<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" version="2.0"><channel><title>&lt;![CDATA[Negócios - FecomercioSP]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/negocios</link><description>&lt;![CDATA[A]]</description><lastBuildDate>Sun, 13 Sep 2026 06:10:31 -0300</lastBuildDate><language>pt-br</language><image><title>&lt;![CDATA[Negócios - FecomercioSP]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/negocios</link><url>https://www.fecomercio.com.br/assets/img/fecomercio-sp-image-share.jpg</url></image><category>&lt;![CDATA[Negócios]]</category><item><title>&lt;![CDATA[Viagens corporativas terão menos margem para erros em 2027]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/noticia/viagens-corporativas-entram-em-2027-com-menos-margem-para-erros</link><description>&lt;![CDATA[Mercado deve movimentar R$ 205,6 bilhões neste ano, mas juros altos e crédito pressionado exigem eficiência, tecnologia e decisões mais criteriosas]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;O mercado brasileiro de viagens corporativas deve movimentar R$ 205,6 bilhões em 2026, um crescimento de cerca de 5% e novo recorde nominal. O resultado confirma a força de uma atividade que movimenta uma extensa cadeia de serviços, mas também antecipa o desafio para o ano que vem: crescer em um ambiente econômico que exigirá mais eficiência, planejamento e retorno das empresas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Esse foi o cenário apresentado pela &lt;a href="https://feclink.fecomercio.net.br/cl/PXwNf/A/94b1/0/BMNv/BsneApdz1WJ/1/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt; na última quarta-feira (9), durante o &lt;a href="https://conheca.govoll.com/travel-connect" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Travel Connect 2026&lt;/a&gt;, no WTC Golden Hall, em São Paulo. Em palestra sobre os indicadores e as tendências que vão moldar a gestão de viagens no próximo ano, Guilherme Dietze, economista e presidente do &lt;a href="https://fecomercio.com.br/conselhos/conselho-de-turismo" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Conselho de Turismo&lt;/a&gt; da Entidade, mostrou como economia, juros, crédito e tecnologia devem influenciar as decisões do setor.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Crescimento menor aumenta a seletividade&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;As projeções econômicas ajudam a explicar por que a gestão das viagens tende a ganhar ainda mais atenção. Após um crescimento estimado de 2% em 2026, a expectativa indicada pelo &lt;a href="https://www.bcb.gov.br/publicacoes/focus" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Boletim Focus&lt;/a&gt; é de avanço de 1,5% do Produto Interno Bruto (PIB) no próximo ano, com recuperações de 1,9%, em 2028, e 2%, em 2029.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os juros também continuarão pesando sobre empresas e consumidores. A apresentação aponta a Selic em 12% ao ano (a.a.) em 2027, ainda elevada apesar da trajetória esperada de queda.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A pressão aparece também no crédito. O volume de operações empresariais com atraso superior a 90 dias chegou a R$ 86,1 bilhões em junho, recorde da série apresentada. Pequenas e médias empresas concentram 75,6% desse total, sinal de um ambiente que exige mais atenção aos custos e ao caixa.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;“O mercado de viagens corporativas continua crescendo, mas 2027 vai exigir decisões mais criteriosas. Não se trata apenas de controlar custos, mas de entender onde a viagem gera valor e como torná-la mais eficiente”, afirmou Dietze.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Viagens mantêm fôlego e movimentam uma ampla cadeia&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Apesar do ambiente mais restritivo, o setor segue avançando. O Levantamento de Viagens Corporativas (LVC), realizado pela FecomercioSP em parceria com a &lt;a href="https://alagev.org/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Associação Latino Americana de Gestão de Eventos e Viagens Corporativas&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;(Alagev)&lt;/a&gt;, registra crescimento trimestral contínuo, embora em ritmo mais moderado. A alta, que chegou a 12% em junho de 2025, ficou em 5% em junho deste ano.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No acumulado anual, a projeção de R$ 205,6 bilhões em 2026 consolida a dimensão das viagens de negócios e sua capacidade de movimentar companhias aéreas, hotéis, agências, mobilidade, tecnologia, eventos e uma ampla rede de serviços.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A hotelaria acompanha esse movimento. Entre janeiro e julho, a ocupação média passou de 60,3%, em 2025, para 60,6%, neste ano. A diária avançou 5,4%, para R$ 441,80, enquanto a receita por apartamento disponível (RevPar) cresceu 5,9%, chegando a R$ 267,60.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No transporte aéreo, a relação entre o preço das passagens e o querosene de aviação (QAV) permanece no radar. A evolução desses indicadores reforça a necessidade de acompanhar variáveis capazes de pressionar os orçamentos corporativos e influenciar o planejamento dos deslocamentos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Tecnologia entra na estratégia&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Nesse contexto, a resposta das empresas não passa apenas pela redução de despesas. A tendência apontada pela FecomercioSP é de um processo de decisão mais cauteloso, combinado à busca por produtividade e ao uso da Inteligência Artificial (IA) como parte da estratégia das operações.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Dados, automação e novas ferramentas podem apoiar escolhas, ampliar a capacidade de comparação e tornar processos mais ágeis. Para gestores de viagens, o desafio será usar esses recursos para equilibrar custos, experiência do viajante e objetivos de cada deslocamento.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;“As viagens continuarão sendo importantes aos negócios. O que muda é a régua: as empresas precisarão combinar experiência, eficiência, tecnologia e retorno a fim de tomar decisões cada vez melhores”, concluiu Dietze.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Thu, 10 Sep 2026 12:23:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Turismo]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Turismo bate recordes, mas entra no segundo semestre com desafios mais complexos]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/noticia/turismo-bate-recordes-mas-entra-no-segundo-semestre-com-desafios-mais-complexos</link><description>&lt;![CDATA[‘Carta Setorial’ analisa desaceleração do setor, segurança pública, falta de mão de obra, Turismo internacional e impactos do cenário econômico sobre empresas e consumidores]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;O Turismo brasileiro chega &amp;agrave; segunda metade do ano sustentando resultados hist&amp;oacute;ricos, mas diante de um ambiente que exige cada vez mais aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o de empres&amp;aacute;rios e gestores. No primeiro semestre, o setor faturou R$ 143,1 bilh&amp;otilde;es, o melhor resultado j&amp;aacute; registrado para o per&amp;iacute;odo, com crescimento de 3,5% em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao mesmo intervalo de 2025.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os dados est&amp;atilde;o na mais recente Carta Setorial de Turismo, publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o mensal do &lt;a href="https://fecomercio.com.br/conselhos/conselho-de-turismo"&gt;Conselho de Turismo&lt;/a&gt; da &lt;a href="https://fecomercio.com.br/"&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt;, que re&amp;uacute;ne indicadores, an&amp;aacute;lises econ&amp;ocirc;micas e pautas estrat&amp;eacute;gicas para o desenvolvimento do setor. &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/upload/file/72bd689934707e99895f3a17514673f598b75dbc.