<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" version="2.0"><channel><title>&lt;![CDATA[FecomercioSP]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/public/</link><description>&lt;![CDATA[Reúne líderes empresariais, especialistas e consultores para fomentar o desenvolvimento do empreendedorismo. ]]</description><lastBuildDate>Wed, 09 Sep 2026 15:57:31 -0300</lastBuildDate><language>pt-br</language><image><title>&lt;![CDATA[FecomercioSP]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/public/</link><url>https://www.fecomercio.com.br/public/assets/img/fecomercio-sp-image-share.jpg</url></image><item><title>&lt;![CDATA[A transformação silenciosa da China: país deixou de ‘copiar’ para liderar a revolução tecnológica ]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/public/noticia/a-transformacao-silenciosa-da-china-pais-deixou-de-copiar-para-liderar-a-revolucao-tecnologica</link><description>&lt;![CDATA[Estado asiático combinou estratégia de longo prazo e aprendizado com o Ocidente para inovar na Indústria, no Comércio e nos Serviços]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;A China é, hoje, referência em inovação. O país concentra cerca de um terço da produção mundial e possui Produto Interno Bruto (PIB) per capita até 30% superior ao do Brasil. Mas a história nem sempre foi essa. Em 1975, o PIB chinês equivalia a praticamente um décimo do brasileiro. O que explica, então, o novo patamar do país asiático?&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Segundo Rodolfo Fücher, vice-presidente de Relações Institucionais do Instituto Brasil Digital e membro do &lt;a href="https://fecomercio.com.br/conselhos/conselho-de-economia-digital-e-inovacao"&gt;Conselho de Economia Digital e Inovação&lt;/a&gt; da &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/"&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt;, a chave para entender o avanço chinês nos últimos 50 anos está na visão estratégica do país e na busca constante por conhecimento.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Inspirada nos planos de longo prazo para a reindustrialização da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS), desde 1953 a China vem implementando planos de desenvolvimentos econômico e social, com focos reavaliados pelo governo a cada cinco anos. O país combinou a própria tradição de organização social, educação rigorosa e disciplina coletiva com uma visão estratégica promovida pela ciência para construir a tecnologia do século 21. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;“A China mostrou claramente que, apesar de toda essa cultura milenar, não tem conflito com a inovação”, comentou Fücher, durante reunião do conselho, realizada em 28 de agosto. De acordo com ele, o Estado chinês entendeu que investir em ciência e tecnologia seria uma forma de garantir crescimento socioeconômico para o país, com ganho de produtividade e geração de renda. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mais do que uma revolução tecnológica, contudo, a China apostou na transformação humana, retirando mais de 800 milhões de pessoas da extrema pobreza, o que contribuiu para construir um enorme mercado consumidor. Entre 1978 e 1980, durante a sua abertura econômica, o país enviou mais de 8,8 milhões de cidadãos para estudar em universidades europeias e norte-americanas. Desse grupo, pelo menos 6 milhões retornaram ao país, aplicando o conhecimento adquirido do exterior. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Competir com a China é competir contra um ecossistema&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Se, durante muito tempo, a China foi vista como um país que copiava tecnologias de outras nações, a realidade é que esse período também serviu para que o país compreendesse como estas funcionavam e, posteriormente, desenvolvesse iniciativas próprias. Com mão de obra barata e políticas que facilitaram a instalação de fábricas, a China passou a atrair empresas estrangeiras interessadas em produzir no país para exportar. Ao mesmo tempo, empresas chinesas começaram a ser contratadas para fabricar produtos de marcas internacionais, consolidando a nação asiática como a “fábrica do mundo”.&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Hoje, o país se destaca pela capacidade de produzir em larga escala, com rapidez e crescente sofisticação tecnológica. O governo define prioridades estratégicas, enquanto universidades, capital, mercado, empresas e fornecedores atuam de forma articulada para desenvolver e levar essas tecnologias ao mercado. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O vice-presidente do Instituto Brasil Digital acredita que é preciso uma mudança de percepção quando refletimos sobre os fatores que explicam a competitividade do país. “Não estamos competindo com uma empresa chinesa, mas com todo um ecossistema que se formou atrás daquele produto ou serviço que está vindo da China”, apontou ele.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Para onde a China está olhando agora?&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Entre 2006 e 2010, o país asiático investiu em ciência e infraestrutura, com o objetivo de desenvolver capacidade tecnológica própria. Em 2011 e 2015, o foco passou a ser a manufatura avançada, com investimentos em indústrias estratégicas e novos setores.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Já entre 2016 e 2020, a inovação esteve no centro da estratégia, com destaque para Big Data, computação em nuvem, Internet das Coisas (IoT) e Internet Plus. De 2021 a 2025, o país passou a olhar para a economia digital, com ênfase em dados e digitalização industrial.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Agora, a China colocou a Inteligência Artificial (IA) como uma infraestrutura transversal a toda a economia. Na prática, isso significa incorporar a IA à manufatura, com fábricas inteligentes e produção autônoma, e ao Comércio, com experiências digitais e cadeias de suprimentos mais eficientes. Além disso, na saúde, diagnósticos mais precisos e medicina personalizada; nas finanças, com análise preditiva e gestão de riscos; e na agricultura, com monitoramento de clima e solos e aumento da produtividade, entre outros casos.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Atualmente, Pequim concentra o desenvolvimento de ciência e IA; Xangai, capital e mercado; Hangzhou, dados e economia digital; e Shenzhen, engenharia e manufatura.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Brasil: parceiro estratégico&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O avanço expressivo da China também faz refletir &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/fecomerciosp-recebe-delegacao-chinesa-para-promover-comercio-investimentos-e-novas-parcerias-empresariais"&gt;sobre as oportunidades para o Brasil&lt;/a&gt;. De acordo com Fücher, o país é extremamente importante para o gigante asiático. Enquanto a China concentra capacidades em áreas como IA, robótica, manufatura e produção em escala, o Brasil se destaca pela produção de energia limpa — um dos pontos estratégicos para os planos de desenvolvimento chineses e para seus objetivos relacionados à redução das emissões de carbono.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mas a relação entre ambos não se resume à produção. Fücher ressaltou que o Brasil também pode representar um elo para empresas e serviços chineses interessados em alcançar outros mercados. “Graças ao &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/acordo-entre-mercosul-e-uniao-europeia-abre-mercado-e-cria-nova-rota-de-crescimento-para-empresas-brasileiras?