<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" version="2.0"><channel><title>&lt;![CDATA[FecomercioSP]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/public/</link><description>&lt;![CDATA[Reúne líderes empresariais, especialistas e consultores para fomentar o desenvolvimento do empreendedorismo. ]]</description><lastBuildDate>Tue, 09 Jun 2026 18:13:31 -0300</lastBuildDate><language>pt-br</language><image><title>&lt;![CDATA[FecomercioSP]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/public/</link><url>https://www.fecomercio.com.br/public/assets/img/fecomercio-sp-image-share.jpg</url></image><item><title>&lt;![CDATA[IA: reputação e fiscalização mais rígidas redesenham prioridades dos negócios]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/public/noticia/ia-reputacao-e-fiscalizacao-mais-rigidas-redesenham-prioridades-dos-negocios</link><description>&lt;![CDATA[Conjunturas normativa e reputacional exigem que empresas se adaptem e comprovem governança]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;Por &lt;em&gt;Rony Vainzof*&lt;/em&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Empresas que desenvolvam, contratem ou utilizem aplica&amp;ccedil;&amp;otilde;es de Intelig&amp;ecirc;ncia Artificial (IA) j&amp;aacute; n&amp;atilde;o s&amp;atilde;o avaliadas apenas pela efici&amp;ecirc;ncia que conseguem extrair da tecnologia, mas tamb&amp;eacute;m pela capacidade de demonstrar controle, responsabilidade e coer&amp;ecirc;ncia no seu uso, em um contexto no qual leis federais e normas setoriais j&amp;aacute; existentes estabelecem par&amp;acirc;metros que exigem aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;S&amp;atilde;o os casos do C&amp;oacute;digo Civil, C&amp;oacute;digo de Defesa do Consumidor (CDC), da Lei Geral de Prote&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Dados (LGPD) e de normas setoriais, que, mesmo antes da eventual aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Marco Legal da IA, j&amp;aacute; influenciam contratos, cadeias de fornecimento tecnol&amp;oacute;gico, desenvolvimento e aquisi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de sistemas, al&amp;eacute;m de modelos de neg&amp;oacute;cios baseados em IA.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A agenda regulat&amp;oacute;ria digital recente refor&amp;ccedil;a essa leitura. O fortalecimento da Autoridade Nacional de Prote&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Dados (ANPD), a entrada em vigor do ECA Digital, a intensifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o das exig&amp;ecirc;ncias de ciberseguran&amp;ccedil;a e o novo regime de responsabilidade das plataformas imposto pelo Supremo Tribunal Federal (STF), bem como os respectivos decretos do governo federal, reposicionaram a governan&amp;ccedil;a tecnol&amp;oacute;gica como elemento estrutural de prote&amp;ccedil;&amp;otilde;es jur&amp;iacute;dica, reputacional e econ&amp;ocirc;mica.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Nesse novo ambiente, empresas incapazes de explicar como utilizam dados, selecionam fornecedores, testam sistemas, mitigam vieses, protegem informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es cr&amp;iacute;ticas e supervisionam decis&amp;otilde;es automatizadas passam a carregar passivo que pode surgir em fiscaliza&amp;ccedil;&amp;otilde;es, a&amp;ccedil;&amp;otilde;es judiciais, incidentes de seguran&amp;ccedil;a, crises reputacionais, auditorias contratuais, opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es de fus&amp;otilde;es e aquisi&amp;ccedil;&amp;otilde;es ou restri&amp;ccedil;&amp;otilde;es impostas por clientes e parceiros globais. E a ciberseguran&amp;ccedil;a amplia ainda mais essa equa&amp;ccedil;&amp;atilde;o. A combina&amp;ccedil;&amp;atilde;o de IA, ataques mais sofisticados, depend&amp;ecirc;ncia de fornecedores tecnol&amp;oacute;gicos, fragmenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o geopol&amp;iacute;tica e digitaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o acelerada das cadeias produtivas aumenta a probabilidade de crises digitais com impacto direto sobre opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es, mercado e confian&amp;ccedil;a.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Por isso, a IA desgovernada n&amp;atilde;o &amp;eacute; s&amp;oacute; um problema t&amp;eacute;cnico, mas um risco de neg&amp;oacute;cio. Ao mesmo tempo, &amp;eacute; preciso evitar um erro comum de transformar governan&amp;ccedil;a em burocracia. O desafio contempor&amp;acirc;neo n&amp;atilde;o &amp;eacute; criar camadas documentais que inviabilizem a inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o, mas construir mecanismos proporcionais, pr&amp;aacute;ticos e verific&amp;aacute;veis para que a tecnologia possa escalar com confian&amp;ccedil;a, de acordo com o seu risco. Governan&amp;ccedil;a eficiente n&amp;atilde;o trava a empresa; pelo contr&amp;aacute;rio &amp;mdash; cria as condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es para que a ado&amp;ccedil;&amp;atilde;o de IA seja segura, sustent&amp;aacute;vel e competitiva.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Esse ponto &amp;eacute; relevante em um contexto mundial no qual regula&amp;ccedil;&amp;otilde;es excessivamente prescritivas podem elevar custos, reduzir a velocidade de desenvolvimento e deslocar investimentos para jurisdi&amp;ccedil;&amp;otilde;es percebidas como mais flex&amp;iacute;veis. A discuss&amp;atilde;o mais sofisticada, hoje, n&amp;atilde;o &amp;eacute; entre regular ou n&amp;atilde;o regular. &amp;Eacute; sobre como regular bem, com foco em riscos concretos, seguran&amp;ccedil;a jur&amp;iacute;dica, prote&amp;ccedil;&amp;atilde;o de direitos e preserva&amp;ccedil;&amp;atilde;o da capacidade de inovar.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na pr&amp;aacute;tica, uma boa governan&amp;ccedil;a permite mapear aplica&amp;ccedil;&amp;otilde;es existentes, avaliar riscos, definir responsabilidades, estabelecer crit&amp;eacute;rios de contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o de fornecedores, documentar decis&amp;otilde;es, criar controles proporcionais e assegurar que a tecnologia esteja alinhada com a estrat&amp;eacute;gia corporativa. Em vez de frear a inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o, a governan&amp;ccedil;a cria as condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es para que ela seja escal&amp;aacute;vel e confi&amp;aacute;vel.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A falta de governan&amp;ccedil;a, por outro lado, pode produzir consequ&amp;ecirc;ncias substanciais. Dados de baixa qualidade podem gerar decis&amp;otilde;es incorretas. Modelos enviesados podem refor&amp;ccedil;ar discrimina&amp;ccedil;&amp;otilde;es. Falhas de seguran&amp;ccedil;a podem expor dados pessoais, segredos de neg&amp;oacute;cio e informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es estrat&amp;eacute;gicas. A aus&amp;ecirc;ncia de transpar&amp;ecirc;ncia pode violar direitos de consumidores e titulares. A falta de revis&amp;atilde;o humana pode comprometer decis&amp;otilde;es sens&amp;iacute;veis. E o uso de conte&amp;uacute;dos protegidos pode gerar disputas de propriedade intelectual.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Por isso, a pergunta que deve orientar as empresas n&amp;atilde;o &amp;eacute; apenas &amp;ldquo;como usar IA?&amp;rdquo;. A pergunta decisiva &amp;eacute;: &amp;ldquo;Estamos preparados para explicar, sustentar e defender o modo como usamos IA?&amp;rdquo;. No fim das contas, governar IA &amp;eacute; decidir que a inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o n&amp;atilde;o ser&amp;aacute; improvisada, antecipar riscos antes que estes se materializem e posicionar a empresa para um mercado em que tecnologia, &amp;eacute;tica e performance caminhem juntas.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;*Advisor em Regula&amp;ccedil;&amp;atilde;o Digital da Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP).&lt;/em&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Artigo publicado originalmente na&lt;/em&gt; &lt;a href="https://epocanegocios.globo.com/inteligencia-artificial/coluna/2026/06/ia-reputacao-e-fiscalizacao-mais-rigidas-redesenham-prioridades-dos-negocios.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;&amp;Eacute;poca Neg&amp;oacute;cios&lt;/a&gt; &lt;em&gt;em 09 de junho de 2026.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Tue, 09 Jun 2026 16:21:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Economia Digital]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Sincomercio Pindamonhangaba promove palestra para esclarecer efeitos da Reforma Tributária no Simples Nacional]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/public/noticia/sincomercio-pindamonhangaba-promove-palestra-para-esclarecer-efeitos-da-reforma-tributaria-no-simples-nacional</link><description>&lt;![CDATA[Evento gratuito traz especialista da FecomercioSP para orientar empresários sobre impactos das novas regras tributárias, período de transição e estratégias de adaptação]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;A Reforma Tribut&amp;aacute;ria j&amp;aacute; &amp;eacute; uma realidade e come&amp;ccedil;a a redesenhar o ambiente de neg&amp;oacute;cios no Brasil. Para explicar o que muda para empresas enquadradas no Simples Nacional, o Sincomercio Pindamonhangaba promove um encontro voltado para empres&amp;aacute;rios e profissionais do setor, no dia 10 de junho, &amp;agrave;s 19h, no Senac Pindamonhangaba. A proposta &amp;eacute; apresentar os principais impactos das novas regras na gest&amp;atilde;o, no planejamento e no caixa das empresas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A iniciativa conta com apoio da &lt;strong&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/strong&gt;, do Sesc e do Senac. As &lt;strong&gt;inscri&amp;ccedil;&amp;otilde;es s&amp;atilde;o gratuitas e podem ser feitas telefones (12) 3645-6289 e (12) 3642-4820.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A palestra Reforma Tribut&amp;aacute;ria com abordagem no Simples Nacional ser&amp;aacute; ministrada por Fernando Sousa, assessor da FecomercioSP. O conte&amp;uacute;do apresentar&amp;aacute; de forma pr&amp;aacute;tica o que j&amp;aacute; est&amp;aacute; definido, o que ainda depende de regulamenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o e como o per&amp;iacute;odo de transi&amp;ccedil;&amp;atilde;o pode afetar a rotina das empresas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Entre os temas abordados, destacam-se as mudan&amp;ccedil;as no sistema de arrecada&amp;ccedil;&amp;atilde;o, os reflexos sobre cr&amp;eacute;ditos tribut&amp;aacute;rios, os poss&amp;iacute;veis impactos na carga tribut&amp;aacute;ria e os desafios de adapta&amp;ccedil;&amp;atilde;o para micro e pequenas empresas. Em meio &amp;agrave;s mudan&amp;ccedil;as previstas para os pr&amp;oacute;ximos anos, compreender os novos mecanismos tribut&amp;aacute;rios passa a ser uma decis&amp;atilde;o estrat&amp;eacute;gica para manter a competitividade dos neg&amp;oacute;cios.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O encontro tamb&amp;eacute;m vai orientar empres&amp;aacute;rios sobre como lidar com as novas exig&amp;ecirc;ncias sem comprometer o planejamento financeiro e como antecipar ajustes para reduzir riscos e evitar impactos futuros. A proposta &amp;eacute; oferecer informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o objetiva, aplic&amp;aacute;vel ao dia a dia das empresas e contribuir para decis&amp;otilde;es mais seguras.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Servi&amp;ccedil;o&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Palestra: Reforma Tribut&amp;aacute;ria com abordagem no Simples Nacional&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Data:&lt;/strong&gt; 10 de junho&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Hor&amp;aacute;rio:&lt;/strong&gt; 19h&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Local:&lt;/strong&gt; Senac Pindamonhangaba&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Endere&amp;ccedil;o:&lt;/strong&gt; Rua Su&amp;iacute;&amp;ccedil;a, 1255, Santana &amp;mdash; Pindamonhangaba/SP&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;Inscri&amp;ccedil;&amp;otilde;es:&lt;/strong&gt; pelos telefones (12) 3645-6289 e (12) 3642-4820&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Evento gratuito | Vagas limitadas&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Tue, 09 Jun 2026 10:29:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Acontece]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Empresas de Jaú e região recebem palestra sobre novas regras da NR-1]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/public/noticia/empresas-de-jau-e-regiao-recebem-palestra-sobre-novas-regras-da-nr-1</link><description>&lt;![CDATA[Sincomercio Jaú e FecomercioSP explicam como lidar com riscos psicossociais no ambiente de trabalho, agora previstos em lei]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;Estresse, press&amp;atilde;o emocional e outros fatores que afetam a sa&amp;uacute;de mental dos trabalhadores passaram a integrar as responsabilidades legais das empresas com as mudan&amp;ccedil;as da Norma Regulamentadora 1 (NR-1). Para esclarecer como lidar com esse novo cen&amp;aacute;rio, o &lt;a href="https://www.sincomerciojau.com.br/"&gt;&lt;strong&gt;Sindicato do Com&amp;eacute;rcio Varejista (Sincomercio) de Ja&amp;uacute; e Regi&amp;atilde;o&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; promove a palestra gratuita &lt;strong&gt;NR-1 &amp;mdash; O que &amp;Eacute; e como se Preparar?&lt;/strong&gt;, no dia 9 de junho, &amp;agrave;s 14h30, na sede da entidade. As inscri&amp;ccedil;&amp;otilde;es s&amp;atilde;o gratuitas e podem ser feitas &lt;a href="https://forms.gle/sC5M1exBF1ZAnrhe8"&gt;&lt;strong&gt;aqui&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O evento conta com apoio da &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br"&gt;&lt;strong&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;, do &lt;a href="https://www.sescsp.org.br/"&gt;Sesc&lt;/a&gt;, do &lt;a href="https://www.sp.senac.br/"&gt;Senac&lt;/a&gt;, do &lt;a href="https://online.crcsp.org.br/portal/index.asp"&gt;Conselho Regional de Contabilidade do Estado de S&amp;atilde;o Paulo&lt;/a&gt; (CRC-SP Ja&amp;uacute;), do &lt;a href="https://sescon.org.br/"&gt;Sindicato das Empresas de Servi&amp;ccedil;os Cont&amp;aacute;beis e das Empresas de Assessoramento, Per&amp;iacute;cias, Informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es e Pesquisas no Estado de S&amp;atilde;o Paulo (Sescon-SP)&lt;/a&gt; e da &lt;a href="https://www.aescjau.org.br/"&gt;Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos Escrit&amp;oacute;rios e Profissionais da Contabilidade de Ja&amp;uacute; e Regi&amp;atilde;o (Aesc Ja&amp;uacute;)&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Esse encontro &amp;eacute; voltado para empres&amp;aacute;rios, profissionais de Recursos Humanos (RH), contadores, t&amp;eacute;cnicos em seguran&amp;ccedil;a do trabalho e demais interessados. O objetivo &amp;eacute; orientar gestores sobre as recentes mudan&amp;ccedil;as da NR-1. Desde maio de 2025, a norma passou a incluir, em car&amp;aacute;ter orientativo, os riscos psicossociais, como ansiedade, conflitos interpessoais, press&amp;atilde;o excessiva e sobrecarga, entre outros aspectos relacionados &amp;agrave; sa&amp;uacute;de e &amp;agrave; seguran&amp;ccedil;a no ambiente laboral. Agora, empresas que n&amp;atilde;o estiverem adequadas &amp;agrave;s exig&amp;ecirc;ncias poder&amp;atilde;o enfrentar autua&amp;ccedil;&amp;otilde;es, multas e passivos trabalhistas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Especialistas alertam que a falta de adapta&amp;ccedil;&amp;atilde;o tamb&amp;eacute;m pode provocar aumento de afastamentos, a&amp;ccedil;&amp;otilde;es judiciais e preju&amp;iacute;zos &amp;agrave; reputa&amp;ccedil;&amp;atilde;o das empresas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Palestra&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O palestrante ser&amp;aacute; Eduardo Pastore, assessor da FecomercioSP e especialista no tema. Segundo ele, a adequa&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave; NR-1 exige aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o t&amp;eacute;cnica e planejamento, principalmente das Pequenas e M&amp;eacute;dias Empresas (PMEs).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;ldquo;A gest&amp;atilde;o dos riscos psicossociais passou a exigir procedimentos mais estruturados dentro das empresas. A proposta da palestra &amp;eacute; justamente orientar os empres&amp;aacute;rios sobre como agir de forma preventiva, reduzir riscos e evitar problemas futuros&amp;rdquo;, afirma Pastore.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Durante o evento, os participantes ter&amp;atilde;o acesso a orienta&amp;ccedil;&amp;otilde;es pr&amp;aacute;ticas sobre temas como gest&amp;atilde;o de riscos psicossociais, preven&amp;ccedil;&amp;atilde;o de afastamentos, documenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o trabalhista e atualiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Perfil Profissiogr&amp;aacute;fico Previdenci&amp;aacute;rio (PPP), al&amp;eacute;m de impactos relacionados a Cipa, LGPD, ACP, TAC e dano moral.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Servi&amp;ccedil;o&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Palestra: NR-1 &amp;mdash; O que &amp;Eacute; e como se Preparar?