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Acesse aqui!&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Apesar do recorde, junho registrou crescimento mais moderado (2,1%), com faturamento de R$ 22,4 bilh&amp;otilde;es. O resultado indica perda gradual de ritmo em um quadro marcado por juros elevados, endividamento familiar, incertezas fiscais e mais seletividade nas decis&amp;otilde;es de consumo e investimento.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;As viagens corporativas seguem em trajet&amp;oacute;ria positiva. No primeiro semestre, os gastos das empresas chegaram a quase R$ 102 bilh&amp;otilde;es, alta de 5,8%. Ainda assim, o menor ritmo de expans&amp;atilde;o observado nos &amp;uacute;ltimos meses mostra que companhias est&amp;atilde;o revendo prioridades e buscando mais efici&amp;ecirc;ncia nos deslocamentos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o tamb&amp;eacute;m amplia o olhar para temas estruturais. Um deles &amp;eacute; a seguran&amp;ccedil;a p&amp;uacute;blica, que entrou na agenda priorit&amp;aacute;ria do conselho em decorr&amp;ecirc;ncia dos riscos que a atua&amp;ccedil;&amp;atilde;o do crime organizado pode representar a empresas, trabalhadores, visitantes e destinos tur&amp;iacute;sticos. A cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um canal espec&amp;iacute;fico de den&amp;uacute;ncias, uma for&amp;ccedil;a-tarefa integrada e o uso de tecnologia e intelig&amp;ecirc;ncia de dados para preven&amp;ccedil;&amp;atilde;o s&amp;atilde;o algumas das propostas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Outro destaque &amp;eacute; o Emprega Turismo, projeto idealizado pela FecomercioSP para combater a escassez de m&amp;atilde;o de obra e ampliar a formaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Estudo da Entidade aponta que, dependendo da ades&amp;atilde;o, a medida poderia gerar entre R$ 3,23 bilh&amp;otilde;es e R$ 6,47 bilh&amp;otilde;es por ano em nova arrecada&amp;ccedil;&amp;atilde;o previdenci&amp;aacute;ria.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No Turismo internacional, o Brasil tamb&amp;eacute;m acumula recordes: foram 5,26 milh&amp;otilde;es de visitantes estrangeiros e US$ 5,7 bilh&amp;otilde;es em gastos no primeiro semestre. O desafio, por&amp;eacute;m, est&amp;aacute; no valor gerado por cada visitante. O gasto m&amp;eacute;dio real caiu cerca de 6% desde 2018, refor&amp;ccedil;ando a necessidade de atrair p&amp;uacute;blicos de maior perman&amp;ecirc;ncia e maior poder de consumo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A Carta de agosto traz ainda an&amp;aacute;lise sobre a conjuntura econ&amp;ocirc;mica, a aproxima&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre a FecomercioSP e a Secretaria Municipal de Turismo de S&amp;atilde;o Paulo (SMTur), a presen&amp;ccedil;a do conselho em eventos estrat&amp;eacute;gicos do setor e artigo de Guilherme Dietze sobre as li&amp;ccedil;&amp;otilde;es que o caso Casas Bahia oferece &amp;agrave;s empresas de Turismo em temas como fluxo de caixa, cr&amp;eacute;dito e transforma&amp;ccedil;&amp;atilde;o digital.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/upload/file/72bd689934707e99895f3a17514673f598b75dbc.pdf" target="_blank" class="fr-file" rel="noopener noreferrer"&gt;&lt;strong&gt;Acesse a Carta Setorial de Turismo de agosto de 2026 e confira an&amp;aacute;lises, dados e propostas que ajudam a entender os principais desafios e oportunidades do setor.&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Fri, 04 Sep 2026 14:29:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Turismo]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Crime organizado amplia riscos e põe segurança no radar do Turismo]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/noticia/crime-organizado-amplia-riscos-e-poe-seguranca-no-radar-do-turismo</link><description>&lt;![CDATA[Inteligência, tecnologia e rastreamento de recursos estão entre as medidas apontadas para proteger negócios, visitantes e destinos]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;A expans&amp;atilde;o do crime organizado sobre atividades econ&amp;ocirc;micas j&amp;aacute; representa um risco para o Turismo. Extors&amp;otilde;es, lavagem de dinheiro, interfer&amp;ecirc;ncia na presta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de servi&amp;ccedil;os e crimes contra visitantes aumentam custos &amp;agrave;s empresas e podem comprometer a imagem dos destinos brasileiros, justamente em um momento de crescimento da entrada de turistas estrangeiros no Pa&amp;iacute;s.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O tema foi debatido em reuni&amp;atilde;o do &lt;a href="https://fecomercio.com.br/conselhos/conselho-de-turismo" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Conselho de Turismo&lt;/a&gt; da &lt;a href="https://fecomercio.com.br/noticia/emprega-turismo-busca-ampliar-contratacoes-e-enfrentar-escassez-de-mao-de-obra" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt;, que vai levar ao Poder P&amp;uacute;blico propostas para refor&amp;ccedil;ar o monitoramento, ampliar o uso de intelig&amp;ecirc;ncia e tecnologia e combater os fluxos financeiros das organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es criminosas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;ldquo;Precisamos estar atentos &amp;agrave; quest&amp;atilde;o do crime organizado, n&amp;atilde;o somente pelos empres&amp;aacute;rios, mas tamb&amp;eacute;m pelas consequ&amp;ecirc;ncias aos consumidores&amp;rdquo;, afirmou o presidente do conselho, Guilherme Dietze. Dentre os casos discutidos, destaques para a imposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de pre&amp;ccedil;os a trabalhadores informais, o uso de estabelecimentos para lavagem de dinheiro, a cobran&amp;ccedil;a por servi&amp;ccedil;os de seguran&amp;ccedil;a e a interfer&amp;ecirc;ncia na contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o de m&amp;atilde;o de obra para grandes eventos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class="fr-img-caption fr-fic fr-dib" style="width: 402px;"&gt;&lt;span class="fr-img-wrap"&gt;&lt;img src="https://fecomercio.com.br/upload/img/84acd6a3d9cf45dab3c70eb55976ccbcab62321d.png" style="width: 400px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;span class="fr-inner"&gt;Ant&amp;ocirc;nio Baptista Gon&amp;ccedil;alves, advogado criminalista, destaca que &amp;quot;o crime organizado opera de modo digital&amp;quot;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Avan&amp;ccedil;o sobre a economia&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ant&amp;ocirc;nio Baptista Gon&amp;ccedil;alves, advogado criminalista e especialista em seguran&amp;ccedil;a p&amp;uacute;blica, chamou a aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o para a dimens&amp;atilde;o alcan&amp;ccedil;ada pelas organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es criminosas. &amp;ldquo;O Brasil tem, hoje, quase uma centena de fac&amp;ccedil;&amp;otilde;es, algumas com atua&amp;ccedil;&amp;atilde;o em grande parte do territ&amp;oacute;rio nacional&amp;rdquo;, disse.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Segundo Gon&amp;ccedil;alves, esse avan&amp;ccedil;o ocorre em velocidade superior &amp;agrave; moderniza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da estrutura estatal. Falta de efetivo policial, dificuldades de investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o e investimentos insuficientes em tecnologia limitam a preven&amp;ccedil;&amp;atilde;o e a elucida&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos delitos. &amp;ldquo;O crime organizado opera de modo digital, ao passo que o Estado democr&amp;aacute;tico de direito brasileiro opera de modo anal&amp;oacute;gico&amp;rdquo;, resumiu.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para o Turismo, o impacto &amp;eacute; direto. Furtos e roubos est&amp;atilde;o entre as ocorr&amp;ecirc;ncias que mais atingem visitantes, enquanto epis&amp;oacute;dios de viol&amp;ecirc;ncia em regi&amp;otilde;es tur&amp;iacute;sticas repercutem rapidamente nas redes sociais e na imprensa internacional, afetando a percep&amp;ccedil;&amp;atilde;o sobre os destinos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;ldquo;Ningu&amp;eacute;m viaja a um outro pa&amp;iacute;s para trazer uma m&amp;aacute; experi&amp;ecirc;ncia&amp;rdquo;, afirmou Gon&amp;ccedil;alves. Mais do que ampliar o fluxo de visitantes, portanto, o desafio &amp;eacute; oferecer condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es para que eles circulem, consumam e retornem com uma percep&amp;ccedil;&amp;atilde;o positiva do destino.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Empresas tamb&amp;eacute;m ficam vulner&amp;aacute;veis&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A atua&amp;ccedil;&amp;atilde;o criminosa pode atingir diretamente a opera&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos neg&amp;oacute;cios. Em atividades como grandes eventos, empres&amp;aacute;rios podem enfrentar interfer&amp;ecirc;ncias na contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o de m&amp;atilde;o de obra e de servi&amp;ccedil;os.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Gon&amp;ccedil;alves ressaltou que denunciar nem sempre &amp;eacute; uma decis&amp;atilde;o simples. &amp;ldquo;O principal medo do empres&amp;aacute;rio n&amp;atilde;o &amp;eacute; denunciar, mas a resposta do crime organizado&amp;rdquo;, explicou, ao destacar a preocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o com a prote&amp;ccedil;&amp;atilde;o de quem leva informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es &amp;agrave;s autoridades.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A seguran&amp;ccedil;a privada tamb&amp;eacute;m exige cautela. Al&amp;eacute;m da exist&amp;ecirc;ncia de servi&amp;ccedil;os irregulares, h&amp;aacute; risco de interfer&amp;ecirc;ncia das pr&amp;oacute;prias organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es criminosas nessa atividade. &amp;ldquo;&amp;Eacute; uma precau&amp;ccedil;&amp;atilde;o do empres&amp;aacute;rio, mas nunca uma seguran&amp;ccedil;a&amp;rdquo;, ponderou.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para o especialista, o enfrentamento n&amp;atilde;o pode se limitar ao aumento de penas ou &amp;agrave;s opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es de repress&amp;atilde;o. A estrat&amp;eacute;gia deve avan&amp;ccedil;ar sobre dois ativos fundamentais das organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es criminosas: informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e dinheiro.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Isso passa por investimentos em intelig&amp;ecirc;ncia, tecnologia, monitoramento e capacidade investigativa, al&amp;eacute;m do rastreamento dos recursos movimentados pelas fac&amp;ccedil;&amp;otilde;es. A lavagem de dinheiro, ressaltou Gon&amp;ccedil;alves, permite que capital il&amp;iacute;cito ingresse em neg&amp;oacute;cios aparentemente regulares. Atingir o lucro e a estrutura financeira dessas organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es pode, portanto, ser mais efetivo do que concentrar esfor&amp;ccedil;os apenas no confronto direto.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;O que empres&amp;aacute;rios e o setor podem fazer&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Embora n&amp;atilde;o exista solu&amp;ccedil;&amp;atilde;o individual a um problema estrutural, algumas medidas podem reduzir a vulnerabilidade dos neg&amp;oacute;cios e fortalecer a cobran&amp;ccedil;a por respostas do Poder P&amp;uacute;blico:&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;manter os canais de den&amp;uacute;ncia &amp;mdash;&lt;/strong&gt; comunique as ocorr&amp;ecirc;ncias &amp;agrave;s autoridades. A prote&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao denunciante, contudo, ainda precisa ser fortalecida;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;avaliar a seguran&amp;ccedil;a privada com cautela &amp;mdash;&lt;/strong&gt; a contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o pode integrar as medidas preventivas, mas n&amp;atilde;o substitui a atua&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Estado nem elimina os riscos;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;fortalecer a atua&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva &amp;mdash;&lt;/strong&gt; leve problemas recorrentes &amp;agrave;s entidades representativas. A articula&amp;ccedil;&amp;atilde;o d&amp;aacute; escala &amp;agrave;s demandas e amplia a capacidade de cobrar respostas dos &amp;oacute;rg&amp;atilde;os p&amp;uacute;blicos;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;cobrir intelig&amp;ecirc;ncia e tecnologia &amp;mdash;&lt;/strong&gt; monitoramento, investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o e ferramentas tecnol&amp;oacute;gicas s&amp;atilde;o essenciais para enfrentar organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es cada vez mais estruturadas.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;mirar o fluxo financeiro &amp;mdash;&lt;/strong&gt; combater a lavagem de dinheiro e rastrear recursos il&amp;iacute;citos ajudam a atingir a estrutura econ&amp;ocirc;mica que sustenta as fac&amp;ccedil;&amp;otilde;es;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;inserir a seguran&amp;ccedil;a na agenda do Turismo &amp;mdash;&lt;/strong&gt; o tema influencia a experi&amp;ecirc;ncia do visitante e a competitividade dos destinos e deve integrar a interlocu&amp;ccedil;&amp;atilde;o permanente com prefeituras, Estados e governo federal.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;[veja_tambem]&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Mon, 31 Aug 2026 15:10:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Turismo]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Turismo corporativo caminha para R$ 205 bilhões em mercado mais seletivo]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/noticia/turismo-corporativo-caminha-para-r-205-bilhoes-em-mercado-mais-seletivo</link><description>&lt;![CDATA[No Fórum Corporativo Abracorp, FecomercioSP projeta alta de 5% em 2026 e aponta mais pressão por produtividade e eficiência]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;O mercado brasileiro de viagens corporativas deve encerrar o ano com faturamento de R$ 205,6 bilhões, uma alta de cerca de 5% e novo recorde. A projeção faz parte do Levantamento de Viagens Corporativas (LVC), realizado pela &lt;a href="https://feclink.fecomercio.net.br/cl/PXwNf/A/94b1/0/BMNv/BsneApdz1WJ/1/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt; em parceria com a &lt;a href="https://alagev.org/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Associação Latino Americana de Gestão de Eventos e Viagens Corporativas (Alagev)&lt;/a&gt;. O resultado consolida a relevância dessa atividade à economia e a uma ampla cadeia que movimenta aviação, hotelaria, agências, mobilidade, tecnologia e serviços. O avanço, porém, ocorre em um ambiente de desaceleração econômica, juros elevados e crédito caro, aumentando a pressão por produtividade e retorno.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Diante do ambiente econômico e do cenário das viagens corporativas no Brasil, as empresas devem manter os deslocamentos, mas com decisões mais criteriosas. &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/viagens-corporativas-mantem-ritmo-de-crescimento-e-renovam-recorde-em-2026" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;“Elas não vão deixar de investir em viagens corporativas&lt;/a&gt;. O que vai mudar é a forma de gastar. Com a economia crescendo menos, produtividade, eficiência e resultado ganham ainda mais importância aos negócios. O mercado segue positivo, mas em ritmo mais moderado”, afirmou Guilherme Dietze, presidente do &lt;a href="https://fecomercio.com.br/conselhos/conselho-de-turismo" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Conselho de Turismo&lt;/a&gt; da FecomercioSP, na 12ª edição do &lt;a href="https://www.abracorp.org.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Fórum&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;da Associação Brasileira de Agências de Viagens Corporativas (Abracorp)&lt;/a&gt;, em São Paulo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Referência para o mercado de viagens de negócios, o encontro reuniu cerca de 300 gestores de viagens, compradores, agências, fornecedores e lideranças para discutir as tendências e os desafios que já influenciam as decisões das empresas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Dietze também enfatizou que a forte pressão do querosene de aviação não chegou integralmente às tarifas comercializadas. Em julho, o preço médio ficou próximo de R$ 700, ante aproximadamente R$ 740 um ano antes, reforçando a importância da busca por melhores condições e eficiência.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Produtividade e caixa no radar&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A conjuntura econômica exige atenção. A projeção é de crescimento nacional próximo de 2% ao ano, enquanto o estoque de crédito empresarial em atraso atingiu R$ 86,1 bilhões em junho, recorde da série apresentada. &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/em-cenario-de-aumento-do-endividamento-numero-de-familias-inadimplentes-cai-pelo-segundo-mes-seguido-em-sao-paulo"&gt;A taxa de inadimplência&lt;/a&gt; chegou a 3,3%, a segunda maior, próxima do patamar registrado em 2017, durante a crise econômica.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O crédito caro adiciona pressão a esse quadro. &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/apesar-dos-juros-e-da-inflacao-mercado-de-trabalho-sustenta-otimismo-do-consumidor-em-sao-paulo?%2Fnoticia%2Fapesar-dos-juros-e-da-inflacao-mercado-de-trabalho-sustenta-otimismo-do-consumidor-em-sao-paulo=" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Com juros elevados&lt;/a&gt; e prazos de pagamento mais curtos, empresas que dependam de financiamento ficam mais expostas, enquanto mudanças &lt;a href="file:///C%3A/Users/julia/Downloads/xa-das-empresas-que-devem-se-preparar-com-antecedencia%3f/noticia/split-payment-afetara-o-fluxo-de-caixa-das-empresas-que-devem-se-preparar-com-antecedencia=" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;proporcionadas pela Reforma Tributária, como o &lt;strong&gt;split payment&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;, tendem a exigir atenção adicional ao fluxo de caixa.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para Dietze, se o cenário econômico está fora do alcance das empresas, há espaço para fortalecer a gestão interna. A recomendação é preservar o caixa e buscar produtividade com tecnologia e estratégias mais eficientes. “IA e dados podem ajudar a conhecer o cliente, responder mais rápido, buscar melhores condições e transformar informação em produtividade”, concluiu.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O Fórum Corporativo Abracorp ampliou essa discussão com temas como Reforma Tributária, segurança, gestão de riscos, hospedagem e mobilidade.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Fri, 28 Aug 2026 15:53:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Turismo]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Cibersegurança deve fazer parte da gestão dos negócios]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/noticia/ataques-digitais-transformam-ciberseguranca-em-risco-para-empresas</link><description>&lt;![CDATA[Fator humano e riscos na cadeia de fornecedores ampliam a exposição das empresas]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;Um ataque digital não precisa entrar pela porta da empresa para interromper uma operação. Pode começar por uma senha comprometida, uma falha ainda não corrigida ou até por um fornecedor com acesso aos sistemas. Em um ambiente no qual o crime cibernético ganhou escala e organização, Sandro Süffert, CEO da Apura Cyber Intelligence e especialista em segurança da informação, inteligência cibernética e gestão de riscos digitais, defende que a cibersegurança seja tratada como parte da gestão dos negócios, e não apenas como assunto da área de Tecnologia.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O tema foi discutido em 17 de agosto, durante reunião do &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/conselhos/conselho-de-servicos"&gt;Conselho de Serviços&lt;/a&gt; da &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br"&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt;. Ao levar a cibersegurança para a agenda empresarial, a Federação amplia o acesso do setor a informações sobre os riscos que acompanham a digitalização e a medidas capazes de reduzir perdas e preservar a continuidade das operações.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os números ajudam a dimensionar o problema. Empresas brasileiras sofreram, em média, 3.736 ataques por semana no início de 2026, alta de 37% em um ano, segundo dados da Check Point apresentados por Süffert. Já o Verizon Data Breach Investigations Report 2026 (DBIR), que analisou mais de 22 mil violações confirmadas, aponta envolvimento do fator humano em 62% dos casos e de terceiros em 48%, porcentual que cresceu 60% em um ano.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/fecomerciosp-propoe-medidas-para-fortalecer-defesa-cibernetica"&gt;“O crime cibernético virou uma indústria”&lt;/a&gt;, destacou Süffert. Segundo o especialista, ataques passaram a ser estruturados como operações organizadas, e a Inteligência Artificial (IA) aumentou a velocidade e a escala dos golpes. O cenário também afasta a ideia de que apenas grandes negócios ou instituições financeiras estão na mira. Indústria, Comércio e Serviços aparecem entre os setores atingidos por diferentes tipos de incidentes.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;O prejuízo ultrapassa o ataque&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Quando uma invasão acontece, o custo não se resume ao dado perdido ou ao valor eventualmente desviado. Segundo levantamento da IBM de 2025, o custo médio de uma violação no Brasil chega a R$ 7,19 milhões. Quando a origem está em um terceiro da cadeia, sobe para R$ 8,98 milhões. O tempo médio para identificar e conter uma violação é de 241 dias.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Nesse intervalo, a empresa pode lidar com sistemas indisponíveis, paralisação das vendas, interrupção da produção ou da logística e efeitos sobre contratos e reputação. Nos Serviços, o problema ganha contornos ainda mais concretos, porque muitas operações dependem diretamente de agenda, portais, aplicativos, pagamentos e fornecedores tecnológicos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Süffert chamou a atenção especialmente para a cadeia de terceiros. A empresa pode manter o próprio controle e, ainda assim, ser atingida por uma vulnerabilidade presente em um parceiro. O fator humano também permanece entre as principais portas de entrada. Credenciais reutilizadas, &lt;strong&gt;phishing&lt;/strong&gt; e golpes aprimorados com IA estão entre os riscos apontados pelo DBIR. Além disso, informações obtidas em vazamentos podem permanecer circulando por anos em mercados criminosos e ser reutilizadas em novos ataques.