Notamos que você possui
um ad-blocker ativo!

Para acessar todo o conteúdo dessa página (imagens, infográficos, tabelas), por favor, sugerimos que desabilite o recurso.

Sustentabilidade

27/10/2021

Empresas buscam cada vez mais estar de acordo com práticas ESG

Entrevistados falam ao UM BRASIL sobre a importância do tema para a retomada da economia e a manutenção das empresas na atualidade

Ajustar texto: A+A-

Empresas buscam cada vez mais estar de acordo com práticas ESG

Economia terá de se adaptar a padrões internacionais de sustentabilidade e à crescente adesão a práticas ESG 
(Arte: TUTU)

O debate sobre a busca das empresas interessadas em estar de acordo com as boas práticas para com o meio ambiente e as questões sociais e de governança cresceu. E a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) tem contribuído para este avanço.

Em entrevista ao UM BRASIL, uma realização da Entidade, Luiz Maia, coordenador do Comitê ESG da FecomercioSP, inclusive, relata a pandemia de covid-19 como um dos motivos para o aumento da atenção ao assunto.

Leia mais sobre o assunto
FecomercioSP contribui com sugestões para o Plano de Ação Climática do Estado de São Paulo
ESG precisa ser feito pelo setor privado com a participação ativa do setor público
Adotar ações nos âmbitos ambiental, social e de governança beneficia os negócios e a sociedade como um todo

Segundo Maia, a retomada da economia deverá se adaptar a padrões internacionais de sustentabilidade e à crescente adesão a práticas ESG (em português, “ambiental, social e governança”) por empresas do Brasil e do mundo.

“A pandemia foi um grande despertar sobre qual planeta almejamos, sobre qual sociedade queremos ser e como iremos formá-la com o envolvimento de todos. É uma jornada que envolve diferentes atores: governo, setor privado e sociedade. Esta é a nova realidade – e não há mais volta”, destaca.

Em razão da desigualdade no País, além das ações de sustentabilidade voltadas à agenda ESG, investidores já exigem, “na primeira página” dos relatórios das empresas, medidas voltadas à questão social, conforme avalia, em outra entrevista ao UM BRASIL, Rachel Maia, CEO da RM Consulting – consultoria especialista em diversidade e inclusão – e autora do livro Meu caminho até a cadeira número 1.

“Não dá mais para se ter uma mesa de negociação que não conte com nenhuma mulher. Esta cota se trata da criação de um porcentual [de diversidade]. Se há dez cadeiras, então, a empresa precisa separar duas e ir ampliando nos anos seguintes, com um plano de longo prazo”, enfatiza. “As metas precisam ser agressivas [neste sentido]”, conclui.


Fechar (X)