<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" version="2.0"><channel><title>&lt;![CDATA[Sindicatos - FecomercioSP]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/sindicatos</link><description>&lt;![CDATA[Área de divulgação de notícias sobre sindicatos]]</description><lastBuildDate>Wed, 08 Apr 2026 08:28:15 -0300</lastBuildDate><language>pt-br</language><image><title>&lt;![CDATA[Sindicatos - FecomercioSP]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/sindicatos</link><url>https://www.fecomercio.com.br/upload/img/2021/05/18/60a436d93045b-portal_imgvazia.jpg</url></image><category>&lt;![CDATA[Sindicatos]]</category><item><title>&lt;![CDATA[Evento em Guaratinguetá orienta empresários sobre efeitos da Reforma Tributária no Simples Nacional]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/noticia/evento-em-guaratingueta-orienta-empresarios-sobre-efeitos-da-reforma-tributaria-no-simples-nacional</link><description>&lt;![CDATA[Palestra gratuita do Sincomercio Guaratinguetá, com apoio de entidades do setor, ajuda empresas a se prepararem para o novo cenário fiscal]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;A Reforma Tributária já é uma realidade e começa a redesenhar o ambiente de negócios no Brasil. Para explicar o que muda para quem está no Simples Nacional, o &lt;strong&gt;Sindicato do Comércio Varejista de Guaratinguetá (Sincomercio Guaratinguetá)&lt;/strong&gt;, promove encontro voltado para empresários e profissionais, no dia 6 de abril, na sede do Sindicato. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A ideia é detalhar, na prática, os reflexos das novas regras na gestão e no caixa das empresas. A iniciativa conta com apoio da &lt;strong&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&lt;/strong&gt;, Sesc e Senac.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A palestra &lt;strong&gt;Reforma Tributária com abordagem do Simples Nacional&lt;/strong&gt; será ministrada por Fernando Sousa, assessor da &lt;strong&gt;FecomercioSP&lt;/strong&gt;. O conteúdo objetiva apresentar de forma clara o que já está definido, o que ainda depende de regulamentação e como o período de transição pode afetar a rotina empresarial.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Dentre os tópicos em pauta, destacam-se as mudanças na lógica de créditos, as possíveis alterações na carga tributária, as decisões estratégicas sobre o regime fiscal e as consequências diretas sobre a competitividade dos negócios. Em um cenário de transição, compreender essas variáveis deixa de ser apenas uma questão técnica e passa a ser uma decisão estratégica.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O encontro também vai orientar sobre como lidar com as novas exigências sem comprometer o planejamento financeiro e como antecipar ajustes para reduzir riscos. A proposta é oferecer informação objetiva, aplicável ao dia a dia do empresário, e contribuir para decisões mais seguras.&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Serviço&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Palestra: Reforma Tributária com abordagem do Simples Nacional&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Data:&lt;/strong&gt; 6 de abril&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Horário:&lt;/strong&gt; 19h&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Local:&lt;/strong&gt; Sincomercio Guaratinguetá&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Faça sua inscrição&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;a href="https://www.sympla.com.br/evento/reforma-tributaria-com-abordagem-do-simples-nacional/3357231" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;&lt;strong&gt;aqui&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;.&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Evento gratuito | Vagas limitadas&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Thu, 02 Apr 2026 13:29:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Acontece]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Sincomercio Nova Alta Paulista realiza campanha Bota-Fora e impulsiona o comércio local]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/noticia/sincomercio-nova-alta-paulista-realiza-campanha-bota-fora-e-impulsiona-o-comercio-local</link><description>&lt;![CDATA[Campanha exerce papel direto na dinâmica financeira das empresas participantes]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;O Sincomercio Nova Alta Paulista, com sede em Adamantina, realizou, entre os dias 16 e 21 de mar&amp;ccedil;o, a campanha Bota-Fora, uma a&amp;ccedil;&amp;atilde;o estrat&amp;eacute;gica voltada &amp;agrave; movimenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o do com&amp;eacute;rcio varejista durante a Semana do Consumidor.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A iniciativa reuniu empresas do com&amp;eacute;rcio local em uma ampla a&amp;ccedil;&amp;atilde;o promocional, com descontos que chegaram a 80%, estimulando as vendas, reduzindo estoques e atraindo consumidores num per&amp;iacute;odo considerado estrat&amp;eacute;gico pelo setor: o p&amp;oacute;s-Carnaval e a transi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de esta&amp;ccedil;&amp;otilde;es.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;De acordo com o presidente do Sincomercio Nova Alta Paulista, S&amp;eacute;rgio Vanderlei, a defini&amp;ccedil;&amp;atilde;o do per&amp;iacute;odo da campanha &amp;eacute; resultado de planejamento conjunto com os empres&amp;aacute;rios. &amp;ldquo;Todo final de ano, &amp;eacute; realizada uma pesquisa com os comerciantes, que indicam o melhor momento para a realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Bota-Fora. Neste ano, a escolha do m&amp;ecirc;s de mar&amp;ccedil;o mostrou-se a mais adequada, considerando o cen&amp;aacute;rio p&amp;oacute;s-Carnaval e a mudan&amp;ccedil;a de esta&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;rdquo;, destacou.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Al&amp;eacute;m de fomentar o consumo, a campanha exerceu papel direto na din&amp;acirc;mica financeira das empresas participantes. &amp;ldquo;&amp;Eacute; uma a&amp;ccedil;&amp;atilde;o que transforma produtos parados em receita, ajudando o empres&amp;aacute;rio a girar estoque e manter o fluxo de caixa. Ao mesmo tempo, oferece ao consumidor a oportunidade de adquirir produtos com pre&amp;ccedil;os mais acess&amp;iacute;veis. &amp;Eacute; uma iniciativa em que todos ganham&amp;rdquo;, completou Vanderlei.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Repercuss&amp;atilde;o na imprensa local&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A promo&amp;ccedil;&amp;atilde;o contou com uma estrat&amp;eacute;gia ampla de comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o, envolvendo diferentes canais regionais. O presidente do Sincomercio participou de entrevistas em ve&amp;iacute;culos como a TV Folha Regional, R&amp;aacute;dio Life FM, Grupo Joia de Comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o e TV Fronteira, ampliando o alcance institucional da campanha.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Al&amp;eacute;m disso, a divulga&amp;ccedil;&amp;atilde;o foi refor&amp;ccedil;ada com carros de som nas ruas e distribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o de material gr&amp;aacute;fico para os comerciantes, garantindo visibilidade direta no munic&amp;iacute;pio, al&amp;eacute;m de estar presente em toda a imprensa local, com inser&amp;ccedil;&amp;otilde;es em sites, jornais e redes sociais, potencializando o engajamento do p&amp;uacute;blico e o fluxo nas lojas participantes.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Al&amp;eacute;m do Bota-Fora, o Sincomercio tamb&amp;eacute;m desenvolve outras iniciativas voltadas ao fortalecimento do setor, como a campanha Com&amp;eacute;rcio Amigo &amp;ndash; Diga N&amp;atilde;o &amp;agrave; Viol&amp;ecirc;ncia Contra a Mulher, realizada em parceria com o projeto Soul Feminina, e o apoio a a&amp;ccedil;&amp;otilde;es culturais, como o Circuito Sesc de Artes, que ser&amp;aacute; realizado no munic&amp;iacute;pio no dia 29 de mar&amp;ccedil;o.