<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" version="2.0"><channel><title>&lt;![CDATA[Internacional - Economia - FecomercioSP]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/public/noticias/economia/internacional</link><description>&lt;![CDATA[Notícias relacionadas à área de atuação da Fecomercio Internacional.]]</description><lastBuildDate>Sun, 13 Sep 2026 10:18:32 -0300</lastBuildDate><language>pt-br</language><image><title>&lt;![CDATA[Internacional - Economia - FecomercioSP]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/public/noticias/economia/internacional</link><url>https://www.fecomercio.com.br/public/assets/img/fecomercio-sp-image-share.jpg</url></image><category>&lt;![CDATA[Economia]]</category><category>&lt;![CDATA[Internacional]]</category><item><title>&lt;![CDATA[Rota Bioceânica cria oportunidades a empresas paulistas]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/public/noticia/rota-bioceanica-cria-oportunidades-a-empresas-paulistas</link><description>&lt;![CDATA[Em encontro na FecomercioSP, embaixador do Paraguai ressalta potencial para investimentos em logística, serviços e infraestrutura; reunião também contou com presença do cônsul da Moldávia]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;A consolidação da Rota Bioceânica, corredor que conectará Brasil, Paraguai, Argentina e Chile aos portos do Pacífico, deve criar uma nova frente de oportunidades a empresas brasileiras, com potencial de negócios que vai além do transporte de mercadorias e alcança setores como logística, hotelaria, combustíveis, conectividade, segurança e infraestrutura.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O potencial desse novo eixo de integração regional foi um dos principais temas discutidos durante encontro na &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/"&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt;, com as presenças de Luis Fernando Ávalos, cônsul-geral do Paraguai, e Flavio Mendes Bitelman, cônsul honorário da Moldávia. Participaram da reunião, pela FecomercioSP, Rubens Medrano, vice-presidente da Entidade e presidente do &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/conselhos/conselho-de-relacoes-internacionais"&gt;Conselho de Relações Internacionais da Federação&lt;/a&gt;, e os assessores Natália Mortaio, Douglas Dias e Pedro Silveira. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na avaliação do embaixador paraguaio, São Paulo deve acompanhar desde já as transformações que serão provocadas pela nova conexão logística. Embora Estados mais próximos do corredor possam, inicialmente, sentir seus efeitos, os pesos econômico e financeiro paulistas tendem a criar oportunidades a empresas do Estado participarem dos investimentos e da prestação de serviços relacionados à rota.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;“A consolidação do corredor deverá criar demanda por hotéis, postos, segurança, internet e uma quantidade de serviços, o que abre espaço para mapear empresas interessadas em participar desse novo ambiente de negócios”, afirmou o embaixador paraguaio.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Integração pode avançar para ferrovias e hidrovias&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O potencial de conexão entre diferentes modais também foi abordado, especialmente diante da posição estratégica do Paraguai e da Hidrovia Paraguai–Paraná. A integração entre rodovias, hidrovias e, futuramente, ferrovias pode ampliar as alternativas ao escoamento de mercadorias e fortalecer o país como eixo logístico regional. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Além da infraestrutura, o representante paraguaio destacou ainda o potencial de maior integração das cadeias produtivas entre Brasil e o país vizinho, com este funcionando como plataforma complementar às operações de empresas brasileiras.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A Expo Paraguai–Brasil, prevista para novembro em Ciudad del Este, também entrou na agenda. Durante a reunião, foi discutida a possibilidade de promover o evento ao empresariado paulista. O embaixador ressaltou ainda que a segunda ponte entre Brasil e Paraguai deverá contribuir para ampliar a circulação de pessoas e mercadorias entre os dois países.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;FecomercioSP quer aproximar PMEs do comércio exterior&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Durante a reunião, Medrano destacou a estratégia da FecomercioSP de ampliar a participação de Pequenas e Médias Empresas (PMEs) no comércio internacional, aproveitando também a capilaridade de sua rede sindical no Estado de São Paulo. “A nossa ideia é trazer a PME do comércio, capacitá-la e identificar onde podemos atuar”, afirmou. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Segundo ele, a estratégia contempla tanto exportações quanto importações e inclui o relacionamento com embaixadas, consulados e câmaras de Comércio, além da identificação de entraves tributários, burocráticos e logísticos que dificultam as operações internacionais. “Comércio exterior é uma via de duas mãos. Não é só exportar, mas também importar”, afirmou.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Diálogo também envolve Moldávia e corpo consular&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A reunião contou ainda com Bitelman, da Moldávia, abrindo espaço para ampliar o relacionamento da FecomercioSP com representantes consulares em São Paulo. Durante o encontro, o cônsul propôs a realização de uma futura reunião na Federação com integrantes do corpo consular, iniciativa que poderá aproximar as representações internacionais do empresariado paulista e ampliar o conhecimento sobre oportunidades em diferentes mercados.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A Moldávia ganha destaque econômico no mundo graças à sua aproximação com a União Europeia. O país, que completou 35 anos de independência, está em processo de adesão ao bloco europeu, movimento que amplia sua integração com o mercado regional. Para Medrano, a interlocução com as representações internacionais será importante para apoiar a estratégia de internacionalização das empresas representadas pela Federação.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Tue, 08 Sep 2026 10:21:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Internacional]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Pressão tarifária dos Estados Unidos exige cautela e reforça necessidade de diálogo comercial entre países]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/public/noticia/pressao-tarifaria-dos-estados-unidos-exige-cautela-e-reforca-necessidade-de-dialogo-comercial-entre-paises</link><description>&lt;![CDATA[Em encontro na FecomercioSP, diretor da Amcham Brasil analisa perda de competitividade das exportações brasileiras e defende negociação para evitar escalada comercial]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;A nova configura&amp;ccedil;&amp;atilde;o da pol&amp;iacute;tica tarif&amp;aacute;ria dos Estados Unidos voltou a elevar a press&amp;atilde;o sobre as exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es brasileiras e ampliou os obst&amp;aacute;culos para a competitividade das empresas que atuam no mercado norte-americano. O cen&amp;aacute;rio e seus desdobramentos para o setor produtivo foram debatidos na reuni&amp;atilde;o conjunta do &lt;a href="https://fecomercio.com.br/conselhos/conselho-de-relacoes-internacionais"&gt;Conselho de Rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es Internacionais&lt;/a&gt; e do &lt;a href="https://fecomercio.com.br/conselhos/conselho-de-assuntos-tributarios"&gt;Conselho de Assuntos Tribut&amp;aacute;rios&lt;/a&gt; da &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br"&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt;, ocorrida em 19 de agosto.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os efeitos desse novo cen&amp;aacute;rio do com&amp;eacute;rcio internacional sobre as empresas nacionais foram aprofundados por Fabrizio Panzini, diretor de Pol&amp;iacute;ticas P&amp;uacute;blicas e Rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es Governamentais da Amcham Brasil, durante o painel &amp;ldquo;Com&amp;eacute;rcio Internacional: desafios tarif&amp;aacute;rios e atua&amp;ccedil;&amp;atilde;o institucional do setor produtivo&amp;rdquo;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Segundo os dados apresentados por Panzini, a nova fase da pol&amp;iacute;tica comercial norte-americana colocou o Brasil novamente em uma posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de desvantagem competitiva. No cen&amp;aacute;rio posterior &amp;agrave; aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o 301, a tarifa m&amp;eacute;dia incidente sobre produtos brasileiros chegou a 17,7%, a segunda maior entre as principais origens das importa&amp;ccedil;&amp;otilde;es norte-americanas, atr&amp;aacute;s apenas da China, com 27,2%. Antes dessa etapa, a m&amp;eacute;dia era de 11%. &amp;ldquo;Voltamos a ter uma desvantagem competitiva, mas h&amp;aacute; uma particularidade nessa rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Diferentemente de grande parte dos pa&amp;iacute;ses atingidos pelas medidas, os Estados Unidos mant&amp;ecirc;m super&amp;aacute;vit comercial com o Brasil&amp;rdquo;, afirmou Panzini.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Nesse cen&amp;aacute;rio, o executivo apontou a Reforma Tribut&amp;aacute;ria como um dos fatores dom&amp;eacute;sticos que podem ajudar a compensar parte da perda de competitividade provocada pelas tarifas. Segundo ele, a desonera&amp;ccedil;&amp;atilde;o mais ampla das exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es prevista pelo novo sistema tribut&amp;aacute;rio tende a reduzir custos para os neg&amp;oacute;cios brasileiros que pretendem melhorar as condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de competi&amp;ccedil;&amp;atilde;o no mercado internacional. &amp;ldquo;A reforma vai desonerar a exporta&amp;ccedil;&amp;atilde;o e o investimento. Isso pode dar uma compensada para as empresas nacionais&amp;rdquo;, afirmou.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es sentem os efeitos&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os resultados das sobretaxas j&amp;aacute; aparecem no desempenho das vendas brasileiras. Considerando os produtos atingidos pelas medidas, as exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es passaram de US$ 20,9 bilh&amp;otilde;es, entre agosto de 2024 e julho de 2025, para US$ 17 bilh&amp;otilde;es entre agosto de 2025 e julho de 2026, uma retra&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 18,8%. A an&amp;aacute;lise mensal mostra quedas sucessivas em praticamente todo o per&amp;iacute;odo, com abril como &amp;uacute;nica exce&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A perda de espa&amp;ccedil;o dos Estados Unidos no com&amp;eacute;rcio exterior brasileiro tamb&amp;eacute;m se destacou. No primeiro semestre deste ano, o mercado norte-americano respondeu por 9,4% das exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es brasileiras e por 11,1% da corrente de com&amp;eacute;rcio do Pa&amp;iacute;s com o mundo, os menores n&amp;iacute;veis da s&amp;eacute;rie apresentada pela Amcham.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para Panzini, o movimento merece aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o n&amp;atilde;o apenas pela redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o das vendas, mas pela import&amp;acirc;ncia estrutural dos Estados Unidos para a economia brasileira. &amp;ldquo;&amp;Eacute; um perigo voc&amp;ecirc; ter uma perda de import&amp;acirc;ncia de um parceiro comercial t&amp;atilde;o relevante&amp;rdquo;, afirmou, lembrando o peso do pa&amp;iacute;s como investidor e parceiro brasileiro no com&amp;eacute;rcio de servi&amp;ccedil;os.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;S&amp;atilde;o Paulo acompanha cen&amp;aacute;rio nacional&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O levantamento realizado pela Amcham e apresentado durante a reuni&amp;atilde;o aponta que a retra&amp;ccedil;&amp;atilde;o se espalhou por boa parte dos principais Estados exportadores aos mercado norte-americano &amp;mdash; 11 dos 15 maiores registraram queda nas vendas em 2025. Dentre os destaques citados por Panzini, est&amp;atilde;o S&amp;atilde;o Paulo (-2,2%), Rio de Janeiro (-10,6%), Esp&amp;iacute;rito Santo (-19,3%), Minas Gerais (-3,9%) e Santa Catarina (-20,4%). A exposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o setorial ajuda a explicar as diferen&amp;ccedil;as: no Rio de Janeiro, petr&amp;oacute;leo e siderurgia t&amp;ecirc;m peso relevante; no Esp&amp;iacute;rito Santo, petr&amp;oacute;leo, siderurgia e rochas ornamentais; em Minas Gerais, ferro-gusa e caf&amp;eacute;; e, em Santa Catarina, madeira, m&amp;oacute;veis e m&amp;aacute;quinas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;S&amp;atilde;o Paulo, principal exportador brasileiro para pa&amp;iacute;s, passou de US$ 13,57 bilh&amp;otilde;es, em 2024, para US$ 13,28 bilh&amp;otilde;es, em 2025. Apesar da retra&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 2,2%, a pauta paulista &amp;eacute; mais diversificada, com produtos como aeronaves e suco de laranja entre os itens beneficiados por exce&amp;ccedil;&amp;otilde;es tarif&amp;aacute;rias, o que ajuda a colocar o Estado em situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o pr&amp;oacute;xima &amp;agrave; m&amp;eacute;dia nacional.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na configura&amp;ccedil;&amp;atilde;o tarif&amp;aacute;ria apresentada para o segundo semestre, 54% das exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es paulistas permanecem isentas das sobretaxas analisadas, enquanto 20% &lt;a href="https://fecomercio.com.br/noticia/nova-tarifa-de-25-atinge-comercio-exterior-paulista-e-reforca-necessidade-de-ampliar-a-insercao-internacional-do-brasil"&gt;est&amp;atilde;o submetidas &amp;agrave;s tarifas de 25%&lt;/a&gt; ou 37,5%, ao passo que outros 24% est&amp;atilde;o enquadrados nas medidas setoriais da Se&amp;ccedil;&amp;atilde;o 232.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Setor privado ganha espa&amp;ccedil;o nas negocia&amp;ccedil;&amp;otilde;es&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Diante desse quadro, a atua&amp;ccedil;&amp;atilde;o empresarial foi apontada como uma das frentes relevantes na tentativa de reduzir os efeitos das medidas. Panzini relatou reuni&amp;otilde;es com autoridades brasileiras, participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o em consultas e audi&amp;ecirc;ncia p&amp;uacute;blica nos Estados Unidos, interlocu&amp;ccedil;&amp;atilde;o com &amp;oacute;rg&amp;atilde;os norte-americanos e a&amp;ccedil;&amp;otilde;es conjuntas da Amcham Brasil e da U.S. Chamber of Commerce. A manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o do di&amp;aacute;logo bilateral, a busca por novas exce&amp;ccedil;&amp;otilde;es tarif&amp;aacute;rias e a defesa de uma solu&amp;ccedil;&amp;atilde;o negociada que evite uma escalada entre os dois pa&amp;iacute;ses s&amp;atilde;o algumas das prioridades.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Segundo Panzini, as empresas t&amp;ecirc;m demonstrado preocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o com uma eventual retalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o brasileira que possa desencadear novas medidas norte-americanas e aumentar tamb&amp;eacute;m o custo das importa&amp;ccedil;&amp;otilde;es, inclusive de m&amp;aacute;quinas e equipamentos utilizados por empresas instaladas no Brasil. &amp;ldquo;Acredito que a retalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o seria um caminho ainda pior&amp;rdquo;, avaliou.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o n&amp;atilde;o significa descartar os instrumentos comerciais dispon&amp;iacute;veis ao Pa&amp;iacute;s. A Lei da Reciprocidade permite ao Brasil suspender concess&amp;otilde;es comerciais, de investimentos e obriga&amp;ccedil;&amp;otilde;es de propriedade intelectual em resposta a determinadas medidas unilaterais. O mecanismo prev&amp;ecirc; restri&amp;ccedil;&amp;otilde;es &amp;agrave;s importa&amp;ccedil;&amp;otilde;es de bens e servi&amp;ccedil;os e suspens&amp;atilde;o de concess&amp;otilde;es comerciais.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No cen&amp;aacute;rio considerado mais prov&amp;aacute;vel pela an&amp;aacute;lise apresentada, entretanto, o processo tende a funcionar inicialmente como instrumento de press&amp;atilde;o para estimular a negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o, sem ado&amp;ccedil;&amp;atilde;o imediata de contramedidas. Caso n&amp;atilde;o haja avan&amp;ccedil;o, respostas seletivas e proporcionais poder&amp;atilde;o ser desenhadas, com participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do setor privado.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o bilateral vai al&amp;eacute;m das tarifas&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Apesar das tens&amp;otilde;es comerciais, Panzini ressaltou que Brasil e Estados Unidos mant&amp;ecirc;m &amp;aacute;reas com grande potencial de coopera&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Algumas oportunidades apontadas foram minerais cr&amp;iacute;ticos, seguran&amp;ccedil;a energ&amp;eacute;tica e biocombust&amp;iacute;veis, agricultura e tecnologia, especialmente investimentos em datacenter e Intelig&amp;ecirc;ncia Artificial (IA).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o apresentada durante o encontro, preservar esses canais de coopera&amp;ccedil;&amp;atilde;o ser&amp;aacute; fundamental para impedir que a disputa tarif&amp;aacute;ria provoque uma deteriora&amp;ccedil;&amp;atilde;o mais ampla da rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o econ&amp;ocirc;mica entre os dois pa&amp;iacute;ses. &amp;ldquo;Brasil e Estados Unidos s&amp;atilde;o parceiros &amp;oacute;bvios nessa nova geopol&amp;iacute;tica global&amp;rdquo;, afirmou Panzini. Ele ainda ressaltou que o desafio &amp;eacute; manter abertas as negocia&amp;ccedil;&amp;otilde;es e avan&amp;ccedil;ar em agendas capazes de produzir ganhos &amp;agrave;s duas economias, mesmo em um ambiente internacional marcado por mais protecionismo e disputas comerciais.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Rubens Medrano, vice-presidente da FecomercioSP e presidente do Conselho de Rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es Internacionais, destacou que a Entidade est&amp;aacute; ampliando sua atua&amp;ccedil;&amp;atilde;o na agenda internacional, tanto na frente institucional quanto na aproxima&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos sindicatos e empresas representadas pela Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, com oportunidades para auxiliar o desenvolvimento do com&amp;eacute;rcio exterior.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;ldquo;Existe uma ideia de que com&amp;eacute;rcio internacional s&amp;oacute; se faz em Bras&amp;iacute;lia. Esse &amp;eacute; um conceito errado. O com&amp;eacute;rcio internacional &amp;eacute; o com&amp;eacute;rcio dos Estados. N&amp;oacute;s queremos come&amp;ccedil;ar incentivando a pauta da internacionaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o aqui, pelo Estado de S&amp;atilde;o Paulo&amp;rdquo;, afirmou Medrano. Segundo ele, a capilaridade da FecomercioSP e de sua rede sindical permite identificar empresas interessadas em ampliar a presen&amp;ccedil;a internacional e aproximar o debate sobre pol&amp;iacute;tica comercial das necessidades concretas do setor produtivo paulista.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A reuni&amp;atilde;o contou ainda com a exposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o do advogado tributarista e despachante aduaneiro Roberto Magno Franzin Vieira, do escrit&amp;oacute;rio Souto Correa Advogados, que &lt;a href="https://fecomercio.com.br/noticia/fragmentacao-tributaria-traz-impasses-ao-setor-de-importacoes" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;abordou os reflexos da Reforma Tribut&amp;aacute;ria nas opera&amp;ccedil;&amp;otilde;es de importa&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&lt;div id="_com_1" language="JavaScript"&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;]]</content:encoded><pubDate>Mon, 31 Aug 2026 11:15:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[tributação]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[FecomercioSP recebe embaixador de Singapura e consolida parceria para ampliar negócios entre Brasil e Sudeste Asiático]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/public/noticia/fecomerciosp-recebe-embaixador-de-singapura-e-consolida-parceria-para-ampliar-negocios-entre-brasil-e-sudeste-asiatico</link><description>&lt;![CDATA[Encontro discutiu oportunidades abertas pelo Acordo Mercosul–Singapura para fomentar o comércio digital, o turismo e as novas iniciativas para aproximar empresas brasileiras do mercado asiático]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;A&amp;nbsp;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br"&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt; recebeu o embaixador de Singapura no Brasil, Wei Wen Chia, para discutir oportunidades de cooperação econômica entre os dois países e ampliar a aproximação entre empresas brasileiras e o mercado do Sudeste Asiático.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O encontro teve como foco os &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/fecomerciosp-recebe-embaixador-de-singapura-para-discutir-comercio-exterior-e-oportunidades-para-pmes"&gt;desdobramentos do acordo de livre-comércio entre Mercosul e Singapura&lt;/a&gt;, que entrou em vigor em 1º de agosto, e as iniciativas para incentivar sua utilização pelo setor produtivo brasileiro. A entrada em vigor do tratado representa um dos principais avanços da política comercial brasileira dos últimos anos. Negociado desde 2018 e assinado em dezembro de 2023, durante a 63ª Cúpula do Mercosul, o acordo é o primeiro tratado de livre-comércio firmado pelo bloco com um país do Sudeste Asiático, fortalecendo a inserção do Brasil em uma das regiões mais dinâmicas da economia mundial&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Participaram da reunião, pela FecomercioSP, Rubens Medrano, vice-presidente da Entidade e presidente do &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/conselhos/conselho-de-relacoes-internacionais"&gt;Conselho de Relações Internacionais&lt;/a&gt;, os economistas Fabio Pina e André Sacconato, além dos assessores Natália Mortaio e Douglas Dias. Pela Embaixada de Singapura, estiveram presentes o embaixador de Singapura no Brasil, Wei Wen Chia, e a segunda-secretária para Assuntos Políticos, Gwyneth Lee.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ao apresentar o potencial do acordo, o embaixador afirmou que o país asiático vai além de um mercado consumidor e deve ser encarada como uma plataforma para expansão dos negócios brasileiros na região. Considerado um dos principais &lt;strong&gt;hubs&lt;/strong&gt; financeiro, logístico e tecnológico da Ásia, o país oferece acesso estratégico aos mercados da Associação de Nações do Sudeste Asiático (Asean), bloco formado por 10 nações e mais de 650 milhões de consumidores.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O embaixador destacou que o próximo ano marcará os 60 anos das relações diplomáticas entre Brasil e Singapura, marco que abre espaço para ampliar missões empresariais, encontros institucionais e ações de promoção comercial voltadas para o fortalecimento da parceria entre os dois países.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Parceria potente&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os indicadores econômicos reforçam a relevância da parceria. Em 2025, a corrente de comércio entre Brasil e Singapura alcançou US$ 10,7 bilhões, com superávit brasileiro de US$ 4,1 bilhões e exportações da ordem de US$ 7,4 bilhões, concentradas em óleos combustíveis, máquinas e carnes bovinas, suínas e de aves. Estudo da Secretaria de Comércio Exterior (Secex/MDIC) projeta que o acordo poderá acrescentar cerca de R$ 28 bilhões ao Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro até 2041, estimular aproximadamente R$ 11 bilhões em investimentos e elevar a corrente de comércio bilateral para cerca de US$ 49,1 bilhões nas próximas duas décadas, um salto expressivo frente aos US$ 9,4 bilhões registrados em 2022, ano anterior à assinatura.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;“Queremos ampliar o conhecimento do empresariado brasileiro sobre as oportunidades criadas pelo acordo. Singapura pode ser uma porta de entrada a todo o Sudeste Asiático, e acreditamos que podemos trabalhar em conjunto para disseminar essas informações e aproximar mais empresas brasileiras desse mercado”, afirmou Chia.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;E-commerce&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Outro destaque apresentado pelo embaixador foi o potencial do capítulo de comércio digital incluído no acordo. “É o primeiro acordo do Mercosul com um parceiro que tem um capítulo específico sobre comércio digital. Isso cria regras mais claras para transações digitais e abre novas oportunidades para empresas de tecnologia, fintechs e também para o turismo”, afirmou.