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Economia

03/05/2017

Investidor pode buscar mercados alternativos para diversificar investimentos

Vinhos, itens colecionáveis e esportistas são opções para quem quer ampliar a carteira de aplicações

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Investidor pode buscar mercados alternativos para diversificar investimentos

Investir em obras de arte pode ser uma opção para o investidor que procura diversificar as aplicações
(Tutu)

Embora as opções sejam diversas, poupadores costumam escolher entre dois tipos de investimentos quando decidem aplicar seu dinheiro: em uma sociedade ativa empresarial ou em uma aplicação financeira.

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Na sociedade ativa, o investidor se torna proprietário de parte ou da totalidade de uma empresa. Sua participação pode ser como capitalista (aportando apenas dinheiro no empreendimento) ou como capitalista e gestor do negócio, quando também atua na administração e no dia a dia da empresa. Essa modalidade é usualmente conhecida como investimento direto ou produtivo.

No caso das aplicações financeiras, as opções envolvem os investimentos em renda fixa, renda variável e uma variedade de investimentos estruturados, com engenharia financeira sofisticada, mas que, no final das contas, se resumem a selecionar títulos do governo, renda fixa com lastro em empresas e ações.

Em geral, o poupador investe seus recursos em empresas (lojas, indústrias, atividade rural, etc) ou em aplicações financeiras, como títulos públicos e opções de renda fixa ou variável.

Contudo, também existem os chamados investimentos alternativos. Pouco discutidos em boletins de finanças pessoais, são investimentos em totalidade (aquisição direta) ou em frações (participação em um fundo) de ativos como vinhos, obras de arte, itens colecionáveis, canetas, relógios, automóveis raros, imóveis de escolas para locação, engorda de gado, avestruzes, jogadores de futebol, entre outros.

Os principais pontos favoráveis dessa modalidade são a diversificação dos investimentos e um histórico de menores perdas nos momentos de crise do que os ativos tradicionais como títulos e ações. Por outro lado, é necessário um volume de recursos bastante significativo para que esse investimento faça sentido na carteira de um aplicador e há risco de menor liquidez em determinados momentos, uma vez que as opções citadas não são facilmente trocadas por moeda.

Atualmente, a renda fixa continua valendo a pena no País, apesar da queda constante dos juros. A tendência é de que as ações, no médio e longo prazos, se valorizem, mas há o risco de incorrer em perdas em função das incertezas políticas. No caso das opções alternativas, o investidor deve avaliar a sua propensão ao risco, o volume de recursos disponíveis e o conhecimento sobre um mercado incomum.