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Data:&lt;/strong&gt; 9 de junho&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Hor&amp;aacute;rio:&lt;/strong&gt; 14h30&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Local:&lt;/strong&gt; Sincomercio Ja&amp;uacute; &amp;mdash; Rua Rolando D&amp;rsquo;Amico, 381, Vila Assis &amp;mdash; Ja&amp;uacute;/SP&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Fa&amp;ccedil;a sua inscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;a href="https://forms.gle/sC5M1exBF1ZAnrhe8"&gt;&lt;strong&gt;aqui&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Evento gratuito | Vagas limitadas&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Tue, 09 Jun 2026 09:42:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Acontece]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Confiança do consumidor paulistano caiu, mas expectativas sustentaram algum otimismo em maio]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/public/noticia/confianca-do-consumidor-paulistano-caiu-mas-expectativas-sustentaram-algum-otimismo-em-maio</link><description>&lt;![CDATA[Compras a longo prazo recuam com juros altos, mas renda e emprego aquecidos mantêm o consumo acima da linha do otimismo]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;O consumidor paulistano segue relativamente confiante com o futuro, mas j&amp;aacute; come&amp;ccedil;a a dar sinais de que as contas dom&amp;eacute;sticas est&amp;atilde;o mais pressionadas no presente. &lt;strong&gt;O &amp;Iacute;ndice de Confian&amp;ccedil;a do Consumidor (ICC), da&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/"&gt;&lt;strong&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;,&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;recuou 0,4% em maio, para 120,6 pontos, ante os 121,1 pontos de abril. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o com o mesmo m&amp;ecirc;s de 2025, o &amp;iacute;ndice, por outro lado, registra avan&amp;ccedil;o de 7,9%, sinalizando que a confian&amp;ccedil;a permanece em n&amp;iacute;vel elevado, embora com sinais de acomoda&amp;ccedil;&amp;atilde;o no ciclo do consumo [gr&amp;aacute;fico 1].&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;[GR&amp;Aacute;FICO 1]&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&amp;Iacute;ndice de Confian&amp;ccedil;a do Consumidor (ICC)&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;S&amp;eacute;rie hist&amp;oacute;rica (13 meses)&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Fonte: FecomercioSP&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; text-align: center; font: 10.0px Arial; color: #000000;"&gt;&lt;img src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/5a8bfb0be411e46ba590ce57e384b0cc3f41867b.png" style="width: 733px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p id="isPasted"&gt;Na leitura da FecomercioSP, para entender essa conjuntura, &amp;eacute; preciso olhar para o ambiente econ&amp;ocirc;mico atual. A taxa b&amp;aacute;sica de juros (Selic) est&amp;aacute; em 14,5% ao ano, o que torna o cr&amp;eacute;dito mais caro e dificulta compras parceladas e financiadas. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Al&amp;eacute;m disso, a infla&amp;ccedil;&amp;atilde;o, em especial no setor de Servi&amp;ccedil;os, segue pressionada, com proje&amp;ccedil;&amp;otilde;es de mercado pr&amp;oacute;ximas de 4,9% para 2026, acima do centro da meta. Esse cen&amp;aacute;rio faz com que o consumidor fique mais seletivo &amp;mdash; ele n&amp;atilde;o para de consumir, mas come&amp;ccedil;a a planejar melhor, comparar pre&amp;ccedil;os com mais frequ&amp;ecirc;ncia e adiar compras de valor mais alto.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O ICC &amp;eacute; formado por dois sub&amp;iacute;ndices, cujas leituras foram opostas em maio. O &lt;strong&gt;&amp;Iacute;ndice das Condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es Econ&amp;ocirc;micas Atuais (ICEA)&lt;/strong&gt;, que mede como o consumidor avalia a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o econ&amp;ocirc;mica presente, caiu de 119,1 pontos, em abril, para 112,4 pontos, em maio &amp;mdash; retra&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 5,6% no m&amp;ecirc;s, sinalizando que as fam&amp;iacute;lias est&amp;atilde;o avaliando condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es financeiras moment&amp;acirc;neas com mais inseguran&amp;ccedil;a. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;J&amp;aacute; &lt;strong&gt;o &amp;Iacute;ndice de Expectativas do Consumidor (IEC)&lt;/strong&gt;, que capta as perspectivas para o futuro pr&amp;oacute;ximo, subiu de 122,4 pontos no m&amp;ecirc;s anterior para 126 pontos, alta de 2,9% no m&amp;ecirc;s e de 7,5% em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o a maio do ano anterior. O resultado aponta que o paulistano ainda acredita que os pr&amp;oacute;ximos meses ser&amp;atilde;o melhores, mas est&amp;aacute; mais incerto com o que vive agora [gr&amp;aacute;fico 2].&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;[GR&amp;Aacute;FICO 2]&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&amp;Iacute;ndice das Condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es Econ&amp;ocirc;micas Atuais (ICEA)&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;e de Expectativas do Consumidor (IEC)&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;S&amp;eacute;rie hist&amp;oacute;rica (13 meses)&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Fonte: FecomercioSP&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; font: 12.0px Arial; color: #000000; min-height: 14.0px;"&gt;&lt;img src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/acad6bb5f7f36fb3da3d257b8df78c8dcc54fe68.png" style="width: 733px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p id="isPasted"&gt;&lt;strong&gt;Pessimismo &amp;eacute; mais intenso entre mais velhos&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A queda do ICEA foi mais intensa entre consumidores com 35 anos ou mais (-7,3% no m&amp;ecirc;s), fam&amp;iacute;lias com renda de dez sal&amp;aacute;rios m&amp;iacute;nimos ou mais (-7%) e mulheres (-6%), grupos que costumam ser mais resilientes financeiramente e que, agora, refletem com mais for&amp;ccedil;a a press&amp;atilde;o das contas no curto prazo. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No campo das expectativas, no IEC, por&amp;eacute;m, foram justamente os jovens com menos de 35 anos (5,8%), as mulheres (4,9%) e as fam&amp;iacute;lias de maior renda (5%) os mais otimistas com o futuro, o que sugere que esses grupos antecipam algum al&amp;iacute;vio &amp;agrave; frente, ainda que no presente estejam mais apertados financeiramente. No ICC geral, o contraste por faixa et&amp;aacute;ria tamb&amp;eacute;m chama a aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Consumidores com menos de 35 anos registraram alta de 1,6% no m&amp;ecirc;s, enquanto os com 35 anos ou mais recuaram 3,8%.&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Um fator que pode estar contribuindo para sustentar as expectativas &amp;eacute; o novo Desenrola Brasil, programa que oferece descontos de at&amp;eacute; 90% em d&amp;iacute;vidas de cart&amp;atilde;o de cr&amp;eacute;dito, cheque especial e cr&amp;eacute;dito pessoal. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A FecomercioSP observa que o programa pode melhorar a percep&amp;ccedil;&amp;atilde;o futura das fam&amp;iacute;lias sobre a pr&amp;oacute;pria reorganiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o financeira, mas seus efeitos concretos sobre o consumo devem ser graduais e dependem da ades&amp;atilde;o efetiva, das condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es oferecidas pelas institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es financeiras e da real capacidade familiar de pagamento.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Inten&amp;ccedil;&amp;atilde;o de consumo acumula terceira queda consecutiva&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Esse mesmo movimento de acomoda&amp;ccedil;&amp;atilde;o gradual tamb&amp;eacute;m &amp;eacute; mensurado pela &lt;strong&gt;Inten&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Consumo das Fam&amp;iacute;lias (ICF)&lt;/strong&gt;, indicador mensurado mensalmente pela FecomercioSP que mede a disposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos lares para consumir. Em maio, recuou 0,2%, para 113,2 pontos &amp;mdash; a terceira queda consecutiva na margem &amp;mdash;, mas segue com alta de 8,6% em compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o com o mesmo per&amp;iacute;odo do ano passado e acima dos 100 pontos, limiar que indica predisposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao consumo [gr&amp;aacute;fico 3].&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;[GR&amp;Aacute;FICO 3]&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&amp;Iacute;ndice de Inten&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Consumo das Fam&amp;iacute;lias (ICF)&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;S&amp;eacute;rie hist&amp;oacute;rica (13 meses)&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Fonte: FecomercioSP&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; text-align: center; font: 10.0px Arial; color: #000000;"&gt;&lt;em&gt;&lt;img src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/2fa2458da3141927cea6e1c7c5613b596852360a.png" style="width: 733px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin: 0.0px 0.0px 0.0px 0.0px; text-align: center; font: 10.0px Arial; color: #000000; min-height: 11.0px;"&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p id="isPasted"&gt;Na an&amp;aacute;lise da Entidade, o mercado de trabalho aquecido &amp;eacute; o principal fator que mant&amp;eacute;m o ICF positivo. O componente emprego atual avan&amp;ccedil;ou 2,6% no m&amp;ecirc;s, atingindo 142,4 pontos, ao passo que a renda atual subiu 0,9%, para 140,3 pontos, os dois maiores patamares entre todos os itens do indicador. Isso significa que, em grande parte, os paulistanos ainda t&amp;ecirc;m emprego e percebem renda, o que mant&amp;eacute;m o consumo ativo mesmo num ambiente mais restritivo.