Negócios

09/10/2018

Sócio da PwC destaca que pequenas e médias empresas saem na frente quando se fala em inovação

Ricardo Neves aponta democratização da disponibilidade de tecnologias no ecossistema do empreendedorismo e mais proximidade de empresas de pequeno e médio portes com o consumidor direto

Sócio da PwC destaca que pequenas e médias empresas saem na frente quando se fala em inovação

Inovação não é apenas parte de um departamento, mas está no dia a dia das organizações e de todos os colaboradores
(Arte: TUTU)

A velocidade das mudanças nos negócios tem aumentado a cada dia, e, por isso, a inovação passa a ser um assunto fundamental entre os grandes empreendedores e as pessoas que têm atuado nos serviços de vendas e serviços aos clientes. Essa é a visão do sócio e líder de varejo e consumo da PwC Brasil, Ricardo Neves.

Atualmente, segundo ele, a inovação não é apenas parte de um departamento, mas também do dia a dia das organizações e de todos os colaboradores.

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“A democratização da disponibilidade de tecnologias permite que empresas de qualquer porte possam trazer essa inovação para os seus clientes. Inclusive, as pequenas e médias estão mais próximas do seu consumidor direto, podendo perceber a forma como essas pessoas têm buscado uma experiência diferente no serviço ou no bem adquirido”, ressalta Neves.

“Nesse contexto, a inovação passa a ser muito mais um player das pequenas e médias, potencialmente trazendo ideias mais disruptivas, do que nas grandes, com seus departamentos de pesquisa e desenvolvimento, por exemplo”, afirma.

Para o líder de uma das maiores prestadores de serviços profissionais do mundo nas áreas de auditoria e consultoria, se um empresário tem buscado fazer algo diferente do que tinha anteriormente, ele deve conseguir fazer com que isso seja permeável em toda a sua organização. “Quem está no dia a dia, seja na frente do consumidor, seja no pós-venda, tem de olhar aquilo como uma oportunidade. Se o ‘vírus’ da inovação estiver em toda a empresa, claramente ela será muito mais inovadora do que se esse mesmo ‘vírus’ estivesse apenas numa pessoa ou num departamento”, comenta.

Assista à entrevista completa aqui: