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Negócios

10/07/2020

Bancos privados precisam aderir ao Pronampe e desburocratizar liberação de crédito

Em ofício à Febraban, FecomercioSP solicita que recursos sejam liberados com mais celeridade

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Bancos privados precisam aderir ao Pronampe e desburocratizar liberação de crédito

A FecomercioSP já havia encaminhado um ofício à Febraban com essa solicitação
(Arte: TUTU)

A FecomercioSP encaminhou, nessa quarta-feira (8), um ofício ao presidente da Federação Brasileira de Bancos (Febraban) solicitando que atue em conjunto com os seus associados para que possam aderir, com rapidez, ao Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe), já que apenas a Caixa Econômica Federal (CEF) e o Banco do Brasil estão oferecendo aos clientes essa linha de empréstimos. 

A Entidade também pede que os bancos passem a operar de modo desburocratizado, por meio de análises mais rápidas, menos seletivas e com menos exigências de garantias às empresas. 

Solicita ainda que a Febraban interceda às instituições bancárias, inclusive àquelas que já aderiram ao Pronampe, para que a concessão do crédito não seja condicionada à aquisição de outros produtos e à aplicação de taxas e seguros, uma vez que essas práticas encarecem uma linha de crédito que foi criada com caráter emergencial e voltada à sobrevida dos negócios, bem como para evitar o desemprego. 

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Em abril, a FecomercioSP já havia encaminhado um ofício à Febraban solicitando que as instituições bancárias fornecessem mais recursos e com melhores condições às pequenas empresas, que estavam com dificuldade de acesso ao crédito. 

Nos últimos meses, o pedido de liberação de mais linhas emergenciais que possibilitem às empresas terem mais fôlego de capital de giro durante a crise também se estendeu ao governo federal, ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), ao Tesouro Nacional e ao Banco Central.   

Com a regulamentação do Pronampe em junho, a FecomercioSP esperava que os recursos creditícios atingissem rapidamente o tomador final, dada a sua estruturação com garantias de até 100% de cada operação, e de 85% para tratar questões de inadimplência da carteira pelo Fundo Garantidor de Operações (FGO). No entanto, até o momento, apenas a CEF e Banco do Brasil oferecem aos seus clientes essa linha de empréstimos, pontua a Entidade no ofício.

Conheça todos os pleitos da FecomercioSP aqui.