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O problema est&amp;aacute; onde os juros afetam mais as fam&amp;iacute;lias: nas compras a prazo. O componente momento para dur&amp;aacute;veis, que mede a disposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o para adquirir bens como geladeiras, televisores e autom&amp;oacute;veis (geralmente comprados de forma parcelada), caiu 5,8% no m&amp;ecirc;s e chegou a 80,9 pontos &amp;mdash; na faixa do pessimismo. O acesso ao cr&amp;eacute;dito, por sua vez, tamb&amp;eacute;m recuou 1% no m&amp;ecirc;s, para 112,1 pontos. Os dois movimentos s&amp;atilde;o consequ&amp;ecirc;ncia direta da taxa Selic alta, que encarece o parcelamento e reduz o interesse por compras de maior valor.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na an&amp;aacute;lise por faixa de renda, as fam&amp;iacute;lias com at&amp;eacute; dez sal&amp;aacute;rios m&amp;iacute;nimos registraram alta de 10,2% no ICF, na compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o anual, sustentadas pelo emprego e pela renda ainda em expans&amp;atilde;o. Entre as fam&amp;iacute;lias de renda mais alta, o avan&amp;ccedil;o foi mais modesto, de 4,5% no mesmo per&amp;iacute;odo, acompanhado de mais cautela quanto &amp;agrave;s compras n&amp;atilde;o essenciais e que podem ser postergadas.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Impactos sobre o varejo&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O resultado de maio aponta para uma mudan&amp;ccedil;a no perfil do consumo, mas n&amp;atilde;o para uma revers&amp;atilde;o. O consumidor paulistano n&amp;atilde;o abandonou as compras, por&amp;eacute;m passou a ser mais cauteloso, mais atento a pre&amp;ccedil;os e mais seletivo. Esse padr&amp;atilde;o &amp;eacute; t&amp;iacute;pico de uma fase de acomoda&amp;ccedil;&amp;atilde;o do ciclo econ&amp;ocirc;mico: o consumo n&amp;atilde;o recua de forma abrupta, mas perde intensidade e se concentra em itens essenciais e de menor comprometimento financeiro.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para o varejo, a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o pede mais precis&amp;atilde;o estrat&amp;eacute;gica. Segmentos que dependam de cr&amp;eacute;dito e parcelamento, como eletrodom&amp;eacute;sticos, eletr&amp;ocirc;nicos e ve&amp;iacute;culos, devem continuar se deparando com mais volatilidade na demanda, enquanto setores ligados a conveni&amp;ecirc;ncia, servi&amp;ccedil;os essenciais e itens do dia a dia tendem a se sair melhor. O varejista que apostar em pol&amp;iacute;tica de pre&amp;ccedil;os bem calibrada, promo&amp;ccedil;&amp;otilde;es direcionadas e comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o clara de valor estar&amp;aacute; mais bem posicionado para passar por esse per&amp;iacute;odo de acomoda&amp;ccedil;&amp;atilde;o do consumo.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O &lt;strong&gt;Panorama do Com&amp;eacute;rcio&lt;/strong&gt; de junho traz algumas orienta&amp;ccedil;&amp;otilde;es sobre como adotar estrat&amp;eacute;gias para esse momento. Clique &lt;a href="https://drive.google.com/file/d/156biVUoLRM5dOR2CJz9hwDVhN6QRUKae/view"&gt;&lt;strong&gt;aqui&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; para fazer o download.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Tue, 09 Jun 2026 09:21:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Pesquisas]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Copa do Mundo, festas juninas e inverno trazem oportunidades únicas para aumentar as vendas]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/public/noticia/copa-do-mundo-festas-juninas-e-inverno-trazem-oportunidades-unicas-para-aumentar-as-vendas</link><description>&lt;![CDATA[Panorama do Comércio dá dicas sobre como usar as datas e os eventos de junho para melhorar caixa e fidelizar clientes]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;O &lt;strong&gt;Panorama do Comércio&lt;/strong&gt; de junho, elaborado pela &lt;strong&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;explora como, se de um lado o cenário econômico está desfavorável ao consumidor, o mês de junho oferece várias alternativas para o varejo expandir as vendas.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para fazer o download do Panorama, &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/upload/file/17a41a592f379586ededccfb30aa8a1d8405f9bf.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;clique &lt;strong&gt;aqui&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A mudança na temperatura, em primeiro lugar, elevará a demanda por produtos que vão de roupas de frio, artigos de conforto doméstico e alimentos elaborados. Entram nessa lista ainda aquecedores elétricos, itens de &lt;em&gt;fondue&lt;/em&gt;, sopas, chocolates e bebidas quentes – para lojas de eletrodomésticos e supermercados.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Em paralelo ao inverno, esse mês terá o atrativo da Copa do Mundo Fifa de futebol masculino. O evento sediado nos Estados Unidos, no Canadá e no México, começará na próxima quinta-feira (11), e terminará só na metade de julho. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Como a Seleção é uma das candidatas ao título, há mais chances de prolongar as estratégias de vendas – até porque o Mundial vai potencializar toda a cadeia de consumo: eletrônicos, artigos esportivos, roupas, alimentos e bebidas, etc.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A Copa também permite que qualquer negócio – de diferentes nichos, portes ou setores – a explore de alguma forma. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Por fim, o setor já está acostumado a explorar oportunidades de um dos eventos populares mais relevantes do País: as festas juninas.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Elas, da mesma forma, movimentam segmentos diversos, que vão da comida ao vestuário, ou da decoração aos eletrônicos. Mas, para além das quadrilhas, essa época é ideal para criar promoções criativas: &lt;em&gt;kits&amp;nbsp;&lt;/em&gt;temáticos, promoções voltadas às redes sociais, etc. – para aumentar o número de seguidores, por exemplo.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;“Esse junho recheado trará oportunidades não só para vender mais, mas para construir uma base de clientes que, depois, podem continuar comprando”, nota Thiago Carvalho, assessor econômico da FecomercioSP. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;“Fidelizar custa até sete vezes menos do que conquistar um novo cliente, e os eventos de junho são ideais para transformar compradores ocasionais em clientes de longo prazo”, completa.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No &lt;strong&gt;Panorama do Comércio,&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;a Federação dá dicas de como seguir essas dicas. Acesse!&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/upload/file/17a41a592f379586ededccfb30aa8a1d8405f9bf.pdf" target="_blank" class="fr-file botao" rel="noopener noreferrer"&gt;Panorama do Comércio&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Mon, 08 Jun 2026 09:37:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Varejo]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Transformação digital desafia Brasil a construir agenda de inovação e competitividade]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/public/noticia/transformacao-digital-desafia-brasil-a-construir-agenda-de-inovacao-e-competitividade</link><description>&lt;![CDATA[Avanço da IA exige do País investimentos em inovação, infraestrutura tecnológica e adaptação do mercado de trabalho]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;A intensifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o da digitaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da economia requer uma estrat&amp;eacute;gia nacional capaz de responder &amp;agrave;s r&amp;aacute;pidas transforma&amp;ccedil;&amp;otilde;es tecnol&amp;oacute;gicas alavancadas, sobretudo, pela Intelig&amp;ecirc;ncia Artificial (IA). De acordo com especialistas da &amp;aacute;rea, ao mesmo tempo que esse cen&amp;aacute;rio em constante evolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o traz oportunidades para o aumento da produtividade das empresas brasileiras, tamb&amp;eacute;m desafia o Brasil a estruturar uma agenda de longo prazo capaz de auxiliar a sociedade a passar por essa transforma&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na vis&amp;atilde;o da &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/"&gt;&lt;strong&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; e do seu &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/conselhos/conselho-de-economia-digital-e-inovacao"&gt;Conselho de Economia Digital e Inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/a&gt;, os principais impasses consistem em garantir a competitividade dos neg&amp;oacute;cios nacionais, modernizando a infraestrutura do Pa&amp;iacute;s para ampliar a inser&amp;ccedil;&amp;atilde;o, a autonomia e a resili&amp;ecirc;ncia da economia nacional nessa conjuntura.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Andriei Gutierrez, presidente do conselho, ressalta que cabe ao Estado formular a&amp;ccedil;&amp;otilde;es que promovam investimentos, estimulem a inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o e criem condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es para o desenvolvimento tecnol&amp;oacute;gico nacional. &amp;ldquo;O Estado tem um papel important&amp;iacute;ssimo como condutor dessa mudan&amp;ccedil;a. N&amp;atilde;o existe, na hist&amp;oacute;ria, na&amp;ccedil;&amp;atilde;o que avan&amp;ccedil;ou sem ter o Estado como condutor de pol&amp;iacute;ticas p&amp;uacute;blicas&amp;rdquo;, aponta.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Uma das principais necessidades do Brasil, na vis&amp;atilde;o de Gutierrez, &amp;eacute; construir uma &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/inovacao-e-governo-digital-o-futuro-da-gestao-publica-no-brasil?%2Fnoticia%2Finovacao-e-governo-digital-o-futuro-da-gestao-publica-no-brasil="&gt;gest&amp;atilde;o clara e coordenada para liderar a digitaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Pa&amp;iacute;s&lt;/a&gt;. Contudo, ainda n&amp;atilde;o h&amp;aacute; defini&amp;ccedil;&amp;atilde;o sobre qual &amp;aacute;rea deve liderar essa agenda. &amp;ldquo;Precisamos debater uma governan&amp;ccedil;a, seja um minist&amp;eacute;rio, seja uma secretaria especial&amp;rdquo;, provoca ele. O receio &amp;eacute; que, sem avan&amp;ccedil;ar nessa discuss&amp;atilde;o, as iniciativas de transi&amp;ccedil;&amp;atilde;o digital n&amp;atilde;o tenham a articula&amp;ccedil;&amp;atilde;o necess&amp;aacute;ria para serem conduzidas de forma uniforme e eficiente.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o dessa estrat&amp;eacute;gia ganha ainda mais import&amp;acirc;ncia com a aproxima&amp;ccedil;&amp;atilde;o das elei&amp;ccedil;&amp;otilde;es deste ano. Na avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Leonardo Barreto, s&amp;oacute;cio-propriet&amp;aacute;rio da Think Policy BR, que participou na reuni&amp;atilde;o de maio do conselho, o cen&amp;aacute;rio eleitoral de 2026 tende a ser marcado pela disputa em torno da capacidade de oferecer perspectivas de futuro e renova&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao eleitorado. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Durante a discuss&amp;atilde;o, realizada no &amp;uacute;ltimo dia 22, foi destacado que pautas ligadas &amp;agrave; inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o, &amp;agrave; tecnologia e &amp;agrave; transforma&amp;ccedil;&amp;atilde;o digital podem ganhar protagonismo justamente por dialogarem com o desejo da popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o por mobilidade social, melhoria de vida e novas oportunidades.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;ldquo;A inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o, o novo e o sonho estar&amp;atilde;o no centro do debate deste ano por uma raz&amp;atilde;o simples. Um candidato vai querer dizer que ainda &amp;eacute; capaz de propiciar coisas novas e sonhos; outro vai afirmar que ele n&amp;atilde;o &amp;eacute; mais capaz e &amp;eacute; preciso haver uma mudan&amp;ccedil;a para que coisas novas e sonhos possam acontecer&amp;rdquo;, afirmou Barreto. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para os integrantes do conselho, o problema vai al&amp;eacute;m da formula&amp;ccedil;&amp;atilde;o de propostas t&amp;eacute;cnicas. A avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; que o Brasil precisa construir uma vis&amp;atilde;o de futuro capaz de aproximar inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o, tecnologia e desenvolvimento das demandas cotidianas da popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o. A ideia &amp;eacute; transformar a agenda digital em um projeto de na&amp;ccedil;&amp;atilde;o conectado a temas como qualidade de vida, gera&amp;ccedil;&amp;atilde;o de oportunidades, educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, sa&amp;uacute;de e inclus&amp;atilde;o social.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;[veja_tambem]&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Contudo, a consolida&amp;ccedil;&amp;atilde;o desse projeto exige avan&amp;ccedil;os na digitaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o e na desburocratiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do pr&amp;oacute;prio Estado. A &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/fecomerciosp-propoe-medidas-para-avanco-da-digitalizacao-do-estado"&gt;FecomercioSP, por exemplo, j&amp;aacute; apresentou um conjunto de 11 a&amp;ccedil;&amp;otilde;es voltadas para a democratiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos servi&amp;ccedil;os digitais e o aperfei&amp;ccedil;oamento das ferramentas atuais&lt;/a&gt;. As sugest&amp;otilde;es envolvem compartilhamento de dados entre os setores p&amp;uacute;blico e privado, amplia&amp;ccedil;&amp;atilde;o da plataforma do Gov.br ecentraliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de cadastros empresariais no n&amp;uacute;mero do CNPJ, al&amp;eacute;m da digitaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de processos burocr&amp;aacute;ticos e integra&amp;ccedil;&amp;atilde;o de sistemas entre os diversos &amp;oacute;rg&amp;atilde;os p&amp;uacute;blicos. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na vis&amp;atilde;o dos especialistas, outras frentes estrat&amp;eacute;gicas para fortalecer a posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Brasil na economia digital incluem a amplia&amp;ccedil;&amp;atilde;o do acesso &amp;agrave;s tecnologias e ao cr&amp;eacute;dito, o fortalecimento da conectividade e o acesso &amp;agrave;s melhores tecnologias internacionais.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Soberania tecnol&amp;oacute;gica e infraestrutura computacional&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ainda no debate sobre competitividade, uma das preocupa&amp;ccedil;&amp;otilde;es atuais relacionadas &amp;agrave; inser&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Brasil na economia digital &amp;eacute; a soberania tecnol&amp;oacute;gica. Nesse quesito, o Pa&amp;iacute;s se depara com uma oportunidade importante, &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/terras-raras-em-disputa"&gt;ao possuir a segunda maior reserva de terras raras do mundo&lt;/a&gt;, concentrando cerca de 23% dos recursos conhecidos, atr&amp;aacute;s apenas da China. As reservas relevantes de minerais cr&amp;iacute;ticos podem beneficiar a agenda nacional, j&amp;aacute; que esses insumos s&amp;atilde;o fundamentais para a produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o de semicondutores, componentes usados na maior parte dos produtos eletr&amp;ocirc;nicos, datacenters e infraestruturas de telecomunica&amp;ccedil;&amp;otilde;es.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Contudo, apesar do potencial, o Pa&amp;iacute;s sofre, na avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o de especialistas, com pelo menos dois gargalos principais: as faltas de regulamenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o e de incentivos fiscais para o aproveitamento desses recursos. &amp;ldquo;O Brasil tem uma defici&amp;ecirc;ncia, inclusive, na pr&amp;oacute;pria legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o de benef&amp;iacute;cios fiscais para a fabrica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de chips&amp;rdquo;, comentou Adriana Esper, integrante do Conselho de Economia Digital e Inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o da FecomercioSP, ao destacar a baixa atratividade para investidores estrangeiros.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o de capacidade tecnol&amp;oacute;gica nacional tamb&amp;eacute;m passa pelo desenvolvimento de modelos nacionais de IA e de infraestrutura computacional avan&amp;ccedil;ada, como supercomputadores, cuja manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o exige atualiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o constante e m&amp;atilde;o de obra altamente qualificada. Esse, ali&amp;aacute;s, &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/as-multiplas-dimensoes-da-relacao-entre-trabalho-e-tecnologia"&gt;&amp;eacute; outro entrave do Brasil&lt;/a&gt;. H&amp;aacute; consenso de que a consolida&amp;ccedil;&amp;atilde;o da economia digital exige pol&amp;iacute;ticas destinadas ao mercado de trabalho. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Segundo Gutierrez, o mercado laboral vive, hoje, a primeira onda de automa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, com a tecnologia substituindo ou sendo aplicada em atividades intelectuais repetitivas, especialmente em &amp;aacute;reas administrativas, operacionais e de escrit&amp;oacute;rio. A perspectiva, segundo ele, por&amp;eacute;m, &amp;eacute; de que a combina&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre IA e rob&amp;oacute;tica avance tamb&amp;eacute;m sobre ocupa&amp;ccedil;&amp;otilde;es manuais, levantando preocupa&amp;ccedil;&amp;otilde;es sobre a diminui&amp;ccedil;&amp;atilde;o da renda das fam&amp;iacute;lias e os potenciais impactos para setores como o Com&amp;eacute;rcio e os Servi&amp;ccedil;os.