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<rss xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" version="2.0"><channel><title>&lt;![CDATA[FecomercioSP]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/public/</link><description>&lt;![CDATA[Reúne líderes empresariais, especialistas e consultores para fomentar o desenvolvimento do empreendedorismo. ]]</description><lastBuildDate>Sat, 25 Apr 2026 04:08:06 -0300</lastBuildDate><language>pt-br</language><image><title>&lt;![CDATA[FecomercioSP]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/public/</link><url>https://www.fecomercio.com.br/public/assets/img/fecomercio-sp-image-share.jpg</url></image><item><title>&lt;![CDATA[Sindióptica SP propõe ajuste em projeto sobre comércio ambulante com apoio da FecomercioSP]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/public/noticia/sindioptica-sp-propoe-ajuste-em-projeto-sobre-comercio-ambulante-com-apoio-da-fecomerciosp</link><description>&lt;![CDATA[Sugestão busca proibir a venda ambulante de produtos ópticos, reforçando a proteção à saúde visual e a segurança jurídica no setor]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;O Projeto de Lei (PL) 575/2025, que trata do com&amp;eacute;rcio ambulante no Pa&amp;iacute;s, pode passar por um ajuste relevante para o varejo &amp;oacute;ptico. Em atua&amp;ccedil;&amp;atilde;o conjunta com a &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/"&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt;, o &lt;a href="https://www.sindioptica-sp.com.br/"&gt;Sindicato do Com&amp;eacute;rcio Varejista de Material &amp;Oacute;ptico, Fotogr&amp;aacute;fico e Cinematogr&amp;aacute;fico no Estado de&amp;nbsp;S&amp;atilde;o Paulo (Sindi&amp;oacute;ptica SP)&lt;/a&gt; apresentou uma proposta de emenda para vedar a comercializa&amp;ccedil;&amp;atilde;o ambulante de produtos &amp;oacute;pticos, como &amp;oacute;culos e lentes, com foco na prote&amp;ccedil;&amp;atilde;o da sa&amp;uacute;de da popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o e no equil&amp;iacute;brio do ambiente de neg&amp;oacute;cios.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A sugest&amp;atilde;o n&amp;atilde;o questiona a import&amp;acirc;ncia da atividade ambulante, mas chama a aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o para a necessidade de regras espec&amp;iacute;ficas quando se trata de itens diretamente ligados &amp;agrave; sa&amp;uacute;de visual, que exigem controle t&amp;eacute;cnico, estrutura adequada e supervis&amp;atilde;o profissional.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O ponto levantado pelo sindicato &amp;eacute; simples, mas sens&amp;iacute;vel. Diferentemente de outros produtos, itens &amp;oacute;pticos n&amp;atilde;o podem ser tratados como mercadorias comuns. A venda de &amp;oacute;culos de grau, por exemplo, depende de prescri&amp;ccedil;&amp;atilde;o feita por profissional habilitado e de uma s&amp;eacute;rie de exig&amp;ecirc;ncias t&amp;eacute;cnicas e sanit&amp;aacute;rias que garantem a adequa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do produto ao consumidor&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Esse processo envolve estrutura f&amp;iacute;sica adequada, equipamentos espec&amp;iacute;ficos, controle de qualidade e presen&amp;ccedil;a de um respons&amp;aacute;vel t&amp;eacute;cnico. Por isso, a comercializa&amp;ccedil;&amp;atilde;o em formato ambulante, pela pr&amp;oacute;pria natureza itinerante, n&amp;atilde;o consegue atender a esses requisitos de forma consistente.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Outro ponto importante &amp;eacute; que j&amp;aacute; existe, em S&amp;atilde;o Paulo, uma legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o que pro&amp;iacute;be esse tipo de venda fora de estabelecimentos regularizados. A aus&amp;ecirc;ncia de uma previs&amp;atilde;o semelhante no projeto federal pode abrir espa&amp;ccedil;o para interpreta&amp;ccedil;&amp;otilde;es equivocadas, dificultando a fiscaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o e criando inseguran&amp;ccedil;a jur&amp;iacute;dica ao setor.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Nesse contexto, a proposta apresentada pelo Sindi&amp;oacute;ptica SP sugere a inclus&amp;atilde;o de um dispositivo claro no texto do PL, vedando a comercializa&amp;ccedil;&amp;atilde;o ambulante de produtos &amp;oacute;pticos em todo o territ&amp;oacute;rio nacional. A medida tamb&amp;eacute;m busca harmonizar a futura lei com regras sanit&amp;aacute;rias j&amp;aacute; consolidadas e evitar distor&amp;ccedil;&amp;otilde;es concorrenciais entre as empresas que seguem a regulamenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o e aquelas que atuem &amp;agrave; margem dessas exig&amp;ecirc;ncias.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Sa&amp;uacute;de, concorr&amp;ecirc;ncia e previsibilidade&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A proposta tamb&amp;eacute;m refor&amp;ccedil;a a prote&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao consumidor. A venda de produtos &amp;oacute;pticos sem controle t&amp;eacute;cnico adequado pode expor a popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o a itens de proced&amp;ecirc;ncia incerta, sem garantia de qualidade ou orienta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de uso. Ao exigir que a comercializa&amp;ccedil;&amp;atilde;o ocorra em estabelecimentos licenciados, o modelo assegura mais transpar&amp;ecirc;ncia, rastreabilidade e possibilidade de responsabiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o em caso de problemas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Al&amp;eacute;m disso, o ajuste contribui para um ambiente concorrencial mais equilibrado, evitando que neg&amp;oacute;cios que cumpram exig&amp;ecirc;ncias legais e sanit&amp;aacute;rias sejam prejudicados por pr&amp;aacute;ticas irregulares. Para o empres&amp;aacute;rio, isso se traduz em regras mais claras e previs&amp;iacute;veis para operar.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A atua&amp;ccedil;&amp;atilde;o conjunta entre FecomercioSP e Sindi&amp;oacute;ptica SP ressalta justamente esse papel de di&amp;aacute;logo t&amp;eacute;cnico na constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o de pol&amp;iacute;ticas p&amp;uacute;blicas. Ao levarem contribui&amp;ccedil;&amp;otilde;es qualificadas ao debate legislativo, as entidades ajudam a aprimorar projetos em tramita&amp;ccedil;&amp;atilde;o e a garantir que a regula&amp;ccedil;&amp;atilde;o acompanhe as especificidades de cada setor.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Thu, 23 Apr 2026 17:35:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Acontece]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Mercado de software e IA aceleram transformação da economia digital]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/public/noticia/mercado-de-software-e-ia-aceleram-transformacao-da-economia-digital</link><description>&lt;![CDATA[Brasil está entre os maiores investidores em TI; avanço da tecnologia impulsiona conectividade global]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;O Brasil est&amp;aacute; refor&amp;ccedil;ando a sua posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de destaque na economia digital global, consolidando-se entre os pa&amp;iacute;ses que mais investem em Tecnologia da Informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o (TI) e ampliando o grau de maturidade digital. Esse movimento &amp;eacute; evidenciado por um estudo sobre o mercado de software que analisa o panorama mundial e as tend&amp;ecirc;ncias do setor, ao oferecer um retrato atualizado dos investimentos em tecnologia. O levantamento, realizado pela &lt;a href="https://abes.org.br/"&gt;Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Brasileira das Empresas de Software (Abes)&lt;/a&gt;, em parceria com a IDC, aponta o Pa&amp;iacute;s como uma das dez economias que mais investem na &amp;aacute;rea.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Com a participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de cerca de 110 pa&amp;iacute;ses, o estudo revela que os investimentos globais em TI somaram US$ 4,2 trilh&amp;otilde;es em 2025. No topo da lista, est&amp;atilde;o os Estados Unidos, com 36% dos investimentos totais, seguidos por China, Reino Unido, Jap&amp;atilde;o, Alemanha, Fran&amp;ccedil;a, &amp;Iacute;ndia, Canad&amp;aacute;, Austr&amp;aacute;lia e Brasil. &amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na Am&amp;eacute;rica Latina, a inje&amp;ccedil;&amp;atilde;o de recursos somou US$ 176,6 bilh&amp;otilde;es no &amp;uacute;ltimo ano. O Brasil se destaca na regi&amp;atilde;o, com mais de 38% dos aportes, seguido por M&amp;eacute;xico (24,2%), Col&amp;ocirc;mbia (7,8%), Argentina (6,2%), Chile (5,8%) e Peru (4,3%). &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Contrariando as expectativas, no ano passado, o Pa&amp;iacute;s cresceu 18,5% em aloca&amp;ccedil;&amp;otilde;es de recursos, enquanto no restante do mundo os investimentos no setor avan&amp;ccedil;aram 14,1%. Os aportes nacionais totalizaram US$ 67,8 bilh&amp;otilde;es. Desse total, US$ 32,5 bilh&amp;otilde;es foram direcionados ao segmento de hardware; US$ 21,7 bilh&amp;otilde;es, ao de software; e US$ 13,6 bilh&amp;otilde;es, ao de servi&amp;ccedil;os.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Sofistica&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos investimentos&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A m&amp;eacute;dia global indica que os recursos s&amp;atilde;o destinados principalmente ao hardware (47%), seguido por software (31%) e servi&amp;ccedil;os (22%). De acordo com Jorge Sukarie, fundador e presidente da Brasoftware, quanto maior o investimento em tecnologia e intelig&amp;ecirc;ncia &amp;mdash; como software e servi&amp;ccedil;os &amp;mdash;, maior o grau de consolida&amp;ccedil;&amp;atilde;o digital de uma na&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No Brasil, os investimentos seguem padr&amp;atilde;o semelhante ao do restante do mundo: hardware representa 48%; software, 32%; e servi&amp;ccedil;os 20%. &amp;ldquo;O Brasil tem convergido para a m&amp;eacute;dia global de investimentos. Quando come&amp;ccedil;amos o estudo, h&amp;aacute; 22 anos, o Pa&amp;iacute;s investia 67% em hardware; hoje, s&amp;atilde;o 48%. Isto &amp;eacute;, temos nos aproximado da m&amp;eacute;dia mundial, aumentando, assim, o nosso grau de maturidade&amp;rdquo;, ressaltou Sukarie.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Em compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o com outros pa&amp;iacute;ses emergentes, o ecossistema nacional se destaca, especialmente frente &amp;agrave; China, que ainda concentra grande parte dos investimentos em hardware. &amp;ldquo;Ao observar apenas software e servi&amp;ccedil;os, o Brasil tamb&amp;eacute;m ocupa uma posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de destaque&amp;rdquo;, disse o fundador e presidente da Brasoftware, durante reuni&amp;atilde;o do &lt;a href="https://fecomercio.com.br/conselhos/conselho-de-economia-digital-e-inovacao"&gt;Conselho de Economia Digital e Inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/a&gt; da &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/"&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt;, realizada na &amp;uacute;ltima sexta-feira (17). &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Incertezas freiam expectativas para 2026&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Apesar do crescimento observado no ano passado, a perspectiva para 2026 &amp;eacute; mais moderada. O Brasil deve crescer 5,3%, enquanto o restante do mundo tende a avan&amp;ccedil;ar 9,7%. Segundo Sukarie, fatores como infla&amp;ccedil;&amp;atilde;o persistente, juros elevados e instabilidade geopol&amp;iacute;tica ajudam a explicar o cen&amp;aacute;rio mais cauteloso. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No caso nacional, somam-se o ano eleitoral, que tende a reduzir investimentos, al&amp;eacute;m da Copa do Mundo, que impacta a produtividade, e &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/inclusao-do-ibs-e-da-cbs-na-base-de-calculo-impostos-vigentes-vai-contra-os-principios-da-nao-cumulatividade-neutralidade-e-da-simplicidade?%2Fnoticia%2Finclusao-do-ibs-e-da-cbs-na-base-de-calculo-impostos-vigentes-vai-contra-os-principios-da-nao-cumulatividade-neutralidade-e-da-simplicidade="&gt;incertezas ligadas &amp;agrave; regulamenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o do IBS e da CBS na Reforma Tribut&amp;aacute;ria&lt;/a&gt;, que permanece sem a defini&amp;ccedil;&amp;atilde;o da al&amp;iacute;quota. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;ldquo;Todos esses fatores acabam influenciando o apetite dos empres&amp;aacute;rios e podem ter levado o Brasil a esse patamar. N&amp;atilde;o lembro de ter visto, nos 22 anos de estudo, o Brasil com uma previs&amp;atilde;o de crescer metade da m&amp;eacute;dia mundial&amp;rdquo;, comentou.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Apesar dessa estimativa, o especialista acredita que o Pa&amp;iacute;s ainda pode surpreender e superar essa perspectiva. Atualmente, os setores de Telecomunica&amp;ccedil;&amp;otilde;es, Finan&amp;ccedil;as e Ind&amp;uacute;stria s&amp;atilde;o os que mais investem em TI. J&amp;aacute; &amp;aacute;reas como Com&amp;eacute;rcio e Servi&amp;ccedil;os ainda apresentam grande potencial de expans&amp;atilde;o nesse tipo de investimento.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;IA segue redefinindo a economia digital&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mais do que o volume de investimentos, o avan&amp;ccedil;o da economia digital tem demonstrado que mercados e pa&amp;iacute;ses precisam se preparar para uma transforma&amp;ccedil;&amp;atilde;o tecnol&amp;oacute;gica acelerada e cada vez mais complexa. Nessa conjuntura, a Intelig&amp;ecirc;ncia Artificial (IA) se consolida como uma das principais ferramentas, deixando o campo conceitual e avan&amp;ccedil;ando para aplica&amp;ccedil;&amp;otilde;es reais. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;ldquo;O tema de IA foi o mais citado no Mobile World Congress, e mais de 70% dos expositores mostraram suas solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es com a aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o da ferramenta&amp;rdquo;, afirmou M&amp;aacute;rcio Kanamaru, conselheiro-executivo da Kryptus e da NTT DATA, que participou da 20&amp;ordf; edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o do evento anual sobre conectividade e tecnologia m&amp;oacute;vel, realizado em mar&amp;ccedil;o deste ano.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;De acordo com ele, todas as grandes operadoras de telecomunica&amp;ccedil;&amp;otilde;es apresentaram projetos com agentes de IA durante o evento. Al&amp;eacute;m disso, a integra&amp;ccedil;&amp;atilde;o da tecnologia ao mundo f&amp;iacute;sico p&amp;ocirc;de ser observada na rob&amp;oacute;tica, com o uso de vis&amp;atilde;o computacional para controle de qualidade, manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o preditiva na log&amp;iacute;stica e automa&amp;ccedil;&amp;atilde;o industrial. Esse avan&amp;ccedil;o converge com o uso de g&amp;ecirc;meos digitais (modelos virtuais de um objeto f&amp;iacute;sico)&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;e tecnologias de realidade aumentada, entre outras &amp;aacute;reas.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ademais, as redes m&amp;oacute;veis passam a ser cada vez mais definidas pela ferramenta. A aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o da IA tem ajudado a superar lacunas, como a escassez de profissionais de telecomunica&amp;ccedil;&amp;otilde;es, al&amp;eacute;m de lidar com a crescente complexidade desses sistemas. Com a IA, as redes ganham mais intelig&amp;ecirc;ncia, reduzem a lat&amp;ecirc;ncia (tempo de resposta) e passam a contar com uma gest&amp;atilde;o mais preditiva.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Soberania digital &amp;eacute; pol&amp;iacute;tica de Estado&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;H&amp;aacute; tamb&amp;eacute;m uma preocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o maior com a concentra&amp;ccedil;&amp;atilde;o de poder em grandes empresas. O avan&amp;ccedil;o acelerado da IA aponta a necessidade de investimento em seguran&amp;ccedil;a digital e soberania de dados, em um quadro de crescente disputa global pelo controle tecnol&amp;oacute;gico. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Nesse contexto, cresce a tend&amp;ecirc;ncia de desenvolvimento de IAs locais, mais seguras e reguladas, especialmente em locais como Oriente M&amp;eacute;dio e Europa. Essas regi&amp;otilde;es v&amp;ecirc;m se movimentando diante da depend&amp;ecirc;ncia das grandes empresas mundiais de tecnologia e modelos de linguagem, consolidando a chamada soberania digital como uma estrat&amp;eacute;gia de Estado.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Monetiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do 5G e avan&amp;ccedil;o para o 6G&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ao mesmo tempo, o retorno sobre investimento (ROI) se torna cada vez mais importante como crit&amp;eacute;rio para ado&amp;ccedil;&amp;atilde;o de solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es corporativas. Da mesma forma, o mercado passa a discutir a monetiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do 5G, com aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o em setores como Ind&amp;uacute;stria, Agro e Sa&amp;uacute;de. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;ldquo;Vemos tamb&amp;eacute;m os primeiros prot&amp;oacute;tipos do 6G, nascendo com a IA integrada. Esses prot&amp;oacute;tipos j&amp;aacute; foram testados na Europa, na Coreia e na China com bandas acima de 100 GHz. Vemos uma discuss&amp;atilde;o grande, j&amp;aacute; posta &amp;agrave; mesa durante o Mobile World Congress, sobre a necessidade de um espectro maior ou igual a 400 MHz para poder utilizar a capacidade do 6G&amp;rdquo;, acrescentou Kanamaru.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O especialista tamb&amp;eacute;m citou a expans&amp;atilde;o massiva de datacenters e da computa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de borda (processamento de dados mais pr&amp;oacute;ximo do usu&amp;aacute;rio), de forma integrada &amp;agrave;s redes 5G e 6G. No Brasil, a expectativa &amp;eacute; que o 6G esteja dispon&amp;iacute;vel a partir de 2030.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Conectividade em qualquer lugar&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Outro movimento relevante e disruptivo &amp;eacute; a evolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos dispositivos, com o avan&amp;ccedil;o do conceito de Direct-to-Device (D2D), com conex&amp;atilde;o direta via sat&amp;eacute;lite. Isso significa que o celular passa a ter uma cobertura praticamente global. &amp;ldquo;Em outras palavras, voc&amp;ecirc; poder&amp;aacute; utilizar o celular com uma cobertura irrestrita em qualquer lugar do planeta &amp;mdash; ou mesmo fora dele&amp;rdquo;, explicou o executivo da Kryptus.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Com a expans&amp;atilde;o dessa conectividade, surgem tamb&amp;eacute;m novos desafios regulat&amp;oacute;rios, j&amp;aacute; que o acesso passa a ocorrer via sat&amp;eacute;lite e fora das estruturas tradicionais de redes terrestres. Ao mesmo tempo, a tend&amp;ecirc;ncia aponta para smartphones com IA nativa (IA no chip), ampliando a capacidade dos dispositivos com processamento local, sem depender da nuvem e com menos lat&amp;ecirc;ncia, o que tamb&amp;eacute;m traz preocupa&amp;ccedil;&amp;otilde;es necess&amp;aacute;rias com os limites e a pr&amp;oacute;pria ciberseguran&amp;ccedil;a.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Computa&amp;ccedil;&amp;atilde;o qu&amp;acirc;ntica ainda distante do Brasil&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Enquanto isso, no mundo, o avan&amp;ccedil;o de tecnologias emergentes, como a computa&amp;ccedil;&amp;atilde;o qu&amp;acirc;ntica, ganha cada vez mais relev&amp;acirc;ncia. Para o ambiente dom&amp;eacute;stico, no entanto, o campo ainda &amp;eacute; pouco desenvolvido: &amp;ldquo;O Brasil ainda est&amp;aacute; fora dos grandes circuitos de computa&amp;ccedil;&amp;atilde;o qu&amp;acirc;ntica do mundo&amp;rdquo;, destacou Kanamaru.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Segundo ele, apesar da forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o de profissionais qualificados, a maior parte acaba sendo absorvida por mercados internacionais mais avan&amp;ccedil;ados, como Estados Unidos, China, Alemanha, Reino Unido e Fran&amp;ccedil;a. &amp;ldquo;Infelizmente, ao se formarem doutores e p&amp;oacute;s-doutores na &amp;aacute;rea, pelo menos 9 em cada 10 saem do Brasil j&amp;aacute; contratados por grandes centros.&amp;rdquo;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;De acordo com o executivo, a tecnologia tem tido seu potencial ampliado pela integra&amp;ccedil;&amp;atilde;o com a IA, principalmente em modelos h&amp;iacute;bridos capazes de lidar com problemas que a computa&amp;ccedil;&amp;atilde;o cl&amp;aacute;ssica n&amp;atilde;o consegue processar com efici&amp;ecirc;ncia. Dentre os principais casos de uso, destacam-se as simula&amp;ccedil;&amp;otilde;es complexas, como an&amp;aacute;lises ambientais, clim&amp;aacute;ticas, s&amp;iacute;smicas e aplica&amp;ccedil;&amp;otilde;es em biomedicina. Apesar do avan&amp;ccedil;o, a computa&amp;ccedil;&amp;atilde;o qu&amp;acirc;ntica ainda lida com limita&amp;ccedil;&amp;otilde;es, como custo alto e aplica&amp;ccedil;&amp;otilde;es ainda restritas.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A expectativa, por&amp;eacute;m, &amp;eacute; de que, com a gradual democratiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o e a integra&amp;ccedil;&amp;atilde;o com a computa&amp;ccedil;&amp;atilde;o cl&amp;aacute;ssica, mediante o desenvolvimento cont&amp;iacute;nuo do hardware e do software, a sua presen&amp;ccedil;a se amplie nos pr&amp;oacute;ximos tr&amp;ecirc;s a cinco anos, com aplica&amp;ccedil;&amp;otilde;es cada vez mais pr&amp;oacute;ximas da vida moderna atual de outros pa&amp;iacute;ses desenvolvidos.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Thu, 23 Apr 2026 16:34:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Economia Digital]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Abertura comercial como estratégia de desenvolvimento]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/public/noticia/abertura-comercial-como-estrategia-de-desenvolvimento</link><description>&lt;![CDATA[A fragmentação geoeconômica abre oportunidades para fornecedores confiáveis em áreas estratégicas; permanecer fechado é optar pela estagnação]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;&lt;em&gt;Rubens Medrano*&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A economia mundial n&amp;atilde;o deixou de se globalizar; ela se fragmentou. O com&amp;eacute;rcio segue como grande motor de produtividade e de difus&amp;atilde;o tecnol&amp;oacute;gica, mas agora opera em um ambiente marcado por tens&amp;otilde;es geopol&amp;iacute;ticas, pol&amp;iacute;ticas industriais bilion&amp;aacute;rias e um protecionismo crescente nas principais pot&amp;ecirc;ncias.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Nesse cen&amp;aacute;rio, pa&amp;iacute;ses que se conectam de forma estrat&amp;eacute;gica &amp;agrave;s cadeias globais de valor avan&amp;ccedil;am, enquanto os que se fecham ficam para tr&amp;aacute;s &amp;ndash; e o Brasil ainda se aproxima mais do 2&amp;ordm; grupo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A experi&amp;ecirc;ncia internacional mostra que a abertura comercial &amp;eacute; um dos pilares do crescimento de longo prazo. Economias expostas ao com&amp;eacute;rcio absorvem tecnologia com mais rapidez, aprendem com quem est&amp;aacute; na fronteira e elevam sua produtividade.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A competi&amp;ccedil;&amp;atilde;o externa pressiona as empresas a inovar e melhorar processos, enquanto o acesso a insumos mais modernos reduz custos e eleva a qualidade do que se produz. Quando as empresas passam a atender mercados maiores, ganham escala e diluem custos fixos. Para pa&amp;iacute;ses de renda m&amp;eacute;dia como o Brasil, isso &amp;eacute; decisivo para escapar da armadilha da baixa produtividade.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Casos como Coreia do Sul, M&amp;eacute;xico, Vietn&amp;atilde; e Bangladesh ilustram esse caminho. A Coreia, que nos anos 1960 era mais pobre que o Brasil, integrou-se agressivamente ao com&amp;eacute;rcio mundial &amp;ndash; reduziu tarifas, assinou acordos e orientou sua pol&amp;iacute;tica industrial para competir l&amp;aacute; fora &amp;ndash; e hoje tem PIB per capita muito superior ao nosso. O M&amp;eacute;xico tornou-se um dos maiores exportadores de manufaturas do mundo depois do Nafta. Vietn&amp;atilde; e Bangladesh usaram a abertura como trampolim para atrair investimentos, tecnologia e milh&amp;otilde;es de empregos industriais. Esses exemplos mostram que a integra&amp;ccedil;&amp;atilde;o comercial &amp;eacute; o que separa pa&amp;iacute;ses que avan&amp;ccedil;am dos que estagnaram.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O Brasil, por&amp;eacute;m, insiste em manter uma economia fechada. Nossa tarifa m&amp;eacute;dia supera o dobro da m&amp;eacute;dia da OCDE, e nossa participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o nas cadeias globais de valor &amp;eacute; inferior &amp;agrave; de pa&amp;iacute;ses muito mais pobres. Isso se reflete em baixa produtividade, pouca inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o e uma ind&amp;uacute;stria com menor densidade tecnol&amp;oacute;gica. A prote&amp;ccedil;&amp;atilde;o prolongada permitiu que muitas empresas sobrevivessem pela barreira tarif&amp;aacute;ria, e n&amp;atilde;o pela efici&amp;ecirc;ncia, penalizando consumidores e limitando o crescimento do Pa&amp;iacute;s.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A fragmenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o geoecon&amp;ocirc;mica atual abre oportunidades para fornecedores confi&amp;aacute;veis em &amp;aacute;reas estrat&amp;eacute;gicas: energia limpa, minerais cr&amp;iacute;ticos, agroind&amp;uacute;stria avan&amp;ccedil;ada e biotecnologia. O Brasil tem vantagens naturais e institucionais para ocupar esse espa&amp;ccedil;o, mas precisa reduzir barreiras, simplificar regras e firmar acordos que ampliem escala e previsibilidade. A abertura tamb&amp;eacute;m &amp;eacute; essencial para inovar: em setores de fronteira, ningu&amp;eacute;m inova sozinho, e economias fechadas ficam distantes do que h&amp;aacute; de mais avan&amp;ccedil;ado.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O argumento de que a prote&amp;ccedil;&amp;atilde;o preserva empregos n&amp;atilde;o se sustenta. Pa&amp;iacute;ses fechados protegem inefici&amp;ecirc;ncias, n&amp;atilde;o trabalhadores. A abertura desloca m&amp;atilde;o de obra para setores mais produtivos, nos quais os sal&amp;aacute;rios tendem a ser maiores. Crescer apoiado s&amp;oacute; no mercado interno &amp;eacute; estrat&amp;eacute;gia vi&amp;aacute;vel para economias com a escala dos EUA ou da China. N&amp;oacute;s n&amp;atilde;o temos essa escala, e fingir que temos &amp;eacute; um erro que custa caro.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A abertura comercial n&amp;atilde;o amea&amp;ccedil;a o desenvolvimento brasileiro; ela &amp;eacute; condi&amp;ccedil;&amp;atilde;o para que ele ocorra. Em um mundo fragmentado, quem se fecha perde relev&amp;acirc;ncia. O Brasil tem potencial para ser protagonista, mas precisa escolher esse caminho. Permanecer fechado &amp;eacute; optar pela estagna&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;*&lt;em id="isPasted"&gt;Rubens Medrano&lt;/em&gt; &amp;eacute; presidente do Conselho de Rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es Internacionais da Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Artigo publicado originalmente no &lt;a href="https://www.poder360.com.br/opiniao/abertura-comercial-como-estrategia-de-desenvolvimento/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Poder360&lt;/a&gt; em 18 de abril de 2026&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Wed, 22 Apr 2026 18:20:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Internacional]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Endividamento elevado muda padrão de consumo e pressiona empresas]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/public/noticia/endividamento-elevado-muda-padrao-de-consumo-e-pressiona-empresas</link><description>&lt;![CDATA[Consumidor segue ativo, mas mais fragilizado, dependente de crédito e sensível a preço]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;Com &lt;a href="https://fecomercio.com.br/noticia/sete-em-cada-dez-familias-estao-endividadas-em-sao-paulo-inadimplencia-chega-a-21-informa-a-fecomerciosp?%2Fnoticia%2Fsete-em-cada-dez-familias-estao-endividadas-em-sao-paulo-inadimplencia-chega-a-21-informa-a-fecomerciosp="&gt;71,1% das fam&amp;iacute;lias paulistanas endividadas no m&amp;ecirc;s de mar&amp;ccedil;o&lt;/a&gt;, o padr&amp;atilde;o de consumo mudou e come&amp;ccedil;a a pressionar o desempenho das empresas, especialmente no Com&amp;eacute;rcio e nos Servi&amp;ccedil;os. Equivalente a cerca de 3,2 milh&amp;otilde;es de lares com d&amp;iacute;vidas, o &amp;iacute;ndice aponta o comprometimento m&amp;eacute;dio de 26,7% da renda.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O panorama foi detalhado durante reuni&amp;atilde;o do Comit&amp;ecirc; de Relacionamento de Assessorias Econ&amp;ocirc;micas e Especiais (CRAEE) da&amp;nbsp;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/"&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt;, no dia 15 de abril, que trouxe dados sobre o comportamento financeiro do consumidor, apresentados por Bruno Souza, assessor econ&amp;ocirc;mico da Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o. &amp;ldquo;O cen&amp;aacute;rio revela uma mudan&amp;ccedil;a no papel do cr&amp;eacute;dito dentro do or&amp;ccedil;amento dom&amp;eacute;stico, pois deixou de ser uma escolha e passou a ser uma necessidade para sustentar o consumo&amp;rdquo;, afirmou.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A press&amp;atilde;o &amp;eacute; mais intensa entre as fam&amp;iacute;lias de menor renda, em que o endividamento atinge 74,5%, mas tamb&amp;eacute;m se mant&amp;eacute;m elevado nas faixas superiores, com 61,3%. Esse quadro reduz a capacidade de ajuste financeiro e torna o consumidor mais cauteloso nas decis&amp;otilde;es de consumo. Para Souza, a consequ&amp;ecirc;ncia direta &amp;eacute; um comportamento mais defensivo, com foco em itens essenciais e menos margem para gastos de maior valor.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Cr&amp;eacute;dito sustenta consumo&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O principal tipo de d&amp;iacute;vida &amp;eacute; o cart&amp;atilde;o de cr&amp;eacute;dito, com 79,3%, o principal instrumento de financiamento das fam&amp;iacute;lias. Na pr&amp;aacute;tica, tem sido utilizado para cobrir despesas do dia a dia, e n&amp;atilde;o apenas compras pontuais. &amp;ldquo;Hoje, o cr&amp;eacute;dito funciona como uma ponte entre a necessidade e a capacidade de pagamento&amp;rdquo;, explicou.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Esse movimento mant&amp;eacute;m o consumo ativo, mas em menor qualidade. O consumidor segue no mercado, por&amp;eacute;m mais sens&amp;iacute;vel a pre&amp;ccedil;os, buscando promo&amp;ccedil;&amp;otilde;es e alternativas mais baratas. Ao mesmo tempo, h&amp;aacute; redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o da liquidez, o que diminui as compras &amp;agrave; vista e amplia a depend&amp;ecirc;ncia do parcelamento como condi&amp;ccedil;&amp;atilde;o para consumir.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A tend&amp;ecirc;ncia deve continuar: cerca de 11,4% dos consumidores pretendem contratar cr&amp;eacute;dito nos pr&amp;oacute;ximos meses, dos quais 83% ser&amp;atilde;o destinados ao consumo corrente. O dado refor&amp;ccedil;a a leitura de que o cr&amp;eacute;dito passou a sustentar despesas b&amp;aacute;sicas, sem necessariamente estar atrelado a aumento de renda.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Impacto para os neg&amp;oacute;cios&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O enfraquecimento financeiro das fam&amp;iacute;lias j&amp;aacute; se reflete no ambiente empresarial. O n&amp;uacute;mero de empresas inadimplentes no Brasil chegou a 8,9 milh&amp;otilde;es, com alta de 29% em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao ano anterior e um volume de R$ 213 bilh&amp;otilde;es em d&amp;iacute;vidas. Os setores mais dependentes do consumo dom&amp;eacute;stico concentram os maiores reflexos, com destaque para Servi&amp;ccedil;os e Com&amp;eacute;rcio.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Segundo o assessor, h&amp;aacute; uma transmiss&amp;atilde;o direta desse movimento. &amp;ldquo;O problema que come&amp;ccedil;ou nas fam&amp;iacute;lias est&amp;aacute; chegando ao balan&amp;ccedil;o das empresas, principalmente aquelas mais expostas ao consumo recorrente&amp;rdquo;, disse Souza.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/inadimplencia-aumenta-em-todas-as-faixas-de-renda-em-sao-paulo"&gt;A inadimpl&amp;ecirc;ncia das fam&amp;iacute;lias tamb&amp;eacute;m avan&amp;ccedil;ou&lt;/a&gt;. Em mar&amp;ccedil;o, 20,9% estavam com contas em atraso e tempo m&amp;eacute;dio de 66 dias para regulariza&amp;ccedil;&amp;atilde;o. O aumento de 1,6 ponto porcentual (p.p.) em um ano representa mais de 70 mil novas fam&amp;iacute;lias inadimplentes, indicando mais dificuldade de recupera&amp;ccedil;&amp;atilde;o financeira.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O ambiente de press&amp;atilde;o aparece ainda no n&amp;uacute;mero de recupera&amp;ccedil;&amp;otilde;es judiciais, que somaram 2.466 casos, um recorde hist&amp;oacute;rico. O dado mostra que muitas empresas continuam operando, mas com elevado n&amp;iacute;vel de endividamento e restri&amp;ccedil;&amp;atilde;o de caixa.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Nesse contexto, a recomenda&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; ajustar a estrat&amp;eacute;gia ao novo perfil do consumidor. Mais seletivo, com menos recursos dispon&amp;iacute;veis e maior depend&amp;ecirc;ncia de cr&amp;eacute;dito, ele exige pol&amp;iacute;ticas comerciais mais cautelosas. Entender esse comportamento deixou de ser diferencial e passou a ser condi&amp;ccedil;&amp;atilde;o para manter as vendas em um ambiente mais desafiador.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Wed, 22 Apr 2026 16:08:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Brasil]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Como reter talentos em tempos de escassez de mão de obra]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/public/noticia/como-reter-talentos-em-tempos-de-escassez-de-mao-de-obra</link><description>&lt;![CDATA[Case da construtora MBigucci, apresentado na FecomercioSP, mostra como cultura organizacional pode reduzir a rotatividade e atrair profissionais]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;A dificuldade de contratar e, principalmente, de reter trabalhadores tem pressionado empresas de diferentes setores, frente a um período de escassez de mão de obra. Na construção civil, o cenário é ainda mais evidente. Foi a partir dessa realidade que a empresária Roberta Bigucci, da construtora MBigucci, apresentou, durante reunião do &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/conselhos/conselho-de-servicos"&gt;Conselho de Serviços&lt;/a&gt; da&amp;nbsp;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/"&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt;, no dia 13 de abril, um conjunto de práticas adotadas pela empresa para lidar com o problema de forma estruturada.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Com mais de quatro décadas de atuação, a companhia vivenciou momentos críticos de perda de profissionais e concorrência acirrada por mão de obra. Segundo Roberta, a falta não está apenas na quantidade de trabalhadores disponíveis, mas no interesse pelas funções tradicionais, que perderam atratividade ao longo do tempo. A percepção sobre condições de trabalho, a desvalorização histórica de algumas ocupações e a mudança de expectativas das novas gerações ajudam a explicar esse descompasso.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Ambiente que retém&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Frente a essa situação, a estratégia da MBigucci foi reposicionar a experiência do colaborador dentro da empresa. O foco deixou de ser a contratação e passou a incluir, de forma mais consistente, o cuidado com o ambiente laboral, a segurança e o desenvolvimento humano. A lógica é simples, mas exige execução contínua: profissionais permanecem onde se sentem respeitados e valorizados, e não somente remunerados.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Roberta destacou que a empresa investiu em melhorias estruturais e em uma cultura de acolhimento, substituindo práticas antigas por condições mais adequadas. O impacto aparece no comportamento dos próprios funcionários, que passam a indicar a empresa e a construir vínculos de longo prazo. Em muitos casos, a permanência se torna parte do projeto de vida do trabalhador, o que reduz significativamente a rotatividade e os custos associados à reposição de equipes.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Outro ponto central foi a criação de canais efetivos de escuta. A empresa passou a incentivar sugestões e críticas internas, garantindo que as demandas fossem analisadas e, sempre que possível, implementadas. Em um dos ciclos, centenas de ideias foram incorporadas à rotina da organização, reforçando o senso de pertencimento e a percepção de que a gestão está aberta ao diálogo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Tecnologia e cultura&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A incorporação de tecnologia também entrou na equação, mas com um cuidado estratégico. Em vez de substituir funções, a empresa optou por reposicionar equipes. A criação de uma assistente virtual para atendimento ao cliente foi conduzida com participação dos colaboradores, que ajudaram a definir características e funcionamento da ferramenta.