Teatro Raul Cortez

Forever Young

Em Cartaz

Forever Young

A comédia musical Forever Young volta ao palco do Teatro Raul Cortez, na sede da FecomercioSP, para curta temporada. Com reestreia marcada para 5 de maio, a peça fica em cartaz até 2 de julho, depois de passar por apresentações no Rio de Janeiro e mais oito capitais brasileiras. Com grande sucesso de público, o espetáculo do suíço Erik Gedeon retorna ao teatro onde começou (em agosto de 2016), com grandes hits mundiais da música pop e rock’n’roll. 

Forever Young traz seis atores que representam a si mesmos no futuro, quase centenários. Tudo acontece no palco de um teatro, que foi transformado em retiro para artistas, sempre sob a supervisão de uma enfermeira. Quando ela se ausenta, eles se transformam e revelam suas verdadeiras personalidades através do bom e velho rock’n’roll.  A comédia musical relata não apenas o problema da exclusão social na “melhor idade”, mas também aborda questões sobre a velhice com muito humor e músicas que marcaram várias gerações. 

Os hits são sucessos do rock/pop mundial das décadas de 50, 60, 70, 80 e 90. Músicas que são verdadeiros hinos como "I Love Rock and Roll", "Smells Like a Teen Spirit", “I Wil Survive”, “Rehab”, “Satisfaction”, “Imagine”, e a emblemática "Forever Young". O repertório nacional conta com canções como “Eu nasci há 10 mil anos atrás” de Raul Seixas, “Do Leme ao Pontal” de Tim Maia e “Valsinha” de Chico Buarque. 

Vanessa Gerbelli, Carmo Dalla Vecchia, Fred Silveira, Drayson Menezes e Paula Capovilla interpretam os atores. Já Marya Bravo é a enfermeira e Miguel Briamonte, o pianista que acompanha o grupo. A direção geral é de Jarbas Homem de Mello. 

As apresentações acontecem às sextas (às 21h30), sábados (às 21h) e domingos (às 15h e às 18h). Clique aqui para comprar seu ingresso.

Ficha técnica

Autor: Erik Gedeon 
Direção Geral: Jarbas Homem de Mello 
Supervisão Artística/tradução/adaptação: Henrique Benjamin 
Direção Musical e canções adicionais: Miguel Briamonte 
Elenco: Vanessa Gerbelli,Carmo Dalla Vecchia, Fred Silveira, Drayson Menezes, Paula Capovilla e Marya Bravo 
Piano: Miguel Briamonte 
Stand In: Naíma 
Supervisão Cenográfica: Luís Rossi 
Produtora de Objetos: Rosa Berger 
Figurino: Paulette Pink 
Visagismo: Hugo Daniel 
Preparação corporal: Renata Mello 
Designer de Luz: Fran Barros 
Designer de Som: Rafael Caetano 
Assessoria de Imprensa: Morente Forte 
Produção Geral: Henrique Benjamin e Sandro Chaim 
Lei de Incentivo à Cultura Proac 
Realização: Tricicle, Coisas Nossas Produções, Benjamin Produções, Chaim XYZ Produções,Governo de São Paulo, Secretaria da Cultura e Ministério da Cultura, Governo Federal 

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Temporada

05/05/2017 a 02/07/2017.

Sextas, às 21h30; sábados, às 21h; e domingos, às 15h e às 18h

Ingressos

Sextas: R$ 80 (inteira) e R$ 40 (meia)

Sábados: R$ 90 (inteira) e R$ 45 (meia)

Domingos: 15h - R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia); 18h - R$ 80 (inteira) e R$ 40 (meia)

Programação Entre em contato pelo formulário

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Bilheteria

Terça a domingo

Terça a quinta das 14h até as 20h.

Sexta a domingo das 14h até o início do espetáculo.

Contato:

Telefones 
(11) 3254-1631 ou (11) 3254-1632

Local 
Rua Dr. Plínio Barreto, 285 Bela Vista, São Paulo, SP

Estacionamento no Local

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Sobre o Teatro

Inaugurado como Teatro Fecomercio em 2005, tornou-se um dos principais espaços dedicados ao meio artístico-cultural. Em razão de sua representatividade e, também, em homenagem a um dos maiores atores brasileiros, ganhou, mais tarde, o nome de Teatro Raul Cortez. A versatilidade de suas instalações permitiu, ainda, que o ambiente fosse utilizado tanto para apresentações de grandes espetáculos, como para a realização de importantes eventos corporativos e, hoje, sua identidade reúne a imponência de sua estrutura e a grandiosidade do universo teatral.