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;ldquo;Se houver queda na renda, teremos queda no consumo. Isto &amp;eacute;, como as nossas empresas v&amp;atilde;o sobreviver sem consumo?&amp;rdquo;, questionou ele. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Seguran&amp;ccedil;a cibern&amp;eacute;tica e resili&amp;ecirc;ncia digital&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Al&amp;eacute;m dos reflexos no consumo&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/fecomerciosp-propoe-medidas-para-fortalecer-defesa-cibernetica-1"&gt;, os ataques cibern&amp;eacute;ticos, que crescem no mundo todo&lt;/a&gt; &amp;mdash; afetando n&amp;atilde;o apenas empresas, mas governos e infraestruturas cr&amp;iacute;ticas &amp;mdash;, tamb&amp;eacute;m justificam a necessidade de requalifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos trabalhadores para atuar na economia digital. &amp;nbsp;O avan&amp;ccedil;o da computa&amp;ccedil;&amp;atilde;o qu&amp;acirc;ntica &amp;eacute;, ainda, outra quest&amp;atilde;o, com a possibilidade de quebra nos sistemas de criptografia atualmente utilizados por bancos, empresas e governos. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Todos esses movimentos escancaram como o investimento em preven&amp;ccedil;&amp;atilde;o de vulnerabilidades &amp;eacute; cada vez mais fundamental para o Pa&amp;iacute;s se proteger e, tamb&amp;eacute;m, garantir a sua competitividade em meio aos novos obst&amp;aacute;culos da economia digital. Entretanto, a busca por soberania digital tamb&amp;eacute;m exige equil&amp;iacute;brio para que o desenvolvimento tecnol&amp;oacute;gico nacional n&amp;atilde;o restrinja o acesso das empresas brasileiras a tecnologias internacionais consideradas estrat&amp;eacute;gicas.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;ldquo;Soberania digital, desenvolvimento tecnol&amp;oacute;gico brasileiro e ciberseguran&amp;ccedil;a n&amp;atilde;o significam restringir o mercado&amp;rdquo;, &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/regulacao-digital-em-prol-da-inovacao"&gt;alerta Rony Vainzof, a&lt;strong&gt;dvisor&lt;/strong&gt; em Regula&amp;ccedil;&amp;atilde;o Digital da FecomercioSP&lt;/a&gt;.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Nesse contexto, especialistas avaliam que o fortalecimento do Brasil no cen&amp;aacute;rio tecnol&amp;oacute;gico mundial tamb&amp;eacute;m depende de mais inser&amp;ccedil;&amp;atilde;o internacional e da incorpora&amp;ccedil;&amp;atilde;o da tecnologia como estrat&amp;eacute;gia de neg&amp;oacute;cio, em meio &amp;agrave;s transforma&amp;ccedil;&amp;otilde;es disruptivas proporcionadas pelos agentes de IA e pelas novas din&amp;acirc;micas do consumo online.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;ldquo;Uma em cada tr&amp;ecirc;s jornadas de compra ou consumo j&amp;aacute; &amp;eacute; iniciada por meio de uma conversa com a IA&amp;rdquo;, destacou Diogo Cortiz, professor na Pontif&amp;iacute;cia Universidade Cat&amp;oacute;lica de S&amp;atilde;o Paulo (PUC-SP), pesquisador no N&amp;uacute;cleo de Informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e Coordena&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Ponto BR (NIC.br) e integrante do conselho.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para a FecomercioSP e o Conselho de Economia Digital e Inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o, o avan&amp;ccedil;o da transforma&amp;ccedil;&amp;atilde;o digital representa uma chance hist&amp;oacute;rica de ampliar a competitividade nacional, modernizar o Estado e &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/brasil-intensifica-debates-sobre-ia-datacenters-e-ciberseguranca"&gt;criar oportunidades para empresas e cidad&amp;atilde;os&lt;/a&gt;. O desafio ser&amp;aacute; transformar esse potencial em uma estrat&amp;eacute;gia nacional capaz de combinar inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o, desenvolvimento econ&amp;ocirc;mico e inclus&amp;atilde;o social, posicionando o Brasil de forma mais relevante na economia digital global.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Mon, 08 Jun 2026 09:10:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Economia Digital]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Isenção em compras internacionais de até US$ 50 reduz a competitividade nacional]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/public/noticia/isencao-em-compras-internacionais-de-ate-us-50-pode-reduzir-competitividade-nacional</link><description>&lt;![CDATA[Concorrência justa exige isonomia regulatória e tributária entre empresas nacionais e estrangeiras]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;A &lt;strong&gt;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/"&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;manifesta-se contrária à medida que autoriza o Ministério da Fazenda a zerar a alíquota do imposto de importação incidente sobre remessas postais internacionais de até US$ 50 (Medida Provisória — MPV 1.357/2026). Em diálogo com parlamentares, a Federação destaca que, embora reconheça a importância da ampliação do acesso a bens e do avanço da economia digital, é necessário equilíbrio competitivo entre empresas nacionais e internacionais.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para os &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/conselhos/conselho-de-assuntos-tributarios"&gt;&lt;strong&gt;Conselho de Assuntos Tributários&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; e o &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/conselhos/conselho-de-economia-digital-e-inovacao"&gt;&lt;strong&gt;Conselho de&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;Economia Digital e Inovação&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;, ambos da Entidade, a isenção provocará perda no volume de vendas, queda no faturamento do varejo e desaceleração dos investimentos em tecnologia, digitalização, expansão operacional e modernização logística entre os negócios.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Em ofício enviado às lideranças partidárias do Congresso Nacional, os órgãos ressaltam que a medida amplia a assimetria competitiva entre o comércio nacional e plataformas internacionais de vendas. “A experiência recente demonstra que a tributação sobre importações de pequeno valor ajudou a reduzir a diferença entre o varejo nacional e as plataformas internacionais de comércio eletrônico, principalmente asiáticas”, pontua a Entidade.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Dessa forma, o retorno da isenção do imposto sobre essas operações &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/fim-da-taxa-das-blusinhas-e-retrocesso-com-prejuizos-tributarios-e-de-competitividade-as-empresas-diz-fecomerciosp"&gt;representa um retrocesso para o ambiente de negócios nacional&lt;/a&gt;. Em segmentos altamente sensíveis a preços e com margens reduzidas — como vestuário, calçados, acessórios, eletrônicos e utilidades domésticas —, pequenas diferenças de custo têm potencial para deslocar o consumo do comércio nacional para operações estrangeiras.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os impactos vão além da concorrência desleal enfrentada pelas empresas nacionais e se somam aos entraves estruturais do varejo brasileiro. O País convive com elevada carga tributária, alta burocracia, custos trabalhistas, insegurança jurídica e despesas logísticas significativas — uma realidade bastante distinta da observada por empresas instaladas em países asiáticos.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Além disso, &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/pec-6x1-relatorio-afronta-a-livre-iniciativa-enfraquece-negociacao-coletiva-e-impoe-periodo-insuficiente-de-transicao"&gt;a iminente redução da jornada laboral sem redução salarial&lt;/a&gt; tende a elevar ainda mais os custos de folha de pagamento suportados pelas empresas nacionais. Isso agravará a perda de competitividade em relação às plataformas estrangeiras, que não estão sujeitas às mesmas obrigações regulatórias e trabalhistas.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na avaliação da FecomercioSP, os efeitos da medida tendem a ampliar ainda mais o Custo Brasil, refletindo diretamente na sustentabilidade econômica do Comércio, responsável por quase 40% dos empregos formais do País, sobretudo entre micro e pequenos negócios. Dessa forma, a Entidade defende que a MPV 1.357/2026 não prospere no Congresso sem que sejam adotados mecanismos capazes de assegurar condições equitativas de concorrência entre negócios brasileiros e plataformas internacionais.