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Negócios

15/12/2021

Entenda a forte alta do comércio eletrônico e como os negócios podem se preparar para 2022

FecomercioSP orienta empresários a otimizar as possibilidades de compra e retirada – diferencial que está moldando a preferência do consumidor

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Entenda a forte alta do comércio eletrônico e como os negócios podem se preparar para 2022

Faturamento do e-commerce deve alcançar R$ 43,4 bilhões neste ano
(Arte: TUTU)

As vendas no e-commerce devem encerrar 2021 com alta de 39% em relação a 2020, com possibilidade de registar faturamento em torno de R$ 43,4 bilhões. As projeções são baseadas nos dados da Pesquisa Conjuntural do Comércio Eletrônico (PCCE), elaborada pela FecomercioSP em parceria com a Ebit/Nielsen. 

Seguindo a tendência verificada no ano passado, as vendas pela internet tiveram expansão geral nos segmentos pesquisados pela Federação. Com isso, a expectativa é de que os bens duráveis (eletroeletrônicos, eletrodomésticos, entre outros) registrem, até o fim do ano, crescimento de 46% no faturamento real em relação a 2020, alcançando R$ 31,3 bilhões. Na sequência, estão: não duráveis (alimentos, por exemplo), com alta de 29% (R$ 5 bilhões), e semiduráveis (vestuários, calçados, entre outros), com crescimento de 19% (7 bilhões). 

Em 2022, espera-se que não ocorra uma forte alta no setor em relação a 2021, tendo em vista a forte base de comparação. De acordo com as projeções da Entidade, o faturamento real do e-commerce no Estado de São Paulo deve crescer cerca de 7%, alcançando R$ 46,2 bilhões, no ano que vem.

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Como a demanda por bens duráveis demora certo tempo para ser recomposta, a expectativa é de que, no próximo ano, ocorra crescimento potencializado nas vendas de não duráveis, em especial alimentos e bebidas – antes, majoritariamente adquiridos em supermercados e lojas físicas. Os setores tradicionais no comércio eletrônico, como é o caso de duráveis, deve continuar a curva de crescimento, mas em ritmo menos acelerado. 

Tendo em vista a transformação digital do varejo durante a pandemia, e que as novas práticas de compra vieram para ficar, os negócios têm a possibilidade de otimizar a experiência do cliente na plataforma, criar novos modos de compra e retirada ou se diferenciar pelo atendimento pós-venda nos marketplaces. 

A FecomercioSP compilou os principais indicadores do setor quanto às estimativas para 2021 e o que o setor pode esperar para 2022. Além disso, reuniu as orientações essenciais aos empresários sobre como aproveitar o ambiente de recuperação para fortalecer o negócio e o relacionamento com o consumidor. Confira o material.