Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor

Taxa de famílias com dívida cai 2,7 p.p. em junho

Apesar de a inflação desacelerar e da trajetória de queda da taxa de juros, alguns fatores como o desemprego elevado e a nova crise política ainda incomodam os consumidores paulistanos, que adotam uma postura conservadora no quesito endividamento. Em junho, 49,7% das famílias declararam ter algum tipo de dívida, queda de 2,7 pontos porcentuais (p.p.) na comparação com maio, quando 52,4% afirmaram ter dívidas. No comparativo com o mesmo período do ano passado, quando a proporção era de 49%, houve um leve aumento de 0,7 ponto porcentual.

Na segmentação por renda, a parcela de endividados é maior entre as famílias que ganham até dez salários mínimos, proporcionalmente às famílias de renda mais alta. Para o primeiro grupo, o porcentual de endividados em junho foi de 55%, queda de 2,1 p.p. em relação ao mês anterior. Para as famílias com renda superior a dez salários mínimos, o porcentual de endividados foi de 34,4% em junho, queda de 4,4 p.p. em relação a maio (38,8%).

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Sobre

O objetivo da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC) é diagnosticar o nível de endividamento e inadimplência do consumidor. Das informações coletadas são apurados importantes indicadores: ní­vel de endividamento, percentual de inadimplentes, intenção de pagar dívidas em atraso e nível de comprometimento da renda.

Como é obtido

Os dados são coletados junto a cerca de 2.200 consumidores no município de São Paulo.

Utilidades

Permite o acompanhamento do nível de comprometimento do consumidor com dívidas e sua percepção em relação à capacidade de pagamento, fatores fundamentais para o processo de decisão dos empresários do comércio e demais agentes econômicos.

Análise de Índice

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