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Economia

12/12/2017

Estamos vivendo em uma pequena vila global e a globalização não é reversível, diz Walter Fang

Em conversa com o UM BRASIL, o vice-presidente executivo da iSoftStone fala sobre tecnologia e investimentos chineses no País

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Estamos vivendo em uma pequena vila global e a globalização não é reversível, diz Walter Fang

Executivo diz que o Brasil deve investir para construir essa infraestrutura moderna
(Arte:TUTU)

A tecnologia é responsável por aumentar a produtividade e a competitividade de determinada região ou país – para tornar tecnologias como internet, cloud computing, Big Data, mobilidade, Internet das Coisas e inteligência artificial acessíveis à maioria das pessoas, é preciso construir uma infraestrutura moderna. A análise é do vice-presidente-executivo da iSoftStone, Walter Fang, em entrevista ao UM BRASIL.

Na conversa com Renato Galeno, ele diz que “a tecnologia moderna de comunicação é extremamente importante. O Brasil deve usar a renda (investir) para construir essa infraestrutura moderna”, diz.

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Ao ser questionado sobre os investimentos chineses no Brasil, que ainda passa por uma recessão econômica, Fang explica que os empresários sempre pensam em longo prazo e que a crise brasileira não é um empecilho para os investimentos estrangeiros.

Fang fala da possibilidade de expandir o espírito da iniciativa One Belt One Road, que surgiu em 2013 quando o atual presidente chinês Xí Jìnpíng propôs um projeto de cooperação econômica entre a China, os países da Ásia Central e a Europa.

Embora o Brasil esteja fora do corredor Europa–Ásia, Fang diz que o programa, que consiste em investimento maciço de capital chinês em obras de infraestrutura nos países parceiros, pode ser expandido. O executivo ressalta que “estamos vivendo em uma pequena vila global, e a globalização não é algo reversível.”

A entrevista é uma produção UM BRASIL em parceria com o Fórum Desafio Brasil+China 2017, projeto brasileiro de desenvolvimento baseado no encontro de iniciativas, projetos e ideias de sucesso em países em desenvolvimento.

Acompanhe a entrevista completa: