<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" version="2.0"><channel><title>&lt;![CDATA[FecomercioSP]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/public/</link><description>&lt;![CDATA[Reúne líderes empresariais, especialistas e consultores para fomentar o desenvolvimento do empreendedorismo. ]]</description><lastBuildDate>Sun, 26 Jul 2026 05:13:22 -0300</lastBuildDate><language>pt-br</language><image><title>&lt;![CDATA[FecomercioSP]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/public/</link><url>https://www.fecomercio.com.br/public/assets/img/fecomercio-sp-image-share.jpg</url></image><item><title>&lt;![CDATA[Prazo maior para CNPJ de pessoa física permite adaptação a novo sistema]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/public/noticia/prorrogacao-da-obrigatoriedade-de-cnpj-a-pessoas-fisicas-permite-a-adaptacao-dos-contribuintes-e-a-implementacao-de-novo-sistema-simplificado</link><description>&lt;![CDATA[Inscrição será exigida a partir de 1º de janeiro de 2027 para a emissão de notas fiscais, cadastros e apuração do IBS e da CBS]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;O prazo para as pessoas físicas com atividade econômica abrirem CNPJ foi prorrogado. O &lt;a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2023-2026/2026/decreto/d13075.htm" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Decreto 13.075/2026&lt;/a&gt; e a &lt;a href="https://www.cgibs.gov.br/upload/arquivos/202607/22121010-resolucao-cgibs-n-13-de-22-de-julho-de-2026.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Resolução CGIBS 13/2026&lt;/a&gt; formalizaram a ampliação do prazo, previamente anunciada pela Receita Federal do Brasil e pelo Comitê Gestor do IBS (CGIBS) no início de julho, até 1º de janeiro de 2027.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A nova data permite que os contribuintes se adaptem à nova realidade e dá o tempo necessário à implementação de um novo sistema simplificado de inscrição no CNPJ, inspirado no modelo utilizado pelo Microempreendedor Individual (MEI), cuja disponibilização está prevista para novembro de 2026. A expectativa é que o novo sistema possibilite um processo de inscrição totalmente digital, automatizado, com menos burocracia e integrado às plataformas de emissão de documentos fiscais eletrônicos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Planejamento tributário&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Embora as novas obrigações tenham sido prorrogadas para 2027, a assessoria técnica da &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br"&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt; recomenda que o período de transição seja utilizado para avaliar os impactos da Reforma Tributária.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Profissionais autônomos e liberais devem analisar previamente a tributação como pessoa física e compará-la com alternativas como a constituição de pessoa jurídica e, quando cabível, a opção pelo Simples Nacional.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Além da carga tributária, a análise precisa considerar obrigações acessórias, emissão de documentos fiscais, despesas dedutíveis e o regime tributário mais adequado a cada atividade.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;[veja_tambem]&lt;/p&gt;&lt;p id="isPasted"&gt;&lt;strong&gt;Contexto&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Com a Reforma Tributária e a criação do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), a tributação sobre o consumo passou a incidir sobre as operações onerosas com bens e serviços, entendidas como todo fornecimento realizado mediante contraprestação.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Nesse contexto, mesmo as pessoas físicas, que não têm empresas constituídas, como autônomos e profissionais liberais — por exemplo, pedreiros, taxistas, contadores, advogados, engenheiros, entre outros —, mas desenvolvem atividade econômica constante, deverão se inscrever no Comprovante de Inscrição e de Situação Cadastral de Pessoa Jurídica (CNPJ) para emitir documentos fiscais, realizar cadastros e fins de apuração e recolhimento dos novos tributos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Por outro lado, operações eventuais, como a venda de um veículo ou de outro bem usado pertencente ao patrimônio da pessoa física, não caracterizam atividade econômica e, portanto, não estão sujeitas ao IBS e à CBS.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Assim, a partir da Reforma Tributária, a pessoa física que exercer atividade econômica de forma habitual passa a ser expressamente considerada contribuinte do IBS e da CBS.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;O que muda de imediato?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Até 31 de dezembro de 2026, permanecem válidos os atuais mecanismos de identificação fiscal das pessoas físicas. É importante destacar que a inscrição no CNPJ não transforma a pessoa física em pessoa jurídica. O profissional continuará exercendo a atividade como pessoa física, sendo o CNPJ utilizado exclusivamente para identificação cadastral e para o cumprimento das obrigações tributárias relacionadas ao IBS e à CBS.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Além disso, o novo CNPJ passará a utilizar formato alfanumérico, composto por letras e números. Esse modelo é válido apenas a novas empresas, nascidas após a implementação do CNPJ alfanumérico. Àquelas que já contam com a inscrição não sofrerão mudanças.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Pessoas físicas que não são contribuintes&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ainda que a regra geral seja a incidência do IBS e da CBS sobre a atividade econômica exercida pela pessoa física, a Lei Complementar (LC) 214/2025 prevê hipóteses em que determinadas pessoas físicas não serão consideradas contribuintes, como:&lt;/p&gt;&lt;p&gt;•&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;o nanoempreendedor;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;•&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;o produtor rural não contribuinte (receita anual inferior a R$ 3,6 milhões);&lt;/p&gt;&lt;p&gt;•&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;o transportador autônomo de cargas;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;•&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;determinadas operações com bens imóveis realizadas por pessoa física.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Nanoempreendedor&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O nanoempreendedor, em regra, não é contribuinte do IBS e da CBS. Enquadra-se nessa categoria a pessoa física que tenha receita bruta anual inferior a 50% do limite do MEI (R$ 40,5 mil) e que não seja optante pelo MEI.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para motoristas de passageiros e entregadores vinculados a plataformas digitais, considera-se apenas 25% da receita bruta recebida (R$ 162 mil).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Operações com imóveis&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A pessoa física será considerada contribuinte do IBS e da CBS quando exercer atividade imobiliária de forma habitual ou em volume que caracterize atividade econômica.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Nas operações de locação, cessão onerosa ou arrendamento, haverá incidência quando, no ano-calendário anterior:&lt;/p&gt;&lt;p&gt;•&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;a receita anual superar R$ 240 mil (atualizável pelo IPCA);&lt;/p&gt;&lt;p&gt;•&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;houver exploração de mais de três imóveis distintos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Também será considerada contribuinte a pessoa física que:&lt;/p&gt;&lt;p&gt;•&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;alienar ou ceder direitos sobre mais de três imóveis distintos adquiridos há menos de cinco anos; ou&lt;/p&gt;&lt;p&gt;•&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;vender mais de um imóvel construído pelo próprio vendedor nos cinco anos anteriores.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Em resumo, quem recebe aluguel de até três imóveis não será contribuinte do IBS e da CBS, independentemente do valor recebido. Da mesma forma, ainda que tenha mais de três imóveis locados, não haverá incidência dos novos tributos se a receita anual de locação não ultrapassar R$ 240 mil.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Fri, 24 Jul 2026 15:17:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[reforma tributária]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Sindasp e FecomercioSP entregam 140 propostas para modernizar o despacho aduaneiro de importação]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/public/noticia/sindasp-e-fecomerciosp-entregam-140-propostas-para-modernizar-o-despacho-aduaneiro-de-importacao</link><description>&lt;![CDATA[Sugestões técnicas foram encaminhadas à consulta pública da Receita Federal que revisa norma editada há quase 20 anos]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;As regras do despacho aduaneiro de importa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, estabelecidas em 2006, n&amp;atilde;o acompanharam a digitaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do com&amp;eacute;rcio exterior brasileiro e, ainda, imp&amp;otilde;em custos altos ao setor produtivo. A fim de contribuir para o aperfei&amp;ccedil;oamento da norma, o &lt;a href="https://sindaspcg.org.br/"&gt;Sindicato dos Despachantes Aduaneiros de S&amp;atilde;o Paulo (Sindasp)&lt;/a&gt;, filiado &amp;agrave; a&amp;nbsp;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/"&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt;, encaminhou 140 propostas t&amp;eacute;cnicas a uma consulta p&amp;uacute;blica da Receita Federal. O sindicato &amp;eacute; integrante do&amp;nbsp;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/conselhos/conselho-de-relacoes-internacionais"&gt;Conselho de Rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es Internacionais da Entidade&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Com as propostas, o sindicato e a FecomercioSP&amp;nbsp;t&amp;ecirc;m como objetivo&amp;nbsp;aproximar a experi&amp;ecirc;ncia operacional da constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o normativa, qualificando o debate regulat&amp;oacute;rio em um setor que mudou substancialmente nas &amp;uacute;ltimas duas d&amp;eacute;cadas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A consulta trata da consolida&amp;ccedil;&amp;atilde;o e da atualiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o das regras hoje previstas na Instru&amp;ccedil;&amp;atilde;o Normativa SRF 680/2006. A din&amp;acirc;mica das importa&amp;ccedil;&amp;otilde;es brasileiras mudou bastante nas &amp;uacute;ltimas duas d&amp;eacute;cadas, com as implanta&amp;ccedil;&amp;otilde;es da Declara&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;Uacute;nica de Importa&amp;ccedil;&amp;atilde;o (Duimp), do Portal &amp;Uacute;nico de Com&amp;eacute;rcio Exterior, do Cat&amp;aacute;logo de Produtos e do CCT Importa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, al&amp;eacute;m da atua&amp;ccedil;&amp;atilde;o coordenada dos &amp;oacute;rg&amp;atilde;os anuentes e&amp;nbsp;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/fecomerciosp-propoe-25-aprimoramentos-ao-novo-sistema-tributario"&gt;das novas disciplinas decorrentes da Reforma Tribut&amp;aacute;ria&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;As 140 propostas &amp;mdash; que incorporam as contribui&amp;ccedil;&amp;otilde;es de profissionais de despacho aduaneiro, log&amp;iacute;stica internacional, gest&amp;atilde;o p&amp;uacute;blica, regula&amp;ccedil;&amp;atilde;o, com&amp;eacute;rcio exterior e&amp;nbsp;profissionais da &amp;aacute;rea regulat&amp;oacute;ria &amp;mdash; foram avaliadas quanto &amp;agrave; consist&amp;ecirc;ncia t&amp;eacute;cnica, &amp;agrave; compatibilidade jur&amp;iacute;dica, &amp;agrave; ader&amp;ecirc;ncia ao objeto da consulta e &amp;agrave; viabilidade operacional. As sugest&amp;otilde;es convergentes foram consolidadas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Alinhamento com o padr&amp;atilde;o internacional&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para o presidente do Sindasp, Elson Isayama, a revis&amp;atilde;o brasileira acompanha um movimento em curso nas principais administra&amp;ccedil;&amp;otilde;es aduaneiras do mundo. &amp;ldquo;A atualiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do SAFE Framework of Standards, da Organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o Mundial das Aduanas, reafirma que a moderna gest&amp;atilde;o aduaneira se apoia em pilares complementares, como a seguran&amp;ccedil;a da cadeia log&amp;iacute;stica, a facilita&amp;ccedil;&amp;atilde;o do com&amp;eacute;rcio, a transforma&amp;ccedil;&amp;atilde;o digital, a gest&amp;atilde;o de riscos e a coopera&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre a Aduana e o setor privado&amp;rdquo;, afirma.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ele avalia que a participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o organizada dos operadores econ&amp;ocirc;micos integra esse modelo de governan&amp;ccedil;a e ajuda a produzir normas mais aderentes &amp;agrave; realidade operacional. &amp;ldquo;As propostas refletem a experi&amp;ecirc;ncia acumulada pelos profissionais que atuam diariamente nas opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es de com&amp;eacute;rcio exterior. Independentemente das decis&amp;otilde;es adotadas na reda&amp;ccedil;&amp;atilde;o final da norma, o processo demonstra a capacidade t&amp;eacute;cnica da categoria de contribuir para o aperfei&amp;ccedil;oamento do sistema aduaneiro brasileiro&amp;rdquo;, completa.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Fri, 24 Jul 2026 11:53:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Acontece]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Integração do transporte aéreo sul-americano pode promover o Turismo, mas exige equilíbrio competitivo]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/public/noticia/integracao-do-transporte-aereo-sul-americano-pode-promover-o-turismo-mas-exige-equilibrio-competitivo</link><description>&lt;![CDATA[Criação do Céu Único Sul-americano permite que uma companhia opere voos entre dois outros países sem passar pelo país de origem]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;O Brasil, a Argentina, o Paraguai e o Chile firmaram, no dia 14 de julho, o &lt;a href="https://www.gov.br/anac/pt-br/noticias/2026/cooperacao-entre-paises-da-america-do-sul-amplia-integracao-do-transporte-aereo-na-regiao" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Acordo de Liberaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o A&amp;eacute;rea Sul-Americana (Alas)&lt;/a&gt;, que possibilita a integra&amp;ccedil;&amp;atilde;o do mercado a&amp;eacute;reo entre os pa&amp;iacute;ses. O documento, ainda sem efeitos pr&amp;aacute;ticos na rotina dos passageiros, estabelece as bases para a cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o do C&amp;eacute;u &amp;Uacute;nico Sul-Americano, liberando a chamada &amp;ldquo;s&amp;eacute;tima liberdade do ar&amp;rdquo;, que permite a uma companhia operar voos entre duas outras na&amp;ccedil;&amp;otilde;es sem passar pelo pa&amp;iacute;s de origem &amp;mdash; por exemplo, uma empresa brasileira ligando Buenos Aires e Santiago.