O teatro já foi palco de peças clássicas e contemporâneas como "A Tempestade", de William Shakespeare, que ganhou uma nova montagem sob a direção de Marcelo Lazzaratto; "Dom Juan de Moliére", dirigida por William Pereira, com Rodrigo Lombardi; “As favas com os escrúpulos”, dirigida por Jô Soares, com Bibi Ferreira e Juca de Oliveira (autor da peça); “As centenárias”, escrita por Newton Moreno, com as atrizes Andrea Beltrão e Marieta Severo; "A saga da bruxa Morgana e a família real", um texto de Alonso Alvarez e dirigida por Christiane Tricerri, com Rosi Campos e Tadeu de Pyetro; e "Raimunda, Raimunda", de Francisco Pereira da Silva, com direção e atuação de Regina Duarte.

Informações técnicas

- Capacidade para 513 lugares, sendo 10 espaços para portadores de necessidades especiais e 20 cadeiras extras
- Plataforma para acesso de cadeiras de roda
- Foyer com sanitários masculino, feminino e para portadores de necessidades especiais
- Bilheteria*
- 4 camarins climatizados com banheiro*
- 3 cabines de tradução climatizadas
- Cabine de audiovisual climatizada e equipada
- Sanitários para a área de apoio técnico
- Metragem do palco: 264m²*
- Boca de cena: 12,60 de largura x 5,00m de altura
- Altura do palco: 5,90m até as vigas e 1,15m entre as vigas
- Largura do palco: 19m*
- Profundidade do palco: 13,20m*
- Carga máxima estática e dinâmica admitida no palco: 500K
- Estacionamento no local

*Itens não contemplados na locação de espaço. Solicite o Rider Técnico para a locação desta área.

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Além de receber espetáculos variados e artistas de renome, nosso teatro também é palco de importantes debates, fóruns e seminários.

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Espaço

Conheça o espaço do Teatro Raul Cortez

Nome Completo:
Raul Christiano Machado Pinheiro de Amorim Cortez.

Nascimento:
28 de agosto de 1932 em São Paulo/SP - Brasil.

Morte:
18 de julho de 2006 (73 anos) em São Paulo/SP - Brasil.

Prêmios e Indicações

Teve duas indicações ao Grande Prêmio Cinema Brasil na categoria de melhor ator, por Lavoura Arcaica e O Outro Lado da Rua.

Recebeu o Prêmio Candango de melhor ator coadjuvante, no Festival de Brasília, por Capitu.

Recebeu os prêmios Molière, APCA (Associação Paulista dos Críticos de Arte) e Mambembe de melhor ator por seu desempenho na peça O Lobo de Ray-Ban.

Raul Cortez, o ator

"Um grande teatro à altura de um grande ator", a frase foi proferida pelo ilustre Paulo Autran na solenidade de inauguração. Amigo e admirador de Raul Cortez, Paulo Autran sabia da importância desta homenagem prestada pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) ao ator. Paulistano, nascido em 28 de agosto de 1932, Raul Cortez entrou para o teatro ao 22 anos para se consagrar um dos maiores nomes das artes cênicas brasileiras.

Seja no teatro, na TV ou no cinema, seus personagens continuam na memória do público. Sua longa trajetória inclui nada menos que 66 peças teatrais, 20 telenovelas, seis minisséries, 28 filmes e vários prêmios, entre eles cinco Molière – a mais importante premiação do teatro brasileiro.

Ousado e irreverente, Raul encarnou um travesti na peça “Os Monstros”, em 1969. No ano seguinte, surpreendeu o público ao protagonizar o primeiro nu do teatro brasileiro em “O Balcão”, de Jean Genet.A consagração nos palcos veio em 1979 com “Rasga Coração”, última peça escrita pelo reconhecido Oduvaldo Vianna Filho. No espetáculo, Raul vivia um amargurado funcionário público e ex-militante comunista, que terminava a peça amarrado por cordas nos pés e dependurado no ponto mais alto do palco.

No cinema também transitou por todos os gêneros. Destacam-se o romance policial “O Outro Lado da Rua”, em que protagonizou, ao lado de Fernanda Montenegro, uma história de amor na terceira idade. Esteve também em clássicos nacionais como “Lavoura Arcaica” e “Beto Rockefeller”.

Na televisão deu vida a tipos que continuam na memória do público. Quem não se lembra do italiano Jeremias Berdinazzi, da novela “O Rei do Gado”, papel que lhe rendeu reconhecimento internacional.

Sua última novela foi “Senhora do Destino”, em 2005. Devido ao avanço da doença que causaria sua morte no ano seguinte, ele teve que deixar o folhetim, mas retornaria às telas interpretando Antônio Carlos, na minissérie “JK”, a biografia do ex-presidente Juscelino Kubitschek.

Raul morreu às vésperas de completar cinquenta anos de carreira, em 18 de julho de 2006, em decorrência do agravamento de um câncer no pâncreas. Mas deixou sua marca na história e será sempre lembrado, principalmente neste Teatro que leva seu nome e traz sua trajetória expressa em um enorme painel interno que reúne os melhores momentos deste astro em cena.

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