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Mon, 08 Jun 2026 09:05:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Varejo]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[FecomercioSP recebe Câmara Latino Africana para discutir aproximação comercial]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/public/noticia/fecomerciosp-recebe-camara-latino-africana-para-discutir-aproximacao-comercial</link><description>&lt;![CDATA[Encontro ressaltou o potencial econômico do continente africano, principalmente em setores como agroindústria, alimentos, tecnologia, logística, moda e comércio exterior]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;A&amp;nbsp;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/"&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt; recebeu representantes da&amp;nbsp;&lt;a href="https://camaralatinoafricana.com/pt/"&gt;C&amp;acirc;mara de Com&amp;eacute;rcio Latino Africana (Claf)&lt;/a&gt; para uma reuni&amp;atilde;o voltada para o fortalecimento das rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es comerciais entre Brasil, Am&amp;eacute;rica Latina e pa&amp;iacute;ses africanos. O encontro reuniu Ang&amp;eacute;lica Herrera, presidente da Claf; Sebasti&amp;atilde;o Galdino, vice-presidente; e Klaibson Natal Ribeiro Borges, diretor da organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o no Brasil. Do lado da FecomercioSP, estiveram presentes&amp;nbsp;Rubens Medrano, presidente do&amp;nbsp;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/conselhos/conselho-de-relacoes-internacionais"&gt;Conselho de Rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es Internacionais&lt;/a&gt;; Nat&amp;aacute;lia&amp;nbsp;Tafarello, assessora da Entidade; e Pedro Silveira.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Durante a reuni&amp;atilde;o, os participantes discutiram oportunidades de neg&amp;oacute;cios, coopera&amp;ccedil;&amp;atilde;o institucional, miss&amp;otilde;es empresariais e iniciativas destinadas &amp;agrave; internacionaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de empresas brasileiras em mercados africanos, principalmente em setores como agroind&amp;uacute;stria, alimentos, tecnologia, moda, log&amp;iacute;stica e com&amp;eacute;rcio exterior.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Segundo Ang&amp;eacute;lica, a cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Claf, em 2024, surgiu a partir da percep&amp;ccedil;&amp;atilde;o de que as rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es comerciais e institucionais entre pa&amp;iacute;ses da Am&amp;eacute;rica Latina e do continente africano ainda avan&amp;ccedil;am em ritmo inferior ao potencial econ&amp;ocirc;mico existente entre as duas regi&amp;otilde;es.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;ldquo;A &amp;Aacute;frica &amp;eacute; formada por 54 pa&amp;iacute;ses e um mercado em expans&amp;atilde;o. Entendemos que a integra&amp;ccedil;&amp;atilde;o latino-americana fortalece nossa capacidade de construir conex&amp;otilde;es comerciais mais estruturadas com o continente africano&amp;rdquo;, afirmou.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A presidente da Claf ainda destacou que a entidade atua em tr&amp;ecirc;s frentes principais (comercial, acad&amp;ecirc;mica e cultural), promovendo miss&amp;otilde;es empresariais, f&amp;oacute;runs internacionais, produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o de conte&amp;uacute;do t&amp;eacute;cnico e apoio &amp;agrave; internacionaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de empresas interessadas em acessar mercados africanos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Galdino apontou que o avan&amp;ccedil;o das rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es comerciais entre Am&amp;eacute;rica Latina e &amp;Aacute;frica depende tamb&amp;eacute;m de um processo de sensibiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o e prepara&amp;ccedil;&amp;atilde;o das empresas para a internacionaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o. &amp;ldquo;&amp;Eacute; importante mostrar ao empresariado que a internacionaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o n&amp;atilde;o &amp;eacute; apenas uma estrat&amp;eacute;gia comercial, mas tamb&amp;eacute;m uma forma de diversificar mercados, ampliar competitividade e gerar novas oportunidades de crescimento em um cen&amp;aacute;rio global em transforma&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;rdquo;, afirmou.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;img src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/fdbb75025716f2d3163489eacc31791845a2ddfb.jpg" style="width: 733px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Borges, por sua vez, afirmou que o continente africano vive um momento de expans&amp;atilde;o econ&amp;ocirc;mica e demogr&amp;aacute;fica que deve ampliar a demanda por novos parceiros comerciais nos pr&amp;oacute;ximos anos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;ldquo;A &amp;Aacute;frica &amp;eacute; um mercado em desenvolvimento, com demanda crescente em diferentes setores e um potencial muito grande para empresas brasileiras que desejem ampliar sua atua&amp;ccedil;&amp;atilde;o internacional de forma estrat&amp;eacute;gica&amp;rdquo;, disse.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Dentre as iniciativas mencionadas pela c&amp;acirc;mara durante o encontro, destaca-se a realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do F&amp;oacute;rum Am&amp;eacute;rica Latina&amp;ndash;&amp;Aacute;frica de Neg&amp;oacute;cios, cuja pr&amp;oacute;xima edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o ser&amp;aacute; realizada na Eti&amp;oacute;pia, al&amp;eacute;m da organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de expedi&amp;ccedil;&amp;otilde;es empresariais e participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o em feiras multissetoriais em pa&amp;iacute;ses do continente africano.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No encontro, Medrano ressaltou que a FecomercioSP acompanha com interesse o avan&amp;ccedil;o das oportunidades comerciais com pa&amp;iacute;ses africanos e enfatizou o potencial de crescimento da rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre as regi&amp;otilde;es.&amp;nbsp;&amp;ldquo;A &amp;Aacute;frica ainda &amp;eacute; um mercado com baixa presen&amp;ccedil;a comercial brasileira, mas que apresenta um enorme potencial de desenvolvimento e oportunidades para empresas do Pa&amp;iacute;s&amp;rdquo;, afirmou.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Durante a conversa, tamb&amp;eacute;m foram debatidos temas como intelig&amp;ecirc;ncia comercial, log&amp;iacute;stica, regulamenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o para exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es, zonas francas africanas, acordos comerciais e capacita&amp;ccedil;&amp;atilde;o de empres&amp;aacute;rios brasileiros interessados em atuar no continente.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Outro ponto discutido foi o interesse em promover maior aproxima&amp;ccedil;&amp;atilde;o institucional entre entidades empresariais brasileiras e africanas, al&amp;eacute;m da possibilidade de futuras a&amp;ccedil;&amp;otilde;es conjuntas entre a Claf e a FecomercioSP voltadas para a promo&amp;ccedil;&amp;atilde;o comercial e a troca de conhecimento entre os mercados.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Wed, 03 Jun 2026 14:17:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Internacional]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Copa do Mundo 2026: oportunidades e desafios para o turismo brasileiro]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/public/noticia/copa-do-mundo-2026-oportunidades-e-desafios-para-o-turismo-brasileiro</link><description>&lt;![CDATA[Evento chega às Américas como a maior celebração esportiva do planeta, mas a distância da sede exige cautela nas expectativas ]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;A Copa do Mundo de 2026 &amp;eacute; um evento in&amp;eacute;dito sob diversos aspectos. Pela primeira vez na hist&amp;oacute;ria, 48 sele&amp;ccedil;&amp;otilde;es disputar&amp;atilde;o o torneio simultaneamente em tr&amp;ecirc;s pa&amp;iacute;ses &amp;mdash; Estados Unidos, Canad&amp;aacute; e M&amp;eacute;xico. Com os jogos do Brasil realizados em territ&amp;oacute;rio norte-americano, o torneio cria um fluxo relevante de sa&amp;iacute;da de torcedores e coloca em perspectiva uma quest&amp;atilde;o importante para o turismo e a hotelaria dom&amp;eacute;sticos: quais s&amp;atilde;o os reais impactos de uma Copa disputada longe de casa? A resposta, ao contr&amp;aacute;rio do que se poderia imaginar, n&amp;atilde;o &amp;eacute; trivialmente positiva.