<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" version="2.0"><channel><title>&lt;![CDATA[Negócios - FecomercioSP]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/public/negocios</link><description>&lt;![CDATA[A]]</description><lastBuildDate>Sat, 01 Aug 2026 17:56:26 -0300</lastBuildDate><language>pt-br</language><image><title>&lt;![CDATA[Negócios - FecomercioSP]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/public/negocios</link><url>https://www.fecomercio.com.br/public/assets/img/fecomercio-sp-image-share.jpg</url></image><category>&lt;![CDATA[Negócios]]</category><item><title>&lt;![CDATA[Turismo bate novo recorde de faturamento]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/public/noticia/turismo-bate-novo-recorde-de-faturamento</link><description>&lt;![CDATA[Crescimento de 4,2% em maio reflete a alta dos preços, pressionados pelo conflito no Irã]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;O setor de Turismo faturou R$ 23,2 bilh&amp;otilde;es em maio, maior valor j&amp;aacute; registrado para o m&amp;ecirc;s na s&amp;eacute;rie hist&amp;oacute;rica [gr&amp;aacute;fico 1]. Trata-se de um crescimento de 4,2% em compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o com maio de 2025, segundo os dados da Pesquisa do Faturamento do Turismo Nacional, da &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/"&gt;&lt;strong&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;[GR&amp;Aacute;FICO 1]&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Faturamento nos meses de maio (R$ bilh&amp;otilde;es)&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;br&gt;Fonte: IBGE/FecomercioSP&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;img src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/d5a5f0592c0a0ed8af6b44445c9d771518d4c976.png" style="width: 733px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/em&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Entre janeiro e maio, o setor avan&amp;ccedil;ou 3,7% na compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o com o mesmo per&amp;iacute;odo do ano passado, com um faturamento de R$ 120,5 bilh&amp;otilde;es nesse per&amp;iacute;odo. Na an&amp;aacute;lise da Entidade, os dados refletem um crescimento puxado por pre&amp;ccedil;o, e n&amp;atilde;o por volume: tanto no transporte a&amp;eacute;reo quanto na hotelaria, o avan&amp;ccedil;o da demanda foi bem mais modesto do que o aumento das receitas, sinal de que a guerra no Ir&amp;atilde; segue pressionando os custos do Turismo, repassados gradualmente ao consumidor final.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Combust&amp;iacute;vel mais caro sustenta tarifa a&amp;eacute;rea&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O transporte a&amp;eacute;reo de passageiros foi, mais uma vez, a atividade de maior faturamento em maio, com R$ 6,9 bilh&amp;otilde;es [tabela 1], o maior j&amp;aacute; registrado para o m&amp;ecirc;s na s&amp;eacute;rie hist&amp;oacute;rica, com alta de 9,1% em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o a maio de 2025.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O desempenho decorreu, sobretudo, do pre&amp;ccedil;o. A demanda dom&amp;eacute;stica &amp;mdash; medida pela rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre passageiros e quil&amp;ocirc;metros voados (RPK) &amp;mdash; cresceu apenas 2,5%, ritmo semelhante ao de abril e bem inferior ao avan&amp;ccedil;o das receitas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O que sustentou o faturamento, de fato, foi o salto de 11,2% na tarifa m&amp;eacute;dia das passagens em compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o com maio do ano passado, reflexo do encarecimento do Querosene de Avia&amp;ccedil;&amp;atilde;o (QAV) provocado pela guerra no Oriente M&amp;eacute;dio. Na avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o da FecomercioSP, as companhias a&amp;eacute;reas ainda n&amp;atilde;o conseguiram repassar integralmente esse custo aos passageiros, embora o repasse parcial j&amp;aacute; seja suficiente para sustentar o crescimento nominal do faturamento da atividade.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;[TABELA 1]&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Faturamento do Turismo em maio&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;br&gt;Fonte: IBGE/FecomercioSP&lt;/em&gt;&amp;nbsp;&lt;img src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/ee211610a2a000192b1193a71103668c72dd47f7.png" style="width: 733px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Hotelaria e alimenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o mant&amp;ecirc;m resultados positivos&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os meios de hospedagem faturaram cerca de R$ 4,9 bilh&amp;otilde;es em maio, com crescimento de 1,8% na compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o anual. Assim como no segmento a&amp;eacute;reo, o resultado foi puxado principalmente por pre&amp;ccedil;o &amp;mdash; a taxa de ocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o avan&amp;ccedil;ou 1,6%, enquanto a di&amp;aacute;ria m&amp;eacute;dia subiu 5,4%, de acordo com dados do F&amp;oacute;rum de Operadores Hoteleiros do Brasil, o Fohb. Esse &amp;eacute; um sinal de que a demanda em volume avan&amp;ccedil;a em ritmo mais contido, ainda que a receita por quarto dispon&amp;iacute;vel siga em trajet&amp;oacute;ria consistente de alta.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A alimenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o voltada para o Turismo registrou faturamento de R$ 3,8 bilh&amp;otilde;es e crescimento de 6,9%, o resultado proporcional mais expressivo entre todos os segmentos do m&amp;ecirc;s, com acumulado de 5,6% no ano. O desempenho segue sustentado pelo bom momento do mercado de trabalho, mas reflete tamb&amp;eacute;m a alta dos pre&amp;ccedil;os de alimentos. Em maio, a infla&amp;ccedil;&amp;atilde;o do grupo de alimenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o atingiu 1,65%, bem acima do &amp;Iacute;ndice Nacional de Pre&amp;ccedil;os ao Consumidor Amplo (IPCA) geral de 0,58%, pressionando os custos de insumos em bares e restaurantes e se refletindo nos pre&amp;ccedil;os cobrados ao turista.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;S&amp;atilde;o Paulo lidera faturamento; Acre tem maior varia&amp;ccedil;&amp;atilde;o porcentual&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na an&amp;aacute;lise regional (que exclui o transporte a&amp;eacute;reo), o Turismo brasileiro faturou R$ 16,3 bilh&amp;otilde;es em maio, com crescimento de 2,2% na compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o anual [tabela 2]. Ao todo, 15 Unidades da Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o registraram alta no per&amp;iacute;odo, enquanto 12 sofreram queda.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;[TABELA 2]&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Faturamento do Turismo Nacional em maio &amp;mdash; Estados&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;br&gt;Fonte: IBGE/FecomercioSP&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;&amp;nbsp;&lt;img src="https://www.fecomercio.com.br/upload/img/434187cc557bf9b45a014baeafc92306b6c43db1.png" style="width: 300px;" class="fr-fic fr-dib"&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;S&amp;atilde;o Paulo manteve a lideran&amp;ccedil;a nacional, com faturamento aproximado de R$ 6,7 bilh&amp;otilde;es, equivalente a 41% do total do Pa&amp;iacute;s. O crescimento de 3,8% no m&amp;ecirc;s refor&amp;ccedil;a o bom momento do Estado, que acumula alta de 4% nos cinco primeiros meses de 2026, sustentada pelo fluxo cont&amp;iacute;nuo de eventos corporativos, feiras e congressos que dinamizam a economia da capital paulista durante todo o ano.