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;“O resultado foi uma transição mais fluida, sem resistência interna. Com a automação de tarefas repetitivas, os profissionais passaram a atuar em atividades mais analíticas e estratégicas, o que elevou o nível de satisfação e reduziu o risco de desligamentos”, disse Roberta. A experiência mostrou que a tecnologia, quando bem comunicada, pode fortalecer — e não fragilizar — o vínculo entre empresa e equipe.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Além disso, a companhia avançou em processos de modernização produtiva, incorporando soluções industrializadas que reduzem a dependência de mão de obra em determinadas etapas, conforme contou a empresária. A medida responde tanto à escassez de profissionais quanto à necessidade de ganhar eficiência e previsibilidade nas entregas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Engajamento como estratégia&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Outro eixo relevante da atuação da Mbigucci é o investimento em iniciativas de engajamento que extrapolam a rotina operacional. Projetos internos voltados para ações sociais, ambientais e de desenvolvimento coletivo passaram a integrar o dia a dia dos colaboradores, fortalecendo vínculos e ampliando o sentido do trabalho.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Essas iniciativas, muitas vezes de baixo custo, têm efeito direto na retenção de talentos. Ao participar de projetos que dialoguem com valores pessoais, o trabalhador tende a desenvolver maior conexão com a empresa. O engajamento se reflete no ambiente organizacional e contribui para a construção de uma cultura mais sólida e resiliente diante das oscilações do mercado.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A experiência apresentada no Conselho de Serviços da FecomercioSP indica que enfrentar a carência de mão de obra passa, necessariamente, por uma revisão da forma como as empresas se relacionam com seus profissionais. Em um cenário no qual atrair trabalhadores se tornou mais difícil, criar condições para que eles permaneçam deixou de ser diferencial e passou a ser condição básica de competitividade.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Wed, 22 Apr 2026 16:03:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Serviços]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Turismo tem faturamento recorde no mês do carnaval, mas falta de mão de obra preocupa]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/public/noticia/turismo-tem-faturamento-recorde-no-mes-do-carnaval-mas-falta-de-mao-de-obra-preocupa</link><description>&lt;![CDATA[Com R$ 22,3 bilhões em fevereiro, setor encerra alta temporada com saldo positivo; escassez de pessoal pesa em bares e restaurantes, segmento-chave]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;O Turismo brasileiro registrou mais um faturamento recorde para o m&amp;ecirc;s de fevereiro, com movimenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de R$ 22,3 bilh&amp;otilde;es em pleno per&amp;iacute;odo de carnaval, um crescimento de 6,7% em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao mesmo per&amp;iacute;odo do ano passado.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Com esse resultado, encerra-se a alta temporada de ver&amp;atilde;o (de dezembro a fevereiro), com R$ 75,7 bilh&amp;otilde;es de faturamento, alta de 3,7% no comparativo anual.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O resultado do levantamento mensal da &lt;a href="https://fecomercio.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt;, com base em informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es do IBGE sobre os principais segmentos do setor, aponta o bom momento das atividades, sustentadas pelo consumo das fam&amp;iacute;lias e pelo mercado de trabalho aquecido.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Apesar do cen&amp;aacute;rio positivo, o ambiente de neg&amp;oacute;cios demanda cautela. A alta recente nos combust&amp;iacute;veis j&amp;aacute; pressiona os custos do transporte rodovi&amp;aacute;rio e deve repercutir tamb&amp;eacute;m no transporte a&amp;eacute;reo nos pr&amp;oacute;ximos meses. Al&amp;eacute;m disso, a dificuldade de contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o em alguns segmentos segue elevando os custos operacionais.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Esses fatores podem reduzir margens e exigem mais aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o na gest&amp;atilde;o financeira das empresas do setor.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;img border="0" width="501" height="286" src="https://fecomercio.com.br/upload/img/088d82f1f55838a81cb7748b6bb6ff8d33cae233.png" class="fr-fic fr-dii"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;img src="https://fecomercio.com.br/upload/img/b7bc25b79e465b6dda3fa706837edc659b5f3bff.jpg" style="width: 533px;" class="fr-fic fr-dib fr-fil"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;img src="https://fecomercio.com.br/upload/img/58e673907e400e73122aaa1f6ec38743134e23e2.jpg" style="width: 433px;" class="fr-fic fr-dib fr-fil"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Hospedagem e transporte lideram crescimento&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O segmento de alojamento foi o principal destaque de fevereiro, com faturamento de R$ 5,65 bilh&amp;otilde;es e crescimento de 14%, o maior j&amp;aacute; registrado.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Embora parte desse avan&amp;ccedil;o esteja associada ao efeito calend&amp;aacute;rio &amp;mdash; j&amp;aacute; que, em 2025, o carnaval ocorreu em mar&amp;ccedil;o &amp;mdash;, os indicadores mostram um mercado consistente, com aumento da di&amp;aacute;ria m&amp;eacute;dia e da receita por quarto dispon&amp;iacute;vel.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O transporte a&amp;eacute;reo tamb&amp;eacute;m teve papel importante, com R$ 6,4 bilh&amp;otilde;es em faturamento (alta de 6,9%). O crescimento foi puxado pelo aumento da demanda, com mais passageiros viajando, mesmo com tarifas praticamente est&amp;aacute;veis.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Alimenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o e servi&amp;ccedil;os sustentam a atividade&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Outros segmentos importantes do Turismo acompanharam o desempenho positivo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O setor de bares e restaurantes faturou R$ 3,2 bilh&amp;otilde;es, alta de 6,4%, refletindo tanto a demanda aquecida quanto o aumento de custos, especialmente pela escassez de m&amp;atilde;o de obra.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na loca&amp;ccedil;&amp;atilde;o de ve&amp;iacute;culos, o faturamento chegou a R$ 2,7 bilh&amp;otilde;es (crescimento de 5%), impulsionado pela alta nos pre&amp;ccedil;os dos autom&amp;oacute;veis e pela demanda t&amp;iacute;pica da temporada.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Outras atividades, como servi&amp;ccedil;os tur&amp;iacute;sticos e culturais, tamb&amp;eacute;m cresceram, embora em ritmo mais moderado.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Nordeste se destaca; S&amp;atilde;o Paulo mant&amp;eacute;m lideran&amp;ccedil;a&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O impacto do carnaval foi mais intenso nos destinos tradicionais da data. Estados do Nordeste lideraram o crescimento do Turismo, com destaque para Bahia, Rio Grande do Norte e Alagoas.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O Rio de Janeiro tamb&amp;eacute;m apresentou &amp;oacute;timos n&amp;uacute;meros, estimulado pelo Turismo nacional e internacional e pela maior conectividade a&amp;eacute;rea.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;S&amp;atilde;o Paulo, por sua vez, manteve a relev&amp;acirc;ncia tradicional, com crescimento de 8,4% e participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 41% no faturamento nacional.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;O que o empres&amp;aacute;rio precisa considerar&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A tend&amp;ecirc;ncia para o setor permanece positiva. Como as viagens s&amp;atilde;o planejadas com anteced&amp;ecirc;ncia, a demanda deve se manter nos pr&amp;oacute;ximos meses.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O cen&amp;aacute;rio internacional tamb&amp;eacute;m pode favorecer o Pa&amp;iacute;s. Tens&amp;otilde;es em outras regi&amp;otilde;es do mundo tendem a redirecionar turistas para destinos considerados mais seguros, como o Brasil.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O conflito trouxe aumento de custos para o abastecimento de ve&amp;iacute;culos pr&amp;oacute;prios ou alugados, bem como impactou o transporte rodovi&amp;aacute;rio, encarecendo o custo final das viagens. O reajuste no pre&amp;ccedil;o do querosene de avia&amp;ccedil;&amp;atilde;o ocorreu apenas em abril, enquanto gasolina e &amp;oacute;leo diesel j&amp;aacute; haviam subido em mar&amp;ccedil;o. Ser&amp;aacute; importante observar como isso ter&amp;aacute; reflexo no resultado ap&amp;oacute;s a alta temporada.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;ldquo;O bom desempenho em fevereiro mostra que o Turismo segue como um importante motor do consumo no Pa&amp;iacute;s. O desafio est&amp;aacute; em transformar esse crescimento em resultados sustent&amp;aacute;veis ao longo do ano. Orientamos que os empres&amp;aacute;rios adotem uma estrat&amp;eacute;gia equilibrada para aproveitar o momento favor&amp;aacute;vel sem comprometer a rentabilidade&amp;rdquo;, destaca Guilherme Dietze, presidente do &lt;a href="https://fecomercio.com.br/conselhos/conselho-de-turismo" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Conselho de Turismo da FecomercioSP&lt;/a&gt;.