<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" version="2.0"><channel><title>&lt;![CDATA[Empresas - Legislação - FecomercioSP]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/noticias/legislacao/empresas</link><description>&lt;![CDATA[]]</description><lastBuildDate>Sat, 11 Apr 2026 10:24:17 -0300</lastBuildDate><language>pt-br</language><image><title>&lt;![CDATA[Empresas - Legislação - FecomercioSP]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/noticias/legislacao/empresas</link><url>https://www.fecomercio.com.br/assets/img/fecomercio-sp-image-share.jpg</url></image><category>&lt;![CDATA[Legislação]]</category><category>&lt;![CDATA[Empresas]]</category><item><title>&lt;![CDATA[IRPF 2026: confira as mudanças na declaração que podem gerar economia de tempo e dinheiro]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/noticia/irpf-2026-confira-as-mudancas-na-declaracao-que-podem-gerar-economia-de-tempo-e-dinheiro</link><description>&lt;![CDATA[Edição de abril do boletim ‘Tome Nota’ traz novidades que todo empresário — e contador — precisa saber para não cair na malha fina]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;Todo ano &amp;eacute; a mesma correria: maio chega e a Declara&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Imposto de Renda da Pessoa F&amp;iacute;sica (DIRPF) vira um pesadelo log&amp;iacute;stico. Mas 2026 traz novidades que podem aliviar o caminho do contribuinte. O boletim &lt;strong&gt;Tome Nota&lt;/strong&gt; de abril conta todas as mudan&amp;ccedil;as que prometem agilizar a conclus&amp;atilde;o do processo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A Receita Federal atualizou os limites de obrigatoriedade. Agora, quem recebeu rendimentos tribut&amp;aacute;veis acima de R$ 35.584 (antes, era de R$ 33.888) ou teve receita bruta da atividade rural superior a R$ 177.920 (antes, era de R$ 169.440) precisa declarar. Parece pouco, mas faz diferen&amp;ccedil;a na hora de separar quem entra ou n&amp;atilde;o no funil.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A grande virada, por&amp;eacute;m, est&amp;aacute; na declara&amp;ccedil;&amp;atilde;o pr&amp;eacute;-preenchida. Pela primeira vez, ela contempla quem operou em renda vari&amp;aacute;vel. A partir de agora, investidores na bolsa t&amp;ecirc;m dados autom&amp;aacute;ticos. E o aplicativo Meu Imposto de Renda ganhou alertas inteligentes para erros comuns de preenchimento. Menos dor de cabe&amp;ccedil;a e mais tempo para o que realmente gera dinheiro.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lab.fecomercio.com.br/conteudos/tome-nota/irpf-2026-confira-as-mudancas-na-declaracao-que-podem-gerar-economia-de-tempo-e-dinheiro/" target="_blank" rel="noopener noreferrer" class="botao"&gt;Baixe gratuitamente o boletim Tome Nota de abril&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Direito da mulher&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Enquanto isso, no campo jur&amp;iacute;dico-trabalhista, o Supremo Tribunal Federal (STF) acaba de criar uma jurisprud&amp;ecirc;ncia que impacta diretamente os neg&amp;oacute;cios.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Com o aumento alarmante dos casos de viol&amp;ecirc;ncia dom&amp;eacute;stica, muitas mulheres conseguem medidas protetivas na Justi&amp;ccedil;a &amp;mdash; mas isso as impede de comparecer ao trabalho. E agora? Quem paga os dias de afastamento?&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O Supremo decidiu que os primeiros 15 dias s&amp;atilde;o por conta da empresa. Depois, o INSS assume. Mas h&amp;aacute; detalhes cr&amp;iacute;ticos que &amp;eacute; preciso saber para n&amp;atilde;o errar na conduta e para proteger a colaboradora.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ainda no campo jur&amp;iacute;dico, o STF determinou que cidades n&amp;atilde;o podem fixar &amp;iacute;ndice de corre&amp;ccedil;&amp;atilde;o monet&amp;aacute;ria e juros de mora maiores que os da Uni&amp;atilde;o para os cr&amp;eacute;ditos tribut&amp;aacute;rios, enquanto o Tribunal Superior do Trabalho (TST) definiu que os benef&amp;iacute;cios trabalhistas acordados coletivamente n&amp;atilde;o se estendem aos jovens aprendizes, pois eles j&amp;aacute; gozam de contrato de trabalho especial.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Por fim, o boletim divulga um artigo exclusivo de M&amp;aacute;rcio Ol&amp;iacute;vio Fernandes da Costa, vice-presidente da &lt;a href="https://fecomercio.com.br"&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt;, presidente do &lt;a href="https://fecomercio.com.br/conselhos/conselho-de-assuntos-tributarios"&gt;Conselho de Assuntos Tribut&amp;aacute;rios&lt;/a&gt; da Entidade e presidente do &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/conselhos/codecon-sp"&gt;Conselho Estadual de Defesa do Contribuinte de S&amp;atilde;o Paulo (Codecon/SP)&lt;/a&gt;, sobre a import&amp;acirc;ncia da aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o do &lt;a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2295251"&gt;Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2021&lt;/a&gt;, que atualiza o limite de receita para as empresas optantes pelo Simples Nacional.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lab.fecomercio.com.br/conteudos/tome-nota/irpf-2026-confira-as-mudancas-na-declaracao-que-podem-gerar-economia-de-tempo-e-dinheiro/" target="_blank" rel="noopener noreferrer" class="botao"&gt;Baixe o boletim Tome Nota completo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Fri, 10 Apr 2026 13:57:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[TST]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[PL do Emprega Turismo carece de ajustes para garantir viabilidade às empresas]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/noticia/emprega-turismo-pode-fracassar-sem-incentivos-as-empresas</link><description>&lt;![CDATA[Sem incentivos, programa de qualificação pode ter baixa adesão e impacto limitado para o mercado de trabalho]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;A &lt;a href="https://fecomercio.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt; intensificou a articulação política em torno do Projeto de Lei (PL) 1.599/2025, conhecido como Emprega Turismo, após mudanças no texto que podem comprometer a adesão das empresas. A nova rodada de diálogo ocorre com a deputada federal Silvia Cristina (PL/RO), relatora da proposta na Comissão de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Segundo a Entidade, ajustes no projeto são necessários para garantir a efetividade do programa, em especial no que diz respeito à participação dos negócios.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O Emprega Turismo propõe a possibilidade de empregabilidade formal no setor de Turismo dos beneficiários do programa de assistência social, o Bolsa Família, sem que haja a saída do programa. Além disso, estimula a qualificação profissional voltado para o Turismo e o Comércio, com foco em áreas estratégicas, como Logística, Tecnologia e Serviços. A proposta, construída com contribuições técnicas da própria FecomercioSP, busca enfrentar um dos principais gargalos do mercado de trabalho: &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/fecomerciosp-e-empresarios-defendem-a-aprovacao-do-pl-emprega-turismo-para-superar-a-escassez-de-mao-de-obra" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;a escassez de mão de obra qualificada&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No entanto, alterações ao longo da tramitação descaracterizaram pontos centrais do projeto. Em documento enviado à relatora, a Federação alerta que, sem incentivos — especialmente a redução da contribuição patronal —, o programa pode se tornar inviável.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Escassez de mão de obra pressiona empresas&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Atualmente, há um descompasso entre oferta e demanda. Apesar do crescimento e da geração de empregos, 57% das ocupações já lidam com a falta de trabalhadores qualificados, segundo dados da &lt;a href="https://portaldocomercio.org.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC)&lt;/a&gt;. Para as empresas, isso se traduz em aumento de custos, pressão salarial acima da produtividade e dificuldade de expansão.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na avaliação da FecomercioSP, as mudanças feitas durante a tramitação enfraqueceram os incentivos às empresas, considerados fundamentais para viabilizar a adesão ao programa.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Dentre os principais pontos de atenção está a possível redução de mecanismos como a desoneração da folha de pagamento e outros estímulos à qualificação e à contratação. Sem esses instrumentos, o projeto perde sua lógica de indução econômica e tende a ter baixa adesão empresarial.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Esse posicionamento &lt;a href="https://www.instagram.com/p/DWopeNhlJIr/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;foi reforçado em reunião realizada no dia 24 de março&lt;/a&gt; com o deputado Bruno Ganem (Podemos/SP), presidente da Comissão, &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/entre-escassez-de-mao-de-obra-e-pressao-de-custos-empresariado-articula-mudancas-legislativas" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;quando a FecomercioSP destacou a urgência de ajustes no texto&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Caso o projeto seja aprovado sem alterações, a avaliação da Entidade é de que os problemas atuais do mercado de trabalho podem se intensificar, com manutenção de vagas abertas, aumento de custos e limitação do crescimento dos setores.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Por outro lado, com a preservação dos incentivos, o Emprega Turismo pode contribuir para ampliar a qualificação profissional em larga escala, reduzir os gargalos de contratação e aumentar a produtividade das empresas, sustentando o crescimento do Turismo e do Comércio.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A FecomercioSP segue em diálogo com parlamentares para assegurar que o texto final preserve os instrumentos necessários a fim de que o programa tenha impacto efetivo para a economia.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Mon, 06 Apr 2026 16:45:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Empresas]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Codecon/SP celebra 23 anos de defesa do contribuinte e reelege diretoria para o biênio 2026/2027]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/noticia/codecon-sp-celebra-23-anos-de-defesa-do-contribuinte-e-reelege-diretoria-para-o-bienio-2026-2027</link><description>&lt;![CDATA[Márcio Olívio Fernandes da Costa, vice-presidente da FecomercioSP, permanece à frente do órgão, que se consolidou como espaço de diálogo entre a administração tributária e a sociedade paulista]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;Em um momento que antecede a celebração de seus 23 anos de existência — que serão completados em 3 de abril —, o &lt;a href="https://portal.fazenda.sp.gov.br/servicos/codecon" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Conselho Estadual de Defesa do Contribuinte de São Paulo (Codecon/SP)&lt;/a&gt; reconduziu Márcio Olívio Fernandes da Costa representante titular da&amp;nbsp;&lt;a href="file:///C%3A%5CUsers%5CTI%5CAppData%5CLocal%5CMicrosoft%5CWindows%5CINetCache%5CContent.Outlook%5C2B9B1X58%5Cfecomercio.com.br"&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt;, à presidência para o biênio 2026/2027. A recondução da presidência para mais uma gestão consolida o órgão como uma ponte estratégica entre o Fisco e o contribuinte.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Reunindo representantes do Poder Público, entidades empresariais e associações de classe, a diretoria do conselho também foi reeleita de forma unânime.&amp;nbsp;Valdete Aparecida Marinheiro (representante da Federação das Empresas de Transporte de Cargas do Estado de São Paulo — Fetcesp), permanece como vice-presidente, e&amp;nbsp;Florêncio dos Santos Penteado Sobrinho (representante da Ouvidoria Fazendária – Sefaz/SP),&amp;nbsp;segue como secretário. A composição paritária — com 22 entidades dos setores público e privado — segue como um dos pilares que garantem a pluralidade e a democracia nas discussões promovidas pelo órgão.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Guardião do CDC&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Criado em 3 de abril de 2003 pela Lei Complementar 939, o Codecon/SP é reconhecido como o “guardião” do &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/public/publicacoes/download_single/?publicacao=269" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Código de Defesa do Contribuinte (CDC)&lt;/a&gt;. Ao longo de quase 23 anos, o conselho se consolidou como um espaço institucional de equilíbrio, no qual são debatidas propostas de modernização tributária, formulação de políticas públicas e aprimoramento da relação entre o Estado e a sociedade.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Em 2025, quando o CDC completou 22 anos, &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/presidente-do-codecon-sp-recebe-medalha-presidente-annibal-de-freitas-na-alesp"&gt;Costa foi congratulado com a Medalha Presidente Annibal de Freitas&lt;/a&gt;, concedida às personalidades de destaque que prestam relevantes serviços ao segmento contábil e à sociedade, durante sessão solene da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Entre as principais conquistas do Codecon/SP, destaca-se a &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/nos-conformes-traz-vantagens-para-empresas-em-dia-com-o-fisco-paulista"&gt;participação decisiva na criação do Programa de Estímulo à Conformidade Tributária (Nos Conformes), instituído pela Lei Complementar 1.320/2018&lt;/a&gt;. Desenvolvido com a colaboração ativa do conselho junto à Secretaria da Fazenda e Planejamento do Estado de São Paulo (Sefaz/SP), o programa trouxe mais transparência à gestão tributária. Desde então, o Codecon/SP acompanha os relatórios semestrais enviados pelo Fisco e sugere aprimoramentos contínuos à legislação e aos mecanismos do programa, garantindo que a iniciativa alcance seus objetivos de estímulo à regularidade fiscal.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Outra frente de atuação que reforça o papel do conselho como elo com o contribuinte é o &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/balcao-de-defesa-do-contribuinte"&gt;Balcão de Defesa do Contribuinte, plataforma criada em parceria com a FecomercioSP&lt;/a&gt;. O canal permite que pessoas físicas e jurídicas registrem queixas, denúncias, sugestões e apontamentos sobre tributos estaduais de forma rápida, sigilosa e acessível, facilitando o entendimento e o encaminhamento das demandas ao Fisco paulista.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Relevância institucional&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Em seu discurso de posse, Costa agradeceu a confiança dos conselheiros e enfatizou o peso histórico do órgão que agora lidera por mais um biênio. “Temos plena consciência de que este Conselho construiu, ao longo de seus 23 anos de existência, um patrimônio de credibilidade, seriedade e respeito, fruto do trabalho dedicado de todos aqueles que constituíram este Conselho”, afirmou o presidente reeleito, que também é vice-presidente da FecomercioSP e presidente do &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/conselhos/conselho-de-assuntos-tributarios"&gt;Conselho de Assuntos Tributários&lt;/a&gt; da Entidade.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Não à toa, muitos &lt;a href="https://fecomercio.com.br/noticia/codigo-de-defesa-do-contribuinte-um-marco-civilizatorio"&gt;conceitos basilares do Codecon/SP serviram de inspiração para a criação do Código de Defesa do Contribuinte Nacional&lt;/a&gt;, Lei Complementar 225/26, sancionado no início deste ano e representa um divisor de águas na história tributária do Brasil, especialmente com a nova sistemática aprovada pela Reforma Tributária que vem sendo implementada.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;“Juntos, haveremos de realizar uma gestão à altura das exigências do presente e da relevância institucional que o Codecon/SP conquistou ao longo do tempo”, completou o presidente reeleito, reforçando o compromisso de dar continuidade ao trabalho que fez do conselho um dos principais espaços de equilíbrio entre o Fisco e o contribuinte no País.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Fri, 27 Mar 2026 15:22:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[reeleição]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[PL dos elevadores, parado há uma década, avança na Câmara após articulação do setor]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/noticia/pl-dos-elevadores-parado-ha-uma-decada-avanca-na-camara-apos-articulacao-do-setor</link><description>&lt;![CDATA[Proposta é fundamental para garantir padronização na manutenção, previsibilidade operacional e prevenção de acidentes]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;Depois de mais de uma década sem avanços, um projeto essencial para o setor de elevadores finalmente voltou a andar. A aprovação do Projeto de Lei (PL) 6.125/2013 na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados marca uma vitória construída por meio de articulação da&amp;nbsp;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt; e do&amp;nbsp;&lt;a href="https://seciesp.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Sindicato das Empresas de Elevadores do Estado de São Paulo (Seciesp)&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O fato representa a superação de um dos principais gargalos do ambiente regulatório do setor: a ausência de regras nacionais claras para a manutenção e conservação dos equipamentos.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No dia 19 de março, a Federação e o Seciesp reuniram-se com o presidente da CCJ, deputado Leur Lomanto Júnior (União-BA), para sensibilizá-lo para esse avanço. O pleito trará mais segurança jurídica, previsibilidade operacional e qualidade na manutenção dos elevadores, além de estabelecer critérios mínimos e contribuir para a prevenção de acidentes — fatores essenciais, tanto para empresas quanto para usuários, defende Marcelo Braga, presidente do Conselho de Serviços da FecomercioSP e do sindicato.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Projeto em movimento&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O PL tramitava há cerca de uma década — situação comum no Congresso, que concentra milhares de propostas em análise. Estima-se que cerca de 6 mil projetos aguardem votação somente na CCJ.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Destravar um projeto nesse cenário exigiu a atuação direta junto aos tomadores de decisão — papel assumido pela FecomercioSP e pelo Seciesp ao longo de mais de um ano de trabalho coordenado.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Articulações técnica e política&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A base do avanço foi a construção de um texto substitutivo, elaborado pelo Seciesp com apoio técnico da FecomercioSP, que atualiza o projeto de acordo com as necessidades atuais do setor e as melhores práticas de segurança.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A proposta foi levada a parlamentares da CCJ e a lideranças partidárias em Brasília em diversas ocasiões, com foco na conjuntura econômica e na segurança da regulamentação.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;As entidades também atuaram para incluir a proposta na pauta da Comissão, passo decisivo para o seu avanço.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Resultados concretos para o setor&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A aprovação na CCJ, em caráter terminativo, marca a superação de uma das etapas mais críticas do processo legislativo e aproxima o projeto de tornar-se lei. Para o setor, os ganhos são claros:&lt;/p&gt;&lt;ul type="disc"&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Segurança jurídica&lt;/strong&gt; — definição de regras nacionais reduz incertezas e divergências locais;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Padronização técnica&lt;/strong&gt; — estabelece critérios mais uniformes para manutenção e conservação;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Prevenção de acidentes&lt;/strong&gt; — reforça a segurança de equipamentos e usuários;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Ambiente de negócios mais estável&lt;/strong&gt; — favorece investimentos e planejamento de longo prazo.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;[veja_tambem]&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Fri, 27 Mar 2026 10:03:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Empresas]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Entre escassez de mão de obra e pressão de custos, empresariado articula mudanças legislativas]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/noticia/entre-escassez-de-mao-de-obra-e-pressao-de-custos-empresariado-articula-mudancas-legislativas</link><description>&lt;![CDATA[Setor produtivo defende a empregabilidade no Turismo para destravar contratações e reduzir encargos]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;A falta de mão de obra, a pressão crescente de custos e o avanço de propostas consideradas populistas e prejudiciais para o ambiente de negócios estão entre as principais preocupações dos empresários. Essas questões foram expostas pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) ao deputado federal Bruno Ganem (Podemos/SP), em reunião na última terça-feira (24), com sugestões de ajustes em projetos em tramitação no Congresso Nacional, para destravar contratações e preservar a competitividade das empresas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O principal tema em pauta foi o &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/fecomerciosp-e-empresarios-defendem-a-aprovacao-do-pl-emprega-turismo-para-superar-a-escassez-de-mao-de-obra" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Projeto de Lei (PL) 1.599/2025, conhecido como Emprega Turismo&lt;/a&gt;, que propõe a formalização de beneficiários do Bolsa Família sem a perda imediata do auxílio. “A falta de mão de obra é unânime entre os setores. O empresário quer contratar, mas esbarra no medo do trabalhador de perder o benefício social”, afirmou Guilherme Dietze, presidente do Conselho de Turismo da FecomercioSP.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Empregabilidade do setor&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/emprega-turismo-solucao-para-amenizar-a-crise-de-mao-de-obra-no-setor" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Construído a partir de proposta da FecomercioSP&lt;/a&gt;, o Emprega Turismo busca enfrentar a escassez de trabalhadores no setor de Serviços, com foco no Turismo, ao criar um modelo de transição entre programas sociais e o emprego formal.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O modelo permitirá que beneficiários do Bolsa Família mantenham o auxílio por até 24 meses após a contratação com carteira assinada, dentro de um período total de adaptação de cinco anos. A medida tem como objetivo reduzir a informalidade e dar previsibilidade às empresas, principalmente em regiões turísticas com maior dependência de transferências de renda.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O texto também prevê incentivos para estimular a formalização, como a redução de encargos sobre a folha de pagamento. A FecomercioSP defende, ainda, ajustes no cálculo da renda per capita, para evitar que o trabalhador seja automaticamente excluído do programa social ao ingressar no mercado formal.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Segundo a Entidade, a dificuldade de contratação é mais intensa fora dos grandes centros, onde a informalidade predomina e a manutenção do benefício social acaba funcionando, na prática, como desincentivo ao vínculo formal.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Estrutura do Turismo&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Outro ponto levantado na reunião foi o PL 5.942/2025, que propõe a criação do Serviço Nacional de Aprendizado de Turismo (Senatur) e o Comitê Intersetorial de Investimento, nos moldes de um novo sistema de formação profissional voltado exclusivamente ao setor.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A FecomercioSP é contrária à proposta, uma vez que fragmentará as atuais estruturas do Sesc e do Senac, historicamente responsáveis pela qualificação de trabalhadores do Comércio, dos Serviços e do Turismo, há 80 anos. A criação de uma nova instituição pode causar sobreposição de funções, aumento de custos e redução da eficiência na oferta de cursos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O contexto atual já atende os setores de forma integrada e consolidada, e a divisão da estrutura tende a enfraquecer a capacidade de formação profissional, num momento em que a escassez de mão de obra é um dos principais desafios do Turismo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ganem reforçou a importância de manter o diálogo técnico com a FecomercioSP na construção das propostas e afirmou que pretende atuar em articulação com a relatoria e as lideranças partidárias para avançar nos projetos ligados ao setor. “A interlocução com a Federação deve contribuir para ajustes nos textos e para a formação de consenso político, etapa considerada essencial para viabilizar a tramitação e evitar que as propostas percam força no Congresso”, destacou.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Thu, 26 Mar 2026 15:46:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Empresas]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Agenda com vereadores fortalece soluções para destravar o ambiente de negócios no município de São Paulo]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/noticia/agenda-com-vereadores-fortalece-solucoes-para-destravar-o-ambiente-de-negocios-no-municipio-de-sao-paulo</link><description>&lt;![CDATA[Diálogo com o Legislativo viabiliza a construção conjunta de propostas para reduzir a burocracia, incentivar a sustentabilidade e aumentar a competitividade do comércio]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;Reuniões estratégicas com vereadores da cidade de São Paulo colocaram em pauta medidas para destravar o dia a dia do empreendedor paulistano — da modernização e redução de tributos municipais à simplificação de licenças, passando pela revisão de cobranças desproporcionais e por incentivos à sustentabilidade.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Nesse contexto, em 17 de março, a &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt; e o &lt;a href="https://sincomavi.org.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Sindicato do Comércio Varejista de Material de Construção, Maquinismos, Ferragens, Tintas, Louças e Vidros da Grande São Paulo (Sincomavi)&lt;/a&gt; intensificaram a atuação conjunta na Câmara Municipal de São Paulo, promovendo uma série de agendas com vereadores para defender medidas que melhorem o ambiente de negócios na capital e evitar retrocessos que ampliem custos e insegurança jurídica para o setor produtivo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A articulação reuniu o presidente do Sincomavi e diretor da FecomercioSP, Reinaldo Pedro Correa, além dos assessores da Federação — Alberto Borges, Alexsandra Ricci e Jociara Correia —, consolidando uma atuação coordenada no diálogo direto com o Legislativo municipal. Nas agendas, foram apresentadas prioridades claras como o apoio a medidas que reduzam a burocracia, ampliem a segurança jurídica, modernizem os tributos municipais e incentivem a sustentabilidade, além da oposição a propostas que possam gerar custos excessivos e distorções regulatórias para as empresas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;[EXIBIR_GALERIA_DA_NOTICIA]&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Atuação técnica e defesa de propostas prioritárias&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Durante as reuniões, a FecomercioSP apresentou aos vereadores um conjunto de projetos considerados estratégicos para o desenvolvimento econômico e sustentável da cidade. Dentre os principais pontos defendidos está o Projeto de Lei (PL) 14/2026, que trata da modernização da Taxa de Fiscalização de Estabelecimentos (TFE). A proposta busca tornar a cobrança mais justa e proporcional, com medidas como isenção para o Microempreendedor Individual (MEI), tratamento diferenciado para os pequenos negócios, revisão de multas e mais transparência na notificação do tributo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Outro destaque foi o apoio ao PL 537/2023, que institui o licenciamento automático para a abertura de empresas. A medida simplifica processos, reduz entraves burocráticos, além&amp;nbsp;de estimular o empreendedorismo e a geração de empregos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na agenda ambiental, a Federação também defendeu o PL 201/2025, conhecido como IPTU Sustentável, cuja proposta foi construída com base em contribuições técnicas da própria FecomercioSP. O projeto prevê incentivos fiscais para imóveis que adotem práticas ambientais responsáveis, como eficiência no uso de recursos naturais e gestão adequada de resíduos. Por outro lado, a Entidade reforçou o seu posicionamento contrário ao PL 818/2025, o chamado “PL Recicla”, apontando problemas de viabilidade, conflitos com normas federais e riscos de aumento de custos, especialmente para pequenos e médios comerciantes.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Construção conjunta de soluções&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A seguir, veja os parlamentares mobilizados e os principais pontos discutidos sobre os projetos de lei em tramitação na Câmara Municipal de São Paulo.&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Parceria na construção de propostas |&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;No gabinete da vereadora Cris Monteiro (Novo/SP) — autora do PLs 14/2026 (modernização da TFE), 537/2023 (licenciamento automático) e 201/2025 (IPTU Sustentável) —, a FecomercioSP reforçou a importância do diálogo direto e da construção conjunta de soluções legislativas alinhadas às demandas reais do setor produtivo. A reunião evidenciou a convergência entre a atuação parlamentar e as contribuições técnicas da Federação, especialmente na formulação de propostas voltadas à redução da burocracia, à modernização tributária e ao incentivo a práticas sustentáveis. A vereadora também sinalizou interesse em aprofundar essa interlocução, inclusive com o objetivo de levar pautas prioritárias do empreendedorismo ao debate em nível federal, destacando a importância de ouvir quem está na ponta — o comerciante e o pequeno empresário — na construção de políticas públicas mais eficazes. “A gente precisa entender, junto de quem está no dia a dia, quais são as principais dores do empreendedor para transformar isso em agenda e proposta concreta”, afirmou, enfatizando a atuação da FecomercioSP.