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A medida visa aumentar a concorr&amp;ecirc;ncia em rotas hoje atendidas por apenas uma ou duas empresas, com reflexos nos pre&amp;ccedil;os e na oferta de assentos. O voo dom&amp;eacute;stico, por sua vez, segue fora de discuss&amp;atilde;o: companhias estrangeiras n&amp;atilde;o poder&amp;atilde;o operar entre cidades brasileiras, o que exigiria mudan&amp;ccedil;a na legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o e aval do Congresso Nacional.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;O que muda para o passageiro?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na pr&amp;aacute;tica, o turista ainda n&amp;atilde;o ver&amp;aacute; mudan&amp;ccedil;as imediatas na rotina. O memorando, que conta com a participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Minist&amp;eacute;rio de Portos e Aeroportos e da Ag&amp;ecirc;ncia Nacional de Avia&amp;ccedil;&amp;atilde;o Civil (Anac), &amp;eacute; um compromisso de negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Os pa&amp;iacute;ses signat&amp;aacute;rios t&amp;ecirc;m o prazo de um ano para apresentar uma proposta de implementa&amp;ccedil;&amp;atilde;o gradual, por meio de um Grupo de Trabalho (GT).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Oportunidade e cautela&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para o setor de Turismo brasileiro, a iniciativa &amp;eacute; recebida com otimismo, mas tamb&amp;eacute;m com um olhar cr&amp;iacute;tico sobre os impasses que se avizinham. O &lt;a href="https://fecomercio.com.br/conselhos/conselho-de-turismo"&gt;Conselho de Turismo&lt;/a&gt; da &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br"&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt; avalia como positiva a assinatura do acordo, por atingir uma demanda hist&amp;oacute;rica do setor: a amplia&amp;ccedil;&amp;atilde;o da malha a&amp;eacute;rea internacional. O Brasil ainda apresenta baixa conectividade internacional quanto ao seu potencial, com rotas concentradas em poucos eixos e tarifas elevadas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O cen&amp;aacute;rio vem melhorando, mas, segundo o conselho da Entidade, ainda n&amp;atilde;o reflete todo o potencial do setor para atender &amp;agrave;s demandas brasileiras. Conforme dados da Anac, a movimenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o internacional nos aeroportos brasileiros alcan&amp;ccedil;ou 28,4 milh&amp;otilde;es de passageiros no ano passado, alta de 13,5% e recorde hist&amp;oacute;rico, chegando a 13 milh&amp;otilde;es at&amp;eacute; maio deste ano. Parte desse avan&amp;ccedil;o decorre dos incentivos &amp;agrave; abertura de novas rotas promovidos pela Ag&amp;ecirc;ncia Brasileira de Promo&amp;ccedil;&amp;atilde;o Internacional do Turismo (Embratur), mediante o Programa de Acelera&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Turismo Internacional (PATI). Ainda h&amp;aacute;, por&amp;eacute;m, amplo espa&amp;ccedil;o para crescimento, e a entrada de novos operadores pode contribuir para reduzir pre&amp;ccedil;os e diversificar destinos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O conselho ressalta, contudo, que a abertura precisa ser conduzida com equil&amp;iacute;brio concorrencial, assegurando que as companhias estrangeiras estejam sujeitas &amp;agrave;s mesmas regras e &amp;agrave; mesma estrutura de custos aplicadas &amp;agrave;s empresas que operam a partir do Brasil. O setor a&amp;eacute;reo nacional convive com um custo de combust&amp;iacute;vel significativamente superior ao dos pa&amp;iacute;ses vizinhos, com elevada carga tribut&amp;aacute;ria e passivo judicial sem paralelo no mundo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ampliar o acesso ao mercado sem lidar com essas assimetrias, de acordo com o conselho da FecomercioSP, significa expor as companhias brasileiras a uma competi&amp;ccedil;&amp;atilde;o desigual, cuja origem n&amp;atilde;o &amp;eacute; regulat&amp;oacute;ria, mas estrutural. O ideal sempre &amp;eacute; que se busque reduzir toda a cadeia de custo e burocracia internamente, e n&amp;atilde;o exigir a ades&amp;atilde;o &amp;agrave;s dificuldades que s&amp;atilde;o criadas no Pa&amp;iacute;s.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Experi&amp;ecirc;ncia europeia&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O Conselho de Turismo da FecomercioSP pondera que o pr&amp;eacute;-acordo sul-americano n&amp;atilde;o pode ser comparado com o &lt;a href="https://transport.ec.europa.eu/transport-modes/air/single-european-sky_en" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;C&amp;eacute;u &amp;Uacute;nico Europeu&lt;/a&gt; &amp;mdash; acordo firmado em 2004 pelos pa&amp;iacute;ses que comp&amp;otilde;em a Uni&amp;atilde;o Europeia (UE) &amp;mdash;, que viabilizou a expans&amp;atilde;o das companhias de baixo custo. Trata-se de mercados substancialmente distintos. As dist&amp;acirc;ncias continentais na Am&amp;eacute;rica do Sul s&amp;atilde;o muito superiores &amp;agrave;s europeias, o que encarece a opera&amp;ccedil;&amp;atilde;o e limita o modelo de baixo custo em rotas longas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A regi&amp;atilde;o tamb&amp;eacute;m n&amp;atilde;o disp&amp;otilde;e do mesmo fluxo de turistas internacionais, e a renda mais concentrada restringe a base de demanda capaz de viabilizar novas rotas fora dos eixos tradicionais. A liberaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; condi&amp;ccedil;&amp;atilde;o necess&amp;aacute;ria, mas n&amp;atilde;o suficiente, para reproduzir na Am&amp;eacute;rica do Sul os resultados observados na Europa.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Nesse sentido, o Conselho defende que o avan&amp;ccedil;o das negocia&amp;ccedil;&amp;otilde;es seja acompanhado de uma agenda interna de competitividade que inclua a redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o da carga tribut&amp;aacute;ria sobre o combust&amp;iacute;vel de avia&amp;ccedil;&amp;atilde;o, a seguran&amp;ccedil;a jur&amp;iacute;dica em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao contencioso do setor e o investimento em infraestrutura aeroportu&amp;aacute;ria. A integra&amp;ccedil;&amp;atilde;o a&amp;eacute;rea sul-americana representa uma oportunidade importante &amp;agrave; economia brasileira, desde que constru&amp;iacute;da sobre bases equilibradas e ison&amp;ocirc;micas.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Thu, 23 Jul 2026 16:44:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[turismo]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[O peso do ‘pacote de bondades’]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/public/noticia/o-peso-do-pacote-de-bondades</link><description>&lt;![CDATA[Medidas anunciadas às vésperas do período eleitoral superam R$ 200 bilhões e cobrarão seu preço em inflação, juros e dívida pública]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;&lt;em&gt;Antonio Lanzana*&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Enquanto não começam a vigorar as regras de conduta do período eleitoral, o governo federal vem anunciando uma série de medidas eleitoreiras com o objetivo de aumentar a popularidade. Além da redução da jornada 6x1, da reforma do Imposto sobre a Renda das Pessoas Físicas (IRPF) — com isenção para rendimentos de até R$ 5 mil — e da eliminação da “taxa das blusinhas”, pode-se destacar um conjunto enorme de outros anúncios, tanto no âmbito dos gastos públicos como no da ampliação do crédito. No primeiro caso, tem-se pagamento de precatórios em março no valor de R$ 70 bilhões; antecipação do décimo terceiro salário de aposentados e