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Negócios

07/05/2020

Guia reúne dicas para delivery voltado a empresas, entregadores e clientes

Conselho de Comércio Eletrônico da FecomercioSP orienta empresários sobre vendas do online para o offline em meio à pandemia

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As principais plataformas de marketplace, delivery e entidades representativas do setor de comércio eletrônico elaboraram um e-book oficial sobre cuidados para entregas a domicílio, não só de alimentos, como também de diversos tipos de produtos. O intuito é auxiliar empresas, entregadores, clientes e parceiros no cumprimento das recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do Ministério da Saúde na prevenção de covid-19.
 
Por meio de seu Conselho de Comércio Eletrônico, a FecomercioSP engajou os diferentes players da cadeia para levantar, reunir e organizar as informações, resultando em um material completo para orientar todos os elos envolvidos na venda online, logística, manuseamento dos produtos e entrega ao cliente. O material, que foi validado por uma equipe de infectologistas, cumpre protocolos sanitários aprovados para a segurança total. O e-book estará disponível para download, a partir desta quinta-feira (7), no link: https://representa.fecomercio.com.br/guia_de_entregas
 
Com as portas do comércio tradicional fechadas por conta da pandemia de coronavírus, empresas e empreendedores se reinventam e aderem a diferentes formas de dialogar e atender seus públicos. Nesse contexto, as ferramentas de e-commerce e as entregas em domicílio se tornaram ainda mais fundamentais para atender à demanda dos consumidores.
 
O conteúdo é destinado ao comércio eletrônico em geral, empresas de entrega e mobilidade, bares, restaurantes, governos, associações e sindicatos, além de servir de orientação ao consumidor.
 
Para o coordenador-executivo do Conselho de Comércio Eletrônico da FecomercioSP, Vitor Magnani, o guia servirá para orientar as empresas não só neste momento de pandemia, como para o período de retomada também. "Esse foi o pontapé inicial para um projeto que visa seguir auxiliando qualquer segmento a operar no comércio eletrônico, tanto agora quanto num futuro próximo", frisa. A ideia, inclusive, é que esse primeiro protocolo seja orgânico e evolua sempre que houver mudanças nas orientações oficiais da OMS e Ministério da Saúde. Também se espera que mais setores, do comércio de bens e também de serviços, juntem-se aos que já implementaram essas iniciativas, com o objetivo de consolidar boas práticas para diversas atividades.