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Dentre as a&amp;ccedil;&amp;otilde;es, as dicas s&amp;atilde;o:&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;planejar custos com mais rigor&lt;/strong&gt;, especialmente de energia, combust&amp;iacute;veis e m&amp;atilde;o de obra;&amp;nbsp;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;ajustar pre&amp;ccedil;os com cautela&lt;/strong&gt;, evitando perda de competitividade;&amp;nbsp;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;investir em efici&amp;ecirc;ncia operacional&lt;/strong&gt; para compensar a press&amp;atilde;o de despesas;&amp;nbsp;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;aproveitar a demanda antecipada&lt;/strong&gt;, refor&amp;ccedil;ando reservas e ocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o;&amp;nbsp;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;monitorar o comportamento do consumidor&lt;/strong&gt;, cada vez mais sens&amp;iacute;vel a pre&amp;ccedil;o.&amp;nbsp;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;Veja tamb&amp;eacute;m:&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="https://fecomercio.com.br/noticia/turismo-mantem-crescimento-e-amplia-desafios-em-cenario-global-mais-incerto" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Carta Setorial: Turismo mant&amp;eacute;m crescimento e amplia desafios em cen&amp;aacute;rio global mais incerto&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;]]</content:encoded><pubDate>Wed, 22 Apr 2026 14:58:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Turismo]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[A geopolítica adotada pelos governos deve ser baseada em fatos científicos]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/public/noticia/decisoes-politicas-sem-base-cientifica-ampliam-conflitos-e-riscos-globais-2-mais-analitica-a-ausencia-de-evidencias-cientificas-nas-decisoes-inter</link><description>&lt;![CDATA[Do passado à atualidade, exemplos mostram como a ciência é essencial para orientar decisões geopolíticas e evitar crises]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;&lt;em&gt;Por Jos&amp;eacute; Goldemberg*&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Num mundo conturbado, com guerras no Oriente M&amp;eacute;dio, Ucr&amp;acirc;nia, &amp;Aacute;frica e subcontinente indiano, pode parecer ing&amp;ecirc;nuo lembrar a import&amp;acirc;ncia da ci&amp;ecirc;ncia para resolver os problemas que afligem nossa civiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Sucede que essas guerras s&amp;atilde;o consequ&amp;ecirc;ncias de an&amp;aacute;lises geopol&amp;iacute;ticas e a sua formula&amp;ccedil;&amp;atilde;o depende criticamente de avalia&amp;ccedil;&amp;otilde;es cient&amp;iacute;ficas. Isto &amp;eacute; o que aconteceu no passado e n&amp;atilde;o est&amp;aacute; acontecendo agora.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No in&amp;iacute;cio do s&amp;eacute;culo 19, um dos grandes problemas da Inglaterra era o aumento da popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o e da pobreza resultante. Thomas Malthus, um cl&amp;eacute;rigo e cientista qualificado, identificou claramente a origem do problema ao perceber que a popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o crescia em progress&amp;atilde;o geom&amp;eacute;trica (1, 2, 4, 8, 16...) porque as fam&amp;iacute;lias tinham mais de dois filhos, enquanto a produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o de alimentos crescia apenas em progress&amp;atilde;o aritm&amp;eacute;tica (1, 2, 3, 4, 5...), isto &amp;eacute;, do aumento da &amp;aacute;rea dedicada &amp;agrave; agricultura com tecnologias tradicionais.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Malthus era o que se chama hoje de &amp;ldquo;reacion&amp;aacute;rio&amp;rdquo; e se op&amp;ocirc;s a qualquer programa de assist&amp;ecirc;ncia e ajuda aos pobres, defendendo a ideia de que a &amp;ldquo;mis&amp;eacute;ria&amp;rdquo;, a morte precoce e at&amp;eacute; as guerras eram a melhor pol&amp;iacute;tica para o controle da popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o. As ideias de Malthus legitimaram as pol&amp;iacute;ticas da aristocracia inglesa oposta &amp;agrave; ado&amp;ccedil;&amp;atilde;o de pol&amp;iacute;ticas sociais. Variantes modernas das ideias de Malthus s&amp;atilde;o o &amp;ldquo;apartheid&amp;rdquo; na &amp;Aacute;frica do Sul e a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos palestinos em Israel.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O desenvolvimento de t&amp;eacute;cnicas agr&amp;iacute;colas, com consequente aumento de produtividade, e revolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o industrial que utilizava a m&amp;atilde;o de obra rural abundante resolveram o problema. A popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o mundial aumentou extraordinariamente desde ent&amp;atilde;o sem grandes crises e deve se estabilizar at&amp;eacute; o fim do s&amp;eacute;culo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Outro exemplo importante da influ&amp;ecirc;ncia da ci&amp;ecirc;ncia para embasar a solu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de problemas pol&amp;iacute;ticos e geopol&amp;iacute;ticos ocorreu na guerra fria entre Estados Unidos e Uni&amp;atilde;o Sovi&amp;eacute;tica (entre 1945 e 1991) com a produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o crescente de armas nucleares nos dois pa&amp;iacute;ses e testes nucleares na atmosfera.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na segunda metade do s&amp;eacute;culo 20, os l&amp;iacute;deres destes pa&amp;iacute;ses decidiram limitar a produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o de armas nucleares enfrentando a oposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos militares nos seus pa&amp;iacute;ses que alimentavam uma geopol&amp;iacute;tica de enfrentamento militar que teria levado &amp;agrave; destrui&amp;ccedil;&amp;atilde;o da civiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o como a conhecemos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os presidentes John Kennedy e Ronald Reagan se cercaram de assessores cient&amp;iacute;ficos que os convenceram a adotar medidas que limitassem a produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o de armas nucleares. Segundo Henry Kissinger, a paz gerada pelo medo da destrui&amp;ccedil;&amp;atilde;o m&amp;uacute;tua &amp;ndash; a dissuas&amp;atilde;o nuclear &amp;ndash; evitou uma terceira guerra mundial entre as grandes pot&amp;ecirc;ncias durante 75 anos, o mais longo per&amp;iacute;odo da Hist&amp;oacute;ria em que isso ocorreu.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Isso n&amp;atilde;o est&amp;aacute; acontecendo agora no conflito entre Estados Unidos e Ir&amp;atilde;. A justificativa para a guerra desencadeada pelos Estados Unidos contra o Ir&amp;atilde; tem sido a de que o pa&amp;iacute;s estava na &amp;ldquo;imin&amp;ecirc;ncia&amp;rdquo; de produzir armas nucleares. Essa informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; incorreta e se deve, provavelmente, &amp;agrave; aus&amp;ecirc;ncia de assessores cient&amp;iacute;ficos nas negocia&amp;ccedil;&amp;otilde;es que estavam ocorrendo entre os dois pa&amp;iacute;ses. Ao que parece, os negociadores americanos, liderados por um homem de neg&amp;oacute;cios sem compet&amp;ecirc;ncia t&amp;eacute;cnica, acreditavam que o Ir&amp;atilde; disporia em semanas do ur&amp;acirc;nio necess&amp;aacute;rio, o que n&amp;atilde;o era o caso. Ur&amp;acirc;nio precisa ser &amp;ldquo;enriquecido&amp;rdquo; a um grau superior a 90% para a constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o de armas e o Ir&amp;atilde; tinha atingido apenas o n&amp;iacute;vel de 60%. Al&amp;eacute;m disso, construir um artefato nuclear envolve outras t&amp;eacute;cnicas que exigem tempo. V&amp;aacute;rias autoridades brasileiras repetem a mesma fal&amp;aacute;cia ao dizer que o Brasil &amp;eacute; uma grande pot&amp;ecirc;ncia nuclear por possuir minerais de ur&amp;acirc;nio.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;As consequ&amp;ecirc;ncias geopol&amp;iacute;ticas dessa guerra s&amp;atilde;o muito mais graves. H&amp;aacute; d&amp;eacute;cadas, os cientistas t&amp;ecirc;m alertado governos para o fato de que as reservas de petr&amp;oacute;leo (e de outros combust&amp;iacute;veis f&amp;oacute;sseis, como carv&amp;atilde;o e g&amp;aacute;s natural) s&amp;atilde;o finitas, e distribu&amp;iacute;das e exploradas de forma muito desigual em torno do mundo. A maioria delas se encontra justamente no Oriente M&amp;eacute;dio e bastou um conflito armado para fechar o Estreito de Ormuz no Ir&amp;atilde; e provocar uma crise econ&amp;ocirc;mica mundial an&amp;aacute;loga &amp;agrave; que ocorreu em 1974.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O problema &amp;eacute; agravado pelo fato de que o uso de combust&amp;iacute;veis f&amp;oacute;sseis &amp;eacute; a principal fonte de gases respons&amp;aacute;veis pelo aumento da temperatura da Terra e das mudan&amp;ccedil;as clim&amp;aacute;ticas resultantes.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A solu&amp;ccedil;&amp;atilde;o para esses problemas &amp;eacute; reduzir o uso dos combust&amp;iacute;veis f&amp;oacute;sseis e estimular o uso de fontes renov&amp;aacute;veis de energia, o que estava ocorrendo muito lentamente e foi agravado agora pelo fato de que o presidente Trump &amp;eacute; um &amp;ldquo;negacionista&amp;rdquo; hostil a esse tipo de estrat&amp;eacute;gia.