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O Acre apresentou a maior varia&amp;ccedil;&amp;atilde;o porcentual entre os Estados, com alta de 13,5%, ainda que em faturamento reduzido (em torno de R$ 14 milh&amp;otilde;es). O Mato Grosso avan&amp;ccedil;ou 11%, somando R$ 406 milh&amp;otilde;es, e a Bahia cresceu 9,5%, alcan&amp;ccedil;ando R$ 764 milh&amp;otilde;es e mantendo acumulado de 7,6% no ano, um dos melhores desempenhos consistentes do ano. J&amp;aacute; o Rio de Janeiro cresceu 5,9%, chegando a R$ 1,5 bilh&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No campo negativo, Maranh&amp;atilde;o (-8,7%), Cear&amp;aacute; (-6%), Tocantins (-5,5%) e Piau&amp;iacute; (-5,1%) registraram as maiores retra&amp;ccedil;&amp;otilde;es. Minas Gerais, segundo Estado com maior faturamento do Brasil, com cerca de R$ 1,4 bilh&amp;atilde;o, recuou 1,7% na compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o anual.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A FecomercioSP mant&amp;eacute;m a proje&amp;ccedil;&amp;atilde;o de crescimento acima de 4% para o faturamento do Turismo em 2026. O mercado de trabalho aquecido e o acesso ao cr&amp;eacute;dito pelas fam&amp;iacute;lias, sobretudo no cart&amp;atilde;o de cr&amp;eacute;dito parcelado, devem continuar estimulando a demanda por viagens. O principal fator de risco segue sendo a escalada do conflito no Ir&amp;atilde; e seus efeitos sobre o pre&amp;ccedil;o do petr&amp;oacute;leo no mercado internacional, que pode intensificar a press&amp;atilde;o sobre as tarifas e encarecer o acesso ao turismo nas pr&amp;oacute;ximas temporadas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;An&amp;aacute;lise completa do setor&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A &lt;strong&gt;Carta Setorial do Conselho de Turismo da FecomercioSP&lt;/strong&gt;, edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de julho, aprofunda os resultados do faturamento do Turismo nacional, analisa os reflexos da guerra no Oriente M&amp;eacute;dio nos custos de transporte e hospedagem, apresenta o panorama das viagens corporativas e mais! Clique &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/upload/file/eb071b818ccdbfb157f70fbc34bf6364cbb414e5.pdf"&gt;&lt;strong&gt;aqui&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;para fazer o download.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Fri, 31 Jul 2026 16:41:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Turismo]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Na disputa pelo bolso do consumidor, conveniência é o forte trunfo do atacado]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/public/noticia/na-disputa-pelo-bolso-do-consumidor-conveniencia-e-o-forte-trunfo-do-atacado</link><description>&lt;![CDATA[Pietro Bastos, da NielsenIQ Mtrix, e Fabio Pina, da FecomercioSP, discutem como o setor deve responder a um cliente mais seletivo e ajudar o varejo a ser mais estratégico]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;O consumidor brasileiro está mais cauteloso, racional e com a atenção cada vez mais disputada. Para Pietro Bastos, &lt;strong&gt;senior business manager&lt;/strong&gt; da NielsenIQ Mtrix, marcas, varejistas e atacadistas já não competem apenas pelo &lt;strong&gt;market share&lt;/strong&gt;, mas pelo &lt;strong&gt;share of wallet&lt;/strong&gt; — a participação no bolso do brasileiro.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Assim, a atuação do atacado não pode se limitar ao abastecimento, mas&amp;nbsp;ajudar o varejo a ser mais estratégico na ponta. Para Bastos, o atacado deve utilizar informações de mercado para orientar os clientes sobre mix de produtos, comportamento e estratégias comerciais. “Esse relacionamento envolve entender o que o consumidor precisa e o atacado estar pronto para oferecer esse produto ao varejista”, afirma.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Segundo Fabio Pina, assessor econômico da &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/"&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt;, para competir nesse ambiente, o atacado deve investir em agilidade, disponibilidade de produtos e eficiência logística. “O consumidor consome por conveniência e por preço. O atacado tem uma missão dificílima, que é ser conveniente”, diz. Segundo o economista, isso significa também apoiar o varejista na tomada de decisões. “O atacado é capaz de saber, pelo histórico de compras, se esse cliente precisa comprar mais ou menos de determinado produto. Isso é uma forma de fidelização. É preciso ser uma experiência. Mais que um vendedor, deve ser um consultor”, explica.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A necessidade dessa atuação mais consultiva decorre de uma mudança no padrão de consumo das famílias. Segundo o Ranking ABAD/NielsenIQ — principal estudo do setor atacadista no Brasil —, &lt;strong&gt;bets&lt;/strong&gt;, canetas emagrecedoras, aplicativos de transporte, serviços de &lt;strong&gt;streaming&lt;/strong&gt; e plataformas de e-commerce &lt;strong&gt;cross-border&lt;/strong&gt; passaram a disputar uma parcela crescente da renda dos brasileiros. &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/consumo-desacelera-apostas-avancam-e-atacado-ganha-protagonismo-em-2026"&gt;Só&amp;nbsp;o mercado de apostas movimenta cerca de R$ 360 bilhões&lt;/a&gt;, superando o Canal Farma. As canetas emagrecedoras, por sua vez, já são utilizadas por 5% da população e têm potencial para alcançar 30%.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;“São várias frentes que chamamos de despesas emergentes que disputam o bolso do brasileiro. Com isso, a marca precisa criar fidelidade e conquistar a atenção do consumidor para concretizar a compra”, ressalta Bastos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para Pina, esse movimento é agravado &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/endividamento-das-familias-paulistanas-permanece-no-maior-nivel-em-quase-quatro-anos"&gt;pelos&amp;nbsp;“vazamentos”&amp;nbsp;de renda provocados pelo endividamento&amp;nbsp;familiar&lt;/a&gt;. “Hoje, 80% dos lares têm algum tipo de dívida, cerca de 30% estão com contas em atraso e 10% dizem que não conseguirão quitá-las”, afirma. Na avaliação do economista, a combinação entre novas despesas e o elevado comprometimento da renda ajuda a explicar por que o consumidor está mais seletivo e exigente na hora de comprar.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Assista ao mesacast na íntegra!&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span contenteditable="false" draggable="true" class="fr-video fr-deletable fr-fvc fr-dvb fr-draggable"&gt;&lt;iframe width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/nS3R7j5XufM??si=F__lV9J1FvNgHbB1&amp;amp;wmode=opaque&amp;amp;rel=0" frameborder="0" allowfullscreen="" class="fr-draggable"&gt;&lt;span class="fr-mk" style="display: none;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Wed, 29 Jul 2026 09:34:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Atacado]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Turismo bate novo recorde, mas inflação, juros e crédito em atraso ampliam entraves]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/public/noticia/turismo-bate-novo-recorde-mas-inflacao-juros-e-credito-em-atraso-ampliam-desafios</link><description>&lt;![CDATA[‘Carta Setorial’ analisa faturamento histórico, avanço das viagens corporativas, retomada da guerra no Irã e pressão sobre o orçamento das famílias]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p&gt;O Turismo brasileiro segue acumulando resultados hist&amp;oacute;ricos em 2026, mesmo diante da perda de ritmo da economia. Em maio, o setor faturou R$ 23,2 bilh&amp;otilde;es, alta de 4,2% em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao mesmo per&amp;iacute;odo do ano anterior, e o maior valor j&amp;aacute; registrado para o m&amp;ecirc;s.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os dados integram a Carta Setorial de Turismo &amp;mdash; Julho de 2026, publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o mensal do &lt;a href="https://fecomercio.com.br/conselhos/conselho-de-turismo"&gt;Conselho de Turismo&lt;/a&gt; da &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/"&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt; que re&amp;uacute;ne indicadores, an&amp;aacute;lises econ&amp;ocirc;micas e temas estrat&amp;eacute;gicos para empres&amp;aacute;rios e profissionais do setor. &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/upload/file/eb071b818ccdbfb157f70fbc34bf6364cbb414e5.pdf"&gt;Acesse aqui!&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O desempenho foi impulsionado, principalmente, pelo transporte a&amp;eacute;reo, que alcan&amp;ccedil;ou R$ 6,9 bilh&amp;otilde;es em receitas, com crescimento de 9,1%. A demanda, por&amp;eacute;m, avan&amp;ccedil;ou em ritmo mais moderado, enquanto a tarifa m&amp;eacute;dia subiu 11,2%. Na hotelaria, movimento semelhante tamb&amp;eacute;m foi observado: a ocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o cresceu pouco, mas as di&amp;aacute;rias mantiveram trajet&amp;oacute;ria de alta.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A conjuntura mostra que parte relevante do avan&amp;ccedil;o do faturamento decorre do aumento dos pre&amp;ccedil;os. Ainda assim, o mercado de trabalho aquecido, o cr&amp;eacute;dito e a chegada de turistas estrangeiros sustentam a atividade. S&amp;oacute; no primeiro semestre, o Brasil recebeu 5,3 milh&amp;otilde;es de visitantes internacionais, quase metade proveniente da Am&amp;eacute;rica do Sul.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;As viagens corporativas tamb&amp;eacute;m renovaram recordes. Em abril, os gastos das empresas com deslocamentos profissionais atingiram R$ 18 bilh&amp;otilde;es, alta de 4,6%. No acumulado do primeiro quadrimestre, o faturamento se aproximou de R$ 66 bilh&amp;otilde;es, mesmo em um m&amp;ecirc;s marcado por feriados e incertezas internacionais.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o atualizada traz ainda uma an&amp;aacute;lise sobre o breve al&amp;iacute;vio da infla&amp;ccedil;&amp;atilde;o em junho. O &amp;Iacute;ndice Nacional de Pre&amp;ccedil;os ao Consumidor Amplo (IPCA) avan&amp;ccedil;ou apenas 0,16%, enquanto o acumulado em 12 meses recuou para 4,64%. A melhoria, por&amp;eacute;m, perdeu for&amp;ccedil;a ap&amp;oacute;s a retomada da guerra entre Estados Unidos e Ir&amp;atilde;, que levou o petr&amp;oacute;leo de volta para perto de US$ 85 por barril.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Com as d&amp;uacute;vidas, o Banco Central (BC) manteve a taxa b&amp;aacute;sica de juros em 14,25% ao ano. Os efeitos aparecem na atividade econ&amp;ocirc;mica e no or&amp;ccedil;amento das fam&amp;iacute;lias. Levantamento da FecomercioSP mostra que o cr&amp;eacute;dito com atraso superior a 90 dias atingiu R$ 247,6 bilh&amp;otilde;es, recorde hist&amp;oacute;rico e aumento de 50,7% em um ano.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A Carta tamb&amp;eacute;m aborda a expans&amp;atilde;o das apostas esportivas online e seus impactos sobre o consumo. Pesquisa da FecomercioSP revela que 35% dos paulistanos apostam para tentar complementar a renda, o que representa uma concorr&amp;ecirc;ncia direta pelos recursos destinados ao lazer e &amp;agrave;s viagens.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o apresenta ainda artigo do presidente do Conselho de Turismo da FecomercioSP, Guilherme Dietze, sobre a rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre Copa do Mundo, &lt;em&gt;bets&lt;/em&gt; e Turismo, al&amp;eacute;m dos riscos e das oportunidades desse comportamento para o setor.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/upload/file/eb071b818ccdbfb157f70fbc34bf6364cbb414e5.pdf" target="_blank" class="fr-file" rel="noopener noreferrer"&gt;&lt;strong&gt;Acesse a Carta Setorial de Turismo &amp;mdash; Julho de 2026&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;e confira a an&amp;aacute;lise completa sobre os principais movimentos que influenciam o mercado.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Mon, 27 Jul 2026 14:31:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Turismo]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Integração do transporte aéreo sul-americano pode promover o Turismo, mas exige equilíbrio competitivo]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/public/noticia/integracao-do-transporte-aereo-sul-americano-pode-promover-o-turismo-mas-exige-equilibrio-competitivo</link><description>&lt;![CDATA[Criação do Céu Único Sul-americano permite que uma companhia opere voos entre dois outros países sem passar pelo país de origem]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;O Brasil, a Argentina, o Paraguai e o Chile firmaram, no dia 14 de julho, o &lt;a href="https://www.gov.br/anac/pt-br/noticias/2026/cooperacao-entre-paises-da-america-do-sul-amplia-integracao-do-transporte-aereo-na-regiao" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Acordo de Liberaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o A&amp;eacute;rea Sul-Americana (Alas)&lt;/a&gt;, que possibilita a integra&amp;ccedil;&amp;atilde;o do mercado a&amp;eacute;reo entre os pa&amp;iacute;ses. O documento, ainda sem efeitos pr&amp;aacute;ticos na rotina dos passageiros, estabelece as bases para a cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o do C&amp;eacute;u &amp;Uacute;nico Sul-Americano, liberando a chamada &amp;ldquo;s&amp;eacute;tima liberdade do ar&amp;rdquo;, que permite a uma companhia operar voos entre duas outras na&amp;ccedil;&amp;otilde;es sem passar pelo pa&amp;iacute;s de origem &amp;mdash; por exemplo, uma empresa brasileira ligando Buenos Aires e Santiago.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A medida visa aumentar a concorr&amp;ecirc;ncia em rotas hoje atendidas por apenas uma ou duas empresas, com reflexos nos pre&amp;ccedil;os e na oferta de assentos. O voo dom&amp;eacute;stico, por sua vez, segue fora de discuss&amp;atilde;o: companhias estrangeiras n&amp;atilde;o poder&amp;atilde;o operar entre cidades brasileiras, o que exigiria mudan&amp;ccedil;a na legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o e aval do Congresso Nacional.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;O que muda para o passageiro?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na pr&amp;aacute;tica, o turista ainda n&amp;atilde;o ver&amp;aacute; mudan&amp;ccedil;as imediatas na rotina. O memorando, que conta com a participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Minist&amp;eacute;rio de Portos e Aeroportos e da Ag&amp;ecirc;ncia Nacional de Avia&amp;ccedil;&amp;atilde;o Civil (Anac), &amp;eacute; um compromisso de negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Os pa&amp;iacute;ses signat&amp;aacute;rios t&amp;ecirc;m o prazo de um ano para apresentar uma proposta de implementa&amp;ccedil;&amp;atilde;o gradual, por meio de um Grupo de Trabalho (GT).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Oportunidade e cautela&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para o setor de Turismo brasileiro, a iniciativa &amp;eacute; recebida com otimismo, mas tamb&amp;eacute;m com um olhar cr&amp;iacute;tico sobre os impasses que se avizinham. O &lt;a href="https://fecomercio.com.br/conselhos/conselho-de-turismo"&gt;Conselho de Turismo&lt;/a&gt; da &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br"&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt; avalia como positiva a assinatura do acordo, por atingir uma demanda hist&amp;oacute;rica do setor: a amplia&amp;ccedil;&amp;atilde;o da malha a&amp;eacute;rea internacional. O Brasil ainda apresenta baixa conectividade internacional quanto ao seu potencial, com rotas concentradas em poucos eixos e tarifas elevadas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O cen&amp;aacute;rio vem melhorando, mas, segundo o conselho da Entidade, ainda n&amp;atilde;o reflete todo o potencial do setor para atender &amp;agrave;s demandas brasileiras. Conforme dados da Anac, a movimenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o internacional nos aeroportos brasileiros alcan&amp;ccedil;ou 28,4 milh&amp;otilde;es de passageiros no ano passado, alta de 13,5% e recorde hist&amp;oacute;rico, chegando a 13 milh&amp;otilde;es at&amp;eacute; maio deste ano. Parte desse avan&amp;ccedil;o decorre dos incentivos &amp;agrave; abertura de novas rotas promovidos pela Ag&amp;ecirc;ncia Brasileira de Promo&amp;ccedil;&amp;atilde;o Internacional do Turismo (Embratur), mediante o Programa de Acelera&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Turismo Internacional (PATI). Ainda h&amp;aacute;, por&amp;eacute;m, amplo espa&amp;ccedil;o para crescimento, e a entrada de novos operadores pode contribuir para reduzir pre&amp;ccedil;os e diversificar destinos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O conselho ressalta, contudo, que a abertura precisa ser conduzida com equil&amp;iacute;brio concorrencial, assegurando que as companhias estrangeiras estejam sujeitas &amp;agrave;s mesmas regras e &amp;agrave; mesma estrutura de custos aplicadas &amp;agrave;s empresas que operam a partir do Brasil. O setor a&amp;eacute;reo nacional convive com um custo de combust&amp;iacute;vel significativamente superior ao dos pa&amp;iacute;ses vizinhos, com elevada carga tribut&amp;aacute;ria e passivo judicial sem paralelo no mundo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ampliar o acesso ao mercado sem lidar com essas assimetrias, de acordo com o conselho da FecomercioSP, significa expor as companhias brasileiras a uma competi&amp;ccedil;&amp;atilde;o desigual, cuja origem n&amp;atilde;o &amp;eacute; regulat&amp;oacute;ria, mas estrutural. O ideal sempre &amp;eacute; que se busque reduzir toda a cadeia de custo e burocracia internamente, e n&amp;atilde;o exigir a ades&amp;atilde;o &amp;agrave;s dificuldades que s&amp;atilde;o criadas no Pa&amp;iacute;s.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Experi&amp;ecirc;ncia europeia&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O Conselho de Turismo da FecomercioSP pondera que o pr&amp;eacute;-acordo sul-americano n&amp;atilde;o pode ser comparado com o &lt;a href="https://transport.ec.europa.eu/transport-modes/air/single-european-sky_en" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;C&amp;eacute;u &amp;Uacute;nico Europeu&lt;/a&gt; &amp;mdash; acordo firmado em 2004 pelos pa&amp;iacute;ses que comp&amp;otilde;em a Uni&amp;atilde;o Europeia (UE) &amp;mdash;, que viabilizou a expans&amp;atilde;o das companhias de baixo custo. Trata-se de mercados substancialmente distintos. As dist&amp;acirc;ncias continentais na Am&amp;eacute;rica do Sul s&amp;atilde;o muito superiores &amp;agrave;s europeias, o que encarece a opera&amp;ccedil;&amp;atilde;o e limita o modelo de baixo custo em rotas longas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A regi&amp;atilde;o tamb&amp;eacute;m n&amp;atilde;o disp&amp;otilde;e do mesmo fluxo de turistas internacionais, e a renda mais concentrada restringe a base de demanda capaz de viabilizar novas rotas fora dos eixos tradicionais. A liberaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; condi&amp;ccedil;&amp;atilde;o necess&amp;aacute;ria, mas n&amp;atilde;o suficiente, para reproduzir na Am&amp;eacute;rica do Sul os resultados observados na Europa.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Nesse sentido, o Conselho defende que o avan&amp;ccedil;o das negocia&amp;ccedil;&amp;otilde;es seja acompanhado de uma agenda interna de competitividade que inclua a redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o da carga tribut&amp;aacute;ria sobre o combust&amp;iacute;vel de avia&amp;ccedil;&amp;atilde;o, a seguran&amp;ccedil;a jur&amp;iacute;dica em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao contencioso do setor e o investimento em infraestrutura aeroportu&amp;aacute;ria. A integra&amp;ccedil;&amp;atilde;o a&amp;eacute;rea sul-americana representa uma oportunidade importante &amp;agrave; economia brasileira, desde que constru&amp;iacute;da sobre bases equilibradas e ison&amp;ocirc;micas.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Thu, 23 Jul 2026 16:44:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[turismo]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Importação combina com o MEI? Pequenos negócios batem recorde e abrem caminho no comércio exterior]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/public/noticia/importacao-combina-com-o-mei-pequenos-negocios-batem-recorde-e-abrem-caminho-no-comercio-exterior</link><description>&lt;![CDATA[Boletim ‘Expresso MEI’ de julho traz um passo a passo para os empreendedores diversificarem o portfólio e aumentarem a competitividade]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;O Brasil nunca teve tantas empresas importando produtos do exterior. Em 2025, o Pa&amp;iacute;s alcan&amp;ccedil;ou a marca hist&amp;oacute;rica de 60.115 neg&amp;oacute;cios importadores, sendo as micro e pequenas as grandes impulsionadoras desse crescimento, com eleva&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 7,6% em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao ano anterior.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A importa&amp;ccedil;&amp;atilde;o ainda gera muitas d&amp;uacute;vidas, principalmente para os Microempreendedores Individuais (MEIs), os quais muitos s&amp;oacute; t&amp;ecirc;m a experi&amp;ecirc;ncia como consumidor. O processo utilizando o CNPJ exige aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave;s regras internacionais e tribut&amp;aacute;rias brasileiras para evitar problemas. Pensando nisso, a edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de julho do boletim &lt;strong&gt;Expresso MEI&lt;/strong&gt; apresenta um guia com os pontos essenciais para que nenhum detalhe escape durante o processo de importa&amp;ccedil;&amp;atilde;o dentro da legalidade.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lab.fecomercio.com.br/boletins/sucesso-nas-importacoes-saiba-como-iniciar-a-atividade-sem-sustos/" target="_blank" rel="noopener noreferrer" class="botao"&gt;Baixe gratuitamente o boletim Expresso MEI de julho&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;CNPJ alfanum&amp;eacute;rico&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Desde 1&amp;ordm; de julho, o CNPJ alfanum&amp;eacute;rico est&amp;aacute; presente no registro de novas empresas. Embora neg&amp;oacute;cios j&amp;aacute; existentes n&amp;atilde;o precisem trocar de n&amp;uacute;mero, todos (sem exce&amp;ccedil;&amp;atilde;o) ter&amp;atilde;o que lidar com o novo formato em algum momento, porque o CNPJ &amp;eacute; a chave de identifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o em praticamente todos os sistemas do Pa&amp;iacute;s (fiscais ou cadastrais), inclusive no relacionamento entre fornecedores e clientes. O boletim indica a revis&amp;atilde;o completa dos processos para minimizar dores de cabe&amp;ccedil;a com a emiss&amp;atilde;o de notas fiscais e transa&amp;ccedil;&amp;otilde;es entre empresas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Transa&amp;ccedil;&amp;atilde;o tribut&amp;aacute;ria&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O &lt;strong&gt;Expresso MEI&lt;/strong&gt; tamb&amp;eacute;m explica como o empreendedor que tem d&amp;iacute;vidas com a Uni&amp;atilde;o pode negociar os valores com descontos pelo novo programa de transa&amp;ccedil;&amp;atilde;o tribut&amp;aacute;ria, que permite regularizar d&amp;eacute;bitos de at&amp;eacute; R$ 45 milh&amp;otilde;es, com condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es especiais para pessoas f&amp;iacute;sicas, MEIs e pequenas empresas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Contra&amp;ccedil;&amp;atilde;o de colaborador&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Por fim, Alberto Borges de Carvalho J&amp;uacute;nior, assessor da &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br"&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt;, conta, de forma did&amp;aacute;tica, como o MEI pode contratar um funcion&amp;aacute;rio dentro das regras trabalhistas para ampliar as vendas.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lab.fecomercio.com.br/boletins/sucesso-nas-importacoes-saiba-como-iniciar-a-atividade-sem-sustos/" target="_blank" rel="noopener noreferrer" class="botao"&gt;Baixe o Expresso MEI de julho completo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Tue, 21 Jul 2026 12:03:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[MEI]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Em um mundo hiperconectado, a experiência humana é o principal diferencial ]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/public/noticia/em-um-mundo-hiperconectado-a-experiencia-humana-e-o-principal-diferencial</link><description>&lt;![CDATA[Lizete Ribeiro, do Grupo Tauá de Hotéis e Resorts, analisa as transformações do comportamento do consumidor e seus impactos para os setores da economia]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p style='margin-top:0cm;margin-right:0cm;margin-bottom:8.0pt;margin-left:0cm;line-height:115%;font-size:16px;font-family:"Aptos",sans-serif;' id="isPasted"&gt;A tecnologia transformou a forma como as pessoas trabalham, consomem e se relacionam. Ao mesmo tempo que a hiperconectividade ampliou o acesso à informação e facilitou a rotina, também intensificou a busca por um ativo cada vez mais escasso: conexões humanas genuínas. Nesse contexto, empresas que conseguem criar experiências relevantes e memoráveis passaram a ocupar uma posição de destaque em um mercado cada vez mais competitivo.&lt;/p&gt;&lt;p style='margin-top:0cm;margin-right:0cm;margin-bottom:8.0pt;margin-left:0cm;line-height:115%;font-size:16px;font-family:"Aptos",sans-serif;'&gt;Essa é uma das principais reflexões do novo episódio do &lt;strong&gt;Mercado &amp;amp; Perspectivas&lt;/strong&gt;, mesacast da &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt;. A convidada da vez é Lizete Ribeiro, CEO do Grupo Tauá de Hotéis e Resorts, que compartilha a sua visão sobre as mudanças no comportamento do consumidor e os desafios para as empresas que desejam construir relacionamentos duradouros com seus clientes.&lt;/p&gt;&lt;p style='margin-top:0cm;margin-right:0cm;margin-bottom:8.0pt;margin-left:0cm;line-height:115%;font-size:16px;font-family:"Aptos",sans-serif;'&gt;Segundo a executiva, a pandemia acelerou transformações que continuam influenciando o turismo e diversos outros segmentos da economia. As pessoas passaram a valorizar mais o tempo livre, as relações familiares e as experiências capazes de gerar significado, bem-estar e lembranças positivas. Como consequência, viajar deixou de representar apenas deslocamento ou hospedagem para se tornar uma oportunidade de conexão e convivência.&lt;/p&gt;&lt;p style='margin-top:0cm;margin-right:0cm;margin-bottom:8.0pt;margin-left:0cm;line-height:115%;font-size:16px;font-family:"Aptos",sans-serif;'&gt;Essa mudança de comportamento acabou por alterar o papel dos empreendimentos turísticos. Se, antes, a escolha de um hotel estava fortemente associada à localização ou à infraestrutura, hoje, a experiência vivida durante a estadia ganhou protagonismo. Para Lizete, o retorno do cliente está cada vez mais relacionado à forma como ele se sentiu acolhido, à qualidade das interações e às memórias construídas ao longo da viagem.&lt;/p&gt;&lt;p style='margin-top:0cm;margin-right:0cm;margin-bottom:8.0pt;margin-left:0cm;line-height:115%;font-size:16px;font-family:"Aptos",sans-serif;'&gt;A executiva observa que a tecnologia continua desempenhando papel fundamental na gestão dos negócios, mas seu uso deve estar orientado à melhoria da experiência do consumidor. Em vez de substituir o contato humano, ferramentas digitais podem aumentar a eficiência operacional e liberar equipes para atividades que exijam escuta, empatia e personalização do atendimento. Como resume a executiva, a questão está em equilibrar o &lt;strong&gt;high-tech&lt;/strong&gt; com o &lt;strong&gt;high-touch&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p style='margin-top:0cm;margin-right:0cm;margin-bottom:8.0pt;margin-left:0cm;line-height:115%;font-size:16px;font-family:"Aptos",sans-serif;'&gt;&lt;strong&gt;Cultura organizacional como vantagem competitiva&lt;br&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;Outro ponto de destaque da conversa foi a relação entre experiência do cliente e cultura organizacional. Para a CEO do Tauá, as empresas que desejam construir vínculos duradouros com seus públicos precisam começar pela valorização de seus colaboradores.&lt;/p&gt;&lt;p style='margin-top:0cm;margin-right:0cm;margin-bottom:8.0pt;margin-left:0cm;line-height:115%;font-size:16px;font-family:"Aptos",sans-serif;'&gt;O grupo, que atualmente emprega milhares de profissionais em diferentes unidades do País, adota uma estratégia baseada na formação contínua de lideranças e no fortalecimento de uma cultura organizacional centrada no cuidado com as pessoas. Na avaliação de Lizete, a experiência entregue ao cliente é reflexo direto da experiência vivida pelos funcionários dentro da empresa.&lt;/p&gt;&lt;p style='margin-top:0cm;margin-right:0cm;margin-bottom:8.0pt;margin-left:0cm;line-height:115%;font-size:16px;font-family:"Aptos",sans-serif;'&gt;A executiva também destaca tendências que devem permanecer no radar das empresas nos próximos anos, como a crescente preocupação dos consumidores com práticas ambientais responsáveis, a busca por bem-estar físico e emocional e a valorização da cultura local como elemento diferenciador das experiências de consumo.&lt;/p&gt;&lt;p style='margin-top:0cm;margin-right:0cm;margin-bottom:8.0pt;margin-left:0cm;line-height:115%;font-size:16px;font-family:"Aptos",sans-serif;'&gt;Mais do que uma discussão sobre hotelaria, o episódio debate como em um ambiente marcado pela abundância de informações e pela disputa constante por atenção, negócios capazes de combinar eficiência, propósito e conexões autênticas tendem a construir relações mais sólidas e duradouras com seus clientes.&lt;/p&gt;&lt;p style='margin-top:0cm;margin-right:0cm;margin-bottom:8.0pt;margin-left:0cm;line-height:115%;font-size:16px;font-family:"Aptos",sans-serif;'&gt;Para uma visão completa de como as mudanças de comportamento do consumidor vem transformando os negócios, assista ao episódio completo do &lt;strong&gt;Mercado &amp;amp; Perspectivas&lt;/strong&gt; de julho, disponível no canal da Entidade no YouTube.&lt;/p&gt;&lt;p style='margin-top:0cm;margin-right:0cm;margin-bottom:8.0pt;margin-left:0cm;line-height:115%;font-size:16px;font-family:"Aptos",sans-serif;'&gt;&lt;span contenteditable="false" draggable="true" class="fr-video fr-deletable fr-fvc fr-dvb fr-draggable"&gt;&lt;iframe width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/CYp-Sy3j6BU?&amp;amp;wmode=opaque&amp;amp;rel=0" frameborder="0" allowfullscreen="" class="fr-draggable"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/span&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style='margin-top:0cm;margin-right:0cm;margin-bottom:8.0pt;margin-left:0cm;line-height:115%;font-size:16px;font-family:"Aptos",sans-serif;'&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Wed, 15 Jul 2026 10:47:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Turismo]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Comércio atacadista cresce, mas desaceleração da demanda acende sinal de alerta]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/public/noticia/comercio-atacadista-cresce-mas-desaceleracao-da-demanda-acende-sinal-de-alerta</link><description>&lt;![CDATA[Publicação da FecomercioSP traz diagnóstico do setor e dicas para o empresário combater as dificuldades em 2026]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;Neste ano, ainda que o com&amp;eacute;rcio atacadista paulista esteja mantendo trajet&amp;oacute;ria de crescimento, j&amp;aacute; apresenta sinais claros de desacelera&amp;ccedil;&amp;atilde;o frente a um cen&amp;aacute;rio econ&amp;ocirc;mico mais desafiador. Levantamento da&amp;nbsp;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br"&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt;, com base em dados da&amp;nbsp;&lt;a href="https://abad.com.br/"&gt;Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Brasileira de Atacadistas e Distribuidores de Produtos Industrializados (Abad)&lt;/a&gt;, aponta que as vendas do setor cresceram 5,2% no primeiro trimestre em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao mesmo per&amp;iacute;odo do ano passado. No entanto, o avan&amp;ccedil;o do volume comercializado foi de apenas 0,9%, indicando que grande parte da expans&amp;atilde;o do faturamento decorreu do aumento dos pre&amp;ccedil;os, e n&amp;atilde;o do crescimento efetivo da demanda.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Essas an&amp;aacute;lises constam na &lt;strong&gt;Carta Setorial do&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/conselhos/conselho-do-comercio-atacadista"&gt;&lt;strong&gt;Conselho do Com&amp;eacute;rcio Atacadista da FecomercioSP&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;. Confira a &lt;strong&gt;vers&amp;atilde;o completa &lt;a href="https://fecomercio.com.br/upload/pdf/2026/07/02/Carta_Setorial_CCA_ed.06_V5.pdf"&gt;aqui&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Segundo a an&amp;aacute;lise, fatores como juros elevados, infla&amp;ccedil;&amp;atilde;o persistente, cr&amp;eacute;dito mais caro e aumento do endividamento das fam&amp;iacute;lias continuam limitando o consumo. Embora o mercado de trabalho permane&amp;ccedil;a relativamente resiliente, o poder de compra da popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o segue pressionado, fazendo com que os resultados das empresas dependam cada vez mais do aumento do valor m&amp;eacute;dio das transa&amp;ccedil;&amp;otilde;es e menos da expans&amp;atilde;o consistente das vendas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O ambiente mais cauteloso tamb&amp;eacute;m tem influenciado a gest&amp;atilde;o de estoques no varejo, com reflexos diretos sobre o atacado. Dados da Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o mostram crescimento da parcela de neg&amp;oacute;cios com estoques acima do adequado, sinalizando dificuldades no escoamento das mercadorias. Ao mesmo tempo, uma parcela significativa dos empres&amp;aacute;rios continua operando com estoques enxutos, adotando uma postura mais conservadora nas decis&amp;otilde;es de compra e reposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o diante das incertezas econ&amp;ocirc;micas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No mercado laboral, o setor registrou saldo negativo de 299 vagas formais em abril, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). Apesar disso, o estoque total de trabalhadores alcan&amp;ccedil;ou 654,2 mil v&amp;iacute;nculos no Estado de S&amp;atilde;o Paulo, alta de 2,8% em compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o com o mesmo m&amp;ecirc;s de 2025. Para a FecomercioSP, os n&amp;uacute;meros ressaltam que o emprego ainda sustenta parte da atividade econ&amp;ocirc;mica, embora j&amp;aacute; existam sinais de acomoda&amp;ccedil;&amp;atilde;o compat&amp;iacute;veis com a desacelera&amp;ccedil;&amp;atilde;o observada em outros indicadores.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A Entidade ainda destaca que o aumento do endividamento familiar exige aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o redobrada das empresas. Entre janeiro e maio, o porcentual de consumidores endividados subiu de 68,9% para 74,2%, atingindo o maior n&amp;iacute;vel dos &amp;uacute;ltimos 12 meses. Por isso, a recomenda&amp;ccedil;&amp;atilde;o da FecomercioSP &amp;eacute; que as empresas reforcem o planejamento financeiro, mantenham rigor na gest&amp;atilde;o de estoques e do capital de giro, priorizem ganhos de efici&amp;ecirc;ncia e adotem crit&amp;eacute;rios mais rigorosos na concess&amp;atilde;o de cr&amp;eacute;dito, buscando reduzir riscos em um ambiente marcado por elevada instabilidade.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o re&amp;uacute;ne dados, gr&amp;aacute;ficos e an&amp;aacute;lises que ajudam o empres&amp;aacute;rio a entender o momento e a se preparar melhor para as decis&amp;otilde;es de curto e m&amp;eacute;dio prazos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Thu, 02 Jul 2026 10:24:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Atacado]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Turismo entra no segundo semestre aquecido, mas planejamento é decisivo ]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/public/noticia/turismo-entra-no-segundo-semestre-aquecido-mas-planejamento-e-decisivo</link><description>&lt;![CDATA[Episódio de julho do FecomercioSP Orienta debate oportunidades para transformar a demanda em resultados]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p style='margin-top:0cm;margin-right:0cm;margin-bottom:8.0pt;margin-left:0cm;line-height:115%;font-size:16px;font-family:"Aptos",sans-serif;' id="isPasted"&gt;O Turismo brasileiro chega ao segundo semestre mantendo o ritmo de crescimento observado nos últimos anos. A combinação entre emprego, renda, oferta de crédito e uma agenda repleta de eventos deve sustentar a demanda por viagens de lazer e corporativas, criando um ambiente favorável para empresas de diferentes segmentos do setor. Mais do que acompanhar esse movimento, porém, os empresários precisarão transformar o cenário positivo em vantagem competitiva por meio de planejamento, investimentos e atenção às mudanças no comportamento dos consumidores.&lt;/p&gt;&lt;p style='margin-top:0cm;margin-right:0cm;margin-bottom:8.0pt;margin-left:0cm;line-height:115%;font-size:16px;font-family:"Aptos",sans-serif;'&gt;Esse foi o tema do mês do mesacast &lt;strong&gt;FecomercioSP Orienta&lt;/strong&gt;, que recebeu o presidente do &lt;a href="https://fecomercio.com.br/conselhos/conselho-de-turismo" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Conselho de Turismo&lt;/a&gt; da &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt;, Guilherme Dietze. Durante a conversa, o especialista apresentou um panorama das perspectivas para o mercado nos próximos meses e destacou as principais tendências que devem ajudar a definir as decisões dos empresários.&lt;/p&gt;&lt;p style='margin-top:0cm;margin-right:0cm;margin-bottom:8.0pt;margin-left:0cm;line-height:115%;font-size:16px;font-family:"Aptos",sans-serif;'&gt;Segundo Dietze, indicadores mostram que o setor atravessa um ciclo consistente de expansão. Recordes de faturamento, crescimento no fluxo de passageiros da aviação civil e o desempenho da hotelaria refletem uma demanda aquecida, impulsionada por uma economia mais dinâmica e pela retomada das viagens de negócios e de lazer.&lt;/p&gt;&lt;p style='margin-top:0cm;margin-right:0cm;margin-bottom:8.0pt;margin-left:0cm;line-height:115%;font-size:16px;font-family:"Aptos",sans-serif;'&gt;Ao mesmo tempo, o perfil do consumidor continua evoluindo. Embora experiências personalizadas e destinos diferenciados ganhem espaço entre públicos de maior renda, a maior parte dos brasileiros ainda define suas viagens principalmente em função do orçamento disponível. Nesse contexto, empresários precisam compreender as características de cada mercado e estruturar ofertas compatíveis com a realidade de seus clientes, sem perder de vista oportunidades ligadas ao turismo de experiência e ao crescimento do fluxo internacional de visitantes.&lt;/p&gt;&lt;p style='margin-top:0cm;margin-right:0cm;margin-bottom:8.0pt;margin-left:0cm;line-height:115%;font-size:16px;font-family:"Aptos",sans-serif;'&gt;&lt;strong&gt;Eventos e calendário favorecem o setor&lt;br&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;Outro fator que deve promover o Turismo no segundo semestre é o calendário de grandes eventos culturais, esportivos e corporativos. Embora acontecimentos como a Copa do Mundo possam alterar temporariamente o comportamento de determinados segmentos, também criam oportunidades a empresas que consigam adaptar produtos e serviços às novas demandas dos consumidores.&lt;/p&gt;&lt;p style='margin-top:0cm;margin-right:0cm;margin-bottom:8.0pt;margin-left:0cm;line-height:115%;font-size:16px;font-family:"Aptos",sans-serif;'&gt;Os feriados prolongados também contribuem para distribuir melhor o fluxo de viagens ao longo do ano.&lt;/p&gt;&lt;p style='margin-top:0cm;margin-right:0cm;margin-bottom:8.0pt;margin-left:0cm;line-height:115%;font-size:16px;font-family:"Aptos",sans-serif;'&gt;Sobre custos, Dietze observa que, mesmo diante do aumento verificado, as famílias tendem a ajustar seus destinos, e não necessariamente abrir mão das férias. A substituição de viagens mais longas por destinos próximos ou acessíveis reforça o potencial do turismo regional, especialmente em Estados como São Paulo, que concentram grande mercado consumidor e ampla diversidade de atrações.&lt;/p&gt;&lt;p style='margin-top:0cm;margin-right:0cm;margin-bottom:8.0pt;margin-left:0cm;line-height:115%;font-size:16px;font-family:"Aptos",sans-serif;'&gt;Outro tema abordado foi a dificuldade de contratação de mão de obra, um dos principais obstáculos enfrentados pelo setor. O presidente do Conselho de Turismo destacou o &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/noticia/emprega-turismo-solucao-para-amenizar-a-crise-de-mao-de-obra-no-setor" target="_blank" rel="noopener noreferrer"&gt;projeto Emprega Turismo, desenvolvido pela FecomercioSP&lt;/a&gt;, que busca ampliar a formalização de trabalhadores sem que eles percam benefícios sociais, contribuindo para reduzir um dos principais gargalos da atividade.&lt;/p&gt;&lt;p style='margin-top:0cm;margin-right:0cm;margin-bottom:8.0pt;margin-left:0cm;line-height:115%;font-size:16px;font-family:"Aptos",sans-serif;'&gt;Para mais detalhes sobre a perspectiva do mercado de Turismo no segundo semestre, assista ao episódio completo do &lt;strong&gt;FecomercioSP Orienta&lt;/strong&gt; de julho, disponível no canal da Entidade no YouTube.&lt;/p&gt;&lt;p style='margin-top:0cm;margin-right:0cm;margin-bottom:8.0pt;margin-left:0cm;line-height:115%;font-size:16px;font-family:"Aptos",sans-serif;'&gt;&lt;span contenteditable="false" draggable="true" class="fr-video fr-deletable fr-fvc fr-dvb fr-draggable"&gt;&lt;iframe width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/TvW9o1J4QEU?&amp;amp;wmode=opaque&amp;amp;rel=0" frameborder="0" allowfullscreen="" class="fr-draggable"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/span&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Wed, 01 Jul 2026 10:52:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Turismo]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Carta setorial mostra expansão dos Serviços, mas de forma seletiva]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/public/noticia/carta-setorial-mostra-expansao-dos-servicos-mas-de-forma-seletiva</link><description>&lt;![CDATA[Publicação da FecomercioSP traz diagnóstico e expectativas do setor, além de orientações ao empresário]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;Os Serviços na Cidade de São Paulo têm mantido uma sólida trajetória de crescimento em 2026, embora de forma mais seletiva entre as diferentes atividades econômicas. Em março, o faturamento real alcançou R$ 89,5 bilhões, resultado 12,1% superior ao registrado no mesmo mês do ano anterior. No acumulado do ano, a expansão chegou a 11,4%, demonstrando a resiliência do setor mesmo em um ambiente marcado por juros elevados, crédito mais restrito e desaceleração da atividade econômica.