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Reforço institucional e abertura para cooperação |&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;Já no gabinete do vereador Ricardo Teixeira (União Brasil/SP), presidente da Câmara Municipal, a FecomercioSP reforçou seu papel como representante de empresas de todos os portes e sua atuação na defesa de um ambiente de negócios mais equilibrado.&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;O encontro destacou a importância do diálogo contínuo para identificar projetos com potenciais benefícios para o setor e construir soluções de forma conjunta. A equipe do vereador — representada pelos assessores Thaís Manzione Passos e Aguiar Lima — ressaltou a relevância da contribuição técnica da Federação para qualificar o debate legislativo e evitar medidas inexequíveis ou excessivamente onerosas. “Acho que uma lei se constrói a várias mãos. Cada um traz a sua experiência, e é desse diálogo que saem soluções melhores para a cidade e para quem empreende”, eles reforçaram.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Apresentação de argumentos técnicos e posicionamento claro |&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;No encontro com o vereador Adrilles Jorge (União/SP), a Entidade apresentou de forma detalhada seus posicionamentos, com ênfase nos impactos práticos das propostas em tramitação, reforçando apoio a iniciativas que incentivam o desenvolvimento econômico e a sustentabilidade — como os PLs 14/2026 (TFE), 537/2023 (licenciamento automático) e 201/2025 (IPTU Sustentável) — e explicou tecnicamente as razões para a rejeição do PL 818/2025 (Recicla), destacando sua inviabilidade operacional e o risco de transferir responsabilidades indevidas ao comércio.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;O vereador ressaltou a importância de diferenciar propostas viáveis de medidas que geram distorções ao setor produtivo, especialmente no campo ambiental. “Quando a proposta não é executável, ela acaba penalizando o empresário sem resolver o problema. É preciso equilíbrio para que a política pública funcione de fato”, afirmou. Durante a reunião, também foi enfatizado o papel da Federação como fonte de conhecimento técnico, colocando seus conselhos especializados à disposição para subsidiar a elaboração de políticas públicas mais eficientes.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Defesa do empreendedor e busca por equilíbrio regulatório&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A atuação junto ao Poder Público combina articulação política com embasamento técnico. Representando mais de 1,8 milhão de empresas no Estado de São Paulo, a FecomercioSP, em conjunto com o Sincomavi, leva ao Legislativo demandas concretas do setor produtivo, fortalecendo a construção de propostas mais aderentes à realidade do comércio e do empreendedorismo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;“Essa atuação conjunta fortalece o diálogo com o setor público. Trabalhamos para apoiar políticas que impulsionem o desenvolvimento do nosso segmento. Seguimos contribuindo para um ambiente mais eficiente, sustentável e favorável aos negócios”, reiterou Reinaldo Pedro Correa.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ao longo das agendas, ficou evidente que reconhecer o empresário como agente central da geração de emprego e renda passa por medidas que reduzam a burocracia, garantam segurança jurídica e evitem custos adicionais. Nesse cenário, o diálogo contínuo com as diferentes esferas públicas se consolida como caminho essencial para viabilizar soluções equilibradas e efetivas para a cidade.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Thu, 19 Mar 2026 13:38:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Empresas]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Mudanças no SAC vão comprometer capacidade operacional das empresas]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/noticia/mudancas-no-sac-vao-comprometer-capacidade-operacional-das-empresas</link><description>&lt;![CDATA[FecomercioSP e entidades empresariais buscam garantir que o novo decreto não gere altos custos de adaptação e regras desproporcionais a setores não regulados]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;A fim de contribuir para o aprimoramento equilibrado das diretrizes sobre o Servi&amp;ccedil;o de Atendimento ao Consumidor (SAC), a &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/"&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt; e mais cinco entidades empresariais encaminharam carta ao Minist&amp;eacute;rio da Justi&amp;ccedil;a e Seguran&amp;ccedil;a P&amp;uacute;blica (MJSP) com considera&amp;ccedil;&amp;otilde;es e sugest&amp;otilde;es de aprimoramentos t&amp;eacute;cnicos &amp;agrave; nova minuta de decreto que atualiza as regras setoriais.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Essa minuta revoga um decreto mais antigo (11.034/2022), que j&amp;aacute; regulamentava diversas quest&amp;otilde;es envolvendo o SAC. A quest&amp;atilde;o &amp;eacute; que o novo texto estabelece normas que impactam diretamente os padr&amp;otilde;es para os canais de atendimento, o fluxo operacional e a capacidade do servi&amp;ccedil;o prestado, mas sem algumas contrapartidas importantes.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A preocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o se deve a pontos como seguran&amp;ccedil;a jur&amp;iacute;dica, previsibilidade e custos operacionais para setores n&amp;atilde;o regulados, sobretudo pelas aus&amp;ecirc;ncias de fundamenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o t&amp;eacute;cnica mais detalhada e de crit&amp;eacute;rios proporcionais, considerando as diferentes realidades empresariais.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;As entidades s&amp;atilde;o:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;- FecomercioSP;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;- Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Brasileira de Anunciantes (Aba);&lt;/p&gt;&lt;p&gt;- Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Brasileira de Bebidas Destiladas (ABBD);&lt;/p&gt;&lt;p&gt;- Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Brasileira de Mobilidade e Tecnologia (Amobitec);&lt;/p&gt;&lt;p&gt;- C&amp;acirc;mara Brasileira da Economia Digital (Camara-e.net);&lt;/p&gt;&lt;p&gt;- Instituto Brasileiro da Cacha&amp;ccedil;a (Ibrac).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Principais pontos de aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Extens&amp;atilde;o de regras a setores n&amp;atilde;o regulados:&lt;/strong&gt; a minuta prev&amp;ecirc; que fornecedores n&amp;atilde;o regulados se sujeitem ao decreto quando enquadrados em crit&amp;eacute;rios fixados pelo minist&amp;eacute;rio, mas sem detalhar metodologia, procedimento m&amp;iacute;nimo ou requisitos claros de motiva&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Essa extens&amp;atilde;o das regras a setores n&amp;atilde;o regulados geraria grande incerteza para as companhias.