%2Fnoticia%2Facordo-entre-mercosul-e-uniao-europeia-abre-mercado-e-cria-nova-rota-de-crescimento-para-empresas-brasileiras="&gt;recente acordo entre o Mercosul e a União Europeia,&lt;/a&gt; o Brasil pode ser uma ponte a empresas e serviços chineses chegarem até a comunidade europeia”, afirmou.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para se ter uma ideia desse potencial, o Mercosul reúne cerca de 260 milhões de pessoas e movimenta, aproximadamente, US$ 3 trilhões em PIB. Na América Latina, o mercado potencial alcança 650 milhões de pessoas e um PIB estimado entre US$ 6 trilhões e US$ 7 trilhões. A União Europeia amplia as perspectivas de integração com um mercado de cerca de 450 milhões de pessoas e PIB de aproximadamente US$ 18 trilhões. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Contudo, na visão do conselho da FecomercioSP, mais do que do que ser um parceiro estratégico, o Brasil poderia se inspirar no exemplo chinês de planejamento e visão de longo prazo. “Se olharmos para a história do País, nós praticamente fizemos o que a China está fazendo. É o caso da Embraer”, citou o conselheiro, ao explicar que para a criação da empresa também houve um processo de busca por conhecimento no exterior, com professores sendo trazidos para cá. “Quer dizer, nós temos um modelo, sabemos fazer. Eu acho que é uma questão muito mais de foco, planejamento e, obviamente, desejo político”, concluiu.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Wed, 09 Sep 2026 12:02:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Economia Digital]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Incerteza sobre alíquota da CBS preocupa empresas do Simples ]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/public/noticia/incerteza-sobre-aliquota-da-cbs-preocupa-empresas-do-simples</link><description>&lt;![CDATA[FecomercioSP e Sebrae pedem mudanças antes do fim do prazo para a escolha entre os regimes tradicional e híbrido]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;As empresas optantes pelo Simples Nacional t&amp;ecirc;m um desafio e tanto pela frente. &lt;a href="https://fecomercio.com.br/noticia/momento-decisivo-conheca-as-adaptacoes-que-as-empresas-do-simples-nacional-devem-fazer-ainda-em-2026"&gt;At&amp;eacute; 30 de setembro, precisam decidir se permanecem no regime tradicional de recolhimento &amp;mdash; com todos os tributos em uma guia &amp;uacute;nica (DAS) &amp;mdash; ou migram para o chamado &amp;ldquo;regime h&amp;iacute;brido&amp;rdquo;&lt;/a&gt;, no qual a Contribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o sobre Bens e Servi&amp;ccedil;os (CBS) e o Imposto sobre Bens e Servi&amp;ccedil;os (IBS) passam a ser apurados separadamente, com direito a cr&amp;eacute;ditos. Os efeitos pr&amp;aacute;ticos da decis&amp;atilde;o valer&amp;atilde;o a partir de 1&amp;ordm; de janeiro de 2027, mas as empresas podem voltar atr&amp;aacute;s at&amp;eacute; 30 de novembro.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O problema, segundo a&amp;nbsp;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/"&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt;, o&amp;nbsp;&lt;a href="https://fecomercio.com.br/conselhos/conselho-de-assuntos-tributarios"&gt;Conselho de Assuntos Tribut&amp;aacute;rios&lt;/a&gt; da Entidade e o&amp;nbsp;&lt;a href="https://sebrae.com.br/"&gt;Servi&amp;ccedil;o de Apoio &amp;agrave;s Micro e Pequenas Empresas do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (Sebrae-SP)&lt;/a&gt;, &amp;eacute; que as empresas est&amp;atilde;o sendo for&amp;ccedil;adas a decidir no escuro. Em of&amp;iacute;cio conjunto enviado ao secret&amp;aacute;rio especial da Receita Federal, Robinson Sakiyama Barreirinhas, as entidades apontam dois gargalos principais que p&amp;otilde;em em risco a seguran&amp;ccedil;a jur&amp;iacute;dica e a neutralidade tribut&amp;aacute;ria que a reforma prometia.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Apag&amp;atilde;o da al&amp;iacute;quota&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;At&amp;eacute; o momento, n&amp;atilde;o h&amp;aacute; n&amp;uacute;mero oficial para a al&amp;iacute;quota da CBS. A refer&amp;ecirc;ncia mais pr&amp;oacute;xima &amp;eacute; a estimativa do Comit&amp;ecirc; Gestor do IBS (CGIBS), que projeta um Imposto sobre Valor Agregado (IVA) de 27,91% &amp;mdash; sendo 9,21% de CBS e 18,7% de IBS. Mas o pr&amp;oacute;prio comit&amp;ecirc; admite que esse n&amp;atilde;o &amp;eacute; o porcentual definitivo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A defini&amp;ccedil;&amp;atilde;o oficial ainda depende de homologa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Tribunal de Contas da Uni&amp;atilde;o (TCU) e fixa&amp;ccedil;&amp;atilde;o pelo Senado Federal, cujo prazo legal &amp;eacute; at&amp;eacute; 31 de outubro. A legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o prev&amp;ecirc;, contudo, que caso o Senado n&amp;atilde;o fixe as al&amp;iacute;quotas at&amp;eacute; 22 de dezembro, ser&amp;atilde;o aplicadas as al&amp;iacute;quotas de refer&amp;ecirc;ncia calculadas pelo TCU. Assim, n&amp;atilde;o h&amp;aacute; garantia de que o contribuinte conhe&amp;ccedil;a a al&amp;iacute;quota definitiva da CBS at&amp;eacute; 30 de novembro, data-limite para o cancelamento da op&amp;ccedil;&amp;atilde;o pelo regime h&amp;iacute;brido.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Sem a al&amp;iacute;quota, segundo as entidades, as empresas n&amp;atilde;o conseguem avaliar os impactos tribut&amp;aacute;rios e econ&amp;ocirc;micos da migra&amp;ccedil;&amp;atilde;o. A solu&amp;ccedil;&amp;atilde;o proposta pela FecomercioSP e pelo Sebrae-SP &amp;eacute; prorrogar o prazo para cancelamento da op&amp;ccedil;&amp;atilde;o pelo regime h&amp;iacute;brido caso a al&amp;iacute;quota n&amp;atilde;o seja divulgada at&amp;eacute; 30 de novembro, garantindo tempo razo&amp;aacute;vel para reavalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;O enigma dos estoques&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Outra preocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o diz respeito ao aproveitamento de cr&amp;eacute;ditos de PIS e Cofins sobre bens estocados na data da mudan&amp;ccedil;a de regime. A&amp;nbsp;&lt;a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/lcp/lcp214.htm"&gt;Lei Complementar 214/2025&lt;/a&gt; prev&amp;ecirc; cr&amp;eacute;dito presumido de CBS sobre o estoque de abertura, mas a FecomercioSP e o Sebrae-SP apontam que a regra n&amp;atilde;o deixa claro o tratamento a empresas que optarem pelo regime h&amp;iacute;brido.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;De acordo com as entidades, a aus&amp;ecirc;ncia dessa defini&amp;ccedil;&amp;atilde;o poder&amp;aacute; resultar na incid&amp;ecirc;ncia da CBS sobre as opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es realizadas a partir do ano que vem sem o correspondente aproveitamento da carga incorporada aos estoques, em desacordo com os princ&amp;iacute;pios da neutralidade e da n&amp;atilde;o cumulatividade. A demanda &amp;eacute; por um ato normativo que assegure o aproveitamento dos cr&amp;eacute;ditos de PIS/Cofins referentes aos bens existentes em estoque na data de ingresso no regime h&amp;iacute;brido, evitando efeitos cumulativos e distor&amp;ccedil;&amp;otilde;es concorrenciais.