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Com a&amp;ccedil;&amp;otilde;es integradas e planejamento estrat&amp;eacute;gico, o Sincomercio Nova Alta Paulista reafirma seu papel como agente de desenvolvimento econ&amp;ocirc;mico e social, promovendo iniciativas que beneficiam empres&amp;aacute;rios, consumidores e toda a comunidade.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Fri, 27 Mar 2026 17:36:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Acontece]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Sincopar promove palestra sobre Reforma Tributária em São José do Rio Pardo]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/noticia/sincopar-promove-palestra-sobre-reforma-tributaria-em-sao-jose-do-rio-pardo</link><description>&lt;![CDATA[Evento aborda os efeitos das mudanças no Simples Nacional e no Lucro Presumido, com orientação prática para empresários]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;Com a Reforma Tribut&amp;aacute;ria avan&amp;ccedil;ando, entender o que vem pela frente deixou de ser diferencial e virou quest&amp;atilde;o de sobreviv&amp;ecirc;ncia para muitas empresas. Por isso, o Sindicato do Com&amp;eacute;rcio Varejista de S&amp;atilde;o Jos&amp;eacute; do Rio Pardo (Sincopar), em parceria com a &lt;strong&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/strong&gt;, realiza, no dia 31 de mar&amp;ccedil;o, &amp;agrave;s 19h, a palestra &lt;strong&gt;Reforma Tribut&amp;aacute;ria com abordagem no Simples Nacional e no Lucro Presumido&lt;/strong&gt;.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O evento ser&amp;aacute; conduzido por Fernando Sousa, assessor da Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, na sede do Sincopar, e &amp;eacute; voltado a empres&amp;aacute;rios que buscam entender os principais reflexos das mudan&amp;ccedil;as tribut&amp;aacute;rias na gest&amp;atilde;o dos neg&amp;oacute;cios. A iniciativa conta com apoio do Sesc e do Senac e integra a agenda do sindicato de orienta&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos empreendedores locais diante das transforma&amp;ccedil;&amp;otilde;es no sistema tribut&amp;aacute;rio.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Com foco nos regimes do Simples Nacional e do Lucro Presumido, a palestra vai destrinchar os principais pontos da Reforma Tribut&amp;aacute;ria que afetam diretamente as empresas, principalmente no que diz respeito &amp;agrave; carga tribut&amp;aacute;ria, &amp;agrave; competitividade e &amp;agrave; tomada de decis&amp;atilde;o. A ideia &amp;eacute; traduzir o cen&amp;aacute;rio para uma linguagem mais simples e aplic&amp;aacute;vel ao dia a dia dos empres&amp;aacute;rios.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Durante o encontro, os participantes ter&amp;atilde;o contato com aspectos como n&amp;atilde;o cumulatividade, poss&amp;iacute;veis mudan&amp;ccedil;as na apura&amp;ccedil;&amp;atilde;o de tributos, desdobramentos financeiros e a import&amp;acirc;ncia do planejamento estrat&amp;eacute;gico na escolha do regime fiscal mais adequado. Tamb&amp;eacute;m ser&amp;aacute; uma oportunidade para esclarecer d&amp;uacute;vidas diretamente com um especialista que acompanha de perto a implementa&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Reforma Tribut&amp;aacute;ria.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A proposta &amp;eacute; trazer clareza para o empres&amp;aacute;rio tomar decis&amp;otilde;es mais seguras, antes que a mudan&amp;ccedil;a chegue na pr&amp;aacute;tica.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Servi&amp;ccedil;o&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Palestra:&lt;/strong&gt; Reforma Tribut&amp;aacute;ria com abordagem no Simples Nacional e no Lucro Presumido&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Data:&lt;/strong&gt; 31 de mar&amp;ccedil;o&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Hor&amp;aacute;rio:&lt;/strong&gt; 19h&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Local:&lt;/strong&gt; Rua Curupaiti, 88 &amp;ndash; Centro &amp;ndash; S&amp;atilde;o Jos&amp;eacute; do Rio Pardo &amp;ndash; SP&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Fa&amp;ccedil;a sua inscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o pelo WhatsApp: (19) 98967-8582&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Evento gratuito | Vagas limitadas&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Fri, 27 Mar 2026 17:34:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Acontece]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Encontro no Sincomercio ABC orienta empresários do varejo sobre cenário econômico, legislação e custos operacionais]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/noticia/encontro-no-sincomercio-abc-orienta-empresarios-do-varejo-sobre-cenario-economico-legislacao-e-custos-operacionais</link><description>&lt;![CDATA[Temas foram tratados na reunião da Câmara Regional Leste do Conselho do Comércio Varejista, da FecomercioSP, com o objetivo de ajudar o empresariado a interpretar o momento atual da economia e das regras trabalhistas]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;Abrir a loja todos os dias, organizar escalas de trabalho, contratar funcionários e planejar investimentos depende cada vez mais de fatores que vão além do caixa da empresa. Esse foi o ponto de partida do debate realizado na reunião da Câmara Regional Leste do Conselho do Comércio Varejista (CCV), órgão da Federação do Comércio de Bens Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP). A pauta trouxe uma análise detalhada do cenário econômico e das mudanças jurídicas que podem afetar diretamente a rotina do Comércio.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A reunião, realizada no dia 11 de março, no Sindicato do Comércio Varejista do ABC e teve como anfitrião o presidente da entidade, José Carlos Buchala, e contou com a participaram do presidente em exercício da FecomercioSP, Ivo Dall’Acqua Júnior, do assessor jurídico Paulo Igor Alves de Souza e da assessora Kelly Carvalho, ambos também da Federação, além do presidente do CCV e do Sincomercio Araraquara, Antonio Deliza Neto. Também estiveram presentes representantes de outros sete sindicatos patronais pertencentes à Câmara Regional Leste.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;As apresentações foram conduzidas por assessores da Federação com o objetivo de ajudar o empresariado a interpretar o momento atual da economia e das regras trabalhistas. Os debates abordaram desde o contexto macroeconômico até propostas de alteração da constituição em discussão no Congresso Nacional, além de decisões recentes do Judiciário que podem alterar custos, organização do trabalho e estratégias operacionais das empresas.&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Impactos da redução da jornada&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Um dos temas discutidos no encontro foi a proposta de redução da jornada semanal de trabalho de 44 para 36 horas, sem redução proporcional de salários. Os estudos apresentados pela assessora Kelly Carvalho indicam que essa alteração representaria queda de cerca de 18,2% nas horas trabalhadas, com aumento aproximado de 22% no custo por hora do trabalho para as empresas. Kelly destacou que a jornada média negociada no Brasil já é de cerca de 38 horas semanais, patamar semelhante ao observado em países desenvolvidos.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ela ressaltou, no entanto, que esses países alcançaram reduções de jornada ao longo de décadas, acompanhadas por ganhos de produtividade e investimentos em tecnologia e qualificação da mão de obra. No Brasil, o crescimento da produtividade é inferior a 1% ao ano, o que exige cautela na avaliação de mudanças estruturais. Setores intensivos em mão de obra, como o comércio, tendem a sentir os impactos com maior intensidade, especialmente as pequenas e médias empresas, que operam com margens menores e dependem do fluxo semanal de caixa.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Kelly também enfatizou que a negociação coletiva continua sendo o instrumento mais adequado para ajustar jornadas às realidades de cada setor, permitindo conciliar competitividade, manutenção de empregos e condições de trabalho.&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Temas jurídicos no radar&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No campo jurídico, o assessor da FecomercioSP, Paulo Igor Alves de Souza, apresentou aos participantes os principais temas em análise no Judiciário e no Legislativo que podem impactar o ambiente de negócios.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Entre eles estão discussões no STF sobre contribuição assistencial e sobre os limites entre contratação empresarial e vínculo de emprego, tema conhecido como pejotização. Segundo ele, o entendimento em debate indica que caberá à Justiça comum avaliar a legalidade das relações contratuais e, caso sejam identificadas irregularidades que configurem vínculo empregatício, a análise dos efeitos poderá ser encaminhada à Justiça do Trabalho.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Também foram discutidos outros temas regulatórios relevantes, como a entrada em vigor das novas regras relacionadas à gestão de riscos psicossociais no ambiente de trabalho (NR-1), a regulamentação do funcionamento do comércio em feriados e o projeto de lei que regulamenta a licença-paternidade, aprovado recentemente pelo Senado e encaminhado para sanção presidencial.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ao reunir análises econômicas e jurídicas, as reuniões das Câmaras Regionais reforçam o papel do Sincomercio ABC e da FecomercioSP em orientar o empresariado diante de mudanças no ambiente regulatório e econômico, contribuindo para que as empresas planejem suas operações com mais segurança em um cenário de custos elevados e debates legislativos em andamento.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Wed, 18 Mar 2026 16:19:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Acontece]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[FecomercioSP conquista avanço importante para garantir segurança tributária aos sindicatos patronais]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/noticia/fecomerciosp-tem-importante-conquista-para-garantir-seguranca-juridica-de-sindicatos-patronais</link><description>&lt;![CDATA[Projetos incorporam contribuições da Federação e reforçam isenções de IBS e CBS já previstas em lei]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;Depois de muita articulação institucional da &lt;strong&gt;&lt;a href="file:///C%3A%5CUsers%5Cwesleydamiani%5CDownloads%5Cfecomercio.com.br"&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; junto ao Congresso Nacional e aos órgãos competentes, os sindicatos patronais ganharam um horizonte mais claro para enxergar como ficarão as regras de isenção tributária.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Com base em minutas entregues pela FecomercioSP, o deputado federal Luiz Gastão (PSD-CE) apresentou o Projeto de Lei Complementar (PLP) 56/2026, que altera a Lei Complementar (LC) 214/2025 e explicita a não incidência do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) sobre as contribuições associativas e quaisquer outras contribuições estatutárias, de natureza não contraprestacional (que inclui a contribuição assistencial), destinadas à manutenção e ao custeio das associações civis sem fins econômicos; e o PLP 57/2026, que modifica a LC 224/2025 e também esclarece que a redução de incentivos e benefícios fiscais não se aplica às associações sem fins lucrativos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Cabe destacar que também tramita, no Senado Federal, o PLP 11/2026, de autoria do senador Flávio Arns (PSB-PR), que segue na mesma direção.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;As iniciativas são importantes para conferir&amp;nbsp;&lt;a href="https://fecomercio.com.br/noticia/beneficios-fiscais-mudancas-abruptas-e-drasticas-prejudicam-a-seguranca-juridica"&gt;maior segurança jurídica às entidades sindicais patronais que estão à mercê de interpretação e de possíveis cortes&lt;/a&gt;, como foi visto no Demonstrativo de Gastos Tributários da&amp;nbsp;Lei Orçamentária Anual (LOA) 2026, onde as isenções históricas dos sindicatos — garantidas pelo Artigo 15 da Lei 9.532/1997 (IRPJ e CSLL) e pelo a Artigo. 14 da Medida Provisória (MP) 2.158-35/2001 (Cofins) — estavam listadas como passíveis de redução.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Atuação efetiva&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Desde a promulgação da LC 214, em 2025, a&amp;nbsp;&lt;a href="https://fecomercio.com.br/noticia/fecomerciosp-e-sindicatos-filiados-lutam-por-igualdade-tributaria-para-entidades-patronais"&gt;&lt;strong&gt;FecomercioSP&lt;/strong&gt; e seus sindicatos filiados buscam alterações, junto ao Congresso Nacional&lt;/a&gt;, para corrigir as distorções presentes na nova legislação.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Atualmente, a lei trata de forma diferente as duas categorias. Os sindicatos dos trabalhadores têm imunidade em relação ao IBS e à CBS, um direito garantido pela Constituição Federal. Mas as entidades que representam as empresas — que têm exatamente a mesma natureza jurídica e também defendem interesses coletivos — dependem de lei infraconstitucional para afastar a incidência tributária, criando uma disparidade que enfraquece o princípio da isonomia.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A Instrução Normativa RFB 2.307/2026 incluiu expressamente as entidades sem fins lucrativos na lista de quem não precisa se preocupar com a redução linear de benefícios. Apesar do alívio, ainda havia insegurança jurídica, porque a garantia da manutenção das isenções está em normas infralegais (instruções normativas), que são atos administrativos — isto é, podem ser alteradas no futuro.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Pensando nisso, a&amp;nbsp;&lt;a href="https://fecomercio.com.br/noticia/perda-da-isencao-tributaria-pode-comprometer-a-representacao-de-setores-fundamentais-para-a-economia-nacional"&gt;Federação levou a questão à Câmara dos Deputados e apresentou um anteprojeto de lei para alterar a LC 224/2025&lt;/a&gt;. A ideia era incluir no texto legal, de forma expressa, que as entidades sem fins lucrativos estão fora da redução dos benefícios. A iniciativa foi prontamente acolhida pelo deputado federal Luiz Gastão (PSD-CE), com a apresentação do PLP 57/2026.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A expectativa agora é que os PLPs sejam aprovados pelo Congresso Nacional, alterando as LCs 214 e 224, para dar à categoria maior segurança jurídica por meio de previsão expressa em lei, garantindo a manutenção integral das isenções das entidades sindicais patronais e afastando a aplicação da redução dos benefícios fiscais.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Enquanto a alteração nas legislações não sai, a orientação da &lt;strong&gt;FecomercioSP&lt;/strong&gt; é clara —&amp;nbsp;&lt;a href="https://fecomercio.com.br/noticia/mudancas-na-isencao-fiscal-exigem-atencao-dos-sindicatos-patronais"&gt;para continuar aproveitando as isenções, os sindicatos precisam ficar com a casa rigorosamente em ordem, seguindo os requisitos previstos na lei&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Wed, 18 Mar 2026 15:28:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[sindicatos patronais]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[FecomercioSP analisa cenário econômico e jurídico com as mudanças na jornada de trabalho e orienta empresários do Comércio]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/noticia/fecomerciosp-analisa-cenario-economico-e-juridico-com-as-mudancas-na-jornada-de-trabalho-e-orienta-empresarios-do-comercio</link><description>&lt;![CDATA[Temas foram tratados em reuniões das Câmaras Regionais do Conselho do Comércio Varejista, com análises de especialistas da Federação sobre economia, legislação e consequências nas empresas]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;Abrir a loja todos os dias, organizar escalas de trabalho, contratar funcion&amp;aacute;rios e planejar investimentos depende cada vez mais de fatores que v&amp;atilde;o al&amp;eacute;m do caixa da empresa. Esse foi o ponto de partida das discuss&amp;otilde;es realizadas nas reuni&amp;otilde;es de mar&amp;ccedil;o das C&amp;acirc;maras Regionais do Conselho do Com&amp;eacute;rcio Varejista (CCV) no Estado de S&amp;atilde;o Paulo, promovidas pela &lt;strong&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/strong&gt;. A pauta trouxe uma an&amp;aacute;lise detalhada do cen&amp;aacute;rio econ&amp;ocirc;mico e das mudan&amp;ccedil;as jur&amp;iacute;dicas que podem afetar diretamente a rotina do Com&amp;eacute;rcio.