pensionistas; e subsídios para famílias de baixa renda, como os programas Luz do Povo e Gás do Povo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na área de crédito, os segmentos beneficiados são vários: motoristas de aplicativos e taxistas; consignado para trabalhadores do setor privado; programa de renegociação de dívidas (Desenrola 2.0); crédito subsidiado para empresas (Brasil Soberano); renovação das frotas de caminhões, ônibus e máquinas agrícolas; novo crédito imobiliário, que oferece recursos para reformas residenciais (Reforma Casa Brasil); e ampliação do programa Minha Casa Minha Vida (MCMV). Ainda estão no radar duas novas iniciativas — a segunda fase do Desenrola 2.0, desta vez voltada para correntistas adimplentes, e um novo estímulo à construção civil industrializada, com objetivo de acelerar a entrega de moradias do MCMV, a custos e prazos reduzidos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O montante dessas iniciativas deve superar a casa dos R$ 200 bilhões. As consequências sobre a economia serão inevitáveis. A ampliação da demanda deve levar a uma revisão para cima das projeções de crescimento do&amp;nbsp;Produto Interno Bruto (PIB)&amp;nbsp;em 2026, atualmente em 1,89%, segundo o relatório Focus, do Banco Central (BC). Considerando, no entanto, que a capacidade de resposta da produção é limitada pelo reduzido nível de investimentos, as pressões inflacionárias serão crescentes. Esse contexto agrava-se por causa do quadro externo, com a manutenção do preço do petróleo em níveis elevados e demais efeitos sobre o Agronegócio. O mercado já vem revisando as projeções de inflação para 2026 (no início do ano, estavam em 3,7%) e a variação do IPCA deste ano pode chegar perto dos 6%, distanciando-se significativamente da meta (centro de 3% e teto de 4,5%).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Diante disso, o BC vê-se “obrigado” a encurtar o ciclo de redução da taxa Selic, que pode encerrar 2026 com 14%, contra uma expectativa criada no início do ano de 12%. A manutenção de juros mais elevados vai continuar agravando a situação financeira das empresas, com possíveis novos recordes de pedidos de recuperação judicial.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;É interessante chamar a atenção de que o governo vai cumprir as metas de superávit primário em 2026, que deve ficar em 0,25% do PIB, porque exclui algumas despesas do cálculo e usa medidas parafiscais para financiar as decisões anunciadas. Indicadores mais relevantes da situação das contas públicas, porém, mostram um cenário muito preocupante. É o caso do elevado déficit nominal, que inclui o pagamento de juros, atingindo 9,4% do PIB em março, além de forte deterioração da relação entre dívida e PIB, que deve encerrar o ano em torno de 82% a 83%, contra 71,7% no início do atual governo. É um quadro insustentável, mas nada muda até as eleições. As esperanças ficam para 2027.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;*Presidente do Conselho Superior de Economia, Sociologia e Política da FecomercioSP e professor na Universidade de São Paulo (USP) e na Fundação Dom Cabral (FDC)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Artigo publicado originalmente na&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;a href="https://revistapb.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;&lt;em&gt;revista Problemas Brasileiros&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Thu, 23 Jul 2026 15:15:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Artigos]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Faturamento do varejo paulista caiu 6,9%, indicando desaceleração do consumo]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/public/noticia/faturamento-do-varejo-paulista-caiu-6-9-em-abril-indicando-desaceleracao-do-consumo</link><description>&lt;![CDATA[Juros, crédito restrito, dívidas e apostas afetaram o consumo discricionário em abril e já impactam as compras essenciais]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;div style="font-style: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; text-decoration: none; caret-color: rgb(0, 0, 0); color: rgb(0, 0, 0); font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16px; text-align: center;" id="isPasted"&gt;&lt;span style="font-size: 16px;"&gt;&lt;span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"&gt;O faturamento do comércio no Estado de São Paulo caiu 6,9% em abril, quando comparado com o mesmo período de 2025. De acordo com a &lt;strong&gt;Pesquisa Conjuntural do Comércio Varejista (PCCV)&lt;/strong&gt;, realizada pela &lt;a href="https://feclink.fecomercio.net.br/cl/PXfto/A/d5f7/0/BMNv/KK5Zj1MFM20/1/" rel="noopener noreferrer" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;, em parceria com a &lt;a href="https://feclink.fecomercio.net.br/cl/PXfto/A/d5f7/0/BMNv/ImsEiKdNgfI/1/" rel="noopener noreferrer" target="_blank"&gt;Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo (Sefaz/SP)&lt;/a&gt;, o faturamento real atingiu R$ 122,1 bilhões no mês (R$ 9 bilhões abaixo do valor apurado em abril de 2025).&lt;br&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-style: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; text-decoration: none; caret-color: rgb(0, 0, 0); color: rgb(0, 0, 0); font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16px; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: 12px;"&gt;&lt;span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span style="color: rgb(178, 34, 34);"&gt;&lt;strong&gt;[TABELA 1]&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br&gt;&lt;strong&gt;Faturamento real do Comércio Varejista no Estado de São Paulo — abril de 2026&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;&lt;em&gt;Fonte: Sefaz/SP&lt;br&gt;Metodologia e cálculos: FecomercioSP&lt;br&gt;&lt;img alt="" src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/64ce283a1aa9cba1d3d3e9c87b38f576dd86047b.png" style="width: 567px; height: 255px;" class="fr-fic fr-dii"&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-style: normal; font-variant-caps: normal; font-weight: 400; letter-spacing: normal; orphans: 2; text-indent: 0px; text-transform: none; white-space: normal; widows: 2; word-spacing: 0px; -webkit-text-stroke-width: 0px; text-decoration: none; caret-color: rgb(0, 0, 0); color: rgb(0, 0, 0); font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16px; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 16px;"&gt;&lt;span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"&gt;Após um forte ciclo de crescimento, praticamente ininterrupto desde a retomada das atividades pós-pandemia — batendo recorde de faturamento no ano passado —, o varejo paulista passa por um processo de desaceleração, que teve início nos segmentos que mais dependem do crédito e do consumo não essencial, como eletrodomésticos, eletrônicos, móveis e materiais de construção. Agora, já se expande para atividades como supermercados e vestuário, apontando que o movimento também afetou as compras do cotidiano.&lt;br&gt;&amp;nbsp;&lt;br&gt;Dentre as razões para essa desaceleração, há a forte base de comparação, porém o cenário macroeconômico marcado por juros elevados, inflação acima do teto da meta e famílias endividadas e inadimplentes refletem negativamente no consumo.&lt;br&gt;&amp;nbsp;&lt;br&gt;No ano, as vendas varejistas acumularam perda de 5,1%, o que representa um faturamento de R$ 25,9 bilhões inferior ao obtido entre janeiro e abril do ano passado. Das nove atividades avaliadas pela pesquisa, apenas uma registrou aumento de faturamento real: as concessionárias de veículos (8,3%). Essa elevação contribuiu para o resultado geral com 0,9 ponto porcentual (p.p). Apesar do crescimento, o desempenho não foi suficiente para compensar a retração observada nos demais grupos.