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O of&amp;iacute;cio conjunto refor&amp;ccedil;a que o atendimento das demandas contribuir&amp;aacute; para a seguran&amp;ccedil;a jur&amp;iacute;dica, a neutralidade e a previsibilidade &amp;agrave; transi&amp;ccedil;&amp;atilde;o das empresas do Simples para o regime regular da CBS.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A expectativa &amp;eacute; que a Receita Federal se manifeste nos pr&amp;oacute;ximos dias sobre os pleitos, j&amp;aacute; que o prazo para a escolha come&amp;ccedil;ou, oficialmente, no &amp;uacute;ltimo dia 1&amp;ordm; de setembro e se estende at&amp;eacute; o dia 30.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Wed, 09 Sep 2026 11:17:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Reforma Tributária]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Manifesto à nação brasileira]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/public/noticia/manifesto-a-nacao-brasileira</link><description>&lt;![CDATA[Supremo Tribunal Federal é o guardião da Constituição, mas guardião algum está dispensado de prestar contas]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;O Brasil, como &amp;eacute; not&amp;oacute;rio, atravessa uma crise institucional de extrema gravidade, e o seu epicentro &amp;eacute;, precisamente, a Corte de Justi&amp;ccedil;a a quem a Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o confiou a &amp;uacute;ltima palavra. N&amp;atilde;o se trata de epis&amp;oacute;dio isolado nem de ru&amp;iacute;do passageiro.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;N&amp;atilde;o h&amp;aacute; Estado de Direito sem ju&amp;iacute;zes acima de qualquer suspeita. A autoridade de um tribunal n&amp;atilde;o decorre da toga nem do cargo, mas da legitimidade que s&amp;oacute; a imparcialidade, a transpar&amp;ecirc;ncia e a exemplaridade conferem. Se a legitimidade &amp;eacute; questionada, tudo o mais se torna incerto: a seguran&amp;ccedil;a jur&amp;iacute;dica, a confian&amp;ccedil;a nas institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es e a pr&amp;oacute;pria paz social.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O Supremo Tribunal Federal &amp;eacute; o guardi&amp;atilde;o da Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o, mas guardi&amp;atilde;o algum est&amp;aacute; dispensado de prestar contas. Quem julga a Na&amp;ccedil;&amp;atilde;o h&amp;aacute; de submeter-se, com id&amp;ecirc;ntico rigor, ao julgamento do Direito, da Sociedade e da Hist&amp;oacute;ria. A Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o que a Corte protege &amp;eacute; a mesma que lhe imp&amp;otilde;e julgamentos transparentes, justos e decis&amp;otilde;es fundamentadas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A Sociedade Brasileira exige que o Plen&amp;aacute;rio do Supremo&amp;nbsp;&lt;strong&gt;examine em sess&amp;atilde;o p&amp;uacute;blica os fatos, decida com absoluta urg&amp;ecirc;ncia,&lt;/strong&gt; sem subterf&amp;uacute;gios e sem corporativismo. A resposta que a Na&amp;ccedil;&amp;atilde;o aguarda n&amp;atilde;o admite prazo!&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Cada dia &amp;eacute; um dia a mais de descr&amp;eacute;dito.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O Pa&amp;iacute;s j&amp;aacute; venceu crises profundas e delas saiu mais forte, porque, em cada uma, houve quem se recusasse a calar.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ningu&amp;eacute;m, ningu&amp;eacute;m est&amp;aacute; acima da &lt;strong&gt;LEI&lt;/strong&gt;!&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="https://manifestoanacao.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;&lt;strong&gt;N&amp;Atilde;O SE CALE. ASSINE AGORA E FA&amp;Ccedil;A A DIFEREN&amp;Ccedil;A!&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Wed, 09 Sep 2026 10:08:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Institucional]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Simples Nacional ou sistema híbrido? escolha pode definir o futuro do seu negócio]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/public/noticia/simples-nacional-ou-sistema-hibrido-escolha-pode-definir-o-futuro-do-seu-negocio</link><description>&lt;![CDATA[E-book reúne todos os cenários para ajudar o empresário a tomar a melhor decisão; baixe gratuitamente!&#13;
]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;Voc&amp;ecirc; sabia que, at&amp;eacute; o dia 30 de setembro, a sua empresa optante pelo Simples Nacional precisar&amp;aacute; tomar uma decis&amp;atilde;o que pode impactar diretamente sua competitividade, sua carga tribut&amp;aacute;ria e, at&amp;eacute; mesmo, a perman&amp;ecirc;ncia dos seus melhores clientes?&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Com a Reforma Tribut&amp;aacute;ria, o cen&amp;aacute;rio mudou. E a velha m&amp;aacute;xima de que &amp;ldquo;o Simples Nacional &amp;eacute; sempre a melhor op&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;rdquo; j&amp;aacute; n&amp;atilde;o &amp;eacute; t&amp;atilde;o verdade assim. Agora, dois caminhos se abrem: permanecer no sistema tradicional ou migrar para o regime h&amp;iacute;brido. A escolha certa depende de um fator que muitos empres&amp;aacute;rios ainda est&amp;atilde;o ignorando &amp;mdash; o perfil do cliente.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="https://lab.fecomercio.com.br/conteudos/gestao-empresarial/simples-nacional-ou-sistema-hibrido-escolha-pode-definir-o-futuro-do-seu-negocio/" target="_blank" rel="noopener noreferrer" class="botao"&gt;Baixe gratuitamente o ebook sobre o Simples Nacional e o sistema h&amp;iacute;brido&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Se sua empresa vende para outras empresas (B2B), a gera&amp;ccedil;&amp;atilde;o de cr&amp;eacute;ditos de IBS e CBS pode ser o diferencial que vai conquistar (ou afastar) seus maiores compradores. Por outro lado, se seu neg&amp;oacute;cio atende diretamente o consumidor final (B2C), a simplicidade pode ser a sua maior aliada.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mas n&amp;atilde;o para por a&amp;iacute;! Produtos com al&amp;iacute;quota reduzida, impacto sobre os estoques, fluxo de caixa, obriga&amp;ccedil;&amp;otilde;es acess&amp;oacute;rias e a &lt;a href="https://fecomercio.com.br/noticia/split-payment-afetara-o-fluxo-de-caixa-das-empresas-que-devem-se-preparar-com-antecedencia?%2Fnoticia%2Fsplit-payment-afetara-o-fluxo-de-caixa-das-empresas-que-devem-se-preparar-com-antecedencia="&gt;nova din&amp;acirc;mica do &lt;strong&gt;split payment&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;s&amp;atilde;o vari&amp;aacute;veis que precisam ser pesadas com cuidado. O erro pode significar perda de clientes, aumento de custos e dor de cabe&amp;ccedil;a com a contabilidade.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;Eacute; por isso que a &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/"&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt; preparou um e-book pr&amp;aacute;tico e objetivo, que re&amp;uacute;ne tudo o que voc&amp;ecirc; precisa saber para fazer a melhor escolha, como:&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;pr&amp;oacute;s e contras de cada sistema, lado a lado;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;exemplos reais de pequeno com&amp;eacute;rcio e empresas de servi&amp;ccedil;os;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;an&amp;aacute;lise detalhada do perfil dos seus clientes (B2C x B2B);&lt;/li&gt;&lt;li&gt;reflexos nos estoques e produtos com benef&amp;iacute;cios fiscais;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;roteiro passo a passo para um planejamento tribut&amp;aacute;rio estrat&amp;eacute;gico.