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Prevenção precisa funcionar na prática&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Frente a essa conjuntura, Süffert defendeu medidas básicas, mas que precisam ser efetivamente testadas, como a autenticação multifator resistente a &lt;strong&gt;phishing&lt;/strong&gt;, a correção rápida de vulnerabilidades, a gestão dos acessos de fornecedores, a preparação das equipes e um plano de resposta a incidentes que determine previamente quem decide, quem comunica e quais sistemas devem ser desligados diante de uma crise.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O&lt;strong&gt;&amp;nbsp;backup&lt;/strong&gt; é um exemplo. Não basta armazenar cópias das informações sem saber se poderão ser recuperadas quando necessário. “&lt;strong&gt;Backup&lt;/strong&gt; que nunca foi restaurado é uma esperança, e não um plano”, resumiu o especialista.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A prevenção também passa por enxergar o que acontece fora dos sistemas da própria empresa. Segundo o DBIR 2026, 73% das vítimas de &lt;strong&gt;ransomware&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;tiveram credenciais vazadas ou infecção por programas destinados ao roubo de informações no ano anterior ao ataque, das quais metade sofreu a ocorrência nos 95 dias anteriores. A inteligência de ameaças permite acompanhar credenciais, sites falsos, perfis fraudulentos e movimentações de grupos criminosos antes que o problema alcance diretamente a operação.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para o empresário, algumas perguntas ajudam a tirar o tema do campo abstrato. Quanto a empresa perderia por dia se seus sistemas parassem? Quando o&lt;strong&gt;&amp;nbsp;backup&lt;/strong&gt; e o plano de resposta foram realmente testados? Quais fornecedores têm acesso aos sistemas e quando isso foi revisado pela última vez?&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ao trazer essas questões ao Conselho de Serviços, a FecomercioSP reforça uma mudança de olhar necessária para empresas cada vez mais digitais. Como resumiu Süffert, “cibersegurança não é um produto de TI, mas um instrumento de gestão estratégica de riscos”. A meta é criar condições para detectar ameaças mais cedo, reagir melhor e reduzir os danos quando o incidente ocorrer, em vez de acreditar que todos os ataques serão impedidos.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Wed, 26 Aug 2026 13:54:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Serviços]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Confiança das empresas de pequeno porte cai pelo sexto mês consecutivo e atinge menor nível em 5 anos]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/noticia/confianca-das-empresas-de-pequeno-porte-cai-pelo-sexto-mes-consecutivo-e-atinge-menor-nivel-em-5-anos-diz-fecomerciosp</link><description>&lt;![CDATA[Cenário político instável com o fim da ‘taxa das blusinhas’ e debate sobre escala 6x1 agravam pessimismo do empresariado]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;A confiança dos empresários do comércio paulistano permaneceu na zona pessimista, principalmente por causa da percepção das empresas de pequeno porte. De acordo com a &lt;strong&gt;&lt;u&gt;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br"&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt;&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;, o &lt;strong&gt;Índice de Confiança do Empresário do Comércio no Município de São Paulo (ICEC)&lt;/strong&gt;, avaliado mensalmente pela Entidade, registrou &lt;strong&gt;93,9 pontos&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;em julho&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;— mantendo-se estável e interrompendo uma série de cinco quedas seguidas. Na &lt;strong&gt;comparação com o mesmo mês do ano passado&lt;/strong&gt;, o recuo do indicador foi de &lt;strong&gt;8,7%&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;[gráfico 1].&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: rgb(184, 49, 47);"&gt;[GRÁFICO 1]&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Índice de Confiança do Empresário do Comércio (ICEC)&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Série histórica (13 meses)&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Fonte: FecomercioSP&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;img border="0" width="574" src="https://fecomercio.com.br/upload/img/fcf5ef6bdbbe5776bfdad451ee62b68bcc6d8ee3.png" class="fr-fic fr-dii"&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na análise por porte, o cenário das empresas de &lt;strong&gt;até 50 funcionários&lt;/strong&gt; é preocupante, visto que o indicador recuou pelo sexto mês consecutivo, registrando &lt;strong&gt;93,6 pontos&lt;/strong&gt; em julho, menor patamar desde junho de 2021, período de pandemia; na comparação interanual, apontou queda de 8,8%. Já no caso das empresas &lt;strong&gt;acima de 50 funcionários&lt;/strong&gt;, o ICEC subiu 3,9% em relação a junho e atingiu &lt;strong&gt;106,4 pontos&lt;/strong&gt;, mantendo-se em patamar levemente otimista — contudo, sofreu retração de 5,5% em relação a julho de 2025.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Empresariado está insatisfeito com as condições atuais&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Dentre as três variáveis que compõem o ICEC, o &lt;strong&gt;Índice das Condições Atuais do Empresário do Comércio (ICAEC)&lt;/strong&gt; atingiu 69,1 pontos em julho, praticamente estável em relação a junho [gráfico 2], mas está 9,5% abaixo do apurado no mesmo período do ano passado. A &lt;strong&gt;FecomercioSP&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;continua ressaltando o elevado grau de insatisfação do empresariado quanto às condições atuais. Mesmo que as vendas tenham crescido de maneira consistente até o fim de 2025, os empresários não estão satisfeitos com rentabilidade, pressão de custos, juros elevados, entre outros fatores.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No caso das &lt;strong&gt;pequenas&lt;/strong&gt; empresas, o ICAEC atingiu 68,7 pontos em julho, retração interanual de 9,6% — são &lt;strong&gt;42 meses&lt;/strong&gt; consecutivos abaixo dos 100 pontos, indicando &lt;strong&gt;pessimismo&lt;/strong&gt;. A queda observada no período recente pode estar relacionada também às notícias do campo político, como a aprovação da redução de jornada e o fim da “taxa das blusinhas”, situação em que os pequenos negócios estão mais vulneráveis. Para as &lt;strong&gt;grandes&lt;/strong&gt;, por sua vez, houve alta de 77,9 pontos, em junho, para &lt;strong&gt;84,4 pontos&lt;/strong&gt;, em julho.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: rgb(184, 49, 47);"&gt;[GRÁFICO 2]&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;ICAEC, IEEC E IIEC&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Série histórica (13 meses)&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Fonte: FecomercioSP&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;img border="0" width="578" src="https://fecomercio.com.br/upload/img/04acc9ea65cdbe6832a7ee9df93dbb0896468cad.png" class="fr-fic fr-dii"&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O &lt;strong&gt;Índice de Investimento do Empresário do Comércio (IIEC) das pequenas empresas&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;também se deteriorou, ao passar de 99 pontos, em junho, para 97 pontos, em julho, o menor nível desde 2021. Segundo a Entidade, esse dado revela que as pequenas estão com um leve grau de pessimismo para investir com cenário econômico instável. No segmento das grandes, também caiu 3,5% em comparação com o mês de junho, marcando 107 pontos, mas permanecendo na zona de otimismo.