&lt;br&gt;&amp;nbsp;&lt;br&gt;Eletrodomésticos, eletrônicos e lojas de departamentos, por exemplo, caíram 30,1%, enquanto autopeças e acessórios e outras atividades apontaram quedas de 9,1%. Já supermercados (-7,7%), lojas de vestuário, tecidos e calçados (-7,6%), materiais de construção (-7,5%), lojas de móveis e decoração (-5,9%) e farmácias e perfumarias (-0,4%) apresentaram recuos menores, o que resultou em uma pressão negativa de 7,8 p.p. no resultado geral da PCCV.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;]]</content:encoded><pubDate>Thu, 23 Jul 2026 10:57:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Pesquisas]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[FecomercioSP instala Conselho do Mercado Imobiliário]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/public/noticia/fecomerciosp-instala-conselho-do-mercado-imobiliario</link><description>&lt;![CDATA[Colegiado, que será liderado pelo Secovi-SP, atuará na construção de propostas para ampliar investimentos, segurança jurídica e acesso à moradia]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;A &lt;strong&gt;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/"&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;amplia a sua atua&amp;ccedil;&amp;atilde;o na defesa dos setores produtivos paulistas com a cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o do &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/conselhos/conselho-do-mercado-imobiliario" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;&lt;strong&gt;Conselho do Mercado Imobili&amp;aacute;rio&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;, um novo espa&amp;ccedil;o permanente de di&amp;aacute;logo e formula&amp;ccedil;&amp;atilde;o de propostas para um dos segmentos mais estrat&amp;eacute;gicos da economia brasileira.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O setor vive transforma&amp;ccedil;&amp;otilde;es profundas e demanda esfor&amp;ccedil;os conjuntos em prol de um ambiente regulat&amp;oacute;rio moderno, seguran&amp;ccedil;a jur&amp;iacute;dica e pol&amp;iacute;ticas p&amp;uacute;blicas que incentivem o investimento, a inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o e a expans&amp;atilde;o da oferta de habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Criado na &amp;uacute;ltima&amp;nbsp;quarta-feira (22), o colegiado ter&amp;aacute; a &lt;em&gt;expertise&lt;/em&gt; e a lideran&amp;ccedil;a setorial do &lt;strong&gt;&lt;a href="https://secovi.com.br/"&gt;Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Loca&amp;ccedil;&amp;atilde;o e Administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Im&amp;oacute;veis Residenciais e Comerciais de S&amp;atilde;o Paulo (Secovi-SP)&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;. A presid&amp;ecirc;ncia ser&amp;aacute; da empres&amp;aacute;ria M&amp;aacute;rcia Ler&amp;aacute;rio Taques, delegada representante do Secovi-SP junto &amp;agrave; FecomercioSP e titular da Urbi Empreendimentos Imobili&amp;aacute;rios LTDA.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;img src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/e3d154357cc13eb993ebc4d1fdf603287c271a7f.png" style="width: 400px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;A empres&amp;aacute;ria M&amp;aacute;rcia Ler&amp;aacute;rio Taques, presidente do conselho&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A miss&amp;atilde;o central do grupo de trabalho ser&amp;aacute; acompanhar e formular propostas para o aperfei&amp;ccedil;oamento do ambiente regulat&amp;oacute;rio e o est&amp;iacute;mulo &amp;agrave; inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o. A sua atua&amp;ccedil;&amp;atilde;o tamb&amp;eacute;m estar&amp;aacute; voltada para pol&amp;iacute;ticas p&amp;uacute;blicas que ampliem a oferta de moradia, fortale&amp;ccedil;am a seguran&amp;ccedil;a jur&amp;iacute;dica e incentivem investimentos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A iniciativa refor&amp;ccedil;a a estrat&amp;eacute;gia da nova gest&amp;atilde;o da FecomercioSP de reunir entidades de refer&amp;ecirc;ncia para ampliar a sua capacidade de representa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e de desenvolvimento de solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es a diversos segmentos da economia. A condu&amp;ccedil;&amp;atilde;o do conselho pelo Secovi-SP agrega a experi&amp;ecirc;ncia de uma institui&amp;ccedil;&amp;atilde;o reconhecida nacionalmente por sua capacidade t&amp;eacute;cnica, express&amp;atilde;o institucional e contribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o hist&amp;oacute;rica ao desenvolvimento dos mercados imobili&amp;aacute;rio e urbano brasileiros.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Intelig&amp;ecirc;ncia de mercado&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Fundado em 1946, o Secovi-SP, conhecido como a Casa do Mercado Imobili&amp;aacute;rio, representa mais de 90 mil empresas que atuam em toda a cadeia do setor, da incorpora&amp;ccedil;&amp;atilde;o e dos loteamentos &amp;agrave; administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o de condom&amp;iacute;nios, &amp;agrave; loca&amp;ccedil;&amp;atilde;o, &amp;agrave; gest&amp;atilde;o patrimonial e &amp;agrave; intermedia&amp;ccedil;&amp;atilde;o imobili&amp;aacute;ria.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Filiado &amp;agrave; FecomercioSP desde a sua funda&amp;ccedil;&amp;atilde;o, est&amp;aacute; presente nos principais polos econ&amp;ocirc;micos do Estado de S&amp;atilde;o Paulo, onde desempenha papel estrat&amp;eacute;gico na defesa dos interesses do setor, ajudando a estimular um ambiente de neg&amp;oacute;cios competitivo, saud&amp;aacute;vel e atrativo a investimentos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A entidade tamb&amp;eacute;m &amp;eacute; uma das principais refer&amp;ecirc;ncias t&amp;eacute;cnicas desse setor pujante. Ao longo de sua trajet&amp;oacute;ria, tem ajudado a aperfei&amp;ccedil;oar a legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o urban&amp;iacute;stica e habitacional e se firmado como interlocutora permanente dos Poderes P&amp;uacute;blicos na formula&amp;ccedil;&amp;atilde;o de pol&amp;iacute;ticas destinadas ao desenvolvimento urbano, &amp;agrave; habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o e ao cr&amp;eacute;dito imobili&amp;aacute;rio.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Conselho do Mercado Imobili&amp;aacute;rio conta ainda com a contribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o de empres&amp;aacute;rios, assessores t&amp;eacute;cnicos e representantes de outros Sindicatos filiados &amp;agrave; FecomercioSP, como SindilojasSP, Sincomaco, Sincomavi e Seciesp.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;ldquo;O colegiado refor&amp;ccedil;a o compromisso da FecomercioSP de reunir as principais lideran&amp;ccedil;as empresariais para construir propostas que fortale&amp;ccedil;am a competitividade, estimulem os investimentos e contribuam para o desenvolvimento sustent&amp;aacute;vel das cidades&amp;rdquo;, afirma &lt;a href="https://www.instagram.com/ivodallacqua.oficial/"&gt;Ivo Dall&amp;rsquo;Acqua, presidente da Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para Jorge Cury, presidente do Secovi-SP, a cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o do conselho se constitui em f&amp;oacute;rum qualificado para somar esfor&amp;ccedil;os ao importante trabalho pela melhoria do ambiente de neg&amp;oacute;cios que a FecomercioSP vem consolidando ao longo de sua hist&amp;oacute;ria. &amp;ldquo;Participar da iniciativa representa uma oportunidade de ampliar o di&amp;aacute;logo entre o mercado imobili&amp;aacute;rio e os demais segmentos da economia paulista.