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Economia

22/01/2018

Com 464 anos, São Paulo vende R$ 7,1 mil por segundo no comércio da cidade

Comércio varejista do município deve crescer 3,6%; serviços devem alcançar alta de 11% em 2018

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Com 464 anos, São Paulo vende R$ 7,1 mil por segundo no comércio da cidade

São Paulo tem grande relevância nos resultados estaduais e nacionais do setor de serviços, representando, aproximadamente, 20% da receita total gerada no País
(Arte/TUTU)

O varejo e os serviços da cidade de São Paulo seguem trajetórias positivas no período em que o município completa 464 anos de sua fundação. O primeiro setor abriu, em novembro, 2.988 postos de trabalho, encerrando o mês com um estoque de 652.612 trabalhadores formais, crescimento de 0,2% em relação a novembro de 2016. Como resultado da melhora no quadro econômico, houve aumento da oferta de crédito e as famílias voltam a comprar bens duráveis.

Já o setor de serviços fechou 227 postos de trabalho no mês de novembro na capital, encerrando o mês com estoque de 3.493.772 empregados. O faturamento dos serviços na cidade em novembro foi de R$ 24,8 bilhões, 11ª alta consecutiva. São Paulo tem grande relevância nos resultados estaduais e nacionais do setor de serviços, representando, aproximadamente, 20% da receita total gerada no País.

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O setor de serviços é ainda a atividade econômica mais importante e compõe 66% do PIB da cidade, com R$ 431 bilhões. A Pesquisa Conjuntural do Setor de Serviços (PCSS), da FecomercioSP, que avalia o faturamento do setor na cidade, mostra que, no ano passado, ele cresceu 6%, após dois anos de recessão. Segundo projeções, a atividade deve crescer 11% em 2018, chegando a um faturamento de R$ 316 bilhões.

Da mesma forma, o comércio varejista da cidade de São Paulo tende a crescer 3,6% neste ano e, de acordo com a projeção da Pesquisa Conjuntural do Comércio Varejista (PCCV), também da Entidade, seu faturamento deve ser de R$ 224 bilhões.

A melhora relativa da economia paulistana é um indicativo do desempenho da economia nacional para 2018, uma vez que corresponde a pouco mais de um décimo do PIB brasileiro. Os principais setores estão crescendo de forma quase que generalizada, e os 464 anos da cidade fazem parte deste novo ciclo econômico que ela atravessa.

Confira os dados:

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