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;N&amp;atilde;o deixe para a &amp;uacute;ltima hora. A decis&amp;atilde;o &amp;eacute; complexa, mas, com as informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es certas, voc&amp;ecirc; pode transformar essa obriga&amp;ccedil;&amp;atilde;o em uma vantagem competitiva.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="https://lab.fecomercio.com.br/conteudos/gestao-empresarial/simples-nacional-ou-sistema-hibrido-escolha-pode-definir-o-futuro-do-seu-negocio/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Baixe agora o e-book gratuito&lt;/a&gt; e descubra qual caminho levar&amp;aacute; sua empresa ao sucesso na nova era tribut&amp;aacute;ria.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/simples-ou-hibrido-entenda-qual-regime-pode-ser-o-melhor-para-o-seu-negocio"&gt;Confira tamb&amp;eacute;m um mesacast dedicado ao tema!&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="https://lab.fecomercio.com.br/conteudos/gestao-empresarial/simples-nacional-ou-sistema-hibrido-escolha-pode-definir-o-futuro-do-seu-negocio/" target="_blank" rel="noopener noreferrer" class="botao"&gt;Simples Nacional ou sistema h&amp;iacute;brido?&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Tue, 08 Sep 2026 15:41:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Reforma Tributária]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Simples Nacional híbrido ou convencional: o que pesar na hora da escolha]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/public/noticia/simples-ou-hibrido-entenda-qual-regime-pode-ser-o-melhor-para-o-seu-negocio</link><description>&lt;![CDATA[Empresas têm até o fim de setembro para aderir ao Simples ou, no caso das que já estão no regime, optar pelo modelo híbrido de apuração de tributos]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;O regime híbrido é a grande novidade da Reforma Tributária no Simples Nacional. A Micro e Pequena Empresa (MPE), agora, pode decidir entre se manter integralmente no Simples, recolhendo os tributos em uma guia única, ou adotar o regime híbrido, em que o empresário pode pagar o IBS e a CBS por fora, pelo regime regular. Mas, &lt;strong&gt;atenção:&lt;/strong&gt; a opção deve ser realizada ainda em 2026.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A empresa tem até o fim de setembro para optar pelo regime híbrido, que passa a valer em janeiro do ano que vem. A desistência deve ser feita até o fim de novembro. A opção pelo regime tradicional do Simples Nacional também deve ocorrer até o fim de setembro — neste caso, para as empresas que não fazem parte do regime tributário, mas querem passar a integrá-lo em 2027. Antes, o prazo era em janeiro de cada ano. Lado a lado, o modelo tradicional preserva a simplicidade, enquanto o híbrido pode trazer mais competitividade ao negócio, apesar de exigir mais complexidade.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;“A partir do momento em que optar por recolher os tributos por fora do Simples, o empresário terá a complexidade da não cumulatividade. Em todas as aquisições, terá direito ao crédito, mas precisará calcular os débitos das vendas e apurar a diferença, justamente o regime não cumulativo. Além disso, terá de cumprir as obrigações acessórias relativas aos novos tributos. É como ficar em dois regimes tributários”, pondera Sarina Manata, assessora da&amp;nbsp;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/"&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt;, durante o mesacast&amp;nbsp;&lt;strong&gt;FecomercioSP Orienta&lt;/strong&gt;. Por outro lado, o híbrido pode ser o caminho mais adequado para não perder clientes.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A fim de se obter um norte na hora da decisão, o primeiro passo é avaliar se a maior parte dos clientes são pessoas físicas ou jurídicas. “Se a maioria for pessoa jurídica optante pelo Simples, não fará diferença. Agora, se a maioria for formada por empresas grandes, será preciso avaliar para não perder competitividade. A estimativa de alíquota conjunta dos novos tributos é de 28%. Fará muita diferença o quanto eu tomo de crédito. A partir de agora, mais do que a questão do preço, os clientes vão olhar o quanto de crédito é transferido. A escolha não precisa ser pelo regime com menor tributação, mas por aquele que não fará a empresa perder mercado”, complementa Sarina.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Assista ao mesacast completo! Para entender todos os cenários importantes na hora da decisão, baixe um e-book exclusivo e gratuito:&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="https://lab.fecomercio.com.br/conteudos/gestao-empresarial/simples-nacional-ou-sistema-hibrido-escolha-pode-definir-o-futuro-do-seu-negocio/" target="_blank" rel="noopener noreferrer" class="botao"&gt;Simples Nacional ou sistema híbrido?&lt;br&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="https://lab.fecomercio.com.br/conteudos/gestao-empresarial/simples-nacional-ou-sistema-hibrido-escolha-pode-definir-o-futuro-do-seu-negocio/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span contenteditable="false" draggable="true" class="fr-video fr-deletable fr-fvc fr-dvb fr-draggable"&gt;&lt;iframe width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/5Ri2dxqZVoA?&amp;amp;wmode=opaque&amp;amp;rel=0" frameborder="0" allowfullscreen="" class="fr-draggable"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Tue, 08 Sep 2026 15:16:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Reforma Tributária]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Adesão ao programa de conformidade tributária garante adaptação segura para o IBS e a CBS]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/public/noticia/adesao-ao-programa-de-conformidade-tributaria-garante-adaptacao-segura-para-o-ibs-e-a-cbs</link><description>&lt;![CDATA[Medida conjunta da Receita Federal e do CGIBS assegura proteção temporária a contribuintes em adaptação às novas obrigações acessórias da Reforma Tributária]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;A adaptação da rotina empresarial à Reforma Tributária não está sendo fácil para grande parte das empresas, diante de tantas mudanças e incertezas. Portanto, a Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil e o Comitê Gestor do IBS (CGIBS) publicaram o &lt;a href="https://www.cgibs.gov.br/upload/arquivos/202608/13065932-ato-conjunto-rfb-cgibs-n-c2-ba-5-2026-regulamenta-o-programa-nacional-de-conformidade-tributaria-docx-assinado.pdf"&gt;Ato Conjunto RFB/CGIBS 5/2026&lt;/a&gt;, que regulamenta o Programa Nacional de Conformidade Tributária (PNCT).