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Imposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de regras uniformes sobre jornada de atendimento e desenho de fluxo operacional:&lt;/strong&gt; a proposta estabelece um limite de cinco n&amp;iacute;veis para finaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de demandas, veda encaminhamento de conversas para canais n&amp;atilde;o presenciais e define janela fixa de funcionamento (8h &amp;agrave;s 20h, sete dias por semana), com exce&amp;ccedil;&amp;otilde;es condicionadas a circunst&amp;acirc;ncias espec&amp;iacute;ficas &amp;mdash; o que pode desconsiderar a diversidade de modelos de atendimento existentes no mercado.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Obrigatoriedade do canal telef&amp;ocirc;nico e metas de tempo de espera (para n&amp;atilde;o regulados):&lt;/strong&gt; tamb&amp;eacute;m gera preocupa&amp;ccedil;&amp;otilde;es quanto a operacionaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o e custos, especialmente em contextos multicanais e diferentes formatos de presta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de servi&amp;ccedil;os.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Atendimento priorit&amp;aacute;rio e diferenciado a idosos:&lt;/strong&gt; a minuta n&amp;atilde;o indica como ser&amp;aacute; aferida essa condi&amp;ccedil;&amp;atilde;o em diferentes canais e jornadas (telefonia, chat, aplicativos etc.), abrindo margem para dificuldades pr&amp;aacute;ticas de implementa&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Acessibilidade definida por ato futuro&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;para servi&amp;ccedil;os n&amp;atilde;o regulados:&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;a minuta delega as regras de acessibilidade a ato conjunto do MJSP com o Minist&amp;eacute;rio dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC), sem estabelecer par&amp;acirc;metros m&amp;iacute;nimos ou procedimentos no texto principal.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Demandas urgentes com defini&amp;ccedil;&amp;atilde;o ampla e regulamenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o posterior:&lt;/strong&gt; a minuta define demandas urgentes como aquelas relacionadas a seguran&amp;ccedil;a e prote&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave; vida, mas prev&amp;ecirc; que, para setores n&amp;atilde;o regulados, os casos ser&amp;atilde;o detalhados posteriormente, o que refor&amp;ccedil;a a necessidade de previsibilidade e consist&amp;ecirc;ncia regulat&amp;oacute;ria.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Reten&amp;ccedil;&amp;atilde;o obrigat&amp;oacute;ria de grava&amp;ccedil;&amp;otilde;es e registros por prazos m&amp;iacute;nimos:&lt;/strong&gt; envolve dificuldades de governan&amp;ccedil;a, seguran&amp;ccedil;a da informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e custos de conformidade, temas que costumam demandar avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o cuidadosa em fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o de arranjos t&amp;eacute;cnicos e operacionais heterog&amp;ecirc;neos entre empresas de diferentes portes.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Necessidade de fundamenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o t&amp;eacute;cnica&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Um t&amp;oacute;pico importante da carta &amp;eacute; a aus&amp;ecirc;ncia de An&amp;aacute;lise de Impacto Regulat&amp;oacute;rio (AIR) ou de fundamenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o t&amp;eacute;cnica robusta na minuta de decreto que explicite evid&amp;ecirc;ncias, alternativas consideradas, custos de conformidade e m&amp;eacute;tricas de efetividade esperada para setores n&amp;atilde;o regulados.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;As entidades destacam que, embora o governo federal tenha consolidado, nos &amp;uacute;ltimos anos, a agenda de boas pr&amp;aacute;ticas regulat&amp;oacute;rias &amp;mdash; inclusive por meio do Programa de Fortalecimento da Capacidade Institucional para Gest&amp;atilde;o em Regula&amp;ccedil;&amp;atilde;o (PRO-REG) &amp;mdash;, o material publicamente dispon&amp;iacute;vel n&amp;atilde;o permite aferir com transpar&amp;ecirc;ncia como as escolhas normativas se conectam a objetivos concretos e resultados proporcionais na ponta.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Defesa de tratamento proporcional&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;As entidades tamb&amp;eacute;m defendem a ado&amp;ccedil;&amp;atilde;o de crit&amp;eacute;rios de tratamento diferenciado para Microempresas (MEs), Empresas de Pequeno Porte (EPPs) e produtores de menor escala. Quando se aplicam regras complexas de modo uniforme, isso pode criar custos desproporcionais e prejudicar a concorr&amp;ecirc;ncia, principalmente em setores formados de forma majorit&amp;aacute;ria por pequenos neg&amp;oacute;cios.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Quanto a isso, s&amp;atilde;o essenciais instrumentos como implementa&amp;ccedil;&amp;atilde;o gradual, requisitos simplificados ou par&amp;acirc;metros ajustados por porte. Esse &amp;eacute; o caminho para garantir que a ado&amp;ccedil;&amp;atilde;o das regras ocorra de forma efetiva e sem preju&amp;iacute;zo &amp;agrave; prote&amp;ccedil;&amp;atilde;o do consumidor.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;As entidades signat&amp;aacute;rias ainda ressaltam a disposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de contribuir tecnicamente para o aprimoramento do texto normativo. Dentre as sugest&amp;otilde;es apresentadas, destacam-se a explicita&amp;ccedil;&amp;atilde;o de mem&amp;oacute;ria t&amp;eacute;cnica com diagn&amp;oacute;stico, alternativas avaliadas e evid&amp;ecirc;ncias; a utiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de processo participativo estruturado com janela adequada para contribui&amp;ccedil;&amp;otilde;es; e mais detalhamento de par&amp;acirc;metros necess&amp;aacute;rios para reduzir a incerteza operacional.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Essas mesmas preocupa&amp;ccedil;&amp;otilde;es j&amp;aacute; haviam sido apresentadas ao minist&amp;eacute;rio em maio de 2025, quando foi divulgada uma minuta anterior que trazia problemas semelhantes. Ainda assim, o texto atual manteve os mesmos pontos sens&amp;iacute;veis.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Tue, 03 Mar 2026 09:22:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Empresas]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Projeto de Lei que cria o Senatur ameaça recursos do Sesc e do Senac]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/noticia/projeto-de-lei-que-cria-o-senatur-ameaca-recursos-do-sesc-e-do-senac-e-acende-alerta-no-sistema-comercio</link><description>&lt;![CDATA[FecomercioSP reage ao PL 5.942/2025 e ao pedido de urgência na Câmara, apontando risco de desestruturação de serviços consolidados há 80 anos, com possível impacto sobre formação profissional, cultura e assistência social ]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;A &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br"&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt; articula contra o Projeto de Lei (PL) 5.942/2025 — que propõe a criação do Serviço Nacional de Aprendizagem do Turismo (Senatur) — e contra o Requerimento 5.139/2025, que pede urgência para a sua tramitação na Câmara dos Deputados, reiterando seus potenciais impactos negativos. A avaliação é de que a proposta representa risco concreto à continuidade e à qualidade dos serviços prestados há décadas pelo Sesc e pelo Senac.