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Negócios

15/03/2017

E-commerce brasileiro fecha 2016 com deflação de 2%

De acordo com o estudo Webshoppers, realizado pela Ebit, os preços do comércio eletrônico são 7,8% menores do que os preços gerais da economia

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E-commerce brasileiro fecha 2016 com deflação de 2%

Registraram queda os setores de Fotografia (- 0,85%), Informática (- 1,59%), Eletrônicos (- 2,77%), Moda e Acessórios (- 5,35%) e Telefonia (- 9,71%)
(Arte/TUTU)

Por Alessandra Jarussi

O índice Fipe/Buscapé, que monitora os preços no comércio eletrônico brasileiro, atingiu inflação recorde de 11% em março de 2016, mas fechou o ano com deflação de 2% em dezembro. Na comparação com dezembro de 2015, das 10 categorias pesquisadas, metade apresentou aumento de preço e metade queda, com expressiva diferença no comportamento entre os grupos de produtos que compõem o índice.

Apresentaram alta nos preços as categorias de Brinquedos e Games (+ 1,51%), Eletrodomésticos (+ 1,27%), Esporte e Lazer (+ 1,13%), Casa e Decoração (+ 0,63%) e Cosméticos e Perfumaria (+ 0,54%). Registraram queda os setores de Fotografia (- 0,85%), Informática (- 1,59%), Eletrônicos (- 2,77%), Moda e Acessórios (- 5,35%) e Telefonia (- 9,71%).

As informações são da 35ª edição do Webshoppers, o estudo de maior credibilidade sobre o comércio eletrônico brasileiro e a principal referência para os profissionais do segmento. O levantamento é realizado desde 2001 pela Ebit, empresa que acompanha a evolução do varejo digital no País a partir da coleta de dados em tempo real diretamente com o comprador on-line.

Na comparação anual, os preços do comércio eletrônico foram 7,8% menores do que os preços gerais da economia, o que mostra a significativa competitividade dos produtos comercializados no e-commerce. “O preço motiva a decisão de compra do e-consumidor. No início de 2016, quando a inflação mensal chegou a 11% ante o mesmo mês de 2015, verificamos uma retração nas compras do e-commerce. Em 2017, esperamos que a inflação chegue ao centro da meta estabelecida pelo Banco Central e que possamos voltar a ter deflação no índice FIPE Buscapé”, afirma Sandoval Martins, CEO do Buscapé.

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