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;As apresenta&amp;ccedil;&amp;otilde;es foram conduzidas por assessores da Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, com o objetivo de ajudar o empresariado a interpretar o momento atual da economia e das regras trabalhistas. Os debates abordaram desde o contexto macroecon&amp;ocirc;mico at&amp;eacute; as propostas de altera&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o Federal em discuss&amp;atilde;o no Congresso Nacional, al&amp;eacute;m de decis&amp;otilde;es recentes do Judici&amp;aacute;rio que podem alterar custos, organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do trabalho e estrat&amp;eacute;gias operacionais das empresas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Economia exige cautela das empresas&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na an&amp;aacute;lise econ&amp;ocirc;mica apresentada pela assessora da&amp;nbsp;&lt;strong&gt;FecomercioSP&lt;/strong&gt;, Kelly Carvalho, o Com&amp;eacute;rcio Varejista segue operando em um ambiente desafiador. &amp;ldquo;Juros elevados, infla&amp;ccedil;&amp;atilde;o ainda persistente e maior endividamento das fam&amp;iacute;lias reduzem a capacidade de consumo e comprimem ainda mais as margens das empresas. Ao mesmo tempo, o setor enfrenta aumento de custos operacionais e maior concorr&amp;ecirc;ncia em um cen&amp;aacute;rio de crescimento econ&amp;ocirc;mico moderado&amp;rdquo;, pontuou.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Segundo a assessora, esse contexto exige aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o redobrada nas decis&amp;otilde;es empresariais e aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave;s propostas em tramita&amp;ccedil;&amp;atilde;o no Congresso. Ela explicou que medidas que aumentem custos ou restrinjam as opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es das empresas podem gerar efeitos em cadeia sobre pre&amp;ccedil;os, investimento e emprego. Por isso, qualquer mudan&amp;ccedil;a estrutural no mercado de trabalho precisa considerar o ambiente econ&amp;ocirc;mico atual e as particularidades operacionais do setor.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Domingo tem peso relevante no varejo&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Entre os temas, est&amp;aacute; o debate sobre poss&amp;iacute;veis restri&amp;ccedil;&amp;otilde;es ao trabalho no Com&amp;eacute;rcio aos domingos. A&amp;nbsp;Consolida&amp;ccedil;&amp;atilde;o das Leis do Trabalho (CLT)&amp;nbsp;j&amp;aacute; prev&amp;ecirc; instrumentos jur&amp;iacute;dicos adequados para tratar dessas situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es, como a negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva entre empregadores e trabalhadores.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Simula&amp;ccedil;&amp;otilde;es realizadas pela&amp;nbsp;&lt;strong&gt;FecomercioSP&lt;/strong&gt;, com base em dados da Pesquisa Conjuntural do Com&amp;eacute;rcio Varejista do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (PCCV), mostram que esse dia da semana tem papel significativo no faturamento do setor. No Estado de S&amp;atilde;o Paulo, por exemplo, o varejo movimenta cerca de R$ 1,5 trilh&amp;atilde;o por ano, sendo aproximadamente R$ 220 bilh&amp;otilde;es gerados aos domingos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;De acordo com Kelly, o domingo &amp;eacute; um dia considerado &amp;uacute;til no calend&amp;aacute;rio de consumo das fam&amp;iacute;lias. Esse &amp;eacute; um dia em que se concentram as reposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de compras da semana, o consumo por conveni&amp;ecirc;ncia e h&amp;aacute; grande circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o de consumidores. Na avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o da&amp;nbsp;&lt;strong&gt;FecomercioSP&lt;/strong&gt;, mudan&amp;ccedil;as nesse funcionamento precisam ser avaliadas com cautela, considerando eventuais preju&amp;iacute;zos para as empresas, como aumento de custos e queda de receitas, al&amp;eacute;m da reorganiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos neg&amp;oacute;cios e a sustentabilidade dos pequenos empreendedores.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ademais, o domingo n&amp;atilde;o &amp;eacute; um dia marginal de vendas, mas um elemento estrutural de fluxo de receita do varejo.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de jornada tamb&amp;eacute;m preocupa&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Outro tema discutido nas reuni&amp;otilde;es foi a proposta de redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o da jornada semanal de trabalho de 44 para 36 horas, sem diminui&amp;ccedil;&amp;atilde;o proporcional de sal&amp;aacute;rios. Os estudos apresentados indicam que essa altera&amp;ccedil;&amp;atilde;o representaria queda de cerca de 18,2% nas horas trabalhadas, com aumento aproximado de 22% no custo por hora de trabalho para as empresas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A assessora destacou que a jornada m&amp;eacute;dia negociada no Brasil &amp;eacute; de aproximadamente 38 horas semanais, semelhante &amp;agrave; de pa&amp;iacute;ses desenvolvidos. Al&amp;eacute;m disso, esse tipo de mudan&amp;ccedil;a precisa considerar a produtividade da economia brasileira, que ainda &amp;eacute; inferior &amp;agrave; de pa&amp;iacute;ses desenvolvidos. A redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de jornada em pa&amp;iacute;ses mais desenvolvidos ocorreu ao longo de anos, com investimentos em tecnologia e capacita&amp;ccedil;&amp;atilde;o. O Brasil cresce menos de 1% ao ano em termos de produtividade. Setores intensivos em m&amp;atilde;o de obra, como o Com&amp;eacute;rcio, tendem a sentir mais os efeitos. Pequenas e m&amp;eacute;dias empresas, que operam com margens menores e dependem do fluxo semanal de caixa, s&amp;atilde;o especialmente sens&amp;iacute;veis a aumentos de custo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Kelly refor&amp;ccedil;a que a negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva continua sendo o instrumento mais adequado para ajustar jornadas &amp;agrave;s conjunturas setoriais. A negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva permite adaptar jornadas &amp;agrave; realidade de cada setor, preservando empregos onde a produtividade &amp;eacute; menor e permitindo redu&amp;ccedil;&amp;otilde;es onde h&amp;aacute; espa&amp;ccedil;o econ&amp;ocirc;mico para isso.