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Esse programa cria um regime de proteção temporária até 31 de dezembro para contribuintes que estejam em processo de adaptação aos sistemas de emissão de documentos fiscais compatíveis com o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Segurança&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ao ingressar no PNCT, o contribuinte passa a usufruir de garantias como a limitação das intimações e comunicações da administração tributária a cruzamentos de dados ou monitoramento — o que não configura início de procedimento fiscal nem interrompe a espontaneidade — e a preservação do prazo de 60 dias previsto na&amp;nbsp;&lt;a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/lcp/lcp214.htm"&gt;Lei Complementar (LC) 214/2025&lt;/a&gt; para regularização voluntária, além de evitar&amp;nbsp;&amp;nbsp;a aplicação de auto de infração por descumprimento das obrigações acessórias relativas ao IBS e à CBS.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para os contribuintes que não atenderem ao requisito geral de adequação, o ato conjunto prevê uma via alternativa de permanência no programa, condicionada ao cumprimento cumulativo de quatro critérios:&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;demonstrar evolução contínua na emissão de documentos fiscais com o correto preenchimento dos campos de IBS e CBS;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;responder às intimações e às comunicações fiscais;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;retificar eventuais inconsistências apontadas pelo Fisco até 31 de dezembro;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;indicar e manter um profissional da contabilidade formalmente responsável pela conformidade fiscal.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;O não atendimento cumulativo desses critérios afasta o enquadramento no programa e as garantias decorrentes.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Contador protagonista&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O ato conjunto atribui papel central ao contador indicado pelo contribuinte. A Receita Federal e o CGIBS poderão compartilhar diretamente com esse profissional as comunicações relativas a omissões, inconsistências e divergências identificadas nos documentos fiscais, mediante autorização expressa do contribuinte, sempre nos limites dos poderes outorgados por procuração e com observância do sigilo fiscal. Na prática, trata-se de um canal de comunicação mais direto e técnico entre o Fisco e o responsável contábil da empresa.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Ações necessárias&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para os contribuintes em fase de implantação e adaptação dos sistemas, é recomendável que aqueles que já emitam seus documentos fiscais com os campos do IBS e da CBS de forma correta mantenham essa regularidade, pois, neste caso, o enquadramento é automático. Já aqueles que ainda tenham dificuldades de adaptação devem priorizar, ainda em 2026, a formalização da indicação do profissional da contabilidade responsável pela conformidade fiscal no sistema eletrônico da Receita Federal, além do acompanhamento de intimações e comunicações para correção de inconsistências, para preservar as garantias de espontaneidade e o prazo de regularização voluntária previstos no ato conjunto.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O PNCT vai ao encontro dos pleitos defendidos pela &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/"&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt;. Desde a publicação da &lt;a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/emendas/emc/emc132.htm"&gt;Emenda Constitucional (EC) 132/2023&lt;/a&gt;, o &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/conselhos/conselho-de-assuntos-tributarios"&gt;Conselho de Assuntos Tributários da Entidade&lt;/a&gt; solicita que o &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/empresas-ganham-mais-tempo-para-se-adaptarem-ao-preenchimento-do-ibs-e-da-cbs-no-documento-fiscal-eletronico"&gt;período de testes seja utilizado para orientar, testar e aperfeiçoar os sistemas, sem a aplicação de penalidades&lt;/a&gt;. A FecomercioSP tem participado do diálogo com a Receita Federal e com o CGIBS, &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/fecomerciosp-propoe-25-aprimoramentos-ao-novo-sistema-tributario"&gt;apresentando propostas para uma implementação com mais segurança jurídica e previsibilidade.&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Tue, 08 Sep 2026 10:40:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Reforma Tributária]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Rota Bioceânica cria oportunidades a empresas paulistas]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/public/noticia/rota-bioceanica-cria-oportunidades-a-empresas-paulistas</link><description>&lt;![CDATA[Em encontro na FecomercioSP, embaixador do Paraguai ressalta potencial para investimentos em logística, serviços e infraestrutura; reunião também contou com presença do cônsul da Moldávia]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;A consolidação da Rota Bioceânica, corredor que conectará Brasil, Paraguai, Argentina e Chile aos portos do Pacífico, deve criar uma nova frente de oportunidades a empresas brasileiras, com potencial de negócios que vai além do transporte de mercadorias e alcança setores como logística, hotelaria, combustíveis, conectividade, segurança e infraestrutura.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O potencial desse novo eixo de integração regional foi um dos principais temas discutidos durante encontro na &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/"&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt;, com as presenças de Luis Fernando Ávalos, cônsul-geral do Paraguai, e Flavio Mendes Bitelman, cônsul honorário da Moldávia. Participaram da reunião, pela FecomercioSP, Rubens Medrano, vice-presidente da Entidade e presidente do &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/conselhos/conselho-de-relacoes-internacionais"&gt;Conselho de Relações Internacionais da Federação&lt;/a&gt;, e os assessores Natália Mortaio, Douglas Dias e Pedro Silveira. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na avaliação do embaixador paraguaio, São Paulo deve acompanhar desde já as transformações que serão provocadas pela nova conexão logística. Embora Estados mais próximos do corredor possam, inicialmente, sentir seus efeitos, os pesos econômico e financeiro paulistas tendem a criar oportunidades a empresas do Estado participarem dos investimentos e da prestação de serviços relacionados à rota.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;“A consolidação do corredor deverá criar demanda por hotéis, postos, segurança, internet e uma quantidade de serviços, o que abre espaço para mapear empresas interessadas em participar desse novo ambiente de negócios”, afirmou o embaixador paraguaio.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Integração pode avançar para ferrovias e hidrovias&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O potencial de conexão entre diferentes modais também foi abordado, especialmente diante da posição estratégica do Paraguai e da Hidrovia Paraguai–Paraná. A integração entre rodovias, hidrovias e, futuramente, ferrovias pode ampliar as alternativas ao escoamento de mercadorias e fortalecer o país como eixo logístico regional. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Além da infraestrutura, o representante paraguaio destacou ainda o potencial de maior integração das cadeias produtivas entre Brasil e o país vizinho, com este funcionando como plataforma complementar às operações de empresas brasileiras.