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O &lt;strong&gt;Índice de Expectativas do Empresário do Comércio (IEEC)&lt;/strong&gt; subiu nas empresas de ambos os portes. Nas pequenas, avançou 1,6% ao passar de 113,2 pontos em junho para 115 pontos em julho, porém apresenta queda de 10,4% em relação a julho de 2025. O IEEC das empresas acima de 50 funcionários, avançou 7,9%, passando de 118,4 para 127,7 pontos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Cautela para investir e ampliar&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O &lt;strong&gt;Índice de Expansão do Comércio (IEC),&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;pesquisa realizada também pela FecomercioSP, caiu 0,9% em julho, passando para 101,2 pontos. O indicador exibe queda interanual de 6,1%. A variável que mede a &lt;strong&gt;Expectativa de Contratação de Funcionários (ECF)&lt;/strong&gt; atingiu 113,1 pontos; na comparação com julho de 2025, a queda foi de 4,5%. Segundo a Federação, o movimento é compatível com o aumento das incertezas presentes na economia, especialmente a desaceleração da atividade econômica, diante da inflação persistente, dos juros elevados e da queda do consumo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: rgb(184, 49, 47);"&gt;[GRÁFICO 3]&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Índice de Expansão do Comércio (IEC)&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Série histórica (13 meses)&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Fonte: FecomercioSP&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;img border="0" width="567" src="https://fecomercio.com.br/upload/img/48b1096ecb5af9da2650f8e734c4b73f7fe03d44.png" class="fr-fic fr-dii"&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O &lt;strong&gt;Nível de Investimento das Empresas (NIE)&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;caiu pelo sexto mês seguido, ao passar de 91,5 pontos, em junho, para 89,3 pontos, em julho (-2,3%). O indicador segue em patamar historicamente baixo e na zona de pessimismo (menos de 100 pontos) há 20 meses consecutivos. Na comparação com julho do ano anterior, a queda foi de 8,8%, ampliando a leitura de cautela dos empresários quanto aos investimentos. Além disso, as questões econômicas continuam reduzindo a atratividade de projetos de expansão, modernização e ampliação da capacidade operacional das empresas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Confira os principais indicadores econômicos para o planejamento do seu negócio no &lt;strong&gt;&lt;u&gt;&lt;a href="https://fecomercio.com.br/noticia/panorama-do-comercio-de-agosto-o-que-esta-mudando-nos-habitos-de-compra-dos-brasileiros"&gt;Panorama do Comércio&lt;/a&gt;&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;. Produzido mensalmente pela FecomercioSP, o boletim apresenta análises sobre o cenário econômico, o perfil de consumo e as principais tendências que impactam a atividade empresarial.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Thu, 13 Aug 2026 10:16:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Índice de Confiança do Empresário do Comércio]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Por que as companhias aéreas absorveram a alta do petróleo?]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/noticia/por-que-as-companhias-aereas-absorveram-a-alta-do-petroleo</link><description>&lt;![CDATA[Enquanto o querosene subiu ao menos 37%, passagens aéreas ficaram apenas 9% mais caras no Brasil, entre março e junho]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;&lt;em&gt;Guilherme Dietze*&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Quando a guerra entre Ir&amp;atilde;, Israel e Estados Unidos come&amp;ccedil;ou, em fevereiro, muita gente apontou que, do ponto de vista da economia internacional, o primeiro efeito seria sobre o pre&amp;ccedil;o do petr&amp;oacute;leo. Al&amp;eacute;m de contar com a terceira maior reserva do mineral do mundo e de ser o terceiro produtor da Organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos Pa&amp;iacute;ses Exportadores de Petr&amp;oacute;leo (Opep), o Ir&amp;atilde; ainda controla o Estreito de Ormuz, por onde passa pelo menos um quarto (20%) do petr&amp;oacute;leo global.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O produto, de fato, subiu: cotado a US$ 61,92, por barril, em dezembro passado, tem sido negociado a cerca de US$ 79 agora. Com isso, v&amp;aacute;rios derivados da commodity&lt;em&gt;&amp;nbsp;&lt;/em&gt;foram afetadas globalmente, incluindo o querosene de avia&amp;ccedil;&amp;atilde;o (QAV), o combust&amp;iacute;vel dos avi&amp;otilde;es que fazem as rotas nacionais e internacionais.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;N&amp;atilde;o foi &amp;agrave; toa que, no in&amp;iacute;cio da guerra, se esperava um aumento de tarifas a&amp;eacute;reas pelo mundo. S&amp;oacute; no Brasil, um ter&amp;ccedil;o (32%) dos custos fixos das companhias vem do QAV. Com o conflito no Oriente M&amp;eacute;dio, essas empresas deixaram de pagar R$ 3,8 por litro &amp;mdash; entre mar&amp;ccedil;o e junho de 2025 &amp;mdash; para arcar com um valor de R$ 5,3 agora. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Em muitas reuni&amp;otilde;es que compareci nesse per&amp;iacute;odo, a pergunta se repetia: &amp;ldquo;As passagens v&amp;atilde;o ficar mais caras? Como o setor do Turismo vai se adaptar a esses impactos? O que d&amp;aacute; para fazer diante dessa situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o?&amp;rdquo;. Em todas elas, sempre ponderei que, ao menos por enquanto, n&amp;atilde;o dava para ver um efeito t&amp;atilde;o forte nas tarifas.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os dados, agora, me d&amp;atilde;o raz&amp;atilde;o. &amp;Eacute; intrigante que, no mercado brasileiro, isso n&amp;atilde;o aconteceu. Enquanto a alta do querosene foi de ao menos 37%, o que deveria pressionar num aumento de pelo menos 12% dos custos, as passagens a&amp;eacute;reas ficaram apenas 9% mais caras entre mar&amp;ccedil;o e junho em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao mesmo per&amp;iacute;odo de 2025. T&amp;atilde;o intrigante quanto &amp;eacute; que, depois de subir em mar&amp;ccedil;o, a m&amp;eacute;dia do pre&amp;ccedil;o das viagens a&amp;eacute;reas foi caindo at&amp;eacute; voltar ao patamar de junho de 2025 nessas &amp;uacute;ltimas semanas.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O que aconteceu, ent&amp;atilde;o? A demanda aquecida explica uma parte do fen&amp;ocirc;meno. No primeiro semestre, as companhias a&amp;eacute;reas transportaram cerca &lt;a href="https://www.gov.br/anac/pt-br/noticias/2026/transporte-aereo-movimenta-65-2-milhoes-de-passageiros-no-1o-semestre-de-2026"&gt;65,2 milh&amp;otilde;es de passageiros&lt;/a&gt;, tanto entre destinos nacionais quanto internacionais, segundo dados da Ag&amp;ecirc;ncia Nacional de Avia&amp;ccedil;&amp;atilde;o Civil (Anac). Esse n&amp;uacute;mero foi 5,4% maior que o registrado no mesmo per&amp;iacute;odo do ano passado.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Se as tarifas ficassem t&amp;atilde;o mais caras quanto o aumento do querosene, haveria o risco de frear essa demanda intensa por viagens a&amp;eacute;reas. Resultado: muita gente repensaria seus planos de viagem, e isso seria p&amp;eacute;ssimo para o segmento. Pode ter sido uma estrat&amp;eacute;gia.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O c&amp;acirc;mbio tamb&amp;eacute;m deu uma for&amp;ccedil;a. Em mar&amp;ccedil;o, o d&amp;oacute;lar era cotado a R$ 5,25, mas, dali em diante, caiu para R$ 5. Como boa parte dos custos fixos das companhias a&amp;eacute;reas &amp;eacute; em d&amp;oacute;lar &amp;mdash; seguro, arrendamento, manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o das aeronaves etc., um al&amp;iacute;vio na cota&amp;ccedil;&amp;atilde;o significa al&amp;iacute;vio nos gastos. Foi assim que, pressionadas pela alta do combust&amp;iacute;vel, conseguiram compensar tarifas com a retra&amp;ccedil;&amp;atilde;o dessas despesas. &amp;Eacute; um exemplo de como a conjuntura &amp;eacute; complexa e exige aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave;s vari&amp;aacute;veis.