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A arbitragem internacional foi outro ponto alto da reunião. O embaixador ressaltou que Singapura abriga um dos mais importantes centros de arbitragem comercial do mundo, referência na resolução de disputas entre empresas de diferentes países. Ele ainda ressaltou que essa estrutura amplia a segurança jurídica das operações de comércio exterior e oferece às empresas brasileiras um ambiente neutro, especializado e reconhecido internacionalmente para a solução de conflitos comerciais.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Abertura comercial&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Segundo Medrano, da FecomercioSP, o acordo representa uma oportunidade para ampliar a inserção internacional das empresas nacionais e fortalecer a presença do País em uma das regiões mais dinâmicas da economia mundial.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;“Queremos aproveitar esse acordo para ampliar a consciência das empresas brasileiras sobre as oportunidades de negócios não apenas com Singapura, mas com todo o Sudeste Asiático. Singapura pode ser a porta de entrada a mercados como Malásia, Indonésia e outros países da região. A FecomercioSP está à disposição para construir essa agenda conjuntamente”, afirmou.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Medrano também salientou que, diante do cenário de reconfiguração do comércio internacional, ampliar mercados tornou-se uma necessidade estratégica. “Vivemos um momento de mudanças no comércio global. Diversificar mercados é importante para todos. A FecomercioSP quer participar desse esforço, aproximando empresas, promovendo conhecimento e fortalecendo as relações comerciais com parceiros estratégicos como Singapura”, disse.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ao longo da reunião, os representantes da Entidade enfatizaram ainda que a Federação mantém atuação permanente em defesa da abertura comercial, da liberdade econômica e de mais inserção do Brasil nas cadeias globais de valor, colocando sua estrutura institucional e sua rede de relacionamento à disposição para apoiar iniciativas que fortaleçam o comércio exterior nacional.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Wed, 12 Aug 2026 13:26:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Singapura]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Missão empresarial leva empresários brasileiros ao Vietnã em setembro ]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/public/noticia/missao-empresarial-leva-empresarios-brasileiros-ao-vietna-em-setembro</link><description>&lt;![CDATA[Agenda inclui feira, rodadas de negócios e visitas técnicas em Ho Chi Minh]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;Empres&amp;aacute;rios brasileiros interessados em ampliar a rede de fornecedores, estabelecer novas parcerias comerciais e conhecer oportunidades no mercado asi&amp;aacute;tico poder&amp;atilde;o participar de miss&amp;atilde;o empresarial ao Vietn&amp;atilde;, entre os dias 1&amp;ordm; e 9 de setembro, na cidade de Ho Chi Minh. A programa&amp;ccedil;&amp;atilde;o tem como principal agenda a participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o na Vietnam International Sourcing Expo, feira destinada &amp;agrave; conex&amp;atilde;o de compradores internacionais com fornecedores vietnamitas. &lt;a href="https://www.missaovietna.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Inscreva-se aqui!&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A iniciativa, que &amp;eacute; organizada pela &lt;a href="https://brazilvietnam.com/pt/home-camara-de-comercio-e-industria-brasil-vietna-pt/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;C&amp;acirc;mara de Com&amp;eacute;rcio Brasil&amp;ndash;Vietn&amp;atilde;&lt;/a&gt;, conta com o apoio da &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/"&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt;, do DBI Foreign Trade e da Embaixada do Vietn&amp;atilde; no Brasil. A miss&amp;atilde;o prev&amp;ecirc; apoio institucional aos participantes e interlocu&amp;ccedil;&amp;atilde;o com institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es locais.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Considerada pelos organizadores a principal feira vietnamita voltada para a prospec&amp;ccedil;&amp;atilde;o, a Vietnam International Sourcing Expo re&amp;uacute;ne centenas de expositores de diferentes segmentos. Destacam-se as atividades de alimentos e bebidas, m&amp;oacute;veis e decora&amp;ccedil;&amp;atilde;o, utens&amp;iacute;lios dom&amp;eacute;sticos, moda e acess&amp;oacute;rios e cadeia de suprimentos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O Vietn&amp;atilde; vem despontando como um dos principais polos econ&amp;ocirc;micos do Sudeste Asi&amp;aacute;tico. &lt;a href="https://www.vietnam-briefing.com/news/vietnam-economy-2024-gdp-trade-fdi.html/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Em 2024, a economia vietnamita cresceu 7,09%&lt;/a&gt;, com o impulso dos setores t&amp;ecirc;xtil, manufatura, tecnologia e agro. No mesmo ano, o com&amp;eacute;rcio exterior chegou a US$ 786 bilh&amp;otilde;es, dos quais US$ 405,5 bilh&amp;otilde;es faziam parte de exporta&amp;ccedil;&amp;otilde;es (alta de 14% em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao ano anterior). Com presen&amp;ccedil;a crescente nas cadeias globais de produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o e acordos de livre-com&amp;eacute;rcio com mais de 60 pa&amp;iacute;ses, aquela na&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;nbsp;vem se consolidando como &lt;em&gt;hub&lt;/em&gt; industrial e log&amp;iacute;stico da regi&amp;atilde;o.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Al&amp;eacute;m da participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o na feira, a agenda prev&amp;ecirc; rodadas de neg&amp;oacute;cios com suporte do Minist&amp;eacute;rio da Ind&amp;uacute;stria e Com&amp;eacute;rcio do Vietn&amp;atilde; (MOIT) e de autoridades de Ho Chi Minh, inclusive de dois dias de visitas t&amp;eacute;cnicas a f&amp;aacute;bricas e empresas selecionadas de acordo com o perfil dos participantes. A proposta &amp;eacute; permitir contato direto com potenciais fornecedores e parceiros comerciais, al&amp;eacute;m de uma vis&amp;atilde;o pr&amp;aacute;tica da estrutura produtiva vietnamita.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A miss&amp;atilde;o d&amp;aacute; continuidade &amp;agrave; aproxima&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre a FecomercioSP e a C&amp;acirc;mara de Com&amp;eacute;rcio e Ind&amp;uacute;stria Brasil&amp;ndash;Vietn&amp;atilde;. &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/vietna-tem-mercado-inexplorado-pelo-brasileiro-mas-cheio-de-oportunidades"&gt;Em julho, representantes da C&amp;acirc;mara estiveram na sede da Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, em S&amp;atilde;o Paulo&lt;/a&gt; para discutir estrat&amp;eacute;gias de internacionaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o e formas de ampliar o acesso de empres&amp;aacute;rios paulistas, principalmente pequenos e m&amp;eacute;dios, &amp;agrave;s oportunidades do mercado daquela na&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Agenda&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A programa&amp;ccedil;&amp;atilde;o empresarial se concentra entre os dias 3 e 6 de setembro. Nos dias 3 e 4, est&amp;atilde;o previstas visitas &amp;agrave; Sourcing Expo e rodadas de neg&amp;oacute;cios; nos dias 5 e 6, ser&amp;atilde;o realizadas as agendas t&amp;eacute;cnicas em empresas e f&amp;aacute;bricas. O retorno a S&amp;atilde;o Paulo est&amp;aacute; previsto para 9 de setembro.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A miss&amp;atilde;o oferece pacote terrestre com hospedagem, traslados internos da programa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, credenciamento e acesso &amp;agrave; feira, participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o nas rodadas de neg&amp;oacute;cios, visitas t&amp;eacute;cnicas, tradu&amp;ccedil;&amp;atilde;o e acompanhamento local. A passagem a&amp;eacute;rea internacional, a documenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o, a alimenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o e as despesas pessoais n&amp;atilde;o est&amp;atilde;o inclu&amp;iacute;das.