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Acesse a &lt;a href="https://fecomercio.com.br/upload/pdf/2026/06/30/Carta_Setorial_Servi%C3%A7os_Junho_V6.pdf"&gt;versão completa&lt;/a&gt; da &lt;strong&gt;Carta Setorial do&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/conselhos/conselho-de-servicos"&gt;&lt;strong&gt;Conselho de Serviços&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; da &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br"&gt;&lt;strong&gt;Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP)&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os maiores avanços foram observados nas atividades de agenciamento, corretagem e intermediação, que cresceram 28,3%, seguidos pelos serviços de apostas online (27,3%) e mercadologia e comunicação (20,8%). O desempenho reflete a força das atividades ligadas a intermediação de negócios, tecnologia, marketing e serviços de maior valor agregado. A construção civil também apresentou crescimento expressivo, incentivada por investimentos em infraestrutura urbana e pelo efeito de uma base de comparação mais baixa.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O levantamento registra a consolidação das apostas virtuais como um dos principais vetores de expansão do setor. Com crescimento acumulado de 23,1% no ano, a atividade deixou de representar apenas um fenômeno conjuntural para assumir papel importante na dinâmica econômica. Segundo a análise, a crescente participação das apostas no orçamento das famílias pode estar contribuindo para a redução do dinamismo em segmentos tradicionais do Comércio e dos Serviços voltados para o consumo, ao disputarem recursos em um contexto de renda mais comprometida.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Em sentido oposto, os segmentos de turismo, hospedagem, eventos e assemelhados registraram retração de 28,6%, influenciados pela forte base de comparação de 2025 e pela desaceleração da demanda. Apesar desse quadro heterogêneo, os Serviços seguem como principais geradores de empregos formais do País. Em abril, o setor respondeu por mais de 80% das vagas criadas entre os grandes da economia, com destaque para as áreas de Educação, Saúde, Administração Pública, Informação, Comunicação e Serviços Empresariais.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para os próximos meses, as perspectivas permanecem positivas, mas cercadas de cautela. A confiança dos empresários continua pressionada pelos juros elevados, pela retomada das pressões inflacionárias e pelo aumento do endividamento das famílias, que atingiu 74,2% em maio. Nesse contexto, o setor deve continuar crescendo, porém em ritmo mais moderado, sustentado, principalmente, pelas atividades menos dependentes do crédito e do consumo familiar.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Tue, 30 Jun 2026 15:30:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Serviços]]</category></item><item><title>&lt;![CDATA[Turismo nacional resiste às pressões externas e mantém trajetória positiva]]</title><link>https://www.fecomercio.com.br/public/noticia/turismo-nacional-resiste-as-pressoes-externas-e-mantem-trajetoria-positiva</link><description>&lt;![CDATA[Carta Setorial de junho analisa os desdobramentos da guerra no Irã, o avanço das viagens corporativas, o desempenho do setor nacional e atividade na capital paulista]]</description><content:encoded>&lt;![CDATA[&lt;p id="isPasted"&gt;O Turismo brasileiro segue demonstrando resili&amp;ecirc;ncia mesmo diante de um cen&amp;aacute;rio internacional marcado por d&amp;uacute;vidas. &amp;Eacute; o que mostra a edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de junho da Carta Setorial do&amp;nbsp;&lt;a href="https://fecomercio.com.br/conselhos/conselho-de-turismo"&gt;Conselho de Turismo&lt;/a&gt; da &lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/"&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Com&amp;eacute;rcio de Bens, Servi&amp;ccedil;os e Turismo do Estado de S&amp;atilde;o Paulo (FecomercioSP)&lt;/a&gt;, que re&amp;uacute;ne an&amp;aacute;lises exclusivas sobre os principais indicadores econ&amp;ocirc;micos e tur&amp;iacute;sticos que influenciam o setor.&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/upload/file/5aa5f2795677379d18260516485f9139d6ea9778.pdf"&gt; Acesse aqui!&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Dentre os destaques da publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o, confira o impacto da guerra entre Ir&amp;atilde; e Estados Unidos sobre os custos globais de transporte, a infla&amp;ccedil;&amp;atilde;o e os combust&amp;iacute;veis. Apesar das press&amp;otilde;es externas, o Turismo nacional mant&amp;eacute;m trajet&amp;oacute;ria positiva, sustentado pelo mercado de trabalho aquecido, pela renda das fam&amp;iacute;lias e pela demanda consistente por viagens de lazer e neg&amp;oacute;cios.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O boletim tamb&amp;eacute;m apresenta os resultados mais recentes do setor nacional, que faturou R$ 23,6 bilh&amp;otilde;es em mar&amp;ccedil;o, al&amp;eacute;m dos n&amp;uacute;meros do Levantamento de Viagens Corporativas (LVC), realizado pela FecomercioSP em parceria com a&amp;nbsp;&lt;a href="https://alagev.org/"&gt;Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Latino-Americana de Gest&amp;atilde;o de Eventos e Viagens Corporativas (Alagev)&lt;/a&gt;. O estudo mostra que as viagens corporativas seguem em patamar recorde, movimentando R$ 18,2 bilh&amp;otilde;es s&amp;oacute; no terceiro m&amp;ecirc;s do ano.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No &amp;acirc;mbito regional, o &amp;Iacute;ndice Mensal de Atividade do Turismo (IMAT), desenvolvido em parceria com o&amp;nbsp;&lt;a href="https://observatoriodeturismo.com.br/"&gt;Observat&amp;oacute;rio de Turismo e Eventos da SPTuris&lt;/a&gt;, revela os efeitos do calend&amp;aacute;rio de feriados para a atividade tur&amp;iacute;stica na capital paulista, sem comprometer a tend&amp;ecirc;ncia estrutural de crescimento do setor.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o traz ainda um artigo especial do presidente do Conselho de Turismo da FecomercioSP, Guilherme Dietze, sobre os poss&amp;iacute;veis reflexos da Copa do Mundo de 2026 para o Turismo brasileiro, al&amp;eacute;m de uma an&amp;aacute;lise a respeito do comportamento das tarifas a&amp;eacute;reas em meio ao aumento dos custos do querosene de avia&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Produzida mensalmente, a Carta Setorial do Conselho de Turismo consolida indicadores, tend&amp;ecirc;ncias e avalia&amp;ccedil;&amp;otilde;es estrat&amp;eacute;gicas que contribuem para a tomada de decis&amp;otilde;es de empres&amp;aacute;rios, gestores p&amp;uacute;blicos e profissionais do setor.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="https://www.fecomercio.com.br/upload/file/5aa5f2795677379d18260516485f9139d6ea9778.pdf"&gt;Acesse a &amp;iacute;ntegra da Carta Setorial de Turismo&lt;/a&gt; &amp;mdash; Junho de 2026 e acompanhe os principais movimentos que est&amp;atilde;o moldando o futuro do Turismo brasileiro.&lt;/p&gt;]]</content:encoded><pubDate>Thu, 18 Jun 2026 09:34:00 -0300</pubDate><category>&lt;![CDATA[Turismo]]</category></item></channel></rss>