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Vale lembrar que os custos fixos representam 22% do or&amp;ccedil;amento das operadoras a&amp;eacute;reas. Contudo, acredito que nem tudo seja boa not&amp;iacute;cia, principalmente porque algu&amp;eacute;m est&amp;aacute; arcando com a conta. Custos mais altos sem repasse nos pre&amp;ccedil;os v&amp;atilde;o pressionar as margens. N&amp;atilde;o me surpreenderia se visse os balan&amp;ccedil;os das companhias mais pressionado no segundo trimestre. Tudo isso sem contar as incertezas da guerra. De um cessar-fogo para uma negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o definitiva, o conflito voltou a escalar, e ningu&amp;eacute;m sabe como ficar&amp;aacute; o pre&amp;ccedil;o do petr&amp;oacute;leo daqui para a frente.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Quanto tempo mais as empresas de avia&amp;ccedil;&amp;atilde;o v&amp;atilde;o conseguir segurar integralmente a alta dessas tarifas? Trata-se de uma pergunta em aberto.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Guilherme Dietze &amp;eacute; presidente do Conselho de Turismo da Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Wed, 12 Aug 2026 16:45:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Turismo]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[A sua empresa no WhatsApp agora tem endereço: registre o nome e venda mais]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/noticia/a-sua-empresa-no-whatsapp-agora-tem-endereco-registre-o-nome-e-venda-mais</link><description>&lt;![CDATA[Boletim ‘Expresso MEI’ de agosto traz dicas infalíveis para ser encontrado e vender mais no principal aplicativo de mensagens do País]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;Imagine a seguinte cena: uma pessoa est&amp;aacute; com vontade de comer um p&amp;atilde;o de queijo quentinho ou precisa comprar aquela roupa nova, mas n&amp;atilde;o tem o seu n&amp;uacute;mero de telefone salvo. At&amp;eacute; outro dia, essa venda estava perdida. Mas, agora, isso mudou!&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Com o novo sistema de nomes de usu&amp;aacute;rio (aquele com o &amp;ldquo;@&amp;rdquo;), o WhatsApp permite que os clientes encontrem as empresas dentro do aplicativo sem precisar decorar os n&amp;uacute;meros. Essa &amp;eacute; uma oportunidade de ouro para aumentar a visibilidade das empresas e melhorar o relacionamento com os clientes. O boletim &lt;strong&gt;Expresso MEI&lt;/strong&gt; de agosto explica todo o passo a passo para registrar o nome e vai al&amp;eacute;m, ao trazer um guia de como transformar a p&amp;aacute;gina empresarial em uma m&amp;aacute;quina de vendas.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lab.fecomercio.com.br/boletins/nome-empresarial-no-whatsapp-pode-alavancar-vendas-e-marca/" target="_blank" rel="noopener noreferrer" class="botao"&gt;Baixe gratuitamente o boletim Expresso MEI de agosto&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Oportunidade de neg&amp;oacute;cios&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Buscando um novo mercado para empreendedor? Pois saiba que a atividade de venda de livros est&amp;aacute; bombando! Segundo a &lt;strong&gt;Radiografia do Com&amp;eacute;rcio Eletr&amp;ocirc;nico&lt;/strong&gt;, divulgada em julho pela &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br"&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt;, o setor &amp;eacute; o segundo colocado no ranking de produtos mais vendidos no e-commerce brasileiro em 2025, faturando R$ 9,5 bilh&amp;otilde;es, atr&amp;aacute;s apenas dos smartphones (R$ 10,3 bilh&amp;otilde;es).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;E o MEI pode se encaixar nesse mercado, principalmente no nicho de usados, contando com a capacidade de garimpar t&amp;iacute;tulos atrativos e a facilidade de atendimento personalizado dos clientes como diferenciais imbat&amp;iacute;veis em compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o com os grandes concorrentes. O &lt;strong&gt;Expresso MEI&lt;/strong&gt; d&amp;aacute; dicas infal&amp;iacute;veis para obter sucesso no segmento, com a indica&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos melhores marketplaces para a venda de livros, estrat&amp;eacute;gias de vendas, estoques e finan&amp;ccedil;as.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Economia de luz&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Todo empreendedor sabe que precisa economizar nos gastos fixos para garantir um fluxo de caixa sustent&amp;aacute;vel, ainda mais para o MEI, que, muitas vezes, mistura os gastos pessoais com os da empresa. No boletim de agosto, o empreendedor conta com uma s&amp;eacute;rie de dicas de como economizar na conta de luz com a&amp;ccedil;&amp;otilde;es simples.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ainda no &amp;acirc;mbito da sa&amp;uacute;de financeira das empresas, o &lt;strong&gt;Expresso MEI&lt;/strong&gt; de agosto divulga uma mat&amp;eacute;ria que esclarece todas as regras do programa Desenrola MEI, que chegou para dar um f&amp;ocirc;lego extra, com descontos e parcelamento especiais na hora de quitar as d&amp;iacute;vidas tribut&amp;aacute;rias.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lab.fecomercio.com.br/boletins/nome-empresarial-no-whatsapp-pode-alavancar-vendas-e-marca/" target="_blank" rel="noopener noreferrer" class="botao"&gt;Baixe agora mesmo o boletim Expresso MEI de agosto&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Wed, 12 Aug 2026 15:02:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[WhatsApp]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Criatividade e pensamento estratégico devem acompanhar a IA nos Serviços]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/noticia/criatividade-e-pensamento-estrategico-devem-acompanhar-a-ia-nos-servicos</link><description>&lt;![CDATA[Especialista em experiência humana e assessora da FecomercioSP discutem como automação com olhar humano são determinantes para competitividade ]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;Intelig&amp;ecirc;ncia Artificial (IA), automa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e transforma&amp;ccedil;&amp;atilde;o digital j&amp;aacute; fazem parte da realidade das empresas. Mas, frente a tantas ferramentas e novidades, duas perguntas desafiam os empres&amp;aacute;rios: por onde come&amp;ccedil;ar e como transformar inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o em resultado?&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O epis&amp;oacute;dio de agosto do &lt;strong&gt;FecomercioSP Orienta&lt;/strong&gt; recebe Isabelli Gon&amp;ccedil;alves Luzia, especialista em experi&amp;ecirc;ncia humana, inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o e IA, e Kelly Carvalho, assessora da &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ambas analisam como as mudan&amp;ccedil;as no comportamento do consumidor e o avan&amp;ccedil;o das tecnologias est&amp;atilde;o redefinindo a competitividade no setor de Servi&amp;ccedil;os. Experi&amp;ecirc;ncia do cliente, produtividade, dados, omnicanalidade e automa&amp;ccedil;&amp;atilde;o est&amp;atilde;o entre os temas abordados. &amp;ldquo;Hoje, os consumidores est&amp;atilde;o mais conectados, avaliando pre&amp;ccedil;os e a reputa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do neg&amp;oacute;cio, al&amp;eacute;m de consultarem as avalia&amp;ccedil;&amp;otilde;es nas redes e no Google. Isso exige que as empresas utilizem dados e IA para compreender o perfil desse cliente e oferecer jornadas de compra mais fluidas, simples e eficientes&amp;rdquo;, afirma Kelly.