Índice de Estoques

Baixo consumo faz crescer parcela de empresários com estoques altos em julho

O Índice de Estoques (IE), que tem se mostrado mais resistente e demorado a reagir à recuperação já em curso na economia desde 2017 –, caiu em julho pelo terceiro mês consecutivo, ao alcançar 105 pontos, retração de 1,9% com relação a junho.

O IE mostra que a proporção de empresários do varejo na cidade de São Paulo que declarou ter excesso de mercadorias nas prateleiras subiu na comparação mensal para 33,3%, o maior patamar desde abril de 2017. O número de empreendedores que considera ter estoques baixos avançou um pouco e hoje está em 14%.

No geral, 52,2% dos empresários consideram seus estoques adequados em julho, e para que os estoques elevados caiam ao patamar histórico de menos de 25%, seria necessária mais uma rodada de otimismo e crescimento acelerado das vendas, algo que não parece provável diante dos problemas e incertezas que o País enfrenta.

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Sobre

O Índice de Estoques é apurado mensalmente pela FecomercioSP desde junho de 2011. O indicador vai de zero a 200 pontos, representando, respectivamente, inadequação total e adequação total.

Como é obtido

A partir de entrevistas com cerca de 600 empresários do comércio dos municípios que compõem a Região Metropolitana de São Paulo.

Utilidades

Da análise dos números, é possível identificar a percepção dos pesquisados em relação à inadequação de estoques para “acima” (quando há a sensação de excesso de mercadorias) e para “abaixo” (caso os empresários avaliem a falta de itens disponíveis para suprir a demanda em curto prazo).

Análise de Índice

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