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Mudan&amp;ccedil;as jur&amp;iacute;dicas no radar das empresas&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No campo jur&amp;iacute;dico, o assessor da&amp;nbsp;&lt;strong&gt;FecomercioSP&lt;/strong&gt;, Paulo Igor, apresentou aos empres&amp;aacute;rios os principais temas em an&amp;aacute;lise no Judici&amp;aacute;rio e no Legislativo que podem afetar o ambiente de neg&amp;oacute;cios. Dentre eles est&amp;atilde;o as discuss&amp;otilde;es no Supremo Tribunal Federal (STF) sobre contribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o assistencial e os limites entre a contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o empresarial e o v&amp;iacute;nculo de emprego, tema conhecido como pejotiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o. E explicou que o STF tem buscado esclarecer como deve ser analisada a validade desses contratos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O parecer da Procuradoria-Geral da Rep&amp;uacute;blica (PGR) vai ao encontro da posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o defendida pela&amp;nbsp;&lt;strong&gt;FecomercioSP&lt;/strong&gt;, de que cabe &amp;agrave; Justi&amp;ccedil;a comum avaliar a legalidade da rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o firmada entre as partes e, se houver alguma irregularidade que possa ocasionar v&amp;iacute;nculo empregat&amp;iacute;cio, o caso pode ser encaminhado &amp;agrave; Justi&amp;ccedil;a do Trabalho para exame dos poss&amp;iacute;veis efeitos.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Tamb&amp;eacute;m est&amp;atilde;o no radar a entrada em vigor da Norma Regulamentadora 1 (NR-1), que estabelece novas regras relacionadas &amp;agrave; gest&amp;atilde;o de riscos psicossociais no ambiente de trabalho e a regulamenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o do funcionamento do Com&amp;eacute;rcio em feriados. Esses temas exigem aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o das empresas na organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o das atividades e no cumprimento das normas. O projeto de lei que regulamenta a licen&amp;ccedil;a-paternidade, recentemente aprovado pelo Senado Federal e que seguiu para san&amp;ccedil;&amp;atilde;o presidencial, tamb&amp;eacute;m foi destaque.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o para decis&amp;otilde;es mais seguras&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ao reunir an&amp;aacute;lises econ&amp;ocirc;micas e jur&amp;iacute;dicas, as reuni&amp;otilde;es das C&amp;acirc;maras Regionais refor&amp;ccedil;am o papel da&amp;nbsp;&lt;strong&gt;FecomercioSP&lt;/strong&gt; de orientar o empresariado diante de mudan&amp;ccedil;as no ambiente regulat&amp;oacute;rio e econ&amp;ocirc;mico. Em um cen&amp;aacute;rio de custos elevados, cr&amp;eacute;dito restrito e debates legislativos em andamento, acompanhar essas transforma&amp;ccedil;&amp;otilde;es ajuda as empresas a planejar melhor suas opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es e a reduzir riscos no dia a dia.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Tue, 17 Mar 2026 16:47:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Acontece]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Sincovaga recebe lideranças do varejo da capital para discutir desafios regulatórios e econômicos do setor]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/noticia/sincovaga-recebe-liderancas-do-varejo-da-capital-para-discutir-desafios-regulatorios-e-economicos-do-setor</link><description>&lt;![CDATA[Encontro da Câmara Regional da Capital do CCV, da FecomercioSP, debate jornada de trabalho, decisões do STF e cenário econômico do varejo]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;O Sindicato do Comércio Varejista de Gêneros Alimentícios do Estado de São Paulo (Sincovaga) sediou, no dia 10 de março, em São Paulo, a primeira reunião de 2026 da Câmara Regional da Capital do Conselho do Comércio Varejista (CCV), órgão da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP). O encontro reuniu lideranças empresarias do varejo para discutir temas estratégicos para o setor, como propostas de mudanças na jornada de trabalho, decisões recentes do Supremo Tribunal Federal (STF) e desafios econômicos enfrentados pelas empresas. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A reunião, realizada no dia 10 de março, teve como anfitrião o presidente do Sincomercio ABC, Álvaro Furtado, e contou com a participação do presidente do CCV e do Sincomercio Araraquara, Antonio Deliza Neto, do assessor jurídico Paulo Igor Alves de Souza e da assessora Kelly Carvalho, ambos também da FecomercioSP. &amp;nbsp;Também estiveram presentes representantes de outros oito sindicatos patronais pertencentes à Câmara Regional Capital.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na abertura do encontro, Deliza Neto destacou a importância da articulação entre as entidades representativas do comércio diante de debates regulatórios e legislativos que podem afetar diretamente o funcionamento das empresas. Segundo ele, a atuação coordenada entre sindicatos e federações fortalece o diálogo com o poder público e o Congresso Nacional.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Entre os temas prioritários, o dirigente citou as discussões sobre mudanças na jornada de trabalho, especialmente propostas relacionadas ao modelo de escala 6×1. Para Deliza Neto, o setor precisa acompanhar de perto essas discussões e manter diálogo constante com parlamentares para defender os interesses do comércio.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O presidente do Sincovaga, Álvaro Furtado, também ressaltou o papel estratégico das entidades sindicais na representação do varejo. Segundo ele, organizações que representam segmentos específicos do comércio têm responsabilidade relevante na interlocução com os centros de decisão política, especialmente em momentos de debate sobre mudanças estruturais nas relações de trabalho.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Furtado alertou ainda que eventuais alterações na jornada precisam ser analisadas com cautela, sobretudo pelos impactos sobre pequenas e médias empresas, que representam grande parte do comércio varejista. De acordo com ele, mudanças feitas sem amplo debate podem gerar aumento de custos e dificuldades operacionais para milhares de negócios.&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Impactos da redução da jornada&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Durante a reunião, a assessora Kelly Carvalho apresentou uma análise sobre os impactos das propostas de redução da jornada de trabalho. Segundo os estudos apresentados, o fim da escala 6x1 poderia representar uma redução de cerca de 18,2% nas horas trabalhadas, com aumento aproximado de 22% no custo da hora de trabalho para as empresas. Kelly destacou que a jornada média negociada no Brasil já é de cerca de 38 horas semanais, patamar semelhante ao observado em países desenvolvidos.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A assessora destacou que a jornada média negociada no Brasil é de aproximadamente 38 horas semanais, semelhante à de países desenvolvidos. Além disso, esse tipo de mudança precisa considerar a produtividade da economia brasileira, que ainda é inferior à de países desenvolvidos. A redução de jornada em países mais desenvolvidos ocorreu ao longo de anos, com investimentos em tecnologia e capacitação. O Brasil cresce menos de 1% ao ano em termos de produtividade. Setores intensivos em mão de obra, como o Comércio, tendem a sentir mais os efeitos. Pequenas e médias empresas, que operam com margens menores e dependem do fluxo semanal de caixa, são especialmente sensíveis a aumentos de custo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Kelly reforça que a negociação coletiva continua sendo o instrumento mais adequado para ajustar jornadas às conjunturas setoriais. A negociação coletiva permite adaptar jornadas à realidade de cada setor, preservando empregos onde a produtividade é menor e permitindo reduções onde há espaço econômico para isso.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Mudanças jurídicas no radar das empresas&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No campo jurídico, o assessor da&amp;nbsp;&lt;strong&gt;FecomercioSP&lt;/strong&gt;, Paulo Igor, apresentou aos empresários os principais temas em análise no Judiciário e no Legislativo que podem afetar o ambiente de negócios. Dentre eles estão as discussões no Supremo Tribunal Federal (STF) sobre contribuição assistencial e os limites entre a contratação empresarial e o vínculo de emprego, tema conhecido como pejotização. E explicou que o STF tem buscado esclarecer como deve ser analisada a validade desses contratos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O parecer da Procuradoria-Geral da República (PGR) vai ao encontro da posição defendida pela&amp;nbsp;&lt;strong&gt;FecomercioSP&lt;/strong&gt;, de que cabe à Justiça comum avaliar a legalidade da relação firmada entre as partes e, se houver alguma irregularidade que possa ocasionar vínculo empregatício, o caso pode ser encaminhado à Justiça do Trabalho para exame dos possíveis efeitos.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Também estão no radar a entrada em vigor da Norma Regulamentadora 1 (NR-1), que estabelece novas regras relacionadas à gestão de riscos psicossociais no ambiente de trabalho e a regulamentação do funcionamento do Comércio em feriados. Esses temas exigem atenção das empresas na organização das atividades e no cumprimento das normas. O projeto de lei que regulamenta a licença-paternidade, recentemente aprovado pelo Senado Federal e que seguiu para sanção presidencial, também foi destaque.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Informação para decisões mais seguras&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ao reunir análises econômicas e jurídicas, as reuniões das Câmaras Regionais reforçam o papel da &lt;strong&gt;FecomercioSP&lt;/strong&gt; de orientar o empresariado diante de mudanças no ambiente regulatório e econômico. Em um cenário de custos elevados, crédito restrito e debates legislativos em andamento, acompanhar essas transformações ajuda as empresas a planejar melhor suas operações e a reduzir riscos no dia a dia.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Tue, 17 Mar 2026 16:43:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Acontece]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Sindicato de Taubaté defende negociação coletiva no debate sobre escala 6x1]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/noticia/sindicato-de-taubate-defende-negociacao-coletiva-no-debate-sobre-escala-6x1</link><description>&lt;![CDATA[Presidente da entidade, Dan Guinsburg, participa de seminário da Frente Parlamentar do Empreendedorismo, em Brasília, e alerta para riscos econômicos de mudanças realizadas sem diálogo com os setores produtivos]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;O debate sobre a redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o da jornada de trabalho e o poss&amp;iacute;vel fim da escala 6x1 chegou ao Congresso Nacional com participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o ativa do setor produtivo. O Sindicato do Com&amp;eacute;rcio Varejista de Taubat&amp;eacute; e Regi&amp;atilde;o (Sincovat) esteve presente nas discuss&amp;otilde;es em Bras&amp;iacute;lia e refor&amp;ccedil;ou a import&amp;acirc;ncia de preservar a negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva como instrumento central para tratar do tema.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Representando a entidade, o presidente do Sincovat, Dan Guinsburg, participou do semin&amp;aacute;rio promovido pela Frente Parlamentar Mista do Empreendedorismo (FPE), realizado na &amp;uacute;ltima ter&amp;ccedil;a-feira (11). Na ocasi&amp;atilde;o, ele destacou que qualquer altera&amp;ccedil;&amp;atilde;o na organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da jornada de trabalho precisa considerar as realidades espec&amp;iacute;ficas de cada setor e atividade econ&amp;ocirc;mica.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Guinsburg tamb&amp;eacute;m atua como vice-presidente do Conselho do Com&amp;eacute;rcio Varejista da&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/strong&gt;, entidade que participou do debate ao lado de representantes empresariais e especialistas. Durante a reuni&amp;atilde;o, foram discutidas as Propostas de Emenda &amp;agrave; Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o (PECs) que tratam da redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o da jornada e do fim da escala 6x1.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Vis&amp;atilde;o do Sindicato&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Segundo o presidente do Sindicato, o tema &amp;eacute; leg&amp;iacute;timo, mas exige cautela para evitar preju&amp;iacute;zos para as empresas e o emprego. &amp;ldquo;&amp;Eacute; perfeitamente poss&amp;iacute;vel fazer essa adequa&amp;ccedil;&amp;atilde;o. As empresas analisam sua produtividade, avaliam como mant&amp;ecirc;-la e verificam de que forma podem ajustar as jornadas. As conven&amp;ccedil;&amp;otilde;es coletivas s&amp;atilde;o justamente o instrumento que permite isso e possibilita, por exemplo, que setores como o Turismo abram em feriados e atendam o p&amp;uacute;blico&amp;rdquo;, afirmou.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o defendida pelo Sincovat tamb&amp;eacute;m foi refor&amp;ccedil;ada por especialistas presentes no semin&amp;aacute;rio. O professor Andr&amp;eacute; Portela, da Escola de Administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Empresas de S&amp;atilde;o Paulo da Funda&amp;ccedil;&amp;atilde;o Getulio Vargas (FGV EAESP), avaliou que eventuais altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es na jornada poderiam ocorrer no curto prazo, desde que conduzidas por meio de negocia&amp;ccedil;&amp;otilde;es coletivas entre empresas e trabalhadores. De acordo com ele, esse caminho tende a ser mais eficiente do que a ado&amp;ccedil;&amp;atilde;o de mudan&amp;ccedil;as r&amp;iacute;gidas por meio das PECs ou dos projetos de lei em tramita&amp;ccedil;&amp;atilde;o no Congresso.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;De modo geral, as entidades empresariais presentes no encontro defenderam que o debate siga o rito legislativo tradicional, com an&amp;aacute;lise t&amp;eacute;cnica nas comiss&amp;otilde;es da C&amp;acirc;mara e do Senado e participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o ativa dos setores produtivos. A avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; que decis&amp;otilde;es estruturais sobre o mercado de trabalho devem ocorrer com base em di&amp;aacute;logo e estudos econ&amp;ocirc;micos, evitando que sejam influenciadas pelo calend&amp;aacute;rio eleitoral.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Tue, 17 Mar 2026 16:13:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Acontece]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Mudanças na isenção fiscal exigem atenção dos sindicatos patronais]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/noticia/mudancas-na-isencao-fiscal-exigem-atencao-dos-sindicatos-patronais</link><description>&lt;![CDATA[FecomercioSP orienta filiados sobre as novas regras da Lei Complementar 224/2025 e reforça cuidados necessários para não perder benefícios]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;Estar em conformidade fiscal diante de tantas mudan&amp;ccedil;as, como as que est&amp;atilde;o ocorrendo desde a promulga&amp;ccedil;&amp;atilde;o da &lt;a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/emendas/emc/emc132.htm" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Emenda Constitucional 132, em dezembro de 2023&lt;/a&gt;, que estabeleceu um novo sistema tribut&amp;aacute;rio, &amp;eacute; um grande desafio para as empresas e tamb&amp;eacute;m para os sindicatos patronais, que t&amp;ecirc;m a miss&amp;atilde;o de orientar seus representados e ainda entender como fica a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o para a pr&amp;oacute;pria categoria.