo para os consumidores, sem pressões estruturais e generalizadas sobre o preço. Isso permite que os brasileiros possam aproveitar a Copa do Mundo de 2026 com mais tranquilidade, seja para reunir pessoas próximas para um churrasco, seja para investir em equipamentos para acompanhar os jogos com mais conforto.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Aumento nos itens mais consumidos&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Dentre os itens da &lt;strong&gt;cesta do churrasco&lt;/strong&gt;, os que apontaram os maiores aumentos foram a cebola (14,19%), o tempero misto (9,6%) e as carnes (7,45%). Além disso, as bebidas mais consumidas durante os jogos também registraram alta, como a cerveja (5,1%), o refrigerante e a água mineral (5,59%). &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Por outro lado, alguns produtos importantes para o churrasco sofreram queda nos preços, o que ajudou a conter a inflação média da cesta. Os principais foram o alho (-26,31%), o tomate (-7,83%), as aves e os ovos (-5,46%).&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na comparação com as vésperas da Copa de 2022, é possível observar uma situação &lt;strong&gt;menos pressionada&lt;/strong&gt;, já que os produtos como a cebola acumulavam inflação de 151,76%, enquanto a maionese subia 30,64% e os panificados avançavam 20,55%.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No segmento de eletroeletrônicos, os televisores acumulam queda média de 2,93%, nos preços nos últimos 12 meses até abril, enquanto os aparelhos de som recuaram 0,46%. Contudo, o custo médio de conserto de televisores apresentou alta de 7,87%, indicando que os consumidores podem optar pela manutenção de aparelhos antigos em vez da compra de um modelo novo.&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Orientação da FecomercioSP&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mesmo com os preços mais favoráveis, a Federação recomenda que a compra de eletrônicos seja feita com antecedência, especialmente pelo estoque, pelo prazo de entrega, pela instalação e pelos testes dos equipamentos. A orientação vale tanto para residências quanto para bares e restaurantes, que tradicionalmente ampliam a estrutura para a transmissão dos jogos.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A Entidade também ressalta que os preços representam médias apuradas pelo IBGE e podem variar conforme região, estabelecimento, marca e promoções. Por isso, é importante que o consumidor pesquise preços e, principalmente, antecipe as compras, já que a tendência é de aumento na procura nos dias anteriores aos jogos da Seleção Brasileira, o que pode gerar filas, dificuldade para encontrar determinados produtos e até falta pontual de estoque de carnes, bebidas e itens específicos para churrasco.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Mon, 01 Jun 2026 14:51:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Pesquisas]]</category></item></channel></rss>