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A Expo Paraguai–Brasil, prevista para novembro em Ciudad del Este, também entrou na agenda. Durante a reunião, foi discutida a possibilidade de promover o evento ao empresariado paulista. O embaixador ressaltou ainda que a segunda ponte entre Brasil e Paraguai deverá contribuir para ampliar a circulação de pessoas e mercadorias entre os dois países.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;FecomercioSP quer aproximar PMEs do comércio exterior&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Durante a reunião, Medrano destacou a estratégia da FecomercioSP de ampliar a participação de Pequenas e Médias Empresas (PMEs) no comércio internacional, aproveitando também a capilaridade de sua rede sindical no Estado de São Paulo. “A nossa ideia é trazer a PME do comércio, capacitá-la e identificar onde podemos atuar”, afirmou. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Segundo ele, a estratégia contempla tanto exportações quanto importações e inclui o relacionamento com embaixadas, consulados e câmaras de Comércio, além da identificação de entraves tributários, burocráticos e logísticos que dificultam as operações internacionais. “Comércio exterior é uma via de duas mãos. Não é só exportar, mas também importar”, afirmou.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Diálogo também envolve Moldávia e corpo consular&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A reunião contou ainda com Bitelman, da Moldávia, abrindo espaço para ampliar o relacionamento da FecomercioSP com representantes consulares em São Paulo. Durante o encontro, o cônsul propôs a realização de uma futura reunião na Federação com integrantes do corpo consular, iniciativa que poderá aproximar as representações internacionais do empresariado paulista e ampliar o conhecimento sobre oportunidades em diferentes mercados.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A Moldávia ganha destaque econômico no mundo graças à sua aproximação com a União Europeia. O país, que completou 35 anos de independência, está em processo de adesão ao bloco europeu, movimento que amplia sua integração com o mercado regional. Para Medrano, a interlocução com as representações internacionais será importante para apoiar a estratégia de internacionalização das empresas representadas pela Federação.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Tue, 08 Sep 2026 10:21:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Internacional]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Irresponsabilidade fiscal limita o crescimento]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/public/noticia/irresponsabilidade-fiscal-limita-o-crescimento</link><description>&lt;![CDATA[Ao ampliar os gastos, o governo pressiona a demanda da economia e obriga o BC a elevar as taxas de juros ]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;&lt;em id="isPasted"&gt;Antonio Lanzana*&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Uma das caracter&amp;iacute;sticas da pol&amp;iacute;tica econ&amp;ocirc;mica atual &amp;eacute; a preocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o com o aumento da arrecada&amp;ccedil;&amp;atilde;o. As medidas adotadas com esse objetivo s&amp;atilde;o tantas que enumer&amp;aacute;-las, certamente, n&amp;atilde;o caberia neste espa&amp;ccedil;o. De forma simplificada, nota-se que a carga tribut&amp;aacute;ria subiu mais de 2 pontos porcentuais (p.p.) em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao&amp;nbsp;Produto Interno Bruto (PIB)&amp;nbsp;&amp;mdash; 2025 sobre 2022 &amp;mdash;, o equivalente a cerca de R$ 255 bilh&amp;otilde;es, em pre&amp;ccedil;os de 2025. Mais recentemente, dados do Tesouro Nacional mostram um crescimento real da receita bruta do Governo Central de 5,2% no primeiro semestre deste ano e de 10% em junho, sempre em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o a iguais per&amp;iacute;odos de 2025.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Aumentos de impostos afetam diretamente a capacidade de crescimento do Pa&amp;iacute;s, na medida em que reduzem a gera&amp;ccedil;&amp;atilde;o de recursos por parte das empresas e diminuem as taxas de retorno dos investimentos. Embora ainda com consequ&amp;ecirc;ncias negativas, a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o seria diferente se a eleva&amp;ccedil;&amp;atilde;o da carga tribut&amp;aacute;ria resultasse em redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o da rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre d&amp;iacute;vida e PIB, o que viabilizaria a queda das taxas de juros. Mas o que ocorreu foi exatamente o contr&amp;aacute;rio, com essa rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o passando de 71,7% no in&amp;iacute;cio da gest&amp;atilde;o atual, e devendo encerrar 2026 com 83%. Por que isso ocorreu mesmo com o aumento da carga tribut&amp;aacute;ria?&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O objetivo do governo ao aumentar a arrecada&amp;ccedil;&amp;atilde;o foi gerar recursos para ampliar os gastos p&amp;uacute;blicos, conflitando com a pol&amp;iacute;tica do Banco Central (BC) de levar a infla&amp;ccedil;&amp;atilde;o para dentro da meta. Ao ampliar os gastos, o governo pressiona a demanda da economia e obriga o BC a elevar as taxas de juros para reduzir o gasto privado. A manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o de juros extremamente elevados e por longo per&amp;iacute;odo influencia as contas do setor p&amp;uacute;blico e a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do setor privado.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Frequentemente, o governo destaca que as metas do arcabou&amp;ccedil;o fiscal est&amp;atilde;o sendo cumpridas ao se referir ao super&amp;aacute;vit prim&amp;aacute;rio. Vale observar, por&amp;eacute;m, que essas metas s&amp;oacute; foram alcan&amp;ccedil;adas pela retirada de v&amp;aacute;rias despesas do c&amp;aacute;lculo. Al&amp;eacute;m disso, o que &amp;eacute; relevante para a din&amp;acirc;mica da d&amp;iacute;vida &amp;eacute; o d&amp;eacute;ficit nominal (que inclui as despesas com juros), atualmente acima de 8% do PIB, um dos maiores do mundo. Esse quadro aumenta o risco Brasil e pressiona ainda mais as taxas de juros.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os desdobramentos dessa pol&amp;iacute;tica n&amp;atilde;o se limitam ao setor p&amp;uacute;blico. Taxas elevadas de juros e incentivos &amp;agrave; tomada de cr&amp;eacute;dito, com a cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o de v&amp;aacute;rias linhas especiais em ano eleitoral, levam a um quadro recorde de inadimpl&amp;ecirc;ncia das pessoas f&amp;iacute;sicas, sendo que o Desenrola 2.0 &amp;eacute; apenas um paliativo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Do lado empresarial, os reflexos encontram-se no n&amp;uacute;mero recorde de pedidos de recupera&amp;ccedil;&amp;atilde;o judicial, com crescimento de 80% no primeiro trimestre de 2026, em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao mesmo per&amp;iacute;odo de 2023, e nos pedidos de recupera&amp;ccedil;&amp;atilde;o extrajudicial, com expans&amp;atilde;o de 425% em 2025, relativamente a 2021, de acordo com a plataforma Monitor RGF de Recupera&amp;ccedil;&amp;atilde;o Judicial.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;As consequ&amp;ecirc;ncias desse cen&amp;aacute;rio sobre as decis&amp;otilde;es de investimento s&amp;atilde;o dram&amp;aacute;ticas. No per&amp;iacute;odo de janeiro a maio deste ano, em compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o com os mesmos meses de 2025, enquanto a Ind&amp;uacute;stria como um todo cresceu 1,4%, a produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o de bens de capital caiu 4,8%. E mais: dados da Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Brasileira da Ind&amp;uacute;stria de M&amp;aacute;quinas e Equipamentos (Abimaq) mostram que, no primeiro semestre deste ano, houve uma queda no consumo aparente de bens de capital (produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o industrial nacional mais importa&amp;ccedil;&amp;otilde;es menos exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es) de 15%.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A taxa de investimento, ao lado da produtividade, &amp;eacute; crucial para a determina&amp;ccedil;&amp;atilde;o da capacidade de crescimento da economia, o que explica a expectativa de crescimento do PIB de apenas 2% em 2026, refor&amp;ccedil;ando a tend&amp;ecirc;ncia que acompanha o Brasil de crescer sistematicamente abaixo do restante do mundo nos &amp;uacute;ltimos anos. Em outras palavras, estamos ficando relativamente cada vez mais pobres.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;*Presidente do Conselho Superior de Economia, Sociologia e Pol&amp;iacute;tica da FecomercioSP e professor na Universidade de S&amp;atilde;o Paulo (USP) e na Funda&amp;ccedil;&amp;atilde;o Dom Cabral (FDC)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Artigo publicado originalmente na Revista Problemas Brasileiros&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Fri, 04 Sep 2026 14:40:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Artigos]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Turismo bate recordes, mas entra no segundo semestre com desafios mais complexos]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/public/noticia/turismo-bate-recordes-mas-entra-no-segundo-semestre-com-desafios-mais-complexos</link><description>&lt;![CDATA[‘Carta Setorial’ analisa desaceleração do setor, segurança pública, falta de mão de obra, Turismo internacional e impactos do cenário econômico sobre empresas e consumidores]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;O Turismo brasileiro chega &amp;agrave; segunda metade do ano sustentando resultados hist&amp;oacute;ricos, mas diante de um ambiente que exige cada vez mais aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o de empres&amp;aacute;rios e gestores. No primeiro semestre, o setor faturou R$ 143,1 bilh&amp;otilde;es, o melhor resultado j&amp;aacute; registrado para o per&amp;iacute;odo, com crescimento de 3,5% em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao mesmo intervalo de 2025.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os dados est&amp;atilde;o na mais recente Carta Setorial de Turismo, publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o mensal do &lt;a href="https://fecomercio.com.br/conselhos/conselho-de-turismo"&gt;Conselho de Turismo&lt;/a&gt; da &lt;a href="https://fecomercio.com.br/"&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt;, que re&amp;uacute;ne indicadores, an&amp;aacute;lises econ&amp;ocirc;micas e pautas estrat&amp;eacute;gicas para o desenvolvimento do setor. &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/upload/file/72bd689934707e99895f3a17514673f598b75dbc.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Acesse aqui!&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Apesar do recorde, junho registrou crescimento mais moderado (2,1%), com faturamento de R$ 22,4 bilh&amp;otilde;es. O resultado indica perda gradual de ritmo em um quadro marcado por juros elevados, endividamento familiar, incertezas fiscais e mais seletividade nas decis&amp;otilde;es de consumo e investimento.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;As viagens corporativas seguem em trajet&amp;oacute;ria positiva. No primeiro semestre, os gastos das empresas chegaram a quase R$ 102 bilh&amp;otilde;es, alta de 5,8%. Ainda assim, o menor ritmo de expans&amp;atilde;o observado nos &amp;uacute;ltimos meses mostra que companhias est&amp;atilde;o revendo prioridades e buscando mais efici&amp;ecirc;ncia nos deslocamentos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o tamb&amp;eacute;m amplia o olhar para temas estruturais. Um deles &amp;eacute; a seguran&amp;ccedil;a p&amp;uacute;blica, que entrou na agenda priorit&amp;aacute;ria do conselho em decorr&amp;ecirc;ncia dos riscos que a atua&amp;ccedil;&amp;atilde;o do crime organizado pode representar a empresas, trabalhadores, visitantes e destinos tur&amp;iacute;sticos. A cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um canal espec&amp;iacute;fico de den&amp;uacute;ncias, uma for&amp;ccedil;a-tarefa integrada e o uso de tecnologia e intelig&amp;ecirc;ncia de dados para preven&amp;ccedil;&amp;atilde;o s&amp;atilde;o algumas das propostas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Outro destaque &amp;eacute; o Emprega Turismo, projeto idealizado pela FecomercioSP para combater a escassez de m&amp;atilde;o de obra e ampliar a formaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Estudo da Entidade aponta que, dependendo da ades&amp;atilde;o, a medida poderia gerar entre R$ 3,23 bilh&amp;otilde;es e R$ 6,47 bilh&amp;otilde;es por ano em nova arrecada&amp;ccedil;&amp;atilde;o previdenci&amp;aacute;ria.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No Turismo internacional, o Brasil tamb&amp;eacute;m acumula recordes: foram 5,26 milh&amp;otilde;es de visitantes estrangeiros e US$ 5,7 bilh&amp;otilde;es em gastos no primeiro semestre. O desafio, por&amp;eacute;m, est&amp;aacute; no valor gerado por cada visitante. O gasto m&amp;eacute;dio real caiu cerca de 6% desde 2018, refor&amp;ccedil;ando a necessidade de atrair p&amp;uacute;blicos de maior perman&amp;ecirc;ncia e maior poder de consumo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A Carta de agosto traz ainda an&amp;aacute;lise sobre a conjuntura econ&amp;ocirc;mica, a aproxima&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre a FecomercioSP e a Secretaria Municipal de Turismo de S&amp;atilde;o Paulo (SMTur), a presen&amp;ccedil;a do conselho em eventos estrat&amp;eacute;gicos do setor e artigo de Guilherme Dietze sobre as li&amp;ccedil;&amp;otilde;es que o caso Casas Bahia oferece &amp;agrave;s empresas de Turismo em temas como fluxo de caixa, cr&amp;eacute;dito e transforma&amp;ccedil;&amp;atilde;o digital.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/upload/file/72bd689934707e99895f3a17514673f598b75dbc.pdf" target="_blank" class="fr-file" rel="noopener noreferrer"&gt;&lt;strong&gt;Acesse a Carta Setorial de Turismo de agosto de 2026 e confira an&amp;aacute;lises, dados e propostas que ajudam a entender os principais desafios e oportunidades do setor.