&amp;rdquo;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Wed, 22 Jul 2026 10:55:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Institucional]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Tarifa de 25% atinge comércio exterior paulista e expõe urgência de inserção internacional do Brasil]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/public/noticia/tarifa-de-25-atinge-comercio-exterior-paulista-e-expoe-urgencia-de-insercao-internacional-do-brasil</link><description>&lt;![CDATA[Impacto alcança quase todos os setores, mas recai sobretudo sobre indústria, têxtil-calçadista e bens de capital]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;A partir desta quarta-feira (22), os produtos brasileiros exportados aos Estados Unidos passarão a pagar uma tarifa adicional de 25%. De acordo com a &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/"&gt;&lt;strong&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;, a tarifa se soma a outras taxas já incidentes sobre as exportações brasileiras, aumentando o custo total de quem vende para os norte-americanos e exigindo atenção de quem exporta ou depende de insumos do país.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Inicialmente, a Federação orienta especialmente os pequenos e médios empresários a identificarem com precisão a classificação tarifária de seus produtos, verificando qual código da Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM) corresponde à classificação no sistema americano Harmonized Tariff Schedule (HTS). A correta identificação do código é fundamental, pois a classificação tarifária determina se o produto está sujeito à tarifa adicional de 25% ou se se enquadra em uma das exceções previstas pelos Estados Unidos.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Outras orientações são: revisar contratos em andamento, checar se existem cláusulas que permitam repassar o custo da tarifa ao comprador americano e manter contato com o despachante aduaneiro, bem como com o &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/conselhos/conselho-de-relacoes-internacionais"&gt;Conselho de Relações Internacionais da FecomercioSP&lt;/a&gt;, para acompanhar eventuais mudanças que possam ocorrer na lista de exceções. Cumpre lembrar que o processo de negociação deve seguir aberto e que o próprio governo americano já ampliou a lista uma vez, atendendo a pedidos do setor privado.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Quais são os setores mais afetados?&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A nova cobrança atinge praticamente todos os setores, mas o impacto será sentido, principalmente, na indústria de transformação, no setor têxtil-calçadista e entre os fabricantes de máquinas e equipamentos, trazendo efeitos, em especial, ao comércio exterior paulista. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Dentre os produtos sujeitos à tarifa de 25%, destacam-se aço, açúcar, etanol, itens têxteis, calçados, papel, máquinas agrícolas, equipamentos de mineração, ferramentas de jardinagem, maquinário elétrico, bens de capital em geral e uma variedade de produtos químicos — inclusive a celulose solúvel de alta pureza, que fica de fora da isenção concedida à celulose comum por ser usada como insumo químico industrial.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Apesar do amplo alcance da medida, alguns produtos estratégicos permaneceram foram da lista, principalmente no Agronegócio e no segmento aeroespacial. No segmento de proteína animal, por exemplo, carne bovina fresca, refrigerada e congelada (carcaças, meias-carcaças e cortes com e sem ossos), carnes processadas — como &lt;em&gt;corned beef&lt;/em&gt;, miudezas bovinas e tilápia (exceto alguns tipos de filé) —, atum, cavala, espadarte, lagosta, lagostins-do-mar e mel orgânico certificado são algumas das exceções.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Além desses, também ficaram de fora da sobretaxa os cafés em grão e o solúvel puro, o suco de laranja, produtos farmacêuticos (medicamentos, vacinas, insulina, antibióticos, vitaminas e insumos farmacêuticos ativos), fertilizantes, peças e componentes de aviação civil, ferro-gusa, metais preciosos, hidróxido de alumínio, sucatas de ferro e aço, couros e alguns produtos de madeira. Juntos, os itens isentos respondem por cerca de um terço de tudo o que o Brasil vendeu aos Estados Unidos no primeiro semestre de 2026.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Como vai funcionar a nova taxação?&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;As mercadorias que já estavam ou estarão em trânsito para os Estados Unidos até 22 de julho não serão incluídas na nova taxação, desde que registradas para consumo até 29 de julho de 2026. Contudo, o governo norte-americano já sinalizou que a lista pode ser revista caso o Brasil apresente práticas comerciais que possam ser consideradas problemáticas pelas autoridades americanas.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Vale lembrar que o país norte-americano conduz uma investigação sobre trabalho forçado em cadeias produtivas que envolve 90 países, incluindo o Brasil. A expectativa é de que, caso sejam confirmadas falhas na proibição e na fiscalização dessas práticas, o governo americano aplique uma tarifa adicional de 12,5% aos países envolvidos. Se essa segunda tarifa for confirmada, poderá incidir sobre os mesmos produtos simultaneamente à tarifa de 25%, elevando a taxa total para até 37,5% em alguns casos.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Necessidade de mais abertura comercial&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O governo brasileiro classificou as medidas como injustas e acionou a Lei da Reciprocidade, apresentando uma reclamação formal à Organização Mundial do Comércio (OMC). Contudo, essas respostas não têm reflexo imediato sobre o que já está valendo.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na avaliação da FecomercioSP, mais do que uma retaliação, o Brasil deveria reduzir sua dependência de poucos mercados consumidores e buscar uma estratégia de integração ao comércio internacional e abertura comercial. Atualmente, mais de 40% das exportações brasileiras têm como destino a China e os Estados Unidos, o que aumenta substancialmente a vulnerabilidade do País frente à decisão do governo Trump. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Por meio do seu Conselho de Relações Internacionais, a FecomercioSP entende que os caminhos ideais do Brasil passam por novos acordos de livre-comércio, redução de barreiras tarifárias e desburocratização do ambiente de negócios. Apesar de ser a nona maior economia do mundo, o País participa de apenas 2% do fluxo do comércio internacional.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Wed, 22 Jul 2026 09:38:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Brasil]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Portaria do trabalho aos feriados traz segurança jurídica ao comércio]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/public/noticia/portaria-do-trabalho-aos-feriados-traz-seguranca-juridica-ao-comercio</link><description>&lt;![CDATA[Novo texto foi assinado nesta terça-feira (21), em Brasília; FecomercioSP e CNC participaram da elaboração do documento]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) assinou, nesta terça-feira (21), a portaria que regulamenta o trabalho aos feriados, após um longo processo de diálogo e de construção tripartite entre empregadores, trabalhadores e governo. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para &lt;a href="https://www.instagram.com/ivodallacqua.oficial/"&gt;Ivo Dall’Acqua, presidente&lt;/a&gt; da &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/"&gt;&lt;strong&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;,&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;a portaria garante segurança jurídica às relações de trabalho, preservando a negociação coletiva como um instrumento fundamental de equilíbrio entre as partes. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;“Além disso, os critérios estão mais claros para a organização das atividades aos feriados”, diz ele.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O debate começou em 2023, quando a pasta revogou a autorização permanente para o trabalho aos feriados de vários segmentos do varejo. A partir dali, Dall’Acqua, representando a FecomercioSP, integrou o Grupo de Trabalho Tripartite, criado pelo governo para discutir parâmetros da medida e focar no diálogo entre empregadores e trabalhadores. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ao fim dos trabalhos, o grupo, que também teve a participação da &lt;a href="https://portaldocomercio.org.br/"&gt;Confederação Nacional do Comércio (CNC)&lt;/a&gt;, apresentou a proposta que balizou a nova portaria. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Essencialmente, o novo texto estabelece que o trabalho no comércio aos feriados depende da autorização por Convenção Coletiva de Trabalho (CCT), nos termos da Lei 10.101/2000. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ao mesmo tempo, restabelece a autorização permanente para o trabalho nesses dias, sem ressalvas ou condições e sem necessidade de autorização em CCT, de atividades consideradas essenciais ou de interesse público.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Passam a contar com essa autorização permanente para o trabalho aos feriados as seguintes atividades:&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;ul style="list-style-type: circle;"&gt;&lt;li&gt;venda de pão e biscoitos;&amp;nbsp;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;farmácias, inclusive manipulação de receituário;&amp;nbsp;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;comércio de flores e coroas;&amp;nbsp;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;barbearias e salões de beleza;&amp;nbsp;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;postos de combustíveis;&amp;nbsp;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;comércio varejista de Gás Liquefeito de Petróleo (GLP);&amp;nbsp;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;locação de bicicletas e similares;&amp;nbsp;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;hotéis, restaurantes, bares e estabelecimentos similares;&amp;nbsp;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;casas de diversão e estabelecimentos esportivos com cobrança de ingresso;&amp;nbsp;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;feiras livres;&amp;nbsp;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;porteiros de edifícios residenciais;&amp;nbsp;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;agências de turismo;&amp;nbsp;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;locadoras de veículos e embarcações;&amp;nbsp;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;comércio em feiras e exposições;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;lavanderias.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;A nova portaria também estabelece que as futuras inclusões ou exclusões de atividades com autorização permanente para o trabalho aos feriados deverão ser precedidas de consulta à comissão tripartite, com participação de representantes do governo, dos trabalhadores e dos empregadores. O objetivo é fortalecer o diálogo social, proporcionando mais previsibilidade e segurança às relações de trabalho.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para a FecomercioSP, a medida representa um importante avanço ao conferir mais segurança jurídica a empresas e trabalhadores, preservar e valorizar a negociação coletiva e estabelecer critérios mais claros para a organização das atividades econômicas nessas datas.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Tue, 21 Jul 2026 16:49:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Trabalho]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Importação combina com o MEI? Pequenos negócios batem recorde e abrem caminho no comércio exterior]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/public/noticia/importacao-combina-com-o-mei-pequenos-negocios-batem-recorde-e-abrem-caminho-no-comercio-exterior</link><description>&lt;![CDATA[Boletim ‘Expresso MEI’ de julho traz um passo a passo para os empreendedores diversificarem o portfólio e aumentarem a competitividade]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;O Brasil nunca teve tantas empresas importando produtos do exterior. Em 2025, o Pa&amp;iacute;s alcan&amp;ccedil;ou a marca hist&amp;oacute;rica de 60.115 neg&amp;oacute;cios importadores, sendo as micro e pequenas as grandes impulsionadoras desse crescimento, com eleva&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 7,6% em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao ano anterior.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A importa&amp;ccedil;&amp;atilde;o ainda gera muitas d&amp;uacute;vidas, principalmente para os Microempreendedores Individuais (MEIs), os quais muitos s&amp;oacute; t&amp;ecirc;m a experi&amp;ecirc;ncia como consumidor. O processo utilizando o CNPJ exige aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave;s regras internacionais e tribut&amp;aacute;rias brasileiras para evitar problemas. Pensando nisso, a edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de julho do boletim &lt;strong&gt;Expresso MEI&lt;/strong&gt; apresenta um guia com os pontos essenciais para que nenhum detalhe escape durante o processo de importa&amp;ccedil;&amp;atilde;o dentro da legalidade.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lab.fecomercio.com.br/boletins/sucesso-nas-importacoes-saiba-como-iniciar-a-atividade-sem-sustos/" target="_blank" rel="noopener noreferrer" class="botao"&gt;Baixe gratuitamente o boletim Expresso MEI de julho&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;CNPJ alfanum&amp;eacute;rico&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Desde 1&amp;ordm; de julho, o CNPJ alfanum&amp;eacute;rico est&amp;aacute; presente no registro de novas empresas. Embora neg&amp;oacute;cios j&amp;aacute; existentes n&amp;atilde;o precisem trocar de n&amp;uacute;mero, todos (sem exce&amp;ccedil;&amp;atilde;o) ter&amp;atilde;o que lidar com o novo formato em algum momento, porque o CNPJ &amp;eacute; a chave de identifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o em praticamente todos os sistemas do Pa&amp;iacute;s (fiscais ou cadastrais), inclusive no relacionamento entre fornecedores e clientes. O boletim indica a revis&amp;atilde;o completa dos processos para minimizar dores de cabe&amp;ccedil;a com a emiss&amp;atilde;o de notas fiscais e transa&amp;ccedil;&amp;otilde;es entre empresas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Transa&amp;ccedil;&amp;atilde;o tribut&amp;aacute;ria&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O &lt;strong&gt;Expresso MEI&lt;/strong&gt; tamb&amp;eacute;m explica como o empreendedor que tem d&amp;iacute;vidas com a Uni&amp;atilde;o pode negociar os valores com descontos pelo novo programa de transa&amp;ccedil;&amp;atilde;o tribut&amp;aacute;ria, que permite regularizar d&amp;eacute;bitos de at&amp;eacute; R$ 45 milh&amp;otilde;es, com condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es especiais para pessoas f&amp;iacute;sicas, MEIs e pequenas empresas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Contra&amp;ccedil;&amp;atilde;o de colaborador&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Por fim, Alberto Borges de Carvalho J&amp;uacute;nior, assessor da &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br"&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt;, conta, de forma did&amp;aacute;tica, como o MEI pode contratar um funcion&amp;aacute;rio dentro das regras trabalhistas para ampliar as vendas.