Notamos que você possui
um ad-blocker ativo!

Para acessar todo o conteúdo dessa página (imagens, infográficos, tabelas), por favor, sugerimos que desabilite o recurso.

Negócios

19/06/2020

Turismo vai retroceder em cinco anos, aponta Mariana Aldrigui

Presidente do Conselho de Turismo fala ao podcast FecomercioSP que a imagem internacional do País não foi colocada na balança no começo da pandemia

Ajustar texto: A+A-

Turismo vai retroceder em cinco anos, aponta Mariana Aldrigui

Turismo depende do panorama e da estabilidade econômica interna no Brasil e da imagem internacional do País
(Arte: TUTU)

Os horizontes a curto prazo para o turismo brasileiro não são dos melhores. Além da atual situação, marcada pela queda drástica no faturamento em abril, a falta de uma solução para a pandemia causada pelo covid-19 impede a recuperação do setor ainda neste ano.

“Nossas estimativas indicam que vamos ter um retrocesso em números e faturamento equivalente ao ano de 2015 ou de 2016", pontua Mariana Aldrigui, presidente do Conselho de Turismo da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP). 

Saiba mais sobre o setor de turismo durante a pandemia:
Veto presidencial à redução de alíquota de IR sobre remessa ao exterior preocupa setor de turismo
Medida que disponibiliza R$ 5 bilhões ao turismo é positiva, mas entraves podem dificultar acesso pelas empresas
Turismo: tramitação de MP com regras para remarcação, cancelamento e reembolso precisa avançar com urgência

Na entrevista do podcast FecomercioSP, Mariana destaca, porém, que o segmento depende do panorama e da estabilidade econômica interna no Brasil, assim como das relações com os países que receberiam os turistas brasileiros e/ou enviariam turistas para o País.

“No começo da pandemia não colocamos na balança as questões relacionadas à imagem internacional, mas agora temos notas como a recentemente divulgada pela Comunidade Europeia que vai controlar com muita rigidez a entrada de passageiros que venham de países onde a pandemia não foi totalmente controlada, como é o caso do Brasil”, explica ela.

Ouça o podcast:

O conteúdo também está disponível no Spotify e no Apple Podcast.