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Pequenos neg&amp;oacute;cios tamb&amp;eacute;m t&amp;ecirc;m espa&amp;ccedil;o nessa transforma&amp;ccedil;&amp;atilde;o. O epis&amp;oacute;dio mostra que inovar n&amp;atilde;o exige grandes investimentos, mas estrat&amp;eacute;gia para aplicar a tecnologia onde esta gere valor imediato.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Quanto mais tecnologia, mais importantes as habilidades humanas&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A conversa ainda lan&amp;ccedil;a uma quest&amp;atilde;o fundamental &amp;mdash; em um mercado cada vez mais automatizado, quais habilidades humanas ser&amp;atilde;o mais valorizadas? Criatividade, pensamento estrat&amp;eacute;gico e capacidade de compreender pessoas ganham uma nova dimens&amp;atilde;o nesse cen&amp;aacute;rio.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;ldquo;Tudo o que &amp;eacute; automatizado, tudo o que &amp;eacute; poss&amp;iacute;vel ser repetitivo, vai ser executado por uma m&amp;aacute;quina. O que vai nos diferenciar como empreendedores e profissionais ser&amp;atilde;o as habilidades que nos fazem humanos: a empatia, a criatividade e a capacidade de cruzar informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es de contextos diferentes&amp;rdquo;, destaca Isabelli.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Por onde come&amp;ccedil;ar? O que vale a pena automatizar? Como usar a IA a favor do cliente sem perder a empatia humana? Assista ao novo epis&amp;oacute;dio do &lt;strong&gt;FecomercioSP Orienta&lt;/strong&gt; e descubra!&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span contenteditable="false" draggable="true" class="fr-video fr-deletable fr-fvc fr-dvb fr-draggable fr-fvl"&gt;&lt;iframe width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/QKiJiwWhrhU?&amp;t=5s&amp;wmode=opaque&amp;rel=0" frameborder="0" allowfullscreen="" class="fr-draggable"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/span&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Tue, 11 Aug 2026 15:32:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Serviços]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Viagens corporativas mantêm ritmo de crescimento e renovam recorde em 2026]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/noticia/viagens-corporativas-mantem-ritmo-de-crescimento-e-renovam-recorde-em-2026</link><description>&lt;![CDATA[Levantamento da FecomercioSP e da Alagev revela faturamento de R$ 17,9 bilhões, com demanda aquecida mesmo com a alta dos custos]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;As viagens corporativas seguem promovendo a cadeia do Turismo no Brasil. Em maio, os gastos das empresas com servi&amp;ccedil;os de viagens de neg&amp;oacute;cios alcan&amp;ccedil;aram R$ 17,9 bilh&amp;otilde;es, o maior faturamento j&amp;aacute; registrado para o m&amp;ecirc;s e um crescimento de 6,4% em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao mesmo per&amp;iacute;odo do ano passado. Com isso, o setor acumula quase R$ 85 bilh&amp;otilde;es nos cinco primeiros meses de 2026, alta de 6,2% sobre igual intervalo um ano antes. Os dados s&amp;atilde;o do Levantamento de Viagens Corporativas (LVC), realizado pela &lt;a href="https://fecomercio.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt; em parceria com a &lt;a href="https://alagev.org/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Latino-Americana de Gest&amp;atilde;o de Eventos e Viagens Corporativas (Alagev)&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O resultado chama a aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o porque foi alcan&amp;ccedil;ado por interm&amp;eacute;dio de uma base de compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o elevada. Em maio de 2025, o mercado havia avan&amp;ccedil;ado 12,7%, um dos melhores desempenhos da s&amp;eacute;rie hist&amp;oacute;rica. Ainda assim, o segmento voltou a crescer, provando que a demanda por viagens de neg&amp;oacute;cios permanece resiliente e continua sustentando boa parte da atividade tur&amp;iacute;stica nacional.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os indicadores dos principais segmentos da cadeia confirmam esse quadro. A avia&amp;ccedil;&amp;atilde;o dom&amp;eacute;stica transportou 8,3 milh&amp;otilde;es de passageiros em maio, o maior volume da hist&amp;oacute;ria para o per&amp;iacute;odo. Ao mesmo tempo, a tarifa m&amp;eacute;dia das passagens subiu 11,2%, passando de R$ 568,90 para R$ 632,50. Na hotelaria, a taxa de ocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o permaneceu praticamente est&amp;aacute;vel, em 63,4%, enquanto a di&amp;aacute;ria m&amp;eacute;dia avan&amp;ccedil;ou 5,4%, chegando a R$ 451,71.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;img src="https://fecomercio.com.br/upload/img/c5584baa46810e5c752dd92e3acff3222ad13b00.png" class="fr-fic fr-dii" style="width: 733px;"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Empresas adaptam estrat&amp;eacute;gias sem reduzir mobilidade&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Esses n&amp;uacute;meros mostram que a expans&amp;atilde;o do faturamento tem sido incentivado, cada vez mais, pelo aumento dos pre&amp;ccedil;os do que pela expans&amp;atilde;o do volume de viagens. Para o mercado, isso ressalta a necessidade de aprimorar negocia&amp;ccedil;&amp;otilde;es comerciais, pol&amp;iacute;ticas de viagens e estrat&amp;eacute;gias de gest&amp;atilde;o de despesas, especialmente em um ambiente de custos elevados.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Outro fator &lt;a href="https://fecomercio.com.br/noticia/turismo-bate-novo-recorde-mas-inflacao-juros-e-credito-em-atraso-ampliam-desafios" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;que exige aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o das empresas &amp;eacute; o cen&amp;aacute;rio internacional&lt;/a&gt;. Segundo a an&amp;aacute;lise do levantamento, a retomada das tens&amp;otilde;es no Oriente M&amp;eacute;dio pressiona o pre&amp;ccedil;o do petr&amp;oacute;leo e, consequentemente, do querosene de avia&amp;ccedil;&amp;atilde;o, elevando o custo das passagens a&amp;eacute;reas. Por isso, parte das empresas tende a substituir deslocamentos de curta dist&amp;acirc;ncia pelo transporte rodovi&amp;aacute;rio ou pela loca&amp;ccedil;&amp;atilde;o de ve&amp;iacute;culos, buscando reduzir despesas sem comprometer as atividades presenciais.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Apesar desses impasses, a perspectiva permanece positiva. A manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o da atividade econ&amp;ocirc;mica e do ambiente de neg&amp;oacute;cios continua estimulando a realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de viagens corporativas, consideradas essenciais para negocia&amp;ccedil;&amp;otilde;es, eventos, relacionamento com clientes e expans&amp;atilde;o das empresas. Para hot&amp;eacute;is, companhias a&amp;eacute;reas, locadoras, ag&amp;ecirc;ncias de viagens, organizadores de eventos e demais prestadores de servi&amp;ccedil;os tur&amp;iacute;sticos, o cen&amp;aacute;rio refor&amp;ccedil;a a expectativa de demanda aquecida ao longo de 2026.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O levantamento ainda indica que, embora o crescimento passe a depender mais da evolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos pre&amp;ccedil;os do que do aumento do n&amp;uacute;mero de viagens, o turismo corporativo segue demonstrando capacidade de adapta&amp;ccedil;&amp;atilde;o e permanece como um dos principais motores da cadeia tur&amp;iacute;stica brasileira.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;img src="https://fecomercio.com.br/upload/img/260cee40f20ec8f5868d6bc796cccf997130e2a1.png" class="fr-fic fr-dii" style="width: 733px;"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Thu, 06 Aug 2026 11:35:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Turismo]]</category></item></channel></rss>
