Índice de Confiança do Consumidor

Confiança do consumidor cresce 8,4% em fevereiro

O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) paulistano avançou pelo sétimo mês consecutivo: alta de 8,4%, ao passar de 128,6 pontos em janeiro para 139,4 pontos em fevereiro, o maior patamar desde junho de 2013, quando atingiu 145 pontos. Em relação ao mesmo período de 2018, a elevação foi ainda maior (15,6%).

Os dois quesitos que compõem o indicador avançaram neste mês, o Índice das Condições Econômicas Atuais (ICEA) registrou alta de 16,6%, de 96,3 pontos em janeiro para 112,2 pontos em fevereiro. O Índice de Expectativas do Consumidor (IEC) aumentou 4,8%, – 150,2 pontos em janeiro para os atuais 157,5 pontos. No comparativo anual, ambos registraram altas (de 13,3% e 16,8%, respectivamente).

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Sobre

O objetivo principal do ICC é identificar o "humor" dos consumidores mediante sua percepção relativa às suas condições financeiras, às suas perspectivas futuras e também à percepção que o consumidor tem das condições econômicas do país. O Índice de Confiança do Consumidor varia de 0 a 200, calculado com base em perguntas dicotômicas (respostas positivas ou negativas) nos moldes do indicador de confiança de Michigan, criado em 1950. No início da década de 1990 a equipe econômica da FecomercioSP adaptou a metodologia original às necessidades brasileiras.

Como é obtido

Os dados são coletados junto a cerca de 2.200 consumidores no município de São Paulo.

Utilidades

Atualmente, o índice da Federação é usado como referência nas reuniões do Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom), responsável pela definição da taxa de juros no país, a exemplo do que ocorre com o aproveitamento do CCI pelo Banco Central.

Análise de Índice

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