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Neste caso, como nos outros problemas discutidos acima, a geopol&amp;iacute;tica adotada pelos governos deve ser baseada em fatos cient&amp;iacute;ficos. A promo&amp;ccedil;&amp;atilde;o do uso de fontes renov&amp;aacute;veis de energia e sobretudo do uso crescente de energia el&amp;eacute;trica &amp;eacute; a &amp;uacute;nica pol&amp;iacute;tica correta a ser seguida para reduzir a depend&amp;ecirc;ncia do uso de petr&amp;oacute;leo e g&amp;aacute;s. Energia el&amp;eacute;trica, em geral, &amp;eacute; gerada localmente e n&amp;atilde;o pode ser exportada facilmente como petr&amp;oacute;leo ou g&amp;aacute;s.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;N&amp;atilde;o h&amp;aacute; geopol&amp;iacute;tica diferente que v&amp;aacute; evitar problemas como os que enfrentamos hoje, e a China j&amp;aacute; est&amp;aacute; seguindo esse caminho.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;* Jos&amp;eacute; Goldemberg &amp;eacute; presidente do &lt;/em&gt;&lt;a href="https://fecomercio.com.br/conselhos/conselho-de-sustentabilidade" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;&lt;em&gt;Conselho de Sustentabilidade da Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Artigo originalmente publicado no&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;a href="https://www.estadao.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;jornal O Estado de S.Paulo&lt;/a&gt;&lt;em&gt;&amp;nbsp;em 22 de abril de 2026.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Wed, 22 Apr 2026 11:22:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Artigos]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Escassez de mão de obra no setor de Serviços se intensifica e pressiona retenção de profissionais]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/public/noticia/escassez-de-mao-de-obra-no-setor-de-servicos-se-intensifica-e-pressiona-retencao-de-profissionais</link><description>&lt;![CDATA[Queda no tempo de permanência no emprego e avanço das contratações comprovam mercado mais aquecido, porém mais volátil, aponta estudo da FecomercioSP]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;A escassez de m&amp;atilde;o de obra nos Servi&amp;ccedil;os tem se agravado em meio ao aquecimento do mercado de trabalho, elevando a dificuldade de reten&amp;ccedil;&amp;atilde;o de profissionais. O setor abrange 57% dos empregos formais no Pa&amp;iacute;s e responde por cerca de 70% do Produto Interno Bruto (PIB), o que amplia os impactos da falta de trabalhadores sobre a atividade econ&amp;ocirc;mica. Ao mesmo tempo, indicadores revelam v&amp;iacute;nculos mais curtos e aumento da rotatividade, mesmo diante do crescimento expressivo das contrata&amp;ccedil;&amp;otilde;es.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Estudo do &lt;strong&gt;Conselho de Servi&amp;ccedil;os da Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP&lt;/strong&gt;) mostra que &lt;strong&gt;um dos principais sinais desse quadro &amp;eacute; a queda no Tempo M&amp;eacute;dio de Perman&amp;ecirc;ncia no emprego (TMP)&lt;/strong&gt;. Entre fevereiro de 2021 e fevereiro de 2026, &lt;strong&gt;o indicador recuou 6,8 meses no Brasil (&amp;minus;27%) e 6,3 meses em S&amp;atilde;o Paulo (&amp;minus;27,2%&lt;/strong&gt;), evidenciando rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es de trabalho mais breves e maior dificuldade das empresas para manter seus quadros [gr&amp;aacute;ficos 1 e 2].&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Gr&amp;aacute;fico 1&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Tempo M&amp;eacute;dio de Perman&amp;ecirc;ncia (TMP) no emprego, em meses, em S&amp;atilde;o Paulo&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;Fonte: Minist&amp;eacute;rio do Trabalho e Emprego/Caged&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;Elabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o: FecomercioSP&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;img width="350" height="203" src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/823763ee18bb28fab270efb87f8ee0f619f37159.png" class="fr-fic fr-dii"&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Gr&amp;aacute;fico 2&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Tempo M&amp;eacute;dio de Perman&amp;ecirc;ncia (TMP) no emprego, em meses, no Brasil&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;Fonte: Minist&amp;eacute;rio do Trabalho e Emprego/Caged&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;Elabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o: FecomercioSP&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;img width="323" height="240" src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/1b583d15c2467581b7236f2e791600affe37e891.png" class="fr-fic fr-dii"&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Apesar disso, o &lt;strong&gt;volume de admiss&amp;otilde;es avan&amp;ccedil;ou em torno de 80% no per&amp;iacute;odo analisado&lt;/strong&gt;, indicando um mercado aquecido, por&amp;eacute;m mais inst&amp;aacute;vel. Na pr&amp;aacute;tica, as empresas est&amp;atilde;o contratando mais, mas t&amp;ecirc;m mais dificuldades para reter trabalhadores, o que eleva custos operacionais, exige investimentos cont&amp;iacute;nuos em treinamento e afeta a produtividade.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Segundo o presidente do Conselho de Servi&amp;ccedil;os da FecomercioSP, Marcelo Braga, o momento exige uma mudan&amp;ccedil;a de foco por parte dos empres&amp;aacute;rios. &amp;ldquo;Hoje, mais do que contratar, o empres&amp;aacute;rio precisa pensar em como reter. O mercado est&amp;aacute; mais din&amp;acirc;mico e o profissional circula mais&amp;rdquo;, afirma. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Mais mobilidade e mudan&amp;ccedil;a no perfil da for&amp;ccedil;a laboral&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;De acordo com o estudo, no Brasil, a redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o no tempo de perman&amp;ecirc;ncia nas empresas foi generalizada entre diferentes faixas et&amp;aacute;rias, mas &lt;strong&gt;mais intensa entre trabalhadores de 50 a 64 anos&lt;/strong&gt;, grupo que apresentou as maiores quedas em termos absolutos e relativos. O movimento reflete mais mobilidade no mercado, em especial entre profissionais mais experientes, que encontram mais oportunidades e passam a trocar de emprego com mais frequ&amp;ecirc;ncia [gr&amp;aacute;fico 3].&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;[Gr&amp;aacute;fico 3]&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Tempo M&amp;eacute;dio de Perman&amp;ecirc;ncia (TMP) no emprego em meses, por faixa et&amp;aacute;ria, em S&amp;atilde;o Paulo&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;Fonte: Minist&amp;eacute;rio do Trabalho e Emprego/Caged&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;Elabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o: FecomercioSP&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;img src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/ca86ea7e3145f740464c0c0bce5e7e1aea70f9d4.png" style="width: 300px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Outro aspecto observado &amp;eacute; a &lt;strong&gt;mudan&amp;ccedil;a no perfil das contrata&amp;ccedil;&amp;otilde;es, com aumento da participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o relativa de trabalhadores mais velhos&lt;/strong&gt;. Esse comportamento ocorre em paralelo ao crescimento das admiss&amp;otilde;es e sugere uma reconfigura&amp;ccedil;&amp;atilde;o da for&amp;ccedil;a laboral, com maior valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da experi&amp;ecirc;ncia [gr&amp;aacute;fico 4].&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;[Gr&amp;aacute;fico 4]&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Crescimento das admiss&amp;otilde;es, por faixa et&amp;aacute;ria, em S&amp;atilde;o Paulo&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;Fonte: Minist&amp;eacute;rio do Trabalho e Emprego/Caged&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;Elabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o: FecomercioSP&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;img width="248" height="196" src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/04f743f866c3ab3555d9db8b0462e0a84c5bc55d.png" class="fr-fic fr-dii"&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Setores mais pressionados pela escassez&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na an&amp;aacute;lise por atividade, alguns segmentos se destacam pelo ritmo de expans&amp;atilde;o das contrata&amp;ccedil;&amp;otilde;es em S&amp;atilde;o Paulo. &lt;strong&gt;Alojamento e alimenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o lideram&lt;/strong&gt;, com alta de &lt;strong&gt;159,4%,&lt;/strong&gt; seguidos por &lt;strong&gt;outros servi&amp;ccedil;os (112,8%) e transporte e armazenagem (81,9%).&lt;/strong&gt; Esses setores, tradicionalmente mais intensivos em m&amp;atilde;o de obra e com mais rotatividade, tendem a sentir de forma mais acentuada os efeitos da escassez [gr&amp;aacute;fico 5].&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;[Gr&amp;aacute;fico 5]&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Varia&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Tempo M&amp;eacute;dio de Perman&amp;ecirc;ncia (TMP) em meses, por segmento, em S&amp;atilde;o Paulo&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;Fonte: Minist&amp;eacute;rio do Trabalho e Emprego/CAGED&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;Elabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o: FecomercioSP&amp;nbsp;&lt;img src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/c6a20588f14ee521fffe9f4b328a70cde5be97e5.png" style="width: 300px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Segundo Braga, da FecomercioSP, compreender essas din&amp;acirc;micas &amp;eacute; fundamental para decis&amp;otilde;es mais estrat&amp;eacute;gicas. Ele destaca que o empres&amp;aacute;rio deve considerar n&amp;atilde;o apenas o n&amp;uacute;mero de vagas abertas, mas tamb&amp;eacute;m fatores como rotatividade, perfil dos profissionais e caracter&amp;iacute;sticas de cada segmento.