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Servi&amp;ccedil;o&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Miss&amp;atilde;o Empresarial Vietn&amp;atilde; 2026&lt;br&gt;Quando:&lt;/strong&gt; 1&amp;ordm; a 9 de setembro de 2026&lt;br&gt;&lt;strong&gt;Onde:&lt;/strong&gt; Ho Chi Minh, Vietn&amp;atilde;&lt;br&gt;&lt;strong&gt;Informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es e inscri&amp;ccedil;&amp;otilde;es:&lt;/strong&gt; &lt;a href="https://www.missaovietna.com.br/?utm_source=chatgpt.com" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Miss&amp;atilde;o Vietn&amp;atilde; 2026&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Fri, 31 Jul 2026 16:18:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Internacional]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[FecomercioSP recebe delegação chinesa para promover comércio, investimentos e novas parcerias empresariais]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/public/noticia/fecomerciosp-recebe-delegacao-chinesa-para-promover-comercio-investimentos-e-novas-parcerias-empresariais</link><description>&lt;![CDATA[Representantes do Zhong Bridge Group ressaltaram demandas por produtos brasileiros e oportunidades de cooperação em infraestrutura, tecnologia, energia e construção]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;A &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/"&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt; recebeu delega&amp;ccedil;&amp;atilde;o chinesa ligada ao&amp;nbsp;&lt;a href="https://zhongyibridge.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Zhong Bridge Group&lt;/a&gt; para discutir oportunidades de com&amp;eacute;rcio bilateral, investimentos e coopera&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre empresas brasileiras e chinesas nas &amp;aacute;reas de Agroneg&amp;oacute;cio, Infraestrutura, Tecnologia, Energia e Constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O Zhong Bridge Group atua em diferentes frentes, como constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o civil, investimentos em projetos industriais, agricultura, minera&amp;ccedil;&amp;atilde;o, educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e com&amp;eacute;rcio internacional de produtos agr&amp;iacute;colas e minerais, segmentos com possibilidades de coopera&amp;ccedil;&amp;atilde;o com empresas brasileiras.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Participaram da reuni&amp;atilde;o, pela FecomercioSP, Rubens Medrano, vice-presidente da Entidade e presidente do &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/conselhos/conselho-de-relacoes-internacionais"&gt;Conselho de Rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es Internacionais&lt;/a&gt;, o economista Fabio Pina, al&amp;eacute;m dos assessores Nat&amp;aacute;lia Mortaio e Douglas Dias. Pela delega&amp;ccedil;&amp;atilde;o chinesa, estiveram presentes Leo Jiang, presidente do conselho da Zhong Bridge Group; Osman Ma, gerente-geral de marketing da Zhong Bridge Group; e Sofia Li, secret&amp;aacute;ria-executiva do conselho, al&amp;eacute;m de Valterli Martinez, presidente do &lt;a href="https://www.instagram.com/sincomerciomogi/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Sindicato do Com&amp;eacute;rcio Varejista (Sincomercio) de Mogi das Cruzes&lt;/a&gt;, e Luiz Gustavo Usier, diretor do Sindicato. Tamb&amp;eacute;m estiveram presentes Wladimir Machado, presidente da &lt;a href="https://camex.org.br/sobre-nos/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;C&amp;acirc;mara de Com&amp;eacute;rcio Exterior (Camex)&lt;/a&gt;; Daniel Martins, CEO da DMJ Consultoria; e Sabrina Ferrer, CHRO da WT Comex, respons&amp;aacute;veis pela aproxima&amp;ccedil;&amp;atilde;o empresarial da Zhong Bridge Group com a FecomercioSP.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ao detalhar o interesse chin&amp;ecirc;s pelo mercado brasileiro, Jiang, representante da delega&amp;ccedil;&amp;atilde;o do pa&amp;iacute;s, destacou a complementaridade entre as duas economias, especialmente no Agroneg&amp;oacute;cio. Segundo ele, o tamanho da popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o chinesa, aliado &amp;agrave; disponibilidade limitada de terras ar&amp;aacute;veis, amplia a necessidade de importa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de alimentos e insumos agr&amp;iacute;colas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;ldquo;A China tem 1,4 bilh&amp;atilde;o de habitantes e um poder de consumo muito forte. Ao mesmo tempo, enfrenta escassez de terras ar&amp;aacute;veis e depende de importa&amp;ccedil;&amp;otilde;es. Nesse sentido, os produtos agr&amp;iacute;colas do Brasil e da China s&amp;atilde;o complementares&amp;rdquo;, afirmou Jiang.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Dentre as demandas apresentadas pelo grupo, destacam-se produtos de cobre, a&amp;ccedil;&amp;uacute;car, soja, feij&amp;atilde;o, gergelim, ingredientes para alimenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o animal e prote&amp;iacute;na de frango &amp;mdash; principalmente pelos p&amp;eacute;s, que s&amp;atilde;o muito consumidos pela popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o local. A proposta apresentada &amp;agrave; FecomercioSP inclui identificar fornecedores brasileiros com capacidade para atender &amp;agrave;s especifica&amp;ccedil;&amp;otilde;es e aos volumes demandados, al&amp;eacute;m de estabelecer conex&amp;otilde;es comerciais que possam resultar em novos neg&amp;oacute;cios entre ambos os mercados nas diversas &amp;aacute;reas de atua&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A coopera&amp;ccedil;&amp;atilde;o pretendida tamb&amp;eacute;m envolve projetos de infraestrutura. A delega&amp;ccedil;&amp;atilde;o manifestou interesse em estabelecer parcerias com empresas brasileiras em setores como ferrovias e transporte sobre trilhos, rodovias, pontes e t&amp;uacute;neis, edifica&amp;ccedil;&amp;otilde;es e obras industriais, infraestruturas urbana e p&amp;uacute;blica, energia e novas energias. Licita&amp;ccedil;&amp;otilde;es conjuntas, cons&amp;oacute;rcios e outras formas de coopera&amp;ccedil;&amp;atilde;o empresarial s&amp;atilde;o alguns dos modelos considerados.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Do lado chin&amp;ecirc;s, tamb&amp;eacute;m foram apresentadas possibilidades de conex&amp;atilde;o com fabricantes e fornecedores de rob&amp;ocirc;s e solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es de automa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, equipamentos inteligentes para constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o, materiais de constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o, m&amp;aacute;quinas e insumos agr&amp;iacute;colas, equipamentos el&amp;eacute;tricos e de energia, transporte e solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es modulares de infraestrutura. Economia digital e inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o aparecem ainda entre as frentes previstas a futuras parcerias.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;De acordo com Medrano, o avan&amp;ccedil;o da coopera&amp;ccedil;&amp;atilde;o deve partir da defini&amp;ccedil;&amp;atilde;o de prioridades e de projetos com possibilidade concreta de desenvolvimento, destacando a capacidade da FecomercioSP de mobilizar sua rede de Sindicatos e estabelecer conex&amp;otilde;es com empresas e institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es de acordo com cada demanda apresentada.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A estrat&amp;eacute;gia est&amp;aacute; alinhada com a atua&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Entidade na promo&amp;ccedil;&amp;atilde;o do com&amp;eacute;rcio internacional e na cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o de oportunidades para que empresas brasileiras, inclusive pequenos e m&amp;eacute;dios neg&amp;oacute;cios, ampliem a participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o no mercado externo. A Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o tamb&amp;eacute;m poder&amp;aacute; contribuir para aproximar a delega&amp;ccedil;&amp;atilde;o de empresas e organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es de diferentes setores representados por sua rede.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Como encaminhamento do encontro, as partes dever&amp;atilde;o organizar as demandas por prioridade e identificar os primeiros projetos e setores em que a coopera&amp;ccedil;&amp;atilde;o pode avan&amp;ccedil;ar, transformando a aproxima&amp;ccedil;&amp;atilde;o institucional em oportunidades concretas de com&amp;eacute;rcio, investimento e neg&amp;oacute;cios entre S&amp;atilde;o Paulo e China.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Fri, 31 Jul 2026 10:47:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Internacional]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Entenda o "tarifaço" de 37,5% imposto pelos EUA ao Brasil]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/public/noticia/estados-unidos-impoem-tarifa-extra-de-12-5-e-sobretaxa-ao-brasil-chega-a-37-5</link><description>&lt;![CDATA[Cobrança de 12,5% se soma à sobretaxa de 25% e encarece exportações; Brasil contesta, mas reversão a curto prazo é improvável]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;O governo dos Estados Unidos confirmou, na última quinta-feira (23), a aplicação de uma nova tarifa de 12,5% sobre produtos brasileiros — desta vez com base em uma investigação distinta daquela &lt;a href="https://fecomercio.com.br/noticia/nova-tarifa-de-25-atinge-comercio-exterior-paulista-e-reforca-necessidade-de-ampliar-a-insercao-internacional-do-brasil"&gt;que já havia resultado, um dia antes (22), na sobretaxa de 25% sobre as exportações brasileiras&lt;/a&gt;. A nova cobrança decorre de um processo conduzido pelo Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR), de alcance global, que aponta suposta falha de dezenas de países em impor e fiscalizar de forma efetiva a proibição à importação de mercadorias produzidas com trabalho forçado. O Brasil, segundo o escritório, está entre eles.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A medida, que entrou em vigor na última sexta-feira (24), como será aplicada de forma cumulativa à sobretaxa de 25% já em vigor, uma parcela relevante das exportações brasileiras ao país norte-americano passará a enfrentar, na prática, uma tarifa combinada de até 37,5%, sem contar tarifas setoriais específicas, como as de 25% sobre aço, alumínio e automóveis, que seguem valendo à parte por decorrerem de outro instrumento legal, ligado a razões de segurança nacional.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;É importante que o empresário compreenda que essa tarifa de 12,5% não nasce de uma disputa bilateral com o Brasil, mas de uma investigação que abrange cerca de 60 países, inclusive todos os integrantes da União Europeia (UE). Ainda assim, para efeitos práticos, substitui a tarifa-base de 10% que os Estados Unidos vinham aplicando à maior parte dos parceiros comerciais desde fevereiro de 2026, de modo que, para o nosso país, o efeito líquido é um acréscimo real sobre a carga tarifária já existente.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A medida se soma a uma sequência que começou em&amp;nbsp;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/public/noticia/tarifaco-de-trump-que-entra-em-vigor-hoje-deve-servir-de-estimulo-a-abertura-comercial-do-brasil-aponta-fecomerciosp"&gt;julho de 2025, quando Trump anunciou uma tarifa de 50%&lt;/a&gt;, amparada na Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional (IEEPA), sob justificativa ligada ao julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro — tarifa posteriormente declarada ilegal pela Suprema Corte americana, o que obrigou o governo daquele país a reconstruir a base jurídica de seu tarifaço. Dessa reconstrução, resultaram a tarifa-base de 10% instituída em fevereiro deste ano com base na Seção 122, aplicável à generalidade dos parceiros comerciais, e a sobretaxa de 25% aplicada especificamente contra o Brasil na quarta passada, com base na Seção 301 da Lei de Comércio de 1974, sob alegação de práticas comerciais desleais.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Assim como ocorreu com a sobretaxa de 25%, o governo americano não aplicará a tarifa de 12,5% a uma lista de 471 produtos organizados em 20 categorias de exceção, como café, produtos de madeira, petróleo, gás natural, fertilizantes, derivados do açaí, resíduos de alumínio, equipamentos para semicondutores e ingredientes farmacêuticos ativos. Recomenda-se que cada empresa confira, com sua classificação NCM/HTS em mãos, se o produto exportado consta dessa lista, já que a exclusão pode ser decisiva para o resultado financeiro da operação.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Há espaço para reverter a tarifa?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O Itamaraty e o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) classificam as conclusões norte-americanas como “arbitrárias” e “errôneas”, argumentando que o Brasil já dispõe de mecanismos consolidados de fiscalização e responsabilização criminal contra o trabalho análogo ao de escravo, bem como sustentam que a medida viola regras da Organização Mundial do Comércio (OMC) por se tratar de ação unilateral. Apesar da contestação diplomática, auxiliares do governo avaliam que a margem para reverter a tarifa no curto prazo é limitada, já que o USTR concluiu formalmente a investigação. O empresário deve, portanto, planejar-se considerando a tarifa como um dado praticamente consolidado.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Impactos econômicos&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O efeito mais imediato é o encarecimento dos produtos brasileiros no mercado dos Estados Unidos, reduzindo a competitividade frente a concorrentes que ficaram apenas com a tarifa-base de 10%. Setores intensivos em exportação para aquela nação tendem a sentir mais, como calçados, móveis, autopeças, têxteis, máquinas e equipamentos e alimentos processados não isentos. Já as cadeias dependentes de insumos americanos também podem ser afetadas caso o Brasil acione a Lei da Reciprocidade, já regulamentada pelo Executivo. Empresas exportadoras de menor porte, com margens mais apertadas e menor capacidade de absorver custos adicionais, tendem a ser proporcionalmente mais afetadas do que grandes grupos com operações diversificadas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Por isso, recomenda-se verificar imediatamente se o produto consta na lista de exceções, recalcular margens considerando a tarifa combinada de até 37,5%, revisar contratos de exportação — sobretudo cláusulas de reajuste e força maior —, diversificar mercados de destino, reforçar a documentação de&amp;nbsp;&lt;strong&gt;compliance&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;trabalhista e de fornecedores, monitorar o câmbio e considerar&amp;nbsp;&lt;strong&gt;hedge&lt;/strong&gt; cambial, acompanhar as tratativas entre o governo brasileiro e o USTR, consultar entidades de classe, como a&amp;nbsp;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/"&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt;, por meio do&amp;nbsp;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/conselhos/conselho-de-relacoes-internacionais"&gt;Conselho Relações Internacionais&lt;/a&gt; (com o objetivo de avaliar as consequências ao setor econômico representado), e identificar possíveis mecanismos de defesa comercial.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O cenário segue em movimento e pode ser revisto a qualquer momento, inclusive por decisões judiciais nos Estados Unidos, razão pela qual se recomenda manter contato constante com o setor de comércio exterior e assessoria especializada antes de decisões operacionais definitivas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Mon, 27 Jul 2026 17:48:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Internacional]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Vietnã tem mercado inexplorado pelo brasileiro, mas cheio de oportunidades]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/public/noticia/vietna-tem-mercado-inexplorado-pelo-brasileiro-mas-cheio-de-oportunidades</link><description>&lt;![CDATA[FecomercioSP e Câmara Brasil–Vietnã debatem estratégias de internacionalização, feira multissetorial e aproximação institucional]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;A pouco mais de um m&amp;ecirc;s de conduzir uma miss&amp;atilde;o empresarial ao Vietn&amp;atilde;, a &lt;a href="https://brazilvietnam.com/pt/home-camara-de-comercio-e-industria-brasil-vietna-pt/"&gt;C&amp;acirc;mara de Com&amp;eacute;rcio e Ind&amp;uacute;stria Brasil&amp;ndash;Vietn&amp;atilde;&lt;/a&gt; se reuniu com a &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/"&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt; para somar esfor&amp;ccedil;os e ampliar o acesso de pequenos e m&amp;eacute;dios empres&amp;aacute;rios ao mercado asi&amp;aacute;tico. O encontro ocorreu no dia 14 de julho, na sede da Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Presidente da C&amp;acirc;mara, Victor Key resumiu o potencial ainda pouco explorado entre os dois pa&amp;iacute;ses. &amp;ldquo;N&amp;atilde;o &amp;eacute; dif&amp;iacute;cil pegar uma pe&amp;ccedil;a de roupa, olhar a etiqueta e ler &amp;lsquo;Vietn&amp;atilde;&amp;rsquo;. &amp;Eacute; a primeira coisa que vem &amp;agrave; cabe&amp;ccedil;a da maioria das pessoas: t&amp;ecirc;nis e roupa. Mas h&amp;aacute; uma por&amp;ccedil;&amp;atilde;o de outros produtos que o empres&amp;aacute;rio brasileiro ainda n&amp;atilde;o conhece&amp;rdquo;, disse. Segundo ele, o principal obst&amp;aacute;culo n&amp;atilde;o &amp;eacute; log&amp;iacute;stico, mas cultural, pois h&amp;aacute;&amp;nbsp;um grande&amp;nbsp;receio de&amp;nbsp;se&amp;nbsp;negociar com um mercado distante e pouco explorado aqui.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Key comparou o cen&amp;aacute;rio atual ao da China h&amp;aacute; duas d&amp;eacute;cadas. &amp;ldquo;H&amp;aacute; 25 anos, quem fazia neg&amp;oacute;cio com a China tinha medo. Hoje, n&amp;atilde;o tem mais. O Vietn&amp;atilde; ainda carrega um pouco disso, mas, para o empres&amp;aacute;rio, &amp;eacute; um lugar de oportunidades&amp;rdquo;, afirmou. Vencer esse receio, na sua avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o, &amp;eacute; o primeiro passo para&amp;nbsp;fortalecer o&amp;nbsp;interc&amp;acirc;mbio&amp;nbsp;comercial.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;Eacute; com esse objetivo que a c&amp;acirc;mara conduzir&amp;aacute; uma miss&amp;atilde;o empresarial &amp;agrave;quele pa&amp;iacute;s entre 31 de agosto e 9 de setembro, na cidade de Ho Chi Minh. O grupo participar&amp;aacute; de uma feira multissetorial realizada com apoio do Minist&amp;eacute;rio da Ind&amp;uacute;stria e Com&amp;eacute;rcio local.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;img src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/fd9380fa06add0b1977aca77f65d0e3a738c42f2.jpg" style="width: 733px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;O presidente da C&amp;acirc;mara de Com&amp;eacute;rcio e Ind&amp;uacute;stria Brasil&amp;ndash;Vietn&amp;atilde;, Victor Key, ao lado da assessora da C&amp;acirc;mara, Maria Helena Afonso&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A&amp;nbsp;assessora&amp;nbsp;da C&amp;acirc;mara,&amp;nbsp;Maria Helena Afonso,&amp;nbsp;refor&amp;ccedil;ou que o interesse da&amp;nbsp;entidade&amp;nbsp;&amp;eacute; aproximar o empres&amp;aacute;rio brasileiro de oportunidades ainda pouco conhecidas no pa&amp;iacute;s asi&amp;aacute;tico&amp;nbsp;nos setores&amp;nbsp;de vestu&amp;aacute;rio, decora&amp;ccedil;&amp;atilde;o, alimentos e bebidas e utens&amp;iacute;lios dom&amp;eacute;sticos.&amp;nbsp;Contudo, o apoio ministerial&amp;nbsp;abre portas mesmo para setores fora do escopo do evento. &amp;ldquo;A feira n&amp;atilde;o &amp;eacute; de pescados, mas, gra&amp;ccedil;as a esse apoio, conseguimos fazer o matchmaking e organizar as visitas t&amp;eacute;cnicas &amp;agrave;s plantas, por exemplo&amp;rdquo;,&amp;nbsp;complementou&amp;nbsp;Key.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A FecomercioSP v&amp;ecirc; na aproxima&amp;ccedil;&amp;atilde;o com a c&amp;acirc;mara uma forma de abrir caminho ao empresariado paulista, principalmente os pequenos neg&amp;oacute;cios do interior, que ainda t&amp;ecirc;m dificuldades t&amp;eacute;cnica e log&amp;iacute;stica para se internacionalizarem. A Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o foi representada pelo presidente do&amp;nbsp;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/conselhos/conselho-de-relacoes-internacionais"&gt;Conselho de Rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es Internacionais&lt;/a&gt; e vice-presidente da Entidade, Rubens Medrano, e pelos assessores Nat&amp;aacute;lia Tafarello e Douglas Dias.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Medrano esclareceu que a FecomercioSP tem intensificado a difus&amp;atilde;o da cultura do com&amp;eacute;rcio exterior entre setores que ainda operem s&amp;oacute; no mercado interno. &amp;ldquo;Muitos dos nossos Sindicatos j&amp;aacute; est&amp;atilde;o familiarizados com esse universo; outros, nem tanto. O que tentamos &amp;eacute; levar, aos poucos, o com&amp;eacute;rcio internacional a essas entidades&amp;rdquo;, disse. Ele ressaltou que o trabalho envolve todo o ecossistema de empresas, despachantes e armaz&amp;eacute;ns que possam se beneficiar.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Nat&amp;aacute;lia enfatizou que a &lt;a href="https://lab.fecomercio.com.br/produtos/fecomercio-internacional/"&gt;Fecomercio Internacional&lt;/a&gt;, por sua vez, atua para apoiar empresas brasileiras que queiram buscar mercados no exterior e receber empresas estrangeiras interessadas em entrar no Brasil, conectando-as a potenciais parceiros. &amp;ldquo;Se um empres&amp;aacute;rio nos procura querendo exportar, temos total interesse em ajud&amp;aacute;-lo e usar as conex&amp;otilde;es que temos para fazer o neg&amp;oacute;cio acontecer&amp;rdquo;, afirmou. Ela lembrou que a Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o j&amp;aacute; mant&amp;eacute;m contato frequente com c&amp;acirc;maras, escrit&amp;oacute;rios comerciais e consultores em pa&amp;iacute;ses como Portugal, Pol&amp;ocirc;nia e Chile.&amp;nbsp;A aproxima&amp;ccedil;&amp;atilde;o com a C&amp;acirc;mara Brasil&amp;ndash;Vietn&amp;atilde; se soma a esse esfor&amp;ccedil;o.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ao fim, o Conselho de Rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es Internacionais convidou a c&amp;acirc;mara comercial a apresentar as oportunidades daquele mercado em uma das reuni&amp;otilde;es do colegiado.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Tue, 21 Jul 2026 09:42:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Internacional]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Rodadas de negócios conectam empresas brasileiras a fornecedores taiwaneses; participe!]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/public/noticia/rodadas-de-negocios-conectam-empresas-brasileiras-a-fornecedores-taiwaneses-participe</link><description>&lt;![CDATA[Encontros multissetoriais em agosto abrem espaço para novas parcerias entre companhias de ambos os países; FecomercioSP apoia a iniciativa]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;A missão empresarial de Taiwan ao Brasil reunirá, em agosto e setembro, empresas dos dois países em rodadas de negócios com os objetivos de aproximar fornecedores taiwaneses de potenciais parceiros brasileiros e abrir espaço para novas parcerias comerciais. Organizada pelo Escritório Comercial de Taiwan em São Paulo, a iniciativa conta com o apoio da &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/"&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt;. &lt;a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdl0WcoWOc5PtNl8s-N8cIddlLLZ5FQWPPEmLaohNBprWys8A/viewform" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Inscreva-se para participar!&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A etapa multissetorial de agosto reunirá 33 companhias de Taiwan em dois encontros. O primeiro ocorrerá no dia 18, em São Paulo, no Renaissance São Paulo Hotel; o segundo, no dia 20, em Curitiba, no Qoya Hotel Curitiba. Ambas as rodadas ocorrerão das 9h30 às 17h.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Participarão dessas rodadas empresas de segmentos como:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;mobiliário doméstico e mobiliário público;&lt;span class="Apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;higiene profissional e exterminador de pragas;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;construção civil, hidráulica e infraestrutura;&lt;span class="Apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;segurança industrial — Equipamentos de Proteção Individual (EPIs);&lt;/li&gt;&lt;li&gt;máquinas, bombas, válvulas, indústria frigorífica e borracha;&lt;span class="Apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC), elétrica e eletrônica;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;autopeças, bicicleta e moto e equipamentos esportivos;&lt;span class="Apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;ferramentas e equipamentos de embalagem;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;ferragens e componentes para móveis.&lt;span class="Apple-converted-space"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;Em 15 de setembro, a missão terá nova etapa voltada para o segmento de alimentos orientais, também em São Paulo, no Intercontinental Hotel. Na ocasião, 18 empresas do setor — de biscoitos e bebidas a ingredientes — participarão de uma rodada de negócios, das 9h às 17h.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Serviço&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Missão Empresarial de Taiwan ao Brasil — Rodadas de Negócios&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Etapa multissetorial (33 empresas)&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;São Paulo — 18 de agosto (terça-feira), das 9h30 às 17h&lt;br&gt;Renaissance São Paulo Hotel — Alameda Santos, 2233, Jardim Paulista — São Paulo/SP&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Curitiba — 20 de agosto (quinta-feira), das 9h30 às 17h&lt;br&gt;Qoya Hotel Curitiba — Av. Sete de Setembro, 4211, Centro — Curitiba/PR&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Etapa de alimentos orientais (18 empresas)&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;São Paulo — 15 de setembro (terça-feira), das 9h às 17h&lt;br&gt;Intercontinental Hotel — Alameda Santos, 1123, Jardim Paulista — São Paulo/SP&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="https://67tjk6azgo.preview-beefreecontent.com/KGHk?utm_campaign=Apoio+Taiwan+Trade+Center&amp;utm_content=%5BNo+title%5D&amp;utm_medium=email&amp;utm_source=dinamize&amp;utm_term=Fecomercio+Internacional+apoia+a+Rodada+de+Neg%C3%B3cios+com+33+empresas+multissetoriais+de+Taiwan.+Participe%21"&gt;Inscreva-se aqui!&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Thu, 16 Jul 2026 10:55:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Internacional]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[FecomercioSP recebe representantes da Marinha do Brasil em visita institucional]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/public/noticia/fecomerciosp-recebe-representantes-da-marinha-do-brasil-em-visita-institucional</link><description>&lt;![CDATA[Delegação apresenta projetos culturais e discute formas de fortalecer a memória marítima brasileira junto à sociedade]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;O vice-presidente da &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/"&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt; e&amp;nbsp;presidente do&amp;nbsp;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/conselhos/conselho-de-relacoes-internacionais"&gt;Conselho de Relações Internacionais&lt;/a&gt; da Entidade,&amp;nbsp;Rubens Medrano,&amp;nbsp;recebeu, em visita institucional, representantes do Comando do 8º Distrito Naval e da Diretoria do Patrimônio Histórico e Documentação da Marinha.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O encontro teve como objetivo debater projetos de divulgação institucional e promocional de eventos históricos vinculados à Marinha, com foco no fortalecimento da memória nacional e na aproximação entre a instituição e a sociedade civil.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Durante a reunião, o vice-almirante e diretor do Patrimônio Histórico e Documentação da Marinha (DPHDM), Gilberto Santos Kerr, apresentou o trabalho desenvolvido pela diretoria que comanda, voltado para a preservação do patrimônio histórico naval e o fomento da chamada mentalidade marítima na sociedade brasileira — conceito que busca aproximar a população das importâncias econômica e estratégica do mar para o País.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Além disso, foram discutidos projetos culturais financiados por meio de leis de incentivo fiscal, como iniciativas educacionais destinadas a estudantes da rede pública, ações de acessibilidade em espaços históricos da Marinha e o programa Museu Marítimo do Brasil.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Pela Marinha, também participaram o capitão de Mar e Guerra, José Maria Sobrinho, assessor de Relações Institucionais do Comando do 8º Distrito Naval; e o&amp;nbsp;contra-almirante João Arthur do Carmo Hildebrandt, assessor de Gestão Estratégica. Pela FecomercioSP, participaram os assessores&amp;nbsp;Natália Tafarello e Douglas Dias.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A Federação reafirma o seu compromisso de fortalecer o diálogo com instituições públicas e contribuir para iniciativas que valorizem a cultura, a memória histórica e a aproximação do Poder Público e a sociedade.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Thu, 02 Jul 2026 16:45:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Internacional]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Acordo Mercosul–UE demanda estratégia nacional de internacionalização das PMEs]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/public/noticia/acordo-mercosulue-demanda-estrategia-nacional-de-internacionalizacao-das-pmes</link><description>&lt;![CDATA[Evento reúne governo, empresários e entidades para discutir ampliação das importações e exportações nacionais e mais inserção de pequenos negócios no comércio exterior]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;A&amp;nbsp;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/"&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt; esteve presente no Conexões Produtivas: Oportunidades para a Indústria no Acordo Mercosul–União Europeia, evento promovido pela&amp;nbsp;&lt;a href="https://apexbrasil.com.br/"&gt;Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil)&lt;/a&gt;, em parceria com o&amp;nbsp;&lt;a href="https://www.gov.br/mdic/pt-br"&gt;Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC)&lt;/a&gt; e a&amp;nbsp;&lt;a href="https://www.abdi.com.br/"&gt;Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI)&lt;/a&gt;, para debater os principais entraves do novo tratado comercial e as oportunidades abertas aos negócios brasileiors, especialmente as Pequenas e Médias Empresas (PMEs).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No encontro, representaram a Entidade&amp;nbsp;Rubens Medrano, presidente do&amp;nbsp;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/conselhos/conselho-de-relacoes-internacionais"&gt;Conselho de Relações Internacionais da FecomercioSP&lt;/a&gt; e vice-presidente da Entidade, e&amp;nbsp;Fernando Sousa, André Sacconato e Douglas Dias, assessores da Federação, como parte de uma estratégia para fortalecer a internacionalização de empresas e ampliar a participação de negócios de pequeno e médio portes no comércio exterior.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Segundo a ApexBrasil, com entrada em vigor em 1º de maio, o acordo prevê tarifa zero imediata para cerca de 5 mil produtos brasileiros e pode ampliar em até US$ 1 bilhão as exportações nacionais para a União Europeia (UE) nos próximos 12 meses, considerando 543 oportunidades comerciais já mapeadas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O evento também contou com a participação de autoridades do Poder Público, como o vice-presidente da República, Geraldo Alckmin; o ministro do MDIC, Márcio Elias Rosa; e o presidente da ApexBrasil, Laudemir Müller, além de representantes do setor produtivo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Durante o encontro, Müller destacou que o tratado, que envolve cerca de 9,5 mil produtos, representa uma oportunidade concreta para diversificar mercados e ampliar a competitividade nacional. Hoje, a UE responde por 14% das exportações brasileiras e movimenta um mercado estimado em US$ 3 trilhões por ano.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Alckmin ressaltou a importância de mais inserção das PMEs no comércio exterior, citando a Itália como referência em participação de pequenos negócios nas exportações e defendendo mecanismos de estímulo para ampliar esse movimento no Brasil.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para a FecomercioSP, ampliar a presença das PMEs no mercado internacional é uma agenda estratégica para diversificar mercados, fortalecer a competitividade, estimular inovação e incentivar a geração de emprego e renda no País.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Wed, 01 Jul 2026 17:50:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Internacional]]</category></item></channel></rss>