&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Fri, 04 Sep 2026 14:29:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Turismo]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Consumidor 50+ ganha protagonismo e exige novas estratégias de mercado]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/public/noticia/consumidor-50-ganha-protagonismo-e-exige-novas-estrategias-de-mercado</link><description>&lt;![CDATA[Avanço da longevidade, digitalização e IA ampliam chances de empresas adaptarem atendimento e experiência de compra]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;Os consumidores acima de 50 anos somam 60 milhões de pessoas no Brasil, representando 30% da população e quase 50% da renda familiar. Esse público movimenta R$ 2 trilhões ao ano, o equivalente a 17% do Produto Interno Bruto (PIB). Com um tíquete médio três vezes superior ao do público mais jovem, eles também fidelizam marcas, compram produtos de maior valor e mantêm a aquisição mesmo fora dos períodos de promoções.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O peso econômico se reflete em diferentes setores. No mercado imobiliário, por exemplo, o grupo representa 74% do valor faturado; nas saúdes pública e privada, 70%; nas universidades, 56%; e em turismo e hotelaria, 50%. No atacarejo, cuja maior parte dos clientes é formada por essa parcela populacional, houve crescimento de 141%.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Apesar desse peso econômico, poucas empresas contam com estratégias direcionadas a essa clientela, que não se restringe aos canais físicos. “Nós precisamos quebrar algumas crenças. O consumidor 50+ está em todos os canais. Ele é um cliente que, na sua jornada de decisão de compra, passa por vários ambientes”, explica Marlety Gubel, CEO e fundadora do Total Commerce 50+, que integra o &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/conselhos/conselho-de-economia-digital-e-inovacao"&gt;Conselho de Economia Digital e Inovação&lt;/a&gt; da &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/"&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt;.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Longevidade avança no Brasil&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O desafio de atender à clientela prateada também é reflexo de uma transformação demográfica acelerada.Segundo o Censo 2022, naquele ano, já havia no Brasil 32,1 milhões de pessoas com 60 anos ou mais, o equivalente a 15,6% da população. Em apenas 12 anos, esse contingente cresceu 56%. Ao mesmo tempo, a taxa de fecundidade caiu para 1,55 filho por mulher, o menor nível já registrado no País. A combinação entre maior longevidade e menor número de nascimentos está alterando progressivamente a estrutura etária nacional.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Enquanto isso, o Brasil ainda se vê como uma nação jovem, com foco primordial das marcas na juventude. Os dados, contudo, apontam em outra direção: a expectativa é de que o País se torne o sexto maior entre as nações com populações mais velhas. Em três décadas, a perspectiva é que fique ainda mais longevo, enquanto a população tem cada vez menos filhos.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;“No Censo anterior ao de 2022, tínhamos uma média de três crianças por lar. Hoje, a média é de uma criança”, comenta Marlety. “Basicamente, antes nós nascíamos, crescíamos, nos aposentávamos aos 50 e morríamos aos 60. Agora, não. Nós vamos viver até os cem anos. O Brasil tem um dos institutos de genoma mais reconhecidos do mundo e, atualmente, quase 40 mil pessoas centenárias. Não é uma questão só de tempo, mas de qualidade de vida.”&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Essa transformação demográfica também muda a relação da população com o consumo, além de ampliar o desafio para as empresas, que precisam atender a um grupo mais maduro e, ao mesmo tempo, mais conectado.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Atendimento ainda é obstáculo para os 50+&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Apesar disso, uma das queixas do público 50+ em relação ao consumo no varejo, segundo a CEO, é justamente a dificuldade com o atendimento. De acordo com Marlety, 65% se mostram insatisfeitos com essa etapa. “Eles reclamam que não são atendidos, apesar de altamente conectados”, explica. Há também um desejo de mais atenção do mercado: 87% pedem para serem ouvidos.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Além da necessidade de adaptação ao novo perfil do consumidor, o problema também reflete a maior complexidade que as empresas enfrentam na hora de se relacionarem com a clientela. Com as mudanças no perfil da população e a evolução da tecnologia, o número e a variedade de canais de atendimento cresceram, assim como a diversidade de perfis de consumidores com que as marcas se relacionam.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;“Nós temos, hoje, pelo menos cinco gerações sendo atendidas ao mesmo tempo”, comenta a conselheira. Para a executiva, a principal dor do Comércio quanto à população 50+ ainda é o atendimento. Ela explica que as empresas ainda não têm a inovação necessária para aproveitar as oportunidades com a economia prateada, que é um dos públicos de maior potencial de consumo.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para o Comércio, a mudança vai além de desenvolver produtos específicos a determinada faixa etária, exigindo a revisão da experiência de compra como um todo — de comunicação e desenho das lojas a usabilidade de sites e aplicativos, meios de pagamento, pós-venda e capacitação das equipes. A oportunidade está menos em tratar o consumidor 50+ como um nicho isolado e mais em incorporar a longevidade à estratégia dos negócios.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Futuro do Comércio combina tecnologia e conexão&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;As perspectivas apontam para um futuro marcado pela combinação entre alta tecnologia, contato humano e conexão com comunidades, virtuais, físicas ou ligadas ao entorno dos negócios. “Isso é muito importante para entendermos quais são as dimensões que precisamos trilhar para o atendimento das pessoas e das culturas”, enfatiza Marlety.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Essa integração entre tecnologia, atendimento intergeracional, experiências físico-digitais e relacionamento será cada vez mais importante para melhorar a retenção e aumentar o valor do cliente ao longo de sua relação com a empresa. A longevidade desse público também representa uma grande possibilidade. “Nós temos a oportunidade de fidelizar uma pessoa por 70 anos. Isso muda completamente o ecossistema de negócios”, pontua.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Principalmente com as novas possibilidades proporcionadas pela Inteligência Artificial (IA) e seu impacto sobre o consumo, as pessoas com mais de 50 anos também devem mudar a forma de interagir com as marcas, apresentando novas demandas para o setor. Dentre as possibilidades que começam a surgir, destaca-se o uso de agentes de IA capazes de apoiar decisões de consumo, comparar preços e produtos, acompanhar entregas e identificar situações potencialmente fraudulentas. Para o público mais longevo, essas soluções podem ampliar conveniência e segurança, desde que sejam acompanhadas de interfaces acessíveis, transparência e proteção de dados.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Nesse cenário, a tecnologia deixa de ser apenas uma ferramenta de eficiência e passa a fazer parte da própria estratégia de relacionamento com os clientes, que tendem a permanecer cada vez mais tempo no mercado de consumo.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Fri, 04 Sep 2026 14:11:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Economia Digital]]</category></item></channel></rss>