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lab.fecomercio.com.br/boletins/sucesso-nas-importacoes-saiba-como-iniciar-a-atividade-sem-sustos/" target="_blank" rel="noopener noreferrer" class="botao"&gt;Baixe o Expresso MEI de julho completo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Tue, 21 Jul 2026 12:03:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[MEI]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Vietnã tem mercado inexplorado pelo brasileiro, mas cheio de oportunidades]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/public/noticia/vietna-tem-mercado-inexplorado-pelo-brasileiro-mas-cheio-de-oportunidades</link><description>&lt;![CDATA[FecomercioSP e Câmara Brasil–Vietnã debatem estratégias de internacionalização, feira multissetorial e aproximação institucional]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;A pouco mais de um m&amp;ecirc;s de conduzir uma miss&amp;atilde;o empresarial ao Vietn&amp;atilde;, a &lt;a href="https://brazilvietnam.com/pt/home-camara-de-comercio-e-industria-brasil-vietna-pt/"&gt;C&amp;acirc;mara de Com&amp;eacute;rcio e Ind&amp;uacute;stria Brasil&amp;ndash;Vietn&amp;atilde;&lt;/a&gt; se reuniu com a &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/"&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt; para somar esfor&amp;ccedil;os e ampliar o acesso de pequenos e m&amp;eacute;dios empres&amp;aacute;rios ao mercado asi&amp;aacute;tico. O encontro ocorreu no dia 14 de julho, na sede da Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Presidente da C&amp;acirc;mara, Victor Key resumiu o potencial ainda pouco explorado entre os dois pa&amp;iacute;ses. &amp;ldquo;N&amp;atilde;o &amp;eacute; dif&amp;iacute;cil pegar uma pe&amp;ccedil;a de roupa, olhar a etiqueta e ler &amp;lsquo;Vietn&amp;atilde;&amp;rsquo;. &amp;Eacute; a primeira coisa que vem &amp;agrave; cabe&amp;ccedil;a da maioria das pessoas: t&amp;ecirc;nis e roupa. Mas h&amp;aacute; uma por&amp;ccedil;&amp;atilde;o de outros produtos que o empres&amp;aacute;rio brasileiro ainda n&amp;atilde;o conhece&amp;rdquo;, disse. Segundo ele, o principal obst&amp;aacute;culo n&amp;atilde;o &amp;eacute; log&amp;iacute;stico, mas cultural, pois h&amp;aacute;&amp;nbsp;um grande&amp;nbsp;receio de&amp;nbsp;se&amp;nbsp;negociar com um mercado distante e pouco explorado aqui.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Key comparou o cen&amp;aacute;rio atual ao da China h&amp;aacute; duas d&amp;eacute;cadas. &amp;ldquo;H&amp;aacute; 25 anos, quem fazia neg&amp;oacute;cio com a China tinha medo. Hoje, n&amp;atilde;o tem mais. O Vietn&amp;atilde; ainda carrega um pouco disso, mas, para o empres&amp;aacute;rio, &amp;eacute; um lugar de oportunidades&amp;rdquo;, afirmou. Vencer esse receio, na sua avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o, &amp;eacute; o primeiro passo para&amp;nbsp;fortalecer o&amp;nbsp;interc&amp;acirc;mbio&amp;nbsp;comercial.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;Eacute; com esse objetivo que a c&amp;acirc;mara conduzir&amp;aacute; uma miss&amp;atilde;o empresarial &amp;agrave;quele pa&amp;iacute;s entre 31 de agosto e 9 de setembro, na cidade de Ho Chi Minh. O grupo participar&amp;aacute; de uma feira multissetorial realizada com apoio do Minist&amp;eacute;rio da Ind&amp;uacute;stria e Com&amp;eacute;rcio local.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;img src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/fd9380fa06add0b1977aca77f65d0e3a738c42f2.jpg" style="width: 733px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;O presidente da C&amp;acirc;mara de Com&amp;eacute;rcio e Ind&amp;uacute;stria Brasil&amp;ndash;Vietn&amp;atilde;, Victor Key, ao lado da assessora da C&amp;acirc;mara, Maria Helena Afonso&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A&amp;nbsp;assessora&amp;nbsp;da C&amp;acirc;mara,&amp;nbsp;Maria Helena Afonso,&amp;nbsp;refor&amp;ccedil;ou que o interesse da&amp;nbsp;entidade&amp;nbsp;&amp;eacute; aproximar o empres&amp;aacute;rio brasileiro de oportunidades ainda pouco conhecidas no pa&amp;iacute;s asi&amp;aacute;tico&amp;nbsp;nos setores&amp;nbsp;de vestu&amp;aacute;rio, decora&amp;ccedil;&amp;atilde;o, alimentos e bebidas e utens&amp;iacute;lios dom&amp;eacute;sticos.&amp;nbsp;Contudo, o apoio ministerial&amp;nbsp;abre portas mesmo para setores fora do escopo do evento. &amp;ldquo;A feira n&amp;atilde;o &amp;eacute; de pescados, mas, gra&amp;ccedil;as a esse apoio, conseguimos fazer o matchmaking e organizar as visitas t&amp;eacute;cnicas &amp;agrave;s plantas, por exemplo&amp;rdquo;,&amp;nbsp;complementou&amp;nbsp;Key.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A FecomercioSP v&amp;ecirc; na aproxima&amp;ccedil;&amp;atilde;o com a c&amp;acirc;mara uma forma de abrir caminho ao empresariado paulista, principalmente os pequenos neg&amp;oacute;cios do interior, que ainda t&amp;ecirc;m dificuldades t&amp;eacute;cnica e log&amp;iacute;stica para se internacionalizarem. A Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o foi representada pelo presidente do&amp;nbsp;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/conselhos/conselho-de-relacoes-internacionais"&gt;Conselho de Rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es Internacionais&lt;/a&gt; e vice-presidente da Entidade, Rubens Medrano, e pelos assessores Nat&amp;aacute;lia Tafarello e Douglas Dias.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Medrano esclareceu que a FecomercioSP tem intensificado a difus&amp;atilde;o da cultura do com&amp;eacute;rcio exterior entre setores que ainda operem s&amp;oacute; no mercado interno. &amp;ldquo;Muitos dos nossos Sindicatos j&amp;aacute; est&amp;atilde;o familiarizados com esse universo; outros, nem tanto. O que tentamos &amp;eacute; levar, aos poucos, o com&amp;eacute;rcio internacional a essas entidades&amp;rdquo;, disse. Ele ressaltou que o trabalho envolve todo o ecossistema de empresas, despachantes e armaz&amp;eacute;ns que possam se beneficiar.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Nat&amp;aacute;lia enfatizou que a &lt;a href="https://lab.fecomercio.com.br/produtos/fecomercio-internacional/"&gt;Fecomercio Internacional&lt;/a&gt;, por sua vez, atua para apoiar empresas brasileiras que queiram buscar mercados no exterior e receber empresas estrangeiras interessadas em entrar no Brasil, conectando-as a potenciais parceiros. &amp;ldquo;Se um empres&amp;aacute;rio nos procura querendo exportar, temos total interesse em ajud&amp;aacute;-lo e usar as conex&amp;otilde;es que temos para fazer o neg&amp;oacute;cio acontecer&amp;rdquo;, afirmou. Ela lembrou que a Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o j&amp;aacute; mant&amp;eacute;m contato frequente com c&amp;acirc;maras, escrit&amp;oacute;rios comerciais e consultores em pa&amp;iacute;ses como Portugal, Pol&amp;ocirc;nia e Chile.&amp;nbsp;A aproxima&amp;ccedil;&amp;atilde;o com a C&amp;acirc;mara Brasil&amp;ndash;Vietn&amp;atilde; se soma a esse esfor&amp;ccedil;o.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ao fim, o Conselho de Rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es Internacionais convidou a c&amp;acirc;mara comercial a apresentar as oportunidades daquele mercado em uma das reuni&amp;otilde;es do colegiado.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Tue, 21 Jul 2026 09:42:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Internacional]]</category></item></channel></rss>