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Dentre os fatores que ajudam a explicar o cen&amp;aacute;rio, destacam-se a normaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o das atividades ap&amp;oacute;s a pandemia, a maior mobilidade entre trabalhadores e a recomposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos quadros em setores presenciais. O resultado &amp;eacute; um mercado de trabalho mais aquecido, por&amp;eacute;m mais vol&amp;aacute;til, no qual o desafio vai al&amp;eacute;m da contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o e passa, cada vez mais, pela capacidade de reten&amp;ccedil;&amp;atilde;o e pela estabilidade das equipes.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Wed, 22 Apr 2026 09:34:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Serviços]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Trabalho aos domingos e feriados: como garantir conformidade?]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/public/noticia/trabalho-aos-domingos-e-feriados-como-se-preparar-para-as-novas-regras</link><description>&lt;![CDATA[Adiamento de novas regras não elimina a necessidade de adequação para evitar passivos trabalhistas; assista ao 'FecomercioSP Orienta'!]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;As novas regras para o trabalho aos domingos e feriados devem começar a valer a partir de junho, após serem prorrogadas pelo governo no fim de fevereiro. Mas há grande preocupação no Comércio a respeito do que será permitido, o que dependerá de negociação coletiva e, principalmente, de como ficará a rotina de trabalho e as escalas nessas datas de maior demanda.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O mesacast&amp;nbsp;&lt;strong&gt;FecomercioSP Orienta&lt;/strong&gt; de abril explica como o comerciante empregador pode se preparar. Neste momento, há um grupo tripartite, formado pelo governo e por entidades representativas de empregadores e trabalhadores, buscando alinhar um entendimento definitivo. O ideal é que cheguem a regras mais equilibradas, já que a portaria que restringe o trabalho nessas datas é considerada excessivamente restritiva.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;“Como houve a prorrogação de 90 dias [contando a partir de 1º de março], as regras que valem neste momento para o trabalho aos domingos e feriados são aquelas previstas nas convenções coletivas. Após esse prazo, pode haver uma regulamentação mais detalhada pelo Ministério do Trabalho que mude essa dinâmica atual”, pondera a assessora jurídica da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), Karina Negreli.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;“Para saber se está em conformidade, o empregador deve continuar consultando seu sindicato patronal para que, dentro da convenção ou em algum acordo coletivo que trate da questão, atenda a todas as obrigações e condições para o exercício da atividade”, complementa.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Karina enfatiza que o negócio que mantiver o funcionamento aos domingos e feriados sem o respaldo da negociação coletiva e sem o cumprimento das escalas e folgas estabelecidas para essas datas estará, basicamente, assumindo um passivo trabalhista. “Isso tem reflexo em diversas verbas, além de poder gerar autuações por parte do Ministério do Trabalho e processos trabalhistas.”&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Além da autorização municipal para funcionar nessas datas, é essencial manter evidências de que todos os pagamentos e obrigações previstas na legislação são cumpridos, conclui.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Assista ao mesacast!&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span contenteditable="false" draggable="true" class="fr-video fr-deletable fr-fvc fr-dvb fr-draggable"&gt;&lt;iframe width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/dwFiANA5Uc0?&amp;amp;t=2s​&amp;amp;wmode=opaque&amp;amp;rel=0" frameborder="0" allowfullscreen="" class="fr-draggable"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/span&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Mon, 20 Apr 2026 14:49:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Trabalho]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Turismo mantém crescimento e amplia desafios em cenário global mais incerto]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/public/noticia/turismo-mantem-crescimento-e-amplia-desafios-em-cenario-global-mais-incerto</link><description>&lt;![CDATA[‘Carta Setorial de Turismo’ de abril mostra novo recorde de faturamento, avanço das viagens corporativas e impactos da alta do petróleo para o setor]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;O Turismo brasileiro inicia 2026 mantendo a trajet&amp;oacute;ria de crescimento observada nos &amp;uacute;ltimos anos, mas j&amp;aacute; sob um ambiente mais complexo. Em janeiro, o setor faturou R$ 26 bilh&amp;otilde;es, o maior valor da s&amp;eacute;rie hist&amp;oacute;rica para o per&amp;iacute;odo, com alta de 2,3% na compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o anual, segundo levantamento da &lt;a href="https://fecomercio.com.br/"&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt;&lt;a id="_anchor_1" href="applewebdata%3A//243A57A1-B3A0-4FC1-A6BC-D8D6619A1560#_msocom_1" language="JavaScript" name="_msoanchor_1"&gt;&lt;/a&gt; com base em dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&amp;iacute;stica (IBGE).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os n&amp;uacute;meros s&amp;atilde;o destaque da &lt;strong&gt;Carta Setorial de Turismo&lt;/strong&gt; de abril, publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o mensal do &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/conselhos/conselho-de-turismo"&gt;Conselho de Turismo&lt;/a&gt; da FecomercioSP que re&amp;uacute;ne indicadores, an&amp;aacute;lises econ&amp;ocirc;micas e temas estrat&amp;eacute;gicos para o setor.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O bom resultado &amp;eacute; sustentado por uma combina&amp;ccedil;&amp;atilde;o conhecida: demanda aquecida e pre&amp;ccedil;os ainda elevados, sobretudo em segmentos como hotelaria, transporte e loca&amp;ccedil;&amp;atilde;o de ve&amp;iacute;culos. Ao mesmo tempo, o turismo corporativo segue como um dos principais motores da atividade. Em janeiro, os gastos com viagens de neg&amp;oacute;cios atingiram R$ 12 bilh&amp;otilde;es, um crescimento de 5,2% e novo recorde para o m&amp;ecirc;s, indicando continuidade do dinamismo empresarial.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na capital paulista, o cen&amp;aacute;rio tamb&amp;eacute;m &amp;eacute; positivo. O &amp;Iacute;ndice Mensal de Atividade do Turismo (IMAT) avan&amp;ccedil;ou 3% em fevereiro, registrando o melhor resultado da s&amp;eacute;rie para o m&amp;ecirc;s. O desempenho foi estimulado pelo carnaval e pela forte movimenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o nos aeroportos e nos terminais rodovi&amp;aacute;rios, al&amp;eacute;m do aumento no n&amp;uacute;mero de empregos formais no setor.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Apesar dos resultados consistentes, o ambiente econ&amp;ocirc;mico passou a exigir mais aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o. A edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o mais recente do &lt;strong&gt;Brazilian Overview Monthly Report&lt;/strong&gt; (BOMR), produzida em parceria com a Panrotas, aponta que a alta do petr&amp;oacute;leo, impulsionada pelo conflito no Ir&amp;atilde;, j&amp;aacute; come&amp;ccedil;a a pressionar custos log&amp;iacute;sticos e pode impactar diretamente o setor, especialmente nos segmentos de transporte.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Essa situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o levou o Banco Central (BC) a adotar uma postura mais cautelosa na condu&amp;ccedil;&amp;atilde;o da pol&amp;iacute;tica monet&amp;aacute;ria. Mesmo com a infla&amp;ccedil;&amp;atilde;o sob controle, a taxa b&amp;aacute;sica de juros (Selic) permanece elevada, o que tende a limitar o consumo e aumentar o custo das opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es no setor.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Al&amp;eacute;m da conjuntura econ&amp;ocirc;mica, a &lt;strong&gt;Carta&lt;/strong&gt; de abril tamb&amp;eacute;m destaca a atua&amp;ccedil;&amp;atilde;o institucional da FecomercioSP em temas estruturais, como a empregabilidade no Turismo. A Entidade tem defendido ajustes em propostas legislativas para facilitar a contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o formal e reduzir entraves &amp;agrave; expans&amp;atilde;o das empresas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/upload/file/8cd37a01c909a47c882bfb3b2312d9eef89934b0.pdf" target="_blank" class="fr-file" rel="noopener noreferrer"&gt;Acesse a Carta Setorial de Turismo de abril&amp;nbsp;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;e confira a an&amp;aacute;lise completa sobre o desempenho do setor e os desafios para os pr&amp;oacute;ximos meses.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;div id="_com_2" language="JavaScript"&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;]]</content:encoded><pubDate>Mon, 20 Apr 2026 13:59:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Turismo]]</category></item></channel></rss>
