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Negócios

08/03/2017

Setor de moda lidera vendas on-line em volume de pedidos

Já em termos de faturamento, a categoria de Eletrodomésticos segue em primeiro lugar, de acordo com o estudo Webshoppers, realizado desde 2001 pela Ebit

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Setor de moda lidera vendas on-line em volume de pedidos

(Arte: Tutu)

Por Alessandra Jarussi

Com 13,6% de participação em 2016, a categoria de Moda e Acessórios voltou a liderar as vendas do e-commerce brasileiro no volume de pedidos. Em seguida, com 13,1%, aparece o setor de Eletrodomésticos, que, no entanto, segue em primeiro lugar em termos de faturamento. As categorias de Acessórios Automotivos e de Casa e Decoração cresceram no ano, principalmente, pela crise que reduz a venda de novos veículos e aumenta o tempo dentro de casa. A exemplo do verificado em 2015, a categoria de Telefonia/Celulares também cresceu em 2016, fortalecida, principalmente, pelo aumento do preço médio gasto pelos consumidores. A categoria de Informática apresentou queda em 2016 devido à diminuição na quantidade de pedidos, acompanhando o que acontece na realidade desse mercado.

As informações constam da 35ª edição do Webshoppers, o estudo de maior credibilidade sobre o comércio eletrônico brasileiro e a principal referência para os profissionais do segmento. O levantamento é realizado desde 2001 pela Ebit, empresa que acompanha a evolução do varejo digital no País a partir da coleta de dados em tempo real diretamente com o comprador on-line.

De acordo com o estudo, os serviços prestados pelos varejistas on-line seguiram classificados como de boa qualidade, mas foi registrado um aumento de um ponto porcentual no volume de entregas com atraso (8,5% em 2016 ante 7,5% em 2015). O problema foi potencializado, principalmente, por datas sazonais, quando ocorre grande concentração das vendas. O tempo médio de entrega prometido pelas lojas registrou redução de 9,4 dias em 2015 para 9,1 dias em 2016.

No balanço geral dos últimos 12 meses, o Net Promoter Score (NPS), indicador que mensura a satisfação e a fidelização dos clientes, ficou em 64% no segundo trimestre de 2016 – resultado próximo ao registrado no mesmo período de 2015 (63%). A partir de novembro, com o aumento do atraso devido ao grande volume de vendas da Black Friday, o indicador apresentou queda e chegou a 59% no último trimestre de 2016 ante 64% no mesmo período do ano anterior.

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