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Quando a &lt;a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/lcp/lcp224.htm" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Lei Complementar (LC) 224/2025&lt;/a&gt; entrou em cena, instituindo aquele famoso &amp;quot;corte linear&amp;quot; de incentivos fiscais, muita gente no meio sindical se assustou. Afinal, a nova lei veio com a miss&amp;atilde;o de racionalizar gastos tribut&amp;aacute;rios e, de cara, reduziu diversos benef&amp;iacute;cios em 10% da al&amp;iacute;quota padr&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O problema? As isen&amp;ccedil;&amp;otilde;es hist&amp;oacute;ricas dos sindicatos &amp;mdash; aquelas garantidas pelo art. 15 da Lei 9.532/1997 (IRPJ e CSLL) e pelo art. 14 da MP 2.158-35/2001 (Cofins) &amp;mdash; estavam na mira, pois constavam do Demonstrativo de Gastos Tribut&amp;aacute;rios da LOA 2026, usado como refer&amp;ecirc;ncia para os cortes.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Depois de muita articula&amp;ccedil;&amp;atilde;o institucional da &lt;a href="fecomercio.com.br"&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt; junto ao Congresso Nacional e aos &amp;oacute;rg&amp;atilde;os competentes, a boa not&amp;iacute;cia veio em duas etapas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Primeiro, a Receita Federal atualizou seu Perguntas e Respostas oficial, deixando claro que a redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o das isen&amp;ccedil;&amp;otilde;es n&amp;atilde;o alcan&amp;ccedil;ava a tributa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do IRPJ e CSLL para as associa&amp;ccedil;&amp;otilde;es civis sem fins lucrativos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mas ainda restava a quest&amp;atilde;o com a Cofins. Foi ent&amp;atilde;o que, em um segundo momento, veio a Instru&amp;ccedil;&amp;atilde;o Normativa RFB 2.307/2026, alterando o Anexo da IN anterior e incluindo expressamente as entidades sem fins lucrativos na lista de quem n&amp;atilde;o precisa se preocupar com a redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o linear de benef&amp;iacute;cios.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Pontos de aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Apesar do al&amp;iacute;vio, a FecomercioSP alertar que a seguran&amp;ccedil;a jur&amp;iacute;dica plena ainda n&amp;atilde;o foi conquistada. Isso porque a garantia atual est&amp;aacute; em normas infralegais (instru&amp;ccedil;&amp;otilde;es normativas), que s&amp;atilde;o atos administrativos &amp;mdash; ou seja, podem ser alteradas no futuro.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Pensando nisso, a Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o levou a quest&amp;atilde;o &amp;agrave; C&amp;acirc;mara dos Deputados e apresentou um anteprojeto de lei para alterar a pr&amp;oacute;pria LC 224/2025. A ideia &amp;eacute; incluir no texto legal, de forma expressa, que as entidades sem fins lucrativos est&amp;atilde;o fora da redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos benef&amp;iacute;cios.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A iniciativa foi prontamente acolhida pelo deputado federal Luiz Gast&amp;atilde;o (PSD/CE), que apresentou o Projeto de Lei Complementar (PLP) 56/2026 &amp;ndash; que altera a LC 214/2025 e explicita a n&amp;atilde;o incid&amp;ecirc;ncia do IBS e CBS sobre as contribui&amp;ccedil;&amp;otilde;es associativas e quaisquer outras contribui&amp;ccedil;&amp;otilde;es estatut&amp;aacute;rias, de natureza n&amp;atilde;o contraprestacional, destinadas &amp;agrave; manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o e ao custeio das associa&amp;ccedil;&amp;otilde;es civis sem fins econ&amp;ocirc;micos; e o PLP 57/2026 &amp;ndash; alterando a LC 224 e tamb&amp;eacute;m deixado claro que a redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de incentivos e benef&amp;iacute;cios fiscais n&amp;atilde;o se aplica &amp;agrave;s associa&amp;ccedil;&amp;otilde;es sem fins lucrativos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No mesmo sentido, tamb&amp;eacute;m tramita no Senado, o PLP 11/2026, de autoria do senador Fl&amp;aacute;vio Arns (Podemos/PR), que segue na mesma dire&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Checklist que todo sindicato precisa seguir&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Enquanto a altera&amp;ccedil;&amp;atilde;o na lei n&amp;atilde;o sai, a orienta&amp;ccedil;&amp;atilde;o da FecomercioSP &amp;eacute; clara: para continuar aproveitando as isen&amp;ccedil;&amp;otilde;es, os sindicatos precisam ficar com a casa rigorosamente em ordem, seguindo os requisitos previstos na lei:&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para manter a isen&amp;ccedil;&amp;atilde;o de IRPJ e CSLL (Lei 9.532/97):&lt;/p&gt;&lt;p&gt;✅&amp;nbsp;N&amp;atilde;o remunerar dirigentes pelos servi&amp;ccedil;os prestados;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;✅&amp;nbsp;Aplicar integralmente os recursos na manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o e desenvolvimento dos objetivos sociais;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;✅&amp;nbsp;Manter escritura&amp;ccedil;&amp;atilde;o cont&amp;aacute;bil completa e regular;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;✅&amp;nbsp;Guardar toda documenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de receitas e despesas por pelo menos cinco anos;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;✅&amp;nbsp;Apresentar anualmente a declara&amp;ccedil;&amp;atilde;o de rendimentos &amp;agrave; Receita Federal;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;✅&amp;nbsp;Recolher corretamente tributos retidos e contribui&amp;ccedil;&amp;otilde;es previdenci&amp;aacute;rias;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;✅&amp;nbsp;N&amp;atilde;o apresentar super&amp;aacute;vit ou, se tiver, destin&amp;aacute;-lo integralmente &amp;agrave;s finalidades institucionais.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Quanto &amp;agrave; Cofins, a isen&amp;ccedil;&amp;atilde;o vale para as receitas de atividades pr&amp;oacute;prias da entidade &amp;mdash; ou seja, contribui&amp;ccedil;&amp;otilde;es, doa&amp;ccedil;&amp;otilde;es, anuidades e mensalidades de associados, tudo aquilo que est&amp;aacute; diretamente ligado ao custeio e desenvolvimento dos objetivos sociais do sindicato.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A FecomercioSP refor&amp;ccedil;a que, embora o cen&amp;aacute;rio atual seja favor&amp;aacute;vel, o momento exige aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o redobrada. O cumprimento rigoroso desses requisitos legais n&amp;atilde;o &amp;eacute; burocracia &amp;agrave; toa &amp;mdash; &amp;eacute; a diferen&amp;ccedil;a entre manter ou perder benef&amp;iacute;cios que fazem toda diferen&amp;ccedil;a no or&amp;ccedil;amento da entidade.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Tue, 17 Mar 2026 14:10:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[sindicatos patronais]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Em Brasília, FecomercioSP defende negociação coletiva em debate sobre jornada de trabalho e escala 6x1]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/noticia/em-brasilia-fecomerciosp-defende-negociacao-coletiva-em-debate-sobre-jornada-de-trabalho-e-escala-6x1</link><description>&lt;![CDATA[Lideranças do Sincomercio de Jaú, do Sincomercio de Mirassol e do Sindilojas de Campinas participaram da assinatura de manifesto que defende a negociação coletiva como instrumento para discutir mudanças na jornada de trabalho]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;Qualquer redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de jornada de trabalho no Brasil deve suceder um aumento de produtividade. Esse foi o posicionamento defendido pela &lt;strong&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/strong&gt;, com a participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de representantes do Sincomercio de Ja&amp;uacute;, do Sincomercio de Mirassol e do Sindilojas de Campinas, durante encontro com a Frente Parlamentar da Agropecu&amp;aacute;ria e outras lideran&amp;ccedil;as do Congresso na &amp;uacute;ltima ter&amp;ccedil;a-feira (3), em Bras&amp;iacute;lia.