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para a FecomercioSP, o projeto compromete esse legado histórico ao extinguir a contribuição destinada ao Sesc e redirecionar receitas do Senac, sem que haja a criação de instituições equivalentes capazes de absorver e manter a qualidade, a capilaridade e a eficiência dos serviços atualmente prestados.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Conforme detalhado, a exigência de transferir a contribuição destinada ao Sesc para o Senatur, sem a criação de instituições equivalentes capazes de manter qualidade, capilaridade e efetividade, compromete um legado histórico e pode deixar os trabalhadores do Comércio de Bens, Serviços e Turismo — além de suas famílias e comunidades — desassistidos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No caso do Senac, a instituição é descrita como plenamente funcional, permanentemente auditada e dedicada à formação profissional. A destinação de suas receitas para uma nova entidade traria risco de descontinuidade de serviços essenciais construídos ao longo de décadas e reconhecidos por seus padrões de excelência.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Também foram apontados possíveis efeitos práticos da aprovação do projeto, como redução ou fechamento de unidades, interrupção de práticas culturais, educacionais, esportivas e socioassistenciais, além de prejuízos a parcerias consolidadas com os poderes públicos locais e impactos sobre políticas públicas complementares.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Já o Requerimento 5.139/2025 é criticado por fragilizar o debate democrático ao levar o tema diretamente ao Plenário da Câmara, suprimindo a análise aprofundada pelas comissões permanentes.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Articulação política amplia pressão contra o projeto&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A estratégia de atuação da FecomercioSP incluiu o envio de ofícios à bancada federal paulista e a solicitação de apoio da deputada estadual Carla Morando (PSDB/SP) para sensibilizar o presidente da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp) e os demais parlamentares estaduais a se posicionarem contra o projeto.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ainda no documento, é solicitado que os deputados estaduais promovam uma articulação em defesa da preservação das atividades do Sistema Comércio, do modelo constitucional vigente e da continuidade dos relevantes serviços prestados à sociedade. A iniciativa integra a agenda coordenada pela área de Relações Institucionais da FecomercioSP, que vem conduzindo diálogos técnico e estratégico com lideranças políticas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Essa mobilização reforça a defesa de um sistema que, há quase oito décadas, contribui para a qualificação profissional, o desenvolvimento econômico e o bem-estar social. Para o setor empresarial, a preservação do modelo atual está diretamente relacionada à segurança jurídica, à previsibilidade institucional e à manutenção de políticas que refletem na competitividade das empresas e na qualidade de vida dos trabalhadores.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Mon, 02 Mar 2026 12:47:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Empresas]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Debate traz orientações sobre os impactos da Reforma Tributária e regras para trabalho durante os feriados]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/noticia/debate-traz-orientacoes-sobre-os-impactos-da-reforma-tributaria-e-regras-para-trabalho-durante-os-feriados</link><description>&lt;![CDATA[Reunião do Comitê de Relacionamento das Assessorias Jurídicas, FecomercioSP detalha mudanças relevantes e esclarece dúvidas]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;A Reforma Tributária deixou de ser um debate abstrato e passou a exigir decisões concretas das empresas. Foi nesse contexto que, na última sexta-feira, (20), a&amp;nbsp;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt; reuniu representantes da área Jurídica dos Sindicatos representados pela Entidade, no encontro no Comitê de Relacionamento das Assessorias Jurídicas (CRAJ).&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Dentre assuntos de destaque, foram explanados detalhes das mudanças no sistema tributário para o empresariado, com esclarecimentos acerca dos efeitos práticos no Comércio de bens e serviços, além de promover orientações sobre como se preparar para o novo cenário.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Fernando Sousa, assessor da FecomercioSP, apresentou os aspectos estruturais da reforma, que&amp;nbsp;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/reforma-tributaria-o-que-muda-para-as-empresas-do-setor-de-servicos?%2Fnoticia%2Freforma-tributaria-o-que-muda-para-as-empresas-do-setor-de-servicos=" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;prevê a substituição gradual&lt;/a&gt; de ICMS, ISS, PIS e Cofins pelo IBS e pela CBS, no modelo de IVA dual, com transição entre 2026 e 2033. Também foram abordadas as novas regras para compensação de créditos de ICMS,&amp;nbsp;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/reforma-tributaria-contencioso-tera-tres-instancias-baseadas-no-comite-gestor-do-ibs" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;a criação do Comitê Gestor do IBS&lt;/a&gt; e alterações nos prazos do processo administrativo fiscal.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Segundo Sousa, as empresas precisam tratar a reforma como uma mudança estrutural, e não como ajuste pontual. “O novo modelo altera a lógica da tributação sobre o consumo, amplia o sistema de créditos e centraliza a arrecadação. Isso exige revisão de contratos e sistemas, além de planejamento tributário”, afirmou.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O assessor também citou a nova tributação sobre lucros e dividendos acima dos limites estabelecidos em lei, incluindo o destaque para a ofensa da nova legislação à isenção concedida ao Simples Nacional. O&amp;nbsp;&lt;a href="https://fecomercio.com.br/noticia/tributacao-de-lucros-gera-inseguranca-e-ameaca-isencao-historica-do-simples-nacional-alerta-fecomerciosp?%2Fnoticia%2Ftributacao-de-lucros-gera-inseguranca-e-ameaca-isencao-historica-do-simples-nacional-alerta-fecomerciosp=" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;tema levou a FecomercioSP a adotar medida judicial&lt;/a&gt; a fim de preservar o tratamento diferenciado às Micro e Pequenas Empresas (MPEs).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Outro ponto sensível diz respeito às negociações coletivas. A legislação passa a permitir crédito tributário sobre determinados benefícios concedidos aos empregados, independentemente de previsão em norma coletiva, como vale-alimentação, vale-refeição e vale-transporte. De outro lado, exige previsão em instrumento coletivo os benefícios concedidos a título de plano de saúde e benefícios educacionais. Portanto, é necessário observar que cada cláusula negociada pode ter reflexo direto na estrutura de custos da empresa e deve ser analisada com estratégia.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Trabalho nos feriados&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A Portaria 3.665/23, do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), também esteve na pauta. Fernando Marçal, assessor da FecomercioSP, explicou que, para o setor, não há mudança prática imediata.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;“A atividade do Comércio é regulamentada por legislação específica, a Lei 10.101, que já disciplina o trabalho aos domingos e feriados mediante convenção coletiva”, ressaltou. Em outras palavras, a regra continua sendo a negociação entre as entidades patronais e laborais.