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Viajar para assistir &amp;agrave; Sele&amp;ccedil;&amp;atilde;o nos Estados Unidos n&amp;atilde;o &amp;eacute; tarefa barata. Com o d&amp;oacute;lar situado em torno de R$ 5 &amp;mdash; patamar que, embora represente uma leve valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do real em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao pico recente, ainda mant&amp;eacute;m o c&amp;acirc;mbio desfavor&amp;aacute;vel ao consumidor brasileiro &amp;mdash; uma viagem completa para cidades como Los Angeles, Dallas ou Nova York ultrapassa facilmente R$ 20 mil por pessoa, considerando passagem, hospedagem e despesas locais. Soma-se a isso o encarecimento das tarifas a&amp;eacute;reas, pressionado pela alta do querosene de avia&amp;ccedil;&amp;atilde;o diante do conflito no Oriente M&amp;eacute;dio. Ainda assim, &amp;eacute; prov&amp;aacute;vel que um fluxo relevante de brasileiros embarque para o exterior durante o Mundial &amp;mdash; em geral, consumidores de renda mais elevada, menos sens&amp;iacute;veis ao c&amp;acirc;mbio e dispostos a fazer da Copa uma experi&amp;ecirc;ncia de viagem internacional. Para o turismo dom&amp;eacute;stico, esse movimento representa uma sa&amp;iacute;da de demanda que, em outras circunst&amp;acirc;ncias, poderia se converter em viagens dentro do pr&amp;oacute;prio pa&amp;iacute;s.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;H&amp;aacute;, contudo, um vetor de impacto menos &amp;oacute;bvio e igualmente relevante: a aus&amp;ecirc;ncia dos turistas argentinos. A Argentina &amp;eacute; historicamente o principal pa&amp;iacute;s emissor de visitantes estrangeiros ao Brasil, respondendo por uma fatia expressiva do turismo receptivo nacional, especialmente nos estados do sul e nas praias do litoral. Esses visitantes t&amp;ecirc;m perfil pr&amp;oacute;prio: viajam em fam&amp;iacute;lia, permanecem por per&amp;iacute;odos mais longos e contribuem de forma relevante para a ocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o hoteleira em destinos de lazer. Com a sele&amp;ccedil;&amp;atilde;o argentina entre as favoritas ao t&amp;iacute;tulo, a tend&amp;ecirc;ncia &amp;eacute; que o comportamento dos argentinos durante o per&amp;iacute;odo da Copa se altere de forma significativa: maior perman&amp;ecirc;ncia no pa&amp;iacute;s de origem para acompanhar os jogos. Em nenhum desses cen&amp;aacute;rios o Brasil aparece como destino priorit&amp;aacute;rio.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Outro aspecto relevante &amp;eacute; o impacto sobre o calend&amp;aacute;rio de eventos corporativos e feiras internacionais. Historicamente, o per&amp;iacute;odo de realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Copa do Mundo tende a concentrar aten&amp;ccedil;&amp;otilde;es ao redor do globo, tornando menos atrativo para organizadores e participantes estrangeiros o compromisso com grandes eventos nesse intervalo. Congressos, feiras setoriais e encontros que dependem de p&amp;uacute;blico internacional tendem a ser reprogramados para evitar sobreposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o com o Mundial, reduzindo temporariamente uma fonte importante de demanda para hot&amp;eacute;is de neg&amp;oacute;cios e centros de conven&amp;ccedil;&amp;otilde;es.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Diante de um cen&amp;aacute;rio aparentemente desfavor&amp;aacute;vel, emerge, no entanto, uma oportunidade concreta para parcelas do setor hoteleiro dom&amp;eacute;stico &amp;mdash; especialmente aquelas que souberem reconhec&amp;ecirc;-la e posicion&amp;aacute;-la de forma estrat&amp;eacute;gica. Nem todo brasileiro quer viver a Copa do Mundo na sala de casa, em bares ou entre multid&amp;otilde;es. Existe um segmento expressivo de viajantes &amp;mdash; em geral casais, fam&amp;iacute;lias com crian&amp;ccedil;as pequenas e viajantes de faixas et&amp;aacute;rias mais maduras &amp;mdash; que enxerga justamente no per&amp;iacute;odo do Mundial uma janela favor&amp;aacute;vel para viajar com mais tranquilidade e a pre&amp;ccedil;os mais acess&amp;iacute;veis. Destinos que normalmente registram alta ocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o durante o inverno podem surgir com mais disponibilidade e tarifas mais competitivas. Para os hot&amp;eacute;is que souberem se posicionar, o turismo de quem prefere fugir da Copa representa um nicho real e com potencial de crescimento.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ao se considerar o conjunto dos impactos, o balan&amp;ccedil;o para a hotelaria brasileira tende a ser levemente negativo no agregado. A sa&amp;iacute;da de brasileiros para o exterior, a retra&amp;ccedil;&amp;atilde;o do fluxo argentino e a pausa no calend&amp;aacute;rio de eventos internacionais pressionam a demanda interna de forma concentrada em determinados destinos e categorias de estabelecimento. Por outro lado, o nicho do turismo dom&amp;eacute;stico voltado a quem busca tranquilidade e pre&amp;ccedil;os melhores representa uma compensa&amp;ccedil;&amp;atilde;o parcial, ainda que localizada. O que diferenciar&amp;aacute; os estabelecimentos que colher&amp;atilde;o bons resultados dos que simplesmente aguardar&amp;atilde;o o apito final &amp;eacute;, em grande medida, a capacidade de leitura antecipada do mercado e a criatividade na cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o de propostas que dialoguem com o momento &amp;mdash; seja celebrando a Copa para quem quer viv&amp;ecirc;-la, seja oferecendo ref&amp;uacute;gio para quem prefere ignor&amp;aacute;-la. A Copa do Mundo chega ao continente americano como o maior evento esportivo do planeta. Para o Brasil, por&amp;eacute;m, o desafio &amp;eacute; aproveitar o entusiasmo sem desconsiderar o que uma sede distante inevitavelmente imp&amp;otilde;e.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Guilherme Dietze &amp;eacute; economista e Presidente do Conselho de Turismo da FecomercioSP&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Artigo publicado no portal Hotelier News em 01 de junho de 2026.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Wed, 03 Jun 2026 12:19:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Turismo]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Mercosul–União Europeia: seminário mostra como empresas podem ampliar a competitividade internacional]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/public/noticia/mercosuluniao-europeia-seminario-mostra-como-empresas-podem-ampliar-a-competitividade-internacional</link><description>&lt;![CDATA[Representantes de Receita Federal, MDIC, ApexBrasil, Sebrae, FecomercioSP e Sindasp debatem como transformar o acordo comercial em oportunidades de negócios]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;O acordo entre Mercosul e União Europeia (UE) pode abrir portas para as empresas brasileiras ampliarem mercados, reduzirem as barreiras comerciais e aumentarem a competitividade internacional. Mas como aproveitar as oportunidades e aproveitar um mercado de aproximadamente 700 milhões de consumidores?&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Essa é a proposta do seminário &lt;strong&gt;Mercosul x União Europeia: Caminhos Práticos para a Competitividade Internacional&lt;/strong&gt;, que ocorre no próximo dia 18, em São Paulo. O encontro reunirá empresários, especialistas, autoridades e representantes do setor produtivo para apresentar orientações objetivas sobre os principais obstáculos e as grandes oportunidades geradas pelo acordo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="https://forms.gle/YW4esgTuWuSpRnsd6" target="_blank" rel="noopener noreferrer" class="botao"&gt;Clique aqui e faça sua inscrição&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ao longo do dia, os participantes terão acesso a conteúdos estratégicos sobre origem preferencial, certificação, controle aduaneiro, acesso a mercados, crédito para exportação, segurança e conformidade, temas cada vez mais decisivos para quem deseja exportar, importar ou ampliar a sua presença internacional.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A programação contará com especialistas em comércio internacional e geopolítica econômica, com a palestra magna a ser realizada por Marcos Troyjo, economista, cientista político, diplomata e ex-presidente do Novo Banco de Desenvolvimento (NBD), o Banco dos Brics.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Realizado pelo &lt;a href="https://sebrae.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae)&lt;/a&gt;, pela &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt; e pelo &lt;a href="https://sindaspcg.org.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Sindicato dos Despachantes Aduaneiros de São Paulo (Sindasp)&lt;/a&gt;, o evento contará ainda com a participação de representantes do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), da Receita Federal e da ApexBrasil, reunindo diferentes visões e experiências para apoiar empresas, especialmente as pequenas e médias, na construção de estratégias mais competitivas para o mercado global.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;Serviço&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Quinta-feira, 18 de junho, das 9h às 17h30&lt;br&gt;Local:&amp;nbsp;Auditório Sebrae — Rua Vergueiro, 1117, Paraíso — São Paulo/SP&lt;br&gt;Evento gratuito, presencial e com vagas limitadas. Inscreva-se &lt;a href="https://forms.gle/YW4esgTuWuSpRnsd6"&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;[veja_tambem]&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Wed, 03 Jun 2026 12:10:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Internacional]]</category></item></channel></rss>