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A ocasi&amp;atilde;o serviu para que a Entidade assinasse o Manifesto pela Moderniza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Jornada de Trabalho no Brasil, ao lado de cerca de uma centena de representantes do setor produtivo do Pa&amp;iacute;s. O documento elenca quatro prioridades para o tema &amp;mdash; a preserva&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos empregos formais; a produtividade como base para gerar desenvolvimento social e sustentabilidade econ&amp;ocirc;mica; a diferencia&amp;ccedil;&amp;atilde;o por setor; o uso da negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva para ajustes de jornadas e sal&amp;aacute;rios; a promo&amp;ccedil;&amp;atilde;o de debates t&amp;eacute;cnicos aprofundados, al&amp;eacute;m de governan&amp;ccedil;a no di&amp;aacute;logo social.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Durante a conversa com os parlamentares, o soci&amp;oacute;logo Jos&amp;eacute; Pastore, que lidera o Conselho de Emprego e Rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es do Trabalho da&amp;nbsp;&lt;strong&gt;FecomercioSP&lt;/strong&gt;, apontou que uma das condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es elementares para a redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o da jornada nas negocia&amp;ccedil;&amp;otilde;es &amp;eacute; o ganho operacional. Segundo dados da Organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o Internacional do Trabalho (OIT), enquanto na Noruega cada hora de trabalho gera US$ 93, no Brasil s&amp;atilde;o produzidos apenas US$ 17. &amp;ldquo;&amp;Eacute; uma diferen&amp;ccedil;a brutal de produtividade&amp;rdquo;, enfatizou.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Al&amp;eacute;m disso, dados de 2024 mostram que cada hora executada por um trabalhador brasileiro produziu US$ 21,4, mantendo o Pa&amp;iacute;s na 78&amp;ordf; posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o do&amp;nbsp;&lt;em&gt;ranking&lt;/em&gt; de produtividade global da Conference Board. Em contraste, trabalhadores norte-americanos lideram a lista, com US$ 94,8 por hora.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na leitura de Pastore, o aumento da produtividade deve vir antes de qualquer redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o da jornada de trabalho, uma vez que s&amp;atilde;o os resultados desse primeiro processo que permitem o segundo. &amp;ldquo;O aumento de produtividade s&amp;oacute; &amp;eacute; poss&amp;iacute;vel se, antes, houver uma melhora na administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o das empresas, na infraestrutura, na tecnologia etc. Isso n&amp;atilde;o acontece da noite para o dia&amp;rdquo;, pontuou.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Pastore tamb&amp;eacute;m lembrou que a experi&amp;ecirc;ncia internacional n&amp;atilde;o tem sido marcada por mudan&amp;ccedil;as impositivas da jornada. Ao contr&amp;aacute;rio, elas ocorrem de forma gradual e por meio de negocia&amp;ccedil;&amp;otilde;es entre trabalhadores e empresas. Nos Estados Unidos, por exemplo, houve redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o anual de 11 horas ao longo de 15 anos. E os pa&amp;iacute;ses da Organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o para Coopera&amp;ccedil;&amp;atilde;o e Desenvolvimento Econ&amp;ocirc;mico (OCDE) reduziram cerca de 55 horas anuais no mesmo per&amp;iacute;odo. No Brasil, a proposta em discuss&amp;atilde;o prev&amp;ecirc; diminuir aproximadamente 480 horas de uma s&amp;oacute; vez.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Impactos econ&amp;ocirc;micos&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Outro ponto de preocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o apresentado no encontro s&amp;atilde;o os reflexos econ&amp;ocirc;micos da proposta de redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o da jornada em discuss&amp;atilde;o. C&amp;aacute;lculos da&amp;nbsp;&lt;strong&gt;FecomercioSP&lt;/strong&gt; indicam que, caso aprovada, a medida elevaria o custo trabalhista em 22% no Brasil.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Levando em conta que os reajustes anuais obtidos por meio de negocia&amp;ccedil;&amp;otilde;es coletivas costumam variar entre 1% e 3%, e que seus efeitos atingem uma massa relevante de trabalhadores, uma eleva&amp;ccedil;&amp;atilde;o dessa magnitude seria de dif&amp;iacute;cil absor&amp;ccedil;&amp;atilde;o pelas empresas &amp;mdash; principalmente pelas micro, pequenas e m&amp;eacute;dias empresas (MPMEs).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Segundo dados do Sebrae, esse grupo empresarial gera pelo menos 1 milh&amp;atilde;o de empregos por ano. Caso a proposta torne-se lei, as proje&amp;ccedil;&amp;otilde;es indicam a elimina&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 1,2 milh&amp;atilde;o de vagas no primeiro ano, al&amp;eacute;m de uma poss&amp;iacute;vel retra&amp;ccedil;&amp;atilde;o de at&amp;eacute; 6,2% no Produto Interno Bruto (PIB). Esse t&amp;oacute;pico foi refor&amp;ccedil;ado por lideran&amp;ccedil;as sindicais presentes ao encontro, como&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Jos&amp;eacute; Roberto Pena, presidente do Sincomercio de Ja&amp;uacute; e 7&amp;ordm; vice-presidente da FecomercioSP; Gisela Lopes, presidente do Sincomercio de Mirassol e 2&amp;ordf; vice-presidente da Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o; e Carlos Augusto Gobbo, presidente do Sindilojas de Campinas&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Segundo Pastore, alguns setores, como Com&amp;eacute;rcio, Ind&amp;uacute;stria, Agroneg&amp;oacute;cio e Transportes, teriam dificuldades adicionais para reorganizar escalas e turnos, o que exigiria a contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o de grande n&amp;uacute;mero de trabalhadores apenas para cobrir per&amp;iacute;odos de folga. Soma-se a isso o risco de cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o de contratos diferenciados, que poderiam comprometer a isonomia entre trabalhadores, ampliando a inseguran&amp;ccedil;a jur&amp;iacute;dica nas rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es de trabalho.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Manifesto pela jornada&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A premissa central do Manifesto pela Moderniza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Jornada de Trabalho no Brasil &amp;eacute; que o debate sobre o fim da escala 6x1 n&amp;atilde;o deve ser tratado como uma escolha entre qualidade de vida dos trabalhadores e atividade econ&amp;ocirc;mica.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O posicionamento das entidades signat&amp;aacute;rias &amp;eacute; o de que esses dois objetivos podem avan&amp;ccedil;ar conjuntamente, desde que o emprego formal seja tratado como ativo social a ser preservado e que as mudan&amp;ccedil;as sejam constru&amp;iacute;das com base t&amp;eacute;cnica, previsibilidade e di&amp;aacute;logo entre trabalhadores, empregadores e Poder P&amp;uacute;blico.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Por esses motivos, o manifesto defende que o aprofundamento da discuss&amp;atilde;o ocorra em ambiente institucional prop&amp;iacute;cio &amp;agrave; constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o de consensos duradouros, com an&amp;aacute;lises t&amp;eacute;cnicas sobre impactos e alternativas de implementa&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;ldquo;Estamos alinhados ao manifesto porque entendemos que a Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o n&amp;atilde;o pode ser emendada dessa forma. Temos a negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva, e o tema precisa ser prorrogado para o ano que vem, visto que pode prejudicar muita gente&amp;rdquo;, afirmou Gisela.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Tue, 10 Mar 2026 11:03:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Acontece]]</category></item></channel></rss>