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A Federação sustenta que o Comércio conta com disciplina própria e que eventuais regimes diferenciados para atividades consideradas essenciais devem ser pactuados entre as representações e o Poder Público. Diante de dúvidas, a recomendação é seguir rigorosamente o que prevê a Lei 10.101 para garantir respaldo jurídico aos negócios.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Thu, 26 Feb 2026 13:48:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Empresas]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Articulações pela atualização do Simples Nacional ganham novo impulso no Congresso]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/noticia/articulacoes-pela-atualizacao-do-simples-nacional-ganham-novo-impulso-no-congresso</link><description>&lt;![CDATA[Entidades empresariais intensificam articulação pela votação urgente do PLP 108/2021 e pela designação de relator]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;A mobiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o nacional pela atualiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos limites do Simples Nacional entrou em uma nova fase no Congresso. A &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt; encaminhou of&amp;iacute;cios a l&amp;iacute;deres da C&amp;acirc;mara dos Deputados solicitando a inclus&amp;atilde;o em pauta e a vota&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Requerimento de Urg&amp;ecirc;ncia (REQ 3.624/2023), &amp;nbsp;al&amp;eacute;m da viabiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da tramita&amp;ccedil;&amp;atilde;o do PLP 108/2021 e da designa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de relator para a mat&amp;eacute;ria.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O movimento, que re&amp;uacute;ne a FecomercioSP e dezenas de entidades empresariais nacionais e estaduais, destaca a necessidade de delibera&amp;ccedil;&amp;atilde;o c&amp;eacute;lere da proposta, especialmente diante do calend&amp;aacute;rio eleitoral de 2026 e da implementa&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Reforma Tribut&amp;aacute;ria a partir de 2027 &amp;mdash; contexto em que o Simples Nacional ser&amp;aacute; instrumento fundamental para a sobreviv&amp;ecirc;ncia das Micro e Pequenas Empresas (MPEs).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A articula&amp;ccedil;&amp;atilde;o da coaliz&amp;atilde;o agora se concentra na aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Requerimento 3.624/2023 (urg&amp;ecirc;ncia), condi&amp;ccedil;&amp;atilde;o indispens&amp;aacute;vel para viabilizar a vota&amp;ccedil;&amp;atilde;o do PLP 108/2021, bem como na imediata designa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de relator na C&amp;acirc;mara.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Defasagem compromete os neg&amp;oacute;cios&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/atualizacao-do-simples-nacional-e-justica-tributaria-e-nao-renuncia-fiscal-1?%2Fnoticia%2Fatualizacao-do-simples-nacional-e-justica-tributaria-e-nao-renuncia-fiscal-1=" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Sem atualiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o desde 2018, os limites de enquadramento do Simples Nacional&lt;/a&gt; acumulam defasagem de 83%, segundo o IGP-DI, o que compromete a efetividade do regime tribut&amp;aacute;rio diferenciado previsto no artigo 179 da Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o Federal.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Nos of&amp;iacute;cios encaminhados aos parlamentares, as entidades ressaltam que a medida n&amp;atilde;o configura ren&amp;uacute;ncia fiscal, mas a recomposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o monet&amp;aacute;ria necess&amp;aacute;ria para preservar a competitividade, a formaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o e o fortalecimento das empresas de menor porte.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Impacto econ&amp;ocirc;mico e gera&amp;ccedil;&amp;atilde;o de empregos&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O Simples Nacional abrange atualmente 23 milh&amp;otilde;es de CNPJs &amp;mdash; dos quais 16 milh&amp;otilde;es s&amp;atilde;o de Microempreendedores Individuais (MEIs) e 7 milh&amp;otilde;es, de MPEs &amp;mdash; e responde por 13,4 milh&amp;otilde;es de empregos formais, cerca de 30% do total com carteira assinada no Pa&amp;iacute;s.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O estudo da Pontif&amp;iacute;cia Universidade Cat&amp;oacute;lica do Rio Grande do Sul (PUC-RS) citado pelas entidades aponta tamb&amp;eacute;m que a atualiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos limites pode gerar at&amp;eacute; 870 mil novos empregos formais, um crescimento potencial de at&amp;eacute; 6% entre as empresas optantes.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O tema j&amp;aacute; foi debatido em tr&amp;ecirc;s audi&amp;ecirc;ncias p&amp;uacute;blicas no Congresso Nacional e chegou a constar na pauta de vota&amp;ccedil;&amp;atilde;o da C&amp;acirc;mara, mas foi retirado. Para as entidades, a posterga&amp;ccedil;&amp;atilde;o da an&amp;aacute;lise distancia o parlamento das demandas reais da sociedade e compromete a competitividade dos pequenos neg&amp;oacute;cios.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No atual cen&amp;aacute;rio, a avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; de que n&amp;atilde;o h&amp;aacute; mais espa&amp;ccedil;o para adiamentos, sobretudo considerando o calend&amp;aacute;rio eleitoral e o in&amp;iacute;cio da implementa&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Reforma Tribut&amp;aacute;ria em 2027.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Mobiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o nacional&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A coaliz&amp;atilde;o &lt;a href="https://representa.fecomercio.com.br/simplesassim" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;&lt;strong&gt;Atualiza o Simples Nacional &amp;mdash; Por mais empregos e justi&amp;ccedil;a tribut&amp;aacute;ria&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; re&amp;uacute;ne federa&amp;ccedil;&amp;otilde;es, confedera&amp;ccedil;&amp;otilde;es, associa&amp;ccedil;&amp;otilde;es comerciais e sindicais de diversos Estados, incluindo a FecomercioSP.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A amplitude do movimento demonstra que a atualiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos limites &amp;eacute; uma pauta transversal, que impacta com&amp;eacute;rcio, servi&amp;ccedil;os, turismo, alimenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o, hotelaria e outros segmentos estrat&amp;eacute;gicos da economia.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Com o novo desdobramento institucional, a estrat&amp;eacute;gia agora &amp;eacute; intensificar o di&amp;aacute;logo com as lideran&amp;ccedil;as partid&amp;aacute;rias e garantir que o tema avance na agenda legislativa ainda neste ano.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A atualiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Simples Nacional n&amp;atilde;o &amp;eacute; apenas uma corre&amp;ccedil;&amp;atilde;o t&amp;eacute;cnica. Trata-se de uma medida estruturante para assegurar previsibilidade, competitividade e gera&amp;ccedil;&amp;atilde;o de empregos em um momento decisivo para a economia brasileira.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Tue, 24 Feb 2026 09:51:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Empresas]]</category></item></channel></rss>
